"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 19 de Abril de 2018
Cães nos autocarros?...

Leiam isto:

Cães nos autocarros Abr2018.jpg



Publicado por Tovi às 10:03
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Sábado, 24 de Março de 2018
REGIONALIZAÇÃO… um SIM incondicional

Alfredo Fontinha, deputado socialista na Assembleia Municipal do Porto, escreveu e publicou recentemente no Facebook este interessante texto sobre Regionalização.

 

8 regioes vs 5 regioes.jpg

Fui aos meus arquivos procurar uma papelada e encontrei um texto que escrevi para "O Comércio do Porto", infelizmente já desaparecido, sobre a Regionalização. Isto passou-se em Outubro de 1998 e o referendo estava marcado para o mês seguinte. Pela sua actualidade, porque praticamente pouco mudou, acho que vale a pena reescrevê-lo. Então reza assim:

Falar da Regionalização é falar da mais importante reforma do Estado. A criação de regiões administrativas será o remédio para curar muitas das doenças de que o nosso país padece, que nunca poderão ser curadas se continuarmos a viver num estado centralista e autista, desequilibrado, paroquial e sobranceiro.
Entenderam muitos dos políticos que nos representam, ao contrário de muitos portugueses nos quais nos incluímos, referendar a Regionalização. Foi mau, dado que abriram a porta a todos aqueles que fazem da política um exercício de permanente hipocrisia, porque ontem estavam de acordo e hoje, porque são oposição, dá jeito politicamente ser contra, atitude que consideramos de profunda desonestidade para com todos aqueles que neles confiaram e lhes deram o seu voto.
Mas dos fracos nunca rezará a história.
Construir um Estado democrático não é fácil.
Há 24 anos deu-se o primeiro grande passo para fazer de Portugal um país adulto, de grande respeito pela pessoa humana e onde todos os seus filhos se sentissem livres e felizes. Hoje, temos de ter a consciência de que apesar dos muitos passos já dados, ainda não dispomos das condições necessárias para alcançar os patamares do desenvolvimento e qualidade de vida que a maioria dos países da Europa Ocidental já atingiu.
Somos por convicção profunda a favor da Regionalização, apesar de considerarmos que o mapa regional proposto, com oito regiões, não é o que melhor se ajusta às características demográficas, económicas e sociais do nosso país. Pensamos que manter as actuais cinco Regiões/Plano (CCR) favoreceria um desenvolvimento regional mais equilibrado e tornaria as regiões mais fortes do ponto de vista social, económico e até político.
É assim nosso entendimento que, por exemplo, a população situada a norte do Rio Douro designadamente a do interior beneficiaria mais com uma só região do que as duas previstas, uma vez que a redução das assimetrias entre o litoral e o interior estaria mais facilitada, através da canalização de um conjunto maior de recursos e pela criação de uma cadeia de solidariedade regional mais sólida.
Esta situação é no futuro sempre passível de correcções e ajustamentos nomeadamente através de alterações constitucionais e legislativas, a exemplo do que tem acontecido em outros países da União Europeia.
A mudança do mapa regional de cinco para oito regiões não coloca em causa a Regionalização, como alguns têm feito crer, dado que a essência deste processo é a ampla concretização no quotidiano dos portugueses do princípio constitucional da descentralização democrática da actividade do Estado.
A consolidação da democracia passa obrigatoriamente pela aproximação dos cidadãos aos poderes de decisão e a verdade é que, mesmo não estando de acordo com o referendo que nos foi imposto, vamos votar SIM no dia 8 de Novembro, para desta forma contribuir para a modernização do nosso país e proporcionar às novas gerações uma sociedade mais igualitária, mais justa e mais solidária.



Publicado por Tovi às 14:29
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Sexta-feira, 9 de Março de 2018
Os cães não são humanos

Lola-and-Annie-Youtube.jpg

Uns amigos meus, bons e grandes amigos, questionavam-me há dias no Facebook porque é que (alguns) cães uivam ao ouvir os donos a cantar… e mostravam um engraçado vídeo onde isso acontecia. E eu respondi-lhes:

  • Não sei se será o caso mas na maior parte das vezes este tipo de “vocalização canina” tem a ver com a forma de o cão fazer notar que o som que o humano está a emitir lhe provoca desconforto. O ouvido do cão vai muito para além do que nós ouvimos e nem sempre lhe é agradável.
E depois...
  • Nunca deveremos ver os cães á nossa imagem e semelhança. Por mais que gostemos de cães, e eu nem necessito de dizer que gosto MUITO de cães, um cão é um cão e não é um humano. A verdade é que o cão é um animal simbiótico e necessita do humano para viver e ser feliz, mas nunca terá a nossa forma de encarar a vida.

E ainda…

  • De uma forma ligeira e esquemática poderemos dizer que os humanos têm o “sim”, o “não” e entre estes dois conceitos o “talvez”, sendo este maior ou menor dependendo do carácter da pessoa. Os cães só entendem “sim” ou “não”, sendo que o nosso “talvez” lhes provoca tal incompreensão que poderá não só criar situações de completo alheamento das situações com até agressividade.


Publicado por Tovi às 15:03
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Terça-feira, 6 de Fevereiro de 2018
Lembraram-se dos sem-abrigo... lá por Lisboa

Nestas noites frias, mais do que nunca, devemos todos dar apoio aos sem-abrigo, mas sem demagogias e populismos como bem nos lembra o Nuno Santos (Chefe de Gabinete do Presidente da Câmara do Porto) neste seu oportuno texto publicado no Facebook.

 destaque_sem-abrigo-1_0.png

  SOBRE O ABJECTO APROVEITAMENTO DOS SEM-ABRIGO

 Um dia qualquer do Inverno, a Câmara de Lisboa decreta que está frio.

1. Nesse dia monta uma tenda em Lisboa e activa o plano de contingência para os sem-abrigo.
2.
Nesse dia, o vereador do BE de Lisboa dá 35 entrevistas.
3.
Nesse dia todas as televisões abrem os telejornais com isso.
4.
Nesse dia, os jornalistas tornam-se loucos por um equivalente no Porto. Afinal, se está frio em Lisboa “lá no Norte” deve estar mais.
5.
Nesse dia o Porto continua a fazer o que faz todo o ano: a apoiar os sem abrigo e a continuar o projecto que lançou e está instalado no Hospital Joaquim Urbano. Onde os acolhe, os alimenta e os orienta todo o ano.
6.
Nesse dia o PORTO recusa a demagogia e o sensacionalismo hipócrita e não entra no show-off mediático que torna a política numa coisa nojenta.
7.
Nessa noite, na “tenda VIP” dos sem-abrigo de Lisboa pernoitou... uma pessoa!

Parabéns a todos os que dois dias por ano se lembram dos sem-abrigo e os usam de forma absolutamente abjecta, como atrás descrevo. E que não percebem que, para quem vive na rua, estarem 2 graus de temperatura como tem estado na última semana ou estar 1 como hoje esteve, é a mesma coisa.



Publicado por Tovi às 13:49
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Sábado, 6 de Janeiro de 2018
Eleições no PSD

Na página do Facebook do “Um novo norte para o Norte” fiz um pequeno inquérito sobre as eleições no PSD… e não há dúvida, o Rui Rio ainda tem muitos adeptos cá pelo Norte.

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Publicado por Tovi às 09:28
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Terça-feira, 21 de Novembro de 2017
Há quem leia o que eu escrevo

Hoje à noite, à porta de Serralves, um arrumador/sem-abrigo tentava umas moedinhas de quem saía de uma conferência que se tinha realizado no auditório da Fundação Serralves. E eu e uns amigos partimos a moca a rir quando o ouvimos dizer: "Boa noite Senhor Doutor... Leio os seus artigos todos... Tão bem escritos". E assim as moedinhas ficaram garantidas, que o ego também se alimenta destas coisas.

 

  Comentários no Facebook

«Jose Riobom» - Sabes lá...? E se ele lê os teus relambórios monáquico-cêďêéssicos-protoindependistas que aqui publicas?...bem te pode chamar doutor

«Vanda Sousa» - É um senhor bem conhecido pelas redondezas... "Ontem queria pedir umas sapatilhas novas ao sr. Presidente da câmara..."



Publicado por Tovi às 23:55
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Segunda-feira, 9 de Outubro de 2017
Descentralizar?... Deslocalizar?

Descentralizar 7Out2017.jpg

   Comentários no Facebook

«Pedro Bento» - Ministério da Economia / Ministério da Agricultura / Ministério da S. Social… Já não era nada mau.

«Serafim Guimarães» - Nenhum. O futuro é a Europa e por esses acho que vale a pena lutar. em Lisboa só há restos de uma capital de império falida. Neste momento a luta é pela EMA. Também ouvi dizer que a SEAT quer trazer una fabrica para Portugal. Temos que lutar para que seja no Norte.

«David Ribeiro» - Não me parece que seja essa a questão fundamental pela qual devemos lutar. Um organismo público, seja ele qual for, estar sediado em Lisboa, no Porto, na Rechousa ou em Alguidares de Baixo, é exactamente a mesma coisa no que concerne ao fim do poder hegemónico do Terreiro da Paço sobre o resto do País. Aquilo que devemos EXIGIR é que sejamos nós – gente eleita directamente pelos eleitores daqui - a gerir o que está na nossa Região. Estar no Porto um ministério qualquer a fazer leis e obras para todo o Portugal não tem qualquer interesse para o fim do centralismo.

«Cláudia Rocha» - Mas influi em termos de criação de emprego qualificado, ajuda a economia local e ajudaria a travar a desertificação de àreas do interior mais deprimidas.

«Maria Da Luz Costa» - Lamento, mas desta vez não concordo em absoluto, pela questão da criação de emprego, por exemplo. Claro que teríamos sempre que nos sujeitar às decisões da AR, mas com mais organismos no Norte haveria menor desigualdade em termos de emprego.

«João Pedro Maia» - Percebo... Mas também tem e deve ser uma luta... [Emoji wink]

«Serafim Guimarães» - O futuro do Norte é lutar para conseguir meios de produção de riqueza e emprego que não nus obriguem a olhar sequer para o que eles têm: um desenvolvimento inteligente, sustentável longe das influências políticas e corruptas dos corredores.

«Antero Braga» - País pequeno. Repartir as competências é obrigatório. A gestão da coisa mais próxima normalmente acerta porque conhece. Que dizer palavras de quem geriu de perto e de longe.

«David Ribeiro» - A Alemanha, por exemplo, está regionalizada e com excelentes resultados, sendo curioso que a maioria das suas regiões são, quer em superfície quer em população, mais pequenas que a Região Norte consignada na NUTS-II.

«Serafim Guimarães» - Gostaria, por exemplo, de ver um movimento apartidário indrpendente, do tipo "O meu partido é o Norte", cujo objectivo fosse captar investimento e fazer diplomacia económica pelo norte junto da UE e das empresas.

«Mario Ferreira Dos Reis» - O governo do Norte

«Serafim Guimarães» - Sem independência nem regionalização e muito menos Estado!

«Paulo Barros Vale» - Isso de descentralizar pela sedeação de organismos não tem qq efeito útil. Só há verdadeira descentralização com a Regionalização



Publicado por Tovi às 14:34
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Sexta-feira, 6 de Outubro de 2017
O Zé de Baião não sabe o que diz… nem diz o que sabe

Aconteceu há dias na página do «Um novo norte para o Norte» no Facebook.

Zé de Baião 5Out2017 aa.jpg

   Comentários no Facebook

«David Ribeiro» - O Ze De Baião (aka José Pereira), mais uma vez, bateu à porta errada… Não é aqui, é trezentos quilómetros mais abaixo, numa cidade da margem direita do rio Tejo, onde uns governantes socialistas não conseguem (ou não querem) gerir convenientemente o país. Ou será que com a famosa “Descentralização” o António Costa vai passar essas competências para as câmaras municipais e o Zé já está a adiantar serviço?

«Rui Moreira» - Ze de Baião: pensei que nos livráramos das suas arengas. Pelos vistos vai continuar. E, por isso, abandono este grupo. Haja quem tenha paciência, homem.

«Albertino Amaral» - Ze De Baião, mas que grande volta você deu para que o Presidente Rui Moreira, que até fazia parte deste grupo e poderia falar consigo directamente, ensinando-lhe algo que você não sabe, ou nem sequer tem competência para perceber, desistisse de o aturar… Isto só quer dizer que você é "uma seca" pior do que aquela que o país está a atravessar de momento… O Zé é mesmo chato, tacanho e aborrecido... Pergunte lá ao seu "chefe de turma" como há-de continuar numa página de rede social, onde estava convencido que ia vender a banha toda, mas afinal enfiou novamente um grande "barrete" e agora não sabe como tirá-lo....! Lá teremos que ser nós a cuidar de si, pobre coitado, que ainda não percebeu nada, mas mesmo nada do que se passa no Porto... A propósito, esta semana falei com alguém que tem casa de férias as Baião, e que me disse que o Ze De Baião, é uma rica encomenda… Vou aprofundar melhor a consideração… Inté...

«David Ribeiro» - É pena que o Zé ainda não tenha percebido que os seus estapafúrdios textos há muito já não são aqui bem recebidos. O seu sofrimento precisa ser superado, e o único meio de superá-lo é suportando-o. Vá pela sombra… e volte quando a vida já lhe tiver ensinado a saber comportar-se com gente de bem.

«Jorge Veiga» - Lamento não ter o RM a dizer-nos algo de vez em quando, o que muito nos orgulhava (não conheço nenhum PC que o fizesse). Por isso acho que o Ze De Baião deveria pensar melhor o que diz e não dizer tudo o que pensa.

«Jose Riobom» - Estou mesmo chateado a sério... O Ze De Baião foi o grande culpado de nos privar da sã companhia do Presidente da Câmara do Porto neste grupo. Vou sentir saudades dos "ralhetes" e "recados" que de vez em quando por aqui me mandava.



Publicado por Tovi às 20:27
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Sábado, 30 de Setembro de 2017
Autárquicas no Porto – No Facebook

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   Comunicado da Administração do «Um novo norte para o Norte»

Durante toda esta campanha eleitoral todos nós, o administrador incluído, muitas vezes pensaram mais com o coração do que com a cabeça, mas na generalidade a coisa correu bem e todos, ma mesmo TODOS, tiveram a oportunidade de apresentarem as suas ideias. Os que tiveram de ser mandados de castigo para o recreio foram aqueles que não souberam ou não quiseram ser educados.

Hoje é DIA DE REFLEXÃO e teremos todos que ter atenção à Lei Eleitoral vigente que diz: “…no que respeita à proibição de fazer propaganda em véspera e dia da eleição, objeto da presente Informação, interessa referir que, publicamente, é proibido praticar ações ou desenvolver atividades de propaganda eleitoral por qualquer meio nesses dias, pelo que, tratando-se quer de cronologias pessoais quer de páginas do Facebook, elas não podem registar qualquer ação de propaganda praticada após as 00h00 da véspera da eleição”.

Amanhã vamos todos votar em consciência e, não se esqueçam, vamos votar em LIBERDADE, coisas que alguns de nós só souberam o que era depois dos anos negros do salazarismo.



Publicado por Tovi às 00:05
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Quinta-feira, 14 de Setembro de 2017
Visão de futuro… para o Porto

Publicado no Facebook, na página do grupo “Um novo norte para o Norte”, pelo meu amigo José Bandeira:

José Bandeira aa.jpg

1. Um Porto sem carros na baixa. Só faixas BUS e uma frota de táxis eléctricos autónomos. Uma cidade pedonal!

1.1. Parques de estacionamento na periferia com Shuttles permanentes para a baixa.

2. Uma cidade para jovens e sexalescentes. Hosteis-residência para criativos e casas para moradores séniores.

3. Baixa povoada de open-spaces para aluguer temporário.

4. Turismo de saúde sénior.

5. Uma cidade de cultura onde qualquer artista gostaria de viver.

6. Criação de uma empresa "municipal" de crowdfunding (sem impacto no orçamento municipal).



Publicado por Tovi às 23:56
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Sexta-feira, 28 de Julho de 2017
Isto é o nosso PORTO

Contado por quem tão bem o sabe fazer, o meu Amigo facebookiano Rodrigues Pereira.

 

   Turista na própria cidade

28Jul2017 aa.jpg
Quis o acaso que tivesse que vir à Ribeira entregar uma papelada...
Esperei uns bons 20 minutos para aceder ao parque subterrâneo, fronteiro ao Palácio da Bolsa... Depois - e com o fôlego de gato escaldado, após quatro enormes lanços de escadas, sempre a subir, deslizei - vontade não me faltou que fora literalmente - até à frente ribeirinha.
E começou o meu estupor (de Barbosa du Bocage, entenda-se)...
O final de manhã estava claro como água de nascente e a brisa que subia pela rua de S. João parecia um túnel de ensaio de ventilação.
Arribado na beira-rio, depara-se-me um quadro de civilidade babeliana, entrecortada por sons do rio, de barcos que iam e vinham...
Na torreira do cais havia guarda-sóis e até uma latada recém-implantada, já com abundante sombra.
Cruzavam-se turistas com locais, sorrisos nos lábios.
Um grupo de quatro adolescentes, sentado num banco em frente ao rio, elaborava umas sanduíches com produtos adquiridos numa mercearia ao lado.
As esplanadas estavam cheias... Muitos turistas, mas muita gente a falar português de Portugal.
As fachadas renovadas luziam cores desgarradas e de algumas pressentia-se o cheiro a sabão azul, das roupas penduradas nos estendais...
Vagueei por ali um pouco e - como de costume e porque a fome apertava - estuguei o passo até à Adega São Nicolau. Esplanada cheia, regredi uns metros e aterrei no Terreiro Mar e Terra.
Do mesmo e velho Amigo Coelhinho (o Senhor Coelho - que o respeitinho é muito bonito - para quem não comparte charutos)...
Se havia polvo... É claro que havia... E que polvo! À Lagareiro, mas dócil à faca (podia ser colher) e com os complementos exigíveis, o pimento e a cebola no ponto, o ovo cozido e as magníficas azeitonas.
Pelo meio deste almoço solitário, agregaram-se grupos de estrangeiros, mas também famílias portuguesas, algumas tão locais que se levantavam no final da refeição e diziam "põe na conta”.
No silêncio repartido com alguns gritos estridentes de gaivotas, surgiu como que por encanto o som de uma viola.
E consegui ver (e ouvir) o Manuel de Falla a olhar para o Douro e a rever a sua Andaluzia da alma.
Tocado por um irmão brasileiro, que evoluiu suavemente para um chorinho e depois Genesis e Procol Harum e John Lenon...
Não vi "pés-descalços", nem caramelos, nem brigas, nem pedintes.
Vi um Porto que desconhecia, porque nunca me tinha dado para vir ao Coelhinho durante o dia...
E que vale a pena, lá isso vale !!!

MRP, 26 de Julho de 2017

PS - Dedicada ao meu "irmão" Rui Moreira



Publicado por Tovi às 08:30
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Sexta-feira, 14 de Julho de 2017
EMA na cidade do Porto?

EMA 13Jul2017 aa.jpg

Agora estamos na mão da Comissão Europeia… vamos lá ver qual será a escolha.

 

  Comentários no Facebook

«Pedro Baptista» - Então o Porto, como se impunha, triunfou! Onde ficam então as votações dos deputados-palhacitos, todos, incluindo todos os eleitos pelo Porto de todos as secções da partidocracia centralista, a recomendar Lisboa? Onde ficam as palavras do primeiro-ministro de que a candidatura de Lisboa era assunto encerrado? Onde ficam as alarvidades costumadas do nº 2, Santos Silva, que diz que é do Porto, que dizia, mentindo ao país, que havia estudos que impunham a Lísbia a que há muito, como os outros, se vendeu? Onde ficam os silêncios cúmplices dos outros ministros que também dizem ser do Porto, embora só tenham como certificado o assento paroquial e civil? Claro, claro, sabemos muito bem porque ocorreu a cambalhota, sabemos muito bem que foi quando o governo centralista se convenceu a impossibilidade absoluta de ser a candidatura portuguesa a vencer, que abriu para o Porto e depois por aí optou fazendo o flique-flaque... Sabemos bem que se o Porto não for escolhido - que é o mais provável - dirão que foi por causa de ser o Porto. É quase impossível ganhar... Mas quase... é quase... Bem sabemos como o governo sustenta a proposta de Ser o Porto, dando o dito por não dito... Presente envenenado? É evidente! Mas tinha piada se conseguíssemos sobreviver ao veneno e vencer como é, aliás, nosso apanágio... E quanto aos deputadozecos de meia-tigela desta pseudo-democracia de manjedoura: será que vão votar uma moção a apoiar a candidatura do Porto? Aposto que não... Desta vez, sentem-se bem elucidados... E dizem que houve uma revolução há 43 anos e não foram só as moscas que mudaram!



Publicado por Tovi às 07:29
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Quarta-feira, 12 de Julho de 2017
Debate parlamentar sobre Estado da Nação

Atão?... Depois de toda a discussão de hoje lá por São Bento alguém me sabe dizer qual é o verdadeiro Estado da Nação? Cá para mim no fim destes debates parlamentares alguém (podia ser o Marcelo) devia fazer um resumo e dizer-nos quais as conclusões, que nisto de entender os políticos há muitos nabos como eu.

   E já agora... fiquem com esta notícia:
12Jul2017.jpg

   Comentários no Facebook

«Joaquim Figueiredo» - O estado da Nação resulta da percepção que cada um tem da melhoria ou não da sua vida. E também sentir se as pessoas andam ou não mais felizes. A minha vida melhorou e sinto que as pessoas andam mais felizes

«Manuel Carvalho» - “Debate do estado da nação conclui que a nação está”, por Renato Carreira – inÉpcia.

«David Ribeiro» - Dito assim até eu percebi, Manuel Carvalho [Emoji wink]



Publicado por Tovi às 23:45
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Sábado, 8 de Julho de 2017
Porto... terra de Liberdade #2

  Pedro Baptista, na sua página do Facebook

Bom Dia, Amigas e Amigos,
Há 185 anos, os liberais desembarcavam no Porto, precisamente nas praias a norte de Pampelido, dando força militar vitoriosa à corrente liberal dominante na cidade. Iniciar-se-ia o Cerco do Porto e a Guerra Civil, posto o que, com a vitória portuense, se formava o Portugal moderno. (A gravura pertence ao Arquivo Distrital do Porto).

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  CMP - Porto Cultura

Vários locais, edifícios, monumentos, templos e ruas integram a "Rota PORTO LIBERAL", lançada neste 8 de julho, data em que há 185 anos se deu o desembarque de Mindelo. Além da Câmara Municipal, a revisitação histórica pela geografia da cidade é promovida pela Venerável Irmandade de Nª Srª da Lapa, o Exército Português através do Museu Militar do Porto, a Direção Geral do Património Cultural, a Santa Casa da Misericórdia do Porto através do MMIPO - Museu e Igreja da Misericórdia do Porto e a Direção Regional de Cultura do Norte.



Publicado por Tovi às 10:19
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Sexta-feira, 7 de Julho de 2017
Porto... terra de Liberdade #1

   Pedro Baptista, na sua página do Facebook

Bom Dia, Amigas e Amigos!
Ao anoitecer de 7 de Julho de 1832, faz hoje 185 anos, tremeram as hostes absolutistas que dominavam a cidade do Porto: para seu grande espanto, a esquadra liberal estava à vista. Não contavam que D. Pedro IV e os seus estrategos decidissem o local do desembarque, tendo como critério primeiro o politico: o Porto era a cidade que, pela sua tradição e composição, dava mais garantias de apoio à causa liberal. A esquadra tentou desembarcar em Vila do Conde, mas as parlamentações com a guarnição militar correram mal, pelo que foi escolhido outro local “légoa e meia” mais a Sul… Mas isso é para amanhã, o dia do desembarque...
Para hoje, fiquemo-nos com o nº 1 da Crónica Constitucional do Porto, 11 de Julho de 1832, edição de 4ª feira:

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Noticia Official das operações do Exercito Libertador.
Porto 10 de Julho de 1832.
S. M. I. fez-se á vela, com o Comboio, que se achava surto na praia defronte de Ponta Delgada, no dia 27 de Junho, pelas 2 horas da tarde, e seguio viagem com o tempo mais favorável, até ao dia 7 de Julho, em que deo vista da Costa de Portugal, na altura de Villa do Conde; pelas 7 da tarde do mesmo dia, achava-se todo o Comboio nas agoas daquela costa (…)
No dia 8, pelas 9 horas da manhã, mandou o mesmo Augusto Senhor içar na Fragata Rainha de Portugal o pavilhão Real que foi saudado com uma salva de vinte e um tiros, pelas embarcações de guerra (…) S. M. I., havendo assim cumprido com o que o seu Coraçaõ dictava, ordenou que o Exercito desembarcasse no ponto que já se achava fixado, entre Villa do Conde e o Porto (…) Em consequência daquella ordem, pelas 2 horas e meia da tarde, as embarcações de guerra tomáraõ posição na praia de Mindelo, a meia distancia, pouco mais ou menos, daquelas duas povoações, e a menos de tiro de metralha da terra; e ás 3 horas começou o desembarque, sem opposiçaõ alguma; aparecendo apenas em reconhecimento poucas patrulhas de Cavallaria, que foraõ desalojadas por alguns tiros do Brigue Liberal.
A Guarniçaõ do Brigue de guerra Conde de Villa Flor foi a primeira que, saltando em terra, cravou a Bandeira da Senhora D. MARIA II (…)
S. M. I. desembarcou ás 6 horas da tarde, entre aclamações e enthusiasmo inexplicável da tropa, e bênçãos de inumerável concurso de habitantes, que de todas as aldêas próximas vinhão vêr e saudar, como eles mesmos diziaõ, o seu Libertador.



Publicado por Tovi às 15:03
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