
"É sempre bom ver políticos a discutir história. No meio de simplificações e apropriações retroativas, aprende-se alguma coisa. (...) O 25 de Abril não tem nada de difuso. Marca a rutura total com o Estado Novo: a rendição de Marcello Caetano a Spínola no Quartel do Carmo assinala o fim de um regime e o início de outro. Menorizar este primeiro dia é um absurdo histórico. O momento zero da democracia é aquele. Comemorar o 25 de Abril é uma obrigação do regime. Comemorar o 25 de Novembro não é uma obrigação mas é um dever. A data não marca o início de um regime, mas a garantia de que a democracia — tinha havido eleições livres sete meses antes e a Constituição estava a ser escrita — se ia instalar e de que não ia haver guerra civil. Sem esse arranjo de forças, não teríamos sido uma democracia plena. Disputar as duas datas é um jogo infantil. Equipará-las, um ato forçado. Recordá-las, um exemplo de maturidade."
Concordo com Marques Mendes
Mais uma VERGONHA na Casa da Democracia
Bernardo Mergulhao - David Ribeiro um pateta que sabe valor de espectáculo, não lhe dêem palco...esta partilha é já a sua vitória
Joaquim Figueiredo - Um fascista retinto... uma vergonha
Bernardo Mergulhao - Joaquim Figueiredo quem? A extrema-esquerda? que se tem demonstrado que continua profundamente anti-democratica... a sua reacção à celebração reinforça a urgência da mesma.... uma data que devia ser pacífica para todos democratas e não tentativa patética de dividir esquerda/direita... a verdadeira divisão é democratas versus não democratas. Ou então ignorância histórica... por mais que extrema-esquerda tente reescrever história... data tão celebrável quanto 25 de Abril... aliás uma não existia sem outra o resto é cassete do costume em quem insiste em impor a sua realidade
Bernardo Mergulhao - Excelente discurso do presidente da Assembleia da República!
Hugo van der Ding sobre o 25 de Novembro...
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