"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Terça-feira, 19 de Janeiro de 2021
Falou-se de Regionalização

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Os candidatos à presidência participaram ontem, segunda-feira, num debate radiofónico em simultâneo na TSF, Antena 1 e Renascença. Só André Ventura esteve ausente, alegando motivos de agenda.

 

   JN, 09h26 de 18jan
Ana Gomes abordou, de seguida, o tema da regionalização, recordando que, apesar de estar inscrita na Constituição, esta ainda não conheceu "passos decisivos", responsabilizando Marcelo por isso mesmo.
Em resposta, o presidente recandidato lembrou que essa temática está dependente de um referendo e que este é "iniciativa do Governo ou do Parlamento". Ana Gomes insistiu que Marcelo está a "boicotar" o processo, levando Marcelo a esclarecer: o papel do chefe de Estado não é criar "obstáculos" a essa questão, pelo que aceitará sempre convocar o referendo ou rever a Constituição para eliminar a necessidade dessa consulta, caso seja essa a vontade dos partidos.
João Ferreira lembrou que o PCP apresentou, recentemente, uma proposta para calendarizar a regionalização e acelerar o processo, e que foi rejeitada pelo Parlamento. Marisa Matias deseja o referendo e afirmou que a regionalização pode ajudar a diminuir a pobreza, lembrando também que Marcelo disse, em tempos, que este processo seria um "erro irreversível".
Tiago Mayan assumiu-se como partidário da regionalização. No entanto, defendeu que a discussão sobre a regionalização "está sempre inquinada", já que o "estado central nunca discute aquilo de que quer abdicar". Vitorino Silva também disse ser favorável à regionalização - vincando, contudo, a necessidade de um referendo.



Publicado por Tovi às 07:59
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Quinta-feira, 19 de Março de 2015
Silva Peneda na Antena 1

Silva Peneda Antena1 19Mar2015.jpg

Hoje pelas 10 horas, na Antena 1, Maria Flor Pedroso entrevistou Silva Peneda.

 

 Ouvido da boca de Silva Peneda:

A situação atual não tem relação direta com o programa da troika, mas sim com a desvalorização do euro, a baixa do petróleo e a intervenção do Banco Central Europeu nas taxas de juro.

Mau seria que o Governo não tivesse políticas ativas de emprego, agora que ninguém pense que as medidas ativas de emprego resolvem o problema. Falta debate interno em Portugal para abrir espaço para as medidas que temos de tomar.

(Sobre a eventual lista VIP de contribuintes) É gravíssimo… típico de regimes ditatoriais.

(Quanto à relação de Pedro Passos Coelho com o fisco) É um caso político, mas o maior partido da oposição já o encerrou e eu também entendo que sim.

(Sobre a Grécia) O cenário da saída do euro ainda está de pé. Espero que possa haver um entendimento, seria muito mau para Portugal que assim não fosse. O problema grego não é financeiro, mas sim geoestratégico. Obama está disposto a pagar a conta. Há quem não esteja a perceber o filme grego, quem pensa que se trata só de dinheiro.

(Sobre uma eventual candidatura à Presidência da República) Nem pensar.



Publicado por Tovi às 10:52
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