
O líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, fez ontem [6.ª feira 3nov2023] a sua primeira intervenção pública desde o início da guerra, num discurso transmitido pela televisão, começando por saudar os “mártires caídos” em diversas guerras, especificando os mortos em Gaza e na Cisjordânia. “Não morreram, estão no paraíso onde não há operações israelitas nem a arrogância americana”, disse Nasrallah. Referindo-se ao sofrimento do povo palestiniano disse que “ninguém move um dedo” para acabar com ele.
Qualificou o governo de Israel de “radical, estúpido e brutal” e referiu quatro razões para a revolta palestiniana: Milhares de detidos palestinianos em Israel; A envolvência da Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém Oriental; O cerco à Faixa de Gaza, que condenam os palestinianos a viver como em “campos de concentração”; A situação na Cisjordânia, “perigosa e de risco”, em resultado da expansão dos colonatos judeus, de detenções diárias e da destruição de casas.
“Tinha de haver um grande evento que abalasse a entidade usurpadora e os seus apoiantes em Washington e Londres”, disse o líder do Hezbollah, referindo-se à “bendita operação” do Hamas de 7 de outubro. Nasrallah disse que a operação “Tempestade de al-Aqsa” foi “100% realizada pelos palestinianos”, acrescentando: “Não nos incomodamos com a ocultação do plano de ataque de 7 de Outubro pelo Hamas”. “O sigilo absoluto foi o que garantiu o sucesso da operação”, disse. O líder do Hezbollah saudou também os “fortes e bravos iraquianos e iemenitas [huthis] que estão envolvidos nesta guerra santa”.
Na sua intervenção televisionada, Hassan Nasrallah afirmou que “o que aconteceu confirma que o Irão não exerce qualquer tutela sobre as fações da resistência e que os verdadeiros decisores são os líderes da resistência". O líder do Hezbollah aludiu, implicitamente, à visita a Israel do secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, que discursava à mesma hora, em Telavive. “Nada sequer começou e vemos os países de todo o mundo a enviar os seus Presidentes, os seus ministros, os seus generais, os seus arsenais, os seus milhares de milhões para apoiar esta entidade ilegítima [Israel].”
Hassan Nasrallah terminou a sua intervenção com um aviso a Israel. “Todos os cenários estão em aberto na nossa frente sul libanesa”, disse o líder do Hezbollah. “Todas as opções estão definidas e podemos adota-las em qualquer altura.”
Populares prestaram homenagem no Porto às vítimas palestinianas
Quando estas homenagens forem espontâneas e apartidárias, chova ou faça sol, então EU ESTAREI LÁ.
É assim que estamos...

Os ataques israelitas atingiram perto de pelo menos três hospitais em Gaza, segundo as autoridades de saúde locais, incluindo um que atingiu um comboio médico perto do Hospital Al-Shifa, na cidade de Gaza, matando 15 pessoas e ferindo outras 16. Uma escola que acolhe deslocados no bairro de Saftawi também foi atingida num ataque israelita que matou pelo menos 20 pessoas, segundo o Ministério da Saúde de Gaza. Num ataque separado, crianças estão entre os pelo menos 14 palestinianos mortos enquanto escapavam para o sul ao longo da estrada costeira de Gaza, segundo autoridades locais. A agência da ONU para os refugiados palestinianos afirmou que já não pode fornecer segurança em abrigos sob a bandeira da ONU. A UNRWA disse que pelo menos 38 pessoas morreram em instalações da ONU desde o início da guerra.
Os chefes da diplomacia da Jordânia, Egito, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Catar reuniram-se este sábado com o homólogo norte-americano, Antony Blinken, em Amã, para discutir como “cessar a guerra em Gaza”. Um representante da Autoridade Palestina também participou do encontro.
Chico Gouveia - Os israelitas já disseram. É simples: libertem os reféns.
O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, o ministro das Relações Exteriores da Jordânia, Ayman Safadi, e o ministro das Relações Exteriores do Egito, Sameh Shoukry, estiveram hoje, em conferência de imprensa, na capital da Jordânia. Pontos principais das três declarações: Safadi iniciou a conferência sublinhando a importância de um imediato cessar-fogo para todos os países árabes. Disse ainda que para a Jordânia não é aceitável a “morte de inocentes” e destruição em “legítima defesa”. Já Antony Blinken começou por agradecer ao Egito por facilitar a passagem de civis feridos entre Gaza e Egito. De seguida voltou a sublinhar a posição dos EUA: Israel tem direito a defesa, mas acrescentou “deve tomar todas as medidas possíveis para evitar vítimas civis”. Por último, falou Shoukry. Voltou a apelar por um cessar-fogo e disse que qualquer discussão sobre o futuro de Gaza, sem o Hamas, é “prematura”.
Chico Gouveia - David Ribeiro todos muito comedidos. Ninguém arrisca nada. Política dos testículos: participam mas não entram. Este Blinken devia ser o sucessor de Biden.
David Ribeiro - A verdade, Chico Gouveia, é que Antony Blinken foi de Israel para Amã de mãos vazias e saiu da Jordânia para a capital turca, novamente de mãos vazias. Os EUA ao "casar-se" com o primeiro-ministro Netanyahu e a sua guerra em Gaza, não consegue ser reconhecido por ninguém como mediador neste conflito. As notícias vindas dos "States" dizem que por lá as manifs pró-palestinianas são cada vez mais e com maior número de manifestantes.
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