"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."
Segunda-feira, 26 de Setembro de 2022
Armas Nucleares Táticas

Desde que as tropas de Putin invadiram a Ucrânia muito se tem falado em Armas Nucleares Táticas... sabem o que são?

armas-nucleares-taticas.jpg

Armas nucleares táticas ou armas nucleares de uso tático são armas nucleares de pequeno poder explosivo, geralmente na faixa de 0,5 a 5 kilotons, destinadas a alvos específicos, como tropas, agrupamentos de blindados, bases militares, grupos de navios ou porta-aviões. Geralmente seu uso tático é muito específico e envolve utilizar apenas uma das principais formas de energia libertada pela bomba: ou o poder de destruição e calor ou o pulso eletromagnético. Mesmo com poder explosivo reduzido estas armas têm efeito radioativo, o que sempre dificultou seu amplo emprego. O uso de armas nucleares táticas seria destinado principalmente para o emprego contra as forças armadas do adversário. Esta função seria de importância maior se as forças-alvo se encontrassem próximas às forças que estão lançando a bomba, já que isto impediria o uso de uma arma de grande poder destrutivo, que ao explodir, pudesse atingir também a força lançadora.


Luis Barata
Ahhh... então destas podem usar! Sem problema... É isso?... Ok! Siga! Francamente... Está a branquear o efeito das armas nucleares, a apoiar o Putín, ou quê!?...
David RibeiroA forma como o Luis Barata está a interpretar este meu post é ofensiva, mas vou considerar que fui eu que não fui suficientemente explícito ao tentar dar a conhecer o que é aquilo com que Putin está a ameaçar o Ocidente. As Armas Nucleares Táticas com que os déspotas do Kremlin nos estão a ameaçar são armas poderosíssimas, com potencial radiativo, mas não são as destruidoras de cidades, como por aí se diz.
Luis Barata
David Ribeiro perfeitamente. É que convém também esclarecer as posições dos comentaristas. Morrer uma pessoa de um tiro, ou 10 de uma bomba fraquinha ou 100 cirurgicamente aniquilados por um qualquer mini obus atómico ou uma bomba atómica que arrasa uma metrópole é realmente diferente. Mas apenas na dimensão cataclistica, não na intenção. Essa permanece a mesma. Atroz.
Carlos Miguel Sousa
Putin só utilizaria uma arma deste calibre, se território russo fosse atacado, continua e consecutivamente, com o propósito de chegar a Moscovo e derrubar o regime. De outra forma é só conversa de embalar. Ao contrário do que muitos pensam Putin, não é o pior que os russo lá têm e mete qualquer lider ociental no bolso do casaco. Qualquer um.
Jose Pinto Pais
Vao passar dos pexibeques para os aneis de prata. Vejam lá se nao ficam sem os dedos !!!

 

  JN de 24set2022 - Os maiores desastres nucleares da História
Kyshtym (1957) – RússiaApós a Segunda Guerra Mundial, a União Soviética patrocinou uma série de programas para o desenvolvimento da insdústria atómica, para alcançar o poderio nuclear dos Estados Unidos. Na central de Mayak, a segurança foi negligenciada e esteve na origem da falha no sistema de refrigeração do compartimento de armazenamento de resíduos nucleares. A explosão libertou toneladas de material radioativo para a atmosfera. Cerca de 10 mil pessoas foram evacuadas.
Windscale (1957) – Reino UnidoNa corrida ao armamento nuclear verificada após a II Guerra Mundial, a Inglaterra também quis construir uma bomba atómica o mais rápido possível. Na mesma urgência, o Reino Unido registou o pior acidente nuclear da sua história, na cidade de Windsdale. A 10 de outubro de 1957, uma falha técnica incendiou um dos reatores da central, levando à libertação de materiais radioativos.
Three Mile Island (1979) – Estados UnidosEm março de 1979, o colapso parcial de um reator da central nuclear de Three Mile Island, perto de Harrisburg, capital da Pensilvânia, causou o acidente nuclear mais grave da história dos Estados Unidos. Na altura, foi aberta uma válvula para aliviar a pressão do reator, mas o escape não voltou a fechar e causou o transbordo de água sobreaquecida e contaminada.
Chernobyl (1986) – Ucrânia (ex-URSS)O desastre de Chernobyl ocorreu no reator 4 da central nuclear. As explosões libertaram na atmosfera um volume de partículas radioativas 400 vezes maior que o libertado pela bomba atómica lançada pelos EUA em Hiroshima, no Japão. Mais de 200 mil quilómetros quadrados foram contaminados. Milhares de ocorrências de cancro registadas na Ucrânia, na Bielorússia e na Rússia foram relacionadas com o desastre de 26 de abril de 1986.
Fukushima Daiichi (2011) – JapãoEm março de 2011, um terramoto devastador, seguido de tsunami, danificou a central nuclear japonesa, gerando um acidente de nível 7 na escala da AIEA, o segundo pior, atrás do de Chernobyl. As ondas gigantes destruíram o sistema de refrigeração e causaram o colapso de três reatores. O desastre provocou fugas radioativas e contaminação das águas. Obrigou à evacuação em massa de trabalhadores e moradores das regiões afetadas. Mais de 60 mil pessoas foram desalojadas.



Publicado por Tovi às 07:29
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