"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 2 de Agosto de 2013
Hétszölö Tokaj Late Harvest 2007

{#emotions_dlg.smile} Já está no frio - Hétszölö Tokaj Late Harvest 2007 - um colheita tardia húngaro, para acompanhar o jantar de hoje.


«Pedro Silva» no Facebook >> Espero que seja bom!!!! Nao conheco!!! Onde posso encontrar?

«David Ribeiro» no Facebook >> Esta garrafa (a última de um conjunto de quatro) comprei no El Corte Inglés de Gaia em Outubro de 2011 e custou-me 12,45€ cada garrafa de 75cl. As já bebidas mostravam um vinho doce, untuoso, mas nada enjoativo.

«Pedro Silva» no Facebook >> Vou ver se encontro. Depois digo se gostei!!! Tb gosto de experimentar coisas novas!!!!

«José Camilo» no Facebook >> Interessante. Não imaginava a Hungria produtora de vinho.

«David Ribeiro» no Facebook >> ...e é produtora de grandes vinhos brancos.

«Carlos Janeiro» no Facebook >> …e grandes Colheitas Tardias



Publicado por Tovi às 20:00
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Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011
Feira de Vinhos do Continente 2011

No que se refere a Fortificados e Colheitas Tardias a Feira de Vinhos do Continente deste ano (de 27 de Setembro a 16 de Outubro) está muito fraquinha. Vejamos: Três Moscatel de Setúbal; Um Moscatel do Douro; Um Porto Tawny, um Porto Reserva Especial e um Porto LBV 2007; Duas Colheitas Tardias (uma Regional Tejo e a outra DOC Douro).


«Pingus Vinicus» in The Wizard Apprentice >> As feiras estão todas muito pobres e cada vez menos. Tirando a do ECI, o resto não tem muito interesse, mesmo pensado na lógica do leva 6 paga 5, porque se olharmos para o ano, é possível ter acesso a este tipo de promoções, por conseguinte parece-me que nem mesmo para o cliente mais standard possa ser um momento a aproveitar ...cada vez menos interessantes.

«David Ribeiro» in The Wizard Apprentice >> ...é verdade que as feiras de vinhos das grandes superfícies não são aquilo que nós desejávamos, mas ainda dá para fazer umas comprinhas.

«Vitor Marques» in The Wizard Apprentice >> Então a deste ano do Continente está mesmo muito fraquinha!

«Pingus Vinicus» in The Wizard Apprentice >> Vitor Marques, estás a ser elegante.

«Vitor Marques» in The Wizard Apprentice >> Se não fosse diria mesmo que está uma grandessíssima merda :D

«Pingus Vinicus» in The Wizard Apprentice >> Mesmo olhando para preços não me parecem, genéricamente, interessantes. E já cheguei a comprar mais caro nas feiras do Inter, Continente do que no ECI. Curioso... São feiras para poupar dinheiro. Isto é poupa-se dinheiro ao não comprar :) É a troika a funcionar :)

«Vitor Marques» in The Wizard Apprentice >> O problema é que uma marca como esta deveria ter uma selecção de vinhos uma bequinha melhor ! Só um cadinho que fosse ... :D

«Nuno Gonçalo Monteiro» in The Wizard Apprentice >> A do Jumbo para coisas <=7€ até está bastante razoável

«Vitor Marques» in The Wizard Apprentice >> Por falar nisso, mesmo um pouco mais caro, fiquei vivamente contente com o Rufo do Van Zeller ! ;)

«Pingus Vinicus» in The Wizard Apprentice >> Nuno Gonçalo Monteiro, é? Das que visitei apenas saltou à vista do ECI, apesar de nada estrondoso, está muito à frente.

«Casa de Cello» in The Wizard Apprentice >>  mas estamos a falar de colheitas tardias ou vinhos de sobremesa?

«Pingus Vinicus» in The Wizard Apprentice >> Vitor, nunca lhe peguei. Achei curioso o Vinhas Velhas de Lua Cheia e o Vinhas Velhas de Lua Nova :)

«Vitor Marques» in The Wizard Apprentice >> Pingus Vinicus, tens de conhecer o Rufo! Em termos de qualidade/preço é brutal!

«Pingus Vinicus» in The Wizard Apprentice >> Vou, então, ter que provar ;) o que é uma chatice ;)

«Gonçalo Henriques» in The Wizard Apprentice >> Na feira de vinhos do jumbo comprei as seguintes garrafas que vou descrever sem referir nomes, vou basear-me nos preços de uma grande garrafeira e com preços bastante competitivos: Garrafa 1 de valor 12,10, preço de feira 7,49. Garrafa 2 devalor 10,90, preço de feira 8,99 garrafa 3 de valor 9,90, preço de feira 7,90 Garrafa 4 de valor 21,90, preço de feira 17,90. No total são menos 12,50 eur assim por alto, já ajuda para fazer um petisco. Comprei estas porque já as conheço e tinha na garrafeira apenas um exemplar de cada e podia saber a pouco no dia que as abrir, assim tenho 2. ;)

«David Ribeiro» in The Wizard Apprentice >> Foi também no Jumbo que eu gastei o dinheirinho que tinha no mealheiro para estas coisas.

«Gonçalo Henriques» in The Wizard Apprentice >> Pois... ainda era para levar mais um para provar, vou dizer porque não comprei nem sei o preço dela, por isso não sabia se era caro ou barato, era o duas pedras tinto, gostei muito do pedra basta e queria levar uma para provar mas acabei por me esquecer mesmo.

«Fernando Souto» in The Wizard Apprentice >> Herdade do Portocarro 2008 no jumbo a 5,999 euros

«Gonçalo Henriques» in The Wizard Apprentice >> Essa foi uma das que levei de 2006, havia também de 2007, mas de 2008 ainda não vi nenhuma, e não foram 5,99, mas 7,49 e já foi bem bom! :)

«Ricardo Oliveira» in The Wizard Apprentice >> Pingus Vinicus, alguma coisa mesmo interessante no ECI (em termos de preço)?

«Pingus Vinicus» in The Wizard Apprentice >> Ricardo Oliveira, olha comprei um vinho branco da COOP da Covilhã, não sei se o preço interessante. Monte Serrano Reserva, que mereceu os 5€ e tal. Olha o Valle Pradinhos 2007 esta a 7€ e tal, mais barato que em outras superfícies.

«Ricardo Oliveira» in The Wizard Apprentice >> Pingus Vinicus, era um confesso apaixonado do Valle Pradinhos, Branco (Malvasia... hmmm); no entanto fiquei desapontado há uns meses quando bebi o primeiro 2007. Podia ser uma garrafa má....

«Pingus Vinicus» in The Wizard Apprentice >> Ricardo Oliveira, percebo-te perfeitamente, pois tb era um apaixonado. Apontemos para as garrafas que bebemos :)



Publicado por Tovi às 07:15
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Segunda-feira, 28 de Julho de 2008
Vinhos Doces, Colheitas Tardias, Vinhos de Passa e Icewines

«Rafael de Zafra» / AzulJasmim.info ⇒ Anoche estuve cenando en Marbella en casa de unos nuevos amigos húngaros. Les conocí desesperados en la puerta del juzgado sin saber a donde tenían que entregar unos documentos y les llevé allí. Me pidieron una tarjeta y se la dí. Me llamaron para pagar por mis servicios como abogado .......POR ACOMPAÑARLES, les dije que no me debían nada si acaso una copa de buen vino  o un café. Como saben que gusto de los vinos buenos me sirvieron un aristócrata de los vinos blancos EL TOKAI O TOKAJI, y me acordé de nuestra Anita por su afición a los caldos blancos. Antes de la cena en un precioso jardín sobrio y con mucho estilo, nos sirvieron en el porche junto a un precioso papagayo, unos entremeses para abrir boca.   El anfitrión pidió con gran secreto una botella de vino y me aparecieron con un DISZNOKO 2000. El maridaje con el paté, los canapés de salmón y el caviar fué perfecto. No comí más de seis canapes ni bebí mas de dos copas por educación, pero me hubiese bebido dos botellas y comido dos bandejas. Botella preciosa de 50 cl. y cuello alargado, que me supo a poco. Este vino concreto, fresco, de color ambar y variedad aszu - SECO- , sabe a una mezcla de melocotón y almendra amarga, de largo sabor en la boca, que le hace agradable y exótico al paladar. Huele a flores silvestres y en la nariz es de un intenso aroma. ES un placer a los sentidos que merece ser degustado. Tras ello cenamos, con vino español tinto muy bueno, pero con el recuerdo de ese rico Tokai.
Esta mañana he acudido a investigar sobre él, y os cuento lo siguiente: Se produce en la región de su nombre en el nordeste de Hungría y la leyenda dice que esa región desarrolló el arte vitivinicola por los colonos franceses llegados gracias a Ana de Chantillón casada con el rey Bela en los años aprox. de 1180, y más tarde casado de nuevo con Margarita Capeto. El terreno donde se siembra es volcánico y duro, de inviernos muy fríos y cálidos veranos. El origen de su forma de criarlo es gracias a la princesa Lorantfly, ya que por una decisión del capellán de esta princesa y de ella misma alrededor del año de 1650 se decide retrasar la vendimia hasta noviembre, viendose afectadas las uvas por la llamada podredumbre noble producida por el hongo BOTRYTIS CIRENEA, DAN LA PERSONALIDAD AL VINO CREADO POR LA ESPOSA DEL PRÍNCIPE RAKOCZI, vino del que Luis xiv dijo Vinum regum, rex vinorum, vino de reyes y el frey de los vinos, que perdura hoy en las etiquetas de casi todos los tokai. No todas las uvas maduran y toman el hongo al mismo tiempo por lo que casi se recolectan una a una. Las principales variedades de uva que se usan son las de Furmint, Muscat y Harslevelu y de ello depende la sequedad o dulzura del tokai. La calidad de este vino se mide por los puttonyos o seas espuertas o cuévanos que se tomaron para realizarlo. El máximo son 6.Su elaboración es complicada pues primero se cuelgan las uvas en redes, después se elabora una pasta a la que se le añade el mosto primero etc... pasando por diversas cubas, unas abierta y otras cerradas, hasta ser embotellado.
Preciosa recompensa la que me ofrecieron, que espero vuelva a repetirse.

 

Em Fevereiro do ano passado tive o grato prazer de participar na Prova Cometada da Essência do Vinho 2007 sobre o tema Vinhos Doces, Colheitas Tardias, Vinhos de Passa e Icewines, uma fabulosa prova de vinhos monitorizada por Rui Falcão, um dos mais conceituados críticos de vinhos do chamado Velho Mundo e com quem tenho aprendido muito.

Ora vejamos o que de mais importante dizem uma meia dúzia de folhas A4 repletas de meus apontamentos sobre:
Vinhos Doces, Colheitas Tardias, Vinhos de Passa e Icewines
Estamos a falar de uma categoria de vinhos de classe excepcional e que muito pouco está divulgada em Portugal, principalmente devido ao seu elevado custo.
Foram provados 7 vinhos doces, representantes de vários estilos, vários países e diversos continentes, a saber:
> Vinsanto Fattoria del Cerro – Itália – É um vinho de desidratação de uvas brancas, embora a cor do vinho esteja próxima da cor de um tinto; São vindimadas muito cedo e depois secadas e prensadas; Envelhecido em casco pequenos (90 litros); Muito doce, muito fresco.
> Molino Real 2003 – Espanha – É um “vin de paille” – uvas colocadas em esteiras de palha e secas ao sol; A casta é Moscatel; Vinho de alta montanha, zona de Málaga; Muito apelativo, aromático, com muita leveza, menos gordo que o anterior.
> Áts Cuvée, Late Harvest – Hungria – Vinho de “podridão nobre” da região de Tokay (mas não um “vinho Tokay”); Muito doce, mas com muita acidez, dando um sabor metálico, difícil para o gosto português; É tão ácido que quase faz lacrimejar; Muito volátil e sabor a verniz e cola; Parece desequilibrado, mas não o é; São sempre feitos com uvas brancas; Dura muitos anos, devido à grande acidez, havendo vinhos de perfeita saúde de 1700 e 1800.
> D’Arenberg Noble Riesling – Austrália – A casta Riesling é originária da Alemanha mas curiosamente dá-se muito bem na Austrália; É um vinho de “podridão nobre” de uma zona muito quente, com um lago que lhe dá as características necessárias à podridão nobre; Notas químicas na primeira impressão, sem sensação de acidez, volumoso mas sem perdurar na boca.
> Kracher Beerenauslese – Áustria – De um dos mais famosos produtores da Áustria; Vinho de “podridão nobre”; É um lote de várias castas, sendo o vinho base deste produtor; Vinho de uma enorme empatia, mas extremamente complexo; Muito evidente as frutas, mas elegante e delicado.
> Grandjó Late Harvest 2005 – Portugal – Muito semelhante ao estilo “Sauterne”, pois usa a mesma casta; O melhor vinho de “podridão nobre” de Portugal; Muita opulência, rico e viscoso, mas com a acidez necessária para não ser enjoativo; O aroma a bosque húmido é característico da podridão nobre e que se vê perfeitamente neste vinho.
> Inniskillin Ice Wine Vidal – Canadá – Único vinho do Mundo que não corresponde ao ano da vindima, pois é colhido unicamente em Janeiro do ano seguinte, quando as uvas já estão congeladas (por volta dos -7ºC); As uvas têm que chegar à adega congeladas e só então, quando forem prensadas, é que se vai verificar se estão boas; São os vinhos mais caros do Mundo; É feito com a casta Vidal, casta híbrida, que normalmente são intragáveis; Muito aromático, fresco e complexo, com acidez, mas nunca desagradável no palato.

 

«Rafael de Zafra» / AzulJasmim.info ⇒ Querido Tovi: me hubiese encantado estar en esa cata - crítica de vinos dulces. En Málaga el vino dulce corre por nuestra sangre; ahora es más caro, pero en la antiguedad era el remedio para salvar muchos males de la clase pobre Y ENTRE ELLOS APAGAR EL HAMBRE. Gracias por compartir con nosotros esos momentos. 



Publicado por Tovi às 19:20
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Quarta-feira, 26 de Março de 2008
Receitas com Vinho do Porto

«espe» / AzulJasmim ► (...) mas sabem que se faz um prato delicioso com borras de Vinho do Porto (mais cebola e noz)?

Isso vai ter que nos contar!...

«espe» / AzulJasmim ► Na realidade a receita é " cebola com Vintage", nós é que por vezes aproveitamos alguns restos...
Numa firgideira, deita-se azeite e cebolas cortadas às rodelas (5mm de espessura), deixa-se fritar um pouco, depois junta-se bastante Vinho do Porto (tem que ser bom). Deixamos reduzir até fazer um xarope e no final juntamos nozes a gosto...
É MUITO bom a acompanhar com foie gras

Na próxima oportunidade vou experimentar...

Já agora: Os melhores vinhos para acompanhar o foie gras são o "Sauterne", os "Colheitas Tardias" ou o "Ice Wine".

«espe» / AzulJasmim ► Exactamente, é com Sauterne que costumamos acompanhar esta entrada.

Minha querida «espe» (desculpe o tratamento por "querida", mas na minha idade estas coisas já me são permitidas)... Para a próxima vez experimente um "colheita tardia" tipicamente português, do “nosso/meu" Douro, por exemplo um Grandjó 2004 Late Harvest, uma verdadeira loucura de odores e sabores… Só é pena que as últimas garrafitas que comprei me tenham custado 15,00€/37,5cl… É que eu ainda não tenho “budget” para consumir estas preciosidades no dia-a-dia... Só o posso fazer de vez em quando...

«espe» / AzulJasmim ► Vou experimentar, com certeza... É branco não é?   Grandjó... que nome engraçado para um Serra da Estrela

 

«Aninhas» / Azulasmim ► É um vinho espectacular! Branco sim e docinho!

O Grandjó Late Harvest (ou Colheita Tardia) é um vinho de “podridão nobre” provocada pelo fungo Botrytis cinerea que ataca a casca das uvas maduras (casta Semillon), resseca-as e promove desta maneira uma elevada concentração de açúcares.

«Mustang» / AzulJasmim ► Não esquecer algo muito simples e tão saboroso como uma Meloa cortada ao meio e servida com Vinho do Porto no seu centro. Ainda como sobremesa e em alternativa à famosa Banane Flambé, sugiro Banana frita regada com Vinho do Porto, maravilha!

Quando ainda andava de calções, a minha muito querida avó materna, no seu incomensurável saber, preparava-nos uma deliciosa Gemada com Vinho do Porto, para nos livrar de todas as maleitas próprias dos frios e húmidos Invernos de então, ou não fosse a gema de ovo um alimento rico em lecitina, em proteína (vitelina) e em vitaminas A e D.

 
Gemada com Vinho do Porto (receita da minha avó Laura)
Ingredientes: 2 gemas; 2 colheres de sopa de açúcar; 1 cálice de Vinho do Porto (Tawny)
Modo de preparação: Bater numa tigela as gemas e o açúcar durante três minutos; Aquecer numa panelinha o Vinho do Porto, sem o deixar ferver; Juntar aos poucos o Vinho do Porto à gemada e mexer lentamente; Servir bem quente.

«rafael de zafra» / AzulJasmim ► Faltan páginas de papel en el mundo para escribir todas las recetas que hay con el vino de oporto, en la caza, en las carnes, en preciosos postres..... no en vano se han rendido las cocinas de todo el mundo, incluso la elitista francesa, a servirse del Oporto para aderezar sus guisos.



Publicado por Tovi às 18:47
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