"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sábado, 14 de Agosto de 2021
Ciclismo como desporto escolar para o 2.º ciclo

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Disse a minha neta (oito anos reguilas) ontem de manhã, quando ouviu a notícia no rádio do carro: "Bicicletas?... Mas quem é que não sabe andar de bicicleta no 2.º ciclo?"

 


Luiz Paiva - É para as aulas de código... 😎
Jorge Veiga - 3 milhões? hehe
Avelino Oliveira - ..huumm ..algum importador ..lisboeta..
Jorge Santos Silva - Se gastassem o dinheiro a renovar os computadores das escolas que estão obsoletos, os quadros interativos cujas lâmpadas estão gastas e dão uma imagem péssima...... Se for preciso ainda dou mais sugestões.
Luis Costa - Escolas sem aquecimento, sem material didático, com humidade, mobiliário degradado, sem segurança. .. e bicicletas novas, para serem roubadas, sabe-se lá se há condições para as guardar! E fazer manutenção???!!!
Julio Nogueira - Mais um golpe de baú



Publicado por Tovi às 08:31
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Quinta-feira, 18 de Março de 2021
Os Clássicos vs Professora de Português

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   Eduardo Miranda, na sua página do Facebook em 13mar2021
SOU UM IGNORANTE
O Jornal “Público” tem vindo a promover, semanalmente, a edição de um livro clássico Português, pela modica quantia de 4,95€ cada exemplar.
E assim, estão na colecção, entre outros:
- Os Maias de Eça de Queirós;
- Uma Família Inglesa de Júlio Dinis;
- Mistérios de Lisboa de Camilo Castelo Branco;
- Serões de Província de Júlio Dinis;
- A tragedia da Rua das Flores de Eça de Queirós;

- Os Fidalgos da Casa de Mourisca de Júlio Dinis.
Como já os possuía, ofereci-os a um jovem amigo de quinze anos a frequentar o 8º ano da escolaridade.
Pareceu-me oportuno e sensato, em tempos minguados de leitura em papel e em que as solicitações são outras e quasi viciantes.
Já teve oportunidade de informar a professora de Português do que andava a ler.
A resposta foi deveras estimulante:
- Não são livros apropriados para a tua idade!
Fiquei desbocado quando ma comunicou.
No meu tempo, com a sua idade, eu devo ter sido um herege ou menticida porque castiguei o meu intelecto com leituras ao que vejo perversas, senão pecaminosas.
Lembro-me de nos finais da década de 60 ter frequentado, a Biblioteca dos Bombeiros e ter lido, entre outros, a “25ª Hora” de Virgil Gheorghim ou o “Arquipélago de Goulag” de Aleksander Soljenitsin.
Devo ter cometido uma grave imprudência quanto à maturação dos meus neurónios e à consolidação da minha personalidade.
Ainda hoje acredito na influencia que as leituras que fazia ao tempo, como a iniciação da leitura de Jornais como o “Primeiro de Janeiro” ou o Jornal do F.C. do Porto que o meu Pai assinava, bem assim como as revistas estrangeiras publicadas sobre factos da 2ª Guerra Mundial que o meu Pai colecionava com paixão, me modelaram como pessoa e ajudavam na minha construção integral.
Eu sei que os tempos de hoje são outros!
Mas, afinal em que tempos devemos viver e com que engenhos para apurar a educação, a cultura geral e o conhecimento de forma a tornar-nos cidadãos plenos de civilidade e mundividência?


Publicado por Tovi às 07:56
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Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2021
Abrir ou não abrir as escolas, eis a questão

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(Com base no artigo de João Diogo Correia no Expresso, em 23fev2021)

  EUA - Uma das bandeiras de Joe Biden após tomar posse como Presidente dos EUA tornou-se, na verdade, uma espécie de batalha. Reabrir as escolas o “mais depressa e com a maior segurança possível” não tem sido tarefa fácil porque a oposição vem de dentro: mais precisamente, dos sindicatos de professores.

  ESPANHA - Os sindicatos espanhóis têm feito alguma pressão pelo fecho das escolas, nomeadamente em regiões onde a covid-19 está mais disseminada. A UGT espanhola (também União Geral de Trabalhadores) afirmou que, embora tendo um compromisso com o ensino presencial, em “momentos críticos" como o atual "deve prevalecer a saúde e a segurança dos alunos e professores”, o que exige, diz a central, uma análise escola a escola.

  REINO UNIDO - À medida que se acumulam evidências de que as crianças mais novas não propagam o vírus com a mesma intensidade, nem sofrem tanto as consequências da covid-19, levantam-se as vozes para que, pelo menos essas, possam ir à escola no Reino Unido. Assim é na Escócia e no País de Gales, em que a reabertura tem sido feita gradualmente. Mas em Inglaterra o regresso ao ensino presencial está marcado apenas para 8 de março, todo de uma vez. E não sem críticas.

  ALEMANHA - Há pouco menos de um ano, a gestão alemã era elogiada, e o país seguia como um dos menos afetados da Europa, nomeadamente ao nível dos serviços de saúde. Uma subida de casos no início do ano e um processo de vacinação, no mínimo, vagaroso deixaram a Alemanha no polo oposto, com um lockdown nacional que vem de novembro de 2020 e que encerrou a maior parte das escolas na pausa natalícia, para não mais as abrir. No caso do ensino, a decisão ficou então nas mãos dos governos estaduais. Mesmo aumentando as restrições para a população, mais de metade dos estados federados da Alemanha decidiram abrir escolas primárias e jardins de infância a partir desta semana. Mas o debate continua e é nacional.

 

    É melhor prevenir do que remediar.
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Publicado por Tovi às 16:17
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Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2021
Novo regime de ensino à distância

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Ora aqui está um assunto IMPORTANTE mas sobre o qual ainda tenho dúvidas qual o melhor sistema para a atual conjuntura. Acima de tudo gostaria de ver GARANTIDA A LIBERDADE DE APRENDER E ENSINAR e TODOS TEREM DIREITO À IGUALDADE DE ACESSO E ÊXITO ESCOLAR (Artigo 43.º e 74.º da Constituição da República Portuguesa).

   Aulas online deverão ocupar 70% do horário - Expresso 4fev

 

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António Conceição - O melhor sistema para a actual conjuntura seria reconhecer, sem equívocos nem meias tintas que o ano lectivo está perdido e não valeu. Não vem male algum ao mundo por causa disso, sobretudo, porque ele está, de facto, perdido e pretender o contrário será empurrar com a barriga para a frente este ano perdido, fazendo com que as bases que ficam por consolidar este ano se projectem no edifício a construir nos próximos anos, perdendo-se, em vez de um, muitos anos. Não vem mal algum ao mundo por se perder um ano na juventude. Em 1976 e 1977, uma geração inteira perdeu um ano numa palhaçada chamada serviço cívico e isso não impediu essa geração de ser feliz e de se realizar. E os indivíduos do sexo masculino perdiam 2 anos no cumprimento do serviço militar obrigatório e nem por isso as suas carreiras ficaram comprometidas. Muito menos, isso acontecerá hoje, num mundo onde as pessoas, em regra, não entram na vida activa antes do 26, 27 ou 30 anos. Tanto faz que acabem a formação aos 23, aos 24 ou aos 25. Declare-se o ano lectivo perdido e pronto, está o assunto resolvido. Mas não creio que haja ninguém disposto a tomar essa medida e, menos ainda disposto a aceitá-la. Os pais, cuja cabeça funciona como se estivéssemos em 1980, fariam uma revolução.

Paulo Neves - Só espero que isto, mais uma vez, corra bem. Conheço esta realidade e temo bem que haja um novo problema.. Por exemplo, alunos que não tenham meios informáticos possam assistir às aulas nas escolas. O mesmo se passando com alunos de risco.



Publicado por Tovi às 10:34
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Sábado, 27 de Junho de 2020
Plano de abertura presencial do ano letivo de 2020/2021

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No “Período Antes da Ordem do Dia” da sessão de quinta-feira passada da Assembleia Municipal do Porto foi apresentada pelo Grupo Municipal ‘Rui Moreira: Porto, o Nosso Partido’ a seguinte Proposta de Recomendação, que foi aprovada, por maioria, com 30 votos a favor (21 RM + 6 PSD + 3 CDU) e 16 abstenções (12 PS + 3 BE + 1 PAN).

O Sistema Educativo Português procura responder aos principais objetivos de desenvolvimento educativo, nomeadamente a promoção de uma escolarização orientada para o sucesso e desenvolvimento integral dos alunos, garantindo a concretização dos princípios fundamentais de igualdade de oportunidades e de equidade no acesso a um bem social tão decisivo como é a educação.

O atual quadro de pandemia provocada pelo SARS‐CoV‐2, obrigou o Governo a tomar medidas para conter a transmissão do vírus e, dessa forma, impedir a saturação dos serviços nacionais de saúde e permitir a melhor resposta possível aos cidadãos que a eles recorrem, entre as quais a suspensão das atividades letivas, não letivas e formativas presenciais, a partir de 16/03/2020, tendo sido estabelecida uma estratégia para manter os alunos em aprendizagem à distância.

Por melhores que sejam as medidas tomadas para o ensino à distância, de forma a garantir as atividades mínimas previstas para o ensino e a aprendizagem, sabemos que esta transferência deve ser o mais provisória possível, pois nada substitui o espaço físico da escola e a relação e interação pessoal e direta entre todos os atores educativos.

Há poucos dias, o ex-ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, alertou para as "gravíssimas desigualdades" que o encerramento das escolas está a provocar e defendeu a sua reabertura, "tão cedo quanto possível".

Contudo:

- Parece ser consensual na comunidade cientifica mundial que só voltaremos à normalidade social quando for descoberta uma vacina contra o COVID.19 o que não se prevê que aconteça em menos de um ano;

- Apesar de tudo isto, o Porto tem vindo a registar um enorme sucesso no combate à pandemia, graças às medidas que têm vindo a ser tomadas e à assinalável responsabilidade cívica da sua população, registando, de forma consecutiva há cerca de duas semanas, zero casos da doença;

- O Governo tem vindo a tomar medidas de desconfinamento e retoma da normalidade em todo o país, definindo normas e autorizando o funcionamento de salas de espetáculos, feiras e mercados, unidades hoteleiras e de restauração e centros comerciais, estimulando, até, o seu usufruto e a promoção de férias. Ou seja, o Governo empenhou-se na promoção de eventos de natureza económica, lúdica, cultural e desportiva, pese embora os riscos que algumas dessas atividades representam para a disseminação da doença, mas não traçou ainda qualquer plano para uma retoma presencial do ensino;

- A cerca de dois meses e meio do reinício natural do ano letivo, o sistema educativo continua, por isso, sem uma definição de calendário e sem normas para a retoma da atividade, o que torna impossível a sua atempada preparação e uma instabilidade indesejada em toda a comunidade escolar, nos alunos e na organização familiar;

- A título de exemplo, o Governo já anunciou que em setembro todos os alunos irão ter equipamentos técnicos e dispositivos para aceder à internet, para evitar algumas situações idênticas às que se verificarem no terceiro período no país em que não houve uma orientação clara de competências e de repartição de responsabilidades, mas ainda não tornou claro como o pretende fazer e de que forma pretende ou não envolver entidades parceiras, nomeadamente os Agrupamentos de Escolas e as Autarquias.

Considerando que se torna necessário saber, nomeadamente:

Se o desejável regresso presencial às aulas no novo ano letivo vai exigir a organização de horários ajustados para o trabalho presencial e não presencial e assim preparar a forma como vai decorrer o ensino presencial e o ensino à distância;

Que tipo de condições de higiene devem ser asseguradas e de que forma vão ser garantidas, dado que o rácio na generalidade das escolas é insuficiente;

Que tipo de EPIS são aconselháveis e quem os devem fornecer;

Que tipo de serviços educativos e de atividades de apoio à família podem e devem ser garantidos;

De que forma devem ser servidas as refeições nas escolas e que espaços devem ser utilizados.

A Assembleia Municipal do Porto reunida em 25 de junho de 2020 delibera:

1. Expressar ao Governo as suas preocupações com a inexistência de um plano de abertura presencial do ano letivo de 2020/2021 e recomendar aos Ministérios da Educação e da Saúde que definam e emanem, com urgência, orientações relativamente à forma como deve reabrir o novo ano letivo em situação de pandemia e de que forma deve ser organizado, tornando tal desígnio numa prioridade nacional, face à enorme importância que o ensino presencial representa para o desenvolvimento educativo e social da atual geração de alunos e para organização familiar e para a retoma económica;

2. Exortar o Governo a definir e informar a Câmara Municipal do Porto de que forma vai cumprir as suas obrigações legais ao nível da ação social escolar e de que forma vai assegurar, nomeadamente aos alunos dos 2º e 3º ciclos do ensino básico e do ensino secundário e profissional os equipamentos e meios de acesso à internet, tal como o Município Porto está disponível para assegurar às crianças da educação pré-escolar e aos alunos do 1º. Ciclo do Ensino Básico.

Grupo Municipal Rui Moreira: Porto, o Nosso Partido



Publicado por Tovi às 07:11
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Quinta-feira, 11 de Julho de 2019
Parabéns Alice

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A minha neta Alice entrou para o Conservatório de Música do Porto - 1º ano do ensino integrado.




Quarta-feira, 4 de Outubro de 2017
Salas de Aula do Futuro

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É assim que eu quero que sejam no futuro as SALAS DE AULA no Porto e no Norte de Portugal.

 

  DE QUE ESCOLA PRECISAMOS?

Dia 4 de Outubro às 22 horas na RTP3, com David Justino, Maria Manuela Mota e Joaquim Sousa.

 

   Comentários no Facebook

«Mario Azevedo» - Era Brilhante se assim fosse.

«Jota Caeiro» - falta o 'recreio' prós miúdos, carágo! [Emoji grin]

«Pedro Correia» - Estudo da UTAD vê recreios escolares como "pátios inertes, qual presídio”…



Publicado por Tovi às 09:27
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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2017
É mesmo… é uma semidescentralização

Eu cá quero é a Regionalização... e ontem já era tarde.

 

  Rui Moreira in Correio da Manhã

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A semidescentralização - O Estado propõe-se delegar competências administrativas mas não partilha decisões políticas.

O Governo apresentou uma proposta de descentralização de competências. Só pela vontade política, António Costa andou bem. O Primeiro-Ministro foi autarca e sabe o que isso representa para o País e para o poder local, onde incluo o Município de Lisboa, também ele vítima do centralismo burocrático. Contudo, este impulso, que registo como genuíno, é insuficiente.
Segundo o documento, o Estado propõe-se descentralizar competências em áreas como a Educação. Mas, na verdade, transfere pouco mais do que obrigações. Mesmo que bem acompanhadas pelo envelope financeiro – e veremos se assim é –, o que está proposto é transferir para a esfera municipal tudo aquilo que poderia chamar de "hotelaria". Ou seja, delega competências administrativas mas não partilha decisões políticas.
No caso da Educação, propõe-se que as autarquias, à semelhança do que já acontece na pré-primária e no ensino básico, construam edifícios, os mantenham e limpem, sirvam refeições e forneçam transporte. Sendo evidente que uma autarquia poderá fazer melhor estes serviços, isso não resolve qualquer problema estrutural. Na verdade, pode até criar novos entraves ao desenvolvimento local e regional, se não forem simultaneamente transferidos os recursos financeiros e humanos correspondentes. Sem esses, não será possível suportar novas tarefas e, simultaneamente, manter o nível de serviço público e investimento noutras áreas.
Note-se que não me refiro ao aumento de recursos humanos via novas contratações, mas apenas da sua transferência do Estado para o domínio municipal, sem penalização orçamental e financeira para as autarquias, flexibilizando os absurdos mapas de pessoal determinados com critérios incompreensíveis. Mas a peça mais importante deste puzzle, que é complexo, é a das competências políticas. Porque sem capacidade para intervir na programação curricular e na colocação de professores, a descentralização será sempre pouco mais do que um alijar de responsabilidades. A definição curricular e o mapa docente, não podendo ser competências exclusivas das autarquias, devem poder contar com a contribuição local e estarem também descentralizadas. A não ser assim, o Estado estará a abdicar de competências administrativas, mas não se avançará em matéria de Educação.

 

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«Pedro Baptista» - O país não precisa de descentralizações que não sejam mais do que o alijar de responsabilidades por parte do centralismo, nas matérias que não rendam para o poder central e, pelo contrário, se lhes afiguram difíceis, porque dão trabalho. O país precisa sim, há mais de um século, é de regionalização, criando polos de planeamento, coordenação administrativa e desenvolvimento, bem como dinâmicas regionais capazes de promoverem a economia nacional e criarem riqueza para todo o país. O PS apresentou-se em 1995 às eleições como o campeão da regionalização mas depois, através de António Guterres, em 1997, negociou secretamente com Marcelo Rebelo de Sousa, o boicote da regionalização em revisão constitucional a troco da viabilização do governo: foi assim que foi inventado o referendo de bloqueio à regionalização. Costa era ministro de Guterres e conhece muito bem a história. E já sabia, na altura, que a poeira que os inimigos do desenvolvimento nacional lançavam para evitar a regionalização que lhes tiraria a posição dominante só por serem capital, se chamava descentralização... Que claro nem é descentralização nenhuma, como mostrou ontem, Rui Moreira em artigo no CM. Apenas entrada dos trabalhos de hotelaria, disse ele, e bem. Não, obrigado!

«Antero Filgueiras» - Muito cuidado com o que está em marcha: uma colossal transferência de poderes para entidades - CCDR - que não estão sujeitas a escrutínio universal e que são "pasto" de gente, cuja honestidade nunca foi a mais apreciável: gente que usa o serviço público para negócios privados.



Publicado por Tovi às 09:48
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Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2017
Greve do pessoal não docente das escolas

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Não faz mal, brinca-se em casa dos avós

 

Os funcionários das escolas fazem, esta sexta-feira, greve para exigir, entre outros aspetos, a negociação da criação de uma carreira especial, mas também mais recursos humanos nas escolas. Este protesto é apoiado pela Federação Nacional de Educação (FNE), que para além de docentes também representa funcionários escolares, pela Federação Nacional dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS) e pela Federação dos Sindicatos da Administração Pública (FESAP).



Publicado por Tovi às 10:12
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Sábado, 17 de Setembro de 2016
Liderança política não se aprende na escola

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Na Escola Blavatnik, instituição fundada em 2010 pelo milionário norte-americano Leonard Blavatnik e que faz parte do complexo de ensino da Universidade de Oxford, há agora um curso para quem deseja ser líder, tendo a prestigiada instituição como especial foco a luta contra a corrupção e formação de lideranças políticas para o bem do serviço público. É verdade que adquirir conhecimento nunca fez mal a ninguém, mas não sei se as lideranças podem ser formadas em salas de aula, até porque continuo a partilhar da ideia que o sociólogo alemão Max Weber tinha sobre os líderes, dividindo-os em três categorias: a liderança carismática, espontânea; a burocrática, que é imposta; e a liderança tribal, conceitual, que é constituída por pessoas de mais idade e experiência de vida.

 

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«Jose Bandeira» >> Os líderes são-no ou não, mas a quem pretenda seguir carreira política ou na administração pública exige-se conhecimento. Ou vamo-nos ficar pelas universidades de verão?

«David Ribeiro» >> Vade retro universidades de verão [Emoji frown:-(] Claro que o conhecimento é fundamental para qualquer liderança, mas tenho sérias dúvidas que a liderança política e honestidade se aprendam na escola.

«Jose Bandeira» >> Sem dúvida, mas convém saber quanto é o PIB



Publicado por Tovi às 09:05
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Quinta-feira, 15 de Setembro de 2016
Jardim de Infância Barbosa Du Bocage

14Set2016 - Jardim de Infância Barbosa du Bocage.

A minha neta Alice inicia hoje uma nova fase da sua vida escolar no Jardim de Infância Barbosa Du Bocage (pré-escolar abrangendo crianças dos 3 aos 5 anos), localizado no recinto da E B Bom Sucesso e integrado no Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique.
Boa sorte, Alice!... Vais ter muitos e bons novos amigos

 

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«Lua Em Fá Sustenido» >> Boa sorte, Alice!

«José Camilo» >> Xiiiii, vai ser engraçado quando tiver idade para ler a obra completa do Barbosa.....

«Luiz da Cunha» >> David Ribeiro...Já???!!! Nasceu noutro dia !!! É isto que nos põe velhos... [Emoji frown:(]

«Alexandra Magalhães» >> Ela mudou? Ainda no sábado falei da Alice a uma colega que foi trabalhar agora para a creche onde ela estava... Mas para onde ela vai também é bom... [Emoji smile:)] [Emoji smile:)] Boa sorte para a Alice [Emoji smile:)] Um beijinho...

«Miguel Ginja» >> O meu filho também vai frequentar a Barbosa Du Bocage.

«David Ribeiro» >> Disse-me agora a minha filha que a Alice está na mesma turma do seu filho. Vão ser bons amigos, certamente.

«Miguel Ginja» >> David Ribeiro de certeza. Abraço

«Victor Meirinho» >> Em frente, Alice, que este não é o País das Maravilhas. Abraço, Avô.

«David Ribeiro» >> As escolas da pré-primária e primária já não são, felizmente, nada parecidas com a aberração daquela onde há mais de cinquenta anos eu andei, dos quatro anos de idade até ter feito a quarta classe e ido para o Liceu Alexandre Herculano. Estou a falar do Colégio da Granja onde os professores me batiam por eu não conseguir aprender as cores, nunca tendo passado pelas cabecinhas do Senhor Gregório e da Dona Dorinda que eu era daltónico. Mil anos que eu viva nunca esquecerei… e parece que ainda hoje me doem as orelhas dos puxões levados.

«Luiz da Cunha» >> Então David Ribeiro, também estivéste no Aido? (Gregório Silvestre do Aido) [Emoji smile:)]

«Gonçalo Lavadinho» >> O Bocage seria um óptimo educador para as criancinhas. [Emoji grin:D]

«Luiz da Cunha» >> Segundo ele, " não desperdiça os fedelhos"... [Emoji wink;)]

«Ana Alyia» >> Ela nem precisa de sorte David, ela vai ser de certeza muito feliz com os seus novos amiguinhos e nas suas novas brincadeiras partilhadas [Emoji smile]



Publicado por Tovi às 09:35
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Sexta-feira, 17 de Junho de 2016
O primeiro diploma da Alice

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A minha neta teve hoje a festa de “finalistas” na Creche da Liga dos Combatentes onde andou nestes últimos três anos e até recebeu um diploma, o seu primeiro certificado de conclusão de uma etapa do ensino. Para o ano já vai para a pré-primária e terá forçosamente que mudar de escola. Novos colegas, novos professores, uma nova vida vai começar… e é assim que eles se fazem Homens e Mulheres.

 

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«Gonçalo Moreira» >> Parabéns a um grande avô. E à pequena Alice, claro!

«Rafael Maciel Oliveira» >> David a minha neta teve exatamente a mesma coisa só que entrou num teatro de encerramento mas pró ano lá está na primária é a vida amigo agora é olhar pelos netos já agora o meu neto passou para a terceira classe



Publicado por Tovi às 20:17
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Domingo, 29 de Maio de 2016
Colégios privados em manifestação

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Colégios subsidiados onde não há oferta pública... tudo bem. Mas se há escola pública com salas às moscas, porque raio é que se deveriam subsidiar os colégios da zona? Isto sou eu a falar com os meus botões no dia em que está a decorrer na capital uma manif de pais, alunos, professores e funcionários dos colégios, organizada pelo movimento “Defesa da Escola Ponto” e com o apoio já expresso publicamente da Igreja Católica portuguesa. Dizem eles que o Estado está a querer violar o estipulado nos contratos plurianuais assinados ainda no mandato do ex-ministro Nuno Crato, para vigorar entre 2015-16 e 2017-18, e nos quais, defendem os privados, está definida a abertura de um número de turmas em início de ciclo a cada ano lectivo de vigência do acordo. Mas como diz um amigo meu “cada um acredita no santinho da sua preferência” e o que eu gostaria de ver discutido até à exaustão era o ENSINO EM PORTUGAL, acabando de uma vez por todas com as constantes e inexplicáveis alterações no ensino sempre que muda o ministro da tutela.

 

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«Jorge Veiga» >> Disseste e muito bem, que o ensino em Portugal não pode mudar, sempre que temos um Ministro novo de outro partido. Que haja um entendimento entre todos os Partidos representados na Assembleia e chegue-se a um entendimento para o que se quer hoje e para o futuro. O que temos tido é uma palhaçada!

«Jose Riobom» >> Como é que pode haver entendimentos numa guerra de gangs? Aprovando um lei de protecção ao crime organizado? Acorde meu amigo ....acorde....

«Jorge Veiga» >> Jose Riobom acordado estou eu, mas não podemos sonhar acordados?

«Jose Riobom» >> Mas o meu amigo não está a sonhar... anda é há muito tempo a viver um pesadelo...

«Jorge Veiga» >> Jose Riobom É verdade, mas continuo a perguntar se não nos é permitido sonharmos acordados. Um país com políticos honestos, sem parasitas como banqueiros, sem policias criminosos, etc?? Não é isso que o Jose Riobom quer?

«André Eirado» >> Acho isso uma grande fantochada, se existem as escolas publicas porque não continuar a estudar lá os alunos? Alguém se preocupou com os despedimentos dos professores das escolas do Estado? Vergonhoso é a RTP a dar direito de antena a esta manifestação ridicula. Se os paisinhos quiserem por os filhos nas privadas que paguem do seu bolso e não os contribuintes a pagarem. Tenham vergonha!!!

«Jorge Veiga» >> a Igreja tem muito poder!

«Jose Riobom» >> Há igrejas e ....igrejas. Assim como há o Papa Francisco... e os Cardeais ladrões e violadores. Vão-se lá foder mais as mordomias… se as querem… que as paguem do bolso deles...

«Jorge Veiga» >> o Papa Francisco faz parte do mesmo grupo! É mais simpático? É, mas faz parte do mesmo grupo.

«Jose Riobom» >> ....mas tem sido um denunciador das práticas criminosas... o que no meu entender o exclui de imediato do grupo... ele nem vive onde já foram assassinados vários Papas ao longo dos séculos… porque será?

«Jorge Veiga» >> Jose Riobom prefiro esperar para poder falar, porque em relaçao a religiosos profissionais sou desconfiado desde que nasci!

«David Ribeiro» >> Aqui está o que de melhor tenho lido sobre a manif de hoje:
a) Ui, acabei de ver imagens da manif. Aquilo é caso para a CPCJ intervir. É abuso de crianças e jovens em massa.
b) Na entrevista a uma das responsáveis pela manifestação amarela de hoje dizia: Os alunos estão em stress (evidentemente que estão em stress eles usam-nos da pior maneira, deviam proteger os seus alunos e não o fazem). Também acrescentava: os alunos, os pais e os professores estão de luto… estavam todos de amarelo.

«Jorge Veiga» >> se uns usam o preto, há os que usam o branco, porque não o amarelo. Como antigo estudante de Medicina, até acho que é a cor mais bonita que temos...E já agora estar de luto,seja com que cor se esteja vestido, não é uma manifestação exterior, mas um sentimento interior.

«Mario Ferreira Dos Reis» >> Liberdade - Só há liberdade a sério quando houver A paz, o pão, Habitação, saúde, educação,…

«David Ribeiro» >> Pois é!... Numa altura em que já devíamos andar todos a discutir a pegada ecológica, ainda andamos a pedir paz, pão, habitação, saúde e educação.

«Fausto Santos» >> Imagine o grau civilizacional em que nos encontramos.

«Jorge Oliveira E Sousa» >> Quem quiser ir para um colégio privado que o pague. Não foi cortada essa possibilidade. Eu já paguei quando essa foi a alternativa bem pensada. E não tem nada a ver esta posição com esquerdas ou direitas. É só o que eu acho ser o meu bom senso.

«David Ribeiro» >> Mais do lido por aí:
c) Logo pela manhã as trombetas mediáticas já anunciavam que a manif amarela teria 20 mil pessoas. Depois, vi agentes das televisões a acompanharem os excursionistas de fora de Lisboa. Caramba, que bem, pensei eu, tudo a puxar para o mesmo lado. A meio da tarde saltei pelos canais de notícias. O Correio da Manhã já ia nos 30 mil manifestantes. Zapping. Na RTP a coisa estava entre os 30 e 40 mil. Zapping. A TVI atirou logo aos 40 mil e um pai, pareceu-me, prometeu 100 mil nos próximos dias. Estou em pulgas para ver as aberturas dos telejornais. Teremos chegado ao meio milhão? Ufa! E ainda se queixam da falta de dinheiro... ou todos estes meios terão sido uma dádiva do céu? Entretanto, criancinhas de 10 anos gritavam: liberdade de escolha! Lindo. Digo mais: pedagogicamente exemplar.
d) Tantas senhoras manifestantes com malas Louis Vuitton.
e) Há 2600 Colégios Privados, a funcionar, com alunos, com lucros, com ou sem redundância com Escola Pública, é irrelevante, é PAGO PELOS PAIS que assim optaram, fazem parte da Iniciativa Privada. Há 79 colégios com Contrato de Associação, SUBSIDIADOS com o dinheiro dos Contribuintes, portanto. Destes 79, há 40 que mantêm o contrato por SUPLEMENTO do Serviço Público e há 39 que vão deixar ter subsídio por REDUNDÂNCIA com Escola Pública, sendo permitido que funcionem, leccionem, tenham lucros, no âmbito da Iniciativa Privada, tal como os outros 2561. Por alma de quem é que 39 proprietários hão-de ser privilegiados e não se comportam como os outros 2561, como compete à Iniciativa Privada?! (…) Isto é mesmo um NÃO ASSUNTO, nem que se pintem de amarelo!

«Adao Fernando Batista Bastos» >> Excelentes comentários David Ribeiro... vou aproveitar!

«João Cardoso» >> Continuo sem perceber patavina! Qual a dificuldade de o ME estabelecer um preço por turma e deixar aos pais a escolha da escola? Apenas teriam que verificar a qualidade e aprovar ou não aprovar a escola. Será assim tão difícil?

«TóMané Alves da Silva» >> Essa é a treta liberal de "pouco estado ou quase nenhum". E vamos alimentando os negócios dos amigos. Sim, poderíamos também fazer isso com os tribunais, os hospitais, a polícia, etc. Era tudo privado e eu escolhia o melhor juiz, o melhor polícia...

«Mario Ferreira Dos Reis» >> porque nao o melhor carro e o melhor restaurante e a melhor casa

«Gonçalo Graça Moura» >> o motivo é simples, porque se estabelecerem o cheque-ensino as escolas públicas são obrigadas a ter qualidade e a competir pelos alunos, em vez de os receberem à força... se apenas 3% do universo do ensino público provoca uma celeuma destas imagine o que era ser a nível nacional... acabava a mama do emprego para a vida dos professores do quadro, as "festas" da Parque Escolar e o encher o bandulho dos amigalhaços... só sobreviviam as escolas com qualidade, públicas ou privadas, coisa que a esquerda não pode permitir porque ia retirar o controlo do ensino à fenprof, logo agora que esta arranjou um porta-voz disfarçado de ministro.

«Mario Ferreira Dos Reis» >> Cada vez compreendo menos o menos estado pago pelo estado! Rendeiros é o que são! Nem liberais sabem ser.

«Jorge Oliveira E Sousa» >> E alguém já leu o contracto de fio a pavio? Contractos são para honrar mas é preciso conhece-los não pensar que sabem o que lá está escrito. Mas findo o seu termo ... acaba a situação ou poder ser renovado se houver interesse em tal.

«Tiago Vasquez» >> Não conheço o tema para falar sobre ele mas sem duvida que o maior erro em Portugal é mudar o sentido da educação à medida que mudam os governos, e isso acontece há muitos anos, sejam PGAs, exames, não exames e eu sei lá. É impossível comparar a minha experiência educativa com a de um primo com menos 5 ou 6 anos. Neste caso há a ideia de certas pessoas nivelarem o ensino por baixo, isto é, se o meu filho anda numa escola fraca o teu também deve andar. Devia ser ao contrário.



Publicado por Tovi às 14:50
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Sábado, 23 de Novembro de 2013
Ação Social Escolar no Porto

{#emotions_dlg.meeting} [Porto24] - Câmara do Porto quer transferir 166,5 mil euros para acção social escolar - A Câmara do Porto vai propor na reunião do executivo de terça-feira transferir 166,5 mil euros para as sedes dos agrupamentos das escolas do concelho, de forma a subsidiar a acção social escolar a 4.339 alunos. (...) O documento, da autoria da vice-presidente da autarquia e vereadora da Educação, Guilhermina Rego, explica que “os auxílios económicos” são “uma modalidade de acção social escolar da qual beneficiam as crianças “pertencentes a agregados familiares cuja condição socio-económica não lhes permita suportar integralmente os encargos inerentes à frequência da educação pré-escolar ou dos ensinos básico e secundário. De acordo com a distribuição proposta, o Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto recebe 26.9 mil euros, o “Alexandre Herculano” 19,6 mil euros e o “António Nobre” 12 mil euros. Ao agrupamento “Aurélia de Sousa” cabem 9,3 mil euros, ao “Fontes Pereira de Melo” 7,2 mil euros, ao “Garcia da Orta” 7,6 mil euros, o “Pero Vaz de Caminha” 10,9 mil euros, o “Eugénio de Andrade” 10,4 mil euros, o “Manoel de Oliveira” 10,3 mil euros e o “Carolina Michaelis” 8,5 mil euros.

{#emotions_dlg.smile} Cá está a equipa autárquica de Rui Moreira a levar a bom termo aquilo que o Presidente da Câmara Municipal do Porto tinha escrito no seu Manifesto Eleitoral - Deve ser reforçada a aposta na Ação Social Escolar, mais concretamente: Programa de Generalização de Refeições Escolares, desenvolvendo e aprofundando o Programa atualmente em curso e que abrange já cerca de 6.500 alunos/dia, através de uma rede de 35 refeitórios e 16 cantinas escolares; Programa de Distribuição de Lanche Escolar, desenvolvendo e aprofundando o programa atualmente disponível e que atinge já cerca de 6.700 alunos/dia; Programa de Material de Apoio e Livros Escolares, através do financiamento municipal aos agrupamentos para disponibilização de livros e manuais aos alunos mais carenciados.


«Pedro Baptista» no Facebook >> Sim, crianças  e velhos primeiro!

«João Barbosa» no Facebook >> Cada vez gosto mais do Rui Moreira. E que jeito dava a Lisboa... Querem trocar?

«Eduardo Vasques de Carvalho» no Facebook >> com honradez, princípios, perseverança, poder de liderança, contra ventos e marés, contra "cavalos de Troia", com a imagem de um Homem só... mas com muitos, mesmo muitos que não o deixam ficar só (e entenda-se os 2 sentidos da expressão) Rui Moreira não desilude e hoje mais que nunca já é uma imagem de marca da cidade do Porto,



Publicado por Tovi às 08:35
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Sexta-feira, 30 de Novembro de 2012
Agarrem-me... senão eu mato-os

{#emotions_dlg.meeting} [Público] - Governo abre a porta a que o ensino secundário passe a ser pago - O Governo prevê mudanças no financiamento da educação e a proposta que coloca em cima da mesa é o “co-pagamento em níveis de ensino que hoje são gratuitos”, disse o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, quarta-feira à noite, em entrevista à TVI. Em causa está essencialmente a frequência do ensino secundário, que passou a ser abrangida pela escolaridade obrigatória a partir deste ano lectivo.


«Fátima Sousa» in Facebook >> É anticonstitucional... Além de pobres querem um país de analfabetos...

«Francisco Alves Povo» in Facebook >> A ser verdade... que se dane a Constituição... para a fogueira já.



Publicado por Tovi às 07:29
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