"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Terça-feira, 2 de Janeiro de 2018
Previsão astrológica para 2018

Fui à bruxa de São Miguel O Anjo… e foi isto que ela me disse sobre o que trará 2018 a algumas figuras da política mundial.
Mas ela também me disse que tudo isto é um “suponhamos” e com a intenção única de divertir os meus Amigos.

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Ashraf Ghani (Touro) - A melhor notícia do ano para os taurinos é a aproximação do planeta Júpiter, que aconteceu em outubro de 2017 e permanecerá até novembro de 2018. Nessa conexão, os nascidos sob esse signo, entre os quais está o presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani, têm todas as oportunidades para resolver problemas que permanecem já durante muito tempo. No entanto, para o ano que já começou é aconselhável que os taurinos prestem mais atenção àqueles que chamam de "seus amigos" — nem toda amizade possui interesses mútuos e dá frutos para ambas as partes.

Donald Trump (Gémeos) - Para o presidente dos EUA Donald Trump, a segurança será a maior preocupação em 2018. Portanto, é vital estabelecer relações amigáveis com seus vizinhos — isso ajudará a minimizar os riscos. Aqueles que nascem sob a influência deste signo terão muitas ideias e projectos no ano que começou. Entretanto, os astros aconselham a todos de Gémeos a ler melhor sobre o assunto em questão para saber ao certo onde aplicá-lo. Resta esperar que este aviso não esteja ligado com a Estratégia de Segurança Nacional autorizada pelo presidente no fim do ano passado.

Angela Merkel (Caranguejo) - Para este novo ano é previsto que os caranguejos, inclusive para a chanceler da Alemanha, tenham a falsa impressão de fazer esforços inúteis, mas é necessário ter paciência. Os resultados virão na hora certa e de maneira inesperada. Os astrólogos aconselham aos representantes desse signo sentimental, que estão passando por algumas pressões no trabalho, a evitar o stresse e dedicar mais tempo à saúde e vida pessoal. O início do ano surgirá com sinais de que é vital mudar algo na vida. Assim, é possível que Angela Merkel consiga encontrar outra ocupação mais favorável, do que se tornar chanceler alemã pela quarta vez.

Bashar Assad (Virgem) - A posição adequada dos planetas em 2018 ajudará os virginianos a superar a crise prolongada e controlar seus instintos impulsivos que, às vezes, vêm à tona. Os Virgens devem dar mais preferência à vida social e buscar um sentido maior para a vida. Agora o perigo ficou para trás, pois os terroristas foram expulsos do país. No entanto, a Síria não foi mencionada na Estratégia de Segurança Nacional dos EUA. Talvez, o ano de 2018 trará finalmente a mudança tão esperada já há muito tempo.Mas as estrelas avisam aos virginianos que mesmo com a chegada do novo ano, nem todos os problemas serão resolvidos e lembram o presidente sírio, que as tropas norte-americanas permanecem no país até o momento.

Vladimir Putin (Balança) - O alinhamento dos planetas promete aos representantes da balança — prosperidade financeira e progresso. Recentemente tornou-se conhecido que Vladimir Putin pretende concorrer à presidência da Rússia nas próximas eleições. Segundo acredita o porta-voz do presidente e experiente político, Dmitry Peskov, apesar de haver muitos candidatos à altura que concorrerão à presidência do país, "nenhum deles chegou perto de desafiar o poder do libriano Vladimir Putin para as eleições presidenciais em março de 2018". Contudo, sob a influência do planeta Vénus, é previsto um ligeiro desequilíbrio quanto à aproximação de duas loiras russas que também decidiram se candidatar. Qualquer que seja o resultado, resta apenas desejar boa sorte a Vladimir Putin.

Emmanuel Macron (Sagitário) - O fim do ano passado tornou-se muito favorável para alguns representantes deste signo. Entre eles, encontra-se Emmanuel Macron, que conseguiu ganhar as eleições presidenciais em 2017 e se tornar o presidente da França. Essa nova etapa também será favorável para viagens. É claro que há relações que devem ser melhoradas ou estabelecidas, apesar dos vários obstáculos que constroem as vizinhanças. Não obstante, o ano novo sem dúvidas trará novos desafios para os sagitarianos. Portanto, o "protestador da França" deve fazer o possível para defender sua pátria e povo de várias ameaças, especialmente daquelas com armas e que fogem do Oriente Médio para a Europa.

Kim Jong-un (Capricórnio) - O ano que passou foi intenso para os representantes deste signo zodiacal, especialmente para o líder norte-coreano Kim Jong-un, que tornou seu país muito popular graças a seus programas nucleares e de mísseis que ameaçam o mundo inteiro. No fim do ano passado, seu último avanço foi o lançamento de um novo míssil Hwasong-15 que voou 4475 km. Assim, para que neste ano Kim Jong-un realmente possa cumprir suas promessas de atingir a costa oriental dos EUA, Kim deve manter os esforços e mudar as estratégias, lançando o míssil balístico intercontinental de modo horizontal a uma distância de 11.000 km. Por outro lado, os astros predizem que os próximos 12 meses devem ser destinados para estabelecer boas relações com vizinhos longínquos e, até mesmo, adversários. Então, ainda não é tarde para buscar diálogo e paz com os EUA. O futuro é muito incerto e é difícil saber exactamente o que acontecerá.

João Lourenço (Peixes) - O horóscopo de 2018 incentiva os Peixes, entre os quais se encontra o recém-eleito presidente de Angola, João Lourenço, a manter os olhos abertos, especialmente durante a primavera. As possibilidades que pensava que nunca mais voltariam, irão aparecer. Assim, as estrelas o aconselham a continuar seguindo o mesmo caminho que foi escolhido há alguns meses. Além disso, os piscianos não devem esquecer sobre suas responsabilidades e concentrar-se no trabalho. Tudo promete correr perfeitamente bem, se a disposição for optimista.



Publicado por Tovi às 10:28
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Sexta-feira, 14 de Abril de 2017
A mãe de todas as bombas

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Não há dúvida que a guerra no Afeganistão está difícil e para durar. Mais de quinze anos depois dos EUA terem invadido aquele país - 7 de Outubro de 2001 – os americanos continuam a bombardeá-lo e agora até com a GBU-43 / MOAB (Massive Ordenance Air Blast), a mais potente e mortífera arma não nuclear, com o peso de 9,5 toneladas, das quais 8.165 quilos são de tritonal (uma mistura de TNT e pó de alumino) e que consegue uma explosão com um diâmetro de 1,4 quilómetros.
Será tudo isto unicamente mais uma “Trumpalhada” procurando obscuros resultados políticos?... Ainda estamos no princípio da administração Donald Trump, mas já temos muita coisa para reflectir.




Sábado, 31 de Dezembro de 2016
As Guerras de 2016

Este ano que agora acaba foi fértil em conflitos armados, sendo os do Médio Oriente e da Ásia aqueles que directamente ou indirectamente mais afectaram a “nossa” Europa.

Ora vejamos:

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SÍRIA - As forças governamentais sírias desde o início deste ano de 2016 que avançaram de forma determinada contra os “rebeldes” acantonados em Aleppo e Palmira, a pérola do deserto sírio, região tomada desde 2014 pelo Daesh e Frente al-Nusra. O exército sírio anunciou em Maio a libertação oficial de Palmira, mas as forças do Daesh conseguiram mais uma vez entrar na cidade e ocuparam alguns bairros e a parte histórica da cidade. Ainda hoje se combate na zona. Ontem, 29 de Dezembro, o governo de Bashar al-Assad e a oposição síria concluíram um acordo de cessar-fogo mostrando-se dispostos a iniciar negociações de paz. A situação em Aleppo, capturada pelos rebeldes em 2012, agravou-se no fim no ano em curso. Entretanto, graças a uma ofensiva intensa das tropas governamentais sírias e ao apoio da Força Aérea russa, depois de três meses de combates violentos a cidade foi libertada. Segundo os últimos dados, da cidade já foram evacuadas mais de 37 mil pessoas.

IRAQUE - O Iraque iniciou o ano de 2016 dominado pelo terrorismo. Execuções públicas de civis pelo Daesh e ataques suicidas nas ruas de cidades iraquianas era uma coisa habitual. Mais de 90 mil quilómetros quadrados do território iraquiano estava sob o controle do Daesh. Em Fevereiro, o primeiro-ministro do Iraque, Haider Al-Abadi, declarou que o exército iraquiano iria fazer os possíveis para que 2016 fosse o último ano do Daesh no país. É evidente que a luta contra o terrorismo no Iraque ainda está longe do fim, mas as tropas governamentais e milícias curdas conseguiram avanços significativos durante o ano. No fim de Junho foi libertada a cidade de Fallujah, que fica a 53 km a oeste de Bagdad e que era controlada pelo Daesh desde 2014. A principal operação realizada no Iraque neste ano é a libertação da cidade de Mossul, tomada pelo Daesh em 2014. A ofensiva foi iniciada em 16 de Outubro. O maior obstáculo à libertação da cidade é o facto de que o Daesh usa os residentes de Mossul como escudo humano. Já passaram mais de dois meses desde o início da operação e as forças iraquianas já controlam a maior parte da cidade. Em recentes declarações o ministro das Relações Exteriores iraquiano, Ibrahim Al-Jaafari, disse que o Iraque não tem pressa de libertar Mossul porque o seu objectivo não é somente expulsar os terroristas da cidade, mas salvar as vidas dos civis, que podem sofrer durante a intensa ofensiva. O primeiro-ministro iraquiano prometeu que o Iraque derrotará o Daesh nos próximos três meses.

IÉMEN - O Iémen já há dois anos que está dominado pelo conflito entre rebeldes-houthis do movimento xiita Ansar Allah e parte do exército leal ao ex-presidente iemenita Ali Abdullah Saleh, de um lado, e as forças governamentais e milícia leal ao presidente iemenita Abd Rabbuh Mansur Al-Hadi, de outro. O governo recebe apoio aéreo da coligação liderada pela Arábia Saudita. Em resposta a isto, os houthis têm intensificado os combates nas várias regiões do reino. O ano de 2016 começou para o Iémen com o fim do cessar-fogo. Em Fevereiro, a ONU disse que no país existe uma situação de catástrofe humanitária, que se agravou pelo facto de as partes beligerantes criarem obstáculos ao fornecimento de ajuda humanitária para a população civil do país. Ao mesmo tempo, foram prolongadas as sanções internacionais contra os líderes de partes que se enfrentam no país, inclusive o embargo de armas. Em Março soube-se do início das negociações secretas entre houthis e representantes sauditas. Um novo cessar-fogo foi acordado a 11 de Abril. Entretanto, as tréguas no Iémen não duram muito porque as partes as violam constantemente e recomeçaram as hostilidades. A ONU declarou repetidamente que as forças da coligação liderada pela Arábia Saudita são responsáveis pela maioria dos casos de morte de civis em resultado de ataques aéreos. Em Junho, as partes beligerantes realizaram a maior troca de prisioneiros. Em Outubro, um ataque aéreo contra um edifício em Sanaa, onde se realizava uma cerimónia fúnebre, teve grande ressonância internacional. Em resultado do ataque foram mortas mais de 200 pessoas, cerca de 500 ficaram feridas. Mais uma tentativa de cessar-fogo foi anunciada em Novembro, mas fracassou três dias depois. No fim deste mês de Dezembro, as autoridades iemenitas concordaram com o plano de paz proposto pela ONU. Segundo este plano, os houthis devem abandonar as posições tomadas e deixar as armas, após o que o processo político pode iniciar-se.

AFEGANISTÃO - O ano de 2016, como sempre, foi marcado no Afeganistão por uma série de atentados organizados pelo grupo radical Talibã. O grupo terrorista Daesh espalhou-se para os países da Ásia Central, embora a sua influência não tivesse atingido um nível que criasse uma ameaça real. As forças de segurança do Afeganistão começaram uma luta independente contra os talibãs e militantes do Daesh. Os confrontos continuaram por todo o ano. Entretanto, as autoridades afegãs fizeram tentativas de regularizar o conflito por meio de negociações. Em Abril tornou-se público que se iniciaram negociações entre talibãs e autoridades afegãs, mas que ainda não levaram a quaisquer resultados. Ao mesmo tempo, foi morto o líder do Talibã Akhtar Mansour, o seu lugar passou a ser ocupado por Mullah Haibatullah Akhunzada. Em Julho, um grande atentado sacudiu a capital afegã, atingindo uma manifestação pacífica contra um projecto de linhas eléctricas, tendo morrido mais de 80 pessoas. O Daesh assumiu a responsabilidade. O grupo terrorista também conseguiu lançar uma grande ofensiva contra a parte central do Afeganistão em Outubro. A situação até hoje permanece tensa.



Publicado por Tovi às 09:23
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Sábado, 22 de Agosto de 2015
Não são migrantes... são Refugiados

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Sim!... Sem dúvida que é mais correcto chamar-lhes Refugiados do que continuarmos a considerar como migrantes esta gente da Síria, Afeganistão, Iraque, Líbia, Eritreia e Somália que todos os dias arriscam a vida no Mediterrâneo para poderem fugir da barbárie.

 

  Comentários no Facebook

«António Lopes» >> Será que não se podia absorver estes seres-humanos? O Interior de Portugal está despovoado, ausente de massa crítica, uma das formas de o repovoar poderia ser com estes refugiados!

«David Ribeiro» >> Convém não esquecer que por definição REFUGIADO é toda a pessoa que, em razão de fundados temores de perseguição devido à sua raça, religião, nacionalidade, associação a determinado grupo social ou opinião política, encontra-se fora de seu país de origem e que, por causa dos ditos temores, não pode ou não quer regressar ao mesmo, ou que devido a grave e generalizada violação de direitos humanos, é obrigado a deixar seu país de nacionalidade para buscar refúgio em outro país.

«Mario Reis» >> Antonio seria lindo fazer isso se tivessemos capacidade, Economica; Sociologica; Voluntariado; etc,etc x n.... Que senao seria espalhar covas da moura pelo pais.

«Joaquim Leal» >> Óh António Lopes, com todo o respeito pelo amigo mas acho que povoar o interior abandonado seria mais eficaz fazendo filhos e que o estado passe em ali investir, sobretudo não retirando serviços essenciais às populações locais. Para fazer um acampamento qualquer sítio dá, até no litoral. Depois esse pormenor da falta de "massa critica" é o que não deve faltar a muitos dos refugiados. wink emoticon

«Mario Reis» >> Eu estou disponível para fazer filhos... encontrem-me fêmeas em ciclo produtivo e pelo menos tento! Pois ter filhos não é assim tão simples...

«Joaquim Leal» >> O Mario Reis quer tudo dado e arregaçado eh eh eh grin emoticon

«David Ribeiro» >> As últimas notícias [Lusa – 18h48 de 22Ago] dizem-nos que várias centenas de refugiados da guerra na Síria romperam este sábado as linhas policiais macedónias na fronteira com a Grécia, tendo obrigado as autoridades deste país balcânico a usarem granadas de ruído para conter aqueles que desejam atravessar a Macedónia, Sérvia e Hungria para chegar ao norte da Europa.

«Joaquim Leal» >> Vi na televisão, foi lindo o que se viu...

«José Costa Pinto» >> Interessante que estes refugiados, a 'fugir à barbarie', como diz o David Ribeiro, não se instalem nos países contíguos, como fazem os refugiados 'clássicos'. Não, querem ir para o norte da Europa, para a Grã-Bretanha ou até para os EUA e Canadá.

«Joaquim Leal» >> Isto vai ser sempre em crescendo. Só acaba quando os países de origem ficarem vazios de pessoas e apenas lá ficarem os criminosos.

«David Ribeiro» >> Estas criaturas que fogem da guerra, ao contrário de muitos que conhecemos num passado recente, não querem viver em campos de refugiados, mas sim trabalhar para sustentar a família e não criarem problemas a povos que já os têm que chegue.

«Joaquim Leal» >> Não me parece que seja apenas pela guerra, a europa é muito atractiva. Os problemas são apenas o fulminante mas estou a calcular que o velho continente vai começar a adornar.

«David Ribeiro» >> Não é pela guerra?... Fazes a mínima ideia, Joaquim Leal, do que será viver nos dias de hoje na Síria?... Estes ainda são aqueles que conseguem ter algum dinheiro para pagarem a travessia, os outros morrem como tordos.

«José Costa Pinto» >> David Ribeiro, você agora fez-me sorrir. E olhe que os tempos não estão para risadas.

«Joaquim Leal» >> Óh amigo David, essa ideia de que são todos Sírios, vai com calma... tongue emoticon

«David Ribeiro» >> Sírios, Líbios, Afegãos, Iraquianos, Eritreus, Somalis... a diferença é mínima.

«Joaquim Leal» >> Eu sei que o mediterrâneo é longo. Preocupo-me é quando chegar a altura em que tenha que ser eu, os meus e os vossos, a ter que atravessar o atlântico. Só temos duas alternativas recomendáveis, EUA ou Austrália. Muito longe mas quero aqui deixar claro que lamento a situação dos refugiados.

«David Ribeiro» >> Não tem comparação, como é evidente, mas os portugueses que já tiveram que fazer as malas e abandonar as suas casas para fugirem á guerra fratricida que se adivinhava nos territórios das antigas colónias, saberão bem o que isto é.

«Joaquim Leal» >> Correcto, uma vez acho que chega. Duas é demais wink emoticon. Nestes últimos dias tenho lido por aqui mentes brilhantes, daquelas que só podem ser das franjas da esquerda ao considerar que Portugal pode estar perante um "oportunidade de ouro" para repovoar o seu interior abandonado. Prefiro que tragam para cá o Saara. tongue emoticon

«David Ribeiro» >> É fundamental que nos deixemos de políticas mais ou menos envergonhadas e a lembrarem atitudes racistas e xenófobas para com todos aqueles que nos aparecem nas praias do Mediterrâneo e tomar medidas como as que foram já preconizadas pelo Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH): Colocar em prática uma operação de busca e salvamento robusta, proactiva e com bons recursos, levada a cabo por Estados, urgentemente e sem esperas, com uma capacidade semelhante à “Mare Nostrum” (nome dado à operação de resgate no Mediterrâneo da marinha Italiana) e com uma missão clara de salvar vidas; Criar canais suficientes para uma migração segura e regular, incluindo para trabalhadores migrantes com baixas qualificações e indivíduos com necessidade de reunificação familiar e ainda acesso a protecção quando necessário, são alternativas seguras a recorrer a contrabandistas; Fazer compromissos firmes para receber números significativamente grandes de refugiados alocando-os pelos países da UE, para complementar as quotas atuais e numa escala que tenha um impacto real, acompanhado de outros meios legais que levem os refugiados a alcançarem a segurança; Reforçar o apoio aos países que receberam o maior número de chegadas (Itália, Malta e Grécia) e distribuir a responsabilidade de forma mais equitativa em toda a União Europeia para salvar vidas e proteger todos os que necessitam.



Publicado por Tovi às 21:08
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