"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Segunda-feira, 20 de Junho de 2016
Elisa Ferreira deixa o Parlamento Europeu

Elisa Ferreira 20Jun2016 aa.jpg

Conheci pessoalmente Elisa Ferreira durante a campanha das Autárquicas2009, eleição que perdeu para Rui Rio, como todos nos recordamos, e desde então tenho acompanhado com interesse a sua activa participação na coordenação dos socialistas europeus na Comissão de Assuntos Económicos e Monetários (ECON) do Parlamento Europeu. A economista portuense deixa hoje o cargo de eurodeputada para assumir funções de administradora no Banco de Portugal, o que, no meu entender, será uma mais-valia para Portugal, pois ela é certamente quem melhor conhece a legislação europeia e os mecanismos da supervisão bancária.

Voto das maiores felicidades para Elisa Ferreira, neste seu regresso ao “rectângulo à beira-mar plantado”.



Publicado por Tovi às 12:36
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Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2015
Os danos colaterais do estrebuchar do BANIF

 BANIF 22Dez2015 aa.jpg

Lá vão os deputados do PSD e do CDS terem que “salvar” o Orçamento Rectificativo de António Costa.

 

  Comentários no Facebook

«Gonçalo Graça Moura» >> infelizmente tens razão...

«Gonçalo Lavadinho» >> Começou cedo...

«João Simões» >> Orçamento retificativo que teve de ser preparado para acomodar a irresponsabilidade de passos e miss swap.

«Diogo Quental» >> O Passos não é banqueiro. Infelizmente, temos banqueiros que nem para gerir uma padaria teriam preparação. É tempo de serem responsabilizados e escrutinados. E supervisão do Banco de Portugal, é tempo de acordarem. Os processos de recrutamento deveriam ser todos escrutinados também. Já chega de porcaria.

«João Simões» >> Meu caro a supervisão há muito que está debaixo de fogo. E que fez o anterior governo? Reconduziu o governador. O Passos sabia disto desde o ano passado e tentou esconder o que conduziu a maiores perdas para os contribuintes. Estamos a falar de mais de 2 mil milhões de euros.

«David Ribeiro» >> Era inevitável… tendo em consideração as posições dos comunistas nesta matéria.

«Diogo Quental» >> Crónica de uma morte anunciada. Que seja só a do PS, ainda que o país esteja de novo a ficar moribundo. Gostava de ver o Rui Rio reaparecer com candidato a PR. Ainda que não seja perfeito, tem arcaboiço para gerir a situação. Receio que o MRS vá ser uma anedota nas mãos do AC.

«Gonçalo Graça Moura» >> concordo com tudo menos com a do RR...

«Diogo Quental» >> Realpolitik.

«Gonçalo Graça Moura» >> é dos políticos em quem eu não confio e em quem me recuso a votar, nem que fosse o último candidato viável... felizmente a "vaga de fundo" que tentou tomar não passou dos tornozelos... ia ser outro a lamber botas à Alemanha, como já demonstrou no passado.

«David Ribeiro» >> Eu cá gosto do Parlamento a funcionar... umas vezes á esquerda, outras vezes à direita, isto é DEMOCRACIA.

«Diogo Quental» >> Tal como na estatística, só podes tirar conclusões quando a amostra é representativa. O que tens no parlamento é uma autêntica desgraça, que é sim representativa da desgraça que nós somos, mas não de esquerda, nem direita, nem de nada. Não há filosofia, pensamento, direcção. Quando pensarmos em criar riqueza, em vez de distribuir migalhas, as coisas mudarão. É preciso acabar com a demagogia e com a ilusão de que há riqueza sem o nosso trabalho.

«Jorge Veiga» >> Para já o que me parece é um pendulo.

«Gonçalo Graça Moura» >> não é do funcionamento do parlamento que se trata, mas da coragem para tomar medidas quando elas são necessárias! o único partido que vai sair daqui de cara erguida vai ser, por incrível que pareça, o PCP!

«Diogo Quental» >> A meu ver Gonçalo, o parlamento com 1/4 dos deputados, bem pagos e bem escolhidos, faria bem melhor. Actualmente está ao nível de uma reunião de condomínio.

«Gonçalo Graça Moura» >> plenamente de acordo!

«Ricardo Nuno» >> Reuniao de condominio é definição perfeita ! quanto a democracia e cultura democratica eu acho que é a capacidade de chegar a consensos , de a determinada altura por os interesses gerais acima ou em equivalencia dos interesses particulares e isso falta tudo na nossa democracia .

«Vítor Carla Sequeira» >> Amigos para sempre (PPD-CDS-PS) e esta noticia é Politica e bem metida, a independência sempre presente por gentes ditas do norte.

«Jose Pinto Pais» >> Isto tem um nome : DEMOCRACIA

David Ribeiro >> Eu também acho CHOCANTE o que aconteceu no BANIF, mas dito pelo presidente do banco britânico Lloyds tem mais impacto mediático - Horta Osório diz que é “chocante” e defende auditoria externa

 

  Parlamento - Orçamento Retificativo

Discussão e votação da Proposta de Lei n.º 8/XIII/1ª​, que procede à primeira alteração à Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro​ (Orçamento do Estado para 2015).

«David Ribeiro» >> Para já e depois de ouvir João Almeida do CDS na manhã de hoje no debate parlamentar, fiquei a saber que o grande culpado do que se passou no BANIF foi a TVI ao dar a conhecer aos portugueses uma fuga de informação. Haja paciência…

«Diogo Quental» >> No sistema em que vivemos a confiança é crucial. A TVI pode não ter culpa, mas teve impacto no resultado.

«David Ribeiro» >> A TVI só deu a conhecer o estado calamitoso em que se encontrava o banco, informação que os senhores do poder (os actuais e os anteriores, mais o BdP) nos sonegavam.

«Carla Sequeira» >> Pois pois muito independente a TVI, felizmente a assuntos bem debatidos na rede ao contrario da contra informação de alguns. Banif: a força de acreditar (num esquema envolvendo TVI, Grupo Prisa e Santander)

«David Ribeiro» >> O Orçamento Retificativo foi aprovado com os votos a favor do PS (mais três deputados do PSD/Madeira), abstenção do PSD e votos contra dos restantes partidos (CDS, PCP, BE, Verdes e PAN).

«João Simões» >> Como dizia ontem um diretor de um meio de comunicação, o orçamento retificativo deveria ser aprovado apenas com os votos do paulinho, da miss swap e do passos e o resto abstenção. Quem andou a adiar o problema foram essas 3 personagens, com graves implicações para os contribuintes.



Publicado por Tovi às 09:26
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Sexta-feira, 22 de Agosto de 2014
Dívida pública igual a 134% do PIB

{#emotions_dlg.blushed} Não pode ser!... Ou é erro de contas do Banco de Portugal ou o jornalista que redigiu esta notícia enganou-se. Então não estávamos no bom caminho?... E o Sócrates não é que era o gastador?...


«Loja Do Pecado Guimaraes» no Facebook >> Podíamos juntar num sanatório para doentes com problemas de gastos compulsivos o Eng Pinóquio de Sócrates,  o prof Tabaco Silva o Candidato Santana Nigt Lopes e o Passos Coelho para jogarem a lerpa e ficarem por lá até à eternidade.

«Henrique Camões» no Facebook >> Sem esquecer o iniciador da festa, o Guterres e os seus zig-zag's, que abandonou o barco quando viu que não tinha conserto, e ainda tem a lata de vir candidatar-se à presidência, este fica a arbitro da partida.

«David Ribeiro» no Facebook >> E antes dele o Cavaco, que quando Primeiro-Ministro também foi muito jeitoso.

«José Costa Pinto» no Facebook >> É preciso perceber um pouco de cálculo diferencial e integral... Caro David Ribeiro, eu explico em termos não matemáticos: o valor do défice em percentagem do PIB — que é aquilo que vem mencionado na notícia — é um quociente simples, entre o total acumulado do défice (DT) e o PIB. Logo: DT/PIB. No corrente ano atingiu, pelo que diz a notícia, 1,34, ou seja, 134%. A aritmética simples diz-nos que este quociente só diminui se se verificar uma de duas condições ou as duas em simultâneo: (1) se o numerador baixar mais depressa do que o denominador ou (2) se o denominador subir mais depressa do que o numerador. Isto é assim grosso modo, experimente com uns valores simples, para ver no que dá. Acontece porém que, em Portugal, somos orçamentalmente deficitários desde há muitos anos, e continuámos a sê-lo mesmo depois de 2011, com os cortes todos que têm existido. Quer dizer, o numerador, que é um acumulado, tem sempre subido, mesmo que o défice tenha diminuído, e o denominador, o PIB, pouco tem subido ou não tem subido o suficiente para se verificar uma das duas condições acima. Daí a ilusão criada pela notícia. Parece que não se faz esforço, mas faz-se. O problema é que o nosso PIB precisa de crescer muito mais do que o défice anual, e este, de preferência, precisava de ser zero ou até negativo. Coisas das funções matemáticas...

«Jorge Veiga» no Facebook >> Pois, mas parece-me que mesmo com a matemática toda, Portugal deve mais. Será assim?

«José Costa Pinto» no Facebook >> Sim, é assim. Um exemplo simples. Suponha-se que Portugal devia, em 2013, 132 e tinha um PIB de 100. Isto significa que, no final de 2013, o défice total era de 132% do PIB. Suponha-se que no ano de 2014, Portugal tinha um défice de 4% e um crescimento do PIB de 2%. Note-se que estes valores são optimistas, e que a realidade de 2014 é bem pior. Mas aceitemos estes números. Qual é a dívida em percentagem do PIB no final de 2014? É exactamente 132,53%. Quer dizer, cresceu a dívida total, que passou de 132 para 135, e o PIB, que cresceu de 100 para 102. Mas o numerador cresceu mais do que o denominador. Só baixará a percentagem da dívida se conseguirmos aumentos do PIB superiores ao aumento do défice. E a dívida - o numerador - crescerá em valor absoluto. Só baixará se houver superhavit orçamental, e esse superhavit for usado para liquidar a dívida remanescente.

«Jorge Veiga» no Facbook >> entendi. Apesar da melhoria, pioramos... kkk

«José Costa Pinto» no Facebook >> Convém perceber o que está em causa, para não haver bitaites infundados. Infelizmente a comunicação social, que deveria ter uma função pedagógica, não a tem neste caso. A realidade é bem pior do que se pensa.

«Jorge Veiga» no Facebook >> Eu percebi. Mas na verdade é o que eu disse: Melhoramos, mas pioramos.

«José Costa Pinto» no Facebook >> Sim. Precisamos de melhorar ainda mais. Só que não há maneira de melhorar sem baixar brutalmente a despesa pública e fazer subir o PIB. Isto é coisa quase milagrosa, a não ser que encontremos petróleo. Daí que as frases genéricas dos políticos sejam completamente destituídas de substância e se destinem apenas a preencher o vazio. Mas é para isso que servem os políticos, para construir uma narrativa tranquilizadora. Veja-se esta notícia do i, com mais números - Dívida. Famílias ajustam, Estado e grandes empresas não. Note-se que o problema está sobretudo no sector da Administração Pública, a qual inclui as empresas do sector empresarial do Estado (REFER, CP, etc.) com défices anuais enormes. O montante do défice nacional da responsabilidade das famílias e do sector privado até que tem baixado.



Publicado por Tovi às 09:31
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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2014
O fim do BES

Em teoria e para um cidadão minimamente informado como eu me considero, tudo o que Carlos Costa do Banco de Portugal nos disse ontem à noite sobre as alterações a fazer de imediato no BES, parece-me bem e aceitável. O pior é que já andamos por cá há uns anitos e a forma como as coisas têm acontecido neste nosso Pais não me dão quaisquer garantias de que não seremos nós, os contribuintes, a pagar esta desgraça com que a família Espírito Santo nos tramou. Mais do que nunca é agora que eu gostaria de ver os Tribunais a serem céleres e justos, como sempre deviam ser.


«Jorge Garcia» no Facebook >> Carlos Costa devia ter começado assim: Portugueses de segunda, tenho duas noticias para vos contar, uma boa e outra má... E houve alguém que disse: estamos em época de vacances andamos todos distraidos e por isso conta só a boa. E ele contou.

«Kim Tutatux» no Facebook >> E OS OTÁRIOS CONTINUAM COMO SE NADA SE PASSASSE. POVO MAIS OTÁRIO QUE PERMITE QUE UM GRUPO DE MAFIOSOS O ROUBEM E CONTINUA COMO SE NADA SE PASSASSE. O T Á R I O S !!!!!!!

«Fatima Sousa» no Facebook >> Não acredito que os contribuinte fiquem imunes a estas roubalheiras DO DONO DISTO

«José Camilo» no Facebook >> Não foi a família E.S. que nos tramou. Foram os sucessivos governos desde a chegada do Cavaquinho. Já o Eça se queixava do Cavaco e ainda este não tinha nascido. Deixem-se de opiniões disparatadas e passem para outra. Foda-se, que isto já cansa mais os estados "unidos" da europa.

«João Simões» no Facebook >> Falta de supervisão.como alguém já disse por aí. Já que o governador do BdP afirmou ontem que não conseguem controlar estas situações então o melhor é começar a cortar as gorduras por aí, não?

«Pedro Felgar Couteiro» no Facebook >> Novo? Só mudam as moscas. Quem fez m*rda vai brincar para a Comporta... Na falsa da elementar justiça, há uma prisão Semporta: chama-se caixão

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.star} O Novo Banco vai ter unicamente um accionista - Fundo de Resolução – que detém todo o seu capital social. Desta forma todas as acções do BES passarão para o “banco mau”, sejam elas de grandes accionistas ou de pequenos investidores e integrarão o processo de liquidação judicial. Ainda vamos ter muito para perguntar ao Banco de Portugal, pois não me parece minimamente razoável que qualquer pequeno investidor em acções do BES venha a ter que assumir os prejuízos resultantes do desequilíbrio financeiro do banco.

«Pica Miolos» no Facebook >> Um accionista (pequeno ou grande) é proprietário! Não percebo qual é a duvida na razoabilidade da sua responsabilização!

«José Camilo» no Facebook >> Quem falou em liquidação judicial?

«David Ribeiro» no Facebook >> Está no comunicado do BES... é só ir lá ver: "Os acionistas do BES assumem prioritariamente os prejuízos resultantes do desequilíbrio financeiro do BES. A circunstância de ter sido transferido um conjunto de ativos e passivos do BES não confere aos seus acionistas, por si só, o direito a qualquer indemnização. Tendo em conta que a atividade do BES que não foi transferida para o Novo Banco integrará o processo de liquidação judicial, os direitos que poderão caber aos acionistas deverão ser exercidos no processo de liquidação do BES, nos termos da lei."

«Jorge De Freitas Monteiro» no Facebook >> Um accionista não fez um deposito, comprou uma fracção de uma empresa. Pode ter um rendimento superior ao de um deposito ou pode perder o capital. São e sempre foram as regras do jogo.

«David Ribeiro» no Facebook >> Perder o capital num caso destes é mais que óbvio... agora ter responsabilidade criminal é outra coisa.

«Guilherme Lickfold» no Fcebook >> pois, mas é mesmo assim. Conheço alguns accionistas do antigo bpn que nem um cêntimo receberam.

«Jorge De Freitas Monteiro» no Facebook >> A responsabilidade criminal é so dos gestores, não do accionista sem intervenção na gestão.

«David Ribeiro» no Facebook >> É a isso que me refiro... Os grandes investidores (que normalmente têm poderes de gestão) têm que ser responsabilizados criminalmente e eventualmente serem também responsabilizados perante os pequenos accionistas pelas suas asneiras e/ou falcatruas.

«Jorge De Freitas Monteiro» no Facebook >> Pareceu-me que não era isso: "não me parece minimamente razoável que qualquer pequeno investidor em acções do BES venha a ter que assumir os prejuízos resultantes do desequilíbrio financeiro do banco."

«David Ribeiro» no Facebook >> Culpa minha que não me expressei convenientemente. Mas para um muito pequeno investidor perder tudo faz parte do "jogo", mas convenhamos que não é propriamente a mesma coisa que um grande acionista.

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.star} Dia “zero” para a condenação da quadrilha liderada por Ricardo Salgado – Ficamos ontem a saber que o Banco de Portugal já está a levar a cabo uma auditoria forense que irá permitir avaliar as responsabilidades individuais de Ricardo Salgado (presidente da anterior comissão executiva do BES) e de Morais Pires (anterior administrador com o pelouro financeiro), além de outros membros da comissão executiva. Vamos lá a ver até onde nos leva esta investigação. Será que é desta que “os grandes” também sentam o cu no mocho em crimes de colarinho branco?

«João Pedro Baltazar Lázaro» no Facebook >> Ui! Até a União Europeia há-de correr connosco!

«António Vidal» no Facebook >> O Ricardo Insosso, para além das culpas que tem,caiu em desgraça e vai ser o bode expiatório, de muita gente que faz o mesmo noutros bancos, e agora estão caladinhos que nem ratos, porque o sistema financeiro da Europa não aguenta muitos bancos com tantos esqueletos guardádos.

«João Pedro Baltazar Lázaro» no Facebok >> O que eu não percebo é até quando é que vamos permitir que as coisas sejam assim. Não sou nem abstencionista, nem fascista, nem anarquista, e apátrida também não. Estou é farto de ver sempre o mesmo padrão: ricos mais ricos e pobres mais pobres. Isto é uma democracia. Nós SOMOS o Estado. E tem de haver MÃO nestas coisas. Quanto mais poder e riqueza uma pessoa tenha, mais controlado devia ser - e mais severamente punido quando faz alguma coisa que não devia. E não é deixar as pessoas ricas ficar com os seus empregos independentemente do mal que façam e tirar aos pobres tudo o que têm mesmo que não tenha feito nada de errado.



Publicado por Tovi às 10:24
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Sexta-feira, 20 de Junho de 2014
Guerra dentro do BES

A Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) não brincou em serviço e acaba de suspender na manhã desta sexta-feira a negociação das ações do Banco Espírito Santo e do Espírito Santo Financial Group até à divulgação de informação relevante sobre a saída de Ricardo Salgado da liderança do banco.  Já ontem à noite o Banco de Portugal impôs que José Maria Ricciardi, Pedro Mosqueira do Amaral e Abecassis Espírito Santo acompanhassem Ricardo Salgado na saída do conselho de administração do BES, por não reconhecer idoneidade a administradores que têm telhado de vidro nas investigações à Espírito Santo International, no Luxemburgo.


«Zé Carlos» no Facebook >> Também no Banco de Portugal, ao contrário do que aconteceu com o lamentável "génio" Vítor Constâncio, a actual administração não anda a dormir nem a fazer favores à gentalha da banca na esperança de um tacho no futuro.



Publicado por Tovi às 08:54
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