"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 18 de Junho de 2021
Distanciamento social

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   Seguindo as instruções da DGS nunca mais vou ter a sardinhada pronta.



Publicado por Tovi às 07:42
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Sábado, 5 de Junho de 2021
Uma chatice... Uma grande chatice

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    The Guardian de 3jun2021
How will Portugal’s removal from Covid ‘green list’ affect you?

 

   Mas há sempre uma solução...
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Publicado por Tovi às 07:01
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Quinta-feira, 27 de Maio de 2021
Câmara do Porto apoia as diversões itinerantes

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O protocolo, agora assinado entre as partes, está relacionado com a ocupação e exploração de três espaços públicos na cidade, nomeadamente, a Rotunda Boavista, as Fontainhas e Lordelo do Ouro, no período de 21 maio a 30 de junho, por empresas do setor. O apoio municipal descrito no documento é materializado através da isenção do pagamento das habituais taxas e licenciamentos, no valor de 155 mil euros, da garantia do policiamento dos três espaços identificados durante o seu horário de funcionamento, bem como da infraestruturação elétrica dos locais cedidos até ao valor máximo de 30 mil euros.



Publicado por Tovi às 11:22
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Quarta-feira, 26 de Maio de 2021
Não pode haver portugueses de primeira e de segunda

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    Rui Moreira, ontem às 20h18
O presidente da Câmara do Porto considera ser “inaceitável que subitamente se crie uma situação de verdadeira exceção” quanto ao recrudescimento da Covid-19 em Lisboa e Vale do Tejo. Rui Moreira exige ao Governo e às autoridades de saúde “um tratamento equitativo”, considerando que não se podem alterar regras só porque se trata de Lisboa. “Prejudica a unidade nacional”, alerta.
O autarca, que numa declaração em vídeo, manifesta que, “como qualquer português”, é “totalmente solidário” com o recrudescimento da Covid-19 em várias zonas do país, em particular em Lisboa e Vale do Tejo, não deixa, no entanto, de observar que o que aconteceu nesta zona do país não pode ser tratado de ânimo leve.
“Depois do que sucedeu em Lisboa e Vale do Tejo, e estão identificadas as razões pelas quais houve este crescimento súbito, e muito preocupante, do número de casos, aquilo que se esperava é que fossem tomadas medidas semelhantes àquelas que foram tomadas no resto do país”, declara.

 

   Malta de Lisboa... vejam o que nós, os do Norte, já sofremos.
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  Task Force esclarece "aceleração" anunciada pelo Governo
Afinal, maiores de 30 e 40 serão vacinados em junho, em todo o país. "Aceleração" das inoculações é para a faixa etária que se encontra a ser vacinada agora, os maiores de 50. O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, anunciou esta terça-feira que a vacinação contra a Covid-19 será acelerada em Lisboa e Vale do Tejo (LVT), onde se encontra mais atrasada do que no resto do país, antecipando a inoculação dos dos maiores de 40 e de 30 anos. Contudo, fonte da Task Force disse à RTP que a medida será estendida a todas as Administrações Regionais de Saúde, ou seja, não foi criada exclusivamente para esta região.

 

   Governo na rede social Twitter
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Publicado por Tovi às 07:46
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Segunda-feira, 3 de Maio de 2021
O ambiente que se vive no concelho de Odemira
É realmente tudo isto que diz Elisabete Rodrigues no seu artigo de opinião no "Sul Informação"... mas é também o assobiar para o lado de todos nós que gostamos de framboesas, tomates cherry, saladinhas lavadas e outras produções agrícolas de luxo a preços baratos.
Quando há uns dias ouvi uma empresária do setor dizer "se não fosse assim o negócio não era rentável" apeteceu-me dizer "a terra a quem a trabalha"... e não, não sou, nunca fui, nem penso vir a ser comunista.
 

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"É triste que tenha sido preciso uma pandemia para pôr a nu a exploração e as condições de vida indignas dos muitos trabalhadores migrantes que garantem a produção das framboesas, dos tomates cherry, das saladinhas lavadas e outras produções agrícolas de luxo de que todos gostamos e que garantem muitos milhões ao país, em exportações, nos hectares e hectares de estufas de agricultura intensiva, situados sobretudo no concelho de Odemira."

  Notícia completa aqui

 

    Comentários no Facebook
Nuno Matos Pereira - Desculpe David Ribeiro ! Mas a maior hipocrisia não é de quem consome esses produtos, se não o fizessemos a vida dessas pessoas ainda seria pior. Hipocrisia é das esquerdas e das associações anti racismo, porque se se manifestarem contra, seria o fim da subsídio dependência. Já foi assim com o IHOR Homeniuk, foi assim com Moçambique e assim será com Odemira. Tudo o que seja contra o líder supremo, não se pode manifestar contra.
David Ribeiro - Claro que não é SÓ de quem consome esses produtos, Nuno Matos Pereira... é essencialmente de quem assobia para o lado perante uma situação que há muito se verifica mas que "ninguém" parece ver.
Pingus Vinicus - Somos um país de modas. Ficou tudo surpreendido com a falta de condições de trabalho, de habitabilidade, de dignidade humana dos migrantes em Odemira, com o eventual tráfico humano, com as alegadas máfias. Tudo coisas que já se sabiam, eventualmente, há muitos anos. Entretanto, a malta que governa a partir da capital do império já esqueceu que no outro lado do rio Tejo, na margem sul, em Alcochete, acontece o mesmo, com os apanhadores de ameijoa. Assiste-se quase todos os dias a episódios degradantes da condição humana. Migrantes amontoados em armazéns, em apartamentos. Violência entre eles, os negócios pouco claros, comportamentos indignos nas ruas. Tudo bem visível à vista desarmada. Se calhar, um dia destes, vamos ouvir falar da falta de condições dos migrantes na zona de Pegões, do Poceirão, onde trabalham, também, em explorações agrícolas, em que é possivel observar dezenas de pessoas numa só habitação. Modas de um país, o nosso, que teima em não ser um país sério
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Publicado por Tovi às 07:33
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Sexta-feira, 30 de Abril de 2021
Acabou o estado de emergência... mas cuidado

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Publicado por Tovi às 08:11
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Quinta-feira, 29 de Abril de 2021
Vacina contra a COVID-19

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Já me foi inoculada a primeira dose   



Publicado por Tovi às 11:20
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Segunda-feira, 26 de Abril de 2021
A estratégia do Porto no combate à pandemia

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    Milene Câmara em “Porto.” – 24abr2021

Rui Moreira aponta falta de complementaridade no combate à pandemia
A falta de complementaridade entre o poder central e local afetou de forma decisiva o combate à pandemia da Covid-19 em Portugal. Numa grande entrevista ao jornal Nascer do Sol que é publicada na edição deste sábado, 24 de abril, Rui Moreira falou sobre a estratégia seguida pelo Porto que divergiu, em muitos aspetos, da estratégia nacional, liderada pela Direção-Geral da Saúde. Para o presidente da Câmara do Porto “o poder central impôs todas as regras” e “depois viu-se na necessidade de pedir ao poder local e ao poder autárquico para resolver os problemas que ele já não conseguia resolver”.

Ventiladores e máscaras em tempo recorde
De entre uma multiplicidade de temas abordados, a pandemia destacou-se na conversa do autarca com o jornalista Vítor Rainho, até porque o Porto foi pioneiro em várias medidas implementadas no início da tragédia da covid. Os primeiros ventiladores trazidos para o país foram exemplo dessa ação rápida desenvolvida pelo município portuense, resultado da relação de geminação e de diplomacia institucional com Macau e a cidade chinesa de Shenzhen.
“Sabíamos que estavam a produzir ventiladores, certificados para a Europa, e o que fizemos foi antecipar a venda a Portugal, neste caso ao Porto, tendo previamente falado com os hospitais S. João e St.° António do Porto, para perceber se aqueles ventiladores eram os mais adequados à situação e se tinham a certificação necessária. Os ventiladores vieram a um preço bastante inferior até a outros que foram adquiridos posteriormente pelo Governo”, explicou Rui Moreira.
A compra de máscaras foi igualmente uma das prioridades para o autarca. Uma fábrica no Porto começou a produzi-las a baixo custo e a autarquia do Porto foi das primeiras a “ter um conjunto de máscaras disponíveis, numa altura em que a DGS pensava que as máscaras eram inúteis”.
“Começámos a fazer máscaras para aquilo que era essencial, ou seja, não só para as nossas necessidades próprias. Estamos a falar dos bombeiros, da Polícia que estava em contacto com a população. Mas também para IPSS e para lares”, explicou Rui Moreira.

“O problema dos lares é uma tragédia mal contada”
Para o presidente da Câmara do Porto a proliferação dos infetados em lares de idosos em território nacional “é uma tragédia com foros de escândalo”.
Na primeira vaga pandémica, o Município liderado por Rui Moreira montou uma estratégia que não passou apenas pela compra de ventiladores e máscaras, mas também por adquirir testes à China de modo a cobrir “muito rapidamente todos os lares da cidade”, formais e informais, dado à vulnerabilidade daquela população.
“A nossa estratégia era de separação dessas pessoas imediatamente e, nessa altura, houve uma grande resistência da Direção-Geral da Saúde, e nomeadamente na estratégia que implementámos. E acabou por ser implementada lentamente no país. Acho que a Direção-Geral da Saúde esteve mal. Por isso é que montámos em conjunto com a Ordem dos Médicos e também com o Hospital de St° António, o pavilhão Rosa Mota para rapidamente separar as pessoas”.
Rui Moreira não tem dúvidas de que a concretização célere desta medida de separação foi crucial na diminuição da taxa de contaminação e consequente mortalidade a nível concelhio, o que não se verificou a nível nacional.

Porto a postos para conseguir vacinar toda a população em 2 meses
À semelhança do início da pandemia, Rui Moreira tem tomado todas as diligências de modo a preparar a cidade para uma vacinação em larga escala, também aqui, optando por divergir do rumo nacional imposto pela DGS. O centro de vacinação drive-thru, instalado no Queimódromo e com capacidade para inocular até 2 mil pessoas por dia, pronto a arrancar a operação desde fevereiro mal hajam vacinas disponíveis, é exemplo disso.
“Neste momento temos um drive-thru instalado, que tem uma capacidade apreciável que não está a ser utilizada, esperemos que venha a ser utilizada quando houver vacinas. Tem uma capacidade de 7 mil a 8 mil vacinas por mês. Podemos multiplicar por mês esses modelos, rapidamente conseguimos chegar muito mais longe”, refere o presidente da Câmara do Porto que acredita ser possível vacinar toda a população da cidade em 2 meses.
Contudo, esse modelo de vacinação não é a opção seguida pelo Estado Central, que optou, para já, por utilizar estruturas e recursos dos centros de saúde, o que, no entender de Rui Moreira é um “erro”.
“Vamos precisar de vacinar muita gente e seria bom que a vacinação não fosse feita no centro de saúde. Os centros de saúde são para as necessidades de proximidade das pessoas que têm patologias, das pessoas que estão doente, das pessoas que precisam de consultas. Não acho que seja boa estratégia misturar as duas tribos. A tribo que está doente e a tribo que não quer estar doente”, explica ao jornal o autarca.
Apesar da discordância, a Câmara do Porto disponibilizou e agilizou todos os meios para auxiliar a Task-Force na vacinação. Foram cedidas duas escolas que estavam encerradas e recursos para montar uma tenda de recobro. Além disso, o Município estabeleceu um protocolo com as duas centrais de táxis da cidade para o transporte de pessoas até aos locais de vacinação.
Rui Moreira encontra-se, também, a delinear uma estratégia autónoma de compra de vacinas, juntamente com a Câmara de Cascais, logo que a quantidade disponível no mercado aumente.
“Mais cedo ou mais tarde, a capacidade a nível europeu e a nível mundial vai permitir que haja vacinas em quantidade suficiente. E qual é a nossa estratégia? A nossa estratégia tem a ver com o facto de a questão das vacinas não ser um problema apenas de este ano. Acho que as pessoas ainda não compreenderam que as vacinas para a covid-19 vão ser como as da gripe sazonal. Todos os anos vamos ter de ter stocks”.



Publicado por Tovi às 07:29
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Terça-feira, 20 de Abril de 2021
A terceira fase do desconfinamento... na Primark

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Seria importante debruçar-nos sobre o porquê de lojas tipo Primark terem uma enorme apetência por uma grande parte da população. Seguramente esta gente não é tolinha, mas a necessidade de comprar roupa a preços que possam pagar a isto obrigará.



Publicado por Tovi às 13:33
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Quarta-feira, 14 de Abril de 2021
Vai haver vacinas para todos?

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Parece estar provado que há alguns graves efeitos secundários destas vacinas… mas eu temo que a “guerra” entre a União Europeia e as farmacêuticas venha a provocar enormes dificuldades numa completa vacinação das populações.

 

    La Stampa
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    Relatório de Vacinação em Portugal (de 27dez2020 a 11abr2021)
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    Expresso, 14abr2021 às 13h54
A Presidente da Comissão Europeia anunciou ao início da tarde desta quarta-feira que mais 50 milhões de doses de vacinas da Pfizer devem chegar à UE na segunda metade de abril. Para 2022 e 2023 espera-se a entrega de mais 1,8 mil milhões de doses.
A Dinamarca anunciou esta quarta-feira que desistiu de usar a vacina para a covid-19 da AstraZeneca devido aos efeitos secundários "raros, mas graves", enquanto a Alemanha decidiu administrar outra vacina nas segundas doses a quem tomou este fármaco na primeira.




Sexta-feira, 2 de Abril de 2021
Páscoa... em plena pandemia

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Publicado por Tovi às 07:13
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Sábado, 27 de Março de 2021
Sugestão para as férias da Páscoa

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A GNR está no terreno com fiscalização, como habitualmente, mas o foco será sobretudo nos itinerários principais. As operações vão decorrer nas autoestradas, mas não só, também noutras vias mais usadas, nos limites entre concelhos e nos acessos às cidades. A circulação entre concelhos de Portugal continental está proibida desde as 00h00 de 26 de março até às 05h00 de 05 de abril, a segunda-feira após a Páscoa. Existe um dever geral de recolhimento domiciliário e as coimas para quem violar esse dever vão dos 200 aos mil euros. Se reincidir é um crime de saúde pública.



Publicado por Tovi às 07:08
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Terça-feira, 16 de Março de 2021
Suspensão da administração da vacina da AstraZeneca

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Com a suspensão da administração da vacina da AstraZeneca, o plano de vacinação nacional vai atrasar cerca de duas semanas.

    Expresso, 15mar - 20h06
Foi anunciada esta segunda-feira a suspensão da administração da vacina da AstraZeneca em Portugal. A decisão foi avançada em conferência de imprensa por Rui Ivo, presidente do Infarmed. De acordo com o responsável, a "interrupção temporária" da administração desta vacina foi recomendada pela Direção-Geral da Saúde e a Autoridade Nacional do Medicamento, "tendo por base o princípio da precaução em saúde pública", na sequência da descoberta de "novos casos de reações adversas graves em vários países europeus" após a toma da referida vacina. São casos, acrescentou, que estão "em avaliação", não tendo sido possível estabelecer uma relação de causalidade entre a vacina e os casos reportados. Segundo o presidente do Infarmed, os resultados dessa avaliação deverão ser conhecidos ao longo desta semana.


Publicado por Tovi às 08:49
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Domingo, 14 de Março de 2021
Papel das Autarquias no Desconfinamento

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   SIC / Expresso da Meia Noite - 12mar2021

“Quando se vê aflito, o Estado bate à porta dos municípios", diz Rui Moreira
Os presidentes de câmara sentem-se marginalizados pelo Estado Central, embora tenham tido desde o primeiro momento um papel determinante no combate à pandemia, agindo por antecipação. Falta reconhecimento, envolvimento e comunicação numa relação que, segundo Rui Moreira, se tem estabelecido na base do “desenrascanço”. Ao Expresso da Meia-Noite, o autarca deu como exemplo a carta que recebeu do coordenador da task-force em que pede à Câmara do Porto para preparar meios para a vacinação em larga escala nas próximas três semanas, quando lhe fora pedido exatamente o contrário há cerca de um mês, altura em que foi criticado pelo excesso de voluntarismo na tomada de medidas.
Não são tidos nem achados na hora das decisões, mas depois são chamados para resolver problemas de última hora. No Expresso da Meia-Noite, Rui Moreira disse que soube do plano de desconfinamento através da comunicação social e lamentou que a relação do Estado Central com os municípios esteja montada de acordo com o princípio do “desenrascanço”.
“Tem sido assim com tudo: foi com os testes, com os ventiladores e com as máscaras. Há um Estado Central que determina tudo, que nunca territorializou nada, nem nisto nem na bazuca, mas que, quando se vê aflito, bate à porta dos municípios”, declarou.
Em causa, a carta que Rui Moreira recebeu esta semana do vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, em que é pedido ao Município do Porto que agilize a criação de centros de vacinação nos próximos 21 dias, de modo a que a capacidade atualmente instalada no país quadruplique de 30 mil pessoas vacinadas por dia para 120 mil, já em abril. “Por acaso, tenho um centro preparado e acho que vou conseguir ter os três. Mas dar a um município três semanas para, subitamente, se capacitarem para isso, parece-me, mais uma vez, um desenrascanço à portuguesa”, reforçou.
Tanto mais que ainda lhe está fresca na memória a advertência que chegou igualmente por correio. “Vejam lá, não tomem grandes iniciativas”, era a tónica do discurso do coordenador da task-force, que orientava no início de fevereiro os presidentes de câmara somente na ajuda aos ACES e no apoio às deslocações, “para não criar expectativas na população”, confirmou Carlos Carreiras, destinatário de igual mensagem.

   Notícia completa aqui



Publicado por Tovi às 07:01
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Sexta-feira, 12 de Março de 2021
As medidas do novo Plano de Desconfinamento

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   Comunicado do Conselho de Ministros de 11 de março de 2021



Publicado por Tovi às 07:34
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