CNN Portugal em 19jul2022
Estará Volodymyr Zelensky a tirar vantagem da sua autoridade como presidente de um país em guerra? Não houve, até ao momento, manifestações públicas de desagrado com as ações do presidente da Ucrânia mas, dentro de portas, começa a colocar-se a questão, sobretudo depois da decisão de Zelensky de demitir o líder dos serviços de segurança interna e a procuradora-geral da Ucrânia. Fonte da União Europeia admitiu mesmo preocupação com a medida da administração de Kiev, porque parece ir na direção oposta do previsto por Bruxelas para a Ucrânia se tornar membro do bloco europeu: em vez de reforçar a independência das instituições de autoridade, combatendo a corrupção e apresentando uma frente unida frente à Rússia, sem cair em divergências entre fações políticas, Zelensky parece querer controlar de perto as agências cujas ações não dependem do governo ucraniano. E nem sequer deixou claro os motivos pelos quais quis despedir por decreto Ivan Bakanov, o chefe dos serviços secretos, e Iryna Venediktova, procuradora-geral da Ucrânia. Na noite de domingo, Zelensky justificou a medida com centenas de casos de traição - mais de 600 - que estavam a ser investigados naqueles organismos. E, na segunda-feira, um assessor de Zelensky veio clarificar que os dois responsáveis não tinham sido demitidos, mas suspensos, e que a sua reintegração estava dependente do resultado das investigações a decorrer. Mas passaram apenas algumas horas até o presidente da Ucrânia pedir ao parlamento a necessária aprovação para a saída de Bakanov e Venediktova.
Paulo Barros Vale - Estranhíssimo todos os posts aqui irem no mesmo sentido - criticar a Ucrânia e portanto implicitamente ajudar (mesmo que a intenção possa ser diferente…) a Rússia Imperialistas, Agressora e Ditatorial.
David Ribeiro - Não, Paulo Barros Vale, não é "criticar a Ucrânia" mas sim o atual governo corrupto de Zelensky, que em tudo se assemelha à "Rússia Imperialista, Agressora e Ditatorial".
Paulo Barros Vale - Esse seu comentário é absolutamente execrável , injusto e desproporcionado e útil para os russos.
David Ribeiro - Meu caro Paulo Barros Vale... o tempo o dirá.
Francisco Rocha Antunes - Caro David, essa sua obstinação de equiparar o comportamento do governo da Ucrânia ao governo da Rússia não tem justificação.
David Ribeiro - Caríssimo Francisco Rocha Antunes... o tempo o dirá.
David Ribeiro - E já agora... Vejam este artigo da Al Jazeera: Ukraine: Why is Zelenskyy shaking up his administration?
Francisco Rocha Antunes - David Ribeiro Al Jazzera? Desde quando é uma fonte credível?
David Ribeiro - Francisco Rocha Antunes ... É considerada uma das mais independentes nas matérias referentes a este conflito, não "alinhando" por nenhum dos lados da barricada, como acontece numa grande maioria da comunicação social europeia.
Francisco Rocha Antunes - David Ribeiro e a si a situação é-lhe equidistante? É isso que não entendo.
David Ribeiro - Não, Francisco Rocha Antunes ... A invasão de um território independente pelas tropas de Putin não tem qualquer desculpa, mas não podemos nem devemos endeusar os senhores de Kiev. Pobre povo ucraniano que não merece tanto sofrimento.
Francisco Rocha Antunes - David Ribeiro isso é, objetivamente, fazer o jogo dos russos. Quando a guerra acabar então sim, agora nunca.
Expresso 20jul2022 às 08h49
As informações conhecidas sobre este ataque russo parecem "relativamente credíveis e em termos de argumentação muito plausíveis" e que "terá levado à demissão do líder das secretas da Ucrânia."
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