...para que foi aquela reunião no Palácio do Eliseu?
Isabel Oliveira - Segredo de estado ![]()
por vezes e melhor nem saber ![]()
Fernando Duarte - pergunta ao Costa, se é que ele percebeu o que là estava a fazer ![]()
Gonçalo G. Moura - Folclore puro, foram ultrapassados a 300 à hora pelo Trump e pelo Vance!
Ilidio Graça - Outra iniciativa do ridículo Macron que quer ser o lider da Europa.
Gonçalo G. Moura - Ilidio Graça infelizmente é o único com um exército profissional e armamento à altura
David Ribeiro - Fiquei agora a saber pela comunicação social que Scholz abandonou o Palácio do Eliseu "irritado" com a insistência na ideia de enviar tropas europeias para a Ucrânia. E também se diz que a Ucrânia não participou nesta terça-feira [18fev2025], no encontro na Arábia Saudita [entre representantes da Rússia e dos Estados Unidos]. O encontro quer reavivar as relações entre os dois países e preparar as negociações de paz na Ucrânia. Mas, segundo Zelensky, a Ucrânia não foi informada sobre o mesmo. “A Ucrânia não fará parte. A Ucrânia não soube nada acerca desse assunto”, afirmou Zelensky depois de um encontro na segunda-feira [17fev2025] com o presidente dos Emirados Árabes Unidos. Zelensky quis deixar claro que não vai “reconhecer qualquer acordo” que envolva o seu país numa reunião onde não está representado. Ou seja, estamos bem tramados com esta "Diplomacia" e com este "grande diplomata" que é Zelensky.
Antonio Rebello De Andrade - David Ribeiro quando os EUA deixarem de fornecer armas á Ucrânia como vai ser?
David Ribeiro - Caríssimo Antonio Rebello De Andrade, vai ser o que há muito era previsível, o desmorenar do poderio dos senhores de Kiev.
Isabel Oliveira - David Ribeiro isto tufo já sabíamos nas redes sociais franceses e o dia a dia e o Scholz saiu as 18 h não porque estava irritado mas já tinha sido planeado porque se encontra em campanha eleitoral
isto foi o que ouvi quando deixou Belém ![]()
Xavier Cortez - David Ribeiro eu diria que estamos bem tramados com este grande diplomata que é Trump 1) Antes de se sentar à mesa começa por dizer o que vai conceder à Rússia 2) Depois diz que a Ucrania pode não existir nos próximos anos 3) A seguir que vai retirar tropas da Europa 4) Depois que não haverá tropas americanas na Ucrania 5) Negoceia diretamente com a Rússia, em vez de mediar um conflito 6) Está-se a marimbar para a opinião da Ucrania, e muito mais para a da Europa Em resumo, está a voltar à velha teoria das zonas de influência: americana, rússa (correspondente à URSS) e chinesa. Qual o problema para a Europa? É que a seguir vêm os bálticos e a reconstituição dos territórios da URSS. Putin vê-se herdeiro da Mãe Rússia dos czares. A américa trumpiana desiste da Europa e da Nato.
David Ribeiro - Mas nada disto é novidade, Xavier Cortez, pois não?
Mario Pinheiro - David Ribeiro, agora perdi-me! Então a Ucrânia não é parte interessada? Não deve participar?
David Ribeiro - Mario Pinheiro, da forma como Zelensky e os seus comparsas no poder em Kiev, se têm portado em todos os processos para se tentar chegar à PAZ, tenho sérias dúvidas que sejam parte interessada.
Mario Pinheiro - David Ribeiro, mesmo, dando de barato essa leitura, a Ucrânia será sempre parte interessada, à luz de todos os tratados internacionais. Exclui-la das negociações é aceitar um novo modelo, muito perigoso para a Europa, de divisão do mundo. Vamos aceitar, sem mais, esse novo modelo que apenas terá por decisores os USA, a China e a Rússia?
David Ribeiro - E há alternativa válida e credível atualmente a esses decisores - USA, China e Rússia - meu caro Mario Pinheiro?
Mario Pinheiro - David Ribeiro, a Europa precisa de se afirmar. Precisa de se fazer respeitar tanto pela demografia, como pelos valores, como pela mercado. Aceito que com os lideres actuais não seja fácil, mas o caminho da capitulação não será o acertado.
David Ribeiro - Meu caro amigo Mario Pinheiro, até a Europa se afirmar, como seria necessário e fundamental para uma EUROPA forte, vai passar muita água debaixo das pontes e o POVO ucraniano vai sofre, espero eu que não seja "até ao último ucaniano", como Zelensky tem apregoado.
Mário Paiva - Mario Pinheiro, também foi o que pensou quando o Zelensky organizou a reunião para a paz na Suíça, sem convidar a Rússia?
Mario Pinheiro - Mário Paiva, há de convir que são coisas completamente diferentes. Não estou a avaliar a situação como se me colocasse de um dos lados da questão. Talvez que seja o único aqui nesta conversa que não está a tomar partido.
Mário Paiva - Mario Pinheiro e porque seria diferente? Em tempo: confesso que estou a tomar o partido dos factos...
Mario Pinheiro - Mário Paiva, como se sabe um ponto de vista é sempre a vista de um ponto. Os factos estão por aí.
Fernando Lucas Martins - Passear nossa custa são muito fraquinhos ![]()
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Albertino Amaral - Considero essas reuniões, como jornadas gastronómicas europeias....
David Ribeiro - Sintomático!... A Europa esboçou envio de 25 mil a 30 mil soldados para a Ucrânia. Polónia recusou, Alemanha e Espanha dizem que é "prematuro". Está dito e redito que poucos querem calçar as botas e marchar para a Ucrânia.
António Conceição - David Ribeiro, poucos? Conhece algum?
David Ribeiro - António Conceição, o Macron diz que arranja em França uns quantos para marcharem para a Ucrânia, mas o que o Presidente francês diz nem sempre se escreve.
António Conceição - Acho que foi para discutir o que é que mais fácil: salvar a Europa da descida de divisão ou salvar o Boavista desse destino. Concluíram pelo óbvio: salvar o Boavista é muito mais fácil.
Eduardo Saraiva - Para o espectáculo e comunicação social...... mas vão acontecer mais RETIROS, para vaidade do nosso artista. Agora armado em dono do mundo, e, o seu descendente imita-o de forma perfeita. Enfim uma feira de incompetentes, reduzidos á sua insignificância, como já demonstraram.
Jorge Veiga - Almoço grátis.
Jose Pauperio - Para armar !
Angela Loureiro - Velho problema da Europa : cacofonia que divide e enfraquece
Nuno Rebelo - Troca de cromos
António Vilar Ribeiro - Foram a uma grande jantarada
Eduardo Santos - Que tropas europeias seriam enviadas para a Ucrânia? E por que motivo? Estanos em guerra cm algo/alguém? Caso alguém se lembre disso passo a identificar-me como asiático.
Miguel Castelo Branco na sua pagina do Facebook - Agora já querem sentar-se com Hitler? Por que razão teria Putin de descer da condição de estadista para discutir com aquela pandilha desesperada, impotente e tóxica que ontem se reuniu aterrorizada em Paris, após lhe terem mentido entre 2014 e 2022 e, depois, o terem comparado a Hitler nos últimos três anos?
David Ribeiro - Oh pá!... o que me tenho rido com esta pandilha que "se reuniu aterrorizada em Paris". E vou continuar no meu sofá a ver os próximos capítulos.
Adorei esta analogia deste meu Amigo
Caminhando (lentamente) para o fim do conflito Rússia-Ucrânia
Estados Unidos e Rússia concordaram na terça-feira [18fev2025] avançar com “negociações de alto nível” para acabar com a guerra na Ucrânia de forma “duradoura, sustentável e aceitável para todos”. A decisão foi anunciada na capital saudita, Riade, no final de uma reunião de quatro horas e meia que deixou de fora a Ucrânia e a Europa, e que foi acompanhada por novas exigências da Rússia para alcançar a paz. “Este é o primeiro passo numa longa e difícil jornada”, afirmou o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, garantindo que “ninguém ficará de fora” das negociações, numa reação às preocupações manifestadas por Kiev e pelos aliados europeus sobre a possibilidade de o acordo ser negociado nas suas costas. O chefe da diplomacia dos EUA frisou que um futuro acordo de paz “terá de ser aceitável para todos os envolvidos, e isso inclui, obviamente, a Ucrânia, os nossos aliados europeus e a Rússia”. Mike Waltz, conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, adiantou que “questões territoriais” e “garantias de segurança” serão alguns dos temas a abordar nas negociações. Do lado russo, Yuri Ushakov, conselheiro do Presidente Vladimir Putin, afirmou que os dois lados “mantiveram uma conversa muito séria sobre todos os assuntos que pretendiam abordar”, incluindo a preparação da cimeira Trump-Putin, que ainda não tem data marcada. (jornalista Ricardo Ramos no CM)
David Ribeiro - Nestas coisas da geoestratégia o que hoje é, amanhã poderá não ser, mas parece-me que a Rússia e os EUA não têm intenção de envolver a Ucrânia nas negociações de paz porque já a consideram "a derrotada" e dos derrotados não reza a história, como é uso dizer-se. E a Europa está tão mal governada que vai durar anos a recompor-se.
Castro Ferreira Padrão - Que ninguém boicote o caminho. Chega de sofrimento.
Hugo Da Nóbrega Dias - O desfecho final mais do que previsto. Só os que caíram na ladainha da comunicação social ocidental poderiam esperar um desfecho que não este. Não deixa de ser denunciador que o facto de o acordo para o fim do conflito seja entre os EUA e a Rússia. Afinal, eram estes os verdadeiros protagonistas da guerra. A UE e a Ucrânia foram apenas fantoches nas mãos dos americanos. A primeira por vassalagem histórica, a segunda por ingenuidade.
A dureza (mais do que real) de um cartoon
Castro Ferreira Padrão - Só está no prato porque quis, foi burro, vendeu-se e sacrificou o seu Povo , o seu País. Na minha página, aqui, no Facebook postei um "vídeo" que já vi e ouviu mais do que uma vez, Jeffrey Sachs , é bem claro. Quando tudo acaba?
Por onde eu ando...
Nova Crítca - vinho & gastronomia
PINN (Portuguese Independent News Network)
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