"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 10 de Junho de 2021
O Lugar do Vazio, de Gustavo Pimenta

IMG_20210602_110414.jpg


Título: O Lugar do Vazio
Autor: Gustavo Pimenta
Capa: Manuel Rocha (sobre pintura de Minó - óleo sobre tela, 30x40)
Edição: Palimage, uma marca editorial da Terra Ocre
ISBN: 978-989-703-263-9



Publicado por Tovi às 07:10
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Domingo, 7 de Março de 2021
O Regresso das Ditaduras?

Anotação 2021-03-06 130124.jpg

Já chegou a minha encomenda – O Regresso das Ditaduras? – obra de António Costa Pinto, numa edição de Fundação Francisco Manuel dos Santos, coleção Ensaios da Fundação (Depósito Legal n.º 477707/20).

 


O presente ensaio apresenta e explica o mapa-mundo atual das ditaduras. Disseca os modos de dominação predominantes e salienta como, cada vez mais, os regimes autoritários «se vestem como democracias». Assinala continuidades e mudanças e permite uma premente visão global de autoritarismo político contemporâneo, confirmando-o no polo oposto da governação democrática.



Publicado por Tovi às 07:17
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Terça-feira, 16 de Fevereiro de 2021
Contágios... de Jaime Nogueira Pinto

jaime_nogueira_pinto.png

Jaime Nogueira Pinto, nascido no Porto em 1946, tem escrito sobre temas de Ciência Política e História Contemporânea e nesta sua obra «Contágios – 2500 anos de pestes» chamou-nos à atenção para o facto da Covid-19, apesar da Ciência e da Tecnologia, nos mostrar que, de peste em peste, de praga em praga, há comportamentos que se repetem, comportamentos não só dos homens mas também das sociedades. Lê-se bem este livro que nos confronta com a continuidade da natureza humana vivida no fio da navalha ao longo das mudanças políticas, sociais e culturais determinadas pelo tempo e o modo das epidemias.



Publicado por Tovi às 07:01
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2021
Gripe Espanhola ou Pneumónica

gripe espanhola.png
(As máscaras foram um ritual nos dias da Gripe Espanhola)

Bruscamente, na Primavera de 1918, na frente de Batalha da Flandres, no ano final da Grande Guerra, uma nova espécie de gripe mortífera atacou os exércitos dos dois lados – alemães, franceses, ingleses e americanos. O vírus [influenza] terá vindo da América, do Kansas, dum campo militar, mas chamaram-lhe Gripe Espanhola ou Pneumónica. Nos dois anos seguintes, a Pneumónica mataria milhões de pessoas em todo o mundo; mas as tragédias da guerra e as euforias e convulsões dos anos 20 e do que se lhes seguiu diluiriam o lugar da pandemia na memória coletiva do Ocidente. Portugal não escapou à Pneumónica, que, como outras epidemias e pandemias, teve uma primeira fase relativamente moderada, na Primavera-Verão de 1918, e uma segunda, mais violenta e mortífera, no Outono do mesmo ano. Com cerca de 140 mil mortos, Portugal foi, proporcionalmente, dos países mais atingidos da Europa. Só a Itália e a Bulgária tiveram uma letalidade mais alta. Entre as celebridades mortas pela epidemia contam-se o pintor Amadeu de Sousa Cardoso e os santos pastorinhos de Fátima, Francisco e Jacinta. (“Contágios” de Jaime Nogueira Pinto, pag. 194 e seguintes)



Publicado por Tovi às 07:46
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Domingo, 7 de Fevereiro de 2021
Peste Bubónica na Europa

   A Grande Peste de Londres
Great_plague_of_london-1665.jpg
(Coleta de cadáveres na rua durante a Grande Peste de Londres)

Quando da Peste de Londres [1665-1666] …/… Muitos viam o abandono do Rei como vergonhoso, fugindo da peste [peste bubónica] e deixando o governo da cidade ao Lord Mayor. Mas o Lord Mayor, Sir John Lawrence, não fugiu e pôs em prática uma série de medidas: fechou as escolas, restringiu a frequência de estalagens, tabernas e cafés e limitou a assistência a funerais. (“Contágios” de Jaime Nogueira Pinto – pag. 116)

 

   O insólito surto portuense
Ricardo Jorge.jpg

No fim do século XIX, em 1899, em Portugal, no Porto, deu-se o inesperado último surto da Peste Bubónica na Europa. Ricardo Jorge, director dos serviços hospitalares da cidade, liderou o combate à praga, que matou cerca de centena e meia de pessoas; mas os negacionistas nortenhos obrigaram-no a abandonar a cidade. (“Contágios” de Jaime Nogueira Pinto, pag. 145 e seguintes)



Publicado por Tovi às 07:59
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Domingo, 31 de Janeiro de 2021
Contágios - 2500 Anos de Pestes

ccccc.jpg
Já chegou… vai ser a minha leitura dos próximos dias.

   Contágios - 2500 Anos de Pestes
2020 - Publicações Dom Quixote
ISBN: 978-972-20-7097-3
Depósito legal n.º 471 210/20
Imagem da capa: "O Triunfo da Morte", pintura a óleo de Pieter Bruegel, o Velho, pintada c. 1562. Está no Museu do Prado em Madrid.

 
E a minha neta Alice (sete anos levados da breca) já me disse: "Avô!... Antes de começares a ler deixa-me dar uma voltinha nesse livro, que o assunto interessa-me."
 
 

Ainda só agora comecei a ler este livro… mas logo no capítulo I – A Mais Maléfica das Deusas, à página 32 o Jaime Nogueira Pinto, sobre “as causas, as culpas e os medos” da primeira pandemia da Era Cristã (Peste de Justiniano – de 541 a 542, tendo matado 40% da população da capital do Império do Oriente que era, ao tempo, de 500 mil habitantes) põe-me a pensar: “Mais sobre a interminável especulação dialética das causas e das culpas pairava o medo.  O medo que acompanha o Homem desde as cavernas, o medo da noite, o medo das trevas, o medo do fogo, o medo das bestas e animais do outro lado do mundo, o medo da morte, o medo da dúvida e da incerteza.”




Terça-feira, 8 de Setembro de 2020
Construir e Brincar – O Palácio da Princesa

250x.jpg
   Estou derreadinho… A minha neta Alice foi no fim-de-semana à Feira do Livro do Porto e entre os muitos livros que os pais lhe compraram trouxe um – “Construir e Brincar – O Palácio da Princesa”, de Lara Ede, edição: Jacarandá Editora, fev2020 - e lá tive que passar toda a manhã na “montagem” do tal palácio… eu, que até sou republicano, filho, neto e bisneto de ilustres republicanos.



Publicado por Tovi às 14:35
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Terça-feira, 1 de Setembro de 2020
A Revolução Russa - 100 Anos depois

revoluçao russa.jpg

Estou a ler «A Revolução Russa - 100 Anos depois», de António Louçã, Francisco Louçã, Thaiz Senna, Constantino Piçarra, José Manuel Lopes Cordeiro, Miguel Pérez Suaréz, Fernando Rosas e Rui Bebiano [edição: Parsifal, agosto de 2017]. E um século depois da Revolução Russa parece-me hoje que se frustraram todas as expectativas de solução para os problemas mais elementares da sociedade, tais como PÃO, PAZ e TERRA, aquilo que os sovietes consideravam as necessidades mínimas de um povo. Mas cem anos depois deste extraordinário acontecimento da História da Humanidade - A Revolução Russa – poderemos sem qualquer dúvida constituir este acontecimento um importante ponto de reflecção para as sociedades contemporâneas, provavelmente muito mais do que a Revolução Francesa dos finais do século XVIII.



Publicado por Tovi às 14:00
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Segunda-feira, 6 de Julho de 2020
Porto - A Entrada para o Mundo, de Neill Lochery

185x262.jpg
Chegou-me hoje pelo correio o livro "Porto, a Entrada para o Mundo", onde o escocês Neill Lochery nos explica porque a Invicta é uma cidade comercial e cultural vibrante que se orgulha das suas raízes históricas e ligações com o mundo. Vou começar a ler… depois conto-vos o que por lá se diz da nossa Cidade.

 

   Sobre o Livro

Uma das cidades mais antigas da Europa, o Porto ficou conhecido em todo o mundo graças ao seu maravilhoso vinho. Elevando-se das íngremes encostas do Douro - o rio do ouro - com pitorescas praças, igrejas e casas com fachadas de azulejos coloridos, o seu antigo nome Portucale está na origem do nome do nosso país: Portugal. Hoje em dia, o Porto é um vibrante centro comercial e cultural, que se orgulha das suas ligações históricas com o mundo exterior. Uma leitura essencial de um dos escritores mais famosos que escreve sobre Portugal, Porto - A Entrada para o Mundo utiliza os belos edifícios e pontos de referência em toda a cidade para conduzir o leitor numa viagem por toda a sua riqueza histórica desde as suas origens até à era moderna.

 

   Sobre o Autor

Neill Lochery é autor de mais de uma dúzia de livros aclamados pela crítica, incluindo Portugal – Saído das Sombras da Revolução de 1974 até ao Presente, bem como Brasil – A Segunda Guerra Mundial e a Construção do Brasil Moderno e o bestseller internacional Lisboa - A Guerra das Sombras na Cidade da Luz 1939-1945. Neill Lochery é Professor de Estudos do Médio Oriente e do Mediterrâneo na University College London. Participa em numerosas palestras por todo o mundo, é comentador regular em assuntos internacionais e tem inúmeras publicações na imprensa internacional, incluindo o Wall Street Journal.



Publicado por Tovi às 14:10
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quarta-feira, 20 de Maio de 2020
Papillon... de Henri Charrière

mw-860.jpg

No domingo passado tivemos na SIC o filme PAPILLON… e recordo-me bem que em 1970 uma jovem marselhesa que tinha conhecido em Espinho durante o verão, mandou-me de prenda no Natal uma edição francesa de «Papillon», de Henri Charrière, e foi este o primeiro romance que li em “français”.


Henri "Papillon" Charrière é um pequeno criminoso condenado a prisão perpétua por um delito que não cometeu em França. No ano de 1930 as penas eram duras. Enviado para cumprir a sentença na costa da Guiana Francesa, conhece Louis Dega, um famoso falsificador, de quem se torna amigo. Sem nada a perder num ambiente onde a lei do mais forte é a que predomina, os dois fazem um pacto: em troca de protecção contra a violência de alguns prisioneiros, Dega compromete-se a ajudá-lo no seu plano de evasão. Mas qualquer tentativa de fuga será punida com anos de solitária. Em alguns casos, o castigo é ser levado para a inexpugnável Ilha do Diabo, de onde nunca ninguém conseguiu escapar com vida.



Publicado por Tovi às 14:51
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quinta-feira, 9 de Abril de 2020
«Choque do Futuro» de Alvin Toffler

alvin t.png

O meu amigo Antero Braga, livreiro de referência na cidade do Porto, aconselhou-me para estes tempos difíceis de luta contra a pandemia do COVID-19 a leitura da obra “Choque do Futuro – Do Apocalipse à Esperança” de Alvin Toffler (Edição: Livros do Brasil; Colecção Vida e Cultura). Mas não foi fácil encontrar. Acabei por adquirir um exemplar em segunda mão no “CustoJusto”… e chegou ontem pelo correio. Trata-se de um ensaio de futurologia, uma análise das condições actuais da ciência e da técnica, uma advertência quando o futuro vai transformar profundamente as nossas vidas, obra escrita às portas do ano 2000 pelo sociólogo e futurólogo norte-americano Alvin Toffler.

Vou começar a leitura… depois vou dizendo coisas.

 

  Situação em Portugal e Região Norte

13956 casos confirmados (8102 na Região Norte)
409 mortos (224 na Região Norte)
COVID19 9abr.png



Publicado por Tovi às 08:27
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quinta-feira, 26 de Dezembro de 2019
A Maldição do Marquês

   A ler... uma das prendas deste Natal.

a maldiçao do marquês.jpg

Edições Asa, 2019 (Grupo LeYa)
Depósito legal n.º 460 249/19
ISBN 978-989-23-4707-3

Autor: Tiago Rebelo
Com uma carreira literária de quase vinte anos, marcada por alguns dos títulos de maior êxito entre os autores portugueses deste século, Tiago Rebelo é um escritor de histórias empolgantes e de personagens consistentes e tocantes a que não se consegue ficar indiferente. Autor versátil, capaz de enveredar por diferentes géneros literários, regressa ao romance histórico com A Maldição do Marquês, mais uma obra incontornável do autor de O Tempo dos Amores Perfeitos, O Último Ano em Luanda e Romance em Amesterdão, entre muitos outros. Os seus livros estão disponíveis em países como Angola, Moçambique, Brasil, Itália, Suíça, México, Argentina ou Roménia. A par da atividade literária, Tiago Rebelo tem uma longa carreira no jornalismo.

 

Página 131 - "…derrotar os velhos do Restelo, as superstições anquilosadas da Igreja, a ignorância do povo e as exigências de uma alta nobreza que cheirava a mofo e só pretendia impedir o progresso para manter os seus privilégios."

Página 400 - "...isso sim, podem acusar-me de ser do meu interesse pessoal servir um país que não se verga às grandes potências europeias. É essa a minha política."

Página 443 - "...o filósofo francês Voltaire, figura de proa do Iluminismo, escreveu que o excesso de horror só foi vencido pelo excesso do ridículo."

Página 549 - "Era desanimador, pensou o marquês. Para onde iria o mundo se os agentes da ordem deixassem de exercer a autoridade?"

 


Louis-Michel_van_Loo_003.jpg
(Retrato do Marquês de Pombal (1766), por Louis-Michel van Loo e Claude Joseph Vernet)

Sempre me fascinou a vida e obra do Marquês de Pombal - Sebastião José de Carvalho e Melo – uma das figuras mais controversas e carismáticas da História de Portugal, mas sem dúvida alguma o representante do despotismo esclarecido em Portugal no século XVIII. Este período foi marcado na Europa pelo iluminismo, movimento intelectual e filosófico centrado na razão como a principal fonte de autoridade e legitimidade,   defendendo ideais como liberdade, progresso, tolerância, fraternidade, governo constitucional e separação Igreja-Estado.



Publicado por Tovi às 08:49
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quinta-feira, 29 de Junho de 2017
O Arco de Sant’Ana

O-Arco-de-Sant-Ana bbb.jpgNão me recordo do “Rapa Côdeas” (aka Gaspar da Costa), meu professor de Português no liceu Alexandre Herculano, alguma vez me ter mandado ler O Arco de Sant’Ana, mas embora soubesse vagamente qual o enredo deste romance de Almeida Garrett só agora, já sessentão, me deu para o ler e me deliciar com a evocação da vida social e política do burgo portuense, agitada pelos motins dos mesteirais, conduzidos pelo jovem Vasco e apoiados pelo rei D. Pedro, numa luta contra a oligarquia política, encarnada pelo bispo e seus acólitos, em especial Pêro Cão, cobrador de impostos.

E dei comigo a pensar que já está na hora – décimo sétimo ano do século XXI - de nos tornarmos todos MESTEIRAIS cá pela Cidade Invicta. Não estará?

 

  O Arco de Sant’Ana

Porto Editora
Depósito Legal: 321475/11
ISBN: 978-972-0-04980-3



Publicado por Tovi às 12:01
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Terça-feira, 21 de Março de 2017
Rui Moreira – 4º aniversário da candidatura

Jantar 4 aniversário da candidatura aa.jpg

É bom jantar com quem gosta e luta pela nossa Cidade... a Cidade Invicta, onde os INDEPENDENTES fazem Cidadania.
E que jantar foi este, o de ontem?... Um jantar na Fundação Dr. António Cupertino de Miranda, para celebrar os quatro anos do início de campanha de Rui Moreira no Porto e também para planear o futuro. - Rui Moreira - O Nosso Partido é o Porto

 

CAM00714.jpg

A História de uma campanha: O Nosso Partido é o Porto

Autores / Rui Moreira e Jorge Afonso Morgado
Fotografia / José Gageiro, João Ribeiro, Leonel de Castro (Global Imagens), Carlos Tavares, Ivo Pereira, Nuno Nogueira Santos e Rui Moreira
Fotografia de capa / Leonel de Castro (Global Imagens),
Design / Comunicar Essência
Edição / Calendário de Letra – abril de 2014
Impressão / Greca Artes Gráficas
ISBN / 978-972-8985-91-2
Depósito legal / 373645/14
Copyr / Calendário de Letras SA / Rua Latino Coelho, 110 / 440-200 Vila Nova de Gaia

Em «A História de uma campanha: O Nosso Partido é o Porto» está todo o percurso de um movimento inovador, visto e contado de dentro, na primeira pessoa. Com as imagens inéditas dos bastidores, os episódios e os grandes momentos de uma campanha única.

“Não há exemplos assim na Europa”, El Pais
“Um raio de optimismo para os portugueses”, New York Times
”Raramente alguém foi tão brilhantemente eleito sem fazer uma única promessa”, Libération



Publicado por Tovi às 08:15
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2017
“Quinta-Feira e Outros Dias” de Aníbal Cavaco Silva

16792630_304.jpg

Fica já aqui dito que eu não gosto nem nunca gostei do Cavaco… mas a QUEIMA DE LIVROS é uma prática característica de regimes opressivos que procuram assim silenciar e censurar opiniões, por mais aberrantes que estas nos possam parecer.

 

  Comentários no Facebook

«Adao Fernando Batista Bastos» - David concordo se bem que às vezes bem me apetecia livrar-me de alguns pois já nao tenho espaços para os arrumar. O livro de Cavaco pelo que se vai lendo por aí é a demonstração, mais uma, da sua pequenez enquanto cidadão e político. Um pulhazito, na minha opinião, rancoroso e cobarde. Nunca me oferecerem o desprazer de adquirir este nem outros escritos de quem é movido pela vingança e a necessidade de justificar desastrosos... silencios!

«David Ribeiro» - Eu cá sou da opinião que este livro deverá ser lido, se não forem as 600 páginas pelo menos algumas partes, mais que não seja para se “completar” a ideia que cada um de nós já tem da criatura.

«António Sousa» - O problema é a minha hipertensão? Prefiro o Alexandre Herculano ou o Victor Hugo!!!!!!!!! mesmo assim obrigado pelo convite.

«Jose Bandeira» - Este é um livro que não vou ler, não só por conhecer suficientemente o trajecto da personagem principal mas sobretudo pelo facto de ter a fotografia na capa. Abrenúncio!...

«Ana Alyia» - Só pela gargalhada que me fez dar já valeu, José Bandeira É que o raio do livro (e ainda mais a personagem) irrita-me tanto que estava mesmo a precisar de rir

«Mário Paiva» - ...não precisa queimar, basta não ler, mas os extractos que me têm aparecido melhoraram-me bastante a imagem e opinião sobre Sócrates...

«Rafael Maciel Oliveira» - Este livro demonstra o rancor, raiva, e a maldade, do autor.

«Francisco Seixas da Costa» - O LIVRO As memórias presidenciais de Aníbal Cavaco Silva (já lidas de fio a pavio, porque faço parte dos estóicos de biblioteca) é uma espécie de livro de atas de um notário meticuloso (quase picuínhas) da política. Do texto, que em escrita é basicamente escorreito mas onde o que sai do oficioso resvala para um discurso literariamente menos glorioso, ressalta um tropismo, em crescendo, para a adjetivação ácida, aqui ou ali algo vingativa, "to say the least". É um livro auto-elogioso à náusea, de quem tudo viu, tudo previu, numa omnisciência que só foi pena não ter tido afinal consequências de maior para bem do país que insistiu em colocá-lo em Belém por um longo decénio. Cavaco Silva sabe que, ao ter elegido José Sócrates como "bombo da festa", garantiu um "pós-eleitorado" seguro para dar um pouco mais de credibilidade à narrativa eufórica que faz sobre si mesmo. Muito pouco elegantes são as palavras que dedica a Mário Soares. Nada que surpreenda, contudo, conhecido o autor. Uma nota inevitável para a ligeireza com que se refere a algumas trapalhadas próprias, a menor das quais não será a das escutas. Enfim, um livro de quem tem pressa em tentar que o país dele fixe uma imagem à altura da elevada conta que guarda de si mesmo.

«Antonio Sousa Dias» - Cavaco receou que já nos tivéssemos esquecido de que existiu, lançou um livro para ficarmos com a certeza de que é um vinho azedo e ao contrário do Vinho do Porto, quanto mais velho pior.

«David Ribeiro»Nem para vinagre serve.



Publicado por Tovi às 10:54
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Mais sobre mim
Descrição
Neste meu blog fica registado “para memória futura” tudo aquilo que escrevo por essa WEB fora.
Links
Pesquisar neste blog
 
Julho 2021
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9





Posts recentes

O Lugar do Vazio, de Gust...

O Regresso das Ditaduras?...

Contágios... de Jaime Nog...

Gripe Espanhola ou Pneumó...

Peste Bubónica na Europa

Contágios - 2500 Anos de ...

Construir e Brincar – O P...

A Revolução Russa - 100 A...

Porto - A Entrada para o ...

Papillon... de Henri Char...

«Choque do Futuro» de Alv...

A Maldição do Marquês

O Arco de Sant’Ana

Rui Moreira – 4º aniversá...

“Quinta-Feira e Outros Di...

TAP - Caixa Negra

Rui Moreira em "guerra sé...

Regionalização vs Municip...

Da Revolução Gorada aos D...

“A Confiança no Mundo” de...

Arquivos
Tags

todas as tags

Os meus troféus