"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."
Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2016
Descentralização de competências

Descentralização de competências é bom, sem dúvida… mas o que eu queria era a Regionalização

 

Descentralização 11Jan2015 ab.jpg

(JN 11Jan) Rui Moreira e António Costa unidos pela descentralização - A "descentralização de competências" foi um dos principais temas abordados, esta segunda-feira, na Câmara Municipal do Porto, numa reunião que juntou o primeiro-ministro, António Costa, e o presidente da autarquia portuense, Rui Moreira. No final do encontro, que contou a presença de mais membros do Governo, e se prolongou por mais de uma hora, António Costa destacou a "descentralização de competências", mas também deu ênfase aos "transportes" e à "reabilitação urbana".

 

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«Vítor Carla Sequeira» >> Região? somos uma região da península que contra os Espanhóis lutamos para que fossemos independentes. E verdade que somos os únicos que conseguimos. Descentralizar sim. Porque o Ministério das pescas não pode ser em Matosinhos? Ou o Ministério da Educação em Coimbra? Etc etc... Imagino a feira de vaidades aos domingos nas nossas marginais, quando são apenas Presidentes de Junta já é o Deus me livre imagino os do Poder local. Descentralizar SIM. E muitas tetas nasceriam, compreendo essa utopia mas não contem comigo.

«José Camilo» >> Qual descentralização, qual caraças, já nem regionalização me chega Agora só Confederação Portuguesa dividida em cinco regiões, capital em Lisboa e um presidente da Confederação a eleger anualmente pelos presidentes das regiões. Tal como na Suiça que funciona lindamente.

«Raul Vaz Osorio» >> E eu independência. Mas a descentralização, se for a sério, já é um passo. O Vitor é um submarino mouro, ou então engole as patranhas todas que eles lhe atiram.

«Jose Rocha» >> Tenho feito analogia à divisão entre o comércio Lisboa-Porto, India com Lisboa e Brasil com o segundo, que ocorreu no passado. Por exemplo, não seria bom que o enorme fluxo de aviões entre o Brasil e Portugal, passa-se a ser pelo norte??

«Vítor Carla Sequeira» >> Raul sou Tripeiro desde sempre, e mais que eu não há... mas era bom respeitar as opiniões e a história. E a utopia que temos que ter regiões onde existe apenas uma região que por acaso se chama a junção das duas mais importantes cidades das do Douro Portus e Cale, e com o maior respeito pelos meus conterrâneos que lutaram para que fossemos independentes como região. E amo Lisboa como outras cidades onde já fui muito feliz. Já odeio os Portuenses que vão em nosso nome para o Governo e se prostituem com a maior facilidade. E como tripeiro de gema há já muitas gerações,(e em relação as patranhas) só digo isto: Quem me comer tem que me c@g@r.

«Jose Rocha» >> Vítor, mas temos um problema de sobrevivência dos mais de 3 milhões de habitantes do norte quando todo o protagonismo económico segue para Lisboa. Naturalmente.

«Vítor Carla Sequeira» >> Ho José e nem imagina o quanto conheço esta dura realidade, vivo na parte Oriental da Cidade, vi em direto e ao vivo, as pessoas a perder poder de compra e a renderem-se a pobreza. Mas acredito se formos bem representados com uns tomates dignos de um Nortenho, conseguimos trazer benefícios para as nossas gentes.

«Jose Rocha» >> Então sabe que existe um realidade chamada NUTS que divide a europa em regiões em vários níveis: 1, 2 e 3. De facto só temos o norte nas NUTS 2, porque todo o continente faz parte de uma NUTS1. Mas as politicas e o discurso público estão perfeitamente centrados numa pequena NUTS3 com apenas 20% da população.

«Vítor Carla Sequeira» >> Contudo podemos continuar a seguir a Politica Europeu, e mais 20 anos estamos na bancarrota, e isto não se trata de conspiração é a realidade que hoje vivemos, nas pessoas normais como eu, que humildemente assumo que nunca tinha ouvido falar dessas directrizes, só interessa uma pergunta vives bem?

«Jose Rocha» >> A política europeia é definida por todos nós, Europeus. O problema parece estar mais na política nacional e da incapacidade do norte conseguir discutir investimentos estratégicos sem a histeria separatista que nos confunde a argumentação sobre o valor das propostas. A questão da regionalização significa dar autonomia e isso seria bom para captar investimento e promover o desenvolvimento. Mas mais do que isso, permite boa gestão. Aí estou de acordo com o Raul Vaz Osorio. As NUTS2 devem ter algum grau de autonomia estratégica e administrativa.



Publicado por Tovi às 10:35
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