...vereadora da Câmara Municipal de Vagos
O que se sabia na terça-feira 21out2025
A vereadora da Câmara Municipal de Vagos Susana Gravato (licenciada em direito, exerceu advocacia e era militante do PSD desde 1994) morreu na terça-feira 21out2025, aos 49 anos de idade. Foi encontrada pelo marido ensanguentada, deitada no sofá e tapada por um cobertor. Estaria em paragem cardiorrespiratória, um cenário que o marido tentou reverter. O comandante dos Bombeiros de Vagos, José Santos, afirmou que o alerta, via 112, foi dado às 15h08. “À nossa chegada, deparamo-nos com o marido da vítima em manobras [de reanimação] e continuamos até à chegada da viatura médica, que declarou o óbito no local“, disse o comandante. Susana Gravato estaria ao telefone com uma amiga quando deixou de responder. Ao não conseguir voltar a falar com Gravato, a mulher contactou o marido da vítima, que se deslocou de imediato para a casa de ambos. O Comando Territorial da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Aveiro, informou que o caso foi entregue à Polícia Judiciária (PJ), que realizou perícias e apurou que algumas das divisões tinham sido remexidas, estando em cima da mesa a hipótese de casa de Susana Gravato ter sido assaltada nesta terça-feira.
O que se veio a saber no dia de ontem
A Polícia Judiciária (PJ) anunciou a detenção do filho menor da vereadora da Câmara de Vagos Susana Gravato, de 49 anos, suspeito de a ter assassinado. O jovem, de 14 anos, foi detido na terça-feira [21out2025], na Gafanha da Vagueira, “por fortes indícios da prática de um crime de homicídio qualificado, que vitimou a sua mãe”, segundo um comunicado da PJ. A vítima foi atingida por um disparo de arma de fogo, quando se encontrava no interior da sua casa. “Na sequência das diligências realizadas de imediato, foi possível identificar e recolher vários indícios de prova e recuperar a arma de fogo utilizada, que pertence ao pai do menor”, acrescenta a nota da PJ. O presumível autor será presente a primeiro interrogatório judicial às autoridades da Comarca de Aveiro.
O menor, de 14 anos, foi levado ao tribunal de Família e Menores de Aveiro, pela suspeita do crime de homicídio qualificado. Foi decretada, nesta quarta-feira [22out2025], a medida preventiva de internamento em regime fechado. A medida irá vigorar durante três meses, no final desse período, haverá uma reavaliação que poderá conduzir à mudança da medida.
No Correio da Manhã de hoje
Artigo de opinião de Carlos Anjos, Presidente da Comissão de Proteção de Vítimas de Crimes
O miúdo de 14 anos
O país ficou incrédulo com o miúdo de 14 anos, que assassinou a mãe, vereadora da Câmara de Vagos. O que leva, um miúdo bem integrado na sociedade, do nada, e apenas pelo facto de “a mãe ser chata”, ir ao cofre buscar a pistola do pai, e à traição, dar um tiro na cabeça da mãe, para de seguida, adulterar o cenário do crime, para levar a Polícia a pensar que teria sido um roubo que correu mal? Todos nós temos dificuldade em processar este nível de maldade, esta falta de empatia, este egocentrismo extremado, frio, vindo de alguém que não admite ser contrariado, sem emoções, num adulto. Mas imaginar tudo isto num miúdo de 14 anos, é terrível. A forma insensível como confessou ter executado a mãe é brutal, como brutal, foi o seu comportamento depois do crime, tendo atuado de forma fria na ocultação do mesmo. Mas se pensarmos bem, a raiz deste mal está instalada há muito na nossa sociedade e nada se fez para a parar. Entre 2022 e 2024, o número de país agredidos pelos filhos tem vindo a aumentar, registando-se 815 agressões no primeiro ano, 962 no ano seguinte e 1036 em 2024. As mães são as maiores vítimas, como neste caso. Era bom que os decisores políticos olhassem para esta realidade, a aceitassem e tomassem medidas rápidas para a combater, ou estes casos limite, irão aumentar no futuro.
Graça Ribeiro - Para começar proíbam os jogos violentos que alteram as noções de real e virtual!
O número de homicídios não pára de crescer
Desde janeiro, já foram assassinadas pelo menos 94 pessoas, ultrapassando a totalidade dos crimes registados pelas autoridades no ano passado
Só na madrugada de 4.ª feira 15out, dois homens, um norte-americano e um irlandês, foram mortos num contexto de violência na via pública, na Grande Lisboa

Isabel Barbosa - É Urgente ver como e porque estas coisas acontecem com esta frequência!!
Jorge Cunha - Isabel Barbosa porque Portugal se tornou numa bandalheira total
Diogo Filipe Cunha - São só sensações..
Nuno Solla Lacerda - Percepções que passaram a factos. Dentro da desgraça, a parte positiva é que agora que o PS e a sua Geringonça foram corridos da governação, pelo menos já se identificam os agressores/assassinos e sabemos a sua origem. Deixaram de ser todos só “jovens”.
Altino Duarte - Nuno Solla Lacerda Percebe-se o interesse manifestado pela identificação dos "agressores/ assassinos", presumíveis como é evidente. A partidarite explica...
Nuno Solla Lacerda - Altino Duarte é fantástica a capacidade de conseguirmos utilizar o termo “presumíveis” mesmo quando se é apanhado com a mão dentro da caixa das bolachas. Presumível e suspeito são termos jurídicos, pois ainda não foram condenados. Foram só apanhados. Desta vez a TVI não teve pejo em identificar a origem como se comprova no vídeo que anexo [numa reportagem da TVI é dito "...três homens de etnia cigana..."].
Altino Duarte - Nuno Solla Lacerda O meu comentário apenas teve a ver com o antes e o depois que estabeleceu no que diz respeito à governação do país. Aproveitamento político/ partidário é o que se verifica. Pelo vídeo que colocou quis exemplificar o facto de que um canal de TV "não teve pejo" (?) em identificar a "origem" (?) num dos lamentáveis casos que o David Ribeiro referiu. Por acaso apanhei hoje, na CMTV, o relato do mesmo. Desconhecia os contornos do assassínio e essa reportagem , não identificando a "origem" dos agressores, transmitiu-me o essencial do caso. Não percebi se prefere a reportagem da TVI mas pareceu-me que sim. Quanto ao termo "presumíveis" utilizei-o na medida em que não me tinha apercebido que se referia ao que aconteceu em Cascais no qual parece manifesto não haver dúvidas quanto aos agressores.
No JN de 4.ª feira 15out
Na tentativa de homicídio que aconteceu hoje no interior do bairro da Cova da Moura, pelas 2.45 horas da madrugada, um homem foi baleado na zona da barriga, tendo sido transportado para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, depois de assistido no local por uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) e considerado ferido grave. Em relação à tentativa de homicídio registada às 23:20 de terça-feira, um homem foi baleado na zona do peito na Estrada Militar e, depois de assistido no local, foi transportado para o Hospital Fernando da Fonseca, em estado grave. Segundo a PSP, pelas 23.50 horas, um outro homem de 23 anos deu também entrada no Hospital Amadora-Sintra com ferimentos provocados por uma arma de fogo nas pernas e no braço direito, que a polícia desconhece se terá a ver com a tentativa de homicídio na Estrada Militar.
David Ribeiro - O mais grave, meus caros Amigos, segundo um prestigiado comentador de um canal televisivo e antigo inspetor da PJ, é o facto mais que provável de nas circunstàncias em que este caso de um turista americano ter sido assassinado, ser que "qualquer pessoa que passasse na rua em Cascais, onde ocorreu [este] homicídio, seria vítima de assalto por parte dos três homens". Nada teve a ver, na meu entender e à falta de melhor opinião, com imigrantes ilegais, hiperturismo ou portas abertas a tudo e a todos. A nossa sociedade evoluiu e nem sempre de uma forma correta e admissível no sec. XXI.
Correio da Manhã de 6.ª feira 17out2025
O turista norte-americano Daniel Kim, de 35 anos, veio a Cascais com vários compatriotas, para participar numa despedida de solteiro. Foi já na madrugada de quarta-feira, que recebeu um telefonema a pedir ajuda feito pelo compatriota David, de 33. Viu o amigo (ao contrário do que na quarta-feira noticiámos, não tinham uma relação homossexual) a ser agredido e ameaçado por um português de 23 anos, diretor de segurança de uma discoteca da zona, que lhe tirou o chapéu. Apesar de ter conseguido dominá-lo fisicamente (Daniel era especialista em artes marciais), o norte-americano foi morto com várias facadas pelo português, que no confronto também feriu gravemente David. O norte-americano que sobreviveu ao sangrento confronto viria a ter, apurou o CM, um papel importante na investigação da Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa que conduziu à detenção do homicida. David fotografou e filmou, com telemóvel, a luta entre Daniel e o português, que tirou a arma do crime do carro. As imagens foram cedidas aos inspetores, que assim robusteceram o inquérito contra o homicida. O jovem, sabe o nosso jornal, justificou o crime com uma forte 'bebedeira' que tinha no momento da luta. Está indiciado por dois homicídios (um consumado) e posse de arma proibido. O jovem português, único arguido no processo, esteve na quinta-feira a ser interrogado no tribunal de Cascais. Optou por não prestar declarações. O CM sabe que o Ministério Público pediu prisão preventiva para o arguido e o advogado prisão domiciliária. A defesa levantou questões técnicas no processo, o que levou a juiz de instrução criminal a adiar para as 14h00 desta sexta-feira a leitura das medidas de coação.
Altino Duarte - David Ribeiro Este não é o caso que a TVI relatou e atribuiu a elementos da etnia cigana a autoria das agressões ? Assim sendo, parece que estamos perante um manifesto exemplo, para não lhe chamar outra coisa, de uma caracterização abusiva e intolerável por parte de um canal televisivo sobre o agressor ou agressores.
David Ribeiro - Não sei se o presumível assassino é de etnia cigana nem isso me parece importante para uma justa apreciação deste caso pela Justiça. Sim, eu sei, Altino Duarte, que há quem venha logo com esses "argumentos". Há ciganos e ciganos, bem como há seguranças e seguranças... e nem me parece que neste caso a eventual etnia seja fator de agravamento ou desagravento dos actos praticados.
Notícia do início desta tarde de sábado 17out
O suspeito do homicídio do turista americano em Cascais e de tentativa de homicídio de outro, com recurso a uma faca, na sequência de uma altercação na rua, vai ficar em prisão preventiva. O homem de 23 anos, fortemente indiciado da prática de dois crimes de homicídio, um na forma consumada e outro na forma tentada, havia sido detido na quarta-feira, 15 de outubro, horas depois do crime, cometido na madrugada desse dia.
...como este tipo de crimes acontecem
mas a verdade é que já não é a primeira vez que ocorrem
O alerta chegou na passada quarta-feira de manhã. No Pátio Salema, perto do Largo de São Domingos, em Lisboa, tinha sido encontrado um corpo de um homem, decapitado, sem que a cabeça da vítima estivesse no local. De acordo com a Polícia Judiciária, o crime aconteceu na noite de 29 para 30 de julho. O suspeito do crime, um homem estrangeiro de 29 anos, acabaria por ser detido depois de entregar a cabeça - que transportava embrulhada em prata numa mochila - no hospital de São José, em Lisboa. Às autoridades confessou o homicídio, descrevendo-o em pormenor - e a mutilação do corpo da vítima, que diz ter cometido com uma faca de cozinha de dimensão média que guarda na casa onde vive. Revelou ainda que conheceu a vítima na noite do crime e desentenderam-se ao fim de algumas horas - tendo o homicídio e a mutilação do corpo, com o corte integral da cabeça, ocorrido em plena rua, durante a madrugada, sem testemunhas.
Comunicado da Polícia Judiciária - 1ago2025
A Polícia Judiciária (PJ), através da Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo, procedeu à detenção de um cidadão estrangeiro, de 29 anos, fortemente indiciado pela prática dos crimes de homicídio qualificado, profanação de cadáver e posse de arma proibida, ocorridos em Lisboa, na noite de 29 para 30 de julho.
A vítima, um outro homem cuja identidade era desconhecida, foi objeto de mutilação por decapitação, como de resto foi amplamente noticiado na comunicação social.
A investigação prontamente desenvolvida, veio permitir que no mesmo dia se identificasse a vítima, tratando-se de um cidadão estrangeiro, de 34 anos, em situação regular no país.
Na tarde de 31 de julho, o suspeito apresentou-se voluntariamente numa unidade hospitalar de Lisboa, transportando consigo uma cabeça humana que afirmou querer entregar.
Após comunicação desse facto pela PSP, a PJ submeteu o suspeito a um conjunto de diligências de prova, cujas conclusões indiciavam-no como sendo o autor material dos factos.
Foram, ainda, apreendidos diversos objetos com interesse probatório, entre eles a faca que se presume tenha sido utilizada na consumação do crime.
De igual forma, também foram colhidos elementos que apontam no sentido da cabeça humana pertencer à vitima.
Subjacente à prática dos factos, estarão razões de índole pessoal, apesar do conhecimento entre ambos ser temporalmente muito próximo da ocorrência. Não foi recolhido qualquer indício que relacionasse o crime com o tráfico ou o consumo de estupefacientes.
O detido será presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas coativas.
A investigação prossegue.
Gonçalo Norton Lages - Arrisco dizer que este é apenas mais um criminoso estrangeiro legalizado no nosso país graças ao Partido Socialista. Descalabro total!
Rui Lima - Gonçalo Norton Lages Há comentários estúpidos este é um deles. Rui Moreira tem razão as redes sociais são iguais á Santa Inquisição.....
Gonçalo Norton Lages - Rui Lima pode parecer estúpido para quem apenas se digne a ler o título da notícia. Mas eu poupo-lhe o trabalho e apresento-lhe o resumo “detenção de um cidadão estrangeiro, de 29 anos, fortemente indiciado pela prática dos crimes de homicídio qualificado, profanação de cadáver e posse de arma proibida”.
Rui Lima - Gonçalo Norton Lages Meu caro a estupidez não está no facto do cidadão ser estrangeiro. Pode estar ilegal, legalizado a viver em Portugal há anos ou ser um simples turista..... Depois graças ao PS ....... até parece que em antes ou atualmente estrangeiros não continuam a obter autorização de residência para trabalhar ou nos visitam como turistas ....... E se o autor do tenebroso crime como inúmeros que são praticados quase diariamente fosse português deixava de ser criminoso ? O Dr. Rui Moreira tem razão. Nota pessoal - por acaso não concordei nada com a entrada descontrolada de emigrantes e outras seitas que se podem revelar perigosas mas não faço juízos de intenção.
Isabel Vieira Santos - Acho isto muito estranho
Ricardo Castro Ribeiro - Isabel Vieira Santos sempre admirei a sua perspicácia ![]()
Isabel Vieira Santos - Ricardo Castro Ribeiro e nao acha tambem? Então é normal/comum andarmos de faca (capaz de decapitar uma pessoa), por aí?
Ricardo Castro Ribeiro - Isabel Vieira Santos hoje em dia o que está na moda são coisas inexplicáveis, falsas, evidentemente influenciadoras, etc. E assim vai o mundo…
Isabel Vieira Santos - Ricardo Castro Ribeiro hoje em dia parece é que tudo é normal. Mesmo o anormal.
Agência Lusa na tarde de sábado 2ago2025
O suspeito de ter matado e mutilado, por decapitação, um homem de 34 anos, na Baixa de Lisboa, ficou em prisão preventiva, após ter sido presente a interrogatório judicial, confirmou à Lusa fonte da Polícia Judiciária (PJ).
Correio da Manhã de hoje
A autópsia ao cadáver de Mussa Baldé, o guineense de 34 anos, conhecido como 'Djutula', que foi morto e decapitado na quarta-feira de madrugada, na Baixa de Lisboa, mostra que a vítima tinha ferimentos defensivos nos braços. A loucura homicida de Jonathan Uno, o estudante de doutoramento de engenharia, nigeriano, em prisão preventiva desde sábado por indícios de homicídio qualificado, profanação de cadáver e posse de arma ilegal, cujas razões estão ainda a ser analisadas pela Polícia Judiciária (PJ), só parou quando o guineense já estava morto e com a cabeça separada do resto do corpo. O Ministério Público (MP) revelou no domingo mais informações sobre o brutal crime. Assim, foi pelas 05h00 de quarta-feira, 30 de julho, que os dois homens iniciaram uma discussão quando passavam no Pátio Salema. Como já é público, ambos encontraram-se casualmente na zona do Largo de São Domingos (ver caixa) e conversaram durante horas. Jonathan Uno transportava, na mochila, uma faca de cozinha e usou-a para atacar 'Djutula' sem parar. "O arguido espetou uma faca na zona do pescoço da vítima, desferindo-lhe um número não concretamente apurado de golpes", explica o MP. A investigação apurou, para já, que as tentativas de defesa de Mussa Baldé foram claras e provadas pela autópsia. No entanto, o guineense de 34 anos "acabou por perder as forças, e cair no chão". Jonathan Uno continuou, então, "a desferir várias facadas e golpes, acabando por conseguir separar a cabeça do resto do corpo". A partir desse momento, acrescenta o Ministério Público, Jonathan Uno preocupou-se em ocultar provas. "Colocou a cabeça da vítima dentro da mochila, arrastou o corpo para um local com entulho para passar mais despercebido, e regressou a casa onde guardou a cabeça da vítima no congelador".
...vejam o que diz Raul Almeida
Fernando Peres - Andamos a brincar com o fogo e já o disse pessoalmente ao Raul Almeida. Os crimes perpetrados por portugueses são da nossa responsabilidade, agora ao abrirmos as portas a emigrantes eu exijo crimes 0. Temos que fazer uma seleção saber quem deixamos entrar e aqueles que porventura passem na seleção e façam crimes ou não trabalhem devolver á proveniência. Ao mesmo tempo nenhum emigrante pode ser “ escravizado” por mafias, o que acontece com alguns agora, exactamente por as fronteiras estarem completamente abertas !!!
Gonçalo G. Moura - O debate é velho e o Raul Almeida, como de costume, é intelectualmente desonesto... se tens 10 milhões de portugueses e quase um milhão de imigrantes, o natural é que haja mais crimes pelos naturais do país... é mera estatística... agora também gostava de saber como está a evoluir a pirâmide de etnias nas prisões... mera curiosidade, ou as propostas queno RA fez para a integração de imigrantes enquanto deputado de um suposto partido de "direita"... Aliás e vista a posta mais recente do Álvaro Costa, acho que não é preciso um desenho para ver a falta de razão do RA.

42.º Congresso do PSD 
Teve início esta manhã em Braga o 42.º Congresso do PSD, com o slogan 'Portugal no bom caminho'. Com o Orçamento do Estado para 2025 viabilizado há agora que preparar autárquicas e presidenciais.
Vitor Pereira - Viabilizado ou aprovado na generalidade e debatido na especialidade
Isabel Sousa Braga - Muitos congressos fazem.
Palmira Reis Rocha - Isabel Sousa Braga mesmo.
Diz o meu amigo Raul Almeida...
Isto está a circular nas redes de Whatsapp da extrema-direita cá do burgo. Claro que é falso, nenhum passaporte tem a profissão do titular. Mas, para trogloditas sedentos de lixo, serve. É óbvia a ligação entre Israel e estes grupos, numa enorme operação de desinformação, pois a verdade é letal para ambos, e a falta de escrúpulos no recurso permanente à mentira um modo de vida que os une. Para além disto, o ódio profundo à ONU, às instituições internacionais (lembram-se da mega campanha contra a OMS no COVID?) e a tudo o que represente ordem, compromisso e Lei, merece o combate feroz de Israel e da extrema-direita, uns porque querem viver à sua margem, outros porque sempre viveram.
Jorge De Freitas Monteiro - O Raul Almeida não diz muito bem, diz mal. Ver nos comentários à publicação dele a explicação detalhada dada por alguém que sabe do que está a falar.

Ocorrências participadas à PSP e GNR (de 4T2018 a 4T2023)
Lei n.º 57/2021, de 16 de Agosto
«Artigo 2.º - Para efeitos de aplicação da presente lei, considera-se: a) «Vítima» a pessoa singular que sofreu um dano, nomeadamente um atentado à sua integridade física ou psíquica, um dano emocional ou moral, ou uma perda material, diretamente causada por ação ou omissão, no âmbito do crime de violência doméstica previsto no artigo 152.º do Código Penal, incluindo as crianças ou os jovens até aos 18 anos que sofreram maus tratos relacionados com exposição a contextos de violência doméstica;
Artigo 4.º 4) - O juiz, ou, durante a fase de inquérito, o Ministério Público, deve determinar, sempre que tal se mostre imprescindível à proteção da vítima e obtido o seu consentimento, que lhe seja assegurado apoio psicossocial e proteção por teleassistência, por período não superior a seis meses, prorrogável se as circunstâncias associadas à proteção da vítima o justificarem.

Já lá vão três meses e o que se sabe sobre o desaparecimento na Murtosa de Mónica Silva, grávida de sete meses, é pouco e unicamente com base em declarações públicas de familiares ou de "bitaites" de comentadores nas tv's, já que a PJ e o Ministério Público têm mantido um silêncio cauteloso.
O que se tem vindo a saber
8out2023 - Mulher grávida ligou ao filho mais velho antes de desaparecer. Mónica tem dois filhos, de 11 e 14 anos. Saiu de casa dizendo que ia tomar café e que não demorava. Nunca mais foi vista.
9out2023 - PJ admite rapto no caso da grávida de sete meses desaparecida na Murtosa. Mónica Silva, de 33 anos, está desaparecida desde quarta-feira.
16nov2023 - Detido ex-namorado suspeito no desaparecimento de grávida da Murtosa. Autoridades detiveram o antigo companheiro e presumível pai da criança. É o principal visado na investigação do crime.
19nov2023 - Autoridades procuram por grávida de sete meses em poço perto da casa da vítima. Vizinhos queixaram-se do cheiro nauseabundo vindo do Local. Mónica está desaparecida há mês e meio.
27nov2023 - Carro de suspeito foi localizado perto da Ria de Aveiro no dia do desaparecimento da grávida da Murtosa. Autoridades acreditam que o corpo de Mónica Silva possa ter sido deixado num dos locais.
6dez2023 - Buscas na ria de Aveiro pelo corpo da grávida desaparecida na Murtosa terminam sem sucesso. Foi uma empresa especializada, contratada pela família, que efetuou as buscas na ria, com o apoio da Polícia Marítima.
10dez2023 - PJ recolhe ADN da família da grávida desaparecida na Murtosa. Objetivo é comparar esse material com sangue recolhido nas buscas efetuadas a uma carrinha e um apartamento do principal suspeito.
15dez2023 - Polícia Judiciária faz novas buscas pela grávida desaparecida na Murtosa. Operação decorre junto a uma casa da família do ex-companheiro, nas imediações de uma superfície comercial.
16dez2023 - Judiciária revolve terrenos mas não encontra rasto de grávida desaparecida. Uma tenda para acondicionar os restos mortais foi montada no local.
21dez2023 - Acabaram as buscas pelo corpo de grávida assassinada. Não há sinais de Mónica. Mónica Silva continua desaparecida mas ninguém encontra o corpo. As últimas buscas, levadas a cabo pela Polícia Judiciária deram em nada.
22dez2023 - Principal suspeito do desaparecimento da grávida na Murtosa fica em prisão domiciliária. Fernando Valente estava em prisão preventiva desde 18 de novembro.
27dez2023 - Sangue encontrado em tapete e carro de principal suspeito não é de Mónica Silva. Fernando Valente encontra-se há uma semana em prisão domiciliária, após ter estado em prisão preventiva.
28dez2023 - Nova pista renova esperança da família de Mónica Silva. Fernando Valente, ex-companheiro da grávida desaparecida na Murtosa, terá plantado provas para confundir a investigação da PJ.
29dez2024 - Pai do principal suspeito do desaparecimento da grávida da Murtosa ficou incontactável à mesma hora que o filho. Manuel Valente também teve o telemóvel desligado na noite em que Mónica desapareceu.
4jan2023 - Nova pista pode ajudar a esclarecer o desaparecimento de grávida na Murtosa. Testemunha indicou à família ter ouvido discussão entre Mónica Silva e Fernando Valente, o homem suspeito de a ter matado.
5jan2024 - Suspeito da morte de Mónica Silva e pai entram em contradição.Fernando Valente diz que foi a mãe quem limpou a casa. Manuel afirma que foi o filho.
7jan2024 - Principal suspeito do homicídio de Mónica Silva tinha em casa fortuna em notas de 100. Tinha 89 mil euros que disse serem para sinal de casa. PJ acredita que outros 6910 falsos seriam para burlas.
Ouviram o que D. José Ornelas disse na sexta-feira passada [03mar2023] em Fátima a propósito dos abusadores sexuais na Igreja portuguesa?... É desta que perdi todo o respeito por esta hierarquia religiosa.
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Gonçalo G. Moura - E se ele disse a verdade? ![]()
Paulo Teixeira - Eu não crente sinto me angustiado com este suicídio coletivo
Bernardo Sá Nogueira Mergulhão - É uma frase normal, sem queixas formais é dificil avançar, está-se também a exagerar. O que diz parece-me óbvio ,não vejo nada que faça perder respeito. Uma coisa é crimes serem graves mas para consequências é preciso queixa crime por mais revoltante que seja crime .Só se me escapou algo, do que li ,não vi nada demais.
Joaquim Figueiredo - A igreja desde sempre se considerou acima de tudo e de todos... tem sido a causa de atrasos civilizacionais. Não será estranho que os países profundamente católicos são os mais retrógrados. Quem aguentaria a inquisição?
Paulo Cruz - Se pediram perdao aos lesados há factos... agora já estão a fazer outro "filme"... o padre pedofilo já foi preso? Ou esta aguardar a notificaçao??? Bando de criminosos, oportunistas que se aproveitam da fé das pessoas.
David Ribeiro - Então a Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais contra as Crianças na Igreja Católica Portuguesa não foi criada na sequência de uma decisão da Conferência Episcopal Portuguesa?... Então agora os seus resultados já não são suficientes para se tomar qualquer ação?... E terá de haver uma nova comissão com "um caráter de independência" e sempre com uma comunicação direta com a coordenação nacional da Igreja?... E, cereja no topo do bolo, vão criar um memorial!... Será com o nome das vítimas ou dos abusadores?... Deixem-se de fitas e assumam a vergonha e de um vez por todas sejam severos para com os prevaricadores.
Rogerio Parada Figueiredo - David Ribeiro no entanto, os prevaricadores continuam no activo, sem quaisquer preocupações e medo de serem punidos criminalmente por todos os comportamentos depravados! E assim vai a igreja portuguesa! Já sei, vão dizer que esta a miséria está a acontecer em todo o mundo. Lamento que os padres tenham tratamento diferente e para chegar a eles temos de galgar fronteiras (Bispos, Bispos auxiliares e, quiçá, alguns cardeais! Lamento, enquanto católico, de momento descrente!
Isabel Pires - Há muito, muito tempo que deixei de acreditar nessa gente!
Rogerio Parada Figueiredo - Isabel Pires eu também!
António Barros - Os responsáveis pela Igreja estão tão enraizados a uma situação de privilégio e de poder, que jamais largarão esse estatuto. Há muitos anos atrás, era eu um miúdo, ouvia dizer aos mais velhos da minha Povoação: Padres, cucos e gaios, onde os virdes - escorraçai-os! Era o tempo da " PIDE "... e dos donos disto tudo. A iliteracia campeava a esmo pelas vertentes do nosso subjugado País. Hoje, volvidos muitos anos, tenho vergonha de ter padres deste jaez!...
O que a Igreja vai fazer após o relatório sobre abusos de menores
O afastamento de alegados padres abusadores de menores está nas mãos de cada bispo, disse o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, José Ornelas. Mas há outros passos que a Igreja decidiu dar após conhecer o relatório sobre os abusos de menores.
1. Nova comissão - Será criada uma nova comissão independente para ouvir as vítimas, constituída por pessoas "exteriores" à hierarquia da Igreja e com um modelo de funcionamento "próximo" da equipa de Pedro Strecht. Ainda não se sabe quem a vai liderar. Funcionará em articulação com equipa de Coordenação Nacional das Comissões Diocesanas de Proteção de Menores e Adultos Vulneráveis, presidida por José Souto Moura.
2. Lista de abusadores - A comissão independente entregou uma lista de padres suspeitos de abusos a cada diocese. Segundo D. José Ornelas, "é uma lista de nomes, sem outra caracterização", que será agora analisada "caso a caso" para tentar saber quem são os sacerdotes e quais as suspeitas que recaem sobre eles. Só depois "se verá se são afastados da Igreja”. "Não posso retirar alguém do ministério, só porque alguém disse algo. Tem de ser investigado e minimamente provado", alega o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP).
3. Memorial - Está prevista a criação de um memorial às vítimas no decorrer da Jornada Mundial da Juventude, que, posteriormente, será "perpetuado" num espaço exterior da CEP. Os bispos consideram "uma boa solução" a sugestão dada pela comissão independente para que o autor seja o arquiteto Siza Vieira, que o realizará pro bono, segundo já foi noticiado.
4. Indemnização - O entendimento da CEP é que, se houver pedidos de indemnização, estes devem ser custeados pelos abusadores. "Se algum mal foi feito por alguém é esse alguém que é responsável", defende D. José Ornelas.
5. Confissão - Os bispos aceitam alterar a configuração dos confessionários, para que deixem de ser fechados, mas não admitem a quebra do sigilo da confissão, que, segundo D. José Ornelas, "nunca estará em cima da mesa".
6. Apoio às vítimas - As dioceses vão disponibilizar apoio psicológico e psiquiátrico às vítimas, através de parcerias com instituições e com o SNS. Esse apoio será operacionalizado através das comissões diocesanas, mas as vítimas poderão recorrer a outra diocese ou à comissão nacional, presidida por Souto Moura. A promessa da Igreja é que "ninguém deixe de ter acesso a tratamento por falta de recursos".
7. Apoio aos abusadores - Os bispos reconhecem a necessidade de acompanhamento espiritual, pastoral e terapêutico aos abusadores. "Precisamos não só de cuidar das pessoas abusadas, mas também dos abusadores. São bombas vagantes. Temos ter capacidade de encontrar soluções", defende o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa.
8. Encontro com vítimas - O encontro de bispos com vítimas, à semelhança do que já fez o Papa Francisco, "está a ser conversado". Mas, a acontecer, "não vai ser noticiado". Decorrerá "em recato" e de acordo com as condições das vítimas.
9. Formação nos seminários - Seguindo as recomendações da comissão independente, os bispos decidiram avançar com a revisão dos planos de formação dos seminários e de outras instituições da Igreja, "bem como a conveniente" preparação de todos os agentes pastorais.
10. Comissões Diocesanas - As Comissões Diocesanas de Proteção de Menores e Adultos Vulneráveis são para manter, mas os bispos propõem que sejam constituídas "apenas por leigos competentes" nas mais diversas áreas de atuação. É, no entanto, admitido que possam ter um "assistente eclesiástico".
11. Perdão público - Os bispos portugueses vão promover um gesto público de perdão no decorrer da próxima Assembleia Plenária, a realizar, em abril, em Fátima. No final da reunião desta sexta-feira, o episcopado reiterou o pedido de perdão e deixou uma palavra de "coragem a todas as vítimas que ainda guardam a dor no íntimo do seu coração para que possam dar voz ao silêncio”.
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Albertino Amaral - É curioso que nunca simpatizei com a "padralhada ", e confesso, que ainda hoje, não sinto qualquer simpatia por esta classe... Cheiram-me mal...
Vitor Pereira - Parecem os administradores da banca nada viram nada sabem e vão investigar, e depois vão dizer que a culpa foi ou ainda é do/a "abusado/a"
Rogerio Parada Figueiredo - Porra, então o relatório da CI não chega para a igreja? Pois é, a igreja e outras profissões, sim profissões, comportam-se de forma inaceitável! Um verdadeiro cooperativismo onde, mesmo perante crimes horrendos, se protegem e protegem os seus pedófilos! Faz-me lembrar o filme "Pai nosso" onde os prevaricadores, são protegidos pelos seus pares! Depois estranho que o povo ande afastado da igreja! Só pensam em festins, JMJ!
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D. Januário Torgal Ferreira diz, e no meu entender com toda a razão, que os bispos que encobriram casos de abusos sexuais não servem para o lugar que ocupam. Em entrevista à RTP, o bispo emérito das Forças Armadas defende também que, em caso de suspeitas credíveis, a Igreja deve retirar preventivamente os padres do ativo. Apesar das críticas que se ouvem às medidas anunciadas na sexta-feira pela Conferência Episcopal, Januário Torgal Ferreira acredita que a Igreja vai fazer mais, até porque houve ainda muito pouco debate entre os bispos.
"AvesCruz" por António Gaspar
Egberto Bock - Esta atitude dos representantes da igreja é tão repugnante como os crimes cometidos
D. João Marcos, bispo de Beja, sugere que se os padres suspeitos estiverem arrependidos, devem ser perdoados. Tá bem!... ![]()
Testemunhos...
(Rita Salcedas / JN - 13fev2023 às 18h58)
A Comissão Independente para o Estudo dos Abusos de Menores na Igreja revelou sete depoimentos que chegaram ao organismo. Há casos ocorridos na Igreja, em contexto escolar, nos espaços privados dos agressores, nas casas das vítimas. Culpa e vergonha são sentimentos comuns, décadas depois dos abusos. A comissão independente responsável por investigar denúncias de abusos sexuais na Igreja Católica em Portugal validou 512 testemunhos, de um total de 564 recebidos. A partir daí, o organismo, que esta segunda-feira apresentou o relatório de um ano de investigação, chegou a 4815 vítimas de abusos que terão ocorrido desde a década de 1950, a maioria entre 1960 e 1980. Quatro mil, oitocentas e quinze vítimas - o número "absolutamente mínimo" estimado a que foi possível chegar e que, por defeito, não refletirá a dimensão da "dura e trágica realidade" dos "crimes hediondos" cometidos pela Igreja, pelos quais o bispo de Leiria-Fátima, D. José Ornelas, voltou hoje a pedir desculpa. A maioria dos casos prescreveu. Para o Ministério Público, foram enviados apenas 25. Os números chegaram hoje. As histórias sempre existiram. Sete dos testemunhos recolhidos foram partilhados esta manhã, na sessão de apresentação do relatório da Comissão Independente, numa "linguagem dura, intensa e comovente, como foi a vida destas crianças", hoje adultos, transcrita pelos sociólogos Ana Nunes de Almeida e Vasco Ramos. Diferem no contexto, no tempo, no espaço, nas vítimas e agressores, mas assemelham-se nos contornos. Na manipulação e culpabilização da vítima, na ideia nelas incutida de que pecaram, na ameaça e no medo causados, na descrença ou desvalorização das queixas, nos traumas e distúrbios que ficaram até hoje. Na queda em saco roto que agora se cose.
Tinha medo porque era pecador e ia para o inferno. Mandava-me ir buscar rebuçados cada vez que tivesse maus pensamentos! Houve um dia em que consegui 26 rebuçados. Quando ia ao seu quarto buscar, ele apalpava-me todo e metia a língua toda.
Ficámos ali todos em silêncio depois de ele nos ter despido, tocado, sugado, mexido até atingirmos o fim. Perverso.
Fiquei com muita vergonha e com pesadelos. Tenho muita vergonha ainda e acho que sou suja. Não consigo ter namorados.
Coloca o sexo por cima das minhas calças e começa-me a acariciar as nádegas. Cheio de pânico, entro noutro estado.
Estava ele no chão como um animal e o padre por trás.
As palavras suaves do padre, as festas na mão, na cara, nas costas e, a seguir, dentro das minhas cuecas. Diante da turma, diz que eu sou uma mentirosa, pecadora e que devia ser castigada.
Despia-me, mas não totalmente. Baixava as cuecas, mexia-me e masturbava-me. Agora a fazer psicoterapia, percebo o sentimento de culpa que senti e que me impediu de contar.
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Ana Cristina Pereira Leonardo - Eu nem me quero meter na conversa, mas ver pessoas a sublinhar que afinal foi a própria Igreja quem pediu que se averiguassem os casos de pedofilia no seu seio, fazendo tábua-rasa das décadas e décadas de denúncias de uma prática endémica vergonhosamente silenciada e metida na gaveta dá-me azia. E, já agora, não me dá azia, mas arranca-me um sorriso ouvir falar tanto de jacobinos como se o Afonso Costa tivesse voltado para ocupar São Bento. Tenham juízo que vergonha há quem pareça não a ter.
Raul Almeida - O relatório sobre as vítimas de abuso por membros ou em contexto da Igreja é absolutamente chocante. Bastaria um, mas o número não deixa de amplificar a dor que sentimos, o tormento da incompreensão e da revolta. A Igreja é feita de todos os homens, santos e pecadores. A Igreja é esposa de Cristo e, neste caso, traiu como os fariseus. Da mais hedionda forma. Num afastamento total ao Cristo, como os que então lhe cuspiram no rosto e atiçaram as chagas. Só podemos pedir a justiça dos homens e exigir-nos o empenho na oração pelo conforto possível vítimas e pela conversão dos perpretadores.
Carla Afonso Leitão - Ouvi agora na CNN. "Estamos fartos de tantas comissões", retrata ainda os casos de abusos sexuais cometidos por membros da igreja como "momentos menos felizes"... dizeres de Paula Margarido, coordenadora diocesana para protecção de menores. Diz ainda que quando tem denúncias, comunica primeiro ao bispo e com "apoios psiquiátricos" e mais umas coisas... Pois, eu fico CHOCADA! Portanto, menos barulho, menos ouvir, menos querer saber... Pergunto para que servirá o Ministério Público?????????? Tenho uma palavra para esta forma de ver - VERGONHA
Ana Cristina Pereira Leonardo - Vejo muita gente a associar o celibato à pedofilia. Assim de repente, não vejo qual possa ser a relação de causa / efeito entre as duas coisas. Contrariar o celibato pode ser feito de muitas formas: não se precisa de recorrer necessariamente a crianças, valha-me Deus e eu não sou crente.
Raul Almeida - Num dia em que se ouviu e leu tanto disparate, António Costa teve uma das intervenções mais acertadas e equilibradas face à tragédia revelada. A minha antipatia política em relação a Costa é antiga e fundamentada, são raras as vezes em que coincidimos no pensamento e na acção, é, portanto, livre e absolutamente sincero este sentido elogio que lhe faço neste dia marcante. Soube estar onde devia e dizer, com enorme seriedade, aquilo que compete a alguém com as suas responsabilidades. Muito bem!


Parecia impossível mas o Presidente da República tinha-o afirmado publicamente. E rapidamente a comunicação social e as redes sociais não falavam doutra coisa na tarde de ontem.
Depois lá veio um "Nota da Presidência da República" que pouco ou nada acrescentou de positivo ao que Marcelo Rebelo de Sousa tinha dito.
Nota da Presidência da República - 11 de outubro de 2022
O Presidente da República tomou conhecimento da validação de 424 testemunhos de abusos sexuais na Igreja em Portugal, hoje anunciada pela Comissão criada pela Igreja Católica.
O Presidente da República sublinha, mais uma vez, a importância dos trabalhos desta Comissão, muito embora lamente que não lhe tenham sido efetuados mais testemunhos, pois este número não parece particularmente elevado face à provável triste realidade, quer em Portugal, quer pelo Mundo.
Vários relatos falam em números muito superiores em vários países, e infelizmente terá havido também números muito superiores em Portugal.
O Presidente da República espera que os casos possam ser rapidamente traduzidos em Justiça.
Tal como fez no início de setembro, transmitindo imediatamente à PGR a denúncia que recebeu, continuará a promover e apoiar todos os esforços para que os abusadores sejam responsabilizados e afastados de qualquer situação que possa permitir a reincidência nestes comportamentos, seja no seio da Igreja Católica, ou em qualquer outra situação.
Expresso - 12out2022 às 13h27
O primeiro-ministro António Costa fez questão de sair em defesa do Presidente da República na polémica sobre as declarações de Marcelo relativas ao abuso de menores por membros da Igreja Católica. Em Viseu, onde participa numa conferência da Aicep, António Costa fez uma declaração em que defende o chefe de Estado da “interpretação inaceitável que tem estado a ser feita das suas palavras”. “Todos nós na vida politica por vezes não usamos a melhor expressão”, admitiu o primeiro-ministro a propósito da primeira declaração de Marcelo na terça feira.
Quem não o conhecer que o compre
Tão amigos que eles são
Jose Pinto Pais - David Ribeiro não há almoços grátis

Os tempos são outros e o "modus operandi" também não é o mesmo, mas a verdade é que a dupla Nélida Guerreiro e Sidney Martins são suspeitos de um triplo homicídio em Bragança e de vários assaltos a bombas de combustível no Algarve e também em Toledo, Badajoz e Sevilha. O último de uma longa lista de roubos ocorreu na noite de ontem [12ago2022], no Fundão. Segundo a Guardia Civil espanhola, dois dias antes, Sidney, 42 anos, e Nélida, 40, terão roubado outra estação de serviço, desta vez do outro lado da fronteira, em Torresfresno. As autoridades espanholas indicam assim que, depois de alguns dias fugidos em Espanha após uma onda de assaltos no Algarve, o casal estará de volta a Portugal, desta vez na zona centro. O já chamado "casal mais procurado do país" continua a monte mas com as polícias na sua peugada.
23h38 de 13ago2022 - Zamora News
Estaban cenando tranquilamente en el Burger del Centro Comercial Valderaduey. Un ciudadano les reconoció y avisó a las Fuerzas y Cuerpos de Seguridad del Estado. Y fueron detenidos. Eran las 22.30 horas de la noche. La Policía Nacional, en colaboración con la Local, ha logrado apresar esta noche a los dos ladrones portugueses, que habían atracado el pasado 8 de agosto la gasolinera de la autovía A-5, en las inmediaciones de Talavera de la Reina y término municipal de Cazalegas. La Guardia Civil había solicitado la colaboración ciudadana para localizar a ambos prófugos, un varón de 42 años -Sidney Martins- y una mujer de 40 -Nélida Guerreiro. La Benemérita alertaba de que iban armados y Portugal les calificaba de delincuentes "muy peligrosos". Se sospechaba que entraron en España el pasado 28 de julio por la provincia de Huelva, con destino a la zona norte de la Península y la intención de atravesar la frontera para pasar a Francia. Pero su fuga acabó esta noche en Zamora. La pareja, que en 2019 fue absuelta del asesinato de un hombre y que está siendo investigada actualmente por un triple crimen en Braganza, decidió hacer parada en el Centro Comercial Valderaduey para cenar una hamburguesa. Allí, un ciudadano les reconoció y llamó a la Policía Nacional, que detuvo a los atracadores con la ayuda de la Policía Municipal. Según algunos testigos, la pareja no opuso resistencia. Tras su arresto, ambos fueron conducidos a la Comisaría hasta que sean puestos a disposición judicial.

Nestes últimos dias muito se tem falado de um "doloroso caso" de abuso sexual que envolveu o Patriarcado de Lisboa. E em apenas dez anos de mandato é a segunda vez que D. Manuel Clemente se vê forçado a vir a público para esclarecer "equívocos" ou "mal-entendidos" que as suas palavras e atos deixaram no ar. A primeira grande polémica foi quando uma nota pastoral, publicada pelo Patriarca lisboeta, onde se defendia a abstinência sexual, para os chamados 'recasados' que quisessem frequentar a missa e ter acesso à eucaristia. Agora e segundo informação da Procuradoria-Geral da República (PGR) o Ministério Público abriu 10 inquéritos a partir das 17 denúncias anónimas reportadas pela Comissão Independente (CI) para o Estudo de Abusos Sexuais contra Crianças na Igreja Católica em Portugal. "Foram instaurados 10 inquéritos, sendo que um deles concentra seis das participações e outros dois (inquéritos), duas (participações) cada um", referiu a PGR, acrescentando que estão a ser tratados pelo Gabinete da Família, da Criança e do Jovem, desta Procuradoria. Entre os dois inquéritos que concentram duas denúncias cada, um deles foi arquivado e outro continua em investigação. E a tudo isto o cardeal-patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, admitiu que se encontrou com uma vítima que denunciou um padre por abusos sexuais, mas que não comunicou o caso à polícia. A atuação do patriarca “contraria (…) as atuais normas internas da Igreja Católica para este tipo de situações, que determinam a comunicação às autoridades civis de todos os casos”, sendo que “os dados sobre este caso em concreto contam-se entre as mais de 300 denúncias já recebidas pela Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais contra as Crianças na Igreja Católica Portuguesa — e o nome deste sacerdote é também um dos sete que já se encontram nas mãos da Polícia Judiciária para serem investigados”.
Ainda não é certo mas ontem ao fim da tarde o Expresso noticiava ter o cardeal anunciado a renúncia, naquela que será a liderança mais curta de um Patriarca de Lisboa em um século de História.
Carta Aberta do Cardeal-Patriarca de Lisboa
Atendendo aos muitos equívocos e perplexidades que tenho constatado em torno dos relatos sobre o doloroso caso denunciado em 1999, penso ser importante ajudar a esclarecer o que na verdade testemunhei.
O cuidado e a preocupação pelas vítimas é o que nos deve mover principalmente neste assunto e levar-nos ao seu encontro. Lamento todo o sofrimento que esta situação possa provocar a esta vítima em especial e a todas as outras que conhecemos ou não.
O meu antecessor acolheu e tratou o caso em questão tendo em conta as recomendações canónicas e civis da época e o diálogo com a família da vítima. O sacerdote foi afastado da paróquia onde estava e nomeado para servir numa capelania hospitalar.
Uma vez patriarca, marquei um encontro com a vítima, encontro esse que foi adiado a pedido da mesma. Em 2019, regressado do Encontro dos Presidentes das Conferências Episcopais da Europa sobre o tema «A proteção dos menores na Igreja» promovida pelo Santo Padre em Roma, sobre a temática dos abusos, pedi um novo encontro à vítima, com quem conversei presencialmente. A sua preocupação era não haver uma repetição do caso, sem desejar de forma expressa, a sua divulgação.
Não entendi, como não entendo hoje, ter estado perante uma renovada denúncia da feita em 1999. Se assim tivesse sido, a mesma teria sido remetida à Comissão Diocesana, criada por essa altura, e teriam sido cumpridos todos os procedimentos recomendados à data. Recordo que as regras e recomendações de 16 de julho de 2020 são posteriores.
Em relação ao sacerdote em causa, o mesmo foi acompanhado e até à atualidade nunca houve qualquer denúncia ou reparo sobre o seu comportamento moral. Nunca ninguém comunicou, nem sob anonimato, qualquer acusação. Aliás, as medidas cautelares previstas para estes casos visam sobretudo a proteção de possíveis futuras vítimas, o que pode estar acautelado, em especial quando, passados anos, nunca mais houve denúncias nem indícios.
Aceito que podemos e devemos fazer sempre melhor. Desde a primeira hora que no Patriarcado de Lisboa dei instruções para que a Tolerância Zero e a Transparência Total sejam regra conhecida de todos.
Aceito que este caso e outros do conhecimento público e que foram tratados no passado, não correspondem aos padrões e recomendações que hoje todos queremos ver implementados.
Temos, desde o início da criação da Comissão Diocesana, a primeira no país, tentado cumprir e fazer cumprir todas recomendações civis e canónicas.
Até à data foram encaminhadas à Comissão Diocesana do Patriarcado de Lisboa, por mim ou diretamente pelas vítimas, 3 denúncias. A primeira foi acompanhada pela diocese de Vila Real, a segunda está neste momento a corresponder ao que o Dicastério para a Doutrina da Fé decidiu, após as recomendações que a nossa Comissão me deu. Mal tenhamos o desfecho sobre a mesma, será divulgado. A terceira e mais recente que envolve mensagens inapropriadas e enviadas por WhatsApp está também em apreciação pela Comissão, que já me fez recomendações a que dei imediato seguimento.
Quanto a outras denúncias que possam existir, não temos conhecimento, mesmo aquelas a que a Comissão Independente se refere.
Que ninguém tenha medo de denunciar. Nas Comissões Diocesanas, na Comissão Independente, na PGR, na PJ, aos media, onde e junto de quem se sentirem mais seguros.
Peço a Deus que encoraje, fortaleça e proteja os que nas suas vidas tenham sofrido estes crimes.
Desejo ter ajudado cada leitor desta carta a aproximar-se da verdade que todos desejamos. Verdade que as vítimas nos exigem e merecem.
Lisboa, 29 de julho de 2022
D. Manuel Clemente
Cardeal-Patriarca de Lisboa
Na manhã de quinta-feira [23jun2022] foi conhecido este comunicado da Polícia Judiciária de Setúbal:

Na sequência da morte de uma criança de três anos, ocorrida no passado dia 20 de junho, a Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal de Setúbal, localizou, identificou e deteve um homem, de 58 anos, e duas mulheres de 52 e 27 anos, por sobre eles recaírem fortes indícios da prática dos crimes de homicídio qualificado, ofensas à integridade física grave, rapto e extorsão.
Os detidos serão presentes a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.
A PJ de Setúbal tinha fortes suspeitas de que Ana Cristina, a mulher que inicialmente foi tida como ama de Jéssica Biscaia - a criança de 3 anos que morreu na segunda-feira [20jun2022] no hospital de Setúbal - e o marido, Justo, decidiram sequestrar a menor enquanto Inês Tomás, a mãe, não pagasse uma dívida de 400 euros por serviços de bruxaria. A filha de Ana Cristina e de Justo terá assistido a tudo o que aconteceu durante o sequestro da criança.
Segundo declarou João Bugia, coordenador da PJ de Setúbal, a mãe da menina foi “ardilosamente enganada” e levada a entregar a filha devido a uma dívida de 400 euros que tinha para com a suspeita. “A mulher agora detida convenceu a mãe a levar a criança a sua casa com o pretexto de que a menina poderia ficar a brincar com a neta, da mesma idade, enquanto conversavam sobre a dívida”, referiu. No entanto, quando se quis vir embora, não foi permitido à mãe da menina levar a criança de volta para casa.
Foi só passado cinco dias, mais precisamente na última segunda-feira de manhã, que a mãe da menina reconheceu os sinais de maus-tratos, quando a foi buscar a casa da suposta ama. No entanto, só algumas horas mais tarde é que a família pediu socorro às autoridades.
A autópsia ao corpo da menina foi realizada na quarta-feira [22jun2022] no Gabinete Médico-Legal de Setúbal e foi revelado que a criança tinha sido mesmo sujeita a maus-tratos, tendo hematomas e lesões internas, mostrando ainda que foi violentamente espancada.
Diretor nacional da PJ sobre o caso de Jéssica
Na manhã de sexta-feira [24jun2022], à margem de uma conferência de imprensa de apreensão de droga, o diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ) disse que o sistema tem de estar preparado para intervir o mais cedo possível nos casos de crianças expostas ao perigo. "Todos nós nos sentimos tristes, revoltados", afirmou. Sem revelar pormenores sobre o paradeiro da neta da alegada agressora, uma criança também de três anos que terá presenciado as agressões, Luís Neves disse que a PJ vai atuar em conformidade, caso seja necessário.
Manhã de sexta-feira, 24jun2022... Lamentável
A meio da tarde de sexta-feira, 24jun2022... Expectável
Ao fim do dia de sexta-feira, 24jun2022
Capas dos jornais de hoje
Medidas de coação anunciadas este sábado no Tribunal de Setúbal
Cristina "Tita", o marido, Justo, e a filha, Esmeralda, vão ficar em prisão preventiva pela morte de Jéssica, a menina de três anos que terão espancado brutalmente em Setúbal por uma dívida da mãe. Os três estão indiciados por homicídio qualificado, extorsão, ofensas físicas graves e coação. Este último crime foi acrescentado pelo Ministério Público e tem em conta às ameaças de morte pelos suspeitos à mãe da menina. A medida foi aplicada esta tarde de sábado pelo juiz de instrução criminal de Setúbal, a quem Justo e Cristina negaram a participação no crime. Esmeralda não falou. Os pressupostos validados pelo juiz para aplicação da prisão preventiva foram o perigo de fuga, tendo em conta que os três foram capturados em Leiria a preparar a fuga do país, e o alarme social. O Ministério Público tinha pedido esta medida mais gravosa.
Na passada quarta-feira [8jun2022] a PJ do Porto emitiu o seguinte comunicado:
A Polícia Judiciária, através da Diretoria do Norte, pelas 07:00 de hoje, desencadeou uma vasta operação policial com vista a dar cumprimento a 13 (treze) mandados de busca domiciliária e 9 (nove) de detenção fora de flagrante delito, emitidos pelo Ministério Público do DIAP do Porto, visando um conjunto de indivíduos sobre os quais recaem suspeitas de coautoria do homicídio qualificado ocorrido na madrugada do dia 08.05.2022, na cidade do Porto.
A investigação desenvolvida pela Polícia Judiciária permitiu, no espaço de um mês, recolher indícios de que os suspeitos ora detidos, atuaram em conjugação de esforços nas agressões que provocaram a morte do jovem na referida data, estando, por isso, todos indiciados da coautoria nesse crime.
Das buscas realizadas, as quais contaram com o apoio do Corpo de Intervenção da PSP do Porto, resultou a apreensão de relevantes elementos probatórios, os quais irão ser agora devidamente processados.
Os detidos, com idades compreendidas entre os 20 e os 42 anos, alguns com vastos antecedentes criminais pela prática de crimes violentos, vão ser presentes à autoridade judiciária competente para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.
Na manhã de ontem [9jun2022], por motivos que não interessam para o caso, estive toda a manhã em frente de um ecrã de televisão, onde nos era relatado ao pormenor a chegada aos TIC do Porto dos nove detidos pela PJ na operação “Fim de Festa”. E se tudo isto não fosse dramático até tinha piada.
Nove arguidos foram presentes a primeiro interrogatório judicial
O Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto decretou esta quinta-feira a prisão preventiva para três dos nove arguidos detidos na quarta-feira, incluindo Marco Gonçalves, por envolvimento na morte do adepto nos festejos do título do FC Porto. Fonte judicial explicou à agência Lusa que os nove arguidos foram presentes esta quinta-feira a primeiro interrogatório judicial, tendo o TIC do Porto aplicado a Marco Gonçalves (conhecido por Marco "Orelhas"), ao cunhado deste e a um terceiro elemento, que irá cumprir primeiro uma pena de dois anos e meio de prisão, no âmbito de um outro processo, a medida de coação mais gravosa: a prisão preventiva. Aos restantes seis arguidos, o TIC do Porto determinou que os mesmos ficassem com a medida de coação de apresentações periódicas às autoridades, proibição de contactos e proibidos de abandonarem o país. O filho de Marco Gonçalves era até esta quinta-feira o único arguido em prisão preventiva pela morte de Igor Gonçalves, de 26 anos, na madrugada de 08 de maio.
A primeira página do JN desta sexta-feira 10 de junho
Correio da Manhã de hoje

JN 31mai2022 14h06 - A Polícia Judiciária (PJ) deteve um dos dois suspeitos que tentaram matar um homem, em junho do ano passado, na Rua Cidade do Recife, no Bairro do Viso, Porto, ao que tudo indica por questões de tráfico de droga. A tentativa de homicídio ocorreu a 26 de junho de 2021 e resultou de um desentendimento entre o detido, um amigo do mesmo e a vítima. Os suspeitos deslocaram-se ao Bairro do Viso, surpreendendo a vítima, disparando vários tiros contra a mesma, atingindo-a na perna esquerda.
JN 31mai2022 15h02 - Um homem de ascendência cabo-verdiana, com 35 anos, morreu baleado esta madrugada de terça-feira, no Seixal. A vítima, que residia na Amadora, foi atingida com dois tiros nas costas. O homicídio ocorreu perto da meia-noite no bairro da Quinta da Princesa. A vítima encontrava-se na via pública, na rua Cidade de Maputo, quando foi atingida mortalmente com dois tiros nas costas.
JN 1jun2022 10h21 - A Polícia Judiciária deteve dois suspeitos das agressões a um jovem fafense, de 24 anos, na madrugada de domingo, à porta de uma discoteca na Zona Industrial do Socorro, em Fafe. Os jovens envolveram-se numa rixa e a vítima continua internada no Hospital de Braga com prognóstico reservado. Os jovens detidos, de nacionalidade brasileira, têm 19 e 27 anos e são suspeitos da prática de um crime de homicídio qualificado na forma tentada e de um crime de ofensa à integridade física qualificada.
JN 1un2022 18h23 - Um elevado número de militares de várias valências da GNR estão envolvidos, desde a noite de terça-feira, numa operação no âmbito de um processo relacionado com o tráfico de estupefacientes para cumprimento de cinco mandados de detenção, nove buscas domiciliárias e 15 não domiciliárias, fruto de um trabalho de investigação do Núcleo de Investigação Criminal de Mirandela. Até ao momento, foram detidas seis pessoas (cinco homens e uma mulher) que as autoridades acreditam pertencer a uma rede de tráfico de droga que operava em vários concelhos do Norte do país, sendo que o epicentro era no concelho de Mirandela (distrito de Bragança).
JN 1jun2022 18h31 - Cláudio P., o estudante de 17 anos que foi detido pelo homicídio de Diogo Pereira e por ter baleado um amigo deste, num bar em Gandra, Paredes, vai aguardar julgamento em prisão preventiva, por decisão do juiz de instrução criminal do Tribunal de Penafiel. Foi a proposta do Ministério Público (MP) e o juiz concordou. Tal como não tinha prestado declarações nas instalações da Polícia Judiciária, onde se entregou anteontem, Cláudio também optou pelo silêncio perante o juiz.
CM 2jun2022 08h50 - A PSP iniciou na manhã desta quinta-feira uma megaoperação no bairro da Ameixoeira, no concelho de Lisboa, e também o cumprimento de buscas domiciliárias nos concelhos da Amadora e Odivelas. Esta acção visa especialmente a deteção e apreensão de armas de fogo ilegais e a identificação e detenção de suspeitos da prática de crimes. A operação que teve início pelas 07h00 resultou até ao momento, na detenção de duas pessoas, na apreensão de armas de fogo ilegais e no resgate de um cão que se encontrava com ferimentos considerados graves. Segundo o comissário Tiago Mota, as detenções, de dois homens, ocorreram nos concelhos de Lisboa e Odivelas. Pelas 08h50 a megaoperação estava quase concluída, sendo ainda apreendidas dezenas de munições e cartuchos.
JN 2jun2022 14h19 - Polícia Judiciária deteve um suspeito por assalto à mão armada de uma loja de câmbio na Costa da Caparica, no qual houve intervenção dos bombeiros. O assalto deu-se na tarde de 5 de janeiro e o suspeito fugiu quando foi acionado o alarme de incêndio. No dia do assalto, o suspeito entrou na loja situada na Rua dos Pescadores, na Costa da Caparica, disfarçado com um boné, luvas e máscara cirúrgica. No interior, apontou uma arma à funcionária exigindo o dinheiro. A vítima acionou de imediato o alarme que lançou uma nuvem de fumo dentro da loja. Assustado, o arguido colocou-se em fuga. Populares deram o alerta para incêndio, o que motivou a presença de bombeiros, mas estes acabaram por regressar ao quartel. O suspeito foi agora detido pela Unidade Nacional de Combate ao Terrorismo da Polícia Judiciária e na sua casa foram apreendidos vários telemóveis e cerca de 1700 euros em numerário.
CM 2jun2022 14h57 - Um homem de 28 anos foi baleado nesta quinta-feira, na rua de Angola, em Odivelas. Pelo menos dois disparos foram efetuados através de um carro que estava em andamento. A vítima foi atingia num dos braços e transportada para o Hospital Beatriz Ângelo. O alerta foi dado pelas 13h33 da tarde. A PSP preservou o local do crime e as autoridades estão a investigar o caso e tentam localizar os suspeitos.
JN 2jun2022 15h09 - Dois jovens, de 14 e 17 anos, foram detidos pela PSP, na estação da CP de Carcavelos, depois de terem agredido e ameaçado com uma faca duas pessoas. Os presumíveis assaltantes foram detidos, na segunda-feira, cerca das 15 horas, por agentes da Divisão Policial de Cascais. Após o alerta, os polícias rapidamente chegaram à estação de Carcavelos. Ali recolheram as informações necessárias sobre os suspeitos junto de testemunhas e intercetaram nas imediações dois jovens que correspondiam às características fornecidas. Na sua posse, os jovens tinham um telemóvel cuja proveniência não souberam justificar.
JN 2jun2022 22h11 - Ficam em prisão preventiva cinco dos 19 indivíduos detidos pela GNR, na segunda-feira, durante a megaoperação lançada pelo Comando do Porto, na zona Norte, para desmantelar uma rede criminosa organizada que se dedicava ao assalto e sequestro de idosos, entre outros crimes. As medidas de coação foram aplicadas pelo Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto, nesta quinta-feira. Segundo o JN apurou, o TIC aplicou ainda a medida de coação de prisão domiciliária a outros três indivíduos. Um outro suspeito foi conduzido à cadeia, uma vez que sobre ele pendia um mandado de detenção para cumprimento de cinco anos de prisão efetiva pelo crime de tráfico de estupefacientes.
Crimes sexuais contra menores é um outro flagelo
A Polícia Judiciária (PJ) registou cerca de 700 investigações a crimes sexuais contra menores no primeiro trimestre de 2022, revelou hoje o diretor nacional adjunto da PJ, Carlos Farinha, sublinhando terem sido identificadas 497 novas vítimas neste período. "Se quisermos fazer médias, temos 5,2 novas vítimas por dia, o que significa a cada 4-5 horas por dia, o que significa que quando chegarmos ao fim desta conferência teremos tido mais duas vítimas... para percebermos o impacto desta realidade", referiu o responsável da Judiciária, que assinalou ainda a continuação de uma tendência de vítimas do sexo feminino e agressores do sexo masculino.
Relatório Anual de Segurança Interna de 2021
Crimes cometidos por jovens entre os 12 e os 16 anos subiram 7,3% em 2021, o segundo maior aumento da década. Associado a este fenómeno a criminalidade grupal voltou também a crescer (7,7%). O Relatório Anual de Segurança Interna regista uma subida de 0,9% da criminalidade geral participada mas uma descida de 6,9% na criminalidade violenta e grave. As polícias tiveram menos gente para combater o crime, mas fizeram mais detenções.
Por onde eu ando...
Nova Crítca - vinho & gastronomia
PINN (Portuguese Independent News Network)
Meus amigos...
A Baixa do Porto (Tiago Azevedo Fernandes)
Antes Que Me Passe a Vontade (Nanda Costa)
Caderno de Exercícios (Celina Rodrigues)
Cerâmica é talento (Pataxó Lima)
Clozinha/and/so/on (Maria Morais)
Do Corvo para o Mundo!!! (Fernando Pimentel)
Douro de ouro, meu... (Jorge Carvalho)
Douro e Trás-os-Montes (António Barroso)
Escrita Fotográfica (António Campos Leal)
Let s Do Porto (José Carlos Ferraz Alves)
Life of a Mother Artist (Angela Ferreira)
Marafações de uma Louletana (Lígia Laginha)
Matéria em Espaço de Escrita com Sentido (Mário de Sousa)
Meditação na Pastelaria (Ana Cristina Leonardo)
Memórias... (Boaventura Eira-Velha)
Mente Despenteada (Carla Teixeira)
Nortadas (Francisco Sousa Fialho, João Anacoreta Correia e outros)
O Portugal Futuro (Tiago Barbosa Ribeiro)
O Porto em Conversa (Vitor Silva)
Os meus apontamentos (Vitor Silva)
Renovar o Porto (Rui Farinas e Rui Valente)
Reportagens de Crítica, Investigação e Opinião (Tron)
Que é que se come por aqui (Ricardo Moreira)
Servir o Porto (Pedro Baptista)
Um Rapaz Mal Desenhado (Renato Seara)
Vai de Rastos (Luís Alexandre)
(IN)TRANSMISSÍVEL (Vicente Ferreira da Silva)
Adoradores de Baco...
Site de Prova de Vinhos (Raul Sousa Carvalho)