"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Domingo, 19 de Agosto de 2018
Aliança

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Se o novo partido do Santana Lopes for como o espumante vai seguramente ter várias tendências/variedades.  



Publicado por Tovi às 15:33
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Segunda-feira, 1 de Janeiro de 2018
Bom Ano 2018

Bom dia... e Bom Ano Novo.

Constipado 01.jpg

Depois de um chazinho ao levantar fiquei pronto para outra... e o Peru Assado no Forno puchou um espumante bruto, que caiu-me mesmo bem.

 

   Um Bom Ano para todos

O Ano Velho vai-me ficar na memória pelos trágicos incêndios que assolaram Portugal, mas também não me esquecerei que foi em 2017 que fui eleito pelos portuenses Deputado à Assembleia Municipal do Porto, integrando com a maior honra as listas do movimento de Rui Moreira “O Porto é o Nosso Partido”. No próximo ano de 2018 irei continuar fiel à minha consciência e ser os olhos, os ouvidos e a voz dos Cidadãos do Porto, pois foi este o meu compromisso com quem me elegeu. Também continuarei a honrar a confiança que Carla Molinari, Presidente do Clube Português de Canicultura, deposita em mim como membro coordenador da Comissão Norte do CPC.



Publicado por Tovi às 15:30
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Segunda-feira, 7 de Março de 2016
Nunca se exportou vinho tão caro

Vinho aa.jpg

As exportações portuguesas de vinho cresceram em valor pelo sexto ano consecutivo e atingiram em 2015 um novo máximo histórico, com 737,3 milhões de euros vendidos aos mercados internacionais. O preço médio do litro foi de 2,63€, o mais elevado de sempre: cada litro foi transacionado, em média, 2,8% acima do valor de 2014. No entanto, Portugal está a exportar menos vinho em quantidade, o que significa que está a vendê-lo bem mais caro. (...) Os maiores contributos para esta evolução advêm dos espumantes, cujo preço médio é já de 8,25 euros por litro, uma valorização de quase três vezes mais face a 2011. O vinho da Madeira é o segundo no ranking dos melhor pagos, com um preço médio de 6,31 euros por litro (um crescimento de 26,5% nos últimos cinco anos). Já o vinho do Porto, que ocupa a terceira posição, só se valorizou 11% e está nos 4,69 euros. Em termos de mercados de destino, o Reino Unido, com 4,02 euros de preço médio, os Estados Unidos e o Canadá, ambos com quatro euros por litro, e Espanha, com 3,87 euros, são os países que mais caro estão dispostos a pagar o vinho português.

Ver notícia do JN aqui

 

  Comentários no Facebook

«Pedro Aroso» >> No Brasil o preço dos vinhos portugueses atingiu um valor estratosférico e a vendas estão a cair a pique. Isto ficou a dever-se a mais um "ajuste fiscal" decretado pelo governo no início do ano. Os países do Mercosul não foram abrangidos por estas medidas.



Publicado por Tovi às 13:58
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Terça-feira, 19 de Agosto de 2014
Conservas de Sardinha da Minerva

{#emotions_dlg.smile} Acabei de me banquetear com umas conservas de sardinha da MINERVA - Sardinhas Portuguesas em Caldeirada, em Molho Catalão e em Molho de Escabeche - e estou aqui que nem posso. Mais logo, depois de um longo Porto como digestivo, vou tentar dizer-vos quão boas são estas conservas.


«Jorge Veiga» no Facebook >> Onde se compram, ou queres ficar com elas todas...???

«Adao Fernando Batista Bastos» no Facebook >> Conservas Minerva de A Poveira, tão boas como as da Pinhais de Matosinhos! Talvez se vendam em mercearias como por exemplo a Casa Januário (Pinhais sempre!)que fica no Bonjardim, esquina com Rua Formosa. Não sei se ainda existe a La Gôndola em Perafita, especializada em conservas de anchova... filetes com lombos de sardinha com muitos meses de salmoura! A anchova é boa fresca. aberta e grelhada, quando há. Ai Matosinhos...

«David Ribeiro» no Facebook >> Estas conservas da Minerva comprei-as no Continente de Matosinhos e embora sejam "conservas gourmet" têm um preço muito simpático - entre 1,99 e 2,35 € - uma excelente relação preço / qualidade.

«Adao Fernando Batista Bastos» no Facebook >> Excelente design apelativo ao paladar, os olhos também comem.Há 20 anos, a Cerlei-Serralharia Leixões, fabricava e exportava latas para as conservas... Bons tempos.

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.star} Desde 1942 que as conservas Minerva, da «Fábrica de Conservas A Poveira», surpreendem pela sua qualidade superior. São produzidas com peixe fresco, capturado diariamente na costa portuguesa, seleccionado e preparado manualmente para surpreender o gosto mais exigente. Desde 2013 uma nova unidade fabril no Parque Industrial de Laúndos, Póvoa de Varzim, deu a esta empresa uma grande capacidade de congelação, 500 toneladas, melhorando a gestão dos stocks de matéria-prima, fundamental para fazer face ao grande desafio desta indústria: a falta de peixe. A nova fábrica está equipada com a mais avançada tecnologia disponível no sector, o que não a impede de continuar a apostar nos métodos de fabrico tradicionais. É pela conjugação das técnicas tradicionais, com avançada tecnologia e métodos rigorosos de controlo da qualidade que «A Poveira» alcança a reconhecida excelência dos seus produtos.

«Maria Vilar de Almeida» no Facebook >> 3 latas?! Ufa!!

«Gonçalo Moreira» no Facebook >> Uma boa escolha David!

«Isabel Branco Martins» no Facebook >> Produto de MUITA qualidade

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.star} Não será um “vinho dos Deuses”, mas foi muito bom para uma petiscada com sardinhas de conserva - Arestel Extra Brut Vintage 2011 (Arsa Saint Sadurni D'Anoia - CRC LT-2020986) - Comprado no Lidl - Porto / Agramonte em 15Ago2014 por 2,09€ a garrafa de 75cl.



Publicado por Tovi às 14:45
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Segunda-feira, 8 de Outubro de 2012
Francesinha da Cervejaria Galiza

Há já no Grande Porto várias casas que disponibilizam aos seus clientes serviço de “take-away” ou mesmo de “entregas ao domicílio”, para a típica Francesinha… E ontem ao almoço experimentei este serviço da Cervejaria Galiza, casa fundada em 29 de Julho de 1972 e desde então um ponto de referência não só para “Francesinhas” mas também para marisco fresco, já para não falar do sensacional “Rosbife” que por lá servem. Esta minha escolha de ontem recaiu na Francesinha com Bife (sem ovo e sem batata frita) aquela que para mim corresponde à genuína “Francesinha Portuense” e que segundo a minha teoria remonta ao contexto da Guerra Peninsular, período no qual as tropas napoleónicas invasoras costumavam comer umas sandes de pão de forma, onde colocavam toda a espécie de carnes e muito queijo. Claro que nós, os Nortenhos, vimos logo que faltava um complemento a este “croque-monsieur” e vai daí acrescentamos aquilo que lhe faltava: O molho.

Já agora: Acompanhei a “Francesinha” com um Murganheira Reserva Doce, um muito bom espumante feito pela Sociedade Agrícola Comercial do Varosa SA, e que me tinha custado em finais do ano passado a módica quantia de 7,99€ a garrafa de 75cl.


«António Campos Leal» in Facebook >> Porra estás a gozar comigo. Que belo almoço. Fazem entregas em Lisboa????? Quanto ao Murganheira prefiro Bruto

«David Ribeiro» in Facebook >> O "Doce", no meu entender, liga melhor com o picante da Francesinha.

«António Campos Leal» in Facebook >> Acredito, mas não gosto de espumantes "Doce"

«José Carlos Ferraz Alves» in Facebook >> Sempre um aristocrata desta nossa linda cidade. Aguardo um livro, amigo David. Estou em Leça, no Alves, também muito bom.

«António Campos Leal» in Facebook >> O Alves. Ainda é o mesmo proprietário?

«José Carlo Ferraz Alves in Facebook >> Não sei amigo, é a primeira vez que venho. Muito tinham insistido comigo. Eles que não ouçam, mas é uma excepcional relação qualidade/preço e o serviço uma simpatia. Recomendo.

«António Campos Leal» in Facebook >> Era cliente dessa casa de forma regular.

«José Carlos Ferraz Alves» in Facebook >> Confirmo, está em família, é o filho mais velho do Sr. Alves, que entretanto faleceu há 4 anos.

«António Campos Leal» in Facebook >> Abraço ao filho, eu conhecia o pai. deste os anos 80.

«José Carlos Ferraz Alves» in Facebook >> Irei transmitir gesto tão simpático. Obrigado. Abraço

«António Veríssimo» in Facebook >> Este post fez-me fome.

«José Saraiva» in Facebook >> E porque é que acha que a Francesinha já vem das Invasões Francesas?!

«David Ribeiro» in Facebook >> Meu caro amigo Jorge Saraiva… Isto de eu afirmar que a Francesinha tem origem na época das Invasões Francesas é, para já, unicamente um “feeling”, mas todos os documentos da época que consultei referiam-se ao facto das tropas napoleónicas usarem comer umas sandes onde colocavam vários tipos de carnes, enchidos e fatias grossas de queijos. O molho, esse é invenção nossa.

«Jorge Saraiva» in Facebook >> E os relatos , anteriores aos anos 50 do séc. passado e à Regaleira, desse molho e do queijo por cima? :)

«António Campos Leal» in Facebook >> David eu sempre fiz a dita "francesinha" com uma grande variedade de fatiados (galantines) e confesso que não de onde me vem a ideia pois não assisti às invasões francesas. Mas faço a dita Francesinha um bocadinho diferente da conhecida. e abomino francesinha com molho de marisco

«José Carlos Ferraz Alves» in Facebook >> Isto dá para uma tese de doutoramento, David. Quando conheci em Paris o "croque-monsieur" fiz a mesma associação à nossa francesinha. Faltava o molho e quase tudo o mais, mas parece uma tentativa de chegarem a esta obra-prima.

«Jorge Saraiva» in Facebook >> É que a croque monsieur, origem da francesinha, só foi criada no início do séc. XX

«José Carlos Ferraz Alves» in Facebook >> Pode ser uma evolução, de uma raiz comum.

«Jorge Saraiva» in Facebook >> São conhecidos os relatos da pessoa que criou a francesinha, no restaurante Regaleira, como evolução a partir da croque monsieur francesa

«David Ribeiro» in Facebook >> Caríssimo Jorge Saraiva... A tese de doutoramento sobre a origem da Francesinha, que o meu querido amigo José Carlos Ferraz Alves exige, ainda não está feita, nem sequer iniciada, mas talvez um dia dedique algum do meu tempo a esta pesquisa.

«Jorge Saraiva» in Facebook >> David Ribeiro, não sei se têm serviço de take away, mas já conhece as francesinhas o Bufete Fase, na Rua de Sta. Catarina, à Rampa da Escola Normal? Na minha modesta opinião, são as melhores!

«David Ribeiro» in Facebook >> Já ouvi falar do Bufete Fase, mas ainda não o visitei... Tenho que agendar uma ida a este restaurante.

«Jorge Saraiva» in Facebook >> Atenção que é um Bufete pequeníssimo, tem apenas 4 mesas em que apenas numa se podem sentar 4 pessoas, no total se estiverem sentadas 10/11 pessoas, fica vida muito difícil para que a filha do Sr. José dono e cozinheiro, se movimente :)

«Zé Zen» in Facebook >> Também hà disto para adultos?



Publicado por Tovi às 07:48
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Quinta-feira, 29 de Setembro de 2011
Côto de Mamoelas Alvarinho Bruto Reserva 2007

Cada vez mais me convenço que a espumantização da casta Alvarinho dá vinhos fabulosos… para quem o saiba fazer, bem entendido. E é o caso do enólogo José Domingues da Provam – Produtores de Vinhos Alvarinhos de Monção Lda que colocou no mercado o Côto de Mamoelas Alvarinho Bruto Reserva 2007, um espumante de bolha fina e persistente, aroma com a presença da casta, mineral, com algum tostado/bolacha e complexidade, devido ao estágio em garrafa, encorpado, seco (bruto natural), boa acidez e final a fruta onde persistente a casta, como se pode ler na ficha técnica deste vinho premiado na “International Wine & Spirit Competition 2010” com a Medalha de Bronze. Bebi-o ontem a acompanhar um Fondue de Carne à Oriental (água com especiarias, em vez de óleo) e foi bom, muito bom mesmo.



Publicado por Tovi às 11:10
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Domingo, 14 de Agosto de 2011
Caves São João Reserva Bruto 2008

Para acompanhar uns Camarões Cozidos no Vapor (Camarão Vermelho ou Camarão Carabineiro – Aristeus antennatus) abriu-se hoje uma garrafa de Caves São João Reserva Bruto 2008, um espumante branco feito pelo enólogo José Carvalheira nas Caves São João – Sociedade dos Vinhos Irmãos Unidos Lda, com uvas das castas Fernão Pires (Maria Gomes da Bairrada), Bical, Arinto e Chardonnay, plantadas em quintas dos concelhos de Cantanhede e Anadia. A vindima foi manual, ocorreu no início de Setembro e a vinificação teve controlo de temperatura e de fermentação (1ª fermentação de 14 dias e 2ª fermentação de 30 dias). Deste espumante de cor citrina pálida, aroma frutado e sabor elegante e persistente, foram produzidas 20.000 garrafas de 75cl.




Quinta-feira, 7 de Outubro de 2010
Almoço de domingo em família

Almoço de domingo é bom se à mesa estiver a família toda… e foi isso que acontece num dos últimos fins-de-semana.

As minhas duas filhas e os meus dois genros vieram almoçar cá a casa… e eu fui ao take away da Churrasqueira da Prelada buscar uma Picanha à Brasileira que acompanhamos com um Espumante Pingo Doce Tinto Bruto Reserva 2008... e foi um grande almoço… um almoço em família… um almoço como eu gosto.


«Maria Fernanda» in Facebook >> Almoço de Domingo também aki em famíla, reduzida a minha Misquinha (Mrisa) e eu... de tabuleiro no sofá e sabe tão bem!!! ;))

«Fernando Pimentel» in Facebook >> Caro David. É muito bom e agradável um almoço em família.

«Jorge Saraiva» in Facebook >> Picanha foi a minha ceia de ontem.

«António Sabão» in Facebook >> Hoje comi tripas!

«Luís Alexandre» in Facebook >> estava a crescer-me agua na boca até falarem em tripas... sai uma agua das pedras para a mesa do canto sfv :((

«Ana Maria Grão» in Facebook >> pela primeirissima vez... concordo liminarmente com o Luis

«Fernando Pimentel» in Facebook >> Para mim, o mais importante não é a ementa, mas sim estes valores de partilha entre família, que infelizmente se vão perdendo cada vez mais.

«Ana Maria Grão» in Facebook >> eu... ainda bem... tenho sempre a minha aqui à mesa e de boca aberta à espera da comida!!!

«Joaquim Leal» in Facebook >> David, deste folga aos teus genros?... É que é hábito estarem ambos intimados a trazer o "trotil" enquanto apenas a ti cabe a função dos comestíveis eh eh eh



Publicado por Tovi às 19:48
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Segunda-feira, 2 de Agosto de 2010
Príncipe Real Bruto Natural

Bebi no passado fim-de-semana um Príncipe Real Bruto Natural, um espumante branco feito pelas Caves do Freixo SA com uvas das castas Maria-Gomes (Fernão Pires) e Bical, um vinho austero mas agradável, ideal para acompanhar refeições. Estava em promoção no hipermercado Continente de Matosinhos (desconto em cartão: 50% para compras em Agosto e 25% para compras em Setembro) o que fez o preço de 7,59€ (garrafa de 75cl) passar para uns muito agradáveis 1,87€, um preço fabuloso e mesmo a calhar nestes tempos de crise.

 

As CAVES DO FREIXO foram fundadas em 2001 por um grupo de apreciadores de vinho. É uma média empresa com instalações na Vila de Sangalhos (área geográfica da Denominação de Origem da Bairrada) onde numa área coberta de 9.000 m2 estão instaladas as linhas de engarrafamento e a zona de armazenamento de 3.000.000 litros em depósitos, além da linha de produção de espumantes naturais, vinificados por produtores da região pelo processo de bica-aberta (esmagamento de uvas suavemente) e fermentados em pequenas vasilhas. Nas suas caves estão em estágio 2.000.000 de garrafas, sob a responsabilidade do enólogo Rui Moura Alves, designado pela “Revista de Vinhos” o enólogo do ano em 2001.


«Eduarda Fernandes» in Facebook >> Por acaso na 6ª feira comprei uma garrafa desse, também para aproveitar o preço. Não sou apreciadora de vinhos... sou mais de doces :D

«João Garcês» in Facebook >> @David - já experimentou um Murganheira Bruto Rosé, ou um Murganheira tinto? São de uma Adega em Lamego e eram propriedade do BCP. Salvo erro a adega está à venda. Já não se encontram muitos em circulação. Se encontrar algum agarre-o. O preço varia entre os 4 a 5 euros. vale a pena.

«Eduarda Fernandes» in Facebook >> Murganheira a 4 ou 5 euros????? Mas onde é isso? :O

«David Ribeiro» in Facebook >> Também não estou a ver onde é que há Murganheira a esse preço... Eu conheço muito bem a MURGANHEIRA e toda a sua gama de espumantes e de vinhos tranquilos. E também não acredito que esteja à venda... antes pelo contrário, é ela que muito provavelmente estará compradora de outras casas, como já aconteceu com a Raposeira.

«João Garcês» in Facebook >> @ David - a notícia veio no DN, aquando do escândalo no BCP. A partir daí nunca mais ouvi nada e de facto também nunca mais encontrei o Murganheira. @Eduarda - a última garrafa que comprei foi um tinto, numa adega particular em Tavira e custou-me 4.6 euros

«David Ribeiro» in Facebook >> Meu caro João Garcês... as CAVES DA MURGANHEIRA (Sociedade Agrícola e Comercial do Varosa, em Tarouca) é um império na produção e comercialização de espumantes e vinhos de qualidade, tendo comprado em 1998 a Tapada do Chaves (Portalegre) e em 2002 a Raposeira (Lamego). Quem estava ligada ao BPN (e não ao BCP) era a Partinvest SGPS (holding dedicada ao sector agro-industrial) e que tinha na altura da "bronca do BPN" uma participação nas Caves da Murganheira.

«João Garcês» in Facebook >> @ David - obrigado pelas explicações. Sim, era o BPN, mas de facto nunca mais vi nenhuma Murganheira? sabe onde estão?

«David Ribeiro» in Facebook >> Há vinhos das Caves da Murganheira nos hipermercados Continente e em todos as boas garrafeiras... os seus preços é que são um bocadto puxados para as bolsas de quem está na crise.

«João Garcês» in Facebook >> @david - há mt tempo que não vejo nenhum. Vou estar mais atento.

«João Barbosa» in facebook >> espumante! agora ia bem um... com marisco :-P

«David Ribeiro» in Facebook >> Espumante vai bem com tudo... tudo não, com pão com manteiga é capaz de não ir muito bem. ;-)

«Pão de Ló De Margaride» in Facebook >> A sociedade lusa de negócios, antiga proprietária do banco português de negócios, é a proprietária da Varosa. Possivelmente deve estar à venda tal como foi vendida a Real Seguros e outras empresas do grupo.

«David Ribeiro» in Facebook >> A informação que eu tenho, e que até pode não ser correcta, diz que a Sociedade Lusa de Negócios (SLN) vendeu as empresas Raposeira, Tapada do Chaves e Murganheira aos restantes administradores destas sociedades, sendo neste momento o "homem forte" da Murganheira o empresário lamecense prof. Orlando Lourenço.




Sábado, 12 de Junho de 2010
Sardinhas Assadas na Brasa

As Sardinhas Assadas na Brasa do almoço do passado sábado eram sardinhas da lota de Matosinhos, sardinhas de palmo, sardinhas gordas, sardinhas como eu gosto.  E desta vez resolvi fazer uma variação no acompanhamento deste prato tão típico desta época de “Santos Populares” que está a chegar. Abandonei as batatas cozidas e a salada de tomate e fiz uma grelhada em carvão de rodelas de courgettes e cebolas (rodelas grossas, levemente pinceladas com piripiri) e mais dois pimentos italianos doces (inteiros, só com um corte longitudinal). E não é que a sardinha assada “casou” tão bem com esta sofisticada salada?... Vai daí, e já que estávamos numa de “alta gastronomia”, o vinho só podia ser o Quinta do Poço do Lobo Cabernet Sauvignon 2005 Bruto, um espumante tinto feito pelas Caves São João - Soc. dos Vinhos Irmãos Unidos Lda que tinha comprado em Fevereiro deste ano por 6,49€ a garrafa de 75cl num dos supermercados do Grande Porto.
Grande almoço foi este… haja saúde e que os familiares mais chegados nos acompanhem nestas lides vínico-gastonómicas… e que se lixe a crise e mais quem a inventou.


«mlpaiva» in RevistaDeVinhos >> Os espumantes da Quinta do Poço do Lobo têm sido um sucesso na minha loja para acompanhar, digamos,... a gastronomia de barbecue. O arinto + chardonnay é, para este fim, altamente recomendável. PS: O preço na loja é, compreensivelmente, mais caro um orito...

«Fernando A Coelho» in RevistaDeVinhos >> Quem como eu se contenta durante o ano com as "Nataline" - marca italianizada das "sardinhas portuguesas sem pele e sem espinha" (em azeite) da casa J. Antunes Fragoso, de Setúbal, não pode deixar de concordar que terá sido um almoço inspirador. Sendo a grelhada vegetal coisa aqui correntíssima (especialmente para acompanhar carne, a fiorentina, por ex.) aqui vão mais algumas ideias: cortar as courgettes longitudinalmente (em fatias finas); acrescentar beringelas (cortadas às rodelas, sempre finas); usar pimentos vermelhos e amarelos cortados em tiras relativamente largas (os holandeses costumam ter cor bem definida e intensa – o olho também quer a sua parte) – mas não esquecer o pimento verde autóctone, preparado à portuguesa! Condimentar o conjunto com virgem extra, gotas de limão (pouquíssimas ou nenhumas, segundo o gosto), salsa picada fina e flor de sal da Ria Formosa (dá bom resultado ir condimentando gradualmente, sobrepondo em camadas). Quanto à cebola tenho dúvidas (preferi-las-ia pequenas, em agro-doce – haveria que encontrá-las de variedade adequada a tal preparação). A grelhada vegetal costuma sair bem usando uma chapa sobreaquecida para grelhar (tipo Le Creuset, ou chapa plana mesmo eléctrica, anti-aderente). A arte está em alourar, queimando pouquíssimo.


«José Eduardo Regalado» in Facebook >> Há anos que abandonei as batatas cozidas como acompanhamento de sardinhas assadas. Fico-me pela salada mista e pelos pimentos. Não dispenso é uma broa de milho, que compro numa padaria em Ovar e que é uma delícia. Mesmo "broa como o milho". Na parte vínica é que a coisa vai estar mais feia. Para ajudar a emagrecer, desde 19 do 4 que não toco em bebidas alcoólicas. E a água a acompanhar sardinhas assadas não é a mesma coisa...

«Filipe João Dantas Neves» in Facebook >> Prefiro um bom pimento e uma boa broa com um bom vinho claro. Mas sem as sardinhas.

«Ricardo Moreira» in Facebook >> A batata cozida com a pele é deliciosa a acompanhar a sardinha!!! Mas a broa não fica nada atrás!

«Miminho Godinho» in Facebook >> Portuguesas hehheh :) bom feriado

«Joaquim Leal» in Facebook >> Batata com ou sem, sempre...



Publicado por Tovi às 08:00
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Sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010
Peru Assado

O almoço de hoje vai ser Peru Assado, uma receita da minha sogra e que a filha faz muito bem.

Para seis pessoas é assim que se faz:

Ingredientes: 1 peru com cerca de 5 kg; 100g de presunto magro; 5dl de vinho do Porto; alho, manteiga, limão, sal e pimenta.

Preparação: Retire os miúdos e aproveite-os para fazer uma canja; Lave o peru muito bem com água e esfregue-o com limão; Deixe-o de um dia para o outro numa bacia, coberto de água e temperado com limão, sal e pimenta; Corte o presunto em cubos pequenos.

Confecção: Coloque o peru num tabuleiro de ir ao forno e deite por cima os cubos de presunto, o alho picado, a manteiga, o sal e a pimenta, regando tudo com o Vinho do Porto; Deixe assar em lume moderado durante umas boas três horas e meia, tendo o cuidado de várias vezes o regar com o próprio molho.

Servir acompanhado com batatinhas assadas no próprio molho do peru e também com um arroz de forno e esparregado.

O vinho vai ser um Espumante Marquês de Marialva Bairrada Reserva Bruto 2007 que era para ter sido aberto ontem às doze badaladas e que acabou por ficar para o almoço de hoje.


«Ana Paula Nunes» in Facebook ► Gracias pela receita. Votos de um bom 2010 e bom apetite.

«Rui Lopes A. D'Orey» in Facebook  ► Parece delicioso. Bom ano!

«Xica von Hafe» in Facebook ► já copiei :-) Bom ano David! Beijo.

«Fernando Duarte» in Facebook ► tanta chatice para nada, quando basta telefonar à Pizza Hut...

«jms» in RevistaDeVinhos ► Viva Tovi, bom ano para si (à sua boleia desejo um bom ano para todos!). O perú que tal se saiu? E o espumante aguentou-se? Bebi também esse espumante na passagem do ano e a experiência não foi positiva. Com pouca bolha, sem mousse, aroma discreto (para ser simpático). Fim de boca desmemoriado.

«Tovi» in RevistaDeVinhos ► Pois é Jorge Saraiva… O peru (por acaso era uma perua) estava muito melhor que o espumante Marquês de Marialva (Bairrada Reserva Bruto 2007) que pouco mais era que um simples e corrente vinho branco com algum gás. Ainda estou para perceber como é que este espumante da Adega Cooperativa de Cantanhede ganhou a Medalha de Prata no concurso “Effervescents du Monde” realizado em Chaintré, na França, no ano de 2008.




Quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009
Boa Passagem de Ano

Vou agora mesmo decantar o Duas Quintas tinto 2002 (DOC Douro da Ramos Pinto) que vai acompanhar o “Bacalhau com Todos” do jantar de fim-de-ano… E também tenho que refrigerar o Espumante Marquês de Marialva Bairrada Reserva Bruto 2007 (DOC Bairrada da Adega Cooperativa de Cantanhede) que vai ser aberto às doze badaladas... Um BOM ANO para todos.

«Luis Alexandre» in Facebook ► E eu daqui ergo o meu cálice e faço um brinde á tua pessoa, que continues com essa boa disposição e por ser para ti... viva o Porto carago!!

«XZôZé» in ViriatoWeb ► Outra vez bacalhau, Tovi? És mesmo pobre. Eu já temperei um bom naco de lombo de suíno para assar. Como entradas, umas pistolas grelhadas parecidas com as que o ViVi prova uma vez por ano. Acompanharão uns primos destas, fritas com molho picante. Para boer um tinto Monte Vilar (Alentejano), reserva de 2007 que não sei se é bom ou mau mas isso pouco interessa pois fez parte do conjunto de três garrafas que me foram oferecidas pela minha entidade laboral no passado Natal. Para remate, um espumante Raposeira como anteriormente anunciado. Acompanhar-me-á no repasto o meu herdeiro que já está maior que eu. O morzinho foi dispensado à semelhança do ano passado e desfrutará da festividade em Albufeira com as manas e amigos. Com as baixas temperaturas que se fazem sentir no Algarve no dia de hoje (entre 5 e 7 graus), não tenho pena nenhuma dele(s).

«Tovi» in ViriatoWeb ► Eu gosto muito de bacalhau cozido com todos (bacalhau cura amarela, pencas da Póvoa, uma cebolinha e um ovinho cozido, bom azeite, alhos picados e pimenta em grão moida na altura)... “nacos de lombo de suíno assado”, “pistolas grelhadas” ou “marisco frito com molho picante”, como eu durante todo o ano ...ou já te esqueceste qual é a minha actividade profissional?




Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009
Feiras de "Queijos, Enchidos & Vinhos" (II)

No que se refere a vinhos podemos dizer que a feira de “Queijos, Enchidos & Vinhos” do Jumbo (19 de Fevereiro a 4 de Março) está mais fraca que a do Continente (6 a 24 de Fevereiro), mas no geral apresenta preços mais agradáveis (p.ex.: “Castelo Rodrigo DOC Beiras Tinto 2004” - 2,19€ no Jumbo / 2,89€ no Continente).

I) Constatamos também que no Jumbo nem todas as regiões estão representadas (incompreensivelmente não apresentam “vinho verde”)... e espumantes também não há (na feira do Continente temos dois espumantes interessantes: "Caves São João Reserva 2006" a 3,99€ e o "Luís Pato Baga" a 5,69€);
II) Nos fortificados o Jumbo só tem dois "Vinho do Porto" ("Ramos Pinto Quinta da Ervamoira Vintage 2004" a 29,85€ e "Cálem 10 Anos" a 15,97€) e um "Moscatel de Setúbal" (O Continente tem quatro "Vinho do Porto", dois "Moscatel de Setúbal" e outros dois "Moscatel do Douro");
III) O Continente tem mais variedade (93 vinhos contra 45 do Jumbo), mais regiões representadas (13 contra as 10 do Jumbo) e uma melhor simbologia de referência;
IV) O Continente tem ainda seis variedades de vinhos “Bag in Box” (dois brancos e quatro tintos; em 3L e 5L; marcas: Alandra, Prado, Araminho e Pedras Negras) e alguns acessórios com interesse, dos quais destaco o “Tira Nódoas para Vinho Tinto Instantâneo Wine Away” (9,99€ a embalagem de 240ml) e a “Cave de Vinhos Mobicool D60” com uma capacidade de seis garrafas, ao preço de 69,90€.



Publicado por Tovi às 07:56
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Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008
Vinhos Portugueses na Bélgica

«Reboredo» ⇒ Meu caro Tovi, aqui por Brx. existe alguma procura por clientela Bélga de:
QUINTA DO ENCONTRO - BRUTO - BAIRRADA - Método Clássico - Vinho Espumante de Qualidade - BRANCO E TINTO
QUINTA DE CABRIZ - BRUTO - DÃO - Método Clássico - Vinho Espumante de Qualidade - BRANCO
http://www.alambique.org - dégustation de vins chez Alambique
GRILOS - BRANCO - 2006 - DÃO
QUINTA DE Sta EUFÉMIA - TINTO - 2005 - DOURO
PALESTRA - TINTO - 2006 - DOURO
O que te solicito é o teu sábio comentário a estas delícias. Um abraço,

Ora vamos lá falar dos Vinhos Portugueses que se bebem em Bruxelas...
 
:arrow: A Quinta do Encontro tem bons espumantes… O Bruto Branco de 2001 (espumante feito pelo enólogo Carlos Rodrigues com as castas Bical, Maria Gomes e Arinto) foi dos “Bairradas” mais bem cotados nos anos de 2004 e 2005. [Apontamentos de relva, citrino verde, biscoito e, posteriormente, rebuçado, dão o mote para um espumante de bolha fina e com razoável persistência. Um conjunto interessante e menos agreste do que é habitual nos espumantes nacionais. Ataque suavizado pela generosidade do carbónico e textura relativamente macia devido à cremosidade da mousse. Evolução com algum verdor a produzir pronunciadas notas amargosas num final com média persistência. Faltam-lhe estrutura e complexidade aromática, mas, por contraponto, e mesmo não sendo um paradigma de elegância, consegue demarcar-se da rudeza típica de muitos espumantes nacionais. E isso já é um passo em frente... – Classificação: 14 (em 20) – Pedro Gomes]
 
:arrow: Conheço bem os espumantes da Quinta de Cabriz... Os últimos que bebi e que me pareceram muito bem feitos, foram os Bruto 2003 e Bruto 2004.
 
:arrow: Grandes brancos do Dão tem a Quinta dos Grilos… Ainda não provei o da colheita de 2006, mas o Quinta dos Grilos Branco 2004 foi um dos melhores brancos do Dão que bebi nos últimos tempos. […/ elaborado pela Dão Sul a partir das castas Encruzado e Cerceal Branco, apresentando-se o vinho com 12,5%. Mostrou uma tonalidade citrina muito leve e de pouca concentração, denotando um vinho com estágio em inox. Na prova de nariz mostrou uma entrada com aromas florais e alguma fruta, tem um aroma fresco e limpo, de boa intensidade. Na boca mostra-se com corpo mediano, entrada fresca e viva, com acidez bem colocada dando a frescura correcta ao conjunto, que se mostra simples mas eficaz com final médio e alguma mineralidade. Classificação: 14,5 (em 20) – João Pedro de Carvalho no “Copo de 3”]
 
:arrow: Da Quinta de Santa Eufémia eu prefiro os vinhos do Porto… O Branco 10 Anos é um dos poucos “brancos velhos” no mercado e que eu considero de superior qualidade. O LBV 2003 está já pronto a beber e com uma doçura invulgar num vinho tão novo. Ambos tiveram a classificação de 15 (em 20) – bom vinho, superior à média – no Guia de Vinhos Portal Portugal 2008, de Pedro Gomes e Tiago Teles (Editorial Presença).
 
:arrow: Se a casa Encostas do Douro Soc. Vitivinícola SA tiver feito o Tinto de 2006 como fez o Vinha da Palestra Douro DOC 2003 Tinto, então estamos perante um vinho onde as castas Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca nos oferecem toda a riqueza dos tintos do Douro.



Publicado por Tovi às 20:09
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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008
Espumantes Portugueses

«Novato» ⇒ Fiquei hoje a saber que as Caves Fundação faliram e, pelos vistos, já tinham tido o mesmo destina as Caves Monte Crasto e Valdarcos. Pouco conheço da qualidade dos produtos destas caves, mas o nome é-me familiar há muitos anos. Pelo que li, parece que o panorama é mau em mais algumas que deverão ter o mesmo destino. Será que um dia destes só poderemos beber mesmo champanhe?

«rjmoreira»Noops.. O grande problema das caves Fundação é o mesmo que muitas empresas emblemáticas por esse país fora. Dormem muito e quando acordam está tarde... As caves Valdarcos estão bem e as Monte Crasto não acredito que estejam em crise. E Espumantes há muitos e cada vez de melhor qualidade, produzidos por novos e pouco dorminhocos empresários vitivinicolas. Também há alguns dos antigos que acordaram a tempo e estão muito bem.
http://www.valdarcos.com está com pujança
http://www.cavesdamontanha.pt em Anadia e tem espumante excelente
http://www.artwine.pt
de um amigo meu. Com qualidade a toda a prova!
3 exemplos de muitos! Agora temos é que nos mentalizar que só a qualidade e a capacidade de apostar num bom marketing triunfarão.

«zézen»Da mesma maneira que não há substituto para o Vinho do Porto, também não há para o Champagne. Porto é Porto, Champagne é Champagne. O resto são bebidas que se aproximam ou não destes dois produtos. A realidade é esta: Podes ter um bom produto mas, quem o classifica em termos de qualidade e preço é o cliente. Por muito promoção que faças, perante a conjuntura económica, modernices e mariquices do mercado, é sempre o cliente que tem a última palavra, compra ou não compra. Na base disto, as empresas ou adaptam-se ou mudam de nome (proprietário), ou entram num processo de agonia social e comercial até ao fecho. Foi talvez o que aconteceu às Caves Fundação. Ou não teve "corpo" para o mercado ou o produto não aguentou a concorrência.

PS: Não confundir a minha posição sobre o Champagne com os desvios "direitistas" do Manda-Chuva. ;)

«Novato»rjmoreira escrevreu: "As caves Valdarcos estão bem e as Monte Crasto não acredito que estejam em crise" - pelos vistos "ler jornais, não é saber mais" - "A Caves Fundação, com mais de 30 anos de laboração, não é a primeira empresa vinícola da Bairrada a decretar falência e, dizem os entendidos do sector, não será a última. A Monte Crasto faliu há vários anos e, mais recentemente, a Valdarcos, que funcionava desde 1926, passou por processo semelhante."

«zézen»Ganda aldrabão me saíu o RJ :o :twisted:  (Não venhas pra qui com tretas de marketing tipo famel que, eu não tenho tempo para ler. Eu trabalho ! ) :twisted:

«XôZé»:lol: :twisted: :lol: :twisted:

«rjmoreira»Pois, pelas minhas pesquisas mais profundas já vi que é verdade... fds, ainda há uns dias apostaram forte em nova imagem e produtos... :roll:

Aldrabão o c........ :014:   

e o problema da Famel foi mesmo esse...

«zézen»Xô, Não foste tu que me disseste que "fora roubar pinheiros, é um gajo quase certo" ? :o

rjmoreira escreveu: "Aldrabão o c....." - Tás a imitar o patrão é ? :014:  Prefiro o original à fotocópia :whistle:

Os Espumantes Portugueses estão bem e recomendam-se…
 
Comparações com o Champagne (França) e com o Cava (Espanha) não têm razão de ser, pois apesar do sistema de fabrico (melhor dizendo – fermentação) ser idêntico, na maior parte dos casos as castas não são as mesmas e o “terroir”, obviamente, é diferente.
 
É verdade que o sector dos espumantes tem sofrido algumas alterações significativas, mas, como alguém dizia - não faz vinho quem quer, só quem sabe – e gerir empresas sem cuidado e sem tininho, não tem dado bom resultado, principalmente agora que estamos inseridos no mercado global da Europa. Por outro lado aqueles que investiram em tecnologia e boas normas de gestão estão aí de vento em popa. Veja-se o caso dos Espumantes do Douro, dos Espumantes de Vinho Verde e mais recentemente dos Espumantes do Alentejo.
 
Curiosamente no Guia de Vinhos Portal Portugal 2008, de Pedro Gomes e Tiago Teles (Editorial Presença), os únicos espumantes portugueses classificados de 14,5 a 15,5 (bom vinho, superior à média) foram: Casa de Sarmento Bruto 2005; Ervideira Reserva Bruto 2005 e Vinha d’Ervideira Bruto 2005. Dos outros espumantes seleccionados cinco obtiveram a classificação de 12,5 a 14 (vinho de qualidade média) e quatro classificados de 10 a 12 (vinho aceitável, inferior à média).
«Viriato» ⇒ "tão", e o Raposeira ? ( não sei o que é mas recordo-me que o Joaquim Agostinho tinha essa marca na camisola antes de morrer )
Ó meu amigo «Viriato»... Andas desactualizado... A Raposeira, que até não tem maus vinhos, foi comprada pela Murganheira, uma das mais importantes casas de Espumantes do Douro.
 
in Correio da Manhã - 11Jul2002
A empresa Caves Casal da Murganheira, que tem a sua sede entre as freguesias de Salzedas e Ucanha, no concelho de Tarouca, está prestes a tornar-se proprietária da Raposeira, empresa de espumantes de Lamego, faltando apenas alguns pormenores para se dar como concluído o negócio que envolve valores na ordem dos 25 milhões de euros (cinco milhões de contos).
Segundo o que o Correio da Manhã apurou junto de fonte ligada ao processo, o negócio poderá ficar ultimado ainda no decorrer desta semana. Depois das notícias que apontavam como certa a aquisição por parte de um grupo empresarial espanhol, onde se apontava o grupo Bacardi/Martini, que pretendia transferir a produção do espumante para Espanha, afinal, tudo indica que a Murganheira conseguiu manter esta marca de espumantes na região Douro Sul.
«Arp» ⇒  Imagem ...ó Tovi, tanta agitação não fará mal ao produto?
Parece que não... Mas o espumante português continua sem grande expressão por esta Europa fora... Vai-se bebendo por cá e pouco mais.


Publicado por Tovi às 18:26
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