"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 19 de Março de 2020
Primeiro dia do Estado de Emergência

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Neste início do Estado de Emergência, que ao contrário do que afirmam alguns não suspende a democracia, estou de acordo com o Presidente da República e com o Primeiro-Ministro. Mais do que nunca temos que lutar com todos do mesmo lado da barricada, sem “partidarite” doentia, apoiando todas as decisões a favor da saúde pública. Depois de vencida a guerra contra a pandemia ainda teremos que levantar a economia, pois ninguém tenha dúvidas que vamos ter uma crise financeira. Esperam-nos tempos difíceis.

 

  IMPORTANTE

Novo site que concentra todas as medidas e outras informações úteis durante esta fase excepcional, em permanente actualização - não paramos ESTAMOS ON

 

  Governo de Portugal

Medidas a regulamentar na sequência da entrada em vigor do estado de emergência (O decreto será publicado oportunamente)



Publicado por Tovi às 07:42
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Quarta-feira, 18 de Março de 2020
Estado de Emergência em Portugal

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   Reunião do Conselho de Estado

O Presidente da República presidiu, a partir do Palácio de Belém, à reunião do Conselho de Estado que decorreu por videoconferência. No final da reunião, foi divulgada a seguinte nota informativa:
“O Conselho de Estado, reunido sob a presidência de Sua Excelência o Presidente da República, hoje, dia 18 de março de 2020, em sistema de videoconferência, no Palácio de Belém, analisou a situação em Portugal decorrente da Pandemia Covid-19, nomeadamente quanto à eventual declaração do estado de emergência, nos termos dos artigos 19.º, 134.º, alínea d), e 138.º da Constituição, e da Lei n.º 44/86, de 30 de setembro, alterada pela Lei Orgânica n.º 1/2011, de 30 de novembro.
Palácio de Belém, 18 de março de 2020”

 

  Declaração de António Costa após Conselho de Ministros 

O primeiro-ministro António Costa anunciou, esta quarta-feira, que o Governo deu parecer positivo ao pedido do presidente da República para declarar estado de emergência devido à pandemia de Covid-19. António Costa fez uma declaração após a reunião de Conselho de Ministros de urgência que analisou a posição do Conselho de Estado sobre a declaração do Estado de Emergência. A reunião de urgência do Conselho de Ministros decorreu no Palácio da Ajuda. A declaração de Estado de Emergência cabe ao presidente da República, depois de ouvido o Governo e seguido de autorização da Assembleia da República.

 

 Projeto do Decreto do Presidente da República

 

   Assembleia da República aprovou o Estado de Emergência

Nesta votação abstiveram-se o PCP, Os Verdes, a Iniciativa Liberal e a deputada Joacine Katar Moreira.



Publicado por Tovi às 14:56
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Sexta-feira, 13 de Março de 2020
Uma luta pela nossa sobrevivência

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Em conferência de imprensa, o primeiro-ministro português anunciou o encerramento de todos os estabelecimentos de ensino em Portugal. Uma medida que será reavaliada no dia 9 de Abril para projetar o terceiro período do ano letivo.
O primeiro-ministro revelou também que espaços noturnos vão ser fechados e vai ser reduzido em um terço o acesso a restaurantes para haver maior espaçamento entre clientes e será limitado o acesso a centros comerciais e espaços públicos.
Os navios de cruzeiro vão poder aportar em Portugal mas os passageiros não vão poder desembarcar, exceção feita a cidadãos portugueses que estejam de regresso ao território português.
Tal como já tinha sido decretado para a região norte, o Governo anunciou que serão limitadas as visitas a todos os lares de idosos em todo o país, para proteção do maior grupo de risco.
Garantindo que o Conselho de Ministros vai adoptar medidas para as empresas e famílias e que vai tentar ajudar as famílias e profissionais de saúde e segurança, António Costa afirmou que espera que os portugueses deixem a ansiedade de lado.
As novas medidas vão entrar em vigor na próxima segunda-feira, dia 16 de março.

 

   Declaração de Rui Moreira, Presidente da Câmara Municipal do Porto

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Caros cidadãos do Porto.
O Mundo Moderno está a enfrentar um desafio que nunca antes enfrentou. Trata-se de uma guerra contra um vírus de que não conhecemos ainda tudo, mas que sabemos ter atingido em Itália uma elevada taxa de mortalidade entre os infectados. E sabemos que é muito contagioso, tendo-se já espalhado por praticamente todo o Planeta.
O Porto teve o paciente zero em Portugal (o primeiro infectado de que houve conhecimento médico), faz parte da Região do País de que é o epicentro e que mais casos de infecção e suspeitos de Covid-19 apresenta.
É também no Porto que está um dos hospitais de referência do País e o que mais tem sido afectado do ponto de vista de serviço. No Porto há aliás dois extraordinários hospitais, ambos dotados dos melhores profissionais de saúde, tanto do ponto de vista técnico como na extraordinária capacidade de dedicação e abnegação.
É para eles a primeira palavra que deixo. São pessoas que literalmente arriscam a sua saúde pela nossa e a quem devemos um enorme respeito e, sobretudo, obediência relativamente àquilo que são os seus conselhos e determinações.
O Governo de Portugal tem tomado as medidas duras que entende deve tomar e, dentro das possibilidades do País, tudo está a fazer para conter a infecção, até ao momento, com relativo sucesso, pois Portugal não é neste momento um dos países europeus onde a situação seja mais grave.
Não sendo ainda muito grave, é potencialmente muito grave e só a nossa determinação colectiva pode ajudar a que seja contida.
Tendo em conta as determinações da Organização Mundial de Saúde, das autoridades europeias e as das autoridades nacionais, não restam dúvidas que a circulação de pessoas e o seu convívio social é o primeiro factor de contágio.
O Governo tomou medidas de contenção a nível nacional. Ao presidente da Câmara do Porto, ao seu Executivo, aos técnicos e responsáveis municipais cabe saber interpretar o sentido da declaração do Senhor Primeiro-Ministro e do Conselho de Ministros e, se possível, contribuir com algo mais para travar a disseminação do vírus.
O Município do Porto tinha já tomado medidas específicas há alguns dias, cancelando eventos culturais e grandes concentrações de pessoas, encerrando alguns serviços que podem ser encerrados, sem pôr em causa o normal funcionamento da cidade.
Contudo, entendemos que chegou agora a altura de ir mais longe, tomando medidas mais severas, sempre com o mesmo sentido de limitar os contágios potenciais. Estas medidas são também tomadas no Porto tendo em conta a realidade que percepcionamos nos nossos gabinetes, na forma como os nossos trabalhadores estão a enfrentar a ameaça e no alarme público que a cidade portuguesa que é o epicentro da crise está a viver.
Assim, decidi hoje, em articulação com os meus serviços, emitir um despacho que tornamos público no nosso site www.porto.pt e que, resumindo, entre muitas outras medidas, determina a paragem de tudo o que pode parar, desincentivando a circulação e o convívio social, reduzindo os contactos que são a fonte de contágio desta doença.
Excepto determinados serviços mínimos municipais, como os da Protecção Civil e outros tipos de resposta fundamentais, enviaremos para casa todos os trabalhadores municipais que possamos dispensar, ficando vinculados ao teletrabalho ou à disponibilidade de contacto telefónico, por forma a assegurarmos a sua permanência na residência.
Estes trabalhadores não estarão nem de férias nem de baixa. Estarão a trabalhar em casa, pelo que manterão todas as suas regalias sociais e vencimento. É também uma forma de resolver o problema criado pelo encerramento das escolas e assegurar que não é motivo para que os seus filhos fiquem desacompanhados ou tenham que ser entregues a um ATL ou aos avós.
Por outro lado, iremos fechar parques públicos e todos os equipamentos municipais que não tínhamos ainda encerrado, mantendo apenas a disponibilidade da distribuição das refeições escolares, num sistema diferente e que assegura melhor a distância social.
A Protecção Civil e os serviços relacionados com abastecimento de água e outros serviços essenciais continuarão a funcionar.
Por outro lado, além do vasto pacote de medidas que podem conhecer no despacho, estamos a trabalhar com as unidades de saúde em vários aspectos em que a Câmara do Porto pode, eventualmente, ser determinante.
Em simultâneo, estamos em contacto com laboratórios privados que se disponibilizaram a montar um sistema de rastreio público que apenas acontecerá se e nas condições que as autoridades de saúde vierem a aprovar. Visa aumentar a percentagem de população testada e, simultaneamente, evitar que muita gente recorra às saturadas unidades de saúde.
Entrei também já em contacto com os nossos parceiros na China, nomeadamente em Macau e Shenzhen, onde ainda recentemente estive e estabeleci contactos ao mais alto nível, nomeadamente com o Mayor de Shenzhen, a mais tecnológica cidade do Mundo.
A ideia é podermos importar de Shenzhen equipamentos essenciais para acudir aos infectados em situação aguda, como é o caso de ventiladores que são produzidos naquela cidade chinesa e com certificado europeu.
Só graças à extraordinária relação que temos com o Governo de Macau, com o seu representante em Portugal, o Senhor Doutor Alexis Tam, e ao facto de o Porto estar geminado quer com Macau quer com Shenzhen é possível esta diligência estar a ser feita. Quero por isso deixar um agradecimento especial ao Senhor Doutor Alexis Tam, mas também ao Mayor de Shenzhen e ao Gabinete dos Assuntos de Hong Kong e Macau.
Naturalmente, toda esta operação está a ser articulada com a administração do Hospital de São João do Porto e com a ARS Norte, a quem já manifestei total disponibilidade do Município para prestar, dentro das suas possibilidade, todo o apoio que lhe for possível.
Quero registar com especial agrado a serenidade e responsabilidade dos nossos trabalhadores. De cada um deles. Mas também das instituições do Porto, que foram prontas, nos últimos dias, em seguir o que o Município do Porto determinou quanto a encerramentos e cancelamentos, adoptando a nossa bitola e acompanhando as nossas preocupações.
Deixo uma última palavra a todos os que me possam escutar. Não facilitem. Sejam responsáveis, convosco mas também com os outros. Os contactos que temos também feito com os agentes económicos do sector da distribuição dão-nos garantias de que não está em causa a falta de suprimentos alimentares e essenciais.
Existe em armazém e existe rede para alimentar as prateleiras dos supermercados. Não há necessidade de ter em casa grandes quantidades de nenhum produto. Ao contrário, isso pode até ser contraproducente para o sistema de distribuição.
Quero, por isso, apelar à responsabilidade individual e assegurar que, quer internamente quer externamente, tudo o que o Município do Porto possa fazer, fará. Mesmo que por isso possa ser criticado.
Meus caros concidadãos,
A situação irá agravar-se nos próximos dias. Está na nossa mão, na vossa mão, atenuar a situação e a propagação da doença.
Se tudo correr bem, haveremos de voltar à normalidade. Coisas que até há dias faziam parte da nossa rotina, e que agora estão proscritas, voltarão a ser normais. A economia, que sofre já um rude golpe, há-de recuperar. Tudo isso sucederá mais depressa se todos soubermos, hoje, respeitar a nossa integridade e a do próximo.
Rui Moreira
13 de Março de 2020



Publicado por Tovi às 07:41
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Sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2020
Quem não o conhecer…

…que o compre.  

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   Notícia do JN



Publicado por Tovi às 08:52
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Terça-feira, 31 de Dezembro de 2019
É hoje...

...obrigado António Costa.
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Publicado por Tovi às 10:26
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Quarta-feira, 11 de Dezembro de 2019
Pois… já era de esperar

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António Costa assegurou ontem que não dará qualquer passo no sentido da regionalização nesta legislatura, mas disse ter "muita esperança" de presidir ao Governo numa próxima legislatura para o fazer. Para isso, disse, terá de ser feito um novo - e duplo - referendo, já que a Constituição da República a isso obriga.

 

   Comentários no Facebook

David Ribeiro - Cada vez me convenço mais que só teremos autonomia regional quando os Nortenhos vierem para a rua exigir o fim do centralismo opressor do Terreiro do Paço. Até lá somos capazes de “receber umas prendas” - a descentralização - mas que em nada contribuirá para uma efetiva e mais do que necessária aproximação dos eleitores aos eleitos.



Publicado por Tovi às 09:02
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Quarta-feira, 30 de Outubro de 2019
Programa do XXII Governo... ainda não li tudo

...mas para já destaco o seguinte:

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  • O caminho traçado para os próximos quatro anos deverá permitir reduzir a dívida pública para próximo dos 100% do PIB no final da legislatura.
  • Na Saúde, os sistemas de incentivos remuneratórios e a melhoria da eficiência e da qualidade devem ser explorados.
  • Na Educação, a redução da natalidade decorrente da evolução demográfica permitirá a redução do número de alunos por turma que já está programada, que deve ser tida em conta na organização da rede.
  • Na Defesa, a gestão do orçamento deverá ser orientada para a realocação do esforço financeiro para o equipamento, o que permitirá um aumento da qualidade muito significativo.
  • No Património do Estado, foram feitos progressos …/… está a ser implementado e generalizado um software único de gestão patrimonial, no qual assenta um vetor crítico da gestão: a regularização de todo o inventário do Estado.
  • No Setor Empresarial do Estado (SEE) …/… melhoria dos resultados económicos tem sido visível …/… Para continuar nesta senda, os mecanismos de monitorização e controlo, por exemplo os Planos de Atividades e Orçamento e o papel ativo dos conselhos fiscais, serão mais potenciados…
  • Combate à pobreza e otimização das prestações sociais - Num quadro em que se assegura a sustentabilidade da Segurança Social num contexto de envelhecimento da população portuguesa, continuaremos o aumento das pensões no estrito respeito pelas regras definidas numa lei de bases da Segurança Social…
  • Investimentos - A aposta na ferrovia, concluindo até ao fim da legislatura os investimentos previstos no Ferrovia 2020, como o investimento previsto no corredor interior norte, no corredor interior sul e no corredor norte-sul; O investimento na expansão dos metros de Lisboa e Porto e no sistema de mobilidade ligeira do Mondego; O investimento em material circulante para aumentar a capacidade de resposta, incluindo para os metros de Lisboa e Porto, para os comboios da CP …/… O investimento em obras de renovação de diferentes vias e num conjunto de ligações transfronteiriças.


Publicado por Tovi às 07:54
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Quarta-feira, 16 de Outubro de 2019
Já é conhecido o novo Governo

Composição do XXII Governo Constitucional
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Neste XXII Governo Constitucional há claramente um reforço do núcleo duro socialista – ministros de Estado -, a saber: Pedro Siza Vieira na Economia e na Transição Digital; Augusto Santos Silva nos Negócios Estrangeiros; Mariana Vieira da Silva como Ministra da Presidência; e Mário Centeno nas Finanças. Também nos parece que Siza Vieira será o substituto do primeiro-ministro nas suas ausências (e em 2021 Portugal terá a presidência da União Europeia), relegando para um outro plano o Mário Centeno (não estará para ficar?). Gostei do nome pomposo que deram ao “ministério dos funcionários públicos” que vai ser ocupado por Alexandra Leitão – Modernização do Estado e da Função Pública. E o Ministério da Coesão Territorial será para mandar às malvas a Regionalização?



Publicado por Tovi às 07:58
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Sexta-feira, 27 de Setembro de 2019
Tiago Barbosa Ribeiro esteve mal

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Tanto é ladrão o que vai à vinha como o que fica à porta... alegadamente.

 


Começamos agora a conhecer o que está no meio milhar de páginas da acusação deduzida pelo Ministério Público no TANCOSGATE. Está lá escrito que “foi dois meses antes da encenação da recuperação do armamento furtado em Tancos que o ex-ministro da Defesa soube da investigação secreta e ilegal da Polícia Judiciária Militar (PJM). Foi informado que esta polícia até estava a negociar a entrega do material com um dos suspeitos do assalto.”
António Costa tem razão quando diz “à Justiça o que é da Justiça e à Política o que é da Política”… mas o TANCOSGATE também é Política.



Publicado por Tovi às 09:07
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Quinta-feira, 26 de Setembro de 2019
Tancos… é também um caso político

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Sendo Tancos muito mais do que um assunto da Justiça, já seria tempo do "Papagaio-mor do Reino" fazer uma limpeza higiénica na hierarquia militar nacional. E também é um problema político, pelo que é ensurdecedor o silêncio de António Costa.

 


Dois anos e três meses depois do grave assalto às instalações militares em Tancos, o Ministério Público (MP) acusou hoje 23 arguidos: o ex-ministro da Defesa, Azeredo Lopes (acusado dos crimes de denegação da justiça, prevaricação e abuso de poder), vários militares e traficantes de droga e armas. Entre os militares acusado estão elementos da PJM e da GNR, nomeadamente três coronéis: o diretor da PJM, Luís Vieira e dois da GNR, chefes máximos da investigação criminal daquele corpo.

 

   Comentários no Facebook

David Ribeiro - Conheço pessoalmente Azeredo Lopes e tenho por ele consideração e estima, mas continuo a afirmar que estou convencido que em todo este processo o ex-ministro da Defesa foi "comido de cebolada" pela hierarquia militar.
David Almeida - Traído pelas esferas militares... em bom português... 'comido de cebolada'
Duarte Nuno Correia - Azeredo Lopes e Tiago Barbosa Ribeiro são do pior que o Porto tem para apresentar. No entanto são do melhor que o PS tem para apresentar. Isso diz muito sobre o PS... Pensem nisso na hora de votar.
Fernando Pereira da Silva - Rio tinha avisado.



Publicado por Tovi às 10:03
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Segunda-feira, 16 de Setembro de 2019
Alternativa à Geringonça… eventualmente

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E se o António Costa, não chegando à maioria absoluta e estando eventualmente farto da Geringonça, se inclinar para um Bloco Central?... Era a “salvação“ de Rui Rio e, sejamos francos, era capaz de não vir mal nenhum ao Mundo.


BLOCO CENTRAL - O IX Governo Constitucional de Portugal tomou posse a 9 de junho de 1983, tendo sido formado através de um acordo de incidência parlamentar entre o Partido Socialista e o Partido Social Democrata, com base nos resultados das eleições legislativas portuguesas de 1983. Mário Soares, primeiro-ministro; Carlos Alberto da Mota Pinto, vice-primeiro-ministro; Rui Machete, vice-primeiro-ministro. Este acordo terminou em novembro de 1985, devido à eleição de Cavaco Silva como Presidente do PSD, que pôs fim ao Bloco Central.



Publicado por Tovi às 12:13
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Domingo, 27 de Maio de 2018
O que me ficou do Congresso do PS

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Acabado o XXII Congresso do Partido Socialista, que acompanhei com interesse e cuidado, ficaram-me algumas coisas, umas mais importantes que outras, mas todas dignas de registo.

 

“Não vale a pena varrer para debaixo do tapete o que nos envergonha” – Ana Gomes.

 

Mais uma vez, e unicamente no que concerne à Geringonça e à liderança de António Costa, estou em muito de acordo com o que Francisco Assis tornou a dizer hoje numa reunião magna do PS. E ouvi por lá umas palmitas, não muitas, é certo, mas ouvi algumas.

 

Pedro Nuno Santos, um socialista de esquerda, mais à esquerda que a própria esquerda. Guardem para memória futura o que ele ontem disse no XXII Congresso do PS: De Marx a Costa – as nove frases-chave de Pedro Nuno Santos.

Augusto Santos Silva e Pedro Nuno Santos não partilham da mesma opinião sobre a Geringonça e isso é bom para a Democracia.

 

Não houve cromos tipo Tino de Rãs neste Congresso. A tradição já não é o que era.

 

Centeno ainda não apareceu no Congresso do PS. Estará ainda a preparar uma qualquer folha de excel?
Afinal apareceu... mas só para o discurso do chefe.



Publicado por Tovi às 14:54
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Sábado, 26 de Maio de 2018
XXII Congresso do PS

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Eu achei uma piroseira o espectáculo que abriu o 22° Congresso do PS. Como militar que na madrugada de 25 de Abril de 1974 pegou em armas não reconheço aos socialistas o direito de se considerarem legítimos representantes dos Militares de Abril.

 

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«Manuel Matos» - Puxa... eu julgava que TODOS os Portugueses tinham o direito reconhecido para se considerarem os legítimos representantes dos militares de Abril... Mas quem terá então essa legitimidade? Cavaco Silva que, para além de ter sido Pide, como Presidente hasteou a bandeira de pernas para o ar?

«David Ribeiro» - Se o Manuel Matos considera TODOS os portugueses com o direito a reconhecerem-se como representantes dos militares de Abril terá que também incluir o tal ex-PR, ou então retirar-lhe a nacionalidade (e eu até não morro de amores pelo homem de Boliqueime). Onde estavam no 25 de Abril um grande número de socialistas?... alguns dos que conheço e já eram homens na altura, sei bem onde estavam, politicamente falando.

«Manuel Matos» - Daí eu ter dito que TODOS os Portugueses têm legitimidade, caso contrário tinham sido deportados. E não sei onde estavam esses Socialistas... talvez fugidos do Sr. Aníbal para não terem o destino do Humberto Delgado, digo eu.

«Fernando Duarte» - sobretudo que nem sequer estavam em Portugal, chegaram de comboio, a Santa Apolónia, no dia 27

«António Conceição» - Portanto, já não havia problema algum se fosse o Silva Pais a celebrar, porque esse estava em Portugal.

«Raul Vaz Osorio» - Não vi. Pela foto, parece-me que tem um ar entre o piroso e o pindérico, mas é só uma foto. Quanto à legitimidade, tenho que me inclinar mais para o todos que para o alguns. A questão para mim nem é essa. Uma coisa é ter legitimidade para "representar" os capitães de Abril, outra é que algumas pessoas, para o fazerem, necessitam de não ter qualquer vergonha na cara. Mas gente dessa é o que mais há

«Manuel Sarmento» - David Ribeiro, não precisei de ser militar no dia 25 para estar com Abril. Foste um felizardo, porque sendo eu mais velho do que tu estive na Guiné, donde regressei em 72. De resto conheço muita gente que em 1974 integrava as forças armadas, e que renega o 25 de Abril, que não considero propriedade de militares, civis ou grupos políticos ou de cidadãos. O que penso, pela imagem que apresentas, que eles pretendem apenas dizer que estarão com o 25 de Abril. Por mim 25 DE ABRIL SEMPRE!

«Nuno Santos» - O que eu acho é que não há nada para dizer às pessoas. O discurso do AC ontem podia ter tido lugar há 10 anos ou daqui a 5. É igual. Inócuo. Como tal, há que preencher espaços vazios para se não notar tanto que não há nada para dizer e o que poderia haver é tabu. O resultado, confesso, não é brilhante. Por espingardas, mesmo com cravos, num palco, não é grande ideia.

«Joaquim Vasconcelos» - Nem eu. eles não são legítimos de nada. legítimo é o Povo Português

«Jorge Santos Silva» - Estou completamente de acordo até por respeito a um militar que conheci em 1982 o, na altura, major Salgueiro Maia. Um grande abraço e continue a postar pois estes senhores sempre se julgaram donos do país.

«Manuel Aranha» - É mais um triste, mas habitual, espetáculo de cenografia socialista. Tudo o que puder ser usado para desviar atenções serve...

«Joao Antonio Camoes» - Satisfaz a nostalgia da velha guarda e incute uma pseudo sensação de pertença de esquerda aos mais novos mantendo-os sonhadores

«André Eirado» - É legítimo para todos os que se revêem no 25 de Abril

«Nuno Santos» - Quando não há nada para dizer às pessoas ou não se lhes quer dizer a verdade ou se quer evitar um assunto incómodo, mostram-se soldados com armas na mão e, a partir deles, evoca-se a revolução. Era assim na Rússia, ainda é assim na Coreia e continua a ser em Cuba, onde a invocação da revolução continua a ser feita 60 anos depois, para se evitar a democracia, a transparência e os temas incómodos. Somando o vazio apologético do discurso de António Costa à encenação vinteecincodeabrilesca, com “soldadinhos” em palco que acabei de presenciar em imagens que me chegam do congresso do PS, não fica grande coisa. A não ser a infelicidade da apropriação de uma revolução que o PS deveria querer de todos e não cada vez mais acantonada e tomada por quem nem a fez e a má ideia de exibir espingardas no palco de um congresso.

«Jose Riobom» - David Ribeiro que arma? ...um canhangulo? Desde já foste por mim nomeado o grande salvador da Pátria...! O 25 de Abril é muito mais que o próprio dia... Esse dia é o final mais que esperado de dezenas de anos de ditadura, de prisões, de torturas, de abusos. É a libertação dum povo. O desabrochar de um novo País. Houve muito mais trabalho de libertação nos anos imediatamente a seguir do que própriamente no dia. É muitos dos proto-ditadores ainda por aí andam ou esqueceste de que o actual PR é filho dum homem do antigo regime afilhado de Marcelo Caetano? Eu continuo em armas de antes e depois do 25 nem que seja contra esta "democracia" de ladrões e corruptos. Eu ainda não as depus...

«David Ribeiro» - E porque o 25 de Abril é muito mais que o próprio dia, considero infeliz a apropriação de uma revolução que o PS fez ontem no seu Congresso.

«Jose Riobom» - Nem mais... Os "donos" do 25 Abril estão na sua maioria mortos.... os meus avós... os meu país... e um destes dias, eu, e muitos que por aí andam todos com mais de 55 anos. E que país deixaremos? Mais uma vez um país de carneiros governado pelas mesmas famílias de ladrões e corruptos de antes do 25 e que tudo aceita em nome duma ditadura a que apelidam de democracia.

 

   Francisco Assis no XXII Congresso do PS

Mais uma vez, e unicamente no que concerne à Geringonça e à liderança de António Costa, estou em muito de acordo com o que Francisco Assis tornou a dizer hoje numa reunião magna do PS. E ouvi por lá umas palmitas, não muitas, é certo, mas ouvi algumas.



Publicado por Tovi às 15:44
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Sexta-feira, 4 de Maio de 2018
José Sócrates abandona o PS

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Hummmm!... Ainda vai fundar um novo partido  

 

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«Henrique Camões» - Se pensar em criar um novo partido não lhe vão faltar apoios, até mesmo de alguns "envergonhados". Sócrates entrega cartão do PS incomodado com a vergonha que os seus dirigentes AGORA, dizem sentir, será irá processar judicialmente por isso alguém...é costume. Bem, na realidade eu até dou razão ao homem para esta atitude, porquê só agora? Não tiveram vergonha quando rebentou o caso Freeport, não tiveram vergonha quando a sua licenciatura foi posta em causa, não tiveram vergonha quando os jornais noticiavam que o primeiro ministro de Portugal, encomendava os seus fatos no mais caro costureiro do mundo onde um fato rondaria os 50 mil Euros o que não seria compatível, com o vencimento de um membro do governo (pressupondo outras fontes de rendimento), não tiveram vergonha, quando incomodados com a acção da Procuradora Geral da Republica defenderam a sua não recondução. Não tiveram vergonha nem questionaram nada disto e de muitas outras coisas que a comunicação social ia noticiando, não interessava, o tempo era de vacas gordas e o PS estava de vento em popa, a factura seria paga pelos do costume e haveria no futuro alguém sobre quem deitar as culpas. Costuma-se dizer a propósito, que "é pior a emenda que o soneto" neste caso seria melhor deixar a "partitura" como estava, porque esta gente não é ingénua, não é inexperiente, não é ignorante e não é inocente, eles estiveram lá, o Costa, o Santos Silva, o Vieira da Silva, etc, e são cúmplices, pelo menos passivos dos erros de que agora dizem ter vergonha. Haja vergonha sim, mas do comportamento colectivo dos políticos em Portugal.

«David Ribeiro» - O hábito repetido de desculparmos os erros “dos nossos” com os erros “dos outros” é que fez chegarmos ao estado de corrupção em que nos encontramos.

«Pedro Baptista» - É muito estranha esta reviravolta no topo do PS, particularmente por parte de Augusto Santos Silva, o ministro do atual governo que, além de Costa, era ministro ( e eminente) do 1º Governo Sócrates e, no caso dele, até do 2º, o que nos levou à troika. Uma eminência parda que Sócrates considerava indispensável ao lado de si e de Manuel Pinho. Até agora o discurso era à justiça a justiça, à política a política... Agora houve um reviravolta de 180º e passou a haver uma condenatória radical? Só pode trazer água no bico! Aqui há marosca... Até parece que alguém está com medo que a coisa alastre e se põe já a sacudir a água do capote. É hora dos ratos... mas aqui HÁ GATO...

«Jorge De Freitas Monteiro» - David, como queres que se faça esse tal julgamento político de que falas se ainda não é claro que o homem seja culpado do que é acusado, antes do debate contraditório diante de um tribunal e da decisão condenatória eventual? Podes detestar a pessoa, podes abominar o modo como governou, mas não é por isso que se torna lógico ou legítimo considerar que é culpado dos crimes que lhe são imputados. Não basta vir com a lenga lenga da presença dos cabritos e ausência das cabras. É preciso provar pagamentos, decisões que beneficiaram os pagantes e nexo de causalidade entre os primeiros e as segundas. Não me incomoda o julgamento político sobre matérias políticas; incomoda-me o linchamento público antecipado sobre acusações criminais complexas e por julgar.

«David Ribeiro» - Até os seus pares já o condenam politicamente, Jorge De Freitas Monteiro… e não esperaram pelos Tribunais.

«Jorge De Freitas Monteiro» - Eu sei. Um triplo erro da parte deles: jurídico, ético e político. Faz imensa falta Mário Soares.

«Duarte Nuno Correia» - Defender o Sócrates exige um estado de alheamento tão grande da realidade, como dizer que a terra não é redonda ou que é o sol que gira à volta da terra. Mas a verdade é que ainda há, hoje, quem acredite em tudo isso.



Publicado por Tovi às 14:34
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Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2018
Um novo PSD

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Há muito que isto não acontecia... esperemos que se consigam bons acordos e duradouros.



Publicado por Tovi às 22:17
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