"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 6 de Novembro de 2025
Tomada de posse do novo executivo da C.M.Porto

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O Mosteiro de São Bento da Vitória foi o local escolhido para a cerimónia de tomada de posse do presidente eleito, Pedro Duarte, do restante executivo municipal e ainda dos eleitos para a Assembleia Municipal do Porto, para o mandato 2025-2029. Com o olhar no futuro, sem esquecer o legado deixado por Rui Moreira, o autarca prometeu "repensar o modelo de desenvolvimento económico" da cidade, tendo em conta a excessiva dependência do turismo e imobiliário. "Chegou a hora de melhorar a vida aos portuenses", afirmou.

 

  Jorge Sobrado será o novo vereador da Cultura da Câmara do Porto
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Gonçalo G. MouraNão se pode contar com os socialistas nem para serem oposição...
Juka PassivocdGonçalo G. Moura Estes estes gajos que trocam a camisola, pelo pote, não valem nada. Não tem carácter. Infelizmente nesta eleições autárquicas, estas Situações são frequentes.. O que prova a má qualidade dos politicos
Gonçalo G. MouraJuka Passivocd plenamente de acordo
Ricardo Salazar
Juka Passivocd um crossdresser a dizer: "Estes estes gajos que trocam a camisola, pelo pote, não valem nada. Não tem carácter." é o melhor comentário de sempre!
Emilio CabralQuanto mais conheço os homens mais gosto dos animais, e vereador da cultura na verdade a história do Porto tem muito falta de lealdade e aldrabões
Fernando Teixeira de SousaQue raio de politica é esta?!???
Pinto Vitor
Fernando Teixeira de SousaA politica do "tacho"
José MirandaDepois do que aconteceu na junta de Ramalde, pode se dizer que a vingança serve-se num prato frio…😂😂😂
Joao Antonio Camoeshttps://x.com/i/grok/share/zWaiucZ5IXkhiiqIYg36ixrNu
Jeronimo CastroRua com os vendilhões do templo. O partido socialista,a continuar fragmentado,vai acabar como acabou o partido socialista frances,reduzido a uma insignificância.
Carlos MirandaÉ uma muito boa notícia. Depois do excelente trabalho desempenhado durante o mandato de Rui Moreira, é a pessoa adequada para ocupar este lugar
Mário RamosNão entendo certos comentários. Então este sr. não foi vereador no mandato de Rui Moreira? e não tinha sido eleito pelo PS? Foi satisfatório o seu cargo de vereador ou não?... Então !!!
David RibeiroMário Ramos, quando é que Jorge Sobrado foi vereador de Rui Moreira?...
Mário RamosDavid Ribeiro se o foi, foi na presidência de Rui Moreira. Se não foi, parece que fez um bom trabalho... como dizem em comentários anteriores.
David RibeiroMário Ramos, seria conveniente procurar saber quais as funções que Jorge Sobrado exerceu na Câmara do Porto. Ele NUNCA foi vereador de qualquer executivo camarário.
Gonçalo Moreira
Uma excelente escolha. O Jorge será um excelente vereador nessa pasta, com o seu pensamento independente e descomplexado. Não precisa de tachos e já fez um excelente trabalho no Porto como em Viseu como braço direito de Almeida Henriques.

  O candidato ao Porto, e agora vereador da oposição, Manuel Pizarro (PS), criticou a "posição errada" tomada pelo seu número quatro, Jorge Sobrado, que, sendo eleito, decidiu tornar-se independente e aceitar o pelouro da Cultura dado pelo presidente Pedro Duarte.

  
Bernardo Mergulhao
Bem jogado.
António Leite de Castro
Se desmontar tudo o que um tal Nuno Faria fez no Porto, incluindo repor a anterior situação no Museu Romântico (Macieirinha), já vai no bom caminho, e tem o meu aval.

 

  Marta Massada eleita presidente da Assembleia Municipal do Porto
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Publicado por Tovi às 07:06
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Segunda-feira, 13 de Outubro de 2025
Pedro Duarte (PSD+CDS+IL) venceu no Porto...

...com um total de 6 mandatos
Manuel Pizarro (PS) foi eleito com um total de 6 mandatos
Miguel Côrte-Real (Chega) foi eleito vereador
Filipe Araújo (independente) não foi eleito

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  Assembleia Municipal do Porto
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Diogo Couceirouma coligação daria a vitória ao Pizarro... triste fim para o Moreira
Mario PinheiroHá candidaturas que só se representam a si mesmas. Pena o Filipe Araújo não ter sido eleito.
Isabel Sousa BragaDiogo Couceiro uma coligação com quem?
Diogo CouceiroIsabel Sousa Braga o livre,o BE já davam para ganhar com 40%
Isabel Sousa BragaDiogo Couceiro cruzes canhoto
Helena VasconcelosDiogo Couceiro ai dava ,dava. As coligações engrandeceram o PS

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  Oh pá!... No rescaldo da contagem dos votos das Autárquicas'2025, isto já parece a América Latina... alegadamente
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Pedro BentoPresidentes de Junta recandidatos, sempre presentes nos locais de voto, o dia inteiro, podem ser apelidados de "controleiros"?
Fernando Duarte1 voto é 1 voto ! Aqui no concelho de Seia, a junta de Pinhanços, foi ganha pelo PS por 1 voto




Quinta-feira, 25 de Setembro de 2025
Grande Raul Almeida...

...nisto e em muitas outras coisas, estou contigo!

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  José Manuel LourençoAinda existem pessoas de carácter para quem o vale tudo não existe!

 

  Escreveu Raul Almeida na sua página do Facebook
É público que me desfiliei ontem do CDS.
Em primeiro lugar, quero deixar bem claro que nada há nesta desfiliação que se prenda com razões pessoais ou organizacionais. Tenho muitos e bons amigos no CDS e tenho amizade pessoal por Nuno Melo. A minha decisão prende-se com razões estritamente políticas.
Foi uma decisão extremamente difícil; uma separação de caminhos ao fim de quarenta anos exige muita reflexão. Só razões da maior seriedade e profundidade poderiam determinar este desfecho.
Como já muita gente me perguntou hoje, esclareço que não, não vou mudar de partido. Não porque ache errado, quando é feito por convicção, mas porque continuo intrinsecamente democrata-cristão e não encontro conforto nos programas políticos no quadro actual. Estou muito bem a fazer política focado no Porto, como independente, como faço há 12 anos.
O resto, a carta que transcrevo explica com clareza. É uma carta estritamente política, logo partilhável, para esclarecimentos úteis e total transparência.

Exmo. Senhor Presidente do CDS-PP,
Venho, junto de V.Exa., apresentar a minha desfiliação do CDS-PP.
Há quarenta anos filiei-me na Juventude Centrista, tendo passado para o CDS em 1992. Recordo com emoção ambos os momentos, a sensação de pertencer a algo maior, um corpo vital capaz de participar na transformação da sociedade sob os valores da Democracia Cristã. Desde a primeira hora, foi o humanismo cristão irrenunciável que me puxou para o CDS, foi a partilha de valores com a Doutrina Social da Igreja que me fez ficar, foi a coerência que consolidou a pertença.
Fiz de tudo no CDS, com espírito de missão e com enorme gosto e entusiasmo. Fui militante de base, fui presidente da Concelhia de Ovar, fui nos três mandatos possíveis presidente da Distrital de Aveiro, fui membro de todas as Comissões Políticas Nacionais do Dr. Paulo Portas e do Dr. Ribeiro e Castro, fui membro das Comissões Directivas ou Executivas do Dr. Paulo Portas e do Dr. Francisco Rodrigues dos Santos, fui Deputado em três diferentes Legislaturas, duas delas em regime de exclusividade, fui representante do Partido em inúmeras circunstâncias e fóruns nacionais e internacionais; tudo isto constituiu para mim uma extraordinária experiência de vida, uma profunda aprendizagem e a possibilidade de, através do Partido, participar na construção de uma sociedade que se queria mais justa, desenvolvida, equitativa e fraterna. Sou grato ao CDS por tudo isto, jamais o esquecerei. Dei tudo o que tinha para dar ao Partido, o meu tempo, disponibilidade sem limites, muito trabalho em diferentes frentes, muito estudo aplicado, sacrifício financeiro e uma forma de acreditar genuína e, espero, mobilizadora. Até ao último dia do último mandato do Dr. Paulo Portas, o Partido não me falhou e eu nunca falhei ao Partido.
Houve o período da divergência política, em particular com a Direcção da Dra. Assunção Cristas. Foi outro tempo, de desencontro sobre o rumo que o Partido deveria tomar, de confronto democrático, aberto e franco, mas sempre de espírito construtivo na crítica e nas alternativas apresentadas. O Partido ainda tinha, por esta altura, dimensão para o debate e confronto de visões alternativas; a diferença, mais ou menos bem-vinda, ainda era sinal de vitalidade partidária.
Houve ainda, o período do Dr. Francisco Rodrigues dos Santos, o tempo do meu regresso à Direcção na tentativa, já então, de salvar um partido depauperado financeiramente e em convulsão interna, num processo autodestrutivo sem precedentes. Por mais sinceros e dedicados os esforços feitos, a luta contra a guerra civil interna, contra a imprensa arregimentada e o oportunismo externo, ditaram o resultado que conhecemos. Foi, para mim, o tempo de regressar à militância de base.
A convite do Dr. Rui Moreira, e com a oposição da Direcção liderada pela Dra. Assunção Cristas, fiz parte das suas listas e fui eleito Deputado Municipal independente nos dois últimos mandatos, sendo actualmente líder da Bancada Municipal do Grupo Rui Moreira, Aqui há Porto.
Longe das estruturas do Partido por clara vontade mútua desde 2022, mantive a minha filiação, mais por motivos emocionais do que racionais, com os olhos postos na história e na Declaração de Princípios fundacional. Sem ligação prática ao Partido, o CDS ainda era o meu único tecto possível, o único sítio onde ainda havia algo de escrito que combinava com as minhas ideias. Decidi ficar, até que esses princípios fossem postos em causa ou violados, até que o CDS fizesse algo que me chocasse profundamente. Deixei para trás a exiguidade crescente do Partido, a sua inexistência na agenda mediática, a sua submissão ao PSD, a falta dos quadros a que estávamos habituados, um ou outro disparate que entreteve a opinião pública. O corpo ideológico dos princípios fundadores era-me suficiente nesta fase da minha vida; só a sua violação grosseira me faria mudar de posição.
Chegados aqui, tem sido muito difícil para mim liderar uma Bancada Municipal em que a maioria dos Deputados do CDS que integram esta bancada votam de forma diversa da Direcção da Bancada e, obviamente, da coordenação de Rui Moreira. O CDS apoiou sem condições a candidatura de Rui Moreira, participou na governação do Porto porque Rui Moreira ganhou por três vezes as eleições, está na vereação e na Assembleia Municipal porque Rui Moreira assim o entendeu. Sou do tempo em que no CDS os compromissos eram para honrar até ao fim e não se traía quem generosamente nos dava a mão em tempos de dificuldade, em troca de conveniências imediatas e alianças futuras.
Por fim, e acima de tudo, a posição do CDS e de alguns dos seus representantes oficiais face ao reconhecimento por Portugal do Estado da Palestina. Sempre fui um defensor da solução dos dois Estados. Sempre fui defensor do Povo Palestino, dos seus direitos e da sua autonomia. Em representação do CDS, fui promotor e coorganizador da primeira Visita Oficial do Parlamento Português à Palestina; sei que mensagem transmiti ao Presidente Mahmoud Abbas, em articulação com o Presidente do CDS. Vejo todos os dias o massacre, a violação flagrante dos Direitos Humanos, a ocupação hegemónica, o atropelo gravíssimo do Direito Internacional, a morte sob as mais variadas formas de violência e desumanidade, no perpetrar dos mais diversos Crimes de Guerra. A absolvição ou branqueamento deste horror, mancha irremediavelmente quem o faz, nega flagrantemente e agride irremediavelmente a Declaração de princípios de 19 de Julho de 1974.
Tentei ficar, em silêncio, na esperança de dias melhores.
Afasto-me, perante a agressão violenta dos princípios que ainda seguravam a minha ideia de CDS.
Com consideração,
Raul de Almeida
 
  
Antero FilgueirasTodos saem.....no dia em que sabem que nunca mais terão tacho. Gente que nunca se moveu por ideais ou por causas.....excepto as dos seus interesses.
David RibeiroOlhe que não, Antero Filgueiras... conheço há muito o Raul Almeida e não sendo da sua cor política sempre me habituei a respeitá-lo e admirá-lo pela sua coerência de pensamento e filosofia de vida. Tenho uma grande honra em ser seu Amigo.
Macedo MendesDevemos é tratar dos nossos problemas primeiro



Publicado por Tovi às 01:07
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Quinta-feira, 14 de Agosto de 2025
"Filipe Araújo - Fazer à Porto"...

...já formalizou as candidaturas às Autárquica'2025

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Eu estive lá!...  
Até antecipei uns meus exames médicos para as primeiras horas desta quinta-feira para poder estar presente à entrega das listas dos candidatos às Eleições Autárquicas no Porto do movimento independente "Filipe Araújo - Fazer à Porto", onde estou como candidato à Assembleia Municipal e à Junta de Freguesia de Ramalde.

  Sempre!... sempre por um Porto livre e independente!
(Helena Tavares na sua página do Facebook)
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  Isto é FAZER À PORTO
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Publicado por Tovi às 13:41
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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2025
António Agostinho Guedes é o candidato...

 ...à Presidência da Assembleia Municipal do Porto
pelo movimento Filipe Araújo - Fazer à Porto

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A lista de candidatos à Assembleia Municipal do Porto do movimento “Fazer à Porto” está fechada e é liderada por Agostinho Guedes. Para Filipe Araújo “é uma honra contar com o conhecimento e experiência profundas do Prof. Agostinho Guedes. Trata-se de uma pessoa com uma enorme capacidade de diálogo e de criar consensos e com um forte espírito democrático e institucional”. Já Agostinho Guedes afirma que encara esta candidatura “com um forte compromisso com os valores democráticos, com o Estado de Direito e com os princípios preconizados pelo movimento “Fazer à Porto”. O candidato pretende prestigiar o trabalho da Assembleia Municipal do Porto, consciente do “papel essencial deste órgão autárquico que representa os cidadãos e que se deve centrar no interesse dos portuenses e na resolução de problemas”. Licenciado em Direito, com doutoramento pela Universidade Católica (UCP), o candidato à Presidência da Assembleia Municipal é advogado, Professor Associado da Faculdade de Direito da UCP no Porto e árbitro do Instituto de Arbitragem Comercial. Agostinho Guedes foi ainda membro do Conselho Geral do Centro de Estudos Judiciários, coordenador científico da Dupla Licenciatura em Direito e Gestão e membro da direção da Católica Porto Business School. No seu percurso profissional foi ainda Diretor da Escola de Direito do Porto da UCP.

 

  Antero FilgueirasA AM tem uma importância colossal!!! Só se for no Porto. Tenham juízo: a AM é a "câmara fascista" de qualquer presidente da Câmara, que a partir do dia em que é eleito, através desta vergonhosa, estúpida e inconstitucional Lei, passa a ter o apoio de 2 partidos: aquele que promoveu a sua candidatura e o partido dos "mercenários" presidentes de Junta. Se alguém pensa que a AM é o equivalente municipal do Parlamento.........o melhor é ir tomar um chá para se desenganar. Nada melhor como o cidadão ir ver para descrer.



Publicado por Tovi às 07:20
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Quarta-feira, 21 de Maio de 2025
Morreu Alfredo Fontinha

Requiescat in Pace

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Criei uma forte amizade com o Fontinha quando com ele partilhei um lugar de deputado na Assembleia Municipal do Porto. Um Portuense e Ramaldense de caráter... e também um grande Boavisteiro.

Aos seus familiares toda a minha solidariedade nesta hora de dor.

 

  
Manuel Pizarro - Escrevo com as lágrimas nos olhos perante a brutalidade da notícia: morreu o Alfredo Fontinha. Foi pela sua mão que entrei no PS e devo-lhe décadas de amizade e solidariedade sem mácula. Um Homem Bom, dedicado à sua família, aos seus amigos, à comunidade que serviu como presidente da Junta de Freguesia de Ramalde (entre 1993 e 2001) e em múltiplos projetos associativos, com destaque o trabalho incessante a favor do Conjunto Dramático 26 de Janeiro. Um Homem Bom, sempre disponível para ajudar quem dele necessitasse. Façamos por honrar a sua memória. 
Tiago Barbosa Ribeiro - Acabei de receber a tristíssima notícia do falecimento do meu camarada e amigo Alfredo Fontinha. Não havia quem não gostasse dele. Militante histórico e dedicado do PS Porto, de que era actualmente dirigente, ex-Presidente da Junta de Freguesia de Ramalde, membro da Assembleia Municipal do Porto, um homem bom e dedicado ao associativismo, em particular na sua freguesia. Foi sempre combativo e determinado. Contei sempre com o seu apoio, conselhos e amizade. Envio as sentidas condolências à sua família, em particular ao seu filho, o meu amigo Pedro Fontinha. Vais fazer-nos muita falta, Fontinha.
Pedro Baganha - Uma perda inestimável para o Porto e para Ramalde. Deixa-nos um homem bom. Sentidos pêsames para a família, amigos e camaradas 
Artur Ribeiro - Estou triste. Mesmo muito triste. O Alfredo era um grande Amigo e ainda há poucas semanas lhe falei pelo telefone. Apresento sentidos pêsames à família (que não conheço) e igualmente ao Partido Socialista. Peço ao Tiago para me dar informações sobre as cerimónias fúnebres.
Paula Ribeiro de Faria - Que notícia tão triste. Era uma excelente pessoa e cheio de alegria de viver, sinto mesmo muito a sua partida.
Carla Afonso Leitão - Seu nome, Alfredo Fontinha. Um digníssimo Deputado da Assembleia Municipal do Porto pelo partido socialista. Homem do Porto, conhecedor da cidade e das suas gentes, acarinhado e respeitado pelos seus opositores. Fiz alguns amigos, mas o Fontinha... "Carla, estás bem?" dizia-me como quem pergunta a sério e não apenas de circunstância. 😥 Partiu hoje, o Porto vê partir um dos seus melhores. Bem hajas pelos momentos de franca amizade que tivemos e pela tua inexcedível devoção pela Invicta. À sua família e amigos, o meu mais sincero pesar. Até sempre, querido amigo. ... e sabes, Fontinha, lembro bem uma das tuas intervenções de reunião de Assembleia Municipal em que defendias o abate de choupos porque achavas tu que aquele algodão todo que largam provoca alergias. Nada te disse porque era tão tua amiga que não ousei demover-te da tua convicção... sim, sempre foste convicto e fiel a ti mesmo e punhas aquela cara que inspirava respeito. Mas, sabes, agora que tens mais tempo, o algodão dos choupos não provoca alergias, mas sim o pólen que o pobre "algodão" apanha sem contar. Era mesmo só isto que te queria dizer, por hoje. Também sei que no paraíso não darás descanso aos anjos enquanto tu estiveres a querer entender os vários recantos do céu. Vai ser uma trabalheira...
Patrícia RapazoteRamalde está de luto. Foi com profunda tristeza que recebemos a notícia do falecimento de Alfredo Fontinha, antigo Presidente da Junta de Freguesia de Ramalde, figura marcante da nossa comunidade, cidadão exemplar e meu amigo. Durante dois mandatos (1997-2001), Alfredo Fontinha liderou os destinos da nossa freguesia com dedicação, seriedade e profundo sentido de serviço público. Sempre valorizou o associativismo como força motriz do desenvolvimento local e esteve, até ao presente, ligado aos corpos sociais de várias instituições de Ramalde, onde continuava a dar o seu contributo. Foi ainda Deputado Municipal, membro da Assembleia de Freguesia de Ramalde e militante do Partido Socialista, integrando ativamente a Secção de Ramalde, onde era voz respeitada e presença constante. Recordamo-lo como alguém que levava Ramalde no coração e que, ao longo da sua vida, se dedicou à construção de uma freguesia mais coesa, solidária e participativa. Ainda recentemente tive o privilégio de estar com ele. Em nome da Junta de Freguesia de Ramalde, apresento à Família, amigos, companheiros de partido e às instituições de que fazia parte as nossas mais sentidas condolências. A sua memória ficará para sempre ligada à história da nossa Freguesia. Descanse em Paz, Alfredo. (última fotografia que lhe tirei)
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  Junta de Freguesia de Ramalde - Em memória e reconhecimento de Alfredo Fontinha, são decretados dois dias de luto no território da Freguesia de Ramalde, nos dias 21 e 22 de maio. A bandeira da Freguesia irá estar a meia haste nestes dias.

  Nota de Pesar - O Boavista Futebol Clube manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Alfredo Fontinha, Presidente da Junta de Freguesia de Ramalde entre 1993 e 2001. Boavisteiro assumido, Alfredo Fontinha pautou a sua vida pelo serviço à comunidade e será sempre relembrado pela sua generosidade. Neste momento de dor, endereçamos as mais sentidas condolências à sua família, também ela boavisteira, e a todos os seus amigos.



Publicado por Tovi às 07:38
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Sexta-feira, 17 de Novembro de 2023
Miguel Pereira Leite... um Senhor

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Está na hora de se prestar uma mais que justa homenagem pública a Miguel Pereira Leite... um Senhor, como se diz cá pela Cidade Invicta.

 

    Foi assim que Miguel Pereira Leite se dirigiu aos associados do "Porto, O Nosso Movimento" em 13out2021

Queridas Amigas e Amigos,
Na sequência das conversações que têm existido ao longo das últimas semanas na sequência dos resultados eleitorais do passado dia 26 de Setembro, algumas das quais que já vêm sendo objeto de vários comentários na Imprensa, foi alcançado um princípio de acordo que torna possível assegurar a governabilidade da Cidade ao longo dos próximos 4 anos.
Foi-me assegurado que esse acordo será formal, escrito, assinado e será tornado público – e, embora desconheça o seu teor, em rigor, creio que os seus aspetos essenciais vos serão dados a conhecer de seguida.
Em conversações com o Dr. Rui Moreira, Presidente eleito da Câmara Municipal a quem saúdo, a última das quais teve lugar hoje, esta mesma manhã, foi-me transmitido que este Acordo lhe assegura as condições essenciais de Governabilidade da Cidade.
Os acordos – como bem sabem – têm sempre condições de parte a parte e, deste acordo, resulta a exigência pela outra parte de ser atribuído ao seu candidato o lugar de Presidente da Assembleia Municipal.
Mediante estes factos, mediante este acordo que, repito, será formal e público, tomei hoje mesmo a decisão de não apresentar a minha candidatura à Presidência da Assembleia Municipal do Porto.
Nas presentes circunstâncias, esta é uma decisão minha, pessoal e inalienável.
Quero que saibam que:
- Tomei esta decisão por inabalável lealdade aos ideais que me orientam no exercício da minha participação cívica e da minha ação política e que me / nos trouxeram até aqui e que convosco e com todos partilhei nesta última eleição – eleição essa que, nunca é demais recordá-lo, vencemos!
- Por lealdade, respeito, consideração e gratidão a todos os elementos – sem exceção ou esquecimento – de uma equipa que comigo cruzaram este caminho que nos trouxe até aqui, parte da qual se encontra aqui presente.
- Por lealdade a quem tem de assumir a gestão e a governação deste nosso Porto – o Dr. Rui Moreira, Presidente da Câmara eleito e líder aclamado deste nosso Movimento.
- Por uma inquebrantável lealdade à nossa cidade do Porto, aos nossos concidadãos, por quem somos eleitos para servir e que de nós esperam uma governação responsável! E que, pela minha parte, tudo fareu para que existam condições para assegurar.
Nunca temi as eleições, mas também nunca estive agarrado a cargos ou lugares e esse foi sempre um valor que também nos uniu.
Agradeço reconhecidamente a confiança que em mim depositaram ao longo destes já longos anos de exercício destas funções.
Sabem que podem e poderão contar sempre comigo e a todos desejo um bom Mandato, unidos em redor do Presidente da Câmara eleito e dos princípios e valores que sempre nortearam esta nossa caminhada.
Miguel Pereira Leite,
13 de Outubro de 2021

 

  
Paulo Teixeira
Muito justo e merecido
Patrícia RapazoteDavid Ribeiro, o Miguel Pereira Leite com o sentido de estado que lhe é característico, pensou, acima de tudo, na governabilidade da nossa antiga, mui nobre, sempre leal e invicta cidade do Porto.
David AlmeidaMais que justa, uma merecida homenagem!
Carla Afonso LeitãoUm grande Senhor. Verticalidade absolutamente invulgar.
Isabel Ponce de Leão
Aplaudo efusivamente. Competência, rigor, delicadeza, educação. Obrigada Miguel.
Paulo Sá Pinto
Faz muito falta, injustamente afastado. Um Senhor
José Lachado
Posto de lado por RM. Agora falam em homenagem.
Narciso Miranda
Apoiado
Carvalho EmanBoa tarde! Qualquer homem/mulher de honra, palavra e transparência não espera pelo poder nem fica agarrado ao poder muito menos amuos se afasta e ponto concerteza a vida profissional lhe dá mais a ganhar! Por este e mais a minha homenagem! Bem haja!



Publicado por Tovi às 07:36
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Quinta-feira, 2 de Novembro de 2023
Como está não pode continuar...

...algo terá que ser feito

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O presidente da Câmara do Porto garantiu, nesta segunda-feira à noite [30out2023], durante a Assembleia Municipal, que o município não irá permitir "mais nenhuma frente de obra" do metro, defendendo que a cidade "está caótica" devido às obras da linha Rosa e 'metrobus'. "Estou extremamente preocupado com o incumprimento sucessivo dos prazos que nos são dados sem explicação aparente", confessou Rui Moreira, dando como exemplo o que se passa, atualmente, na Avenida Marechal Gomes da Costa e as obras em curso para o 'metrobus'. Esta via deveria estar reduzida para apenas uma faixa de trânsito de cada lado durante um mês - entre o dia 15 de agosto e o dia 15 de setembro -, mas continua assim até aos dias de hoje. "Aquilo que me dizem é que o 'metrobus' já está com quatro meses de atraso, o que vai coincidir com a chegada dos veículos … deve ser um mero milagre", revelou, durante a discussão sobre a alteração aos estatutos da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP), apresentada pelo Executivo, durante a Assembleia Municipal. Por isso, garantiu o presidente da Câmara, "naquilo que estiver ao nosso alcance, não permitimos mais nenhuma frente de obra até acabarem as que têm. A cidade está caótica porque os cronogramas que nos foram apresentados não estão a ser cumpridos". Rui Moreira assegurou não querer saber do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que financia a obra do 'metrobus', das linhas Rosa e Rubi, defendendo que "a cidade não pode morrer pelo cumprimento do PRR". "Acabam a linha Rosa, o 'metrobus' e quando fizerem isso, o meu sucessor passará a licença para a linha Rubi", referiu, adiantando ter já revelado essa intenção ao presidente da Metro do Porto e ao secretário de Estado da Mobilidade Urbana, Jorge Delgado. Na opinião do presidente da Câmara, a cidade não tem capacidade para aguentar mais frentes de obra e não pode ser "um campo para se fazer experimentalismos". "Se quiserem, acabam primeiro a linha rosa, fazem o 'metrobus'. Se não houver PRR? Não há PRR. Se não houver ponte? Não há ponte. O que não podemos é ter linhas e não ter pessoas", adiantou. "Neste momento, a situação é absolutamente catastrófica", acrescentou. Rui Moreira deixou um apelo a todos os deputados municipais: "Não sei o que pensam, mas é um apelo de coração. Não é uma questão de politiquice. Temos uma palavra a dizer sobre o que se passa na nossa cidade e, neste caso, a meu ver, temos de não autorizar quaisquer que sejam as consequências", frisou. Em resposta, José Maria Montenegro, do movimento "Rui Moreira: Aqui Há Porto", afirmou que "a situação na Boavista é sinistra". "Lembro-me que o presidente da Metro (Tiago Braga) veio aqui [à Assembleia Municipal] garantir que a empresa prioriza as frentes de obra", frisou, acrescentando: "Temos de ser exigentes perante a Metro e os calendários que nos apresentam".  Na opinião de Nuno Borges, do PSD, "enquanto as novas linhas do metro estão em construção é necessário um reforço de composição das linhas atuais, bem como uma frente de obra mais organizada e que crie menos confusão no trânsito, já de si difícil". "O metro deve preocupar-se em cumprir o calendário de execução das novas linhas", vincou. Para Rui Sá, da CDU, "podemos estar de acordo com uma posição de força relativamente aos desmandos da Metro", mas "temos de ter a preocupação de tentarmos ser coerentes, deixarmos de lado as questões que não são ideológicas e que prejudicam a cidade". O deputado do PAN, Paulo Vieira de Castro, defendeu a agilização de medidas, "necessárias e que impliquem um maior respeito pelos transportes públicos no Porto, assim como as vias que lhe são dedicadas". Jerónimo Fernandes, do Chega, manifestou também o seu apoio ao repto lançado pelo presidente da Câmara. "Estamos ao lado do Executivo em não permitir mais abertura de obras", disse.

  Armando Ribeiro - Inteiramente de acordo com as preocupações do Senhor Presidente da Câmara do Porto. Há atrasos nas divevrsas obras que só se justificam pela má gestão de obras e a indiferença dos mais responsáveis. Estado. - A Cidade está um caos, ponto. O trânsito aglomera-se de forma desenfreada e nos parece (pelas criticas que se ouvem a toda a hora), o mal está nas obras, que nem atam nem dedatam, e por consequência (também) a espera de tempos infinitos pelo tranasporte público, vai aumentando, para quem não tem aternativas. - Estou consigo e com as suas preocupações, Dr Rui Moreira !!!!!



Publicado por Tovi às 07:08
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Terça-feira, 6 de Dezembro de 2022
Bactéria Xylella Fastidiosa detetada no Porto

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É "dos piores problemas que o país já atravessou em termos de praga" e que, apesar de todos os esforços que têm sido feitos, “a única forma de conter a doença é simplesmente retirar a árvore”, explicou o vice-presidente da Cidade Invicta na reunião de ontem da Assembleia Municipal. O vice-presidente da Câmara do Porto, Filipe Araújo, afirmou que a bactéria Xylella Fastidiosa foi detetada na cidade e poderá provocar o "desaparecimento" dos metrosideros (árvores-de-fogo) existentes na zona de Sobreiras, bem como de algumas árvores da Avenida Fernão de Magalhães. Em causa está uma bactéria transmitida pelo inseto Philaenus spumarius (vulgarmente conhecido como cigarrinha-da-espuma), que se alimenta do xilema das plantas e cujo ciclo se inicia na primavera. A bactéria afeta um elevado número de espécies de plantas ornamentais e também espécies de culturas como a oliveira, a amendoeira, a videira ou a figueira. Em 18 de janeiro de 2019, Portugal informou oficialmente a Comissão Europeia da presença da bactéria Xylella fastidiosa em plantas de lavanda no jardim de um Zoo em Vila Nova de Gaia, no Porto, conforme disse à Lusa, na altura, uma fonte comunitária.



Publicado por Tovi às 09:27
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Terça-feira, 31 de Maio de 2022
Câmara do Porto sai da ANMP

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Foi ontem à noite aprovada em sessão da Assembleia Municipal do Porto a desvinculação do Município portuense da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).
Votaram contra CDU, BE, PAN e PS; Votaram a favor RM, PSD e Chega.


JNA Assembleia Municipal aprovou a proposta do Executivo e o Porto sai mesmo da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), em protesto contra o alegado fracassso deste sindicato de concelhos nas negociações com o Governo para a descentralização e transferências de competências. Para que a deliberação lhe fosse favorável, Rui Moreira precisava um mínimo de seis abstenções entre os nove deputados social-democratas, mas o apoio laranja foi total. Miguel Côrte-Real, líder da bancada "laranja", explicou a tendência do voto: "O PSD não queria estar aqui a discutir a desvinculação. O PSD esteve no início deste processo, mas, depois, a lei foi feita pelo PS. O PSD, como fundador, tinha a expectativa de que a ANMP defendesse os municípios. Não é o que se verifica. Mas a responsabilidade por esta situação não é da ANMP. Os responsáveis por esta situação abusiva são o PS e o Governo".
Público
Rui Moreira diz que Governo vai ter de “negociar com os 307 municípios e com o Porto”.
Expresso
A Assembleia Municipal do Porto aprovou na noite desta segunda-feira a saída da autarquia da Associação Nacional de Municípios com os votos favoráveis dos independentes liderados por Rui Moreira, CHEGA e PSD e contra de BE, PS, CDU e PAN. O executivo municipal já tinha aprovado aquela desvinculação em reunião de câmara, com os votos a favor do movimento independente, a abstenção do vereador do PSD Alberto Machado e os votos contra do PS, BE, CDU e do social-democrata Vladimiro Feliz. A Câmara Municipal do Porto interpôs, em 25 de março, uma providência cautelar para travar a descentralização nas áreas da educação e da saúde. Em 04 de abril, o vereador da Educação da Câmara do Porto, Fernando Paulo, adiantou que a providência foi aceite, mas sem efeitos suspensivos, o que levou a autarquia a "acomodar" as competências. Após recurso, o Supremo Tribunal Administrativo (STA) declarou-se na sexta-feira “incompetente” para decidir sobre a providência cautelar interposta pela Câmara do Porto.
Observador
Câmara do Porto sai da Associação Nacional de Municípios Portugueses. Assembleia Municipal aprovou a saída da autarquia da Associação Nacional de Municípios Portugueses com votos a favor dos independentes liderados por Rui Moreira, Chega e PSD.
Correio da ManhãAs críticas ao processo de descentralização foram unânimes na Assembleia Municipal do Porto, que aprovou a saída da Associação Nacional de Municípios, mas PS, BE, PAN e CDU acusaram Rui Moreira de estar "a isolar" a autarquia. 
A saída do Porto da Associação Nacional de Municípios (ANMP) foi aprovada com 24 votos a favor dos deputados municipais independentes e do PSD, mais seis votos de presidentes de Juntas de Freguesia do município (30 no total) e com os votos contra dos oito deputados do PS, dos três da CDU, três do BE e um do PAN, além do voto do sétimo presidente de Junta (16 no total).
Porto.
Depois de aprovada pelo Executivo, em abril, a desvinculação do Porto da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), e a assunção de forma "independente e autónoma" das negociações com o Estado em relação à descentralização de competências, foi confirmada pela maioria na Assembleia Municipal, na noite desta segunda-feira, com os votos favoráveis do movimento Rui Moreira – Aqui Há Porto, do Partido Social Democrata (PSD) e do Chega. Apesar de reconhecidas críticas à atuação da ANMP durante as negociações do processo de descentralização de competências do estado central para as autarquias, todas as restantes forças políticas se opuseram à saída daquele organismo, com receio de que o Porto fique “isolado” na discussão. “Não sabemos se vamos ganhar ou perder. Sabemos que vamos passar a ter poder negocial”, considera Rui Moreira. O presidente da Câmara do Porto recusa a ideia de isolacionismo e reafirma a necessidade de “termos uma voz para dizer ‘não’, de ter “poder negocial, porque alguém usurpou o nosso direito de negociar”. “Queremos representar-nos a nós próprios”, sublinha o autarca, com a crença de que a aprovação por parte da assembleia é “um sinal claro e evidente de que nós temos soberania sobre a nossas contas, despesa, sobre o nosso território”. Rui Moreira partilhou, ainda, a preocupação com a flexibilização do “perímetro de endividamento dos municípios” depois de anunciada a retificação dos valores a transferir para as autarquias na área da educação. O presidente da Câmara do Porto acredita que a medida serve “para tentar convencer os municípios a aceitar um mau negócio”, mas diz que “o nosso voto não está à venda”. “Não queremos capacidade de endividamento, queremos que nos paguem aquilo a que temos direito”, reforçou.

 

  Parece que a coisa não vai ficar só pelo Porto - Câmara da Trofa está a "começar a encetar procedimentos" para sair da ANMP
O presidente da Câmara Municipal da Trofa, Sérgio Humberto, adiantou, esta terça-feira, que o município está a "começar a encetar os procedimentos" para, à semelhança do Porto, sair da Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP).



Publicado por Tovi às 07:34
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Terça-feira, 21 de Dezembro de 2021
Aprovadas as contas Municipais para 2022

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O Orçamento Municipal para 2022 foi aprovado em Assembleia Municipal, ao início da madrugada desta terça-feira, com os votos favoráveis do Movimento Rui Moreira, do PSD e do Chega (30 votos no total). O PS (9 votos) absteve-se. BE, CDU e PAN (7 votos no total) votaram contra.

 


O plano de investimentos para 2022 prevê 114,4 milhões de euros.
Ambiente, energia e qualidade de vida - 22 milhões de euros / 19,2%.
Reabilitação de habitação de renda apoiada - 18,5 milhões de euros / 16,2%.
Finalização da requalificação e instalação do Mercado do Bolhão - 5,5 milhões de euros / 4,8%.
Reabilitação de escolas - 9,7 milhões de euros / 8,5%.
Equipamentos desportivos - 5 milhões de euros / 4,4%.
Parques e jardins - 7,3 milhões de euros / 6,4%.
Iluminação pública com tecnologia LED - 6,5 milhões de euros / 5,7%.



Publicado por Tovi às 10:22
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Terça-feira, 7 de Dezembro de 2021
Encerramento da Feira do Cerco

Acompanhei com muito interesse este debate na sessão de ontem à noite da Assembleia Municipal do Porto e estou de acordo com o encerramento da Feira do Cerco a partir de 1 de janeiro de 2022, pois, como disse o vereador Ricardo Valente, em "200 feirantes, só 25 estavam legais" e que os restantes "175 não pagavam taxa, nem estavam registados", além da feira ser, segundo a ASAE, “um dos maiores centros de contrafação do Norte do país". Mas há que se ser célere na escolha de um novo local – feiródromo - onde os feirantes sérios e cumpridores possam exercer a sua atividade e os clientes tenham segurança e as mínimas comodidades.

 

  (Notícia do JN aqui)
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 Raúl Almeida, deputado do grupo municipal 'Rui Moreira: Aqui Há Porto' afirmou na sua intervenção: “Aquela feira é um corredor de contrafação e só por contrafação intelectual se pode defender a continuidade de algo que é a negação do Estado de direito”. .../... O cenário naquele mercado “não é digno” e “o ‘feiródromo’ não é um castigo. Pôr ordem é estigmatizar? Só por má-fé estamos aqui a dizer que não há soluções”. Raúl Almeida não tem dúvida de que “quem não quer respeitar as leis não pode ter lugar na cidade do Porto”. “O Cerco, Campanhã, merecem respeito e que o que surja não tenha nada a ver com o que agora existe”, defendeu, com a certeza de que “o Porto faz-se com todos, no respeito da dignidade de todos, sem anátemas, sem ideias de ‘guetização’.”
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Publicado por Tovi às 09:19
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Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2021
Não chamem a isto Descentralização

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Na sessão da ultima segunda-feira da Assembleia Municipal do Porto foi aprovada por maioria (9 votos contra dos deputados do PS) a não aceitação de competências em matéria de ação social para o ano 2021. Como bem disse o deputado Raul Almeida “não chamem a isto Descentralização”.

Infelizmente os deputados municipais do PS-Porto mais parecem "comissários políticos" do Largo do Rato. Nesta sessão da Assembleia Municipal do Porto a única voz favorável à aceitação das competências foi a da deputada socialista Fernanda Rodrigues: “Na apreciação do que está em causa importará pensar na descentralização enquanto processo. Há toda uma negociação a desenvolver. O papel dos municípios é insubstituível e julgamos que o Município do Porto terá vantagem em aceitar a transferência de competências”, afirmou a eleita socialista.

Um estudo da Universidade do Minho, desenvolvido pela equipa técnica coordenada por Linda Veiga, diz-nos que “o aumento estimado nas despesas decorrentes da transferência de competências na área da ação social situa-se um pouco acima dos 8,8 milhões de euros. Este valor é manifestamente superior à verba prevista pela Administração Central. Daqui resulta uma insuficiência de financiamento na ordem dos 6,9 milhões de euros que preocupa todos os municípios”.

 

  
Adao Fernando Batista BastosTenho muitas dúvidas e certamente quem vota sim ou sopas sem conhecer os documentos e suas implicações também deveria ter. De resto o estudo, creio que da Universidade Católica , ditando que os custos serão maiores que os benefícios poderão induzir a ideia de que a Regionalização também ficará cara. Ora o que estará em causa é a maior capacidade para os municípios intervierem em tempo oportuno e com maioria de conhecimento. Ficam as minhas reticências.
David RibeiroO presidente da Área Metropolitana do Porto, Eduardo Vítor Rodrigues, ilustre presidente de uma Câmara socialista, também recusou este "presente envenenado". Gostaria que me explicassem como é que as pequenas Câmaras Municipais, sempre com a tesouraria no negativo, irão aguentar isto. 



Publicado por Tovi às 07:27
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Sexta-feira, 15 de Outubro de 2021
Acordo de governação na Câmara do Porto

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A democracia é isto, saber encontrar parcerias capazes de validarem um projeto governativo para a nossa Cidade.

Com este acordo a quatro anos o Executivo Municipal fica assim: Rui Moreira + PSD = 8 vereadores (em 13 eleitos).
Na Assembleia Municipal teremos 15 deputados do movimento de Rui Moreira + 8 do PSD + 6 Presidentes de Junta (de Rui Moreira + PSD), num total de 29 deputados (para um total na AM de 46 deputados).
 
 

  Comunicado do Movimento Aqui Há Porto
O Movimento Aqui Há Porto, na sequência dos resultados eleitorais, deu início a uma reflexão no sentido de construir uma solução de governabilidade para a cidade.
O PSD, respeitando o princípio de que quem ganha as eleições autárquicas governa, mostrou disponibilidade para apoiar uma solução que incorpore algumas das suas principais propostas para a cidade, nomeadamente na redução da carga fiscal, na transferência de competências para as freguesias, na mobilidade, na criação de uma rede de creches e na redução da fatura da água.
Este acordo é feito com o objetivo de garantir a estabilidade governativa e acordar medidas para o futuro da Cidade.
O PSD não terá representação nos pelouros executivos, assim como nas empresas do universo municipal.
Na Assembleia Municipal, o PSD irá apresentar a candidatura do Prof. Sebastião Feyo de Azevedo, antigo reitor da Universidade do Porto, como candidato a Presidente da Mesa deste Órgão. Esta candidatura será subscrita e apoiada pelo Movimento Aqui Há Porto.
Francisco Ramos, Presidente do “Porto, O Nosso Movimento” refere “o Dr. Miguel Pereira Leite, empenhado, como sempre, numa solução de estabilidade e governabilidade não será recandidato ao cargo. O Movimento agradece e enaltece o trabalho que desenvolveu, ao serviço da Cidade, ao longo dos últimos 8 anos na liderança da Assembleia Municipal”.
Miguel Seabra, Presidente do PSD Porto, “enaltece a candidatura do Professor Sebastião Feyo de Azevedo, personalidade de reconhecido mérito na Cidade e no País, que muito prestigiará a Assembleia Municipal e o Porto”.

 
 
  Comunicado de Miguel Pereira Leite
Queridas Amigas e Amigos,

Na sequência das conversações que têm existido ao longo das últimas semanas na sequência dos resultados eleitorais do passado dia 26 de Setembro, algumas das quais que já vêm sendo objeto de vários comentários na Imprensa, foi alcançado um princípio de acordo que torna possível assegurar a governabilidade da Cidade ao longo dos próximos 4 anos.
Foi-me assegurado que esse acordo será formal, escrito, assinado e será tornado público – e, embora desconheça o seu teor em rigor, creio que os seus aspetos essenciais vos serão dados a conhecer de seguida.
Em conversações com o Dr. Rui Moreira, Presidente eleito da Câmara Municipal a quem saúdo, a última das quais teve lugar hoje, esta mesma manhã, foi-me transmitido que este Acordo lhe assegura as condições essenciais de Governabilidade da Cidade.
Os acordos – como bem sabem – têm sempre condições de parte a parte e, deste acordo, resulta a exigência pela outra parte de ser atribuído ao seu candidato o lugar de Presidente da Assembleia Municipal.
Mediante estes factos, mediante este acordo que, repito, será formal e público, tomei hoje mesmo a decisão de não apresentar a minha candidatura à Presidência da Assembleia Municipal do Porto.
Nas presentes circunstâncias, esta é uma decisão minha, pessoal e inalieável.
Quero que saibam que:
i)  Tomei esta decisão por inabalável lealdade aos ideiais que me orientam no exercício da minha participação cívica e da minha ação política e que me / nos trouxeram até aqui e que convosco e com todos partilhei nesta última eleição – eleição essa que, nunca é demais recordá-lo, vencemos!
ii)  Por lealdade, respeito, consideração e gratidão a todos os elementos – sem exceção ou esquecimento – de uma equipa que comigo cruzaram este caminho que nos trouxe até aqui, parte da qual se encontra aqui presente.
iii)  Por lealdade a quem tem de assumir a gestão e a governação deste nosso Porto – o Dr. Rui Moreira, Presidente da Câmara eleito e líder aclamado deste nosso Movimento.
iv)  Por uma inquebrantável lealdade à nossa cidade do Porto, aos nossos concidadãos, por quem somos eleitos para servir e que de nós esperam uma governação responsável! E que, pela minha parte, tudo farei para que existam condições para assegurar.
Nunca temi as eleições, mas também nunca estive agarrado a cargos ou lugares e esse foi sempre um valor que também nos uniu.
Agradeço reconhecidamente a confiança que em mim depositaram ao longo destes já longos anos de exercício destas funções.
Sabem que podem e poderão contar sempre comigo e a todos desejo um bom Mandato, unidos em redor do Presidente da Câmara eleito e dos princípios e valores que sempre nortearam esta nossa caminhada.
Miguel Pereira Leite,
13 de outubro de 2021

 

  Tiago Barbosa Ribeiro, no Facebook em 13out2021
De forma não especialmente surpreendente, o PSD entregou-se a Rui Moreira para os próximos 4 anos. É quase cómico, mas a prometida "oposição" não sobreviveu sequer à tomada de posse, no próximo dia 20. Após este acordo de bastidores, o PSD passa a somar os seus eleitos a Rui Moreira/CDS/IL e defrauda quem votou nesse partido com a expectativa da alternativa que foi apresentada em campanha.
Ao fazê-lo, como é evidente, deixa para outros partidos o trabalho de escrutínio democrático e de construção da alternativa. E o PS não faltará ao Porto nem faltará com a sua palavra. Quando perdemos isso, perdemos quase tudo. O descrédito de parte da vida política resulta da falta de palavra, dos entendimentos contra-natura e opacos, da troca de apoios por lugares.
O PSD e Rui Moreira trocaram violentíssimas acusações durante a campanha e nos debates, bateram no peito uns contra os outros, por vezes raiando o insulto. Rui Moreira chamou a um dirigente do PSD "o Putin de Paranhos", menorizou o candidato do PSD à Câmara, afirmou que Rui Rio deveria ter sido expulso do PSD, chamou-lhe "complexado", diminuiu e atacou os seus candidatos. Vladimiro Feliz, por seu turno, acusou Moreira de se "transformar num autarca vulgar", enunciou divergências radicais com Rui Moreira, descreveu-o como um "autarca ferido com o caso Selminho", que foi abundantemente usado pelo PSD como arma de arremesso eleitoral (algo que o PS, respeitando a presunção de inocência, jamais fez) e garantiu que nunca existiria qualquer entendimento entre ambos. Depois de tudo isto e bastante mais, assinam um acordo. É o acordo do descrédito.
Eu disse durante a campanha - e reiterei na noite eleitoral - que o PS iria assumir o seu papel de oposição no Porto se fosse essa a vontade dos eleitores. E, recusando participar no leilão que se verificou em certas esferas da cidade nos últimos dias, é exactamente isso que faremos. Seremos oposição construtiva, apoiando as medidas positivas para a cidade independentemente da sua origem, e trabalhando para que várias das propostas que apresentámos à cidade sejam concretizadas. O PSD desistiu, mas o PS nunca faltará ao Porto. Nem com a sua palavra.
Vamos ao trabalho!

 

  Expresso, 14out2021 às 12h16
CDU lança duras críticas ao independente Rui Moreira por deixar cair desamparado o seu candidato a líder da Assembleia Municipal, Miguel Pereira Leite, e deixa sério aviso ao CDS, despromovido relativamente ao agora parceiro de governação, o PSD.



Publicado por Tovi às 07:49
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Terça-feira, 12 de Outubro de 2021
Ter ou não ter maioria absoluta... no Porto

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Durante a última legislatura autárquica o movimento independente de Rui Moreira não tinha maioria absoluta na Assembleia Municipal e lá tivemos que ir aprovando os vários documentos à discussão, umas vezes somando aos nossos os votos de uns e outras vezes os de outros. Deu mais trabalho, é certo, mas de uma forma democrática o executivo de Rui Moreira conseguiu governar a Cidade.

 Jose BandeiraA partidocracia não quer perder a oportunidade de atacar Rui Moreira e, sobretudo, o que ele representa: a possibilidade dos cidadãos assumirem a condução dos seus municípios à revelia da máfia dos partidos. É uma guerra estúpida, no contexto daquilo a que esses partidos nos vêm demonstrando há muito que são; mas no fim haverá um vencedor, e esse vencedor será o Porto. Preparem-se pois as hostes dado que o que daqui sair será determinante para o futuro de qualquer dos lados.

  Jorge De Freitas Monteiro - Embalado pelas sondagens que lhe davam uma maioria absoluta folgada Rui Moreira conduziu uma campanha agressiva e arrogante em relação às outras candidaturas e queimou pontes. O discurso anti partidos que sempre o caracterizou também subiu de tom. Aliás isso explica em parte alguns comentários aqui feitos. Agora, face ao veredicto dos eleitores, Rui Moreira depende dos partidos. Como se costuma dizer: quem bem faz a cama melhor nela se deita. Penso que os partidos mostrarão mais bom senso e mais maturidade democrática do que Rui Moreira e que será possível ir forjando os consensos necessários para a governação da CMP.

  António Maria - Jorge De Freitas Monteiro, certamente os partidos, ou seja essa malandragem dos partidos, vai concerteza mostrar mais maturidade, bom senso e espirito democrático, não tenha dúvidas...

  Jorge De Freitas Monteiro - António Maria, não tenho mesmo. Aliás é bem sabido que malandragem e, acrescento eu, oportunistas, só nos partidos… 😉



Publicado por Tovi às 07:08
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