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Francisco Rocha Antunes - Enquanto uns destroem barragens, outros querem que alguém se renda quando é atacado
Isabel Sousa Braga - Trabalhar para a paz ou para a saúde não dá dinheiro
David Ribeiro - Pois é, Isabel Sousa Braga... imaginem quanto custa cada um destes "supositórios".
Isabel Sousa Braga - David Ribeiro custa-nos o couro e o cabelo
Jose Riobom - A Paz, a maior parte das vezes, só se conquista fazendo a guerra. É só olhar o passado milenar da Europa. Uma Europa que nunca será una, em função das suas desigualdades sociais, politicas, rácicas e religiosas. Querer misturar tudo isto num caldeirão e obter uma Europa sem guerras era a prova, provada que um qualquer Deus realmente existe. Durante algum tempo, e sempre em períodos muito limitados, alguns, mas sempre com base em ferozes ditaduras o conseguram. Veja-se, para não citar outros, Tito e a Jugoslávia, hoje como dantes, uma manta de retalhos e ódios insanáveis. Isto não esquecendo a nossa tão festejada "independência" e a "conquista" de Lisboa aos Mouros, que segundo consta não foi obtida numa bela festa com uma grande almoçarada, bem regada pelos excelentes vinhos Ibéricos, seguido por um enorme concerto dos Xutos e Pontapés. Enquanto o dinheiro, o poder e a ganância forem as molas reais, que por todo o mundo fez escola, saído, ensinado e espalhado por esta Europa por esse mundo fora, a Paz, só será possível, em curtos períodos, depois de guerras, até ao dia em que um maluquinho qualquer resolva carregar num botão nuclear, ou um "calhau" aí perdido no Universo resolva acertar nesta bola que roda em volta do Sol.
Rüdiger Rauls in GeoPol.pt - 6jun2023
Talvez a Ucrânia venha a sofrer em breve o mesmo destino que o Iraque, a Líbia e o Afeganistão. Os EUA retiram-se e deixam para trás um país devastado porque os seus interesses mudaram. Talvez seja por isso que está a demorar tanto tempo a entregar os tanques Abrams, os F-16 e os sistemas Patriot. Precisam de tudo o que lhes resta para se prepararem para o conflito com a China.![]()
Jorge Veiga - Quem deixa os países devastados é a Rússia...
Jorge De Freitas Monteiro - Jorge Veiga, como no Irak, no Afeganistão, na Líbia, no Vietnam… Para não falar de outros primores como a chamada Operação Condor na América Latina… São mesmo maus os russos.
Jorge Veiga - Jorge De Freitas Monteiro julgo que há mais países, mas esses chegam.
Zhao Huasheng, professor na Fudan University e perito do Russian International Affairs Council (RIAC)
Uma definição mais exata da posição da China no conflito Rússia-Ucrânia não é a neutralidade, mas a intervenção construtiva. Ao contrário dos EUA e do Ocidente, com as suas políticas de confronto, a política da China não se baseia na tomada de partido, mas centra-se na obtenção de resultados frutuosos.
Francisco Rocha Antunes - Como é possível procurar uma equidistância com a brutalidade de uma invasão que foi condenada pela esmagadora maioria dos países do mundo?
Luis Barata - Uns queridos ...
Al Jazeera 7jun2023
Em seus primeiros comentários públicos sobre a explosão da barragem de Nova Kakhovka, que causou inundações em massa, o presidente russo, Vladimir Putin, acusa a Ucrânia de um “ato bárbaro”. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que culpou Moscovo pela explosão da barragem, disse que as forças apoiadas pela Rússia estão falhando em seus esforços para evacuar os residentes das áreas ocupadas afetadas, dizendo que o fornecimento de água potável e o reassentamento devem ser priorizados. Cerca de 42.000 pessoas correm o risco de inundações em áreas controladas pela Rússia e pela Ucrânia ao longo do rio Dnipro depois que a barragem foi destruída na terça-feira. Uma autoridade ucraniana disse que a prometida contra-ofensiva de Kiev contra as tropas russas ainda não começou.
AP Photo/Libkos - in CNN Portugal às 14h41 de 7jun2023
Kherson debaixo de água. Casas destruídas, ruas alagadas, muitos a tentar escapar, outros tantos a tentar salvar os seus animais. O colapso da barragem em Nova Kakhovka está a provocar o caos na cidade e o nível da água continua a subir.![]()
Carlos Almeida - Um crime ucraniano!! Um crime do regime nazi ucraniano! Um crime nazi!
Manuel Rocha - Carlos Almeida ,como sabe?
Carlos Almeida - Manuel Rocha ???? Os russos bombardeiam-se a si próprios??! O regime ucraniano não é nazi??? Onde está a dúvida??!!!
Manuel Rocha - Carlos Almeida ,vê-se perfeitamente que não percebe nada d'órta e faz que nada percebe!Pergunta se os russos se bombardeiam a eles próprios?Tem que fazer esse tipo de perguntas ao putin desde o famigerado submarino kursk,aos assassinatos constantes a jornalistas e opositores russos...Está a falar em nazismo?Curiosíssima essa sua "honestidade" intelectual...Basta tentar perceber quem invade e quem se defende!Basta olhar para as cidades inteiras destruídas de um País soberano e milhares e milhares de mortes que não param de acontecer provocadas pelos invasor assassino tal como faziam os nazis alemães na segunda guerra mundial,percebe-se que apenas o sr. Não tem dúvidas nenhumas.
Carlos Almeida - Manuel Rocha Conversa fiada de nazi ressabiado, com a esperança a ir-se. Os nazis agora na Ucrânia vão ter o mesmo destino que tiveram os nazis alemães, ucranianos, austríacos, finlandeses, letónios, estónios e lituanos na segunda grande guerra. Provocam sempre guerras que inevitavelmente perdem. Do que diz é só isto que se tira… A propaganda e a desinformação nazis não alteram a realidade. Manuel Rocha Não se mace… Não vale a pena…
Manuel Rocha - Carlos Almeida ,claro que não me maço... O Sr. é que anda amassado com lavagens cerebrais,basta saber que Zelensky é judeu e que a outra figura que o cumprimenta é tudo menos nazi, não confunda Nacionalismo numa guerra em que se defende a sua própria integridade...É só para lhe lembrar se é que sabe... Tanto o nazismo como o comunismo são expressamente proibidos na Ucrânia precisamente pelas mesmas razões.
Carlos Almeida - Manuel Rocha Não diga mentiras!! Para além do mais ridículas, de tão desconformes com a realidade!!!
O que é proibido na Ucrânia é tudo que não seja nazi!!! Incluindo o partido socialista e o social-democrata!! Mas por que será que os simpatizantes do nazismo lhe querem chamar sempre outra coisa?… Será porque tem mau nome?? Porque perdeu a guerra?? Mas isso não lhes vai valer de nada: vão ter pior nome ainda e perder outra guerra! Ah, o racismo supremacista xenofobico ultranacionalista (vulgo nazismo…) não tem nada a ver com judeus… É contra etnias consideradas inaceitáveis ou inferiores: foram os judeus, ou os ciganos, ou os russos agora, ou os palestinianos… É verdade, há judeus nazis… A mentalidade nazi não tem etnia… persegue etnias!!
Jose Pinto Pais - Felizmente existem comunas iluminados que nos ilucidam
08h41 - Proteção temporária de mulheres e crianças da Ucrânia na UE falha em apoios específicos.
08h42 - Mais de 2000 pessoas retiradas devido à destruição de barragem.
08h50 - Três pessoas morreram afogadas depois da destruição da barragem em Kherson.
09h42 - Moscovo reconhece "tentativas positivas para a paz" do papa Francisco.
09h47 - "A retirada (das vítimas das inundações) continua. Sob fogo", denuncia Zelensky.
09h56 - Zelensky visita Kherson.
10h16 - UE aponta a Rússia como autor "muito provável" da explosão da barragem.
11h48 - Inundações agravam riscos associados a minas.
12h39 - Rússia quer que Tribunal Internacional de Justiça rejeite caso sobre a Crimeia.
12h50 - Explosão da barragem está a mudar geografia de Kherson.
13h24 - Índia não planeia convidar a Ucrânia para a cimeira do G20.
13h29 - Parlamento suíço rejeita apoio de 5,1 milhões de euros à Ucrânia.
O parlamento suíço rejeitou um projeto de apoio à Ucrânia no valor de 5,1 mil milhões de euros nos próximos 10 anos. A decisão, esta quinta-feira, surge uma semana antes de o Presidente ucraniano discursar por videoconferência para os deputados helvéticos. O plano recebeu 105 votos contra, maioritariamente da direita, e 86 a favor, informou a estação de televisão suíça RTS. Países que no passado compraram armas à Suíça, como a Alemanha, a Dinamarca e a Espanha, pedem ao Governo suíço, desde 2022, autorização para as revender à Ucrânia, mas Berna rejeitou até agora esses pedidos argumentando que as leis que protegem a sua neutralidade histórica proíbem a venda direta ou indireta das suas armas a países em guerra. Apesar da rejeição do plano de ajuda, a Suíça já investiu 1,84 mil milhões de euros na Ucrânia e nos países vizinhos afetados pelo conflito até 2028, recordou o ministro dos Negócios Estrangeiros suíço, Ignazio Cassis.
José Manuel Nero - Afinal na Europa, ainda há políticos com bom senso ![]()
Antero Filgueiras - José Manuel Nero a como é o quilo desse bom senso?! Esse bom senso é idêntico ao de Putin?
Fernando Duarte - Não esquecer que o primeiro partido na Suiça, e que tem a maioria nessa assembleia ( Conselho Nacional) é a UDC de extrema-direita, ou seja a maioria dos suíços votaram na extrema-direita. Enquanto que a maioria dos portugueses votaram no partido socialista. Deve ser por isso que os suíços vivem mal e com ordenados de miséria, por não terem a mesma visão politica que os portugueses!
13h48 - Ataque russo a Kherson provoca mortes e ferimentos entre os civis.
14h30 - Rússia acusa Ucrânia pela destruição da barragem.
O embaixador russo em Haia, Alexander Shulgin, acusou a Ucrânia de ter destruído a barragem de Karkhovka com "ataques de artilharia", noticia o jornal El Pais. O embaixador, que falava no Tribunal Internacional de Justiça, esta quinta-feira, sobre um outro caso, contestou assim a acusação contra “o Estado terrorista” russo apresentada pela Ucrânia no mesmo tribunal quarta-feira passada.
14h41 - Rússia diz ter refutado ofensiva ucraniana em Zaporijia.
15h49 - Ministro ucraniano da Energia pede mais eletricidade à Europa.
17h56 - Risco de cólera após destruição da barragem.
22h57 - Agência de Energia Atomática vai visitar central de Zaporijia para ver efeitos da destruição da barragem.

Os militares ucranianos dizem que a Rússia fez explodir a barragem de Kakhovka, na cidade de Nova Kakhovka, na parte controlada pela Rússia da região de Kherson. A administração militar da Ucrânia disse às pessoas para se prepararem para evacuar várias aldeias na margem direita do rio Dnipro devido ao alto risco de inundações.
Al Jazeera às 06h00 GMT de 6jun2023
A Ucrânia e a Rússia acusam-se mutuamente de destruir a barragem de Kakhovka (*) na parte controlada pela Rússia da região de Kherson. A administração militar da Ucrânia disse às pessoas para se prepararem para evacuar várias aldeias na margem direita do rio Dnipro devido ao alto risco de inundações. Enquanto isso, a administração russa instalada na região planeja evacuações de três distritos controlados pelo Kremlin perto do dique da barragem.
(*) O dique da barragem de Kakhovka, de concreto e terra, tem 16 metros de altura e 3.273 metros de comprimento. Localizada no rio Dnipro é uma das maiores infraestruturas do tipo na Ucrânia. A central hidrelétrica tem uma potência de 334,8 megawattss, segundo a operadora ucraniana Ukrgidroenergo. Construída em 1956, durante o período soviético, a represa hidrelétrica de Kakhovka permite enviar água para o canal da Crimeia do Norte, que começa no sul da Ucrânia e atravessa toda a península da Crimeia, ocupada e anexada por Moscovo desde 2014. Na mesma área fica o reservatório de Kakhovka, um depósito de água artificial formado no rio Dnieper, com 240 km de comprimento e até 23 km de largura.
Cronologia do 468.º dia do conflito (via jornal Expresso)
07h20 - Kiev acusa Rússia de destruir barragem e alerta para inundações.
08h04 - Russos “usam cada metro para o terror”, diz Zelensky sobre barragem de Kakhovka.
08h07 - Destruição da barragem de Kakhovka representa “ameaça de catástrofe ambiental”.
08h08 - Destruição de barragem pode ter “consequências negativas” para central de Zaporíjia.
08h18 - Kuleba acusa Rússia de “crime de guerra hediondo”.
09h28 - Russos acusam ucranianos de ataques à central de Kakhovka.
08h33 - Água da barragem de Kakhovka atingirá “nível crítico” em breve.
08h34 - Líderes da UE vão discutir apoio após “ataque sem precedentes” a barragem.
09h33 - Mais de 700 pessoas retiradas após destruição de barragem em Kherson.
09h42 - Inundações no Dniepre podem afetar 80 localidades.
08h43 - AIEA diz que cheias em Kakhovka não afetam Zaporíjia de imediato.
09h50 - Presidente moldava condena destruição de barragem e disponibiliza apoio.
09h59 - Líder da administração russa na Crimeia garante não existir risco de inundações.
10h12 - Stoltenberg condena “ato ultrajante” russo.
10h37 - Kiev denuncia Rússia como Estado terrorista no tribunal de Haia.
10h50 - Cruz Vermelha alerta que destruição de barragem pode ser crime de guerra.
11h36 - “Um ato abominável” e “um crime de guerra”, acusa o Reino Unido.
11h54 - Ucrânia pede reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU.
12h17 - Barragem foi sabotada pela Ucrânia, acusa o Kremlin.
13h06 - Barragem atacada é estrutura fundamental no sul da Ucrânia.
14h20 - Destruição de barragem leva ofensiva russa a “nível sem precedentes”.
19h19 - Kiev e autoridades separatistas anunciam retirada de milhares de civis das zonas inundadas.
19h21 - Guterres aponta destruição de barragem como "consequência devastadora" da invasão.
19h25 - Agência de Energia Atómica aponta "redução significativa" de água para refrigerar central de Zaporijia.
19h36 - UE mobiliza ajuda através de mecanismo de proteção civil após ataque a barragem.
21h06 - EUA ainda avaliam qual o país responsável por destruição de barragem.
21h11 - Organização Internacional para as Migrações (OIM) envia ajuda para afetados pela destruição da barragem.
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O Conselho de Segurança, o órgão máximo da Organização das Nações Unidas (ONU), composto por 15 membros, cinco dos quais permanentes e com direito de veto (China, EUA, França, Reino Unido e Rússia), reuniu-se hoje, pelas 21h00 (hora de Portugal Continental), para discutir a destruição da barragem de Kakhovka. "Na noite de 6 de junho, o regime de Kiev cometeu um crime impensável ao explodir a barragem da central hidroelétrica de Kakhovka, resultando numa descarga descontrolada de água no rio Dniepre", disse o embaixador russo junto à ONU, Vasily Nebenzya, nesta reunião do Conselho de Segurança. O diplomata russo acusou as autoridades ucranianas de já terem idealizado no ano passado um ataque contra esta infraestrutura, localizada numa zona sob controlo de tropas russas, e lamentou que o Conselho de Segurança nada tenha feito face a esses alertas. Moscovo enviou uma carta à ONU em outubro do ano passado na qual denunciava "os planos do regime de Kiev para destruir a barragem" e, em particular, a possibilidade de "lançar minas marítimas no rio Dniepre ou um ataque maciço com mísseis". Em declarações aos jornalistas antes do início da reunião, Nebenzya mostrou-se favorável a uma investigação da ONU ao incidente e lembrou que o seu país já tinha tentado, sem sucesso, que as Nações Unidas investigassem a sabotagem do gasoduto Nord Stream. Por sua vez, o embaixador ucraniano junto à ONU, Sergíy Kyslytsya, acusou Moscovo de "detonar uma bomba de destruição ambiental em massa, que levou ao maior desastre causado pelo homem na Europa em décadas". "Este é um ato terrorista contra a infraestrutura crítica ucraniana que visa causar o maior número possível de vítimas civis e destruição. Ao recorrer à tática de terra arrasada ou, neste caso, de terra inundada, os ocupantes russos efetivamente reconheceram que o território capturado não lhes pertence e não são capazes de manter essas terras", disse. Na reunião, os representantes dos Estados Unidos e do Reino Unido junto à ONU abstiveram-se de atribuir o ataque a Moscovo, mas aproveitaram para criticar a invasão russa e as suas consequências.
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Douro e Trás-os-Montes (António Barroso)
Escrita Fotográfica (António Campos Leal)
Let s Do Porto (José Carlos Ferraz Alves)
Life of a Mother Artist (Angela Ferreira)
Marafações de uma Louletana (Lígia Laginha)
Matéria em Espaço de Escrita com Sentido (Mário de Sousa)
Meditação na Pastelaria (Ana Cristina Leonardo)
Memórias... (Boaventura Eira-Velha)
Mente Despenteada (Carla Teixeira)
Nortadas (Francisco Sousa Fialho, João Anacoreta Correia e outros)
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