"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."
Sexta-feira, 27 de Outubro de 2017
Parlamento da Catalunha aprovou a independência

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Agora é que vai ser... Será que o governo de Madrid já terá mandado ligar os motores dos tanques para invadir a República da Catalunha?

 

  15h30 de hoje

Senado espanhol aprova entrada em vigor do artigo 155 da Constituição espanhola que permite ao governo de Madrid assumir o controlo dos poderes autonómicos da Catalunha.

 

   19h30 de hoje

Em conferência de imprensa o primeiro-ministro Mariano Rajoy, informou que o Governo Espanhol destituiu Carles Puigdemond, dissolveu o Parlamento da Generalitat e marcou eleições na Catalunha para 21 de Dezembro.

 

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«Jose Bandeira» - Este processo é perfeitamente imbecil. Uma autêntica roleta russa!

«Manuel Carvalho» - Por formação inclino-me para o direito dos povos à sua autodeterminação, mas pela razão receio o que venha a acontecer com o povo catalão. Não conheço pessoalmente nenhum catalão para lhe fazer três perguntas simples. A primeira é se o uso do catalão é proibido e se foi retirado do sistema de ensino, a segunda é se as expressões artísticas catalãs são perseguidas e proibidas; sobretudo as danças e o folclore e a terceira qual o grau de autonomia que têm em relação às instituições. A resposta a essas perguntas ajudar-me-ia a ter uma noção mais exacta sobre a necessidade, ou não, do que reclamam agora. Um facto que acho curioso é que todos os movimentos independentistas iniciais partem das regiões mais ricas em detrimento da solidariedade com as regiões mais pobres. Aliás, como os próprios países europeus olham para os países do sul dessa mesma Europa. A Catalunha, embora com um notável poder económico, não terá um futuro promissor se, como parece que será, a comunidade económica não a reconhecer. Actualmente, um país ganha e perde a independência mais por políticas económicas do que pela força, e nós bem que sabemos onde e com quem está a nossa independência. Jose Bandeira, aquando do reinado dos Filipes, Portugal não perdeu totalmente a sua independência, sempre foi visto como um outro país. Se assim não fosse, teríamos perdido todo o império mesmo depois da Restauração e apenas perdemos Ceuta. A Catalunha ajudou ao dividir as forças militares em duas frentes, mas a frente portuguesa não mereceu sequer o empenho para manter o país na alçada espanhola. Ajudou mais porque os nobres que sobreviveram Alcácer-Quibir e foram destacados para combater na Catalunha, aperceberam-se que era o momento certo para lutar pela restauração.

«Jose Bandeira» - Todo o processo decorreu de forma ridícula. Se os separatistas Catalães estivessem a fazer um trabalho sério teriam que assegurar apoio internacional à sua causa. Declarar a independência equivale a criar um novo país e não se pode esquecer a política externa. O Governo Regional Catalão agiu "à espanhola", ou seja, com aquele egocentrismo característico dos espanhóis para quem o mundo termina nas suas fronteiras. Isto é inadmissível!

«David Ribeiro» - Foi não ter assegurado apoio internacional um dos graves erros de Puigdemond, no meu entender.



Publicado por Tovi às 14:01
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