
A Rússia atacou a Ucrânia com um míssil hipersónico Oreshnik durante a noite de quinta-feira [8jan2026], uma utilização rara de uma das suas armas mais avançadas no atual ataque ao país, em temperaturas glaciais. O ataque marca a primeira vez em mais de um ano que Moscovo recorre ao Oreshnik, que pode conter múltiplas ogivas e transportar cargas convencionais ou nucleares. A primeira vez que o míssil foi usado foi em novembro de 2024 para atingir a cidade de Dnipro. “As Forças Armadas russas lançaram um ataque maciço com armas de alta precisão de longo alcance, terrestres e marítimas, incluindo o sistema móvel de mísseis de médio alcance Oreshnik", revelou o Ministério da Defesa russo num comunicado na sexta-feira [9jan2026].
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Diz quem sabe (ou parece saber) destas coisas...
Quando o míssil foi lançado a partir de Kapustin Yar, a pluma térmica foi detectada quase instantaneamente por satélites infravermelhos dos EUA. Isso permitiu que: o lançamento fosse identificado; o horário exato fosse conhecido; a informação fosse repassada a Kiev.
Ou seja, o lançamento foi detectado, mas não pelos meios ucranianos. Mas detectar não é o mesmo que rastrear. Detectar significa saber que um míssil foi lançado. Rastrear significa conseguir determinar com precisão: a trajetória; o ponto de impacto; o tempo exato restante até o alvo.
No caso do Oreshnik, isso não foi possível nos primeiros minutos. O míssil: atinge velocidades extremamente altas; percorre grande parte do trajeto fora da atmosfera; não permite triangulação confiável logo após o lançamento.
Na prática, mesmo sabendo que um míssil estava em voo, não havia como afirmar se o alvo seria Lviv, Kiev ou outra região.
Rui Lima - Estão a apertar ....... O chamado Abraço do Urso.
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