"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quarta-feira, 11 de Maio de 2016
O Vinho do Porto está na moda… em Portugal

VinhoDoPorto vendas 1ºtrim2016.jpg

Isto é bom… É bom para o Vinho do Porto, para o Douro e para Portugal.

  Notícia de Erika Nunes em 6Mai2016 no “DinheiroVivo”

 

  Comentários no Facebook

«Jorge Oliveira E Sousa» >> Um dos problemas é que os portugueses não bebem vinho do Porto mas todos têm em sua casa até nas mais modestas uma garrafa geralmente por abrir. Vamos promover o consumo em Portugal e mais aumento haverá.

«António Fontes» >> Com o crescimento exponencial do Turismo no Porto/Norte de Portugal, era expectável que as vendas do icon máximo da zona fossem a reboque!

«David Ribeiro» >> Ora vamos lá fazer contas: 24.000 caixas de 12 garrafas de 0,75 do litro = 216.000 litros; 216 mil litros em 90 dias dá 2.400 litros por dia, ou seja, 24 mil cálices de 10cl (cálice oficial do Vinho do Porto, desenhado pelo arquitecto Álvaro Siza Vieira) bebidos todos os dias só em Portugal.



Publicado por Tovi às 08:57
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Terça-feira, 3 de Maio de 2016
Turismo de qualidade… no Porto

Turismo de qualidade Mai2016 ab.jpg

Marcas internacionais procuram investir nos locais mais valiosos à medida que aumenta o volume e valor das transações na cidade do Porto.



Publicado por Tovi às 15:46
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Quarta-feira, 27 de Abril de 2016
Investimento imobiliário no turismo do Porto

Porto imobiliário em 2015 aa.jpg

Na cidade do Porto um número significativo de projectos destinados a alojamento local, que já representa hoje uma importante parte da oferta, mantem um ritmo de crescimento expressivo da oferta e procura, com a inauguração de algumas unidades de referência nos próximos dois anos.

Notícia completa aqui.



Publicado por Tovi às 14:54
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Segunda-feira, 7 de Março de 2016
Nunca se exportou vinho tão caro

Vinho aa.jpg

As exportações portuguesas de vinho cresceram em valor pelo sexto ano consecutivo e atingiram em 2015 um novo máximo histórico, com 737,3 milhões de euros vendidos aos mercados internacionais. O preço médio do litro foi de 2,63€, o mais elevado de sempre: cada litro foi transacionado, em média, 2,8% acima do valor de 2014. No entanto, Portugal está a exportar menos vinho em quantidade, o que significa que está a vendê-lo bem mais caro. (...) Os maiores contributos para esta evolução advêm dos espumantes, cujo preço médio é já de 8,25 euros por litro, uma valorização de quase três vezes mais face a 2011. O vinho da Madeira é o segundo no ranking dos melhor pagos, com um preço médio de 6,31 euros por litro (um crescimento de 26,5% nos últimos cinco anos). Já o vinho do Porto, que ocupa a terceira posição, só se valorizou 11% e está nos 4,69 euros. Em termos de mercados de destino, o Reino Unido, com 4,02 euros de preço médio, os Estados Unidos e o Canadá, ambos com quatro euros por litro, e Espanha, com 3,87 euros, são os países que mais caro estão dispostos a pagar o vinho português.

Ver notícia do JN aqui

 

  Comentários no Facebook

«Pedro Aroso» >> No Brasil o preço dos vinhos portugueses atingiu um valor estratosférico e a vendas estão a cair a pique. Isto ficou a dever-se a mais um "ajuste fiscal" decretado pelo governo no início do ano. Os países do Mercosul não foram abrangidos por estas medidas.



Publicado por Tovi às 13:58
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Quarta-feira, 22 de Outubro de 2014
A importância do “Turismo Desportivo”

Athletic Club Bilbao.jpg

No dia ontem, em que o Futebol Clube do Porto venceu o Athletic Club Bilbao por duas bolas a uma no jogo da terceira jornada do Grupo H da Liga dos Campeões, dei comigo a pensar qual será o peso do "Turismo Desportivo" na economia da nossa Cidade ou mesmo do Norte de Portugal. Não sei se haverá estudos que nos possam dar valores, mas a verdade é que na manhã de ontem o Porto estava carregadinho de adeptos bascos e muitos deles com a família, incluindo crianças, e a fazerem compras na baixa portuense. Bonito de se ver.

 

 Comentários no Facebook

«António Lopes» >> Na estação de serviço de Fafe, por volta das 6 da manhã, eram à volta de uns 100. De notar que houve um comportamento mui ordeiro dos mesmos.

«Carlinhos da Sé» >> O Porto está cheio de colchões com pernas... Boavista, Massarelos, Ribeira, Batalha, estão por todo o lado.

«António Lopes» >> Uma ideia romântica que eles têm sobre o futebol, e que eu não me importava nada de ver implementada no FCP ou no Boavista

«Carlos Miguel Sousa» >> A maioria parece gente civilizada, é aproveitar, os euros não têm nacionalidade..

«Carlinhos da Sé» >> A exuberância não é uma referência do Povo Basco, transcende-se dentro dos estádios, a botifarra da ditadura deixa marcas profundas.

«Jose Riobom» >> ...gostei de ver as… boinas...!

«Pica Miolos» >> Foi exactamente o que pensei quando ontem ao fim da tarde passei pelos Aliados! Uma festa, em que todos cantavam! Gostei de ver!



Publicado por Tovi às 08:38
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Quinta-feira, 22 de Agosto de 2013
Ouvido da boca de Rui Moreira - #6

{#emotions_dlg.chat} A criação de um ambiente favorável ao investimento não depende, ainda assim, exclusivamente do Estado Central. As cidades e as áreas metropolitanas dispõem, também elas, de instrumentos que podem ajudar a construir esse ambiente, fomentando a articulação interinstitucional, ligando a estratégia de atração de investimento à inovação, ao empreendedorismo e à regeneração urbana e social.


«Jose Antonio Salcedo» no Facebook >> Uma verdade importantíssima.



Publicado por Tovi às 21:25
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Quarta-feira, 31 de Julho de 2013
Os velhos e os novos grupos económicos

Escreveu Rui Moreira na sua obra Ultimato - O antes e o depois do 15 de Setembro (Oficina do Livro, grupo LeYa - 1ª edição: Out2012):

{#emotions_dlg.chat} Curiosamente, verifica-se que, quase quarenta anos volvidos, alguns dos grupos que foram protegidos pelo anterior regime, nomeadamente através do condicionamento industrial, subsistem ainda e continuam a ser os mais eficientes na captação dos recursos do Estado e na captação de favores por parte do poder político. Outros grupos que entretanto surgiram, sem que se conheça a origem do seu negócio, empregam ex-políticos e jornalistas, conseguem financiamentos que estão vedados a quase todas as empresas, resistem a prejuízos acumulados em investimentos descuidados e conseguem reinventar-se à custa da sua enorme influência política.



Publicado por Tovi às 12:43
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Segunda-feira, 29 de Abril de 2013
Swap

Ainda não sei muito bem o que é SWAP… Fui ver à Wikipédia e lá diz: Em finanças, swap (em português, "permuta") são operações em que há troca de posições quanto ao risco e rentabilidade, entre investidores; O contrato de troca pode ter como objeto moedas, commodities ou ativos financeiros. Fiquei praticamente a saber o mesmo. Alguém me pode dar mais informações? Mas expliquem-me como se eu fosse muito burro, está bem?


«Joaquim Leal» no Fscebook >> Isso é mais ou menos uma manigância celebrada com entidades financeiras em que estas ficam sempre a ganhar, uma roleta russa portanto.

«Jorge Saraiva» no Facebook >> Hoje [sábado, 27Abr2013] através do caderno de economia do Expresso ficará a saber umas coisas sobre operações swap: Swaps tóxicos foram vendidos por oito instituições financeiras internacionais + Tribunal arbitral declarou nulos contratos de swaps de três pequenas empresas  + Governo admite processar gestores públicos envolvidos no caso dos swaps

«Paulo Pereira» no Facebook >> É um seguro contra uma subida de juros, câmbio,  ou preço de matérias primas. Quem vende o swap é que fica com o risco , isto numa situação não aldrabada. Quem compra paga um prémio.



Publicado por Tovi às 08:08
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Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2012
Compro o que é nosso

Este é um dos mais graves problemas da nossa economia interna: Temos produtos de grande qualidade para os quais não temos capacidade de compra. Ainda no passado fim-de-semana fui a um dos hipermercados do Gande Porto e encontrei Maçã Bravo Esmolfe (DOP / Genuinamente Portuguesa) de calibre 75/80, a 2,99€/Kg. Claro que outras variedades de maçã provenientes de Espanha custavam muito menos que metade deste preço.


«Guilherme Lickfold» in Facebook >> as pessoas comparam o que nao se pode comparar.

«David Ribeiro» in Facebook >> Claro que sim, meu caro amigo Guilherme Lickfold... Mas não nos podemos esquecer que o "preço" condiciona cada vez mais a opção de compra dos portugueses. No caso específico das maçãs Bravo Esmolfe que comprei hoje, temos que concordar que as quatro unidades (0,878 kg) que me custaram 2,63€ é um preço proibitivo para a maior parte dos portugueses. Ainda me foi possível ter este luxo, mais não sei até quando o poderei manter.

«Guilherme Lickfold» in Facebook >> isso e' verdade mas como e' possivel baixar precos com o custo de todos os factores produtivos a aumentarem?  Para nao falar da  carga fiscal...

«David Ribeiro» in Facebook >> Perfeitamente de acordo... Mas não venham com a "história" de comprar português. Há muitos produtos nacionais que não podem (INFELIZMENTE) serem comprados pelos portugueses.

«Guilherme Lickfold» in Facebook >> Depende das empresas. Para aquelas pequenas empresas em que os produtos não sao acessíveis a todos mas as quantidades sao relativamente reduzidas felizmente ainda existem compradores. Para as empresas com preços elevados mas com uma produção em largo numero, aí de certeza que se forem apenas pelo mercado interno não o futuro não é muito bom.

«Zé Zen» in Facebook >> Là estàs tu a chorar de barriga cheia :p:p



Publicado por Tovi às 07:34
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Terça-feira, 4 de Dezembro de 2012
Compro o que é nosso

Este é um dos mais graves problemas da nossa economia interna: Temos produtos de grande qualidade para os quais não temos capacidade de compra. Ainda no passado fim-de-semana fui a um dos hipermercados do Gande Porto e encontrei Maçã Bravo Esmolfe (DOP / Genuinamente Portuguesa) de calibre 75/80, a 2,99€/Kg. Claro que outras variedades de maçã provenientes de Espanha custavam muito menos que metade deste preço.


«Guilherme Lickfold» in Facebook >> as pessoas comparam o que nao se pode comparar.

«David Ribeiro» in Facebook >> Claro que sim, meu caro amigo Guilherme Lickfold... Mas não nos podemos esquecer que o "preço" condiciona cada vez mais a opção de compra dos portugueses. No caso específico das maçãs Bravo Esmolfe que comprei hoje, temos que concordar que as quatro unidades (0,878 kg) que me custaram 2,63€ é um preço proibitivo para a maior parte dos portugueses. Ainda me foi possível ter este luxo, mais não sei até quando o poderei manter.

«Guilherme Lickfold» in Facebook >> isso e' verdade mas como e' possivel baixar precos com o custo de todos os factores produtivos a aumentarem?  Para nao falar da  carga fiscal...

«David Ribeiro» in Facebook >> Perfeitamente de acordo... Mas não venham com a "história" de comprar português. Há muitos produtos nacionais que não podem (INFELIZMENTE) serem comprados pelos portugueses.

«Guilherme Lickfold» in Facebook >> Depende das empresas. Para aquelas pequenas empresas em que os produtos não sao acessíveis a todos mas as quantidades sao relativamente reduzidas felizmente ainda existem compradores. Para as empresas com preços elevados mas com uma produção em largo numero, aí de certeza que se forem apenas pelo mercado interno não o futuro não é muito bom.

«Zé Zen» in Facebook >> Là estàs tu a chorar de barriga cheia :p:p



Publicado por Tovi às 07:49
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Terça-feira, 21 de Agosto de 2012
Novos recordes no Porto de Leixões

No passado mês de Julho o porto de Leixões movimentou 53.978 contentores, mais 28% em termos homólogos face ao ano de 2011. As exportações efectuadas por esta infra-estrutura portuária do Grande Porto aumentaram 16% até Julho, sendo que o destino Angola destacou-se com um crescimento de 27% (em grande parte devido à categoria de ferro e aço; +53%). No primeiro semestre deste ano o porto de Leixões movimentou 9,8 milhões de toneladas transportadas, ou seja, um crescimento de 4%.


«António Filgueiras» in Facebook >> a  Força do Norte que o Sul tanto inveja, desvaloriza e tudo faz para destruir com a colaboração dos seus "quintas colunas" ou infiltrados!!

«Zé Zen» in Facebook >> Autonomia jà, siga para bingo e independência.

«David Ribeiro» in Facebook >> Cuidado!... É que se um dia se optar pela independência, nós os do Norte não vamos NUNCA abdicar das conquistas feitas pelos nossos antepassados.

«Zé Zen» in Facebook >> Queres o aeroporto da portela para pista de ciclismo do Boavista ? :))



Publicado por Tovi às 07:29
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