"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Domingo, 6 de Agosto de 2023
Missa de Envio - JMJ Lisboa 2023

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As cerimónias finais da JMJ Lisboa 2023, vão realizar-se no Campo da Graça (Parque Tejo), com a Missa de Envio, na qual o Papa Francisco anunciará a cidade que acolherá a próxima edição da Jornada Mundial da Juventude.

 

  Campo da Graça onde nunca foi noite
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  Papa Francisco e a missa no imenso mar de jovens
Captura de ecrã 2023-08-06 092804.png

 

  A JMJ Lisboa 2023 também tem direito a humor
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Isabel Sousa BragaMuito bom
Luis BarataEfectivamente, os xuxas vão hiper capitalizar de forma usurpadora este fantástico acontecimento!
Jose RomãoO maior defensor de Putin e dos Talibãs, criticar as JMJ, há algo que não me parece razoável, mesmo estando dentro dos parâmetros do que chamam de liberdade de expressão, conferida pelo que é considerado actualmente democrático‼️😎😎😎
Miguel Jorge Alcoforado
Eu penso que você já se habituou a andar em contramão..
Jose RomãoMiguel Jorge Alcoforado, já vi que não sabe da missa a metade. Naturalmente teria de recuar no tempo alguns meses, para poder entender o que eu quero dizer, mas julgo que a mensagem chegou ao seu destinatário, que naturalmente não é o senhor‼️😎😎😎
Miguel Jorge Alcoforado
Jose Romão Não era a você que eu me estava a referir... Abraço.

 

  Próxima JMJ - Seul / Coreia do Sul em 2027
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Publicado por Tovi às 07:40
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Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2023
Uma nova corrida ao armamento

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  Vladimir Putin garantiu que a Rússia está a produzir tantos mísseis antiaéreos como todos os países do mundo juntos, em resposta à alegada escassez de munições no Exército russo.

  O New York Times divulgou esta terça-feira [24fev2023] que o Pentágono está empenhado numa corrida para aumentar a sua produção de ‘rockets’ de artilharia em 500% nos próximos dois anos, promovendo níveis de fabrico de munições para registos semelhantes aos da Guerra da Coreia (1950- 1953).

   “É evidente que estamos a assistir a uma tendência de rearmamento a nível mundial, estamos a assistir não à redução, mas ao aumento das despesas militares. E esse é mais um fator que está a limitar a capacidade de apoiar financeiramente os países em desenvolvimento, e espero que esta moda possa terminar em breve”, afirmou António Guterres após reunir-se no Mindelo, ilha de São Vicente, com o primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, no sábado 21jan2023.

  De um lado Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul, do outro a China e a Rússia, pelo meio a Coreia do Norte e Taiwan. Com cada um a querer estar um passo à frente dos outros, todos são apanhados num círculo vicioso que está a girar fora de controlo. É uma corrida ao armamento maior do que tudo o que a Ásia alguma vez viu – três grandes potências nucleares e uma em rápido desenvolvimento, as três maiores economias do mundo e alianças de décadas, todas a lutar por uma vantagem em algumas das áreas terrestres e marítimas mais disputadas do mundo.



Publicado por Tovi às 08:01
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Quinta-feira, 3 de Novembro de 2022
Coreia do Norte brinca com o fogo

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A Coreia do Norte disparou vários mísseis, incluindo um suposto míssil balístico intercontinental (ICBM) que obrigou o governo japonês a emitir alertas de evacuação nas zonas norte e central do país. Os lançamentos de hoje [quinta-feira 3nov2022] são os mais recentes de uma série de testes de armas norte-coreanos nos últimos meses que aumentaram a tensão na região. Estes lançamentos ocorrem um dia depois de Pyongyang ter disparado mais de 20 mísseis, o máximo em um único dia, incluindo um que pousou na costa da Coreia do Sul pela primeira vez e levou Seul a disparar mísseis ar-terra em resposta.

 

  Brinca-se com o fogo... numa escalada desde 1984
Captura de ecrã 2022-11-03 092005.jpg

 

  “Qualquer ataque nuclear contra os Estados Unidos ou contra os seus aliados e parceiros, incluindo o uso de armas nucleares não-estratégicas, é inaceitável e vai resultar no fim do regime de Kim”, afirmou o secretário da Defesa norte-americano, Lloyd Austin, após um encontro com o seu homólogo sul-coreano. Lloyd Austin considera que o aumento da tensão está a “desestabilizar a região”, pedindo a Pyongyang que “cesse esse tipo de atividade e comece a entrar num diálogo sério”. Apesar do tom de aviso, o responsável disse que Washington não planeia modificar a sua postura na região.



Publicado por Tovi às 09:25
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Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2017
Cães que muito ladram não mordem

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Apesar da Coreia do Norte ter lançado um novo míssil balístico intercontinental na última semana, com uma altitude do voo no ponto máximo de 4.475 quilómetros e 950 quilómetros de faixa de voo, durando 53 minutos e que caiu na zona económica exclusiva do Japão a 250 km da cidade de Aomori, os riscos de uma guerra de facto ainda são pequenos, mesmo com todas as retóricas de Kim Jong-un e Donald Trump. Eu ainda não acreditar que o regime de Pyongyang já possua tecnologia suficiente para equipar um míssil com uma ogiva nuclear, mesmo de tamanho reduzido, mas seguramente o armamento norte-coreano já representa uma ameaça real para a Coreia do Sul e para o Japão. Mais uma vez o presidente chinês Xi Jinping tem a faca e o queijo na mão, pois como todos bem sabemos a Coreia do Norte continua altamente dependente do petróleo fornecido pela China.



Publicado por Tovi às 14:30
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Domingo, 3 de Dezembro de 2017
Míssil norte-coreano Hwasong-15

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No passado mês de Novembro a Coreia do Norte efectuou o lançamento de um míssil balístico Hwasong-15, projéctil que demonstrou capacidades impressionantes em comparação com seu antecessor, o Hwasong-14, considerando os especialistas que o alcance máximo do míssil recém-elaborado se situa entre 10.500 e 13.000 kms, uma ameaça não só para os países do leste asiático mas também para uma grande parte do território dos EUA. Analisando com cuidado as imagens e os comunicados oficiais do regime de Kim Jong-un vê-se que o camião de 18 rodas que transporta o míssil parece ser de fabrico nacional, o que demonstra que o país conseguiu autonomia na produção dessas máquinas sofisticadas. Os anteriores veículos eram de oito eixos - WS-52100 - adquiridos à China para uso industrial. Porém em 2012, uma vez que os WS-52100 apareceram no desfile militar em Pyongyang como plataformas móveis, o governo de Pequim cessou as exportações desses veículos à Coreia do Norte. É também de tecnologia mais sofisticada o sistema de propulsão deste novo míssil, dotado de asas e motores auxiliares, com dois estágios e medindo de 20 a 22 metros de comprimento e um ou dois metros de diâmetro, sendo seguramente capaz de levar uma ogiva nuclear superpesada. As imagens divulgadas do lançamento do míssil comprovam que o motor possui duas câmaras de combustão e carece de mecanismos auxiliares para mudar de direcção, o que representa um nível muito avançado de tecnologia.

 

Começam amanhã e duram até ao dia 8 de Dezembro os «Vigilant Ace», exercícios conjuntos de Washington e Seul, que contarão com a participação de mais de 1.200 militares dos EUA, 230 aviões, incluindo caças F-22 Raptor e F-35. A diplomacia norte-coreana já qualificou esta demonstração de força como um "prelúdio para a guerra nuclear".
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Publicado por Tovi às 14:56
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Segunda-feira, 11 de Março de 2013
Coreia do Norte em discurso bélico

Estou convencido que todo este teatro que Kim Jong-Un faz é muito mais para consumo interno do que para levar a sério. Mas, como diz o Povo Português na sua incomensurável sabedoria, cautela e caldo de galinha nunca fizeram mal a ninguém.

{#emotions_dlg.meeting} [Público] - Pyongyang não respondeu à chamada que os sul-coreanos fazem todos os dias desde que o "telefone vermelho" foi instalado , em 1971 - A ameaça já vinha do final da semana passada, mas as autoridades da Coreia do Sul puderam confirmá-la hoje: o único meio que ainda poderia permitir algum tipo de comunicação entre Seul e Pyongyang, o chamado “telefone vermelho”, foi mesmo desligado pelo regime norte-coreano. (...) O discurso bélico contra a Coreia do Sul e os Estados Unidos é habitual no regime norte-coreano, mas nos últimos dias subiu de tom, face à aproximação da votação nas Nações Unidas e de manobras militares conjuntas entre Washington e Seul. Face à recusa de cancelamento dessas manobras, um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Norte disse que uma segunda guerra da Coreia "é inevitável".


«Joaquim Leal» in Facebook >> Temos em Portugal quem os aprecia e muito. Era exportá-los faz favor...

«Carlos Mimoso» in Facebook >> O Rio está aborrecido com o Meneses?

«Zé Zen» in Facebook >> Estes, nem para chouriços prestam :)



Publicado por Tovi às 21:02
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