"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Segunda-feira, 11 de Abril de 2016
Militares furiosos com Azeredo Lopes

Azeredo Lopes vs Colégio Militar Abr2016 aa.jpg

No meu entender esteve bem Azeredo Lopes, Ministro da Defesa do XXI Governo Constitucional, neste caso das declarações do subdirector do Colégio Militar sobre a discriminação de alunos homossexuais, até porque já é tempo dos chefes militares deixarem de ser endeusados e saberem ser CIDADÃOS como é exigido a um qualquer director de serviço do Estado.

 

  Comentários no Facebook

«Carlos Mota Freitas» >> Na minha terra diz-se: Metam rolhas! Os Srs. Militares andavam muito mal habituados...

«Celestino Neves» >> A Instituição militar de Portugal ainda não consegue fazer a auto-regulação necessária para evitar estes 'tiros nos pés' que depois tenta disfarçar com estas 'imolações pseudo-heróicas'. Azeredo Lopes é o Ministro da Defesa e os militares, até pela proximidade do 25 de Abril, deveriam lembrar-se do seu compromisso de 1974 e que é o de se submeterem ao poder político democrático! Ah! E Azeredo Lopes neste caso esteve (muito) bem!

«Jose Bandeira» >> Todas as instituições têm o seu código de ética. Se bem que ética seja um conceito cada vez mais vazio de conteúdo, certo é que sem ela não existe sustentabilidade social. Eu detesto o termo "Praça Pública" quando é referido por muitas entidades em defesa do tratamento sigiloso que acham devido a temas cujo esclarecimento é em boa verdade devido por quem ocupa cargos públicos perante os cidadãos. Mas estas manifestações de sobranceria bacoca por parte de governantes, aí sim na "Praça Pública", tentando com elas exibir um tipo de poder característico de incapazes arvorados em líderes, pouco têm de recomendável.

«David Ribeiro» >> É bom recordar o que diz a Constituição: “As Forças Armadas obedecem aos órgãos de soberania competentes, nos termos da Constituição e da lei; As Forças Armadas estão ao serviço do povo português, são rigorosamente apartidárias e os seus elementos não podem aproveitar-se da sua arma, do seu posto ou da sua função para qualquer intervenção política”. E também diz: “Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei; Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual”.

«Jose Bandeira» >> Quanto a isso estamos perfeitamente de acordo, mas também os órgãos de soberania, eleitos ou não, devem estar ao serviço do povo português.

«David Ribeiro» >> Sem dúvida… Mas quer nos órgãos de soberania quer na instituição militar, há bons e maus… e devem-se expurgar os maus, num lado e noutro.

«Jorge Oliveira E Sousa» >> E não existe (pelo menos já existiu) um artigo no código de Justiça Militar que se refere aos homossexuais e a incompatibilidade destes para servirem as Forças Armadas?

«David Ribeiro» >> Desconheço se existiu ou se ainda existe… mas a ter existido deve ser anterior à entrada de mulheres nas fileiras das forças armadas, pois a aberração do “machismo” castrense morreu, e muito bem, nessa altura.

«Jorge Oliveira E Sousa» >> No tempo em que existia esse artigo no CJM já havia mulheres paraquedistas enfermeiras enquadradas nas Forças Armadas. Vou procurar o artigo.

«David Ribeiro» >> O estatuto de "enfermeira paraquedista" era muito especial e em nada se pode comparar ao das actuais militares nos três ramos das forças armadas.

«Jorge Oliveira E Sousa» >> Mas eram militares, com incorporação, recruta, posto, direitos e deveres. Isso não o pode negar ou acha que eram "militares convidadas"?

«David Ribeiro» >> As diferenças para as militares de hoje são enormes... a começar na possibilidade de evolução na carreira, podendo hoje em dia chegarem ao generalato.

«Jorge Oliveira E Sousa» >> O que diz não colide com o que eu disse. E ainda bem que é assim.

«Jose Bandeira» >> Eu cá detesto o politicamente correcto. A homossexualidade é para mim um não assunto; é da esfera pessoal de cada um e discuti-la tem o mesmo valor que discutir o tamanho do pénis. Como em tudo na vida cada um é vítima de si próprio e da forma como gere a sua relação com os outros, embora exista muito boa gente a tentar varrer o lixo para debaixo da carpete responsabilizando terceiros pela sua incapacidade em gerir os seus próprios preconceitos.

«Maria Manuela Pinto Ramos» >> A homossexualidade é absolutamente normal, não deve ser impeditiva a qualquer cargo. Todos seres humanos.

«Victor Neves» >> Há situações que, por tão absurdas, são perfeitamente incompreensíveis. A conduta do Professor José Alberto Azeredo Lopes, com um passado irrepreensível, é um exemplo de cidadania, que deveria ser reconhecido por todos os portugueses. Atualmente, apesar de estar no início do desempenho das missões de governo para que foi indigitado (Ministro da Defesa Nacional), tem demonstrado o seu empenhamento na valorização das forças armadas e tem defendido, com toda a isenção, os mais elementares princípios da democracia. Por estes factos tem que se reconhecer ser, de total injustiça e irresponsabilidade, as leituras enviesadas que estão a ser feitas por gente e entidades a quem se exigia ser mais respeitadoras.

 

 

Para toda aquela tropa fandanga que anda por aí muito pesarosa por Azeredo Lopes não ter usado gravata num certo e determinado momento em que passou revista às tropas… Vejam as fotos e leiam o texto.

Azeredo Lopes vs Tropa Abr2016 aa.jpg
Comentário esclarecedor de Rui Bebiano no mural de Eduardo Pitta: "Só agora soube que o episódio com Azeredo Lopes foi há quatro meses e no Kosovo. Tal como aquele que aparece nesta imagem (a do ministro PAF). Em teatro de operações é internacionalmente consensual o uso de traje ligeiro, militar ou "desportivo", não o fato e gravata." Lamentavelmente alinham neste charivari alguns militares de Abril.

  Comentários no Facebook

«Jorge Oliveira E Sousa» >> Há muita diferença entre o "desataviado" ministro Azarado Lopes e a presença e o modo de vestir de Aguiar-Branco em situações similares. Diz-se que o ministro Azarado Lopes tem medo de visitar a Marinha pois enjoa no mar e não pode fazer nenhuma viagem numa fragata..

«João Castro Lemos» >> A diferença é que um é laranjinha e o outro é do PS, eu adoro o "diz-se" na net e nomeadamente no Facebook.

«José Camilo» >> Quando for uma mulher neste cargo pode ir vestida à minhota?

«Vanda Salvador» >> Preocupem-se com coisas mais importantes para o País, como a aplicação da justiça.

«Jorge Oliveira E Sousa» >> Vai ir dando para gozar...

«António Magalhães» >> De facto, quando este é o assunto do momento na nação, está tudo dito!



Publicado por Tovi às 07:56
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Mais sobre mim
Descrição
Neste meu blog fica registado “para memória futura” tudo aquilo que escrevo por essa WEB fora.
Links
Pesquisar neste blog
 
Agosto 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9


19
20
21
22
23
24

25
26
27
28
29
30
31


Posts recentes

Militares furiosos com Az...

Arquivos
Tags

todas as tags

Os meus troféus