"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Segunda-feira, 7 de Março de 2022
A China e a invasão da Ucrânia pela Rússia

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O ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, afirmou numa entrevista coletiva à margem da reunião anual do parlamento chinês, que a China está disposta a promover conversações entre a Rússia e a Ucrânia e avançou que a Cruz Vermelha chinesa irá prestar assistência humanitária na Ucrânia. O ministro assegurou também que a China tem sempre sido "objetiva e justa", a solução deve focar-se na estabilidade da região a longo prazo e o diálogo "deve persistir". Abordando as relações da China com a Rússia, o ministro afirma que continuam "sólidas" e que devem permanecer "livres" de interferências externas, e garantiu que as perspetivas de cooperação são "alargadas".
Curiosamente o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, afirmou hoje [segunda-feira, 07mar2022] que “nenhum país terá um impacto maior na conclusão desta terrível guerra na Ucrânia do que a China”. Morrison apelou ao governo chinês para agir de acordo com as suas declarações de promoção da paz mundial e se junte ao esforço para impedir a invasão da Ucrânia pela Rússia, alertando que o mundo corre o risco de ser remodelado por um "arco de autocracia".
  Azeredo Lopes, ex-ministro da Defesa e atual comentador CNNPortugal, falou sobre a importância da China se disponibilizar para mediar o conflito entre Rússia e Ucrânia, dizendo que, apesar das iniciativas "louváveis" de tentativa de interferência de outros países, nomeadamente de Israel ou Turquia, só a China poderá ser eventualmente bem-sucedida porque é "a última boia de salvação que a Rússia pode ter". "A Rússia tem uma fronteira de quatro mil quilómetros com a China, absolutamente descomunal, com várias situações conflituais com reivindicações recíprocas de parcelas territoriais", recorda Azeredo Lopes. Mas a China é também "a última boia de salvação que a Rússia pode vir a ter quando "as contramedidas económicas e financeiras que temos vindo a adotar forem cada vez mais eficientes", assinala o ex-ministro.
 
 
  

Captura de ecrã 2022-03-07 103941.jpgVejam este artigo de Michael R. Gordon, publicado em 23fev2022 no The Wall Street Journal - Crise na Ucrânia dá início a nova luta de superpotências entre EUA, Rússia e China… e Pequim e Moscovo têm agora uma mão mais forte no confronto com o Ocidente do que durante a Guerra Fria.

 

  Nesta ínvasão da Ucrânia pela Rússia estou claramente contra Putin e a favor do Povo ucraniano… mas o Batalhão de Azov ainda me faz comichões nas meninges.

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O Batalhão de Azov (em ucraniano: Полк Азов) é uma organização paramilitar, atualmente ligada ao Ministério do Interior da Ucrânia, criado em 2014 durante os protestos da Euromaidan (também chamada de Primavera Ucraniana). Ela é uma unidade militar de infantaria voluntária de extrema-direita, são ultranacionalistas acusados de abrigar a ideologia neonazista e supremacia branca, além de ter envolvimento em vários casos de abusos de direitos humanos e crimes de guerra na Guerra civil no leste da Ucrânia, principalmente em casos de torturas, estupros, saques, limpeza étnica e perseguição de minorias como homossexuais, judeus e russos. O Batalhão de Azov é muito mais que uma milícia, tem seu próprio partido político, duas editoras, acampamentos de verão para crianças e uma força de vigilância conhecida como Milícia Nacional (Natsionalni Druzhyny), que patrulha as ruas das cidades ucranianas ao lado da polícia. Ao contrário de seus pares ideológicos nos EUA e na Europa, também possui uma ala militar com pelo menos duas bases de treino e um vasto arsenal de armas, de drones e veículos blindados a peças de artilharia. (in Wikipédia)

 

  Fiquei agora a saber que no período “antes da ordem do dia” da reunião de hoje do Executivo Municipal do Porto, discutiu-se a eventual conjugação de posições sobre as moções a CONDENAR A INVASÃO RUSSA. Mas perante a intransigência da Vereadora comunista, sustentada numa argumentação desfasada da realidade e meramente ideológica, e da retórica bloquista sobre o Lebensraum, não foi possível uma posição comum.
  Rosário Queirós
Lebensraum? A que propósito?
 David Ribeiro
Sobre a sua dúvida, Rosário Queirós, aqui fica uma parte de um texto publicado no "Delito de Opinião" em 01mar2022: «Há dias vi um excerto televisivo no qual a deputada Mariana Mortágua algo sumarizava as causas desta crise ao invectivar o governo ucraniano de "corrupto" e "neonazi" .../... Nas vésperas da invasão russa Mortágua nega a possibilidade dessa ocorrência, atribuindo os alvitres dessa possibilidade a mera propaganda ocidental e aos discursos de alguns líderes (Biden, Johnson) - tamanho o seu aprisionamento a um visão anti-"ocidental", de facto avessa às democracias liberais. O vigor das suas certezas ali proclamadas são um evidente, enorme e até acabrunhante sinal de incompetência para aquela mera tarefa de "comentário político" sobre a actualidade internacional. Mortágua torna-se ali ridícula. Mas não será decerto por isso afastada daquele palanque de propaganda político-partidária. .../... Critica Putin e seus anseios. Mas algo justifica a sua política devido a uma contextualização (a la carte) do processo daquela região, uma típica historicização que se pretende legitimadora. Invoca a condição "humilhada" da Rússia e a sua necessidade de um "Espaço Vital". Isto é tão boçal que custa a crer - pois é a pura recuperação do argumentário da Alemanha nazi, a questão da "humilhação" com o tratado de Versailles e a necessidade de abranger um Espaço Vital (a apropriação nazi do Lebensraum de Ratzel). Chegámos a isto, em Mortágua a repulsa pelas imperfeitas democracias liberais é tamanha que "compreende" o seu agressor imediato através de termos, ideais, com esta genealogia. E temos então a tão "respeitada" e tão "competente" deputada da "esquerda" tão "identitarista" (e nisso "multicultural") a valorizar a necessidade do Lebensraum.»

 

  Mais uma da série "Rússia invadiu Ucrânia"
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  13h01 de 07mar2022 - A União Europeia está a preparar novas sanções à Rússia, face à "imprudência" do Kremlin para com os civis, anunciou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, antes de um encontro com o primeiro-ministro italiano Mario Draghi. "Já tínhamos três pacotes de sanções contundentes, mas agora temos de garantir que não haja brechas e que o efeito das sanções seja maximizado. As sanções em vigor são realmente mordazes. Vemos as turbulências descendentes na economia russa”, apontou, assumindo ainda que a UE "tem de livrar-se da dependência do gás, petróleo e carvão russos".
  13h28 de 07mar2022
O Kremlin fez saber, esta segunda-feira, que pode parar as operações militares na Ucrânia, se forem cumpridas certas exigências, como o reconhecimento da Crimeia enquanto território russo e de Lugansk e Donetsk enquanto estados independentesSegundo Dmitry Pescov, porta-voz do Kremlin, o vizinhos ucranianos terão ainda de mudar a Constituição do país, para garantir que não poderá entrar em qualquer bloco de países (como a NATO). Enquanto estes critérios não forem cumpridos, vai continuar a "desmilitarização" da Ucrânia. Pescov sublinhou ainda que a Rússia não tem qualquer outro interesse no território da Ucrânia.
  14h00 de 07mar2022A delegação ucraniana já está na Bielorrússia para a terceira ronda de negociações com a Rússia, indicou o conselheiro presidencial Mykhailo Podolak, que adiantou ainda que as mesmas estão previstas arrancar às 16h00 de Kiev (14h00 TMG). Mykhailo Podolak diz que a delegação ucraniana é constituída pelos mesmos elementos que participaram na ronda anterior.
  17h28 de 07mar2022
Alemanha e Hungria não apoiam sanções à energia russaA energia da Rússia é de “importância essencial” para a vida quotidiana das pessoas, justifica o chanceler alemão. Já o ministro das Finanças da Hungria diz que sancionar a energia russa faria com que os húngaros pagassem o preço da guerra.
  17h57 de 07mar2022Terceira ronda negocial entre russos e ucranianos já terminou. A informação foi avançada pela AFP, que cita a embaixada russa na Bielorrússia, onde foi realizado o encontro. De acordo com um negociador ucraniano, houve "pequenos avanços" no que diz respeito aos corredores humanitários.
  18h01 de 07mar2022O Presidente da República convocou o Conselho de Estado para a próxima segunda-feira, pelas 15h00, no Palácio da Cidadela em Cascais, com um único ponto da ordem de trabalhos: a situação na Ucrânia.



Publicado por Tovi às 09:00
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Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2022
O dia seguinte às Legislativas2022

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A vitória do PS não me surpreendeu, mas não contava com uma maioria absoluta. Esperemos que António Costa a saiba usar para o bem dos portugueses.

Rui Rio, por quem nunca tive simpatia política, não conseguiu que o PSD se afirmasse como alternativa ao Governo. Está provado que o País não é a cidade do Porto onde foi presidente por 12 anos.

Chega é, sem dúvida, o partido dos “descontentes” e há muitos descontentes em Portugal.

A Iniciativa Liberal foi um dos vencedores da “direita” nesta noite eleitoral. Mas tem ainda que sair das zonas urbanas e ir à conquista do país.

O Bloco de Esquerda e o Partido Comunista Português deram um trambolhão maior do que era esperado e vão ficar reduzidos a cinco e seis deputados, respetivamente.

Contra o que eu esperava o Livre lá conseguiu eleger deputado o Rui Tavares, não parecendo ter acusado a rutura com Joacine Katar Moreira na legislatura anterior.

O PAN, o “Cavalo de Troia” da política nacional, ainda conseguiu eleger Inês de Sousa Leal, mas não vai longe com este resultado.

O CDS desapareceu, na minha opinião fruto da infantilidade política do Chicão.

E pronto… siga para bingo.


João Geirinhas Rocha - Quem viesse de Marte e aqui aterrasse nos últimos dias ao ler o Facebook ficava convencido que o Costa era o politico mais odiado do país. E no entanto…

 

  A Liga dos Últimos
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  A iliteracia política nacional
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  A melhor explicação para se saber de quem é a culpa do resultado eleitoral de domingo: "...dos tradicionais malandros ex-abstencionistas que, desta vez, para baralhar as contas, decidiram ir votar". (roubado por aí)



Publicado por Tovi às 09:24
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Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2022
As últimas da Tracking Poll para as Legislativas2022

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Houve quem lançasse foguetes antes do tempo... até ao próximo domingo ainda muito se verá.

 

  Valores da Tracking Poll de 23jan2022
PS- 35,30%
PSD - 31,40%
Chega - 6,90%
BE - 6,10%
CDU - 4,90%
I.Liberal - 4,70%
CDS - 1,60%
PAN - 1,60%
Livre - 0,80%
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Publicado por Tovi às 07:46
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Terça-feira, 4 de Janeiro de 2022
Debates televisivos para as Legislativas2022

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António Costa disse que uma solução estável "só é possível com uma maioria do PS". Rui Rio garantiu que "é impossível haver uma coligação com o Chega".

Já tenho dois motivos para votar PSD… e, politicamente falando, nem morro de amores por Rui Rio.
 

Nuno Matos Pereira - Mas o David vota num representante que defenda o seu distrito ou vota num primeiro ministro para o governo?
João Simões - Não sabia que o David agora votava diretamente no PM. Nem sabia que tinha gostado da governação de Rio, no Porto.
David Ribeiro - Eu voto para um Parlamento donde sairá um Governo. Obviamente que me terei de identificar politicamente com quem integra as listas em que votarei.
 
 
  Debate André Ventura x Rui Rio - 03jan2022
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Ventura continua a garantir que só apoia o PSD se entrar no Governo. Rio não acredita nas ameaças e diz que Chega tem de escolher se viabiliza um Governo de direita ou se faz o frete aos socialistas.

Questionado se prefere entregar o poder ao PS a fazer um entendimento com o Chega, Rio contrapôs com um desafio a André Ventura. "Se o PSD apresentar um programa de Governo na Assembleia da República - não é votado, mas podem meter uma moção de censura - aí naturalmente o dr. André Ventura tem de decidir se quer chumbar o Governo do PSD e abrir portas à esquerda", afirmou. Confrontado com esta questão, o líder do Chega reiterou as suas condições para essa viabilização: "O Chega só aceita um Governo de direita em que possa fazer transformações e isso implica presença no Governo", disse.

 

  Pois é!... Mas eu não quero uma "Geringonça 2.0"
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  Debate António Costa x Jerónimo de Sousa - 04jan2022
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  Debate Cotrim Figueiredo x Rodrigues dos Santos - 05jan2022
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Com o debate de hoje entre IL e CDS fiquei a perceber porque é que a Iniciativa Liberal cresce e o CDS minga... eu já desconfiava mas hoje tive a confirmação que Cotrim Figueiredo sabe ser um líder partidário, ao contrário do Xicão que até me faz lembrar o André Ventura na forma como debate política.
  David Ribeiro - O que mais me irritou neste debate foram as graçolas de mau gosto que o Xicão usou para tentar fazer valer os seus parcos argumentos. Nisto até conseguiu superar o André Ventura. E é nestas pequenas (grandes) coisas que se faz a opinião.

 

  Debate Rui Rio x Catarina Martins - 05jan2022
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Para mim uma coisa ficou clara neste debate: Rui Rio é um social democrata e Catarina Martins está muito longe de o ser.

David Ribeiro - Mas uma coisa também é certa... Rui Rio continua a ser o "casmurro" que sempre foi e já era tempo de ouvir os seus conselheiros (se é que os tem) e saber falar para audiências. Continua um mau comunicador.
Paulo Jorge Teixeira - David Ribeiro e insiste no erro. Quem prepara o homem para os debates deve vir de uma agência de publicidade do Burkina Faso pedindo desculpa desde já ao país pela comparação.



Publicado por Tovi às 09:22
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Segunda-feira, 3 de Janeiro de 2022
Catarina Martins vs André Ventura

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  Expresso - Debates Legislativas2022
No segundo debate das legislativas, as notas dos comentadores do Expresso dão negativa a André Ventura: o líder do Chega não passa a médio dos 3,8 valores, contra 5,5 da líder do Bloco. Veja porquê, aqui em baixo, lendo a avaliação dos comentadores do Expresso.
Daniel OliveiraCatarina Martins 7 x André Ventura 5
Pela primeira vez, um dirigente de esquerda conseguiu impedir a sabotagem. A todas as interrupções, Catarina Martins nunca se deixou levar. Nunca baixou o nível ou perdeu a calma. Os dois candidatos falavam para os seus potenciais eleitores, não a indecisos entre si. E Catarina Martins precisava de deixar claro que a simetria entre Ventura e ela são absurdas. O que deixou alguns comentadores dececionados. E centrou o debate no terreno que Ventura costuma tentar focar sozinho: na corrupção. Ventura disse para marcar o dia e a hora para debater a corrupção. Faltou, no parlamento, quando se votaram as medidas anticorrupção. Como o conteúdo conta, deve-se reforçar que não teve medo de defender a decência, seja sobre imigrantes ou os mais pobres, mesmo em temas que podem ser impopulares. Foi inteligente na utilização do Papa Francisco no confronto com Ventura.
Martim SilvaCatarina Martins 4 x André Ventura 2
Catarina Martins procurou levar o debate para temas como a corrupção, tentando combater André Ventura em áreas com que este adora encher a boca. A opção era difícil e arriscada, convenha-se. De qualquer forma, André Ventura (com um discurso que, há que reconhecer, é fácil e pode ter impacto) continua a querer assustar e a usar o discurso do medo, dizendo por exemplo que o RSI é “distribuir subsídios para o pessoal” ou que o apoio aos refugiados e migrantes cria subsidio-dependência. Quem o faz não pode, necessariamente, ter uma avaliação positiva.
David DinisCatarina 4 x Ventura 1
Ventura está mais agressivo, mais demagogo, mais insultuoso, mais irascível, mais perigoso do que nunca. Ventura foi, porventura, eficaz para os seus, leva um ponto, porque um ponto é o melhor que se consegue dar a quem entra num debate como se entrasse no Squid Game. Catarina Martins foi cilindrada com ataques e muitos insultos e, em contenção (lembram-se de Marisa Matias?), só mais perto do fim decidiu dizer a verdade: “André Ventura é um condenado por racismo”. Pois é, mas Catarina foi pouco eficaz.
 
  Só para contextualizar... sondagens dos últimos dois meses para BE e Chega, comparadas com o resultado das Legislativas2019.

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Publicado por Tovi às 09:52
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Segunda-feira, 25 de Outubro de 2021
A crise política está aberta

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O Bloco de Esquerda tinha anunciado no domingo que não estava disponível para viabilizar o Orçamento de Estado e esta manhã, depois das duas deputadas independentes terem anunciado as primeiras abstenções, o PAN seguiu o mesmo caminho (pelo menos na primeira votação). Mas Jerónimo de Sousa acabou por anunciar que o voto do PCP se mantém contra - "foram longas as horas de discussão, mas o Governo não nos quis acompanhar". Marcelo diz que vai esperar até ao último minuto, mas está pronto a dissolver a AR.
  
Da Mota Veiga Suzette - Cá estamos de nova numa situação instável! Prejudica muito o País! Imagine, se em Portugal não houvesse greve, o governo faz compromissos com a oposição, todos sabem que o bom funcionamento da economia, do sistema pode trazer mais investimentos, mais trabalho, mais riqueza e mais bem estar, o Pais ficava semelhante a Suíça, quem não queria?

 

  E se António Costa der um ministério ao BE, este é capaz de fazer flic-flac à retaguarda e viabilizar o Orçamento. Não acham?
  
Jorge Veiga - ...só se for o da Cultura

 

  Hummm!... Não quero ter razão antes do tempo, mas ouvi uns zum-zuns que me põem a acreditar num eventual volte-face, que ainda permita a aprovação, na generalidade, do Orçamento de Estado para 2022.
  
Jorge De Freitas Monteiro - David Ribeiro, creio, sem disso estar certo, que é o que vai acontecer
Jose Antonio M Macedo - David Ribeiro… Também pressinto o mesmo. Aguardemos.
Be Maria Eugénia - Claro que vai ser aprovado. Tudo show off !!!
David Almeida - Claro que tudo isto é 'conversa pra boi dormir' porque os meninos não vão largar mão do poleiro e sugeitar-se a votações, onde terão tudo a perder!!!

 

  E quando esta madrugada me fui deitar, já passava das duas horas, era este o ponto da situação.
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  OE2022 - O folhetim dos últimos dias
(Ilustração de Rafael Costa no DN)

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PS desgastado e em perda;
PSD a crescer e em transição;
Bloco - O fantasma de 2011;
CDU - Jogada de vida ou de morte;
CDS-PP - O risco de desaparecer;
PAN - Um teste à nova liderança;
Chega ansioso por eleições;
Iniciativa Liberal - Objetivo é crescer.



Publicado por Tovi às 16:33
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Sábado, 23 de Outubro de 2021
Mais uma vez o “proibicionismo” no Parlamento

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O tema chegou ao parlamento depois de uma iniciativa de cidadãos a pedir a proibição das corridas de cães em Portugal e que conseguiu mais de 21 mil assinaturas. Ontem os deputados debateram em plenário o projeto de lei da iniciativa legislativa de cidadãos assim como outros três projetos relativos à mesma matéria do Partido das Pessoas, dos Animais e da Natureza (PAN), do Bloco de Esquerda (BE) e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues. Apenas o projeto do PAN baixou à 7ª comissão parlamentar (Agricultura e Mar) para debate na especialidade com a aprovação de um requerimento que o permitia fazer sem votação. Os restantes projetos, incluindo o da iniciativa de cidadãos, foram rejeitados.

 

 
José Romão - O diploma do PAN fala em corridas de cães não especificando raças, vai mais mais longe, pretende interditar todas as actividades que envolvem canídios, onde está incluído os agilitys, provas de cães de parar, etc, etc!
Sofia Mexia Alves
Em vez de se tanto preocuparem em proibir tudo, deveriam preocupar-se com a regulamentação (feito por quem percebe do assunto, de preferência) e, pela eficaz e competente fiscalização (também por quem percebe do assunto), e pela educação e sensibilização para o bem estar e saúde dos animais (também por quem está devidamente habilitado para tal)! Não é por decreto, nem por proibição sumária que se mudam mentalidades e se obriga a ter sensibilidade e respeito pelos animais, é pela educação, sensibilização, sendo a regulamentação e respectiva fiscalização um veículo eficaz para tal! E respeitando acima de tudo os animais, neste caso os galgos pelo que são e pelas suas aptidões naturais, correr, perseguir e dormir!
David Ribeiro - Atualmente só tenho um galgo - um Whippet - e já está velhote (13 anos) mas quando era jovem, sem nunca ter praticado corridas, era só vê-lo num espaço aberto... não parava de correr.
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Publicado por Tovi às 07:09
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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2020
"Chutar para a veia"... à porta das escolas

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“Eu não peço a criminalização do consumo de droga. Peço, sim, que seja criminalizado à porta das escolas, onde por exemplo é proibido vender gelados mas se pode 'chutar para a veia'. Nisto estou certo de que a maior parte da população me acompanha”, declarou Rui Moreira, na sessão da Assembleia Municipal do passado dia 9 de dezembro, em resposta ao deputado Pedro Lourenço, do Bloco de Esquerda, que questionava o executivo camarário sobre salas de consumo assistido na nossa cidade.

 

   Comentários no Facebook

Jorge Saraiva - Para quem não sabe e segundo a lei, de facto é proibido a venda e sua publicidade de gelados, doçarias e afins à porta das escolas e no raio de 100 metros, com multas para quem infringir que vão de 1750€ a 3750€ (no caso de uma pessoa singular) e de 3500€ a 45 mil euros, no caso de empresas. Isto porque anda tudo preocupado com a obesidade das crianças, algumas delas e não digo todas, as mesmas que ao fim de semana junto com os pais deglutem hamburgers no McDonalds. Quanto à droga e o seu consumo, se bem se lembram, foi um espanto quando se quis ciar salas de chuto, com muita gente contra. Parece-me que é mais chiqué ver seringas espalhadas por certos jardins da cidade, para não falar e de novo, junto às escolas. Mas isto..., sou eu... que sou básico.



Publicado por Tovi às 07:48
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Terça-feira, 17 de Novembro de 2020
Separemos as águas entre o Chega e a CDU e o BE
Tenho muita consideração por Rui Lage, deputado à Assembleia Municipal do Porto na bancada do PS, e igualmente respeito e admiração tenho por seu pai, Carlos Lage, a quem o Rui se refere neste bonito texto.
Forte abraço, companheiros de muitas lutas.

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Que penoso é ver uma fatia assinalável da inteligência nativa usar das categorias políticas comuns para se referir a um fenómeno tão desprezível e grotesco como é o Chega. Um estrangeiro lusófono que hoje chegasse a Portugal e se pusesse a folhear a imprensa dos últimos tempos ficaria com a ideia de que o Chega é um elemento válido do regime, um peão experimentado no xadrez da direita, uma formação partidária apta para alianças parlamentares e entendimentos governativos, enfim, uma peça do mobiliário da nossa democracia e não o rato de rodapé que se esgueirou por um buraco para lamber o ranço da ignorância e do preconceito mais espúrio. A normalização do Chega é (quase) tão desprezível quanto o Chega. E não menos (ou até mais) funesta. E ela vem a pretexto do extremismo que segundo tais inteligências equipara o Chega aos ex-parceiros do PS na malograda "geringonça", uma analogia indecente e indesculpável para quem conhece o itinerário da nossa democracia e os rudimentos da história das ideias políticas. Com todos os seus anacronismos, o seu discurso calcificado, uns quantos votos de política externa cujo valor é essencialmente litúrgico e cuja única consequência é desconceituar quem os oficia, e sem escamotear os riscos a que nos expôs in illo tempore, o PCP teve um papel de relevo na construção do Portugal que temos, seja na resistência ao fascismo, seja na marca que deixou na Constituição de 76, seja até, a Sul, enquanto força autárquica respeitada e prezada. Nos últimos vinte anos, o Bloco de Esquerda estimulou e diversificou o debate político, criou raízes e agregou gente de elevada qualidade humana e intelectual; mesmo quando as suas propostas se revelam (no meu entender) irresponsáveis, despesistas, ingénuas ou moralistas, obedecem a uma ideia de justiça redistributiva e a um desígnio emancipatório nos antípodas das "propostas" peçonhentas que o sacripanta Ventura vocifera ou patrocina. Neste triste episódio, extremista parece ser também o ressentimento que a "geringonça" plantou bem fundo na cabeça de tantas pessoas informadas e preparadas mas a quem esmoreceu a razoabilidade e a capacidade de distanciamento. Sou insuspeito para dizê-lo: não só não morri de amores pela solução como ela me suscitava inúmeras reservas, algumas dissipadas com o passar do tempo, outras que mantenho. Não sou, sequer, um socialista de filiação marxista: Proudhon, passado pelo crivo de Antero de Quental, sempre me interessou muito mais (o que faz de mim, suponho, um "utopista pequeno-burguês"). Mas como homem de esquerda sinto-me indignado com esta miserável tentativa de meter a CDU e o Bloco na mesma prateleira do Chega por operação de geometria descritiva. O património doutrinário do meu partido resulta da separação das águas orquestrada por Mário Soares. Essa é uma separação que não só não renego como é ainda hoje pressuposto da minha militância no PS, mas a decência impõe agora que separemos as águas entre o Chega e a CDU e o BE. Enquanto as águas ainda são navegáveis.
Declaração de "interesse": O meu pai esteve preso cinco anos nos calabouços da PIDE, na cadeia da Machava, em Lourenço Marques, acusado de crimes contra a segurança do Estado e de atentar contra a coesão moral das Forças Armadas. Leram bem: cinco anos, de 69 a 73, dois dos quais em regime de solitária, naquela que tinha a fama de ser a pior cadeia de África, onde muitos detidos eram executados por privação de água e alimento e outros sucumbiam à tortura e aos espancamentos. O meu pai passou cá para fora listas de presos a quem estava reservada a morte por inanição. Na Machava, quase todos os presos políticos, ele incluído, professavam alguma forma de marxismo, que lhes adubava a revolta contra a dominação colonial. Ideais extremistas, parecidos com os do Chega, não é mesmo? Não me lixem.



Publicado por Tovi às 11:35
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Segunda-feira, 26 de Outubro de 2020
Eleições Regionais nos Açores

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Vejam no gráfico a comparação dos resultados eleitorais de 2012 e 2016, com uma sondagem recente e o resultado das Eleições Regionais nos Açores de ontem, 25out2020.

 

 
A propósito do resultado destas eleições na Região Autónoma dos Açores dizia ontem um amigo meu, com carradas de razão, que o PCP é um movimento institucionalista sobrevivente do PREC, mas que já perdeu a sua raiz operária e camponesa, ficando-se pelo funcionalismo público e pelo seu sindicalismo. E o BE é um partido classista e urbano, profundamente populista, uma espécie de salada (não russa) de caviar e outros géneros, com grandes contradições.



Publicado por Tovi às 09:11
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Quinta-feira, 9 de Julho de 2020
Regimento da Assembleia Municipal do Porto

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Aprovado ontem o novo Regimento da Assembleia Municipal do Porto, com a abstenção do BE... partido que tinha feito parte da comissão que exaustivamente elaborou este importante documento e que a deputada Susana Constante Pereira elogiou na sua intervenção na sessão de ontem. Não se entende.



Publicado por Tovi às 10:00
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Sábado, 16 de Maio de 2020
Nova sondagem da Intercampus

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Conhecida ontem mais uma sondagem da Intercampus (para Correio da Manhã e Jornal de Negócios).
O PS volta a ganhar terreno no mês de maio e seria o grande vencedor das Legislativas, se estas se realizassem atualmente. Esta vantagem aumenta também o fosso para a oposição. A intenção de voto no PSD é de 23,3%, igual ao mês anterior. Destaque ainda para a queda do Bloco de Esquerda, que, ainda que mantenha a terceira posição, desce de 11,9% em abril para 9% este mês. O mesmo acontece com o Chega de André Ventura: cai de 7,8% para 6,8%. A CDU, com 5,9%, tem uma subida ligeira em relação a abril (5,8%). O PAN regista uma descida acentuada, para 3,6%, a mesma percentagem do CDS, que também perde eleitores.



Publicado por Tovi às 07:49
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Quinta-feira, 5 de Março de 2020
Miguel Pereira Leite… estamos consigo

Captura de Ecrã (20).png
  Notícia do Público

 

   Raul Ameida no Observador, em 10mar

Susana incendeia em Plenário, Pedro filma contra o regulamento, Maria Manuel irrompe a galope invocando o seu estatuto de deputada e Tatiana confessa que tudo o que queriam era armar a p*** lá dentro. = Notícia completa =

 



Publicado por Tovi às 11:39
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Terça-feira, 3 de Março de 2020
"Circo mediático" na Assembleia Municipal do Porto

  JN de hoje

O deputado do Bloco de Esquerda Pedro Lourenço foi expulso esta segunda-feira à noite da Assembleia Municipal do Porto, por estar a filmar.
Pedro Lourenço, que estava na zona destinada ao público e não nas bancadas reservadas aos deputados, foi avisado que a filmagem era proibida, mas protestou e insistiu na ação, tendo recebido ordem para sair, por indicação do presidente da Assembleia Municipal.
O deputado deixou a sala sob escolta da polícia municipal. A filmagem aconteceu quando usava da palavra Susana Constante Pereira, do BE.
O deputado Miguel Gomes, do movimento que apoia Rui Moreira, apresentou um voto de protesto relativo a Pedro Lourenço, devido à sua "ação indevida" e por entender que a assembleia não deve transformar-se num "circo mediático'.

 

  Mais no JN de hoje
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O despejo de Joana Pacheco e dos dois filhos menores na Ribeira reuniu dezenas de pessoas esta segunda-feira, num protesto em frente à Câmara Municipal do Porto, durante a Assembleia Municipal.

 

  Comunicado da Câmara Municipal do Porto

Nos últimos dias, alguma comunicação social tem reportado o caso de uma casa que foi desocupada no Centro Histórico do Porto pela Domus Social. Essa casa estava ilegalmente ocupada por uma família, que não era titular de qualquer contrato de arrendamento, nem no âmbito da Domus Social nem de qualquer outro regime.
A senhora que ocupou a habitação tem dois filhos e, segundo se sabe, cerca de 1.200 euros de rendimento mensal e tomou conta da casa que anteriormente estava arrendada ao seu pai, falecido, que era inquilino municipal, e onde a renda era de menos de € 15.00 por mês por um T4 na Ribeira.
Antes de ter ocupado a habitação da Câmara, a munícipe era arrendatária de uma outra casa particular no Centro Histórico, a poucos metros, na Rua do Comércio do Porto. Casa que voluntariamente abandonou. Pagava aí uma de renda cerca de 300 euros e deixou-a quando decidiu mudar-se para a casa arrendada pelo pai, sem autorização da Domus Social e por sua exclusiva responsabilidade.
Invocou que o fizera para auxiliar o Pai. O que carecia de autorização prévia, que nunca requereu.
Ou seja, não se trata, como a própria reconhece, de um caso de cessação de contrato de arrendamento ou despejo. Nem um caso de assédio por parte do seu anterior senhorio. Saiu porque quis, quebrando ela própria o contrato que tinha com o seu senhorio que não praticou sobre si qualquer ação para a desalojar. Tinha capacidade financeira para pagar a renda da casa que abandonou.
A senhora fez um único pedido de habitação em 2018, que foi indeferido, dado que os seus rendimentos e condição social não lhe permitiam o acesso à habitação social, de que estão em lista de espera cerca de mil famílias no Porto, com rendimentos inferiores e condições sociais de maior necessidade.
Após a entrada em vigor do novo regulamento, em março de 2019, não fez qual pedido de habitação social ao Município, não fez qualquer candidatura ao Porto Solidário que apoia o pagamento mensal da renda, não se inscreveu no programa de arrendamento acessível lançado recentemente pela Sociedade de Reabilitação Urbana para arrendamento de casas no Centro Histórico e, durante dois anos, não encontrou uma solução para o seu problema de habitação no mercado de arrendamento, como muito outros cidadãos do Porto e de todas as outras cidades portuguesas, apesar de a Câmara do Porto ter uma verba disponível para auxiliar nestas situações, que este ano é de dois milhões de euros.
Foi notificada para deixar a casa que não lhe pertencia e que tinha ocupado ilegalmente. Isso mesmo dizem as faturas que, nos termos da Lei, lhe foram sendo apresentadas enquanto ocupava ilegalmente a casa que tinha estado arrendada ao seu pai. Foram-lhe dados dois anos (2 anos) para encontrar uma solução e as faturas que lhe foram apresentadas, além de uma imposição legal, não são recibos, contrariamente ao noticiado na comunicação social.
Caso o vereador da Habitação decidisse atribuir discricionariamente um contrato de arrendamento a esta senhora, passando por cima da Lei, do regulamento municipal aprovado em Executivo e Assembleia Municipal e por cima das cerca de mil famílias que aguardam, com direito, a uma habitação municipal, cometeria o crime de prevaricação que, entre outras penas, inclui a perda de mandato.
Lembramos que, ainda que legalmente fosse possível atropelar a lei e os regulamentos municipais, dando discricionariamente uma casa a uma senhora não inscrita e com um vencimento superior a mil euros mensais, estaríamos a condenar uma outra família, legalmente com direito à mesma casa, potencialmente com mais filhos e menos rendimentos, a ficar sem ela.
O rendimento da senhora em questão corresponde ao de um técnico superior municipal, ou seja, aos funcionários sem cargo de chefia e em início de carreira mais bem pagos pela Câmara Municipal. A maioria dos funcionários da autarquia têm rendimentos inferiores. Muitos têm filhos. A lei não lhes confere nem a eles nem a nenhum munícipe o direito de ocupar habitações municipais ilegalmente e, consequentemente, a pedir que, discricionariamente, o vereador da Habitação lhes conceda ilegalmente a habitação que ocuparam.

 

   Os meus apontamentos desta Assembleia Municipal
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Publicado por Tovi às 10:20
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Segunda-feira, 30 de Setembro de 2019
Sessão de hoje da Assembleia Municipal do Porto

Esta sessão extraordinária tinha como ponto único: Análise da situação do tráfico de estupefacientes na cidade do Porto.

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  Comentários no Facebook

Pedro Baptista - Rui Moreira disse e muito bem... Digo eu, que é inacreditável ver a forma como o BE e o PS olham para a droga, o primeiro com cumplicidade, o segundo com licenciosidade... São inacreditáveis tais atitudes, frente a uma realidade que tem a montante o negócio criminoso mais ignóbil e rentável do mundo para a selvajaria capitalista e a jusante a maior desgraça social dos últimos cinquenta anos, com cadastro de milhões de vidas destroçadas e milhões de mortos... Não sei bem o que se passou neste país nos últimos anos... Mas quando a policia diz que não pode fazer nada frente a quem se queira drogar à porta duma escola, algo está muito mal no reino, o país andou a ser governado por mentecaptos senão por criminosos...

Paula Ribeiro de Faria - A Assembleia Municipal do Porto reuniu em sessão extraordinária para debater a situação do tráfico de estupefacientes na cidade do Porto e aprovar recomendações ao Governo para reforçar os meios de combate ao tráfico de drogas na cidade, já que a competência para o policiamento e a garantia da segurança das populações pertence ao Estado central. Na Idade Média, os senhores feudais defendiam a sua gente dentro dos castelos, porque o poder central era fraco e não chegava a todo o lado. Vigorava um sistema de justiça privado, em que cada um fazia justiça pelas próprias mãos. Não é isso que se espera que aconteça num Estado europeu e civilizado no século XXI, mas é o risco que se corre quando não há meios policiais suficientes e a estrutura que suporta as soluções legais não funciona eficazmente...

Rui Moreira - A Assembleia Municipal deu um bom exemplo do que é a democracia. Por nossa iniciativa levamos a cidade a discutir um tema difícil. Mas temos que o fazer se queremos realmente mudar. Foi bom ver as forças democráticas do nosso lado. Como o PS, que depois de hesitar, decidiu apoiar as nossas propostas e reivindicações para que a PSP reforce os meios no Porto. Foi mau ver o Bloco de Esquerda não perceber nada do que se está a passar na cidade e na sociedade portuguesa.



Publicado por Tovi às 23:59
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