"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sábado, 23 de Outubro de 2021
Mais uma vez o “proibicionismo” no Parlamento

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O tema chegou ao parlamento depois de uma iniciativa de cidadãos a pedir a proibição das corridas de cães em Portugal e que conseguiu mais de 21 mil assinaturas. Ontem os deputados debateram em plenário o projeto de lei da iniciativa legislativa de cidadãos assim como outros três projetos relativos à mesma matéria do Partido das Pessoas, dos Animais e da Natureza (PAN), do Bloco de Esquerda (BE) e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues. Apenas o projeto do PAN baixou à 7ª comissão parlamentar (Agricultura e Mar) para debate na especialidade com a aprovação de um requerimento que o permitia fazer sem votação. Os restantes projetos, incluindo o da iniciativa de cidadãos, foram rejeitados.

 

 
José Romão - O diploma do PAN fala em corridas de cães não especificando raças, vai mais mais longe, pretende interditar todas as actividades que envolvem canídios, onde está incluído os agilitys, provas de cães de parar, etc, etc!
Sofia Mexia Alves
Em vez de se tanto preocuparem em proibir tudo, deveriam preocupar-se com a regulamentação (feito por quem percebe do assunto, de preferência) e, pela eficaz e competente fiscalização (também por quem percebe do assunto), e pela educação e sensibilização para o bem estar e saúde dos animais (também por quem está devidamente habilitado para tal)! Não é por decreto, nem por proibição sumária que se mudam mentalidades e se obriga a ter sensibilidade e respeito pelos animais, é pela educação, sensibilização, sendo a regulamentação e respectiva fiscalização um veículo eficaz para tal! E respeitando acima de tudo os animais, neste caso os galgos pelo que são e pelas suas aptidões naturais, correr, perseguir e dormir!
David Ribeiro - Atualmente só tenho um galgo - um Whippet - e já está velhote (13 anos) mas quando era jovem, sem nunca ter praticado corridas, era só vê-lo num espaço aberto... não parava de correr.
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Publicado por Tovi às 07:09
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Domingo, 22 de Agosto de 2021
Galgo Afegão

Nestes tempos conturbados em que o Afeganistão é tema de abertura de telejornais e de primeiras páginas de jornais, venho hoje falar-vos de uma das mais antigas e belas raças caninas, o GALGO AFEGÃO.

Com um longo manto de seda, uma estatura dinâmica e uma expressão graciosa, um Galgo Afegão é, de facto, uma visão impressionante. Os machos atingem uma altura de cernelha até 74 cm, as fêmeas podem chegar aos 69 cm, estas belezas desportivas pesam no máximo 30 quilos. O pelo comprido, que já protegia os ancestrais da raça do ar frio da montanha, consiste numa pelagem espessa e sedosa e que pode aparecer em várias tonalidades.

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Os ancestrais desta raça pertenciam às matilhas de cães mais antigas que coabitavam com os humanos. Na sua terra natal afegã, estes cães serviram o povo por milénios como cães de guarda e cães de proteção e eram companheiros especialmente populares para a caça, onde eram usados como caçadores pela visão, especialmente devido à sua rapidez em corrida. Com tenacidade e velocidade, caçavam tudo, desde o coelho até felinos selvagens. Estes companheiros de caça eram muito apreciados, pois no deserto estéril o bom desempenho dos cães era considerado vital para a sobrevivência do homem. A exportação destes cães era punida com pena de morte no seu país de origem, mas um oficial britânico conseguiu trazer os primeiros galgos do Afeganistão para a Grã-Bretanha por volta de 1890. No início do século XX, os amantes britânicos desta raça cruzaram cães de caça de vários tipos: estes cruzamentos incluíam cães do deserto e da montanha. Os filhotes resultantes destes cruzamentos representam o início da criação moderna do Galgo Afegão. Noutros países a raça começou a ser conhecida mais tarde, como por exemplo na Alemanha, onde apenas ficou célebre a partir de 1930. Com a crescente popularidade da raça como cão de moda e exposições, houve também uma mudança no padrão: o pelo tornou-se mais volumoso, o que acabou por se revelar um obstáculo para o sucesso na passerelle. Hoje, dependendo da finalidade - cão de companhia, cão de exposição ou cão de desporto - existem diferentes linhas de reprodução que podem apresentar desvios, em alguns pormenores, das características originais da raça.

FCI – Standard n.º 228 – AFGHAN HOUND



Publicado por Tovi às 10:30
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Terça-feira, 22 de Junho de 2021
Falando de Galgos... um tipo de cães que me fascinam

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Sabem que raça é esta?... É um AZAWAKH.
Vejam aqui as suas características.

 

    Comentários no Facebook 

Jose Romão - Então a pergunta é só para os do PAN?

David Ribeiro - Oh pá!... esses nem sabem bem o que é um cão, quanto mais um galgo. 😉

Fernando Duarte - Assim tão magro, é da raça "passa-fome". Tadinho do patudo.

Antonio Dias - É um Galgo Trinca-Espinhas.

João Moura Cunha Barbosa - A raça não sei. Mas que passa fome não duvido.

Chico Gouveia - É magrinho mas come muito. O dono é que não lhe dá.

David Ribeiro - Meus queridos Amigos... nos últimos vinte anos houve sempre cá em casa WHIPPETS - uma das raças do tipo Galgo - e mesmo utilizando o sistema de "ração à descrição", nunca comeram mais do que os 300 gramas/dia que lhes eram recomendados.

 


No Egito, 2 mil anos antes de Cristo, os Galgos foram representados em vários monumentos. Mais tarde os gregos e os romanos apreciaram-lhes a musculatura bem desenvolvida e a rapidez. Já os reis e senhores da Idade Média atribuíam a beleza do bicho, principalmente, à elegância e à aristocracia. Eram considerados cães nobres.
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Publicado por Tovi às 07:40
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Segunda-feira, 10 de Maio de 2021
Bom Cãoportamento Escola de Treinos Canino

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No passado sábado… uma excelente tarde de Agility e sã camaradagem na "Bom Cãoportamento Escola de Treinos Canino".



Publicado por Tovi às 07:37
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Sábado, 27 de Março de 2021
Sugestão para as férias da Páscoa

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A GNR está no terreno com fiscalização, como habitualmente, mas o foco será sobretudo nos itinerários principais. As operações vão decorrer nas autoestradas, mas não só, também noutras vias mais usadas, nos limites entre concelhos e nos acessos às cidades. A circulação entre concelhos de Portugal continental está proibida desde as 00h00 de 26 de março até às 05h00 de 05 de abril, a segunda-feira após a Páscoa. Existe um dever geral de recolhimento domiciliário e as coimas para quem violar esse dever vão dos 200 aos mil euros. Se reincidir é um crime de saúde pública.



Publicado por Tovi às 07:08
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Sexta-feira, 5 de Março de 2021
O cão é um animal simbiótico

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(Imagem roubada da página do Facebook da Carla Afonso Leitão)

Sempre defendi que o CÃO é um animal simbiótico… sendo a simbiose uma associação a longo prazo entre dois organismos de espécies diferentes, com essa relação benéfica para ambos os indivíduos envolvidos.
 

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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2021
Lista D para o Conselho Disciplinar do CPC

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Publicado por Tovi às 07:16
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Sábado, 26 de Setembro de 2020
Exposições Caninas de Aveiro

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Um evento com os constrangimentos inevitáveis... mas está a ser bom. 

 

  BEST IN SHOW da 19ª E. C. N. Aveiro (sábado)
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   BEST IN SHOW da 12ª E. C. I. Aveiro (domingo)
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  Comentários no Facebook
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Publicado por Tovi às 20:11
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Terça-feira, 4 de Agosto de 2020
Uma Provedoria do Animal… porque não?

Nuno Vieira e Brito (Professor do Ensino Superior, ex-DG de Alimentação e Veterinária, ex-Secretario de Estado da Alimentação e Investigação Agroalimentar) tem toda a razão.
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  Artigo completo aqui.



Publicado por Tovi às 11:56
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Domingo, 2 de Agosto de 2020
O Primeiro-Ministro que incendiou a DGAV

Ontem… no Observador.

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Na sequência da morte de dezenas de cães e gatos em Santo Tirso, a tutela do bem-estar dos animais de companhia passa da alçada de veterinários para os ambientalistas. Faz todo o sentido, claro...
Estamos na época de fogos rurais, onde é recorrente que os noticiários e capas de jornais deem destaque aos prejuízos ambientais, económicos, sociais e, infelizmente, também de vidas humanas que se perdem. Mas nos últimos dias tem sido diferente: após o incidente dos canis ilegais de Santo Tirso, as redes sociais, os meios de comunicação e parte dos políticos inundam-nos todos os dias com o triste episódio da morte de dezenas de cães e gatos, que passou a ser o tema do momento…
O tema, e o referido episódio, têm assoberbado telejornais e jornais com uma força díspar, quando comparamos com os tristes episódios do falecimento de vários bombeiros no decorrer desta época de fogos. É óbvio que não podemos ficar indiferentes ao caso de Santo Tirso, mas a demanda política e social atingiu laivos difíceis de compreender. A crescente humanização dos animais de companhia começa a atingir proporções que custam a entender numa sociedade onde muito falta, mas de que pouco se fala, ou incomoda tanto, como a morte de cães e gatos num fogo florestal, num canil ilegal. Poucos são os casos que tenham tido tanta ação política como este, do canil de Santo Tirso.
O assunto ganha ainda mais foco mediático, quando o próprio Primeiro-Ministro, no decorrer do discurso do Estado da Nação, chama a si os holofotes deste episódio, mas escolhe como campo de batalha um dos seus próprios organismos, a Direção Geral de Alimentação e Veterinária – DGAV. Atacando-a, como se a mesma não estivesse sob a tutela do seu próprio Governo, como se a mesma não tivesse vindo a ser depauperada dos seus recursos financeiros e humanos ao longo dos diversos governos dos últimos tempos, em relação à qual, o próprio Primeiro-Ministro deveria assumir as culpas da incapacidade de fiscalização.
Mas não! Entendeu o Primeiro-Ministro usar os microfones do Parlamento para “cortar cabeças” e, pura e simplesmente, incendiar totalmente uma entidade tutelada pelo seu Ministério da Agricultura. Tal como em Santo Tirso, deu-se início a um fogo em que não foi permitido que se atuasse e se analisasse a melhor forma de reestruturar um organismo, que, em conjunto com o Ministério da Agricultura, tutela os animais de companhia há mais de 100 anos, e, num ápice (estranho como tudo foi organizado tão depressa…), anuncia-se a mudança da tutela do bem-estar dos animais de companhia, da Agricultura para o Ambiente e da DGAV para o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
E aqui levantam-se inúmeras questões: quais as competências do Ambiente para com os animais de companhia? Qual a razão de ser de se passar a coordenação da realidade dos animais de companhia, como os cães e os gatos, de um organismo de índole veterinária, para um organismo que tem a alçada das florestas e da conservação da natureza? Faz sentido? Nenhum. E se analisarmos a mudança com base na capacidade de um organismo perante o outro, em termos financeiros e de recursos humanos, então batemos no fundo, pois se a realidade, bem conhecida de todos, da incapacidade do Estado em fornecer condições financeiras à DGAV é um facto, então a realidade que paira sobre o ICNF é exatamente a mesma, ou pior.
Fica no ar, a ideia que o Governo anda a empurrar o problema com a barriga, sem pensar nas consequências, sendo algo que já vimos recentemente com a aprovação da lei do Fim dos Abates em Canis, em 2016, onde é cada vez mais óbvio que se legislou sem pensar e sem se conhecer a realidade no terreno.
A mudança é errada, confusa e, certamente, pouco prática. É pena, pois da minha parte teria o maior dos gostos em ver o Estado a fornecer as condições para a mitigação do problema dos animais errantes, mas estou em crer que esta mudança não foi mais do que uma ação de charme para agradar a uma franja minoritária do Parlamento e para puxar para o Primeiro-Ministro os “likes” das redes sociais.
Acontece que o problema irá persistir. Mudam-se apenas as cadeiras e dá-se um balão de oxigénio a um partido que recentemente passou pelo pior momento da sua história com a debandada dos próprios deputados e membros da sua equipa, exatamente por se ter desviado da defesa dos cães e gatos. E que, face a este episódio de Santo Tirso, agiu como sempre tem agido nestes momentos, no aproveitamento político de tragédias.
O Primeiro-Ministro, no entanto, nesta senda de querer agradar a uns, não deveria ter-se esquecido que o problema é muito simples e direto, face à aprovação da Lei de 2016, ou seja, investimento! Dinheiro, recursos, orçamentos! De onde virá o dinheiro para garantir a resolução deste problema?Tendo em conta, como referido na carta aberta subscrita por um grupo de trabalhadores da DGAV, onde se estima de modo muito conciso e real, um valor de 100 milhões de euros anuais para resolver o problema dos animais errantes em Portugal — o mesmo que o Estado dedicou ao reforço do SNS na sequência da pandemia de Covid-19 –, será que acresce um reforço no Orçamento do Estado para o ICNF assumir estas funções? O que ficará para trás, em Portugal, enquanto assistimos a este jogo de cadeiras políticas?
Infelizmente, creio que tudo não passará de uma jogada política e de holofotes, que em nada ajuda a resolver o problema em causa, e dentro de uns meses voltaremos, certamente, a assistir a mais espetáculos políticos em redor deste tema.
Até lá, o bem-estar dos animais de companhia passa dos veterinários para os ambientalistas. Faz todo o sentido, claro…



Publicado por Tovi às 08:24
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Segunda-feira, 20 de Julho de 2020
Tragédia na serra da Agrela

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Muito já se disse e ainda muito mais se dirá sobre o trágico acontecimento na Serra da Agrela, em que 52 cães e dois gatos morreram num incêndio que atingiu um abrigo que acolhia inúmeros animais. A lei em vigor (n.º 8 de 2017) é um absurdo e é tempo de se legislar com pés e cabeça, até porque os animais o merecem.


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    Clube Português de Canicultura
COMUNICADO - Incendio no canil em Santo Tirso
O Clube Português de Canicultura lamenta profundamente a tragédia ocorrida na Serra da Agrela, Sto Tirso, que afectou a espécie que tanto acarinhamos, dum modo inaceitável.
O CPC espera que todos os contornos desta tragédia sejam apurados e que os responsáveis sejam exemplarmente punidos.



Publicado por Tovi às 11:05
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Terça-feira, 24 de Março de 2020
O que são os CORONAVÍRUS

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  Situação em Portugal
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Publicado por Tovi às 09:29
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Sábado, 22 de Fevereiro de 2020
Muito bem...

...como não poderia deixar de ser.
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Publicado por Tovi às 07:44
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Quarta-feira, 19 de Fevereiro de 2020
Inadmissível…

…a ser verdade o que hoje veio a público. 

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Notícia do Correio da Manhã



Publicado por Tovi às 21:19
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Domingo, 9 de Fevereiro de 2020
PAN & C.ª vão resolver o problema?

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   Notícia da TSF em 6fev2020

 


Proposta do PAN para a Estratégia Nacional de Animais Errantes (já aprovada na AR) para resolver este grave problema... alguém acredita que é a solução?

- Uma rede pública de apoio veterinário
- A construção de parques para matilhas
- Apoios às Câmaras Municipais, associações e famílias carenciadas para esterilizações
- Apoios às Câmaras Municipais para construção ou remodelação de Centros de Recolha Oficial
- Apoios para campanhas de identificação eletrónica de animais
- Contratação de Médicos Veterinários Municipais para todos os municípios
- Estabelecimento de metas para cumprimento de objetivos do controlo de população de animais

 

  Bebiana Cunha no Facebook

Meu caro, quando há vontade política, resolve-se sim. Os bons exemplos estão por aí. Agora empurrar com a barriga ou lavar as mãos, não costuma resolver. É tão fácil culpar quem tenta resolver e não está nos executivos, de que âmbito forem. Mas ao menos, não nos podem acusar de não apresentarmos soluções, agora que não as queiram aceitar, é a democracia, faz parte, mas quem sofre é aquele que não tem voz.

   Resposta de David Ribeiro no Facebook

Com toda a consideração e simpatia que tenho por si, e a Bebiana sabe que as tenho, a verdade é que as intenções, por mais válidas que sejam, têm que ser exequíveis senão corremos o risco de não passarem de “boas intenções”… e, como diz o Povo, “de boas intenções o inferno já está cheio”.

    Comentário de Carla Afonso Leitão no Facebook 

O PAN fez bem em estar contra as taxas directas aplicadas aos donos de cães e gatos.
Dito isto, não deixa de as defender, defende a aplicação de impostos indirectos nas opcções alimentares e nos modos de vida que não sejam vegan, e eco, na verdade, querem educar pela taxa, mas não deixa de, aparentemente, ser o lado mau a sustentar a bondade da ideia de SNS público para cães e gatos, mas, eu disse "aparentemente", é preciso saber de que público falamos, da centralidade, ou da localidade?
Se estivessem atentos a proposta do SNS para os cães e gatos implica outra coisa que não é dita, a descentralização, porque, sejamos sérios, bastou, para quem esteve no encontro de autarcas no Rivoli a propósito da mesma, que existem municípios que, face às competências que lhes querem impor à força, têm do outro lado o assobiar da centralidade para o lado face à emergência das prioridades como a habitação e apoio social de vária ordem, muitos municípios, por incapacidade de gerar receitas próprias de monta razoável, podem ficar sem poder dar resposta a tudo, este tudo pode implicar refeições escolares.
Defende o PAN que os canis locais não tenham que ser apenas às expensas dos municípios porque estes podem tirar partido da rede de associações protectoras e defensoras dos animais, acontece que as não auto-suficientes poderão bater à porta do município para provimento financeiro, e, nem pode ser de outra forma, a população de abandonados não encolhe, não se controla e, para garantir o óptimo não há milagres.
Sobre empurrar um problema com a barriga e não saber sobre quem vai recair o problema, ou a real viabilidade de resposta, estamos conversados.
Curioso que, perante a proposta aprovada da IL em reduzir de 23 para 6% nos alimentos lácteos para a infância, o PAN, tal como o BE absteve-se.
Very telling...


Publicado por Tovi às 08:09
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