Num conflito onde as ambições de Trump colidem com as exigências de Putin e a resistência de Zelensky, que hipóteses terá um cessar-fogo na Ucrânia?
Maria Vilar de Almeida - Vai levar mais TEMPO! ![]()
O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, recusou ontem [4.ª feira 21mai2025] o estabelecimento de um cessar-fogo incondicional, a que chamou da técnica “Vamos fazer tréguas – e depois logo se vê”. “Não, malta! Já entrámos nessas histórias, não queremos fazer mais isso”, acrescentou o ministro, em declarações numa universidade de Moscovo. “E os Macrons, Starmer, von der Leyens e outras figuras europeias que agora exigem histericamente que os Estados Unidos se juntem às ações anti-russas e aumentem o número de sanções – isso apenas os entrega de bandeja”, acrescentou Lavrov.
Manhã de quarta-feira 21mai2025
O antigo político ucraniano, Andiy Portnov, morreu esta quarta-feira após ser baleado várias vezes na cabeça e nas costas à porta do Colégio Americano de Madrid. De acordo com a polícia espanhola, as autoridades receberam o alerta de um tiroteio às 09h15 locais (08h15 em Portugal). Segundo a imprensa espanhola, Portnov encontrava-se no local para deixar os filhos na escola. Fontes ligadas à investigação afirmaram ao jornal La Vanguardia que o ataque foi feito por "dois ou três" suspeitos, que atacaram Portnov quando este se preparava para entrar no seu carro. Depois de disparar várias vezes contra o homem, de 52 anos, os suspeitos fugiram em direção a uma área arborizada, nas imediações da escola. Andriy Portnov tem um longo passado político na Ucrânia, onde fez parte do executivo do presidente pró-russo Viktor Yanukovych, entre 2010 a 2014, ocupando vários cargos de relevo. Nascido em Lugansk, Portnov fugiu da Ucrânia após a revolução Euromaidan, que afastou o governo de Viktor Yanukovych, depois de este ter revertido a sua promessa de assinar um acordo que abria as portas para a entrada da Ucrânia na União Europeia.
Antonio Regedor - As células nazis ucranianas estão já espalhadas pela Europa
Luis Barata - Há que fazer uma boa leitura do sucedido...
Mário Paiva - Luis Barata, já a fez? ![]()
Jornal Económico de 22mai2025
A estratégia da Rússia e a da Ucrânia para terminar a guerra que travam há três anos são conhecidas: os russos exigem que se comece por negociações diretas, sem condições prévias, baseadas nos “acordos de Istambul” (2022); enquanto os ucranianos pretendem, antes de mais, um cessar-fogo de trinta dias; primeiro cessar-fogo e só depois conversações de paz.
Jorge Veiga - sempre os mesmos? Que vómito.
Rui Lima - Quando se fala em conversações e não se suspendem as acções de guerra estamos conversados .....
David Ribeiro - Rui Lima, em todos os conflitos são as conversações que conseguem, ou não, chegar a uma suspenção das ações bélicas.
Ana Cristina Pereira Leonardo - David Ribeiro às vezes pergunto-me mesmo o que se passa na cabeça das pessoas.
Rui Lima - David Ribeiro Não sou dessa opinião. Quando se iniciam conversações com vista a obter a paz deve ser respeitado um período de tréguas até porque quem sofre é a população civil. Claro que neste caso não se trata de uma guerra mas de um país que invade outro. Como vamos sair deste impasse não sei, obviamente a Rússia não vai abandonar os territórios ocupados e se Tramp deixar de apoiar a Ucrânia a mesma cai e vai ter de submeter com ou sem Zelensky . A União Europeia deve manter as sanções á Rússia . Não está fácil "as profecias" de Tramp estão a falhar em toda a linha e agora até na dívida pública americana. Não sei se chega ao Natal.
David Ribeiro - Ok, Rui Lima... mas eu nunca vi nem ouvi falar de conversações de paz precedidas de um cessar-fogo.
Mário Paiva - David Ribeiro, só se quem está a ganhar a guerra fosse parvo...
Raul Vaz Osorio - David Ribeiro nunca? Deve andar algo distraido
David Ribeiro - Ora diga lá, Raul Vaz Osorio, quando houve cessar-fogo antes de conversações de paz. Unilateralmente depor as armas não é cessar-fogo.
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