"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 11 de Maio de 2018
Deve ter-lhe saído no euromilhões

Salgado 12Mai2018.jpg



Publicado por Tovi às 10:48
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Sexta-feira, 10 de Março de 2017
Vai haver acusação?

800.jpgEm vésperas de ter de ser encerrada (terá de ser?...) a investigação da “Operação Marquês” a telenovela ainda está ao rubro e o importante é saber se o Ministério Público nos irá conseguir contar a história toda ou se cada um de nós irá ficar com a “sua” versão dos acontecimentos. E para já fiquemos com algumas das coisas importantes a reter disto tudo… que o resto é conversa.
Entre Janeiro e Abril de 2008 um holandês de nome Jeroen van Dooren tinha feito três transferências bancárias no valor total de dois milhões de euros para Joaquim Barroca, um dos donos do Grupo Lena. Esses dois milhões tinham saído depois da conta de Barroca em datas não muito distantes: um milhão em Fevereiro de 2008 para uma offshore de Carlos Santos Silva, outro milhão em Junho para Vama Holding, a offshore de Armando Vara.
A 5 de Janeiro de 2017, Hélder Bataglia contou o seguinte ao Ministério Público: Algures entre 2007 e 2008, numa data que disse não se recordar com precisão, Ricardo Salgado chamou-o para lhe pedir um favor. Queria usar uma das contas do luso-angolano na UBS para fazer chegar 12 milhões de euros a Carlos Santos Silva. Bataglia concordou, pedindo em troca que o banqueiro acrescentasse um extra de três milhões como prémio para si próprio por ter obtido anos antes a licença bancária para o BES Angola. E assim chegou-se a 15 milhões de euros.

 

A procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, garantiu que a acusação a José Sócrates, no âmbito da Operação Marquês, terá de estar finalizada até dia 17 de Março. O processo conta já com 100 volumes e mais de 40 mil páginas.

 

  Comentários no Facebook

«Eduardo Vasques de Carvalho» - O Ricardo Salgado fez ontem um aviso à navegação que pode ser um grande recado.... “Vamos aguardar, a verdade virá ao de cima e então veremos certamente quem são os verdadeiros responsáveis pelo que aconteceu ao BES.”



Publicado por Tovi às 10:36
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Quinta-feira, 2 de Março de 2017
Os interrogatórios fatais de Salgado e Bataglia

Sem dúvida que somos um País de brandos costumes… se assim não fosse a Hélder Bataglia já lhe tinha caído um piano em cima quando passeasse numa qualquer rua da cidade… ou já tinha acordado com uma cabeça de cavalo na cama.

 

   Exclusivo SÁBADO

A SÁBADO conta-lhe esta semana em exclusivo todos os pormenores dos interrogatórios judiciais de Hélder Bataglia e Ricardo Salgado determinantes para perceber o que faltava sobre a Operação Marquês. Um especial de 19 páginas para ler com muita atenção na edição 670, de 2 de Março de 2017.img_797x448$2017_03_01_10_05_01_209728.jpg

O empresário Hélder Bataglia contou exactamente como Ricardo Salgado lhe pediu para transferir milhões de euros para o alegado testa de ferro de José Sócrates. A SÁBADO revela todos os pormenores que constam nos dois interrogatórios da Operação Marquês
Num interrogatório explosivo, o empresário luso-angolano Hélder Bataglia revelou que Ricardo Salgado lhe pediu para utilizar as suas contas para fazer chegar discretamente dinheiro a Carlos Santos Silva, o homem que o Ministério Público acha que é um dos testas de ferro de José Sócrates. Confrontado, o banqueiro negou tudo: afirmou que mal conhecia Santos Silva e que nunca foi íntimo de Sócrates.
"Ele dizia-me: vamos fazer agora a transferência, qual é a conta, eu dava a conta e era, pronto, assim que fazíamos", revelou Bataglia ao procurador Rosário Teixeira e ao inspector tributário Paulo Silva.
Sentado ao lado do advogado Rui Patrício, o empresário luso-angolano tinha as mãos entrelaçadas em cima da mesa castanha quando o procurador Rosário Teixeira, sentado ao lado da colega Ana Catalão, anunciou para a gravação: "Vamos proceder ao interrogatório complementar do arguido Hélder Bataglia no processo 122/13.8 TELSB. O sr. Hélder Bataglia vai ser novamente ouvido como arguido."
Enquanto ouvia o formalismo habitual do início do interrogatório judicial na sala 2 do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), em Lisboa, Bataglia recostou-se por momentos na cadeira e colocou as mãos junto às pernas. Vestia um fato escuro e gravata em tons carregados de azul. De seguida, voltou à posição inicial, mesmo em frente ao inspector tributário Paulo Silva.
"Os factos que aqui estão são essencialmente os mesmos, mais uma especificação (…)", disse-lhe Rosário Teixeira, referindo-se ao anterior interrogatório ocorrido em Angola, no ano passado e por via de carta rogatória. Um interrogatório no qual Bataglia recusara falar sobre os milhões do BES que entraram nas suas contas e depois saíram para as contas suíças alegadamente controladas por Joaquim Barroca e Carlos Santos Silva.



Publicado por Tovi às 08:24
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Sexta-feira, 16 de Setembro de 2016
Novas revelações no Processo Marquês

Não há dúvida que quando alguém põe a boca no trombone as “telenovelas” ficam muito mais interessantes
José Sócrates 16Set2016 jornal Público aa.jpg

  Jornal Público de hoje

O empresário luso-angolano Hélder Bataglia, ligado ao grupo Espírito Santo e um dos arguidos da Operação Marquês, admitiu num interrogatório feito em Angola a pedido do Ministério Público português, que emprestou sete milhões de euros a José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, primo de José Sócrates, que já apareceu referenciado no processo Freeport. Segundo o Ministério Público, uma parte significativa desse dinheiro, perto de 5,5 milhões de euros, terá acabado por ir parar às contas de Carlos Santos Silva, amigo de infância do ex-primeiro ministro que, na tese do Ministério Público (MP), é um testa-de-ferro de Sócrates.

 

Mais um… a por a boca no trombone
José Sócrates 16Set2016 ab.jpg

Eu cá sei… ou imagino que sei

…como é que nos últimos dias se passou a saber tantas novas coisas sobre o “Processo Marquês”. Foi assim: Um saloio de Mação deixou inadvertidamente cair ao chão à porta da igreja da sua terreola uma pen onde tinha uns apontamentos sobre um processo altamente mediático. Um agarrado ao pó lá da terra encontrou-a e imediatamente a transformou em euros… e não falta quem pague bem por estas coisas. Mas para fazer render o peixe dividiu a informação contida na pen em vários “capítulos”, vendeu-os a diferentes compradores e vai daí uns dizem uma coisa e outros o seu contrário. Querem uma aposta como foi assim?



Publicado por Tovi às 09:55
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Sábado, 23 de Abril de 2016
Eu não estou nesta lista, de certeza…

...mas estou mortinho por saber quem recebeu dinheirinho sujo, tenha sido muito ou pouco, que para o caso é o mesmo.

Panama Papers GES 23Abr2016 aa.jpg



Publicado por Tovi às 14:30
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Sábado, 16 de Abril de 2016
Ricardo Salgado pagou ‘luvas’ a José Sócrates

Panama Papers Salgado e Sócrates 16Abr2016.jpg

Isto é que eu não acredito!... Então o Ricardo Salgado já não tinha dito na Comissão de Inquérito Parlamentar que se tinha deixado dessas coisas dos “offshores”?... E também tinha que vir à baila o Sócrates, coitado, que já foi enxovalhado por tudo que é jornalista no Correio da Manhã e até teve que dormir durante uns tempinhos na cadeia.

Qualquer dia ainda dizem que a Terra é redonda

 

  Jornal Expresso de hoje
Panama Papers Expresso 16Abr2016.jpg



Publicado por Tovi às 08:07
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Quarta-feira, 13 de Abril de 2016
Manuel Pinho... o do gesto de corninhos

Panama Papers Manuel Pinho 11Abr2016.jpg

Não há ninguém que tenha passado pelas empresas BES que não tenha rabos-de-palha... Uma vergonha

 

  Comentários no Facebook

«Mario Reis» >> Eu passei pela Escom mas ja nao havia palha para o meu rabo!

«Diamantino Hugo Pedro» >> Bem, eu não .....

«José Paulo Matos» >> É chegada a altura de fazermos uma renovação de estadias aos nossos hóspedes nas cadeias.

«Jose Mendes» >> Que dupla socrática aí está.....



Publicado por Tovi às 09:30
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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2015
Calvão da Silva – cromo do XX Governo Constitucional

Calvão da Silva aa.jpg

O ministro da Administração Interna é um dos grandes cromos da caderneta deste novo Governo de Passos Coelho, para mal dos nossos pecados. Não bastava Calvão da Silva num passado recente ter emitido um parecer jurídico em que afirmava terem sido os 14 milhões de euros que o construtor José Guilherme deu a Ricardo Salgado um presente dado “ao amigo de longa data” que não punha de forma alguma em causa a “gestão sã e prudente” do BES, e de perante a calamidade que se abateu sobre Albufeira no passado fim-de-semana ter lamentado a "fúria demoníaca da Natureza" e assinalado que o homem que perdeu a vida "entregou-se a Deus e Deus com certeza que lhe reserva um lugar adequado", veio agora dar ordens para que as forças da GNR e PSP lhe preparem uma cerimónia oficial de boas vindas e que tem que ser ainda esta semana, antes do governo cair. Este cromo está a candidatar-se a ser o carimbado da caderneta.

 

  Comentários no Facebook

«Hugo Miguel» >> Caro David Ribeiro a quantidade de ódio ou inveja que observo nas suas palavras é acima da média. Fique sabendo que a parangona ilustrada do "quer cerimónia de boas-vindas" é um título que um jornalista escolheu. O que vejo aqui é um ministro que quer conhecer as bases e para isso organiza, e bem, uma visita às tropas. Onde está o mal disso? Antes de chamar pedante a quem quer que seja aconselho-o vivamente a olhar-se. Acredite que tenho-me contido muito com tanto disparate que aqui vejo. O ministro, como nortenho que sou e católico, não me envergonhou. A autenticidade conquistou-me. Acusam os políticos de serem de plástico e depois criticam-nos quando são autênticos. Sinceramente!

«David Ribeiro» >> Não tenho ódio nem inveja do ministro da Administração Interna, mas que é um dos grandes cromos da caderneta deste novo Governo de Passos Coelho não há dúvida, para mal dos nossos pecados.

«Antonio Camoes» >> Parolo provinciano

«Raul Vaz Osorio» >> Hugo Miguel, dê as voltas que quiser dar, um ministro a prazo que tem a pressa de fazer cerimónias de boas vindas neste contexto, é claramente pedante ou tonto. Qualquer pessoa de bom senso que não quisesse só aparecer, guardaria tais preparos para depois de perceber se vai ficar.

«Hugo Miguel» >> Caro Raul et vai para lá o ministro... recebe umas croas valentes e fica sentado a ler revistas sobre automóveis. Ng vai fazer visitas de boas vindas. Vai conhecer as tropas. Se trabalhar é ser pedante está tudo dito sobre o teor dos comentários que aqui leio ou dos gostos entusiásticos ao disparate. Caro David, já que percebe tanto de pareceres jurídicos e de Direito pode dizer-me onde fez a licenciatura, o mestrado e o doutoramento em Direito?

«David Ribeiro» >> Não tenho licenciatura em Direito mas o que estudei dá para perceber o que li sobre o parecer elaborado por Calvão da Silva sobre as "luvas" oferecidas por um construtor ao "Dono disto Tudo". E não foi só agora que li o que este senhor escreveu.

«Jorge Baldinho» >> Chamar provinciano ao ministro, não me parece nenhum insulto. Por mim, os Ministros poderiam ser todos oriundos da província. Um dos nossos últimos grandes Ministros até era de Santa Comba Dão. O que os jornalistas chamam de cerimónia de boas vindas, para mim, mais não é do que o cumprir de funções do Ministro da Administração Interna. Se tutela a GNR e a PSP, acho muito bem que se apresente e fique a conhecer as respectivas estruturas. Atacar o Ministro por ter chamado a atenção para a necessidade de ter seguro contra intempéries, sobretudo em zonas onde costumam ocorrer, também acho normal. O fenómeno que agora aconteceu em Albufeira, já tinha ocorrido em 2008 e a autarquia nada fez para evitar que se repetisse - engraçado é que ninguém ataca a Câmara que nada fez e todos atacam o Ministro da Administração Interna recém-chegado como se fosse ele o culpado. Portanto, qualquer pessoa minimamente avisada teria pelo menos tentado fazer um seguro. Aconselhar quem ainda não o fez, é um bom conselho. Quanto ao facto de o Ministro ter nascido em Montalegre e ter necessitado de ir para o Seminário para conseguir prosseguir os seus estudos, para mim, só abona a seu favor... Se fosse filho de alguém instalado no poder, com certeza que teria ido logo para um Colégio Privado com propinas principescas e acesso garantido à Universidade. Gostei da simplicidade, honestidade e humildade do Ministro. Houvesse muitos assim. Quanto ao parecer que o Ministro fez, enquanto professor de direito, num processo em que é arguido o Ricardo Salgado, entendo-o perfeitamente. Estava a fazer o seu trabalho, aquele para o qual com certeza foi pago e que lhe competia fazer. Ou será que o Sr Ricardo Salgado, O Sr Sócrates Pinto de Sousa e outros quejandos não terão direito a quem os defenda, sejam advogados, peritos ou professores de direito?

«Hugo Miguel» >> Jorge Baldinho comentários pertinentes, inteligentes, equilibrados e justos. Subscrevo.

«António Magalhães» >> Enquanto membro do corpo das SS, qualquer guarda de Auschwitz apenas fazia o seu trabalho. Também Adolf Eichmann (seguindo a cartilha de quem nada mais tem a alegar em sua defesa senão ser apenas um mero funcionário administrativo e até com com um trabalho burocrático sem valor acrescentado) o proclamou em Tribunal, o que não impediu que acabasse pendurado na ponta de uma corda! Quanto às declarações em Albufeira, nem o monsieur de La Palice teria dito melhor! Neste caso, e atendendo à sua escola em Singeverga, talvez seja mais apropriado actualizar o seu status para Monsenhor de La Palice...

«Maria Helena Costa Ferreira» >> declarações sem comentários possíveis!!!!

«António Magalhães» >> Uma questão que qualquer professor de direito deveria saber é que para acusar alguém, precisa de apresentar provas. Assim sendo, que provas é que o douto ministro tem em como os estragos em Albufeira foram obra de Deus? Eu, se fosse Deus, processava-o!

«Jorge Baldinho» >> Até os guardas do corpo da SS em Auschwitz e o Adolf Heichmann tiveram, em Nuremberga, advogados de defesa.

«Mario Reis» >> Eu sempre disse que o problema do centralismo Português não é Lisboa nem os Lisboetas... mas estes fidalgos das berças, habituados a todas as regalias e deferências da terrinha que os pariu que se alisbonam e levam com eles um sistema social caduco que nunca evoluiu, cheio de deferências antiquadas e caducas. Cresceram naqueles pequenos círculos de troca de favores, cheios de empregados baratos para tudo e transpõem para a governação as teorias do adro da igreja ...

«Gonçalo Graça Moura» >> se o ministro tivesse citado Maomé estava tudo caladinho... é chato um estado laico ter um ministro com um passado religioso, mas se isso for um factor de exclusão só estranho não ver o David Ribeiro a rasgar as vestes de ódio quanto ao candidato do PCP a presidente... o ministro só foi pré-seminarista e o Edgar Silva foi padre de facto... e quanto a Albufeira, já alguém se deu ao trabalho de ver o que é o "Act of God" em termos jurídicos internacionais para efeitos de seguro? fui ali ao lado "roubar": Acts of God: An event that directly and exclusively results from the occurrence of natural causes that could not have been prevented by the exercise of foresight or caution; an inevitable accident. Courts have recognized various events as acts of God—tornadoes, earthquakes, death, extraordinarily high tides, violent winds, and floods. Many insurance policies for property damage exclude from their protection damage caused by acts of God.

«David Ribeiro» >> Já não me dou ao trabalho de rasgar vestes por candidatos comunistas a inquilinos do Palácio de Belém… sejam ex-padres, ou daqueles que comem criancinhas ao pequeno-almoço :-)

«António Magalhães» >> É isso tudo e deixar queimar o refogado... wink emoticon

«Mario Reis» >> Esta tudo dito! foi um acto de Deus que pôs os corruptos do Município de Albufeira a contratar a impermeabilização de um leito de cheias para possibilitar outro acto de Deus que foram as cheias que permitisse que um Ministro que o é por um acto de Deus, pois por outra razão mais objectiva não vejo, vir a invocar em vão Deus numa acção de reconhecimento de um Acto de Deus! Ai Deus tira-me deste mundo que em que te fizeram há imagem deles e leva-me para um mundo onde nós somos há tua imagem.

«Gonçalo Graça Moura» >> o Acto de Deus não tem nada a ver com deus ou com que raio for que não seja a natureza... o facto de terem construído em cima de linhas de água e encanado uma ribeira é, na minha opinião, mais um dos actos criminosos feitos neste país que vão ficar sem castigo...

«Mario Reis» >> Fico mais descansado então que isto não tenha a nada a ver com ele Deus, pois já estava a ficar preocupado com tanta deusdice ! É os americanos para não O invocarem em vão dizem gosh (ou my gosh!), portanto este conceito de seguradoras qualquer dia vai-se chamar um Act of Gosh... com tanta beatice que nos envolve nos dias de hoje!

«Gonçalo Graça Moura» >> há jurisprudência sobre o assunto, houve até quem tivesse posto Deus em tribunal (até fizeram um filme sobre isso)... e não, não foi na América, mas na Austrália... provincianismos que a mim não me chocam, até porque sou ateu...

«Mario Reis» >> Eu sou agnóstico nem consigo afirmar que existe nem que não existe... na certeza porem que não existe o Deus inventado pelos homens! A existir será outro que está-se a marimbar para o que acontece ou não acontece com os humanos individualmente ou como um todo... e se somos há sua imagem comprova porque a maior parte só pensa nele mesmo e é ganancioso e está a marimbar-se completamente para com os outros e a humanidade.



Publicado por Tovi às 10:32
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Sábado, 25 de Julho de 2015
Ricardo Salgado proibido de sair de casa

Ricardo Salgado b.jpg

O ex-“dono-disto-tudo” foi ontem ouvido durante todo o dia pelo juiz Carlos Alexandre, no âmbito das investigações relacionadas com o BES/GES e após ter sido constituído arguido no passado dia 20 de Julho, foi-lhe agora aplicada a medida de coacção de obrigatoriedade de permanência na residência. Ricardo Salgado e mais cinco arguidos (Isabel Almeida, ex-directora financeira do BES; António Soares, ligado à administração do BES Vida; Amílcar Morais Pires, ex-braço direito de Salgado; não se conhecendo a identidade dos restantes dois) são suspeitos neste processo da prática de sete crimes: falsificação, falsificação informática, burla qualificada, abuso de confiança, fraude fiscal, corrupção no sector privado e branqueamento de capitais. Há um ano Ricardo Salgado já tinha sido detido no âmbito do processo Monte Branco, mas na altura saiu em liberdade depois de pagar uma caução de três milhões de euros.



Publicado por Tovi às 00:39
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Quarta-feira, 17 de Junho de 2015
Vão-se as joias... Ficarão os dedos?

BES confíscuo de bens 17Jun2015 a.jpg

Então parece que foram a casa dos ex-administradores do BES e da família Espírito Santo e lhes confiscaram os carros, os barcos, as jóias, o dinheirinho, as obras de arte e tudo o mais que valor tenha. O “outro” queria mete-los no Campo Pequeno… agora parece que os vamos ver a dormir debaixo da ponte ou a pedir comidinha na fila da sopa dos pobres. A vida dá cada volta… que às vezes até volta tudo ao mesmo.



Publicado por Tovi às 14:50
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Sexta-feira, 20 de Março de 2015
Mais um episódio da “telenovela” BES/GES

Comissão de Inquérito Parlamentar Ricardo Salgad

Decorreu ontem na Assembleia da República uma nova audição de Ricardo Salgado na Comissão Parlamentar de Inquérito à Gestão do BES e do Grupo Espírito Santo.

 

  Alguns apontamentos do que por lá se disse

Ricardo Salgado, com um ar mais abatido do que lhe conhecíamos, no início da sua intervenção deu-nos a entender que esta iria ser uma confissão de arrependimento. Mas começou logo por acusar os "amigos" de o terem abandonado.

Ricardo Salgado chamou ao Parlamento a "verdadeira casa da democracia"... Dito por ele tem outro significado, sem dúvida.

Na óptica de Ricardo Salgado, só há um culpado na falência do BES… é o Banco de Portugal.

Segundo Ricardo Salgado os clientes de retalho do BES que subscreveram dívida do ESI e RioForte deveriam estar na conta-corrente do Novo Banco, pois para isso havia provisões para acautelar o reembolso dos valores em causa.

O colapso do BES deve-se unicamente à fuga de depósitos dos clientes. Não foi assegurada uma transição pacífica aquando da saída de Ricardo Salgado da gerência do banco.

Em julho de 2014 havia uns americanos dispostos a meterem muito dinheiro no BES e o Banco de Portugal disse que não era necessário.

Podemos concluir que, segundo Ricardo Salgado, quem acabou com o BES foi o Banco de Portugal. E pergunto eu: Para onde foi o dinheiro? É que Salgado diz que não foi para os bolsos dos accionistas. [Reflectindo: Para mim, que de bancos pouco mais sei que manter uma mísera conta, o que se passou é que investiram mal ao longo de vários anos e o dinheiro ia-se buscar ao BES onde existia em relativa quantidade, fruto de depósitos dos muitos clientes. E de um ano para o outro se foi andando sempre com o governo e Banco de Portugal a assobiar e olhar para o lado.]

Carlos Abreu Amorim (PSD), citando João Duque, chamou a Ricardo Salgado "um escroque da pior espécie". Ricardo Salgado respondeu-lhe que só está a tentar provar que tem razão e é isso que espera poder fazer nos Tribunais.

Ricardo Salgado enumerou os negócios ruinosos que aconteceram em Angola ao Grupo Espírito Santo. [Reflectindo: No meio destas "aldrabices" todas o que eu admiro é a ginástica intelectual que todos eles, Ricardo Salgado e seus companheiros no BES/GES, arranjam para justificar a desgraça. Parece-me que todas as intervenções de Ricardo Salgado nesta Comissão de Inquérito são já o "trabalho de casa" para o julgamento que irá (???) decorrer nos Tribunais portugueses.]

O Pedro Nuno Santos (PS) está a atrapalhar o Ricardo Salgado... Este até já nem sabe quem era governo quando se "estampou" em negócios em Angola.

Ricardo Salgado continua a afirmar que o BES estava bem mas que as empresas do Grupo Espírito Santo (não financeiras) foram um desastre. Um segredo que Ricardo Salgado nos divulgou nesta audição: "Em 2012 o Banco de Portugal afirmava que era normal não se saber quem eram os donos das empresas estrangeiras onde os bancos portugueses investiam". Se isto é segredo, não há segredos em Portugal, digo eu.

Cecília Meireles (CDS) confrontou Ricardo Salgado com o facto de haver quem tenha confiado nele para fazer aplicações no BES que agora não são pagas. Ricardo Salgado disse que sempre deu instruções para se informar os clientes que estas aplicações (papel comercial - clientes 360) tinham algum risco. Mesmo assim, afirmou Ricardo Salgado, havia dinheiro posto de lado para reembolsar estes clientes. É preciso perguntar ao BdP o que foi feito deste dinheiro.

Ricardo Salgado confessa que o Grupo Espírito Santo tinha defeitos de organização. E continuou: “O BES não faliu, o BdP obrigou-o a acabar”.

O deputado Miguel Tiago (PCP) fez Ricardo Salgado voltar ao "não me recordo", "não sei", "não acredito que tenha feito isso"... Quando as perguntas são inconvenientes lá se vai a memória.

Mariana Mortágua (BE) esteve no bom nível a que já nos habituou, muito assertiva e calma, mostrando ter os dossiers bem estudados e arrancando até alguns simpáticos elogios por parte do inquirido.



Publicado por Tovi às 09:30
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Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2014
O "estouro" do Grupo Espírito Santo

Banqueiros prisão.jpg

Continuam na Assembleia da República as inquirições ligadas ao processo do “estouro” do Grupo Espírito Santo e pelo andar da carruagem já deu para perceber que não eram só de agora os “gamanços” que por lá se faziam e que a promiscuidade entre o “Dono Disto Tudo” e os senhores do poder era escandalosa. Falta ainda ouvir muita gente, incluindo o contabilista acusado por Ricardo Salgado de ser o grande culpado disto tudo, mas as audições de José Maria Ricciardi e Pedro Queiroz Pereira já fizeram luz sobre muito do que aconteceu. E já começa a ser tempo de se procurar o rasto do dinheirinho que desapareceu e fazer sentar no banco dos réus quem a Justiça considerar indiciado pelos vários crimes que parecem ter sido cometidos. Vai ser um trabalho árduo e longo, muito mais longo do que deveria ser, mas a isto já estamos habituados, sendo que a justiça em praça pública já está feita e dela não se pode recorrer para mais nenhuma estância.

 

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«José Camilo» >> Amigo, por razões que já conhece, tenho estado atento às comissões de inquérito e aquilo que destaco é exactamente o contrário. Há duas pessoas, para já, nitidamente contra Ricardo Salgado, mas as razões que apresentaram foram todas nitidamente por se sentirem afastadas de algumas tomadas de decisão que não lhes convinha em termos de negócio. Pessoalmente, conheço muito bem o trajecto conseguido pelo Grupo após o 25 de Abril e não vai ser ao fim de quarenta anos de experiência de comando que se define que um homem em apenas meia dúzia de meses não foi capaz de controlar os desvarios de um governo. Nestes dois dias já nos apercebemos que o próprio banco de Portugal se está a sentir muito incomodado que os números que lhe estão a chegar às mãos não são de todo agradáveis. É o sistema e não o homem que tem de ser julgados.

«David Ribeiro» >> Caríssimo amigo José Camilo... Não querendo de forma alguma branquear as asneiras feitas pelo Governo e pelo Banco de Portugal, e convicto que quando se zangam as comadres fica (quase) tudo a saber-se, a verdade é que no Grupo Espírito Santo há muito as coisas não andavam bem e é só ver-se as broncas dos investimentos feitos no estrangeiro e que acabaram por criar a descapitalização do BES e subsequente desmoronar de um banco com o prestígio que tinha granjeado ao longo dos anos. A atitude da família Espírito Santo, liderada por Ricardo Salgado, só se pode ver de duas maneiras: Ou inocentemente deixaram as coisas correrem à espera de melhores dias e isto é má gestão, ou então estavam habituados a "roubarem" sem ninguém lhes pedir contas. Na prática vai dar tudo ao mesmo e quem se lixou, mais uma vez, foi o mexilhão, ou seja, os pequenos investidores e espero bem que os contribuintes não sejam também chamados a entrar com algum.

«José Camilo» >> Ui. Como não quero tecer opiniões se as fizer terão de ser numa mesinha com um café e uma nata em cima. E por aqui me fico....

«David Ribeiro» >> Hoje, pelas 16 horas, temos Amílcar Pires, ex-Administrador Executivo do Banco Espírito Santo, em audição na Comissão Parlamentar de Inquérito à Gestão do BES e do GES. Amílcar Morais Pires tem 53 anos, fez carreira no BES, onde foi administrador financeiro com a total confiança de Ricardo Salgado. É licenciado em Ciências Económicas pela Universidade Católica Portuguesa e até 2004 foi assessor do Conselho de Administração do BES e coordenador do Departamento Financeiro, de Mercados e Estudos.



Publicado por Tovi às 09:18
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Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2014
Inquérito parlamentar ao BES

 Ricrdo Salgado no Parlamento 9Dez2014 a.jpg

Ricardo Salgado não poupou a actual Ministra das Finanças nem o Banco de Portugal na sua intervenção de ontem na comissão parlamentar de inquérito ao caso BES e terminou em beleza com grandes elogios aos estadistas - Mário Soares e Cavaco Silva - que tiveram papel de relevo no regresso do Grupo Espírito Santo (GES) a Portugal, nos anos 80, no pós-25 de Abril. Este gajo sabe-a toda.

 

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«Raul Vaz Osorio» >> Ui que paleio de vígaro!

«David Ribeiro» >> É incrível o nível de promiscuidade existente entre a banca e os governantes. Nas reuniões dos “Donos Disto Tudo” era frequente as referências a estes “contactos” com os senhores do Terreiro do Paço. Mais que não seja estas comissões de inquérito permitem-nos ficar a saber o que eles dizem e o que eles pensam que nós não percebemos.

«Pedro Baptista» >> Afinal o mal não foi o Banco de Portugal andar a dormir, foi ter acordado. É de rir! 150 anos ao serviço da agiotagem!

«Manuel Ribeiro da Silva» >> Se não me ponho a pau, a culpa ainda é minha!...

«David Ribeiro» >> Provavelmente, Manuel… Porque deles não é de certeza :-)

«Manuel Ribeiro da Silva» >> David dizer que estes fulanos têm lata é pouco, têm é um bidão de 200 Lts. Livra!!!

«Raul Vaz Osorio» >> Atão na querem ver que a puta sou eu?

«Luiz Paiva» >> Há uma coisa que não entendi: o problema decorre de um pedido de um "empréstimo intercalar" de 1,5 bi (ou por aí) pagável em 5 anos, ao governo, que não lhe foi concedido. Então, por que razão, depois do "tampo" do governo, não tentou (ou conseguiu) arranjar mais ninguém no planeta e arredores que o financiasse?

«Raul Vaz Osorio» >> Talvez porque já ninguém lhe emprestava um tostão furado?

«David Ribeiro» >> Karl Marx acusava os burgueses que detinham os meios de produção de serem os maus da fita… Claro que não conheceu o capitalismo moderno em que meia dúzia de “caramelos” atingem uma supremacia bem maior, singrando unicamente ou essencialmente através da usura e dos jogos financeiros especulativos de casino, definhando os povos, os estados e as pessoas com juros agiotas sempre no cálculo interesseiro e egoístico, já para não falar nas vigarices.

«José Camilo» >> Luiz Paiva, ele respondeu a isso. Recuso-me a "limpar" os responsaveis governativos de toda a responsabilidade. Para já não vou por aí, até porque estaria a contradizer-me desde sempre. Seria mais fácil pegar no gajo e culpa-lo de tudo só porque foi poderoso e soube ganhar dinheiro e criar emprego. Faça-se justiça, mas convém estarmos atentos a tudo.

«Luiz Paiva» >> José Camilo, estive atento e tanto quanto recordo, de facto, haveria financiamento mas não no tempo que lhe foi concedido. O que vai dar ao mesmo... ou não?

«José Camilo» >> Não ;-)

«Raul Vaz Osorio» >> É giro como sempre que um banco dá merda, o responsável tem sempre o mesmo discurso. Foi assim no BPN, no BPP, no BCP (esse aguentou-se, mas pronto) e agora no BES. O responsável máximo é sempre o último a saber o mínimo e precisa invariavelmente de dinheiro e mais tempo. Só varia a quantidade de cada uma destas variáveis. Se tivessem gerido bem é que tinha sido boa ideia, não?

«David Ribeiro» >> José Maria Ricciardi pode ser tão filho-da-mãe como o primo Ricardo Salgado, mas com a raiva que estava no inquérito parlamentar e a ser verdade o que afirmou não há dúvida que Salgado mentiu à Comissão de Inquérito ao dizer que de nada sabia até o Banco de Portugal o ter afastado do BES.

«Raul Vaz Osorio» >> O Ricciardi apesar de tudo parece um bocadinho mais sério, mas só um bocadinho LOL

«David Ribeiro» >> Sou da opinião que para muita gente a seriedade depende dos momentos e dos assuntos em causa e não estou a ser irónico, é mesmo o que penso há já muito tempo.

«Raul Vaz Osorio» >> Percebo o que quer dizer David e tenho que concordar. O contexto é fundamental. Não é desculpa, claro, mas pode ser explicação.

«David Ribeiro» >> José Maria Ricciardi na Comissão de Inquérito Parlamentar:

Comissão de Inquérito Parlamentar José Maria Ri



Publicado por Tovi às 07:19
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Quinta-feira, 14 de Agosto de 2014
Família Espírito Santo

(Jornal "The Times" – 16Jul2014)

{#emotions_dlg.sidemouth} Em bom português dir-se-á: Uma família de trampa.


«Luiz da Cunha» no Facebook >> QUE VERGONHA!!!!!!!!!! :(

«Jose Riobom» no Facebook >> ... escumalha... ladrões... bandalhos... família descendente de  bastardos...

«Albertino Amaral» no Facebook >> NÃO GOSTO... Julgava-o mais competente, Dr. Ricardo Salgado...!

«Jose Riobom» no Facbook >> ... os filhos de putas sempre quiseram ser bem nascidos... mas não passam disso mesmo, bastardos até à última geração...

«Zé Zen» no Facebook >> Perdido o piu, fica-lhe a arrogância. :/

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.star} Com a devida vénia ao João José Cardoso e ao «Aventar» onde fui “roubar” esta pérola.

«Pedro Felgar Couteiro» no Facebook >> Pobres ricos pulhas... Mas sim, a antropologia não serve só para descrever e perceber os miseráveis (no sentido de Victor Hugo)



Publicado por Tovi às 09:33
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Quinta-feira, 7 de Agosto de 2014
Herdade da Comporta

Se a Herdade da Comporta, da família Espírito Santo, for alienada como está previsto a tudo o que foi parar ao “bad bank”, espero bem que o comprador seja alguém que continue a fazer estes vinhos. Seria uma pena perder-se este projecto vitivinícola de reconhecida qualidade que está implantado em cerca de 35 hectares (30 ha - Tinto e 5 ha - Branco) e onde se destacam as castas tintas Aragonez, Trincadeira, Alicante Bouschet e Touriga Franca, e as castas brancas Arinto e Antão Vaz.


«António Alves» no Facebook >> Não é líquido que esteja no bad bank ou em qq bank.

«Luiz da Cunha» no Facebook >> David Ribeiro, estás no ramo da publicidade? Recebes pelo bom ou pelo "bad" ??? ehehehheh

«António Vidal» no Facebook >> Ainda o propões para uma medalha!!!!

«David Ribeiro» no Facebook >> Que se saiba a Herdade da Comporta - Atividades Agro Silvícolas e Turísticas, S.A. estava no grupo de empresas da Rioforte, pelo que tudo leva a crer que vai para o “bad bank”.

«António Alves» no Facebook >> Então confirma-se: a carne vai para o bad bank e nós pagamos os ossos no good bank

«David Ribeiro» no Facebook >> Para já todas as obras que estavam a decorrer na Herdade da Comporta, e eram muitas, estão completamente paradas, não se sabendo se irão ter continuidade os investimentos que por lá se estavam a fazer.

«Jose Riobom» no Facebook >> ...... bad bank..... = ... bad wine !! ..... será ???



Publicado por Tovi às 08:38
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