"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sábado, 26 de Setembro de 2020
Exposições Caninas de Aveiro

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Um evento com os constrangimentos inevitáveis... mas está a ser bom. 

 

  BEST IN SHOW da 19ª E. C. N. Aveiro (sábado)
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   BEST IN SHOW da 12ª E. C. I. Aveiro (domingo)
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Publicado por Tovi às 20:11
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Terça-feira, 4 de Agosto de 2020
Uma Provedoria do Animal… porque não?

Nuno Vieira e Brito (Professor do Ensino Superior, ex-DG de Alimentação e Veterinária, ex-Secretario de Estado da Alimentação e Investigação Agroalimentar) tem toda a razão.
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  Artigo completo aqui.



Publicado por Tovi às 11:56
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Domingo, 2 de Agosto de 2020
O Primeiro-Ministro que incendiou a DGAV

Ontem… no Observador.

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Na sequência da morte de dezenas de cães e gatos em Santo Tirso, a tutela do bem-estar dos animais de companhia passa da alçada de veterinários para os ambientalistas. Faz todo o sentido, claro...
Estamos na época de fogos rurais, onde é recorrente que os noticiários e capas de jornais deem destaque aos prejuízos ambientais, económicos, sociais e, infelizmente, também de vidas humanas que se perdem. Mas nos últimos dias tem sido diferente: após o incidente dos canis ilegais de Santo Tirso, as redes sociais, os meios de comunicação e parte dos políticos inundam-nos todos os dias com o triste episódio da morte de dezenas de cães e gatos, que passou a ser o tema do momento…
O tema, e o referido episódio, têm assoberbado telejornais e jornais com uma força díspar, quando comparamos com os tristes episódios do falecimento de vários bombeiros no decorrer desta época de fogos. É óbvio que não podemos ficar indiferentes ao caso de Santo Tirso, mas a demanda política e social atingiu laivos difíceis de compreender. A crescente humanização dos animais de companhia começa a atingir proporções que custam a entender numa sociedade onde muito falta, mas de que pouco se fala, ou incomoda tanto, como a morte de cães e gatos num fogo florestal, num canil ilegal. Poucos são os casos que tenham tido tanta ação política como este, do canil de Santo Tirso.
O assunto ganha ainda mais foco mediático, quando o próprio Primeiro-Ministro, no decorrer do discurso do Estado da Nação, chama a si os holofotes deste episódio, mas escolhe como campo de batalha um dos seus próprios organismos, a Direção Geral de Alimentação e Veterinária – DGAV. Atacando-a, como se a mesma não estivesse sob a tutela do seu próprio Governo, como se a mesma não tivesse vindo a ser depauperada dos seus recursos financeiros e humanos ao longo dos diversos governos dos últimos tempos, em relação à qual, o próprio Primeiro-Ministro deveria assumir as culpas da incapacidade de fiscalização.
Mas não! Entendeu o Primeiro-Ministro usar os microfones do Parlamento para “cortar cabeças” e, pura e simplesmente, incendiar totalmente uma entidade tutelada pelo seu Ministério da Agricultura. Tal como em Santo Tirso, deu-se início a um fogo em que não foi permitido que se atuasse e se analisasse a melhor forma de reestruturar um organismo, que, em conjunto com o Ministério da Agricultura, tutela os animais de companhia há mais de 100 anos, e, num ápice (estranho como tudo foi organizado tão depressa…), anuncia-se a mudança da tutela do bem-estar dos animais de companhia, da Agricultura para o Ambiente e da DGAV para o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
E aqui levantam-se inúmeras questões: quais as competências do Ambiente para com os animais de companhia? Qual a razão de ser de se passar a coordenação da realidade dos animais de companhia, como os cães e os gatos, de um organismo de índole veterinária, para um organismo que tem a alçada das florestas e da conservação da natureza? Faz sentido? Nenhum. E se analisarmos a mudança com base na capacidade de um organismo perante o outro, em termos financeiros e de recursos humanos, então batemos no fundo, pois se a realidade, bem conhecida de todos, da incapacidade do Estado em fornecer condições financeiras à DGAV é um facto, então a realidade que paira sobre o ICNF é exatamente a mesma, ou pior.
Fica no ar, a ideia que o Governo anda a empurrar o problema com a barriga, sem pensar nas consequências, sendo algo que já vimos recentemente com a aprovação da lei do Fim dos Abates em Canis, em 2016, onde é cada vez mais óbvio que se legislou sem pensar e sem se conhecer a realidade no terreno.
A mudança é errada, confusa e, certamente, pouco prática. É pena, pois da minha parte teria o maior dos gostos em ver o Estado a fornecer as condições para a mitigação do problema dos animais errantes, mas estou em crer que esta mudança não foi mais do que uma ação de charme para agradar a uma franja minoritária do Parlamento e para puxar para o Primeiro-Ministro os “likes” das redes sociais.
Acontece que o problema irá persistir. Mudam-se apenas as cadeiras e dá-se um balão de oxigénio a um partido que recentemente passou pelo pior momento da sua história com a debandada dos próprios deputados e membros da sua equipa, exatamente por se ter desviado da defesa dos cães e gatos. E que, face a este episódio de Santo Tirso, agiu como sempre tem agido nestes momentos, no aproveitamento político de tragédias.
O Primeiro-Ministro, no entanto, nesta senda de querer agradar a uns, não deveria ter-se esquecido que o problema é muito simples e direto, face à aprovação da Lei de 2016, ou seja, investimento! Dinheiro, recursos, orçamentos! De onde virá o dinheiro para garantir a resolução deste problema?Tendo em conta, como referido na carta aberta subscrita por um grupo de trabalhadores da DGAV, onde se estima de modo muito conciso e real, um valor de 100 milhões de euros anuais para resolver o problema dos animais errantes em Portugal — o mesmo que o Estado dedicou ao reforço do SNS na sequência da pandemia de Covid-19 –, será que acresce um reforço no Orçamento do Estado para o ICNF assumir estas funções? O que ficará para trás, em Portugal, enquanto assistimos a este jogo de cadeiras políticas?
Infelizmente, creio que tudo não passará de uma jogada política e de holofotes, que em nada ajuda a resolver o problema em causa, e dentro de uns meses voltaremos, certamente, a assistir a mais espetáculos políticos em redor deste tema.
Até lá, o bem-estar dos animais de companhia passa dos veterinários para os ambientalistas. Faz todo o sentido, claro…



Publicado por Tovi às 08:24
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Segunda-feira, 20 de Julho de 2020
Tragédia na serra da Agrela

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Muito já se disse e ainda muito mais se dirá sobre o trágico acontecimento na Serra da Agrela, em que 52 cães e dois gatos morreram num incêndio que atingiu um abrigo que acolhia inúmeros animais. A lei em vigor (n.º 8 de 2017) é um absurdo e é tempo de se legislar com pés e cabeça, até porque os animais o merecem.


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    Clube Português de Canicultura
COMUNICADO - Incendio no canil em Santo Tirso
O Clube Português de Canicultura lamenta profundamente a tragédia ocorrida na Serra da Agrela, Sto Tirso, que afectou a espécie que tanto acarinhamos, dum modo inaceitável.
O CPC espera que todos os contornos desta tragédia sejam apurados e que os responsáveis sejam exemplarmente punidos.



Publicado por Tovi às 11:05
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Sábado, 22 de Fevereiro de 2020
Muito bem...

...como não poderia deixar de ser.
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Publicado por Tovi às 07:44
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Domingo, 12 de Janeiro de 2020
91ª Exposição Canina Internacional do Norte

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Publicado por Tovi às 22:19
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Sábado, 11 de Janeiro de 2020
90ª Exposição Canina Internacioal do Norte

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Publicado por Tovi às 22:21
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Sexta-feira, 10 de Janeiro de 2020
Exposições Caninas Internacionais na Exponor

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Publicado por Tovi às 16:38
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Domingo, 29 de Dezembro de 2019
V Monográfica do Cane Corso

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Na foto o BOB (Best of Breed) - Rothorm Jy Dream Australia aka Lia / Casa Petrusus Kennel -, julgado por Roberto Tavola (Itália) em 15dez2019 nas instalações da UTAD em Vila Real.



Publicado por Tovi às 08:27
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Sábado, 7 de Dezembro de 2019
Obrigado, José Pinto Pais

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Um bom amigo, grande boavisteiro e também apaixonado por cães, é frequentador assíduo de leilões, tendo encontrado recentemente uma peça que fez a gentileza de me oferecer. É um lindo tinteiro em loiça, evocativo da XIV Exposição Canina Internacional de Coimbra, em 2 de julho de 2000, e no qual se homenageia um nome carismático da Canicultura Nacional – António Constant.



Publicado por Tovi às 13:26
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Domingo, 29 de Setembro de 2019
Cão da raça Barbado da Terceira

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Pormenor da Exposição Canina Internacional de Aveiro.

 


Classificação: Cão Boieiro
Origem: Portugal – Ilha Terceira, Açores
Altura / Peso: Pode ir até aos 58 cm e pesar até 30 kg
Variedades de pelagem: Pelo comprido e ondulado, de cor amarela, cinza, preta, fulvo e lobeiro em tonalidades claras ou escuras. Malhas brancas são aceites.
Função de origem: Maneio e condução de gado.
Principais características: Inteligente, aprende com muita facilidade, excelente companheiro, muito fiel e meigo para com a família, tem um grande instinto de proteção.
Ideal para: Famílias que procurem um cão de guarda, com a vantagem de que a raça é também um bom cão de companhia. O Barbado adapta-se bem a casas pequenas e apartamentos.
Curiosidades: Foi a décima raça portuguesa a ser aceite pelo Clube Português de Canicultura, o que aconteceu em 2004.



Publicado por Tovi às 21:18
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Domingo, 14 de Julho de 2019
Fim-de-semana de Exposições Caninas em Lisboa

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(Exposições Caninas Internacionais de Lisboa - Night Show - no Hipódromo do Campo Grande. Estiveram presentes 1.354 cães na sexta-feira e 1.560 cães no sábado)

Viajei na sexta-feira de manhã do Porto para Lisboa no Alfa Pendular. Calhou-me uma composição com aspeto exterior a necessitar de reforma e o interior não primava pela limpeza. A NET estava sempre intermitente (rede ligada mas limitada) o que impossibilitou qualquer trabalho on-line… e eu até tinha um trabalhinho para fazer. Chegamos a Santa Apolónia no horário e foi fácil apanhar táxi para o hotel. Depois do almoço uma soneca… é que a 133ª Exposição Canina Internacional de Lisboa teve início pelas 18h00 e só terminou depois das duas horas da madrugada de sábado. A 134ª E.C.I., também uma “Night Show”, só acabou já passava das três horas da madrugada de domingo.

No regresso à Invicta não consegui lugar no Alfa e tive que viajar no Intercidades, mas curiosamente esta composição estava muito mais asseada que a do Alfa que me levou à capital e até tinha NET com excelente cobertura.

Já agora… viajar de táxi numa grande cidade dá sempre para curtas mas simpáticas conversas com os “chauffers” e nas duas “corridas” que fiz neste fim-de-semana, da estação de Santa Apolónia para o hotel e uma outra do local onde fiquei hospedado para a estação de comboios, em ambas fui conduzido por duas amáveis senhoras, tendo a conversa versado o Turismo. Uma dizia maravilhas dos turistas e da vida que dão à cidade… a outra estava contra tantos estrangeiros, que “até já não se ouve falar português”. É nisto que o nosso Povo é maravilhoso… há sempre gente contra e a favor, todos com argumentos mais ou menos válidos.



Publicado por Tovi às 19:33
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Domingo, 14 de Janeiro de 2018
87.ª Exposição Canina Internacional do Norte

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Publicado por Tovi às 22:59
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Sábado, 13 de Janeiro de 2018
86.ª Exposição Canina Internacional do Norte

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Publicado por Tovi às 22:06
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Sexta-feira, 12 de Janeiro de 2018
Exposições Caninas do Norte

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Os últimos retoques… para que amanhã esteja tudo “comme il faut”

 

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«Pedro Baptista» - Amigo, David Ribeiro, são contra o conceito de "raças" mesmo nos cães. Nunca quis um cão "de raça"... Faça o favor de tentar destruir, se o pretender, esta minha convicção...

«David Ribeiro» - Meu amigo Pedro Baptista… As diferentes RAÇAS CANINAS têm unicamente a ver com a função como os diferentes tipos de canídeos se comportam na vivência simbiótica com o homem, seja na condução de gado, guarda de rebanhos e/ou territórios, seja na procura, recobro ou levantamento dos mais variados tipos cinegéticos, ou a mais simples e subjectiva função de “cão de companhia”. Um cão sem raça definida, oriundo de vários cruzamentos rácicos, por mais querido que seja, e eu também os tenho cá por casa e trato-os tão bem como a todos os outros, não tem nenhuma característica suficientemente individualizada e bem pronunciada, que obviamente não será transmitida aos seus descendentes. Um Cão de Gado Transmontano, por exemplo, sem nunca ter vivido ou visto alguma vez ovelhas, quando colocado perante um rebanho num lameiro sabe imediatamente que é necessário protege-lo de estranhos a todo o custo. Está nos genes e este caso (unicamente como exemplo) verifica-se nesta raça e outros casos noutras raças, não sendo verificável nos cães sem raça definida.

«Jorge Veiga» - e não podem aprender David Ribeiro?

«David Ribeiro» - Até hoje ainda ninguém o conseguiu. E neste caso que apresentei nunca um Cão de Gado foi ensinado.

«Pedro Baptista» - Muito obrigado pelo clarificação luminosa de quem sabe do assunto. Convenceu-me de que se eu tivesse gado transmontano ou tibetano para apascentar usaria o cão da raça adequado à função. Como não tenho, e conheço bastantes pessoas que também nem têm gado, nem funções específicas para os bichos, a não ser pretenderem usá-los como etiqueta social, fico-me com a preferência que já detinha de cães polirrácicos, usufruindo das funções surpreendentes que possam advir de cada cruzamento que é sempre uma inovação, resultantes das circunstâncias da vida real e não do condicionamento de criadores ou de laboratórios. Mais uma vez obrigado e um grande abraço canífilo... Canífilo, diz-se? Não? Mas por que não?



Publicado por Tovi às 10:43
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