Requiescat in Pace

Criei uma forte amizade com o Fontinha quando com ele partilhei um lugar de deputado na Assembleia Municipal do Porto. Um Portuense e Ramaldense de caráter... e também um grande Boavisteiro.
Aos seus familiares toda a minha solidariedade nesta hora de dor.
Manuel Pizarro - Escrevo com as lágrimas nos olhos perante a brutalidade da notícia: morreu o Alfredo Fontinha. Foi pela sua mão que entrei no PS e devo-lhe décadas de amizade e solidariedade sem mácula. Um Homem Bom, dedicado à sua família, aos seus amigos, à comunidade que serviu como presidente da Junta de Freguesia de Ramalde (entre 1993 e 2001) e em múltiplos projetos associativos, com destaque o trabalho incessante a favor do Conjunto Dramático 26 de Janeiro. Um Homem Bom, sempre disponível para ajudar quem dele necessitasse. Façamos por honrar a sua memória.
Tiago Barbosa Ribeiro - Acabei de receber a tristíssima notícia do falecimento do meu camarada e amigo Alfredo Fontinha. Não havia quem não gostasse dele. Militante histórico e dedicado do PS Porto, de que era actualmente dirigente, ex-Presidente da Junta de Freguesia de Ramalde, membro da Assembleia Municipal do Porto, um homem bom e dedicado ao associativismo, em particular na sua freguesia. Foi sempre combativo e determinado. Contei sempre com o seu apoio, conselhos e amizade. Envio as sentidas condolências à sua família, em particular ao seu filho, o meu amigo Pedro Fontinha. Vais fazer-nos muita falta, Fontinha.
Pedro Baganha - Uma perda inestimável para o Porto e para Ramalde. Deixa-nos um homem bom. Sentidos pêsames para a família, amigos e camaradas
Artur Ribeiro - Estou triste. Mesmo muito triste. O Alfredo era um grande Amigo e ainda há poucas semanas lhe falei pelo telefone. Apresento sentidos pêsames à família (que não conheço) e igualmente ao Partido Socialista. Peço ao Tiago para me dar informações sobre as cerimónias fúnebres.
Paula Ribeiro de Faria - Que notícia tão triste. Era uma excelente pessoa e cheio de alegria de viver, sinto mesmo muito a sua partida.
Carla Afonso Leitão - Seu nome, Alfredo Fontinha. Um digníssimo Deputado da Assembleia Municipal do Porto pelo partido socialista. Homem do Porto, conhecedor da cidade e das suas gentes, acarinhado e respeitado pelos seus opositores. Fiz alguns amigos, mas o Fontinha... "Carla, estás bem?" dizia-me como quem pergunta a sério e não apenas de circunstância.
Partiu hoje, o Porto vê partir um dos seus melhores. Bem hajas pelos momentos de franca amizade que tivemos e pela tua inexcedível devoção pela Invicta. À sua família e amigos, o meu mais sincero pesar. Até sempre, querido amigo. ... e sabes, Fontinha, lembro bem uma das tuas intervenções de reunião de Assembleia Municipal em que defendias o abate de choupos porque achavas tu que aquele algodão todo que largam provoca alergias. Nada te disse porque era tão tua amiga que não ousei demover-te da tua convicção... sim, sempre foste convicto e fiel a ti mesmo e punhas aquela cara que inspirava respeito. Mas, sabes, agora que tens mais tempo, o algodão dos choupos não provoca alergias, mas sim o pólen que o pobre "algodão" apanha sem contar. Era mesmo só isto que te queria dizer, por hoje. Também sei que no paraíso não darás descanso aos anjos enquanto tu estiveres a querer entender os vários recantos do céu. Vai ser uma trabalheira...
Patrícia Rapazote - Ramalde está de luto. Foi com profunda tristeza que recebemos a notícia do falecimento de Alfredo Fontinha, antigo Presidente da Junta de Freguesia de Ramalde, figura marcante da nossa comunidade, cidadão exemplar e meu amigo. Durante dois mandatos (1997-2001), Alfredo Fontinha liderou os destinos da nossa freguesia com dedicação, seriedade e profundo sentido de serviço público. Sempre valorizou o associativismo como força motriz do desenvolvimento local e esteve, até ao presente, ligado aos corpos sociais de várias instituições de Ramalde, onde continuava a dar o seu contributo. Foi ainda Deputado Municipal, membro da Assembleia de Freguesia de Ramalde e militante do Partido Socialista, integrando ativamente a Secção de Ramalde, onde era voz respeitada e presença constante. Recordamo-lo como alguém que levava Ramalde no coração e que, ao longo da sua vida, se dedicou à construção de uma freguesia mais coesa, solidária e participativa. Ainda recentemente tive o privilégio de estar com ele. Em nome da Junta de Freguesia de Ramalde, apresento à Família, amigos, companheiros de partido e às instituições de que fazia parte as nossas mais sentidas condolências. A sua memória ficará para sempre ligada à história da nossa Freguesia. Descanse em Paz, Alfredo. (última fotografia que lhe tirei)
Junta de Freguesia de Ramalde - Em memória e reconhecimento de Alfredo Fontinha, são decretados dois dias de luto no território da Freguesia de Ramalde, nos dias 21 e 22 de maio. A bandeira da Freguesia irá estar a meia haste nestes dias.
Nota de Pesar - O Boavista Futebol Clube manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Alfredo Fontinha, Presidente da Junta de Freguesia de Ramalde entre 1993 e 2001. Boavisteiro assumido, Alfredo Fontinha pautou a sua vida pelo serviço à comunidade e será sempre relembrado pela sua generosidade. Neste momento de dor, endereçamos as mais sentidas condolências à sua família, também ela boavisteira, e a todos os seus amigos.

O encontro de ontem entre o Boavista e o Rio Ave, a contar para a 11.ª jornada da Liga, marcou o regresso de Petit ao Bessa, na estreia como treinador do Rio Ave e vencendo a Pantera por dois golos sem resposta.
Jorge Veiga - Muito a tender para o Zero
Alfredo Fontinha - Resultado injusto, os jogadores do Boavista tudo fizeram para ganhar este jogo. Há dias assim!
David Ribeiro - É verdade, meu caro Amigo... mas já há demasiados dias assim.
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Em final de mandato tive a honra de exercer as funções de segundo secretário da Mesa da Assembleia Municipal do Porto na sessão desta quinta-feira.
Carla Afonso Leitão - Eu tive a honra de estar ao seu lado e ganhei um amigo nesta caminhada. Parabéns pelo seu empenho em dar nota do melhor da Invicta e na disponibilidade para os esclarecimentos solicitados. Bem haja.
Alfredo Fontinha - E muito bem. Abraço!
David Almeida - Continuamos a contar consigo!!! Abraço
Laura Lages Brito - Grata pelo seu trabalho e cidadania
Rui Lima - Muitas felicidades e embora eu seja um critico desta gestão espero o melhor para a próxima legislatura e que faça parte dela.
José Carlos Ferraz Alves - Palavras que mostram o caráter de quem as pronuncia. Muitos parabéns. Um Abraço
José Ferreira Meireles Martins - É uma pessoa interessada e que merece o meu reconhecimento. Cumprimentos.
Artur Ribeiro - Esteve muito bem. Parabéns. Saúde.

Verdade seja dita que eu também não gosto nada da poluição provocada pelos choupos (género Populus).
Alergias - "ambiente.cm-porto.pt"
Estudos científicos vários apontam para o facto de o pólen da maioria das árvores, nomeadamente as que produzem o vulgo "algodão", não causar alergias de maior. Apenas as suas sementes e invólucro sedoso, podem provocar reações mecânicas, irritativas mas não alérgicas. Neste tipo de árvores, o "algodão" é a estrutura que garante a disseminação da semente. Resulta, assim, que quando as árvores produzem o "algodão" já não existe qualquer formação do seu pólen. Esta já terá obrigatoriamente acontecido. A libertação e disseminação destas sementes é coincidente com o período de produção do pólen das gramíneas, parietária, entre outras, o que significa que muitas das reações alérgicas sentidas são da responsabilidade deste grupo de plantas - "ervas" - e não das árvores propriamente ditas. Na bibliografia da especialidade não existem referências científicas que apontem para o elevado potencial alérgico do pólen das árvores mais associadas a estes "novelos" ou "algodão". Sugerimos, para mais informações, a séria consulta e estudo dos dados apresentados, por exemplo, pela Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC).

Não tenho eu nada contra o candidato a presidente da CCDR-Norte, Prof. António Cunha, que merece todo o meu respeito, mas em verdade e em consciência não aceito de forma alguma que uma nomeação decidida pelo Primeiro-Ministro António Costa e pelo líder da oposição Rui Rio, seja apelidada de eleição. Se o fizesse estaria a validar esta partidocracia asfixiante, um autêntico “Tratado de Tordesilhas” onde os caciques mandam e desmandam a seu bel-prazer. Por isso o meu voto será VOTO NULO na denominada eleição indireta para presidente da CCDR-N (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional – Norte), marcada para hoje, dia 13 de outubro.
David Ribeiro
(Deputado Municipal do Grupo “Rui Moreira - Porto o Nosso Partido”)
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Pois é… ou nós não soubéssemos quem foram os “cozinheiros” deste embuste. Com o meu voto não contarão.

Comentários no Facebook
Isabel Branco Martins - Que vergonha...
Luiz Assunçao - Então o marido de Elisa Ferreira, do ps, já não serve??
Maria Pinto Mesquita Lacerda - Defendendo que interesses? Os da região norte ou as dos autarcas socialistas? A língua portuguesa é muito traiçoeira...
Alfredo Fontinha - David Ribeiro, desculpe que lhe diga, mas essa sua posição é a negação da democracia. Também considera partidocracia as negociações do Governo com a oposição para a aprovação do orçamento?
David Ribeiro - Não, Alfredo Fontinha… não é negação da DEMOCRACIA, porque embora o Prof. António Cunha me mereça todo o respeito, a verdade é que os autarcas chamados a votar no dia de hoje vão eleger um nome para 5 anos, a um ano de terminar os seus mandatos. Não é esta uma forma de condicionar os futuros eleitos locais numa escolha em que não vão participar?
Eleição para presidente da CCDR-Norte
Eleição para vice-presidente da CCDR-N

Parece-me que afinal fomos de cavalo para burro na mudança de treinador… ou então, o que é mais provável, é que só temos marretas na equipa de futebol.
Classificação á 17ª jornada
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Transferências - Notícia de hoje
"De uma assentada, o Benfica está em vias de garantir dois reforços provenientes do Boavista. O primeiro até já está contratado, o segundo ainda carece de acerto final das conversações em curso. O avançado Samu, de 18 anos, vai assinar pelas águias, o guarda-redes Helton Leite, de 29, pode vir a assumir-se como concorrente direto de Vlachodimos." E o dinheiro deste negócio dará para o Boavista comprar jogadores interessantes?... é que estamos mesmo a precisar.
Alfredo Fontinha, deputado socialista na Assembleia Municipal do Porto, escreveu e publicou recentemente no Facebook este interessante texto sobre Regionalização.
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Fui aos meus arquivos procurar uma papelada e encontrei um texto que escrevi para "O Comércio do Porto", infelizmente já desaparecido, sobre a Regionalização. Isto passou-se em Outubro de 1998 e o referendo estava marcado para o mês seguinte. Pela sua actualidade, porque praticamente pouco mudou, acho que vale a pena reescrevê-lo. Então reza assim:
Falar da Regionalização é falar da mais importante reforma do Estado. A criação de regiões administrativas será o remédio para curar muitas das doenças de que o nosso país padece, que nunca poderão ser curadas se continuarmos a viver num estado centralista e autista, desequilibrado, paroquial e sobranceiro.
Entenderam muitos dos políticos que nos representam, ao contrário de muitos portugueses nos quais nos incluímos, referendar a Regionalização. Foi mau, dado que abriram a porta a todos aqueles que fazem da política um exercício de permanente hipocrisia, porque ontem estavam de acordo e hoje, porque são oposição, dá jeito politicamente ser contra, atitude que consideramos de profunda desonestidade para com todos aqueles que neles confiaram e lhes deram o seu voto.
Mas dos fracos nunca rezará a história.
Construir um Estado democrático não é fácil.
Há 24 anos deu-se o primeiro grande passo para fazer de Portugal um país adulto, de grande respeito pela pessoa humana e onde todos os seus filhos se sentissem livres e felizes. Hoje, temos de ter a consciência de que apesar dos muitos passos já dados, ainda não dispomos das condições necessárias para alcançar os patamares do desenvolvimento e qualidade de vida que a maioria dos países da Europa Ocidental já atingiu.
Somos por convicção profunda a favor da Regionalização, apesar de considerarmos que o mapa regional proposto, com oito regiões, não é o que melhor se ajusta às características demográficas, económicas e sociais do nosso país. Pensamos que manter as actuais cinco Regiões/Plano (CCR) favoreceria um desenvolvimento regional mais equilibrado e tornaria as regiões mais fortes do ponto de vista social, económico e até político.
É assim nosso entendimento que, por exemplo, a população situada a norte do Rio Douro designadamente a do interior beneficiaria mais com uma só região do que as duas previstas, uma vez que a redução das assimetrias entre o litoral e o interior estaria mais facilitada, através da canalização de um conjunto maior de recursos e pela criação de uma cadeia de solidariedade regional mais sólida.
Esta situação é no futuro sempre passível de correcções e ajustamentos nomeadamente através de alterações constitucionais e legislativas, a exemplo do que tem acontecido em outros países da União Europeia.
A mudança do mapa regional de cinco para oito regiões não coloca em causa a Regionalização, como alguns têm feito crer, dado que a essência deste processo é a ampla concretização no quotidiano dos portugueses do princípio constitucional da descentralização democrática da actividade do Estado.
A consolidação da democracia passa obrigatoriamente pela aproximação dos cidadãos aos poderes de decisão e a verdade é que, mesmo não estando de acordo com o referendo que nos foi imposto, vamos votar SIM no dia 8 de Novembro, para desta forma contribuir para a modernização do nosso país e proporcionar às novas gerações uma sociedade mais igualitária, mais justa e mais solidária.
Por onde eu ando...
Nova Crítca - vinho & gastronomia
PINN (Portuguese Independent News Network)
Meus amigos...
A Baixa do Porto (Tiago Azevedo Fernandes)
Antes Que Me Passe a Vontade (Nanda Costa)
Caderno de Exercícios (Celina Rodrigues)
Cerâmica é talento (Pataxó Lima)
Clozinha/and/so/on (Maria Morais)
Do Corvo para o Mundo!!! (Fernando Pimentel)
Douro de ouro, meu... (Jorge Carvalho)
Douro e Trás-os-Montes (António Barroso)
Escrita Fotográfica (António Campos Leal)
Let s Do Porto (José Carlos Ferraz Alves)
Life of a Mother Artist (Angela Ferreira)
Marafações de uma Louletana (Lígia Laginha)
Matéria em Espaço de Escrita com Sentido (Mário de Sousa)
Meditação na Pastelaria (Ana Cristina Leonardo)
Memórias... (Boaventura Eira-Velha)
Mente Despenteada (Carla Teixeira)
Nortadas (Francisco Sousa Fialho, João Anacoreta Correia e outros)
O Portugal Futuro (Tiago Barbosa Ribeiro)
O Porto em Conversa (Vitor Silva)
Os meus apontamentos (Vitor Silva)
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