
Muito tem feito a Câmara Municipal do Porto para promover o comércio tradicional. E os Portuenses têm descido à baixa para aí fazerem as suas compras?... Duvido. Mas depois aqui-d'el-rei que as lojas da nossa tradição estão a fechar.
Joaquim Figueiredo - Não é só o Porto... todos os municípios o fazem mas as pessoas preferem os centros comerciais... pensam, provavelmente, que o comércio tradicional vive da fachada...
David Ribeiro - Diga-se em abono da verdade que não é só por os potenciais clientes preferirem as grandes superfícies que o comércio tradicional está em crise. Muitos destes comerciantes da tradição também são culpados por nem sequer passarem um pincel com tinta pelas suas paredes.
Jose Antonio M Macedo - David Ribeiro Também existe a concorrência online. Cá pelos Açores ainda com maior incidência.
Zulmiro Pereira - Um dos fenómenos mundanos das redes, é a catrefada de indignados com o encerramento de uma loja, mas que nunca lá compraram nada. Esta gente que culpa os outros por não sustentaram as suas "nobres" intenções, para além de profundamente ridículos, são na sua postura responsáveis pela incapacidade de compreender como funciona a economia de mercado. Certamente preferiam viver numa ditadura e adquirir bens racionados através de senhas.
Rui Amandi - Outras mais antigas... desapareceram... ![]()
Bernardo Sá Nogueira Mergulhão - Mas o choro nas redes sociais é imenso, não percebendo que o fecho destas lojas está directamente ligado às suas escolhas e não a bonequinhos com uma lágrima ou cara de fúria.
Gonçalo G. Moura - Pode fazer mais e acabar com a taxa turística, que tira dinheiro directamente da caixa dos comerciantes e da restauração
Jose Antonio M Macedo - Pelos Açores nos três principais núcleos populacionais, Ponta Delgada, Angra do Heroísmo e Horta, passa-se o mesmo. Infelizmente deve ser uma característica dos portugueses.
David Ribeiro - Não é só dos portugueses, Jose Antonio M Macedo. É só ver o que se passa nas grandes cidades europeias, em que o comércio tradicional que não se modernizou ou se adaptou a um novo estilo de vida, já há muito teve os dias contados. Ninguém pode alterar a evolução dos hábitos de vida, seja nas compras, nos artigos que se compram ou em outra coisa qualquer, senão ainda andavamos todos a comprar nas feiras mediavais.
Camila Rebelo - A cidade em tem pouca diversidade de produtos, falta ferreterias boas casas de tecidos boas sapatarias (é tudo chinês) é só ver como era a rua 31 de Janeiro e como está agora até faz pena. Agora é só bares e restaurantes imensas esplanadas tudo para turistas.
Oscar Felgueiras - Lojas tradicionais já há muito poucas e com as rendas absurdas que se praticam na baixa, não aguentam, não por falta de clientes, mas porque não conseguem ser rentáveis face aos custos que têm. Muitas fecham também por cederem ou serem obrigadas a ceder à pressão de especuladores e investidores. As poucas que vão aguentando, ficam perdidas no meio das lojas das grandes cadeias internacionais (que também há nos shoppings) e muitas de chineses e indianos. Quem quer ir à baixa de carro, entra no caos das obras e estacionamentos pagos a peso de ouro, seja na rua, seja nos parques. O meu oculista é na 31 de Janeiro e sei o que passo quando preciso de lá ir. Temos que aceitar que a baixa do Porto já não é para os portugueses. Restaurantes, lojas, etc. está tudo feito para o turista e piora de dia para dia. Por isso, não adianta chorar. É o que é, aceitem.
Fernando Sardoal - ...bem...primeiro,criar condições para que as pessoas se desloquem e se sintam plenas a circular,a percorrer as suas ruas...segundo,há uma época, há fases de altos e baixos que fazem as pessoas terem chamariz ou não para as visitarem(cidades e suas lojas)...o Porto infelizmente sofre o problema das obras,da desorganização dos acessos,o excesso de esplanadas nos passeios ou ruas,não falando na insegurança que se começa a dar alarido...apenas sei que hoteis,alojamento local e restauração não se queixam de nada porque estão sempre a abarrotar e infelizmente a cidade já era,foi reconstruída para os turistas e nós, portugueses(ou portuenses) pagamos por igual e os comerciantes não querem saber. Não venham com "choradinhos" porque são os sinais dos tempos mas há sempre alguém que embarca neles e não quer saber da genuidade da cidade...
Isabel Barbosa - ...outra coisa importante é nao terem licenciado inumeros centros comerciais juntinho das cidades com estacionamento gratis comidas ate à meia noite e lojas apelativas...!!

"Ao longo da sua história, as gentes do Porto nunca viraram a cara a luta e sempre ultrapassaram, estoicamente, as mais duras adversidades. Num período em que mais uma vez somos postos à prova, o regresso à nova normalidade faz-se com serenidade, segurança e prudência. Do Mercado Temporário do Bolhão ao comércio de rua da baixa portuense, Rui Moreira viu que há um sorriso rasgado por detrás de cada máscara, que os olhares não deixam mentir, e uma vontade imensa de servir a cidade com a força do trabalho. A amistosa receção dos comerciantes do Bolhão está, por enquanto, substituída por "coteveladas" como forma de cumprimento." (in "o portal de notícias do Porto.")
COVID-19 - Situação em Portugal e Região Norte
27581 casos confirmados (15952 na Região Norte)
1135 mortos (648 na Região Norte)

(Imagem roubada na NET)
Nunca fui um grande apreciador de “cimbalino”, mas já um CAFÉ DE SACO encanta-me… e cada nova mistura que encontro (em grão ou já moída), nas muito simpáticas casas de “caféses” que há na Cidade Invicta, proporcionam-me novos prazeres naqueles momentos em que a água a levantar fervura passa pelo pó de café e eu aguardo que coe e caia na minha chávena.

Na rua Tomás Ribeiro, em Matosinhos, encontrei uma pequena mas muito simpática retrosaria onde comprei os botões de madrepérola pintados que tanto procurei nos últimos dias. Recomendo-vos vivamente esta casa, não só pela grande variedade de coisinhas lindas que lá tem, mas também pela simpatia do atendimento.
Comentários no Facebook
«Jose Bandeira» - Isto são os VALORES que devemos divulgar e que proliferam por todo o país (menos frequentemente VOCÊS-SABEM-ONDE). Estes são os Portugueses que nos fazem orgulhosos de o ser! Querem simpatia e serviço em retrosaria? Então venham!
«Jota Caeiro» - sabe sempre bem encontrar aquilo de que se precisa!! muito estofo mas com final de glória! o amigo berificou que não é artigo xinês?... [Emoji grin:D]
«David Ribeiro» - Alguns dos artigos à venda serão seguramente de origem não nacional, caríssimo Jota Caeiro… mas escolhidos por quem tem bom gosto e ainda nos dá a possibilidade de frequentarmos workshops para sabermos como “fabricar” estas maravilhas de “lavores”… era assim que se dizia no meu tempo. O que eu mais gostaria de salientar é a historicidade desta gente que pega em algo “vintage” e transforma em modernidade. Isto sim é o futuro.
«Jota Caeiro» - há que dar valor a estes jovens que isto sim é iniciativa e risco! ainda vamos os dois aos workshops pintar botões meu amigo: depois bou poder dizer que o David foi meu amigo da retrosaria. que também os há da costura! ![]()
Estive hoje pela primeira vez
in Facebook >> Mais uma excelente sugestão!!!
«Sérgio Ribeiro» in Facebook >> Gostei. Mas as flore(s) que vi foi de sal.
«David Ribeiro» in Facebook >> "Das Flores" porque é na Rua das Flores.
«Mercearia das Flores» in Facebook >> Palavras de incentivo é o que nos faz avançar. Obrigada!
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