"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."
Terça-feira, 12 de Abril de 2016
Já temos novo Ministro da Cultura

Gosto do “curriculum vitae” deste nosso novo Ministro da Cultura

Luís Filipe Castro Mendes Ministro da Cultura 10A

Luís Filipe Castro Mendes, nascido em 1950 em Idanha-a-Nova, é um embaixador poeta que gosta de pensar esse duplo estatuto e a sua história respeitável, repleta de grandes nomes de escritores. A sua formação universitária é Direito, mas os ambientes em que se integrou, ainda enquanto estudante, foram os literários.
Começou a publicar ainda muito cedo, adolescente, no suplemento juvenil do Diário de Lisboa, quando ainda não vivia em Lisboa (o pai era juiz, o que lhe ditou uma vida nómada pela província; essa é a razão pela qual nasceu em Idanha-a-Nova) e começou a estabelecer ligações com algumas pessoas de uma nova geração (por exemplo, Jorge Silva Melo), que foram determinantes também na sua consciência política.
A sua estreia em livro foi em 1983, com Recados, publicado na Imprensa Nacional, numa colecção de jovens poetas, criada por Vasco Graça Moura. No ano seguinte publicou a obra de ficção Areias Escuras, à qual sucedeu Seis Elegias e Outros Poemas, que mereceu o Prémio da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto. Publicou ainda Ilha dos Mortos (1991). Mas a sua plena afirmação enquanto poeta deu-se dez anos depois, com um livro chamado Viagem de Inverno (1993). Seguiram-se O Jogo de Fazer Versos (1994), Modos de Música (1996), Outras Canções (1998), Poesia Reunida (1985-1999) e Os Dias Inventados (2001).
Nessa altura, já tinha feito o habitual périplo dos inícios da carreira diplomática (ainda não como embaixador) em Angola, Madrid e Paris. Para trás, tinham ficado as experiências de assessor de Melo Antunes, no Ministério dos Negócios Estrangeiros, e do Presidente Ramalho Eanes.
Em meados dos anos 90 foi colocado como cônsul-geral de Portugal no Rio de Janeiro. A sua primeira missão como embaixador foi em Budapeste e depois em Nova Deli. Nessa experiência indiana radica um dos seus livros de poesia, Lendas da Índia, de 2011, que foi distinguido com o Prémio António Quadros, atribuído pela Fundação com o mesmo nome, com Lendas da Índia, editado pela Dom Quixote.

 

 Comentários no Facebook

«Mário Rui» >> "Nosso"?! Que "nosso"?

«Mario Reis» >> Mesmo que discorde do governo e' nosso porque e' o governo que governa Portugal e os Portugueses ou nao e' Portugues?... ou nao habita Portugal ?....

«Jorge Veiga» >> a ver vamos se consegue fazer muito num pais onde os governos pouco ligam à cultura. pelo menos é o que se deduz pelas verbas atribuídas...

«Pedro Aroso» >> Mais um neo-ministro. Desta vez o Tony Farturas escolheu bem, porque sabe que é carne para canhão.

«Jovita Fonseca» >> Com este curriculum tem obrigação de ter mais cultura que o outro... Tenhamos esperança no que se refere à pasta da Cultura ...e às "atitudes " no Governo!



Publicado por Tovi às 08:32
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