"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Terça-feira, 10 de Dezembro de 2024
Quem é Bashar al-Assad... e Abu Mohammed al-Julani

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O líder de punho de ferro da Síria, Bashar al-Assad, é a segunda geração de uma dinastia familiar autocrática que deteve o poder durante mais de cinco décadas e a sua fuga no meio de um avanço rebelde relâmpago sinaliza uma surpreendente reorganização do poder numa nação estrategicamente vital do Médio Oriente. Assad é conhecido pelo seu governo brutal na Síria, que desde 2011 foi atravessa uma guerra civil que devastou o país e transformou-o num ambiente propício para o grupo extremista ISIS, ao mesmo tempo que desencadeou uma guerra internacional por procuração e uma crise de refugiados que fez com que milhões de pessoas ficassem desalojadas. (...) As forças de Assad foram acusadas de graves violações de direitos humanos e agressões brutais contra civis ao longo da guerra de 13 anos, incluindo o uso de armas químicas contra o seu próprio povo. Os Estados Unidos, a Jordânia, a Turquia e a União Europeia no início da guerra pediram que Assad renunciasse. Mas o regime fortemente sancionado pelo Ocidente e isolado internacionalmente manteve-se no poder até agora graças ao apoio dos poderosos aliados Rússia e Irão, e a uma campanha implacável contra a oposição. (Artigo de Simone McCarthy na CNN em 8dez2024)

  Na tarde do último domingo [8dez2024], ficamos a saber que a Rússia vai dar asilo político a Bashar al-Assad e à sua família, anunciou uma fonte do Kremlin em declarações à Reuters. O antigo ditador sírio e a família já se encontram em Moscovo.

 

 

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Abu Mohammed al-Julani, 42 anos, líder do movimento Hayat Tahrir al-Sham (HTS) que esteve por trás da queda do regime de Bashar al-Assad, é um radical moderado. A definição, em si, é antagónica mas é resultado da sua história de vida e da evolução que fez dentro da ‘escola’ jiadista para alcançar o topo. Depois de décadas sem atrair grande atenção para si — são escassas as aparições e as fotografias —, lançou nas últimas semanas uma ofensiva meteórica que libertou a Síria de 13 anos de guerra civil, surgindo com discurso diplomático, educado e apaziguador, prometendo liberdade numa síria multiétnica e multirreligiosa. (...) Já não usa simbologia ou vestuário associado aos jiadistas, preferindo roupa militar, num esforço para se afastar das ligações à Al-Qaeda, de onde nasceu o seu HTS, mas com quem garante ter quebrado todos os laços. Foi então que começou a construir a imagem de líder moderado, com uma retórica suavizada, mas a maioria dos analistas e governos ocidentais ainda olham para essa transfiguração com grandes dúvidas. Aliás, o movimento integra a lista de organizações terroristas e está ativa uma recompensa de 10 milhões de dólares pela captura do seu líder. (Artigo de Raquel Moleiro no Expresso em 8dez2024)

  Jorge VeigaVai continuar assim moderado e apazaguiador? Ou regressa à escola primária e volta a ser aquilo que são? Se ninguém lhe disse, convém ser moderado e deixar de ser terrorista, porque o Putin tem mais que fazer e não pode acudir aos fogos todos... Rica merda que andam a fazer naquela zona...! ☹️




Domingo, 8 de Dezembro de 2024
Rebeldes sírios entram em Damasco...

...presidente Bashar al-Assad deixa o país

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Bashar al-Assad era um tirano?... Era. E estes grupos rebeldes o que são?... Não há dúvida que atrás de mim virá quem de mim bom fará.

 

  Ana KandsmarDavid Ribeiro países que são autênticos vespeiros de grupos terroristas precisam de líderes com pulso firme. O Ocidente chama a esse líderes de ditadores porque não entende as singularidades do mundo árabe.

  Grupos rebeldes anunciaram hoje, num discurso na televisão pública síria, a queda do 'tirano' Bashar al-Assad, garantindo que libertaram todos os prisioneiros detidos 'injustamente' e apelando aos cidadãos e combatentes que preservem as propriedades do Estado.

  Os rebeldes sírios dizem estar a trabalhar para garantir a transferência de poder na Síria para um órgão de governo de transição com plenos poderes executivos"A grande revolução síria passou da fase de luta pelo derrube do regime de Assad para a luta pela construção conjunta de uma Síria à altura dos sacrifícios do seu povo”, acrescentam, em comunicado.

  O pesidente sírio, Bashar al-Assad, “fugiu” da Síria depois de perder o apoio da Rússia, seu protetor, afirmou o chefe de Estado eleito dos Estados Unidos, Donald Trump.

  Paulo CalcadaRevelador do estado em que a Rússia estará neste momento, pois não conseguiu reagir, como aconteceu na primeira fase da guerra. De lembrar que foram as tropas da Rússia que massacraram Aleppo, entre outras cidades.

  A França saudou a notícia da queda de al-Assad da Síria e apelou ao fim dos combates no país. “Agora é o momento de unidade na Síria”, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros num comunicado, apelando a uma transição política pacífica. A declaração também alertou contra o “extremismo” no próximo período para a Síria.

  “O fim do [regime] de al-Assad representa para milhões de pessoas na Síria um grande alívio”, disse Annalena Baerbock, ministra das relações exteriores da Alemanha, numa longa série de publicações no X, acrescentando: “o país não deve agora cair nas mãos de outros radicais, qualquer que seja a forma que assumam”.

  O chefe da diplomacia turca congratulou-se por o governo sírio ter entrado em colapso com a entrada de rebeldes islâmicos em Damasco, expulsando o presidente Bashar al-Assad e encerrando cinco décadas de governo do partido Baath. “O regime de al-Assad entrou em colapso e (o poder) no país mudou de mãos”, disse Hakan Fidan no Fórum de Doha, que se realiza no Qatar. "É claro que isto não aconteceu da noite para o dia. O país está em crise há 13 anos", acrescentou Fidan, sublinhando que a Turquia, que apoia o movimento que tomou Damasco, está em contacto com os rebeldes sírios para garantir a segurança.

   Portugal afirmou hoje que, tal como os parceiros europeus, segue de perto a situação na Síria, defendendo que "o fim inominável" do regime sírio do Presidente Bashar al-Assad "conduza a uma transição pacífica". Numa declaração na rede social X, o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Paulo Rangel, realçou que a transição deve também ser "inclusiva", na linha da resolução 2254 do Conselho de Segurança, e que o povo sírio "tem direito à paz".

  O Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano dá sinais de afastar-se da mudança de regime na Síria, depois de ter sido um dos principais apoios de al-Assad. Na primeira reação, afirmou que respeita a unidade e a soberania nacional da Síria e que a sua futura tomada de decisões “cabe exclusivamente ao povo da Síria”, reporta a Sky News.

  Abu Mohammad al-Julani, apresentado pela comunicação ocidental como «jihadista moderado», já anunciou para esta noite o recolher obrigatório, ou seja, muito provavemente o início da caça ao homem.

  Castro Ferreira PadrãoE agora, a tolerância religiosa, como irá ser?

  Fim de tarde deste domingo 8dez2024
468936112_10227370198308552_4371124798554526342_n.Ficamos a saber que os Estados Unidos realizaram hoje “dezenas de ataques aéreos” no centro da Síria visando “mais de 75 alvos” do grupo terrorista Estado Islâmico (EI), anunciou o comando militar norte-americano para o Médio Oriente (Centcom). "Não deve haver dúvidas: não permitiremos que o EI se reconstitua e tire partido da atual situação na Síria", afirmou o general Michael Erik Kurilla no comunicado do Centcom, após uma ofensiva relâmpago dos grupos rebeldes que levou à queda do presidente Bashar al-Assad.

  
Jorge Veiga - Ouvir dizer que a facção islamita (?) que derrubou o Assad é de corrente moderada, deve ser piada.
David Ribeiro - A Síria vai-se tornar um autêntico saco de gatos... e com um gato de cada cor.
Jorge VeigaDavid Ribeiro + ratos e cães misturados. Antes tinham a Rússia a segurar as pontas, mas agora eles andam ocupados...
Rui LimaSe for só gatos já não será mau ..... Os States e a colónia judaica já utilzaram os mata-moscas para evitar epidemias.




Sexta-feira, 6 de Dezembro de 2024
A derrocada do Estado Sírio

  Miguel Castelo Branco hoje no Facebook
469012615_10165458606951679_7335514969797090126_n.Ainda espantado, mesmo perplexo, com a rapidez com que desenvolve a súbita derrocada do Estado sírio após catorze anos de tenaz resistência ante as forças das trevas e da guerra. Já usando o pretérito, a Síria foi na região o mais decente baluarte de um regime patriótico e secular, respeitador das comunidades religiosas, promotor dos direitos das mulheres e das crianças e daqueles direitos à educação e saúde gratuitas reivindicados desde os anos 50 pelos socialismos árabes. Damasco é e sempre foi na região um esteio de civilização, de sofisticação e gente limpa, pelo que a perda da Síria será uma hecatombe para o Levante. A queda de Assad implicará a imolação ou fuga da última cristandade com real influência social, política e cultural, mas também daquelas camadas da sociedade síria que sem vacilações podemos reconhecer como igual ou mesmo superior às nossas elites funcionais. Basta ver o casal Assad para não ter de gastar palavras vãs na aceitação dessa evidência.

  Rafael Pinto Borges hoje no Facebook
468745367_1083030643553839_7546865260537876555_n.jSinto algum ciúme de quem vive evitando toda a perturbação com as tragédias do mundo. Infelizmente, não sou assim. Quis a sorte que o desabamento do Estado sírio se desse às portas do Natal. É uma ironia cruel para os cristãos sírios que o governo nacionalista e secular que os protege, lhes concedeu tão vasta influência política e que os próprios defenderam com o sangue de dezenas e dezenas de milhares de filhos colapse agora. Os cristãos eram, há pouco mais de uma década, quase 15% da população. A maioria fugiu, foi morta ou caiu combatendo os 'jihadistas pró-diversidade' - assim, impudicamente, lhes chamava há poucos dias o The Telegraph - que desde 2011 assassinam uma das mais progressivas nações árabes. Não bastou o seu sacrifício para salvar o país de uma selvajaria pensada, paga e imposta de fora. Para os europeus que exultam com a crucificação da Síria - para aqueles que colaboraram, prática ou moralmente, com o massacre das últimas comunidades cristãs que ainda se exprimem na língua de Cristo -, os choros arrependidos não estão já distantes. Em breve, como na Líbia, se lamentará a somalização de um grande Estado no nosso 'near abroad'; não tarde, todos acordarão para a tragédia das novas massas de refugiados, da conversão de um país a cem quilómetros da UE em rede de bantustões falhados, governados por gangues de facínoras e fanáticos, e da invenção de um vespeiro de caos, ódio e violência mesmo à nossa porta. Será tarde demais. Como sempre.

 
Paulo TeixeiraDavid Ribeiro tu a citar o Rafael Pinto Borges . Lindo.. eheheheh
David RibeiroPaulo Teixeira... tem dias.
Paulo TeixeiraDavid Ribeiro tem cada vez mais...ehehehe

  Al Jazeera 6dez2024
AA-20241206-36405526-36405521-SWRY_FSYL_LMRD_TWSL_Milhares de pessoas fugiram da cidade síria de Homs enquanto as forças antigovernamentais levam sua ofensiva relâmpago mais ao sul, em direção a Damasco, de acordo com um monitor de guerra. O Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH) disse hoje [6.ª feira 6dez2024] que milhares de moradores de Homs começaram a fugir durante a noite em direção à costa ocidental, onde o presidente sírio Bashar al-Assad ainda mantém o controle. (Na imagem combatentes da oposição síria liderados por Hayat Tahrir al-Sham continuam seu avanço em direção à cidade de Homs)

  Quem controla o quê em 6dez2024
Captura de ecrã 2024-12-06 160145.png 

  
João FernandesUm regime opressor que vai, provavelmente, e apesar do apoio militar do czar russo, ser substituído por um regime ainda pior, de gente ignorante e mal cheirosa, que, em nome de uma religião, fará recuar o país para a idade das trevas. Infelizmente, até por cá há gente que apoia este recuo civilizacional.
David Ribeiro
A dinastia Al-Assad governa os sírios com mão de ferro há mais de 40 anos, mas não esquecer que até Bin Laden e Saddam Hussein eram autenticos meninos do coro comparados com estes fundamentalistas religiosos que estão novamente a colocar a Síria a ferro e fogo.

 

 

 E por cá reuniu-se o Conselho Superior de Defesa Nacional
241206-prmrs-ro-0006-0692.jpgNo final da reunião, que decorreu no Palácio de Belém, foi divulgada a seguinte nota informativa:
“O Conselho Superior de Defesa Nacional reuniu hoje, 06 de dezembro de 2024, em sessão ordinária, sob a presidência de Sua Excelência o Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa. Após ponderar a adequabilidade militar e exequibilidade financeira, o Conselho deu Parecer Favorável, por unanimidade, à Proposta de Forças Nacionais Destacadas para 2025. Foi ainda efetuado um ponto de situação relativo ao apoio prestado por Portugal à Ucrânia. O Conselho decidiu, igualmente por unanimidade, expressar um voto de louvor às Forças Armadas, destacando o excelente desempenho das Forças Nacionais Destacadas em 2024, voto esse extensivo a todas as Forças Armadas pelo constante e excecional papel na sociedade portuguesa e pela projeção de Portugal no mundo."



Publicado por Tovi às 13:28
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Terça-feira, 2 de Janeiro de 2018
Previsão astrológica para 2018

Fui à bruxa de São Miguel O Anjo… e foi isto que ela me disse sobre o que trará 2018 a algumas figuras da política mundial.
Mas ela também me disse que tudo isto é um “suponhamos” e com a intenção única de divertir os meus Amigos.

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Ashraf Ghani (Touro) - A melhor notícia do ano para os taurinos é a aproximação do planeta Júpiter, que aconteceu em outubro de 2017 e permanecerá até novembro de 2018. Nessa conexão, os nascidos sob esse signo, entre os quais está o presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani, têm todas as oportunidades para resolver problemas que permanecem já durante muito tempo. No entanto, para o ano que já começou é aconselhável que os taurinos prestem mais atenção àqueles que chamam de "seus amigos" — nem toda amizade possui interesses mútuos e dá frutos para ambas as partes.

Donald Trump (Gémeos) - Para o presidente dos EUA Donald Trump, a segurança será a maior preocupação em 2018. Portanto, é vital estabelecer relações amigáveis com seus vizinhos — isso ajudará a minimizar os riscos. Aqueles que nascem sob a influência deste signo terão muitas ideias e projectos no ano que começou. Entretanto, os astros aconselham a todos de Gémeos a ler melhor sobre o assunto em questão para saber ao certo onde aplicá-lo. Resta esperar que este aviso não esteja ligado com a Estratégia de Segurança Nacional autorizada pelo presidente no fim do ano passado.

Angela Merkel (Caranguejo) - Para este novo ano é previsto que os caranguejos, inclusive para a chanceler da Alemanha, tenham a falsa impressão de fazer esforços inúteis, mas é necessário ter paciência. Os resultados virão na hora certa e de maneira inesperada. Os astrólogos aconselham aos representantes desse signo sentimental, que estão passando por algumas pressões no trabalho, a evitar o stresse e dedicar mais tempo à saúde e vida pessoal. O início do ano surgirá com sinais de que é vital mudar algo na vida. Assim, é possível que Angela Merkel consiga encontrar outra ocupação mais favorável, do que se tornar chanceler alemã pela quarta vez.

Bashar Assad (Virgem) - A posição adequada dos planetas em 2018 ajudará os virginianos a superar a crise prolongada e controlar seus instintos impulsivos que, às vezes, vêm à tona. Os Virgens devem dar mais preferência à vida social e buscar um sentido maior para a vida. Agora o perigo ficou para trás, pois os terroristas foram expulsos do país. No entanto, a Síria não foi mencionada na Estratégia de Segurança Nacional dos EUA. Talvez, o ano de 2018 trará finalmente a mudança tão esperada já há muito tempo.Mas as estrelas avisam aos virginianos que mesmo com a chegada do novo ano, nem todos os problemas serão resolvidos e lembram o presidente sírio, que as tropas norte-americanas permanecem no país até o momento.

Vladimir Putin (Balança) - O alinhamento dos planetas promete aos representantes da balança — prosperidade financeira e progresso. Recentemente tornou-se conhecido que Vladimir Putin pretende concorrer à presidência da Rússia nas próximas eleições. Segundo acredita o porta-voz do presidente e experiente político, Dmitry Peskov, apesar de haver muitos candidatos à altura que concorrerão à presidência do país, "nenhum deles chegou perto de desafiar o poder do libriano Vladimir Putin para as eleições presidenciais em março de 2018". Contudo, sob a influência do planeta Vénus, é previsto um ligeiro desequilíbrio quanto à aproximação de duas loiras russas que também decidiram se candidatar. Qualquer que seja o resultado, resta apenas desejar boa sorte a Vladimir Putin.

Emmanuel Macron (Sagitário) - O fim do ano passado tornou-se muito favorável para alguns representantes deste signo. Entre eles, encontra-se Emmanuel Macron, que conseguiu ganhar as eleições presidenciais em 2017 e se tornar o presidente da França. Essa nova etapa também será favorável para viagens. É claro que há relações que devem ser melhoradas ou estabelecidas, apesar dos vários obstáculos que constroem as vizinhanças. Não obstante, o ano novo sem dúvidas trará novos desafios para os sagitarianos. Portanto, o "protestador da França" deve fazer o possível para defender sua pátria e povo de várias ameaças, especialmente daquelas com armas e que fogem do Oriente Médio para a Europa.

Kim Jong-un (Capricórnio) - O ano que passou foi intenso para os representantes deste signo zodiacal, especialmente para o líder norte-coreano Kim Jong-un, que tornou seu país muito popular graças a seus programas nucleares e de mísseis que ameaçam o mundo inteiro. No fim do ano passado, seu último avanço foi o lançamento de um novo míssil Hwasong-15 que voou 4475 km. Assim, para que neste ano Kim Jong-un realmente possa cumprir suas promessas de atingir a costa oriental dos EUA, Kim deve manter os esforços e mudar as estratégias, lançando o míssil balístico intercontinental de modo horizontal a uma distância de 11.000 km. Por outro lado, os astros predizem que os próximos 12 meses devem ser destinados para estabelecer boas relações com vizinhos longínquos e, até mesmo, adversários. Então, ainda não é tarde para buscar diálogo e paz com os EUA. O futuro é muito incerto e é difícil saber exactamente o que acontecerá.

João Lourenço (Peixes) - O horóscopo de 2018 incentiva os Peixes, entre os quais se encontra o recém-eleito presidente de Angola, João Lourenço, a manter os olhos abertos, especialmente durante a primavera. As possibilidades que pensava que nunca mais voltariam, irão aparecer. Assim, as estrelas o aconselham a continuar seguindo o mesmo caminho que foi escolhido há alguns meses. Além disso, os piscianos não devem esquecer sobre suas responsabilidades e concentrar-se no trabalho. Tudo promete correr perfeitamente bem, se a disposição for optimista.



Publicado por Tovi às 10:28
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Sexta-feira, 7 de Abril de 2017
A coisa está a ficar quente... está quase a escaldar

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Olha que dois: Donald Trump e Bashar al Assad. Venha o diabo e escolha.

As minhas fontes no Kremlin (sim... eu tenho amigos bem colocados em Moscovo) são da opinião que com este ataque à base aérea de Shayrat, executado com cerca de 50 mísseis Tomahawk a partir de navios operando no Mar Mediterrâneo, o presidente americano Donald Trump apoiou de facto o Daesh, pois era daqui que saiam as missões contra os terroristas.

 

  Base aérea de Shayrat na Síria

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Declaração do Estado-Maior das Forças Armadas da Síria: "Foi levada a cabo uma agressão contra uma das nossas bases militares. O ataque de mísseis provocou a morte de seis pessoas, outras foram feridas, foi causado um dano material significativo".

 

  Ataque de mísseis Tomahawk norte-americanos

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Os Estados Unidos lançaram pelo menos 59 mísseis de cruzeiro na noite desta quinta-feira contra um aeródromo sírio próximo da cidade de Homs. O ataque foi uma resposta de Trump às denúncias de uso de armas químicas pelo governo sírio, responsável pela morte de 100 pessoas na terça-feira.

 

  Comentários no Facebook

«Pedro Baptista» - EUA, depois dos seus terroristas derrotados, segue o caminho da guerra. É o que vamos ter, não tarda, em que dimensão veremos, mas é fácil desencadear a guerra, difícil é controlar-lhe a dimensão... EUA não se conformam com marginalização na Síria, depois da derrota dos terroristas por si manipulados, e insistem em ocupar território... Põem também mais uma vez em causa a paz mundial. Não é a nova política de Trump: é a política de sempre dos EUA...

«Jorge De Freitas Monteiro» - Trump, o suposto ditador que por entre decisões judiciais desfavoráveis, oposição da administração, da Câmara dos Representantes e do Senado e a sua própria incompetência, mal consegue governar, lançou um ataque de algumas dezenas de mísseis sobre um aeródromo militar. Confirmação de que é um irresponsável e um perigo para a paz? Não. O ataque foi o "bom" ataque: já tinha sido sugerido pela Clinton e recebeu o apoio entusiástico dos falcões do establishment americano, Republicanos e Democratas sem distinção. Ao mesmo tempo caem pela base as teses conspiracionistas de que seria uma marioneta do Putin e um amigalhaço do Assad. Tudo isto a ler em conjunto com o afastamento da bête noire dos liberais, Bannon, do Conselho Nacional de Segurança e com os rumores do seu afastamento da Casa Branca nos próximos dias. Bannon e o seu grupo opõem-se desde sempre ao intervencionismo militar neo conservador. Falta agora abandonar também a agenda anti globalização para se realizar a normalização defendida pelo Wall Street Journal num artigo publicado há algumas semanas: Trump poderia ter uma presidência tranquila se se deixasse de originalidades e se se apoiasse no mainstream do Partido Republicano. Entretanto os trumpistas de primeira hora, os true belivers, condenam violentamente o ataque e sentem-se traídos; a esquerda americana ou apoia ou fica calada, como calada ficou durante oito anos em relação aos milhares de bombardeamentos por drones, muitas vezes em zonas urbanas, ordenados pelo Obama. Na Europa pela primeira vez há um apoio generalizado dos governos e da UE ao Trump, salvo da esquerda bem pensante que, depois de ter berrado que vem aí o lobo fascista e de ter ignorado os drones do Obama, continua a não perceber nada do que se passa. Para animar o fim de tarde mais um atentado low cost, desta vez em Estocolmo. Vivemos tempos interessantes. O que, segundo um provérbio chinês, é uma maldição.

«Maria Helena Guimarães» - estamos aqui estamos em guerra nuclear. o Trump é um estafermo

«Ricardo Castro Ribeiro» - Isto é tudo treta. É tudo para disfarçar as "ligações perigosas" à Rússia. Assim ninguém fala disso

«David Ribeiro» - Não sei porquê isto faz-me recordar o que foi a procura das inexistentes armas de destruição maciça no Iraque.

«Ricardo Castro Ribeiro» - Ora agora disseste tudo David. Isto para mim é combinado com o Putin (e com o Hassad) para acabar com a investigação que está em curso. Não entendo é porque não há um só jornalista que coloque essa possibilidade. E falta saber quem bombardeou com o tal de gaz ...

«Jota Caeiro» - não faz sentido numa guerra aberta, numa 'guerra total' como esta da Síria, que a morte de umas poucas dezenas de civis originem uma tal confusão. ninguém nunca poderá saber se o gás venenoso não foi lançado por um tomawank.ao Trump não bastaria parecê-lo, não soubessemos nós quem é o filho da puta!

«Ricardo Castro Ribeiro» - Para mim é algo meticulosamente estudado para encobrimento dos acordos e ligações. Agora se foi um aproveitamento de situação ou uma trama totalmente realizada por ele não sei nem nunca se vai saber.

«David Ribeiro» - Há informações mais ou menos fidedignas que garantem ter o Daesh e a Frente al-Nusra atacado as posições do exército sírio na rodovia Homs-Furklus-Palmira logo depois do ataque aéreo dos EUA à base de Shayrat. Será coincidência?... ou afinal os rebeldes ainda mexem?… e ainda não se sabe muito bem quem ajuda quem nesta guerra da Síria e quanto tempo ainda irá durar.

«Jose Bandeira»Durará, na Síria ou noutro local qualquer, enquanto as fábricas de armamento estiverem a produzir. Não creio que neste momento seja o petróleo a principal motivação: a cotação do crude demonstra-o.



Publicado por Tovi às 09:01
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Sábado, 17 de Dezembro de 2016
A tomada de Aleppo pelo exército sírio

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O exército sírio, fortemente apoiado pela força aérea russa destacada para esta zona de conflito, está praticamente a consumar a tomada de Aleppo, onde durante os últimos quatro anos vários grupos anti-Bashar al-Assad, armados e apoiados pela administração de Washington e seus aliados, mantiveram uma importante frente de batalha nesta guerra fratricida. Neste momento discute-se como será possível conseguir acções "humanitárias" eficazes tendo em conta que além de muita gente a querer fugir do caos, há também uma enorme quantidade de combatentes que não estão dispostos a entregarem-se às forças de Damasco. Depois, muito depois seguramente, teremos a reconstrução da cidade, coisa que vai necessitar de grandes “patrocinadores” e na qual a Rússia estará fortemente envolvida. As guerras sempre foram assim… não nos esqueçamos.

 

  JN 17Dez2016
Obama JN17Dez2016.jpg
Pois… mas já é tarde.
(Notícia completa do JN aqui)



Publicado por Tovi às 08:27
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Segunda-feira, 31 de Outubro de 2016
Forças militares russas no Mediterrâneo

Rússia submarinos no Mediterrâneo Out2016.jpg
Segundo o Sunday Times várias fontes anónimas da Marinha do Reino Unido e da NATO informaram que à frota russa no mediterrâneo juntaram-se nos últimos dias dois submarinos nucleares do projecto 971 Shuka-B (Akula) e um outro diesel-eléctrico do projecto 877 Paltus, pressupondo-se que estes submarinos possam estar equipados com mísseis Kalibr para atacar alvos na Síria, nomeadamente a cidade de Aleppo. Os homens de Vladimir Putin dizem não haver razão para preocupação, pois os seus navios sempre estiveram presentes no mar Mediterrâneo.

 Comentários no Facebook

«Conceição Oliveira» >> Dizem os homens do sr. Putin que não existem razões para preocupações? Pois eu penso exatamente o contrário!...mas o que interessa ao mundo a minha preocupação?!!...

«Nuno Filipe Cardoso» >> ...é um typhonn esta classe. já desmantelada... tretas...

«Tiago Múrias Santos» >> A foto. Mas será que os que por aí andam o são assim tanto?...

 

Síria Aleppo 31Out2016.jpg
Parece já não haver dúvida que será esta semana (de 2 a 4 de Novembro) que os militares russos iniciarão uma operação de grande escala na cidade síria de Aleppo em apoio às Forças Armadas da Síria. Segundo a análise de dados de inteligência o porta-aviões russo Admiral Kuznetsov também apoiará a operação (tem capacidade para 50 aviões) e os três submarinos de combate russos que se encontram na região também tomarão parte nos bombardeamentos de grande escala contra Aleppo. Como todos sabemos a Síria está mergulhada numa guerra civil desde Março de 2011, com as tropas governamentais a oporem-se a vários grupos armados e desde 30 de Setembro de 2015, a pedido do presidente sírio Bashar al-Assad, a Rússia realiza várias operações aéreas contra as posições terroristas neste martirizado país. O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, tem declarado repetidamente que a Aliança está preocupada com a hipotética utilização do grupo naval russo recentemente chegado ao Mediterrâneo para ataques contra Aleppo, mas o director do Departamento de Cooperação Europeia do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Andrei Kelin, continua a dizer que estas afirmações são absurdas. Aguardemos… mas não foi certamente para participarem num piquenique que estes militares de Vladimir Putin vieram para a região.

  Comentários no Facebook

«João Greno Brògueira» >> David Ribeiro o que sempre esteve em causa neste conflito foram os interesses antagónicos na região. Uns querem que pela Síria passe um gasoduto para transportar o gás natural do Qatar para a Europa Central e outros que não querem ter concorrência ao seu gás natural. Tudo isto se tem complicado de forma grave, muito grave, através do envolvimento das "partes interessadas". Desgraçados aqueles que ficaram lá no meio ou que tiveram de fugir. Lembro que as coisas não são tão lineares como por vezes a comunicação oficial duma das partes pode querer fazer parecer. Algo que me preocupa profundamente é ver uma Europa cada vez mais incapaz de zelar pelos seus próprios interesses e ficando à mercê dos interesses de terceiros que nem sempre estão interessados nem na coesão nem no futuro económico desta zona onde vivemos. Abraço.

«David Ribeiro» >> Tens toda a razão, amigo João Greno Brògueira.



Publicado por Tovi às 08:30
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Terça-feira, 25 de Outubro de 2016
A batalha pela libertação de Mossul

Mossul Out2016.jpgCom os russos a consolidarem cada vez mais a sua posição no apoio a Bashar al-Assad na guerra civil da Síria, não é de admirar que os EUA tenham musculado cada vez mais a luta no Iraque contra o Estado Islâmico, consubstanciada em ofensivas com meios aéreos consideráveis e forças especiais para a chamada guerra não-convencional. Nas operações estratégicas para a conquista de Mossul, que teoricamente estão a cargo do governo iraquiano, participam, além do exército “desbaathificado” e, portanto, dominado por milícias xiitas, os sempre presentes combatentes curdos e grupos de “voluntários” armados e treinados pelo Irão, numa salgalhada de obediências políticas diversas e tradicionalmente inimigas, o que diz bem da situação em que se encontra aquela região. A ofensiva em curso para a conquista de Mossul, terceira maior cidade do Iraque, vai certamente desencadear a fuga de grande parte dos cerca de milhão e meio de habitantes, além de ser mais do que provável a sabotagem pelo EI em retirada das vária pontes sobre o rio Tigre e dos sistemas de electricidade e abastecimento de água, criando uma catástrofe humanitária de proporções inimagináveis. Será que a “coligação” iraco-americana conseguirá policiar a região após a sua conquista?... E o DAESH, ao ver-se derrotado em Mossul, aceitará ser privado de território e pôr fim à ilusão utópica do califado?... Não será que tudo isto irá aumentar as acções terroristas por esta Europa fora?... As coisas não estão fáceis e a culpa é toda nossa que andamos durante demasiado tempo a assobiar para o lado e a ignorar os grupos jihadistas que viviam ao nosso lado.

 

  Comentários no Facebook

«Rogerio Silvestre» >> faz lembrar: "se tens pau pega lá no teu...." todos criaram o problema e ninguém resolve, mas o orgulho, esse é o ultimo a morrer… tudo o o rsto é colateral e coisa da ONU, com sede duvidosa

«Conceição Oliveira» >> Não tenho a pretensão de saber discutir estes conflitos que fazem o mundo viver uma instabilidade sem igual... além de tanto sofrimento a milhões de pessoas!...Apesar da minha ignorância no assunto penso que tudo isto é um embróglio de interesses e fanatismo sem igual?!... Será que os todos poderosos do mundo não têm capacidade de pensarem nas atrocidades que cometem diáriamente contra o ser humano?!...

«Vanda Salvador» >> É uma situação dramática, para o nosso mundo. O mais triste é que sempre nestes conflitos, aliás foi sempre asim ao longo da História, o que prevalece são os interesses económicos.



Publicado por Tovi às 10:15
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Segunda-feira, 24 de Outubro de 2016
Putin é o grande aliado de Bashar al-Assad

putin-assad-syria.jpg

Quer queiramos quer não a verdade é que a intervenção militar russa na guerra civil síria tem sido determinante para o regime de Bashar al-Assad conseguir avanços nas frentes de batalha no norte e sul, tomando territórios outrora controlados pelo Estado Islâmico e outros grupos da oposição síria. As forças armadas russas têm utilizado neste conflito as suas melhores armas, incluindo novos aviões de combate, mísseis de cruzeiro disparados por navios e outros equipamentos, além de conselheiros militares no solo. Neste último mês de Outubro a força aérea russa focou as suas incursões na região de Aleppo para dar apoio à grande ofensiva que o exército sírio e milícias aliadas estão a executar para expulsar os rebeldes daquela cidade. A frota russa que está agora a deslocar-se para o Mediterrâneo irá reforçar de forma quantitativa e qualitativa as tropas de Vladimir Putin na já longa Guerra Civil Síria.



Publicado por Tovi às 17:40
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Domingo, 16 de Outubro de 2016
Mísseis antiaéreos russos na Síria

Rússia mísseis S-300 na Síria.jpg

A Rússia acaba de instalar sistemas antiaéreos S-300V4 (também conhecidos como Antey 2500) e S-400 no porto de Tartus e na base aérea Hmeymim, uma forma de Vladimir Putin transmitir ao Ocidente qual o seu potencial na defesa antiaérea da Síria, tentando assim dissuadir os EUA de bombardear bases aéreas das forças fieis a Bashar al-Assad.



Publicado por Tovi às 09:09
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Quinta-feira, 13 de Outubro de 2016
Quem manda nos céus de Aleppo?

Síria força no ar Out2016.jpg

Jonathan Steele, colunista do jornal britânico The Guardian, diz-nos que a ideia de uso da "força no ar" pode parecer atraente para os países ocidentais, mas na Síria esse passo esconde uma ameaça séria. A verdade é que a criação de uma zona de exclusão aérea será de facto uma proclamação de guerra tanto contra o regime sírio como contra Moscovo. E Putin não brinca em serviço.

Ver notícia do The Guardian aqui.



Publicado por Tovi às 21:17
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Sexta-feira, 26 de Agosto de 2016
Cautela e caldos de galinha...

tanques-do-exercito-da-turquia-na-fronteira-com-a-

Nos últimos dias “fontes geralmente bem informadas” dão conta de alguma actividade indicadora de um clima de pré-guerra na Europa. Podem ser só ameaças, mas carros de combate turcos entraram em território sírio e o governo alemão aconselhou os seus cidadãos a armazenarem comida e água. Damasco já condenou a operação militar turca, por a considerar uma “flagrante violação da soberania”, restando saber que atitude irá tomar Putin, um velho aliado de Bashar al-Assad. Por outro lado Washington incitou os curdos a atacarem o exército sírio. Neste verão as relações entre a Turquia e a União Europeia foi sempre tensa e aumentou ainda mais após a falhada tentativa de golpe que o presidente Erdogan considerou ter sido promovida pelo clérigo de 75 anos, Fethullah Gulen, que vive em exílio auto-imposto nos EUA. Já em Junho a Turquia retirou o seu embaixador da Alemanha após o Bundestag (parlamento alemão) aprovar uma resolução que reconhece o genocídio arménio. As autoridades turcas também proibiram uma delegação parlamentar alemã de visitar a base aérea da NATO em Incirlik. Em represália o Governo de Angela Merkel pretende mudar o seu contingente militar desta base para outras na Jordânia e Chipre, mas esta reafectação das aeronaves Tornado a outros locais iria interromper os voos de reconhecimento sobre a Síria e o Iraque pelo menos durante dois meses. Não há dúvida que as coisas estão a aquecer… mas pode ser que não seja nada, apesar de cautela e caldos de galinha nunca terem feito mal a ninguém, como diz o Povo.

 

  Comunicado do Ministro da Defesa Russo

Exército 25Ago2016.jpg"Hoje [Quinta-feira, 25 de Agosto], de acordo com a ordem do comandante supremo das Forças Armadas, foi iniciado um novo controle repentino. As Forças do Distrito do Sul, uma parte das Forças dos Distritos Oeste e Central, a Frota do Norte, o Comando Geral da Força Aeroespacial e o Comando das forças aerotransportadas foram postos em estado de alerta máximo a partir das 07:00 horas, horário de Moscovo", declarou o ministro da Defesa russo, general do Exército Sergei Shoigu.



Publicado por Tovi às 08:16
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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2016
Paz na Síria?...

syria-children ab.jpg

Os mídia de hoje referem em grande destaque o cessar-fogo acordado entre o secretário de Estado norte-americano, o ministro russo dos Negócios Estrangeiros e o regime de Bashar al-Assad, tendo em vista tornar possível a distribuição nos próximos dias de ajuda humanitária às cidades sírias sitiadas. É uma trégua frágil que deixa de fora grupos como o autoproclamado Estado Islâmico (Daesh) e a Frente al-Nusra, ligada à Al-Qaeda, mas que pode mudar de alguma forma o dia-a-dia do martirizado povo sírio, que nestes cinco anos de guerra já tiveram 470 mil mortos e mais de 10 milhões de deslocados.



Publicado por Tovi às 09:14
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Sábado, 6 de Fevereiro de 2016
A cidade apocalíptica de Homs

Homs cidade síria Fev2016.jpg

Este é o estado actual da cidade de Homs, a terceira maior cidade da Síria antes da guerra civil, onde chegaram a viver cerca de 1,5 milhões de pessoas e que hoje não é mais do que um pedaço de terra abandonado, onde muitas pessoas foram mortas, muitas mães foram muitas vezes forçadas a entrar em carros e raptadas mesmo em frente dos seus filhos. E os responsáveis são o governo do Presidente sírio Bashar-al-Assad, a quem se deve a morte de 180.879 civis na Síria, ou seja, 95,96% do total das mortes registadas entre março de 2011 e outubro de 2015, os grupos oposicionistas ao governo a quem foram atribuídos 1,42% das mortes e o autoproclamado Estado Islâmico com culpa em 0,91% da mortandade. E com esta guerra na Síria está afectado todo o equilíbrio precário da Europa, com sucessivas vagas de refugiados a procurarem um local de paz onde possam criar os seus filhos. E ninguém pega o touro pelos cornos e resolve esta desgraça. Porquê?...



Publicado por Tovi às 09:35
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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2016
Bashar al-Assad, o "reizinho" da Síria

Síria Bashar al-Assad aa.jpg

É um “ditador”, um “tirano”, um “assassino”, um “déspota”, um “opressor”, que se diz “democraticamente eleito” apesar de até os seus amigos da comunidade internacional no Ocidente rotularem as eleições na Síria de junho de 2014 como fraudulentas, mas as quais Bashar al-Assad diz ter ganho com 88,7% dos votos. Mas como a instabilidade política e militar naquela zona do Médio Oriente nos está a criar graves problemas cá pela Europa, vai daí até estamos dispostos a “alinhar” com Vladimir Putin e perdoar ao líder sírio todas as barbaridades que tem feito àquele pobre Povo. E assim vamos vivendo… sempre com o credo na boca e à espera de paz entre os povos.

 

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«Carlos Wehdorn» >> em Angola também é tudo muito democrático e nada é apontado, então agora com todas estas compras e vendas...



Publicado por Tovi às 15:44
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