"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quarta-feira, 12 de Outubro de 2022
Marcelo... Quem não o conhecer que o compre

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Parecia impossível mas o Presidente da República tinha-o afirmado publicamente. E rapidamente a comunicação social e as redes sociais não falavam doutra coisa na tarde de ontem.
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Depois lá veio um "Nota da Presidência da República" que pouco ou nada acrescentou de positivo ao que Marcelo Rebelo de Sousa tinha dito.

  Nota da Presidência da República - 11 de outubro de 2022
O Presidente da República tomou conhecimento da validação de 424 testemunhos de abusos sexuais na Igreja em Portugal, hoje anunciada pela Comissão criada pela Igreja Católica.
O Presidente da República sublinha, mais uma vez, a importância dos trabalhos desta Comissão, muito embora lamente que não lhe tenham sido efetuados mais testemunhos, pois este número não parece particularmente elevado face à provável triste realidade, quer em Portugal, quer pelo Mundo.
Vários relatos falam em números muito superiores em vários países, e infelizmente terá havido também números muito superiores em Portugal.
O Presidente da República espera que os casos possam ser rapidamente traduzidos em Justiça.
Tal como fez no início de setembro, transmitindo imediatamente à PGR a denúncia que recebeu, continuará a promover e apoiar todos os esforços para que os abusadores sejam responsabilizados e afastados de qualquer situação que possa permitir a reincidência nestes comportamentos, seja no seio da Igreja Católica, ou em qualquer outra situação.

 

  Expresso - 12out2022 às 13h27
O primeiro-ministro António Costa fez questão de sair em defesa do Presidente da República na polémica sobre as declarações de Marcelo relativas ao abuso de menores por membros da Igreja Católica. Em Viseu, onde participa numa conferência da Aicep, António Costa fez uma declaração em que defende o chefe de Estado da “interpretação inaceitável que tem estado a ser feita das suas palavras”. “Todos nós na vida politica por vezes não usamos a melhor expressão”, admitiu o primeiro-ministro a propósito da primeira declaração de Marcelo na terça feira. 

 

  Quem não o conhecer que o compre
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  Tão amigos que eles são
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  Jose Pinto PaisDavid Ribeiro não há almoços grátis



Publicado por Tovi às 07:43
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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2014
Crimes politicamente incorrectos

Conheço pessoalmente Michael Seufert, tendo por ele uma certa simpatia e embora não partilhemos da mesma cor política a verdade é que já andamos lado-a-lado em lutas pela cidadania e voltarei a fazê-lo se necessário for. E neste seu artigo publicado no Expresso - Crimes politicamente incorrectos - a monstruosidade verificada na cidade britânica de Rotherham e agora conhecida, vem demonstrar que o “racismo” ou “a vergonha de ser considerado racista” acaba inúmeras vezes por ter as mesmas e nefastas consequências. Por cá também sofremos deste mal, embora numa escala muito menor. Não há que olhar para o lado quando os energúmenos são “pretos”, “amarelos” ou de outra cor qualquer, mas também não é por não serem “brancos” que devemos logo apontar aqueles que nos parecem à primeira vista os maus da fita. É tempo de sermos todos iguais, para o bem e para o mal.

Crimes politicamente incorrectos - Esta semana uma revelação verdadeiramente horrenda pôs a nu uma realidade impensável na cidade de Rotherham (cerca de 250000 habitantes) no Reino Unido. Um  relatório, encomendado pelo conselho municipal após notícias nesse sentido, conclui que desde 1997 "numa estimativa conservadora" aproximadamente 1400 crianças foram abusadas sexualmente. Os pormenores são ainda mais horríveis.

Ler texto completo aqui.


«Michael Seufert» no Facebook >> Mais uma vez completamente de acordo!

«Jose Riobom» no Facbook >> ...pois....iguais...... uns mais que outros....como sempre. O racismo não se mede pela cor da pele... ele tem demasiadas formas para uma qualquer simples definição.... valores são a tolerância e o respeito... intelectual e social

«António Alves no Facebook >> "trata-se de reconhecer que podemos e devemos atacar o discurso do ódio e da intolerância que acontece cada vez mais - para já marginalmente apenas em Portugal - no seio das nosas comunidadas baseadas na tolerância e na liberdade. E que portanto a tolerância não pode ser usada para fazer proliferar a intolerância." - Plenamente de acordo. Para mim um criminoso é um criminoso seja ele de qualquer cor, credo, classe social, etc. Mas já agora gostava de saber quais os "discursos do ódio", ainda que marginais, que estão a acontecer em Portugal. Esta mania de levantar suspeições sem dar o nome aos bois também é uma boa trampa. Se existem dê-se-lhes imediatamente o nome. Pior que o politicamente correcto é esta forma hipócrita de actuar.



Publicado por Tovi às 10:43
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