"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 10 de Maio de 2018
Centro de Recolha Oficial de Animais do Porto

32169366_10212256577477477_7859301221192957952_n.jHá cães e Cães... e a todos, mesmo a TODOS, temos que lhes dar una vida condigna. E por isso estamos a construir o novo Centro de Recolha Oficial de Animais, que vai substituir o actual Canil Municipal do Porto, que está a ser edificado nos terrenos do Viveiro Municipal da cidade, localizado na Ruas das Areias, no lugar de Azevedo, em Campanhã. Desde a primeira hora o actual executivo camarário do Porto tem feito todos os esforços para acabar com o velhinho e inapropriado canil, mas a nova localização e as dificuldades burocráticas (incluindo o Tribunal de Contas) fizeram com que os prazos tenham derrapado. Deveremos ter as novas instalações prontas durante este ano. No novo Centro de Recolha Oficial de Animais garante-se o aumento das atuais 94 boxes existentes no canil em S. Dinis (perto do Carvalhido) para 220. O projecto do futuro Centro surge no âmbito do Plano Municipal de Controlo e Bem-Estar das Populações Animas de Cães e Gatos, lançado em 2015 para responder às obrigações legais nesta matéria, bem como à generalidade das recomendações de associações zoófilas, Ordem dos Médicos Veterinários e Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária. Com uma separação física e funcional entre serviços oficiais e de adopção, as futuras instalações terão, naturalmente, melhores condições. Um bloco cirúrgico para esterilização de cães e gatos, sala de enfermagem independente para tratamento e acompanhamento clínico dos animais alojados, zonas de exercício e sociabilização e área de tosquia e higienização são valências contempladas. É de ressalvar que o centro permitirá acolher, sempre que necessário, outras espécies animais.



Publicado por Tovi às 10:02
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Sexta-feira, 27 de Abril de 2018
A nova ponte, Campanhã, uma política

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"A nova ponte, Campanhã, uma política" foi o tema de uma reunião com o vereador do urbanismo da Câmara Municipal do Porto, Pedro Baganha, evento que teve ontem lugar no Mira Fórum, em Campanhã e que foi criado e organizado por “Associação Cívica - Porto, o Nosso Movimento”.



Publicado por Tovi às 13:39
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Terça-feira, 17 de Abril de 2018
A clubite partidária de Pizarro

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   Porto, o Nosso Movimento

PIzarro é a clubite partidária levada ao cúmulo.
Uma ponte que liga bem Gaia ao Porto mas liga mal o Porto a Gaia?
Ou seja, Pizarro entende que a ponte tem utilidade para ir buscar trânsito ao concelho socialista, mas acha que esse trânsito se esvai a meio da ponte mal vislumbra uma margem Independente?
Pizarro tem uma visão sectária, pequena e redutoramente demagógica, que contrasta com a visão aberta e construtora de um autarca socialista (Eduardo Vítor), presidente da Área Metropolitana do Porto, e que Pizarro nem sequer tem coragem de afrontar por ser do seu partido.
Pizarro nunca entendeu Campanhã; nunca entendeu que a zona oriental do Porto não é um feudo e nunca entendeu por que razão perdeu tão evidentemente as eleições... duas vezes.
Mas, preso na teia do seu fantasiado Bloco Central, saudoso das velhas querelas entre as margens que agora constroem juntas, acaba a maltratar Eduardo Vitor que projectou com o Porto e pagará metade uma ponte que, segundo Pizarro, liga Gaia a sítio nenhum.
Sendo que, para Pizarro, esse “sítio nenhum” é o Porto e é Campanhã.



Publicado por Tovi às 22:13
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Domingo, 12 de Fevereiro de 2017
Terminal Intermodal de Campanhã

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  Público de 10Fev2017

Pediram-lhe um terminal de autocarros e ele desenhou um parque urbano
Nuno Brandão Costa venceu o concurso para a concepção do futuro terminal intermodal de Campanhã, articulando a estação de comboios com a desordenada área a leste da via férrea.

Ver notícia completa aqui.

 

 

  Comentários no Facebook

«António Alves» - Uma obra que urge completar. O estado central abandonou-a a meio. A cidade negociou com o estado e assumiu-a. Algo que não é, aliás, novidade nenhuma. O Porto está habituado a contar consigo próprio e a não esperar favores dos governos. Este é um feito do qual a actual gestão municipal se pode orgulhar grandemente. Se ficasse à espera do estado central, os toscos de betão que ele lá deixou, apodreceriam primeiro.

«Pedro Baptista» - Parece-me bem! Até porque, além do mérito do projeto, do seu autor e da sua equipa, temos um presidente da Câmara que não apenas foi capaz de perceber até que ponto Campanhã era meia-cidade, como que, não bastava proclama-lo, era preciso concretiza-lo. Tive o privilégio de partilhar desde a primeira hora com o presidente da Câmara desta convicção: a reabilitação urbana de Campanhã no contexto do terminal inter-modal é uma rampa fundamental do relançamento económico e da coesão social. Assim a rede este-oeste de transportes, em particular do Metro, venha a impôr-se também nesse sentido.

«Rui Moreira» - Creio que muitos do que ainda não teriam percebido o enorme interesse deste terminal para Campanhã, irão a partir daqui entender por que razão me empenhei tanto na resolução de um impasse que datava de 2003. Sim, estamos a cumprir o nosso programa.

 



Publicado por Tovi às 08:12
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Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2017
Ecopista na Ponte Maria Pia

É fundamental salvar esta histórica ponte.

Ponte Maria Pia Dez2016.jpg

  JPN - 21Dez2016

A Direção Municipal de Urbanismo da Câmara do Porto está a finalizar um estudo que tem em vista a construção de uma ecopista sobre o tabuleiro da Ponte Maria Pia, inativa desde 1991, numa ligação entre Vila Nova de Gaia e a Estação de Campanhã. Além deste troço, de aproximadamente um quilómetro, está também prevista a reabilitação do ramal que fazia a ligação entre a Estação de Campanhã e a Alfândega do Porto, o qual tem um extensão de aproximadamente 3,9 quilómetros. Os técnicos camarários querem ainda estender a ecopista a oeste, numa ligação entre a Estação de Campanhã e o Parque Oriental da cidade, numa distância a rondar os dois quilómetros. Trata-se de “um projeto partilhado com a Câmara de Gaia”, de acordo com o vereador do Urbanismo Manuel Correia Fernandes, que explicou o projecto,juntamente com o diretor municipal do Urbanismo, José Duarte. O estudo prévio deve ficar pronto na Primavera do próximo ano. As câmaras municipais têm depois de negociar com a Infraestruturas de Portugal, proprietária da ponte, a concessão de utilização. Uma vez que a Ponte Maria Pia está classificada como monumento nacional desde 1982, vai ser ainda preciso o aval da Direção Geral do Património Cultural. Os responsáveis autárquicos mostram-se otimistas, uma vez que, asseguram, as entidades que têm uma palavra a dizer no processo têm sido envolvidas. Por outra parte, frisa José Duarte, “a intervenção que está prevista na Ponte D. Maria é absolutamente minimalista. Deverá ser feito um tabuleiro em madeira em cima do existente e lateralmente haverá uma proteção para que as pessoas não passem, ou não tentem passar, ao espaço marginal da linha férrea, será em vidro ou grade muito leve de modo que de fora ninguém se possa aperceber que houve uma intervenção na ponte para que ela passasse a ser pedonal”. O projeto está orçado em 5,5 milhões de euros, sendo uma fatia considerável destinada a meios mecânicos nos quais residirá a grande inovação deste projeto.
A ecopista em estudo pela CMP tem dois troços distintos. Um é aquele que liga Vila Nova de Gaia a Porto-Campanhã. Um troço até 1991 integrado na Linha do Norte que foi desativado quando a operação na Ponte Maria Pia passou para a Ponte de São João. O segundo troço, tem início em Campanhã e segue, pela escarpa e pelo interior da terra, até à Alfândega. Passa abaixo da Ponte Dona Maria – é neste ponto que a câmara pretende ligá-los – segue pelas Fontaínhas, Guindais, Ribeira e vai desembocar no atual parque de estacionamento da Alfândega. Essa linha esteve aberta entre 1888 e 1989. Tem cerca de 3,9 quilómetros de comprimento e três túneis. O mais extenso deles tem mais de um quilómetro e encontra-se no final do percurso, a chegar à Alfândega. A linha serviu exclusivamente para o transporte de mercadorias mas perdeu relevo com a abertura do Porto de Leixões (para onde a linha prossegue a partir de Campanhã).

 

  Comentários no Facebook

«Jose Riobom» - Acho que sim... já a atravessei dezenas de vezes.... e sempre achei um local excelente para a pratica de buggie jumping... ou suicidio... [Emoji wink;-)]

«Ricardo Monteiro» - Já não era sem tempo... É um crime uma ponte tão bela estar inutilizada à 25 (!?!) anos!!!

«Paul F. Summers» - Sim já devia estar feito mas em termos de mobilidade suave as escadas rolantes não são a melhor forma, a não ser que sejam especiais, pois não permitem a utilização por Cadeiras de Rodas !

«Ricardo Monteiro» - E utilizar todo o ramal ferroviário q está desativado e q têm umas vistas fantásticas sobre o rio Douro!!!

«Paul F. Summers» - Qto à reativação dos elevadores da arrábida é uma excelente iniciativa e seria melhor ainda se inserida num Caminho de Santiago, o que eu chamo da Praia, que depois seguisse pelo parque da Pasteleira, ou foz, e utilizasse as estruturas pouco utilizadas dos Socorros a Náufragos (já agora q se relacionasse com o observatório de aves da apdl), ali ao Cálem, apoio da Pousada da Juventude, estrututras não utilizadas do lago do parque da pasteleira e seguisse por serralves para o parque da cidade, utilizando mais estruturas e aí seguisse para matosinhos. É claro que isto necessitaria toda uma adequação e projecto da cidade na marcação e capacitação dos caminhos de santiago no Porto ! !

«Jovita Fonseca» - Um projecto com interesse para a Cidade...Uma paisagem lindíssima! É sempre uma mais valia, mas exigirá muita despesa e tudo tem que ser equacionado, porque o Porto tem muito para reabilitar...com objectivo de melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.

«Jorge Silva» - O que se está a tentar fazer aqui, é deslocar algum do turismo do centro histórico Aliados - Ribeira, para a parte oriental da cidade, para descongestionar o centro e promover a reabilitação zona Campanhã, como se já está a fazer no reabilitação do edificío do antigo matadouro

«António Conceição» - Sempre defendi (e defendo) o projecto de transferir a ponte D. Maria para o centro da cidade, remontando-a nos terrenos da antiga fábrica aurifícia, na rua dos Bragas. Ouvi dizer custaria seis milhões de euros. Não me parece excessivo. É arrojado e chocante, mas criativo. Uma ponte a ligar duas margens de um rio, milhares de cidades têm. Uma ponte no centro da cidade sem ligar nada, só o Porto teria.

«Paul F. Summers» - Desinserir a ponte do seu contexto orginal, histórico, geográfico e funcional e tratá-la como uma grande escultura e objecto museográfico não me parece do mais adequado, acho q só numa situação extrema ! Acho que se honra muito mais a ponte no seu contexto criando espaço público, alargando o centro histórico em termos de fluxo e dando-lhe uma função. Acho excelente a ideia de reutilizar as vias férreas como está pensado e como se faz. Tratar a ponte como objecto decorativo urbano e chamariz, para lhe dizer a verdade, acho um pouco kitsch António Conceição !

«António Conceição» - E é kitsch. Como a Torre Eiffel, em Paris, também o é. Um farol descontextualizado que muitos, e bem, queriam ver desmontado depois da exposição universal.

«Paul F. Summers» - Sim é verdade, originalmente há certas coisas que se estranham e que depois se entranham. São reações automáticas e primárias e a adaptação humana é muito versátil ! Mas mesmo assim acho que podendo manter a função dentro do espírito original é mais correcto ! Não acha ?

«David Ribeiro» - “…originalmente há certas coisas que se estranham e que depois se entranham” – Lembram-se do barulho que houve com o Cubo da Ribeira?... Vão lá agora tirá-lo e verão que até cai o Carmo e a Trindade.

«António Conceição» - Em rigor, Paul F. Summers, nem eu tenho a certeza de apreciar a solução que propus (isto é, que apoiei. Não sou o seu autor). Mas acho que vale a pena discutir tudo de forma ampla e aberta, sem nos limitarmos às soluções mais evidentes.

«Paul F. Summers» - Na verdade essa solução nem seria muito original pois sendo uma ponte Eiffel e o mesmo tipo de engenharia seria demasiado cópia a Paris. Agora qto a discutir qto mais melhor pois abre-se caminho a boas soluções e à participação de que somos deficitários e é algo que faz falta e sentido promover. O Cubo até deu nome à Praça embora ainda o ache pouco harmonioso com a envolvente, mas como dizem Nuestros Hermanos (ou serão primos?), "Para gustos, colores !"



Publicado por Tovi às 09:25
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Quarta-feira, 20 de Abril de 2016
Uma nova vida para o Matadouro Industrial do Porto

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Foi hoje apresentado no Porto por Rui Moreira o que vai ser uma das obras emblemáticas do seu mandato na Câmara Municipal da Cidade Invicta.

O antigo Matadouro irá comportar uma “Área de Empresas Criativas e Tecnológicas” nacionais e internacionais, o “Museu da Indústria”, com um pólo central e outro disseminado por vários espaços, uma valência dedicada à “Arte e Comunidade”, coordenada por agentes multidisciplinares que desenvolvam práticas em áreas sociais e artísticas, em articulação com o tecido social de Campanhã. Terá, também, a valência de “Reserva de Arte Contemporânea”, dando resposta a necessidades de espaço de reserva por parte de coleccionadores e artistas do Porto; irá conter uma “Nave-multiusos” preparada para acolher diversos tipos de apresentações, desde conferências, cinema ou eventos sociais, e um “Laboratório de Gastronomia”, projecto que combinará uma dimensão exploratória da gastronomia atlântica com práticas de lazer e consumo.
O equipamento vai ainda incluir “Estúdios Média e Audiovisual” para produção e gravação nas áreas do cinema, rádio, televisão e música, com espaços para arrendamento comercial e outros vocacionados para projectos pedagógicos emergentes. Outra das valências alocadas será destinada às “Artes e Ofícios Tradicionais”, que incluirá, por exemplo, locais de trabalho para encadernadores, estofadores, carpinteiros e outros artesãos. Terá, também, um “Pólo de Desporto”, com uma área desportiva coberta composta por um campo multiusos e respectivas instalações de apoio e, a terminar, uma valência de “Residências Artísticas”, com estúdios que incluem uma área de residência e de outra de apresentação pública destinadas a artistas nacionais e estrangeiros.
O projecto de arquitectura para a reconversão do antigo Matadouro Municipal do Porto é da responsabilidade da sociedade Garcia & Albuquerque, Arquitectos.



Publicado por Tovi às 21:34
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Sexta-feira, 15 de Abril de 2016
Antigo Matadouro Industrial do Porto

matadouroPorto ab.jpg

Fantástico este projecto para as antigas instalações do Matadouro Industrial do Porto. Campanhã começa a sair do ostracismo a que esta zona da Cidade Invicta foi lançada nas últimas décadas.

Desenvolvido por uma equipa multidisciplinar, e em que a parte de arquitectura ficou a cargo do gabinete liderado pelos arquitectos Jorge Garcia Pereira e Luís Albuquerque, o projecto tem como cerne a recuperação e manutenção de grande parte da construção original, um complexo com 29 mil metros quadrados de terreno e que se encontrava abandonado há décadas.



Publicado por Tovi às 18:05
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Domingo, 15 de Março de 2015
Secção de Campanhã do Partido Socialista

Secção Campanhã PS.jpg

Na secção de Campanhã do PS a foto de Sócrates ainda está na parede…
Ninguém os pode acusar de manipulação estalinista




Domingo, 18 de Agosto de 2013
Interface Rodoviário em Campanhã

Parece-me interessante este projecto. Vou ter que o ver com mais atenção e cuidado.

{#emotions_dlg.chat} Rui Moreira avança com investimentos para Campanhã - (...) Rui Moreira apresentou este sábado, durante uma visita a Campanhã, propostas para a zona oriental da cidade. Uma delas é um interface rodoviário em terrenos pertencentes à REFER. Através da criação deste interface, Rui Moreira resolve os problemas associados à colocação dos autocarros na parte oriental da cidade, podendo-se articular esta interface com comboio e Metro do Porto, atribuindo-lhe uma importância não só urbana, bem como regional em termos de mobilidade. Por outro lado, garante-se o descongestionamento do centro da cidade através da alteração dos términos de algumas linhas e do fecho do Terminal Rodoviário do Campo 24 de Agosto, da Garagem Atlântico e da Garagem da Rua Ateneu Comercial do Porto. A localização da interface proposta, a nascente da estação de Campanhã, apoiada no túnel existente, oferece uma oportunidade para criar um atravessamento pedonal adicional, prolongando a Rua da Bonjoia. Pretende-se assim minimizar o efeito barreira provocado pela ferrovia, ampliando as conexões e continuidades urbanas, para além de reforçar o efeito que a localização da Quinta da Bonjóia teve sobre este território, invertendo o ciclo de degradação. (...)


«António Alves» no Facebook >> Esse projecto é tudo menos de Rui Moreira Rio. É coisa velha, a primeira fase já está concluída, mas a obra encontra-se parada há vários anos. A nível comercial até agora é um fracasso. Esperemos que o candidato, caso seja eleito, tenha mais "sorte" neste caso do que teve enquanto esteve à frente da SRU ;-) - Gare Intermodal Porto/Campanhã

«David Ribeiro» no Facebook >> Está na hora de alguém pegar novamente neste projecto e Rui Moreira na Câmara do Porto é pessoa para isso.

«António Alves» no Facebook >> esse projecto foi totalmente entregue à REFER por Rui Rio. Argumento: a REFER é que tem acesso aos fundos europeus. O gajo não queria gastar um tusto. O candidato em vez de fazer passar que a ideia é dele devia dar os créditos a quem de direito ;-)



Publicado por Tovi às 08:18
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Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009
Elisa Ferreira em Campanhã

No âmbito da sua candidatura à Câmara Municipal do Porto, Elisa Ferreira esteve hoje na freguesia de Campanhã e visitou os Bairros de S. Roque e Machado Vaz. Foi calorosa a forma como os portuenses destes bairros sociais receberam a candidata do PS às próximas eleições autárquicas no Porto, o que me faz pensar que a vitória está próxima.



Publicado por Tovi às 21:19
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