"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 21 de Junho de 2019
Trump aprovou… e depois voltou atrás

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Altos responsáveis militares e diplomáticos americanos esperavam ordem de ataque ainda na noite de quinta-feira, após debates descritos como acalorados na Casa Branca envolvendo as principais autoridades de segurança nacional de Trump e líderes do Congresso, segundo o The New York Times. Aeronaves e navios estavam em posição de disparar mísseis quando veio a ordem para cancelar a operação.



Publicado por Tovi às 11:54
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Terça-feira, 12 de Junho de 2018
O acordo entre Kim Jong-un e Donald Trump

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É um pequeno passo... mas é um passo em frente para a paz na região.

 

 

Declaração conjunta do Presidente Donald J. Trump dos Estados Unidos da América e do Presidente Kim Jong-un da República Popular Democrática da Coreia na cimeira de Singapura.

O Presidente Donald J. Trump dos Estados Unidos da América e o Presidente Kim Jong-un da comissão dos assuntos de Estado da República Popular Democrática da Coreia tiveram uma primeira, histórica cimeira em Singapura no dia 12 de junho de 2018.
O Presidente Trump e o Presidente Kim Jong-un tiveram uma troca de opiniões abrangente, profunda e sincera nos temas relacionados com o estabelecimento das novas relações dos EUA-DPRK e na criação de um regime duradouro, robusto e pacífico na península da Coreia. O Presidente Trump comprometeu-se a dar garantias de segurança à DPRK e o Presidente Kim Jong-un reafirmou o seu firme e inabalável compromisso para com a completa desnuclearização da península da Coreia.
Convencidos de que o estabelecimento das novas relações entre EUA-DPRK vão contribuir para a paz e prosperidade da península da Coreia e do mundo e reconhecendo que a construção de confiança mútua pode promover a desnuclearização da península da Coreia, o Presidente Trump e o Presidente Kim Jong-un declaram o seguinte:
Ponto 1: Os Estados Unidos e a República Popular Democrática da Coreia para estabelecer novas relações entre EUA-RPDC de acordo com o desejo de paz e prosperidade dos povos dos dois países.
Ponto 2: Os Estados Unidos e a República Popular Democrática da Coreia vão unir esforços para construir um regime duradouro, estável e pacífico na península da Coreia.
Ponto 3: Reafirmando a declaração de Panmunjon de 27 de abril de 2018, a Coreia do Norte compromete-se a trabalhar em direção a desnuclearização completa da península da Coreia.
Ponto 4: Os Estados Unidos e a República Popular Democrática da Coreia comprometem-se a recuperar os prisioneiros de guerra/desaparecidos em combate que restam, incluindo a repatriação imediata daqueles já identificados.
Tendo reconhecido que a cimeira EUA-DPRK — a primeira na História — foi um evento épico de grande significância para ultrapassar décadas de tensões e hostilidades entre os dois países e para a abertura de um novo futuro, o Presidente Trump e o Presidente Kim Jong-un comprometem-se a implementar o estipulado nesta declaração conjunta completamente e de forma expedita. Os Estados Unidos e a DPRK comprometem-se a realizar negociações de follow-up, lideradas pelo secretário de Estado Mike Pompeo e um alto responsável norte-coreano, o mais rápido possível para implementar o resultado da cimeira EUA-DPRK.
O Presidente Donald J. Trump dos Estados Unidos da América e o Presidente Kim Jong-un da comissão dos assuntos de Estado da República Popular Democrática da Coreia comprometeram-se a colaborar no sentido de desenvolver novas relações EUA-DPRK e pela promoção da paz, prosperidade e segurança da península da Coreia e do mundo.



Publicado por Tovi às 12:00
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Sábado, 14 de Abril de 2018
Já caíram mísseis sobre a Síria

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Ataque coordenando entre EUA, França e Reino Unido lançou 110 mísseis sobre alvos referenciados à produção e armazenamento de armas químicas.

 

   11h45 de hoje

“Portugal compreende” os bombardeamentos desta madrugada, diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros... e Marcelo Rebelo de Sousa concordou.

   Comentários no Facebook

«André Eirado» - Espero que não espolete uma guerra mais intensa

«Mié Mendes Moreira» - Primeiro bombardeia-se, supostamente por existirem provas. Depois mandam-se os inspectores averiguar. Onde é que já vi isto?...

 

   12h45 de hoje

Theresa May justifica bombardeamentos com informações secretas.

    Comentários no Facebook

«Jose Bandeira» - Onde é que já ouvi isto também? Estamos num "remake' da guerra no Iraque. Cheira-vos a petróleo?

«Mié Mendes Moreira» - As informações que originaram a guerra do Iraque também eram secretas... ;) Tão secretas, mas tão secretas, que nunca foram comprovadas.

 

   13h00 de hoje

"A actual escalada em torno da Síria afecta de modo destrutivo todo o sistema de relações internacionais. A história vai decidir tudo", disse Putin num comunicado divulgado pela assessoria de imprensa do Kremlin.

 

   13h45 de hoje

Sejamos pragmáticos. A existir fabrico e armazenamento de armas químicas nos territórios controlados por Bashar al-Assad é difícil de aceitar que após as ameaças de Donald Trump o governo e as forças militares da Síria, com eventual aconselhamento da Rússia, não tenham atempadamente deslocalizado estes equipamentos das três áreas agora bombardeadas.

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«Fernando Duarte»e com isto tudo vão regressar os "ataques terroristas" nestes 3 países. Os islamistas dizem que cada um "bombardeia" com as armas que tem

«Jose Riobom» - Pareces muito satisfeito e muito feliz… Eu não... e não é por motivos políticos, esses a mim são-me indiferentes, mas por motivos humanos... Sei por experiência o que é uma guerra... Estás a mudar... lentamente... alguém anda a fazer a tua cabeça... infelizmente! Estás a virar propagandista ! Lamento....

«David Ribeiro» - Ou percebeste mal o que eu disse, Jose Riobom, ou eu não fui suficientemente claro. Eu participei directamente na “segunda guerra de libertação” em Angola (assim lhe chamou o MPLA) e por isso sei bem o que são os HORRORES da guerra.

«Jose Riobom»A forma como defendes um dos lados diz-me tudo... É PRECISO PARAR TODOS OS LADOS...! Estou com Guterres... O "precisamos de ser pragmáticos" cheira-me a discurso ensaiado num cenário Trumpeiro... igual ao das armas de "destruição maciça" do Iraque... Essa gente dos USA é tão boa quanto a gente do Putin... É PRECISO PARAR tudo e todos para bem da humanidade no seu todo sem "sermos pragmáticos"... sómente humanos que respeitam a sua espécie...

 

   15h45 de hoje

Acabei de falar (via messenger) com um velho e querido amigo russo que ainda faz uns biscates nos serviços de inteligência do Kremlin e afirma-me ele que a resposta da Rússia deve ser não militar mas baseada no direito internacional, até porque ninguém sobreviveria a uma guerra entre Rússia e EUA.

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«Antero Filgueiras»Diga lá ao seu amigo que vive em Paris (e que eu conheço muito bem, assim como a simpática esposa), que a Rússia é só tretas, pois tem uma Economia de "caca" comparada com a esmagadora maioria dos países fortes da Zona Euro. O resto é ballet e marionetas. Já foi assim que Reagan esmagou a ex-URSS, cujo "elástico económico", tal como se provou e comprovou era demasiado fraco. Ou será que você não lê nada sobre análise económica internacional?!



Publicado por Tovi às 10:51
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Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2018
Armas nas escolas... nos EUA

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Acho bem... e já agora os alunos também, começando já na pré-primária ou mesmo no berçário



Publicado por Tovi às 17:31
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Terça-feira, 2 de Janeiro de 2018
Previsão astrológica para 2018

Fui à bruxa de São Miguel O Anjo… e foi isto que ela me disse sobre o que trará 2018 a algumas figuras da política mundial.
Mas ela também me disse que tudo isto é um “suponhamos” e com a intenção única de divertir os meus Amigos.

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Ashraf Ghani (Touro) - A melhor notícia do ano para os taurinos é a aproximação do planeta Júpiter, que aconteceu em outubro de 2017 e permanecerá até novembro de 2018. Nessa conexão, os nascidos sob esse signo, entre os quais está o presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani, têm todas as oportunidades para resolver problemas que permanecem já durante muito tempo. No entanto, para o ano que já começou é aconselhável que os taurinos prestem mais atenção àqueles que chamam de "seus amigos" — nem toda amizade possui interesses mútuos e dá frutos para ambas as partes.

Donald Trump (Gémeos) - Para o presidente dos EUA Donald Trump, a segurança será a maior preocupação em 2018. Portanto, é vital estabelecer relações amigáveis com seus vizinhos — isso ajudará a minimizar os riscos. Aqueles que nascem sob a influência deste signo terão muitas ideias e projectos no ano que começou. Entretanto, os astros aconselham a todos de Gémeos a ler melhor sobre o assunto em questão para saber ao certo onde aplicá-lo. Resta esperar que este aviso não esteja ligado com a Estratégia de Segurança Nacional autorizada pelo presidente no fim do ano passado.

Angela Merkel (Caranguejo) - Para este novo ano é previsto que os caranguejos, inclusive para a chanceler da Alemanha, tenham a falsa impressão de fazer esforços inúteis, mas é necessário ter paciência. Os resultados virão na hora certa e de maneira inesperada. Os astrólogos aconselham aos representantes desse signo sentimental, que estão passando por algumas pressões no trabalho, a evitar o stresse e dedicar mais tempo à saúde e vida pessoal. O início do ano surgirá com sinais de que é vital mudar algo na vida. Assim, é possível que Angela Merkel consiga encontrar outra ocupação mais favorável, do que se tornar chanceler alemã pela quarta vez.

Bashar Assad (Virgem) - A posição adequada dos planetas em 2018 ajudará os virginianos a superar a crise prolongada e controlar seus instintos impulsivos que, às vezes, vêm à tona. Os Virgens devem dar mais preferência à vida social e buscar um sentido maior para a vida. Agora o perigo ficou para trás, pois os terroristas foram expulsos do país. No entanto, a Síria não foi mencionada na Estratégia de Segurança Nacional dos EUA. Talvez, o ano de 2018 trará finalmente a mudança tão esperada já há muito tempo.Mas as estrelas avisam aos virginianos que mesmo com a chegada do novo ano, nem todos os problemas serão resolvidos e lembram o presidente sírio, que as tropas norte-americanas permanecem no país até o momento.

Vladimir Putin (Balança) - O alinhamento dos planetas promete aos representantes da balança — prosperidade financeira e progresso. Recentemente tornou-se conhecido que Vladimir Putin pretende concorrer à presidência da Rússia nas próximas eleições. Segundo acredita o porta-voz do presidente e experiente político, Dmitry Peskov, apesar de haver muitos candidatos à altura que concorrerão à presidência do país, "nenhum deles chegou perto de desafiar o poder do libriano Vladimir Putin para as eleições presidenciais em março de 2018". Contudo, sob a influência do planeta Vénus, é previsto um ligeiro desequilíbrio quanto à aproximação de duas loiras russas que também decidiram se candidatar. Qualquer que seja o resultado, resta apenas desejar boa sorte a Vladimir Putin.

Emmanuel Macron (Sagitário) - O fim do ano passado tornou-se muito favorável para alguns representantes deste signo. Entre eles, encontra-se Emmanuel Macron, que conseguiu ganhar as eleições presidenciais em 2017 e se tornar o presidente da França. Essa nova etapa também será favorável para viagens. É claro que há relações que devem ser melhoradas ou estabelecidas, apesar dos vários obstáculos que constroem as vizinhanças. Não obstante, o ano novo sem dúvidas trará novos desafios para os sagitarianos. Portanto, o "protestador da França" deve fazer o possível para defender sua pátria e povo de várias ameaças, especialmente daquelas com armas e que fogem do Oriente Médio para a Europa.

Kim Jong-un (Capricórnio) - O ano que passou foi intenso para os representantes deste signo zodiacal, especialmente para o líder norte-coreano Kim Jong-un, que tornou seu país muito popular graças a seus programas nucleares e de mísseis que ameaçam o mundo inteiro. No fim do ano passado, seu último avanço foi o lançamento de um novo míssil Hwasong-15 que voou 4475 km. Assim, para que neste ano Kim Jong-un realmente possa cumprir suas promessas de atingir a costa oriental dos EUA, Kim deve manter os esforços e mudar as estratégias, lançando o míssil balístico intercontinental de modo horizontal a uma distância de 11.000 km. Por outro lado, os astros predizem que os próximos 12 meses devem ser destinados para estabelecer boas relações com vizinhos longínquos e, até mesmo, adversários. Então, ainda não é tarde para buscar diálogo e paz com os EUA. O futuro é muito incerto e é difícil saber exactamente o que acontecerá.

João Lourenço (Peixes) - O horóscopo de 2018 incentiva os Peixes, entre os quais se encontra o recém-eleito presidente de Angola, João Lourenço, a manter os olhos abertos, especialmente durante a primavera. As possibilidades que pensava que nunca mais voltariam, irão aparecer. Assim, as estrelas o aconselham a continuar seguindo o mesmo caminho que foi escolhido há alguns meses. Além disso, os piscianos não devem esquecer sobre suas responsabilidades e concentrar-se no trabalho. Tudo promete correr perfeitamente bem, se a disposição for optimista.



Publicado por Tovi às 10:28
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Quinta-feira, 7 de Dezembro de 2017
Lá vem nova Intifada

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6Dez2017 - O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que os Estados Unidos reconhecem Jerusalém como a capital do Estado de Israel e que o processo de mudança da embaixada de Telavive para a cidade vai começar a ser preparado de imediato.

O líder do movimento palestiniano Hamas, Ismail Haniyeh, como era mais que previsível já apelou à realização de uma nova Intifada na sequência de mais uma Trumpada, sendo esta atitude de Donald Trump ainda de consequências inimagináveis para a região do Médio Oriente.

 

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«Gonçalo Graça Moura» - Finalmente um presidente com eles no sitio para fazer o que todos prometeram há décadas mas nenhum fez! E aproveita a aproximação da A. Saudita a Israel para o fazer... é raposa velha e está certo!

«David Ribeiro» - O conflito entre Hamas e Israel estava "adormecido" mas poderá ser agora reactivado e "matar" uma paz que se adivinhava. O problema da zona tinha deixado de ser os palestinianos e estava nas lutas entre sunitas e xiitas, mas poderá ser tudo alterado... e para pior.

«Gonçalo Graça Moura» - Adormecido? Ainda há dois dias foi morto mais um israelita num ataque com faca... o que não é é relatado pela nossa imprensa porque não dá para demonizar Israel.

«Gonçalo Folhadela Moreira» - Obviamente que lhe falta a melhor das qualidades, que, quando verdadeiramente tida, inclui quase todas as outras ... a sabedoria ...

«Gonçalo Graça Moura» - Compensa por cumprir o programa para que foi eleito.



Publicado por Tovi às 10:02
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Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2017
Cães que muito ladram não mordem

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Apesar da Coreia do Norte ter lançado um novo míssil balístico intercontinental na última semana, com uma altitude do voo no ponto máximo de 4.475 quilómetros e 950 quilómetros de faixa de voo, durando 53 minutos e que caiu na zona económica exclusiva do Japão a 250 km da cidade de Aomori, os riscos de uma guerra de facto ainda são pequenos, mesmo com todas as retóricas de Kim Jong-un e Donald Trump. Eu ainda não acreditar que o regime de Pyongyang já possua tecnologia suficiente para equipar um míssil com uma ogiva nuclear, mesmo de tamanho reduzido, mas seguramente o armamento norte-coreano já representa uma ameaça real para a Coreia do Sul e para o Japão. Mais uma vez o presidente chinês Xi Jinping tem a faca e o queijo na mão, pois como todos bem sabemos a Coreia do Norte continua altamente dependente do petróleo fornecido pela China.



Publicado por Tovi às 14:30
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Segunda-feira, 14 de Agosto de 2017
Será que há “sealy season” na Coreia do Norte?

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Espero bem que as declarações muito duras de Kim Jong-un e de Donald Trump não sejam senão efeitos da “sealy season” da península coreana. O líder da Coreia do Norte fala em "acções físicas" contra os Estados Unidos e o inquilino da Casa Branca responde com ameaças de "fogo e fúria" sem precedentes. Tudo isto é capaz de dar “trolha”, mas não deverá chegar a um conflito nuclear, até porque quer a Rússia quer a China nunca permitirão que isso aconteça.

 

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«João Greno Brògueira»Ainda hoje ouvi na CGTN que é a TV oficial da China que nunca poderiam ficar neutrais porque a Coreia do Norte fica muito perto de algumas províncias Chinesas e o efeitos duma guerra nuclear seriam muito nefastos. Mas entretanto já anunciaram a suspensão das importações de carvão e minério de ferro da Coreia do Norte.



Publicado por Tovi às 16:41
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Sexta-feira, 14 de Abril de 2017
A mãe de todas as bombas

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Não há dúvida que a guerra no Afeganistão está difícil e para durar. Mais de quinze anos depois dos EUA terem invadido aquele país - 7 de Outubro de 2001 – os americanos continuam a bombardeá-lo e agora até com a GBU-43 / MOAB (Massive Ordenance Air Blast), a mais potente e mortífera arma não nuclear, com o peso de 9,5 toneladas, das quais 8.165 quilos são de tritonal (uma mistura de TNT e pó de alumino) e que consegue uma explosão com um diâmetro de 1,4 quilómetros.
Será tudo isto unicamente mais uma “Trumpalhada” procurando obscuros resultados políticos?... Ainda estamos no princípio da administração Donald Trump, mas já temos muita coisa para reflectir.




Sexta-feira, 7 de Abril de 2017
A coisa está a ficar quente... está quase a escaldar

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Olha que dois: Donald Trump e Bashar al Assad. Venha o diabo e escolha.

As minhas fontes no Kremlin (sim... eu tenho amigos bem colocados em Moscovo) são da opinião que com este ataque à base aérea de Shayrat, executado com cerca de 50 mísseis Tomahawk a partir de navios operando no Mar Mediterrâneo, o presidente americano Donald Trump apoiou de facto o Daesh, pois era daqui que saiam as missões contra os terroristas.

 

  Base aérea de Shayrat na Síria

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Declaração do Estado-Maior das Forças Armadas da Síria: "Foi levada a cabo uma agressão contra uma das nossas bases militares. O ataque de mísseis provocou a morte de seis pessoas, outras foram feridas, foi causado um dano material significativo".

 

  Ataque de mísseis Tomahawk norte-americanos

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Os Estados Unidos lançaram pelo menos 59 mísseis de cruzeiro na noite desta quinta-feira contra um aeródromo sírio próximo da cidade de Homs. O ataque foi uma resposta de Trump às denúncias de uso de armas químicas pelo governo sírio, responsável pela morte de 100 pessoas na terça-feira.

 

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«Pedro Baptista» - EUA, depois dos seus terroristas derrotados, segue o caminho da guerra. É o que vamos ter, não tarda, em que dimensão veremos, mas é fácil desencadear a guerra, difícil é controlar-lhe a dimensão... EUA não se conformam com marginalização na Síria, depois da derrota dos terroristas por si manipulados, e insistem em ocupar território... Põem também mais uma vez em causa a paz mundial. Não é a nova política de Trump: é a política de sempre dos EUA...

«Jorge De Freitas Monteiro» - Trump, o suposto ditador que por entre decisões judiciais desfavoráveis, oposição da administração, da Câmara dos Representantes e do Senado e a sua própria incompetência, mal consegue governar, lançou um ataque de algumas dezenas de mísseis sobre um aeródromo militar. Confirmação de que é um irresponsável e um perigo para a paz? Não. O ataque foi o "bom" ataque: já tinha sido sugerido pela Clinton e recebeu o apoio entusiástico dos falcões do establishment americano, Republicanos e Democratas sem distinção. Ao mesmo tempo caem pela base as teses conspiracionistas de que seria uma marioneta do Putin e um amigalhaço do Assad. Tudo isto a ler em conjunto com o afastamento da bête noire dos liberais, Bannon, do Conselho Nacional de Segurança e com os rumores do seu afastamento da Casa Branca nos próximos dias. Bannon e o seu grupo opõem-se desde sempre ao intervencionismo militar neo conservador. Falta agora abandonar também a agenda anti globalização para se realizar a normalização defendida pelo Wall Street Journal num artigo publicado há algumas semanas: Trump poderia ter uma presidência tranquila se se deixasse de originalidades e se se apoiasse no mainstream do Partido Republicano. Entretanto os trumpistas de primeira hora, os true belivers, condenam violentamente o ataque e sentem-se traídos; a esquerda americana ou apoia ou fica calada, como calada ficou durante oito anos em relação aos milhares de bombardeamentos por drones, muitas vezes em zonas urbanas, ordenados pelo Obama. Na Europa pela primeira vez há um apoio generalizado dos governos e da UE ao Trump, salvo da esquerda bem pensante que, depois de ter berrado que vem aí o lobo fascista e de ter ignorado os drones do Obama, continua a não perceber nada do que se passa. Para animar o fim de tarde mais um atentado low cost, desta vez em Estocolmo. Vivemos tempos interessantes. O que, segundo um provérbio chinês, é uma maldição.

«Maria Helena Guimarães» - estamos aqui estamos em guerra nuclear. o Trump é um estafermo

«Ricardo Castro Ribeiro» - Isto é tudo treta. É tudo para disfarçar as "ligações perigosas" à Rússia. Assim ninguém fala disso

«David Ribeiro» - Não sei porquê isto faz-me recordar o que foi a procura das inexistentes armas de destruição maciça no Iraque.

«Ricardo Castro Ribeiro» - Ora agora disseste tudo David. Isto para mim é combinado com o Putin (e com o Hassad) para acabar com a investigação que está em curso. Não entendo é porque não há um só jornalista que coloque essa possibilidade. E falta saber quem bombardeou com o tal de gaz ...

«Jota Caeiro» - não faz sentido numa guerra aberta, numa 'guerra total' como esta da Síria, que a morte de umas poucas dezenas de civis originem uma tal confusão. ninguém nunca poderá saber se o gás venenoso não foi lançado por um tomawank.ao Trump não bastaria parecê-lo, não soubessemos nós quem é o filho da puta!

«Ricardo Castro Ribeiro» - Para mim é algo meticulosamente estudado para encobrimento dos acordos e ligações. Agora se foi um aproveitamento de situação ou uma trama totalmente realizada por ele não sei nem nunca se vai saber.

«David Ribeiro» - Há informações mais ou menos fidedignas que garantem ter o Daesh e a Frente al-Nusra atacado as posições do exército sírio na rodovia Homs-Furklus-Palmira logo depois do ataque aéreo dos EUA à base de Shayrat. Será coincidência?... ou afinal os rebeldes ainda mexem?… e ainda não se sabe muito bem quem ajuda quem nesta guerra da Síria e quanto tempo ainda irá durar.

«Jose Bandeira»Durará, na Síria ou noutro local qualquer, enquanto as fábricas de armamento estiverem a produzir. Não creio que neste momento seja o petróleo a principal motivação: a cotação do crude demonstra-o.



Publicado por Tovi às 09:01
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Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2017
Trumpalhadas... primeira baixa da Administração Trump

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A russofobia já está a afectar a nova administração Trump… não há dúvidas.



Publicado por Tovi às 10:00
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Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2017
As “Trumpalhadas” do novo Presidente dos EUA

Eu cá não morro de amores pelas “Trumpalhadas” do novo Presidente dos EUA, mas… (Reflexão sobre um texto do Embaixador Francisco Seixas da Costa publicado há dias no Facebook).

 

13882540_10208311577525430_5940539911636181057_n.j- Assistimos a gente que detesta o liberalismo, e o tem por jurado inimigo, a clamar contra o "ataque à ordem liberal" que Trump empreendeu.
- As críticas do presidente americano à NATO provocaram uma curiosa onda de comoção em muitos que sempre acharam que a organização era uma estrutura intrusiva e agressiva. Agora não: parece que está toda a gente num imenso "clube de amigos" da NATO.
- Emocionante foi ver pessoas que passaram anos a sublinhar os malefícios da globalização verdadeiramente indignados contra a rejeição dos tratados comerciais multilaterais. Afinal, o livre-cambismo tinha por cá muitos fiéis que se mantinham "na clandestinidade".
- Há também os neo-europeístas convertidos à pressa. Gente que vinha a achar que o euro era um projeto condenado, que a Europa comunitária era a fonte de todos os males, escandaliza-se com o apoio de Trump ao Brexit e as suas profecias negativas sobre a moeda única.

 

Pois é… Há muitas e boas razões para se não gostar do novo presidente americano, mas convém ser-se sério, não vale tudo.



Publicado por Tovi às 09:45
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Terça-feira, 24 de Janeiro de 2017
EUA sai do Acordo de Parceria Transpacífico

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Donald Trump assinou ontem, segunda-feira, 23 de Janeiro, uma ordem executiva formalizando a retirada dos EUA do Acordo de Parceria Transpacífico (TTP - Trans-Pacific Partnership), que pretendia promover o crescimento económico, apoiar a criação e manutenção de postos de trabalho, reforçar a inovação, a produtividade e a competitividade, elevar os padrões de vida, reduzir a pobreza e promover a transparência, a boa governança e protecção ambiental em doze países banhados pelo Oceano Pacífico.
Isto vai aquecer… E a China vai rir-se muito, não há dúvida.

 

Só agora começo a conhecer o histórico dos colaboradores directos da nova administração Trump e cada um é melhor que o outro… que grande cambada se reuniu à volta do novo inquilino da Casa Branca.

Conselheiros da Casa Branca: Mike Pence - Vice-presidente; Steve Bannon - Conselheiro Sénior; Reince Priebus - Chefe de Gabinete da Casa Branca; Jared Kushner - Conselheiro Sénior do Presidente; Sean Spicer - Secretário de Imprensa; Mike Flynn - Conselheiro de Segurança Nacional; Kellyanne Conway – Consultora.

Administração Trump: Rex Tillerson - Secretário de Estado; Steven Mnuchin - Secretário do Tesouro; James Mattis - Secretário da defesa; Sonny Perdue - Secretário da Agricultura; Jeff Sessions - Procurador-Geral; Tom Price - Secretário da Saúde e Serviços Sociais; Ben Carson - Secretário da Habitação e Desenvolvimento Urbano; Elaine Chao - Secretária dos Transportes; David Shulkin - Secretário dos Assuntos dos Veteranos; Ryan Zinke - Secretário do Interior; Betsy DeVos - Secretária da Educação; Rick Perry - Secretário da Energia; Andrew F. Puzder - Secretário do Trabalho; Scott Pruitt - Administrador da Agência de Protecção Ambiental; Mick Mulvaney - Director do Gabinete de Gestão e Orçamento; Wilbur Ross - Secretário do Comércio; Nikki Haley - Embaixadora dos EUA nas Nações Unidas; Robert Lighthizer - Representante do Comércio; Linda McMahon - Administração de Pequenas Empresas; John F. Kelly - Secretário da Segurança interna.

Ver aqui quem é quem na Administração Trump 



Publicado por Tovi às 08:58
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Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2017
Donald Trump entra na Casa Branca

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É hoje a tomada de posse de Donald Trump como 45º Presidente dos EUA, coisa que há uns meses parecia improvável à maioria dos analistas políticos e que a mim, um “curioso” destas coisas, também não estava nada a ver-se acontecer. Após a sua vitória nas urnas muito tenho lido sobre o passado deste multimilionário americano, mas num altura destas a “informação” e a “contra-informação” atingem valores que me põem na “retranca” e numa de “esperar para ver”.
E já agora: Alguém conhece alguma obra literária minimamente credível sobre Trump?... Nas livrarias portuguesas ainda não encontrei nada de jeito.

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«Diamantino Hugo Pedro»É escrito por um Português e está na FNAC: Trump, Desafiar o Status Quo [Carlos M. G. Martins (Autor); Lançado em outubro de 2016; Edição em Português].

 

  Discurso de Donald Trump

"Nós, cidadãos da América, estamos agora unidos num grande esforço nacional para reconstruir o nosso país e restaurar as suas promessas para toda a gente. Juntos, vamos determinar o curso da América e do mundo durante muitos, muitos anos. Vamos enfrentar desafios. Vamos enfrentar dificuldades. Mas vamos completar a tarefa. A cada quatro anos juntamo-nos nesta escadaria para proceder à transferência ordeira e pacífica do poder. [...] A cerimónia de hoje, contudo, tem um significado especial, porque o dia de hoje será lembrado não apenas pela transferência de poder de uma administração para outra ou de um partido para outro; estamos a transferir o poder de Washington DC e a devolvê-lo a vocês, às pessoas. Durante demasiado tempo, um pequeno grupo na capital da nossa nação tem repetidamente recompensado o governo enquanto as pessoas pagam a conta. Washington floresceu mas as pessoas não partilharam da sua riqueza. Os políticos prosperaram mas os empregos acabaram e as fábricas fecharam. [...] 20 de janeiro de 2017 vai ser recordado como o dia em que o povo se tornou governante desta nação outra vez. Os homens e mulheres esquecidos neste nosso país não mais serão esquecidos. Toda a gente está a ouvir-vos."

 

É um exagero… mas tem piada este cartoon 

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Publicado por Tovi às 10:43
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Sexta-feira, 11 de Novembro de 2016
O legado de Barack Obama

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Obama foi um presidente simpático, o primeiro negro a viver na Casa Branca por direito inequívoco do voto dos eleitores norte-americanos e até recebeu o Prémio Nobel da Paz por "enormes esforços em fortalecer a diplomacia internacional e a cooperação entre os povos". Mas nem sempre correspondeu às expectativas e o seu sucessor vai ter muita coisa para resolver, entre as quais estão as relações profundamente deterioradas com a Rússia, bem como os conflitos militares que directamente ou indirectamente apoiou por todo mundo. A luta contra o Estado Islâmico e outros grupos terrorista similares vai ser um dos grandes desafios para Donald Trump como novo presidente dos Estados Unidos da América, mas também não nos podemos esquecer que há ainda a crise síria, que cada vez mais se tem vindo a transformar em confrontos diplomáticos entre Moscovo e Washington.

 

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«Jose Riobom» >> Washigton será o paraíso dos falcões.....

«Rui Pedro Pena» >> Se o que aqui está escrito é o "legado de Obama", eu sou o Cristiano Ronaldo... hihihihi: "simpático", "o primeiro negro a viver na casa branca"? E o acordo pelo clima? E a saúde para os pobres? E a aproximação a Cuba? E as ZERO invasões dos EUA na sua presidência? E tornar os EUA não dependente do petróleo, logo, independente (de facto) dos países produtores de petróleo?... e muito mais... (Voltaremos, em breve, a ver invasões por parte dos EUA, novamente: artigos de opinião a "levantar questões" sobre "estranhas amizades dos EUA com Arábias Sauditas" ... voltaremos a ver os EUA a rasgar o acordo do clima e, pior que tudo, veremos o que vai acontecer de facto à economia americana...)

«David Ribeiro» >> Por mais coisas que tenha feito bem, e fez várias, continuo a dizer que, principalmente a nível internacional, nem sempre correspondeu às expectativas. Se o novo presidente vai ser melhor?... Duvido, mas esperemos para ver.

«Rui Pedro Pena» >> A nível internacional, o que havia para fazer e que não fez, foi uma guerra com o DAESH... Mas esteve desde o primeiro dia condicionado pelo Prémio Nobel... que honrou até ao seu limite. Poucos presidentes dos EUA fizeram ou farão o que o Obama fez... O post do David Ribeiro revela um "sentimento vago" e não uma opinião fundamentada... Que expetativas havia a nível internacional que ele não realizou? (Contribuir de facto para um acordo pelo clima? Não ser um homem de Guerra, que na minha memória de 44 anos, não há outro presidente dos EUA que não tenha iniciado uma guerra? Não fazer frente a Putin? - ele divergiu de Putin, as relações degradaram-se por porque o Putin manda matar civis na Síria... o Putin abateu um avião civil na Ucrânia... Estávamos à beira de uma guerra, mas seguros por Obama ... Agora, como vai ser? (esta é a minha grande dúvida para os próximos 4 anos... será que Putin e Trump se vão dar assim tão bem? Será?... Será que Trump vai concordar com o abate de civis e crianças na Síria? Como é que nós, europeus, vamos lidar com isso? Como é que a população americana vai lidar com isso? E, se acontecer o contrário, e afinal o Trump não se dar assim tão bem com o Putin? Imagina o que pode acontecer????? Em 2017, infelizmente (mas até espero estar enganado)--- em 2017, verá o que é esse "sentimento vago" que aqui expressou...

«Carlos Vale Pereira» >> Infelizmente no melhor pano cai a nódoa a fazer fé nas notícias de última hora: é inaceitável que o casal Obama se tenha recusado a tirar uma foto com os futuros inquilinos da Casa Branca, esquecendo assim que o lugar que ocupam transcende a sua individualidade. Humildade democrática precisa-se em todo o mundo urgentemente. Declaro que apoiei a eleição do candidato "menos mau" Hillary Clinton.

«Rui Pedro Pena» >> A história vai encarregar-se de explicar isto... o seu juízo é precipitado...

«Carlos Vale Pereira» >> Será? Esperemos para ver. Acho que é a única posição a tomar agora e não lançar gasolina para onde há brasas...



Publicado por Tovi às 10:01
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