"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Terça-feira, 12 de Março de 2024
Corte de árvores pela Infraestruturas de Portugal

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Luís Império ontem, na página do "Um novo norte para o Norte"
Corte de dezenas de árvores com mais de 30 anos na zona da Prelada numa extensão de cerca de 500m e aos moradores nada é explicado sobre os motivos …Hoje… Estas árvores, da altura de um oitavo andar, para além de minimizarem algum ruído, certamente absorveriam um pequena parte do CO2 da VCI…. Note-se que são árvores saudáveis. Nesta zona residencial não há sequel 10cm de barreiras sonoras… O Rui Moreira não se atravessa… Em pesquisa no Google nenhuma notícia sobre o tema. A CMP que costuma gabar-se em panfletos, nada colocou nas caixas do correio dos moradores afectados ou informou os mesmos por outros meios…. Depois queixam-se que partidos como o CHEGA ganhem votos…

 
Alfredo SolteirO abate de árvores tem-se verificado por toda a cidade de há uns anos a esta parte. Claro que é importante que se abatam árvores doentes/velhas, mas deve haver substituição. Não se tem verificado isso. Podíamos ser uma cidade verde, dado o nosso clima, mas estamos cada vez mais cinzentos. Este comentário não tem qualquer cariz político. É apenas a opinião de um cidadão do Porto.
Luís ImpérioAlfredo Solteir conforme especifiquei, e não sendo eu um especialista em botanica, todas parecem saudáveis e frondosas.
David RibeiroA informação que me acabam de dar da CMP é que este abate não é obra municipal. Deverá ser da Infraestruturas de PortugalA Câmara Municipal do Porto cuida e bem do património arbóreo com um trabalho de excelência na nossa cidade. Mãos na terra que há um património com mais de 2.500 novas árvores a ser plantado
Luís Império
David Ribeiro a CMP nunca impôs que a IP colocasse barreiras sonoras na zona da Prelada aonde moram milhares de pessoas, e, durante 30 anos estas árvores pelo menos faziam alguma barreira sonora e visual. Nunca entendi esse desleixo por esta zona da cidade pois existem barreiras sonoras em quase todas as outras. Vai-me dizer que a CMP não tem também nenhum voto na matéria sobre isso?
Bernardo Sá Nogueira MergulhãoLuís Império se não for responsável, não. Nem tudo é controlável pela câmara.....tal como as intervenções da IP por exemplo...mas pode manifestar a sua indignação à mesma se o interesse for as árvores e não atacar a câmara é só mudar agulha para IP.
Luís ImpérioBernardo Sá Nogueira Mergulhão cabe à camara exigir barreiras sonoras, que aqui nunca existiram, e, se a IP retira as arvores, que por muito pouco que fizessem barreira sonora, eram melhor que nada, deveria ser obrigada a colocar-las. Afinal porque é que existem em quase todas as zonas residenciais da VCI menos nesta?
Rui MoreiraLuís Império é mentira. A cmp tem exigido essas barreiras, tambem a universidade do Porto por causa do jardim botânico tem repetidamente feito essa exigência à IP
Luís ImpérioRui Moreira e resultados? Nada… moro aqui há 30 anos, porque razão quase só nesta área não colocaram? Essa discriminação nunca foi comunicada…
Hugo ReisRui Moreira não deixa uma única memória positiva. Deixa uma cidade em pantanas, desorganizada, suja, mais perigosa, cheia de obras mal feitas ou inacabadas e ainda este tipo de rasto de destruição. Às tantas vão substituir as árvores por barreiras acústicas, porque sempre é mais uma obrinha.
Rui MoreiraHugo Reis pode ter as suas razões para criticar-me. É a sua opinião. Eu se calhar tambem tenho uma opinião a seu respeito. Aliás, vejo pelo seu perfil que mora em VN de Gaia. Neste caso, a Câmara do Porto nem sequer foi informada. Como de resto acontece com tudo o que a IP vai fazendo ou não fazendo na VCI. Soubemos pelas queixas legitimas dos portuenses. E vamos actuar.
Luís Império
Rui Moreira como pode dizer que a CMP não foi informada??? Estava a Polícia Municipal a supervisionar o bloqueio total da rua para as gruas e camiões que retiravam as árvores e a colocar barreiras para impedimento de estacionamento e os sinais colocados estão assinalados para toda esta semana. Vai também dizer que isso foi feito à revelia da CMP? Não é a CMP responsável por essas autorizações de bloqueios de ruas e de lugares de estacionamento públicos? Não é responsável pela Polícia Municipal? Por acaso escapou-me tirar foto ao carro da Polícia Municipal…
Hugo Reis
Rui Moreira eu sei que tem uma opinião a meu respeito, mas eu não sou detentor de um cargo público. Actualmente moro no Porto. Quanto à autarquia não saber, permita-me uma correção: o Presidente não sabia, pois se a polícia municipal estava no local... Que a comunicação interna não funcione, nisso até posso acreditar.
Rui Moreira
Hugo Reis eu tenho todo o direito de ter uma opinião a seu respeito. Tenha ou não tenha cargo público. É a vida…
Luís ImpérioRui Moreira como pode dizer que a CMP não foi informada se,por este motivo de corte de arvores, para ter sido efectuado o corte da estrada e de dezenas de lugares de estacionamento durante uma semana, e a respectiva supervisão pela policia municipal, isso tenha de ser requerido á propria CMP tal como é indicado no seu site?
Luís Império - Aqui o vídeo de hoje de manhã aonde se pode claramente ver os vários Polícias Municipais e várias motos suas… Ou seja isto não pode ter acontecido sem a CMP ter sido informada como alega o seu presidente….  Hoje e nova pesquisa de noticias nada... nem uma referencia a este corte de arvores... será que há boicote noticioso? No entanto em 2017 a CMP dava noticias em sentido contrário....
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David RibeiroContinua... às 11h15 de hoje
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Luís ImpérioSerá que isto tem a ver com a construção do centro de formação futeboleira nos terrenos da quinta de Prelada? Como à futebolice tudo se permite....
David Ribeiro
Luís Império... isto é obra da Infraestruturas de Portugal e como é seu hábito não dá conhecimento a ninguém. A Policia Municipal está lá porque foi cortada a rua.
Bernardo Sá Nogueira MergulhãoSe calhar é melhor informar-se primeiro então.
Luís ImpérioBernardo Sá Nogueira Mergulhão procurei na net em todo o lado, nos sites da IP, da CMP e jornais, nada é referido sobre isto, nem sobre os condicionamentos e cortes de rua e estacionamentos, o proprio presidente da CMP comentou neste post desconhecer, apesar dos cortes de rua e estacionamento terem de ser aprovados pelos serviços da CMP com respectiva justificação.... Mas se souber aonde se pode obter informação sobre estes cortes de arvores, agradeço.
Rui MoreiraLuís Império nao seja ignorante. Foi pedido um condicionamento de transito, como poderia ter sido feito para mudar uma caleira ou fazer uma poda. 
Rui Moreira - Alfredo Solteir a Câmara não foi informada até ontem. Quando a presidente da junta de Ramalde nos ligou. 
Rui Moreira - Luís Império é por isso, por estas acções de desinformação, que a IP faz o que faz.
Rui Moreira
12/03/2024 13:59 (LUSA) Porto acusa IP de fazer abate de árvores na Prelada sem informar municípioO presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, acusou hoje a Infraestuturas de Portugal (IP) de abater árvores que servem como barreira acústica na Prelada, junto à VCI, sem informar o município, mas a empresa alega problemas fitossanitários. "Sem que a Câmara Municipal do Porto tivesse sido informada, a IP resolveu deitar abaixo um conjunto extenso de árvores - cerca 60 árvores que ladeiam a VCI [Via de Cintura Interna] - e nós, pura e simplesmente, não fomos informados dessa situação", disse hoje Rui Moreira aos jornalistas, após ter tido conhecimento do abate na rua Maria Lamas na segunda-feira. Segundo o autarca do Porto, o abate dos choupos causou "constrangimentos e consternação na população, porque são árvores de grande porte", tendo a operação sido entretanto suspensa por ordem da Polícia Municipal, por motivos de segurança. "Um dos abates das árvores estava a ser feito sobre uma das faixas de rodagem da VCI sem cumprir aquilo que nós consideramos os 'standards' mínimos de segurança. Daí nós termos ordenado a suspensão imediata", justificou o comandante da Polícia Municipal, Leitão da Silva, que afirmou ter sido notificado apenas para um corte de trânsitoSegundo a Câmara do Porto, até agora foram abatidas cerca de 20 árvores. O arvoredo terá cerca de 60 anos, segundo o vice-presidente da autarquia e vereador do Ambiente, Filipe Araújo. Para Rui Moreira, "não basta alguém dizer que há um motivo de segurança, era preciso fundamentar isso" por parte da IP num relatório fitossanitário, considerando ainda "um pouco estranho que haja motivos de segurança em todas as árvores". "Era preciso que a IP tivesse falado connosco no sentido de saber quais são as medidas de mitigação de ruído que vão substituir aquele bosque, e neste momento nada nos foi dito", contestou. Em resposta à Lusa, fonte oficial da IP referiu que "os serviços operacionais foram previamente informados da necessidade e do motivo que levou à necessidade do corte de trânsito". Já num comunicado enviado às redações, a IP informou que as árvores, de idade avançada, têm "problemas fitossanitários, estando em causa a estabilidade das mesmas", tendo promovido, nos últimos anos, "diversas ações com o objetivo de obter a regeneração das referidas árvores, sem que, no entanto, tenha sido possível reverter a situação". A decisão de abate "tem por base uma avaliação por parte dos serviços técnicos e ambientais da IP", visando "garantir as condições de segurança de pessoas e bens". Segundo Rui Moreira, "a IP tem de perceber, por uma vez, que a VCI, sendo da sua competência [da IP] e sendo um território seu, é, apesar de tudo, uma via urbana, que atravessa a cidade". "Tirar árvores causa impacto na população, causa impacto na paisagem, tem impacto também numa matéria que nós temos vindo a alertar há muito tempo, que é a questão do ruído", em que a VCI "é o principal problema" da cidade, clamando Rui Moreira pela instalação de barreiras acústicas. A questão das árvores "soma-se a muitas outras preocupações" que a autarquia tem relativamente à VCI, incluindo a recente alteração no nó de Paranhos, que já pediu para ser revertida "porque está a funcionar muito mal", mas "não há resposta" por parte da IP. Rui Moreira recordou ainda as propostas feitas quanto à alteração nas portagens nas vias que alimentam a VCI, que aguardam implementação. Questionado sobre se a autarquia ou a Área Metropolitana poderiam ter poder direto para intervir em vias de características locais como a VCI ou a Circunvalação, geridas pela IP, Rui Moreira disse esperar que o novo Governo encontre "uma solução diferente" da atual. "Mas aqui é uma questão de bom senso. Não há nenhuma legislação que substitua a questão do bom senso. Não se pode tratar uma cidade como se trata o quilómetro 200 de uma autoestrada no meio de uma montanha. Aqui vivem pessoas", vincou.

  Município trava abate de árvores junto à VCI à espera de justificação da Infraestruturas de Portugal
Entre 18 a 20 árvores foram cortadas pela Infraestruturas de Portugal (IP) junto à VCI, na zona da Prelada, durante os trabalhos que ali decorrem. Além de não ter sido informada previamente, a Câmara do Porto reclama à IP a justificação para este abate e, por razões de segurança, denunciando a forma como as árvores estavam a ser cortadas sem proteção, suspendeu imediatamente os trabalhos. Depois de alertada para o abate, a Câmara do Porto pediu esclarecimentos à IP e recebeu a alegada existência de problemas fitossanitários como resposta, mas sem qualquer estudo que o comprove. Recorde-se que naquela artéria a empresa pública detém 60 árvores, estando sobre gestão municipal outras 42. São, na sua maioria, árvores de grande porte, que têm entre os 20 e os 60 anos, atuando, entre outras valências, como barreira de ruído para quem habita na zona. “A IP tem que perceber, de uma vez, que a VCI, sendo da sua competência, é, apesar de tudo, uma via urbana, que atravessa a cidade”, afirma o presidente da Câmara do Porto. Em declarações à comunicação, na manhã desta terça-feira, Rui Moreira reforça “não se pode tratar uma cidade como se trata o quilómetro 200 numa autoestrada no meio de uma montanha. Aqui vivem pessoas”. E acrescenta que o Município está a “tentar tornar a cidade muito mais habitável, a tentar resolver o problema da transição carbónica, mas encontramos, da parte da IP, uma total falta de coordenação connosco”. “Não há nenhuma legislação que substitua o bom senso e a civilidade”, afirma, considerando “um pouco estranho que haja motivos de segurança em todas as árvores. Não é muito provável que elas fiquem todas doentes ao mesmo tempo”. Rui Moreira lembrou que, há dois anos, foi feito um pedido, pela IP, para fazer a poda das árvores, mas “desta vez ninguém nos informou de nada”. 
Câmara questiona soluções de mitigação do abate. Também o vice-presidente da Câmara considera que esta matéria suscita diversas perguntas, para as quais o Município não obteve resposta, entre elas o plano para aquela zona ou se haverá soluções de mitigação, nomeadamente a plantação de novas árvores. Filipe Araújo considera que “o que assistimos hoje não é um mero corte de árvores. É um corte de árvores num local onde vivem milhares de pessoas. É acabar com um cortina arbórea que permitia, até, que as pessoas deixassem de ver a VCI”. “Se é uma questão fitossanitária, então façam-nos chegar, como qualquer outra pessoa que intervém na cidade, o estudo, as razões de segurança para trabalharmos em conjunto”, apela o também vereador do Ambiente e da Transição Climática, recordando que o Município tem “uma equipa técnica que trata de 66 mil árvores, está mais do que capacitada para avaliar esses estudos”. Depois de contactada a IP, o Município ficou a saber que está previsto um abate por fases, mas desconhece a metodologia do trabalho. “Não pode acontecer, de um momento para o outro, haver um abate massivo de árvores na cidade sem haver um plano, sem haver uma explicação”, reforça o vice-presidente. 



Publicado por Tovi às 07:44
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Sexta-feira, 5 de Maio de 2023
Vice-presidente da China vem a Portugal

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O vice-presidente chinês vai à cerimónia de coroação de Carlos III, no Reino Unido, no próximo sábado. Depois, entre 7 e 10 de maio, estará de visita a Portugal. Há quem entenda que a diplomacia chinesa “está a reforçar-se” e que o nosso país se mantém relevante, “até pela ligação ao mundo lusófono”.

  
Mário Santos
O que vem cá fazer é ver in situ as técnicas do Costa.
Da Mota Veiga Suzette
Afinal, somos um pouco importante! Também devemos considerar que Portugal tem uma grande cominidade chinesa e com muitos negócios! Ouvi dizer que não pagam impostos?
David RibeiroNão nos podemos esquecer que juntamente com a privada Fosun, o capital chinês acumula um portefólio de mais de 8,5 mil milhões de euros de participações diretas e indiretas em oito empresas portuguesas cotadas: EDP, EDP Renováveis, BCP, REN RENE, Mota-Engil, Martifer, Inapa e Reditus.
Bernardo Sá Nogueira MergulhãoNunca esqueço, nem preço político de tal no futuro... mas países descapitalizados é assim, sujeitam-se.
Altino DuarteBernardo Sá Nogueira Mergulhão Preço político?
Bernardo Sá Nogueira Mergulhão
Altino Duarte sim, um almoço nunca é de graça.
Altino DuarteBernardo Sá Nogueira Mergulhão Sim, todas as economias têm necessidade de negócios em comum. Porque razão será diferente com a China ? E isso não deve acontecer sob pena , neste caso, de Portugal vir a "alinhar" com esse país? E não há problemas de "alinhar" com outros? Será porque o regime chinês não é democrático? Não me parece que Portugal venha a ter problemas de colonização e que a sua independência quer territorial quer política venha no futuro a ser afectada. Todos os muros devem ser derrubados, é essa a minha opinião...!
Bernardo Sá Nogueira MergulhãoAltino Duarte pode ter a certeza que a minha preocupação é só seu regime político, não nacionalidade. Estava mais descansado se não exigisse controlo total de portos e controlo político de países que falham por algum motivo algum pagamento de dívida ,como faz....além de actuar como concorrente desleal roubando muita tecnologia ocidental em vez de ter sociedade propicia ao seu desenvolvimento...tirando isso...
Altino DuarteBernardo Sá Nogueira Mergulhão Sendo Portugal um país onde a Democracia está consolidada e pertencente à UE não me parece que possa haver algum problema de controlo político por parte da China. É essa a minha opinião mas compete aos nossos governantes estabelecer as relações comerciais e industriais que entendam ser as melhores e possam contribuir para os interesses do País.
Jose Antonio M MacedoBernardo Sá Nogueira Mergulhão Infelizmente Portugal verga-se ao capital chinês.
Jose Antonio M MacedoInfelizmente para Portugal
Antero FilgueirasEsquecer que um país totalitário e uma ditadura autocrática manda em Portugal, com a colaboração activa e passiva de canalhas e salafrários?! Impossível!!!!!

 

  10mai2023
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Na passagem pelo Porto, Han Zheng foi acompanhado pelo vice-presidente do Município, Filipe Araújo, e teve a oportunidade de conhecer um exemplar de magnólia denudata, a flor-símbolo da cidade chinesa de Shanghai, com a qual o Porto é geminado desde 1995.



Publicado por Tovi às 08:11
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Domingo, 8 de Janeiro de 2023
Chuva forte causou grandes estragos na Baixa do Porto

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No dia de ontem, entre as 11h30 e as 12h00, já mesmo no final do aviso laranja que vigorou durante a manhã, na cidade do Porto uma grande queda de água num curto espaço de tempo, deixou estradas cortadas, ruas inundadas e obrigou ao fecho da estação de Metro de São Bento. Pedra, areia e lama foram arrastadas pela enxurrada. Bombeiros receberam 150 pedidos de ajuda por inundações em duas horas no Porto. Na Baixa da cidade foram registadas 56 ocorrências.

 

 
Captura de ecrã 2023-01-07 184703.jpgNum balanço dos estragos, o vice-presidente da Câmara Municipal, Filipe Araújo, negou a suspeita de que tinha rebentado uma conduta na zona da Estação de São Bento e garantiu que as equipas estavam preparadas para a intempérie, mas não para aquilo que aconteceu na Rua Mouzinho da Silveira. "De facto é um fenómeno que nunca a cidade viu neste espaço". Está a decorrer uma obra na linha do metro e que, segundo o porta-voz, terá "certamente provocado algumas alterações que estamos neste momento a estudar". Segundo explica o vice-presidente, existe um rio - o rio da Vila - que passa por debaixo da rua Mouzinho da Silveira que normalmente transporta toda a água - mesmo em grandes intempéries. "O que aconteceu hoje é que a água não percorreu o rio e veio à superfície e arrastou com ela paralelos e causou outros danos". "Estamos a avaliar porque é que isso aconteceu", acrescentou. "Mas isso é normal também. Uma obra pode provocar esse tipo de alterações, mas obviamente estamos preocupados com o que se sucedeu e estamos a estudar formas de não voltar a acontecer", afirmou. 

 

  Orgulho nos trabalhadores ao serviço do Município do Porto
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A chuva intensa de ontem, sobretudo ao final da manhã, originou 56 ocorrências no Porto, com especial incidência na zona da Baixa e da marginal. Os trabalhos de limpeza e de reposição da normalidade estão ainda a decorrer na Rua de Mouzinho da Silveira, estando prevista a reabertura ao trânsito de uma faixa de rodagem nas primeiras horas de hoje. No local continuam dezenas de operacionais da Proteção Civil Municipal, Polícia Municipal, Porto Ambiente e limpeza urbana.

 

  No dia seguinte à grande queda de água que provocou graves problemas na Baixa do Porto, vejam este pequeno artigo sobre a rede de canais subterrâneos ainda hoje existentes na Cidade Invicta. (National Geographic Portugal - 21dez2022 - Texto: André Vasconcelos; Fotografia: Ricardo Moutinho)

O rio que corre por baixo da cidade do Porto
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(Muito antes das captações de água no rio Sousa, as fontes e chafarizes da cidade do Porto eram abastecidas através de uma rede de canais subterrâneos, ainda hoje existentes, como os do manancial de Paranhos)
Passamos sobre eles centenas de vezes, mas não damos conta de que, por baixo do solo portuense, correm mananciais construídos em terreno granítico que permitiram, durante séculos, o abastecimento das fontes e chafarizes para o consumo de água. 
Até 2007, foi possível visitar estes espaços, mas a Águas do Porto foi forçada a encerrar o acesso por falta de condições de segurança. Além disso, as obras do Metro interromperam um segmento dos canais, o que obriga o visitante a sair e reentrar nos túneis.

De acordo com a investigação de Alexandra Agra Amorim e João Neves Pinto, autores da obra “Porto d’Agoa” (edição conjunta dos SMAS Porto e Instituto Superior de Engenharia do Porto), a primeira referência documental ao Porto subterrâneo remonta a 1392, mas a construção do manancial de Paranhos só foi autorizada em 1597 por Filipe I a pedido do povo da cidade. Em 1607, a água já chegava ao Porto, pois este manancial encaminhava-a das três nascentes da Praça Nove de Abril, vulgo “Arca d’água”, até à actual zona baixa da cidade. O manancial de Paranhos custou 22.800.000 réis.
De construção cuidada e permitindo quase sempre a caminhada erguida, ele apresenta, a espaços, pequenas galerias com nascentes de água que alimentam o caudal corrente num aqueduto de pedra. Na Quinta de Salgueiros, aquele manancial une-se a outro (o manancial de Salgueiros) e a água passa a percorrer o subsolo da cidade numa única caleira de pedra com destino à Praça Gomes Teixeira.
Até terminarem os estudos de reabilitação não há perspectiva de reabertura destes canais aos visitantes modernos. Neste momento, está aberto um concurso para a abertura de um museu - está previsto que o Museu do Rio da Vila seja inaugurado no segundo trimestre de 2018 - e o percurso subterrâneo a partir da estação de São Bento.

 

  Ainda é cedo para se tirarem estas conclusões, mas...
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  Lusa, Expresso e SIC Notícias às 9h00 de hoje




Terça-feira, 6 de Dezembro de 2022
Bactéria Xylella Fastidiosa detetada no Porto

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É "dos piores problemas que o país já atravessou em termos de praga" e que, apesar de todos os esforços que têm sido feitos, “a única forma de conter a doença é simplesmente retirar a árvore”, explicou o vice-presidente da Cidade Invicta na reunião de ontem da Assembleia Municipal. O vice-presidente da Câmara do Porto, Filipe Araújo, afirmou que a bactéria Xylella Fastidiosa foi detetada na cidade e poderá provocar o "desaparecimento" dos metrosideros (árvores-de-fogo) existentes na zona de Sobreiras, bem como de algumas árvores da Avenida Fernão de Magalhães. Em causa está uma bactéria transmitida pelo inseto Philaenus spumarius (vulgarmente conhecido como cigarrinha-da-espuma), que se alimenta do xilema das plantas e cujo ciclo se inicia na primavera. A bactéria afeta um elevado número de espécies de plantas ornamentais e também espécies de culturas como a oliveira, a amendoeira, a videira ou a figueira. Em 18 de janeiro de 2019, Portugal informou oficialmente a Comissão Europeia da presença da bactéria Xylella fastidiosa em plantas de lavanda no jardim de um Zoo em Vila Nova de Gaia, no Porto, conforme disse à Lusa, na altura, uma fonte comunitária.



Publicado por Tovi às 09:27
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Quarta-feira, 30 de Novembro de 2022
Um clima de mal-estar no executivo camarário do Porto

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Parece haver um clima de mal-estar entre o movimento independente de Rui Moreira “Porto, o Nosso Movimento” e a Iniciativa Liberal (IL). Em causa estará a falta de respaldo político por parte da associação cívica que apoia o executivo e que o autarca esperava por ter sido visado numa reportagem da SIC.

É muito provável que a tal "reportagem da SIC" seja esta:
SIC Notícias - 28out2022 às 22h11 - Empresa envolvida em casos de corrupção instala-se no Porto

 

  Porto Canal 29nov2022 às 21h05
Captura de ecrã 2022-11-30 105107.jpgFilipe Araújo, recém-eleito presidente da associação Porto, o Nosso Movimento, desvalorizou a saída de Ricardo Valente do movimento e defendeu que “para uma pessoa se demitir precisa de exercer algum cargo”. Quanto à pretensão de Ricardo Valente ser defendido pelos independentes na sequência de uma reportagem da SIC, Filipe Araújo afirmou esse "não é tema que a Associação deva tratar"O mandato de Filipe Araújo ao leme da associação Porto, o Nosso Movimento, começou de forma atribulada. Eleito no passado sábado, quase unanimemente, com 66 dos 68 eleitores, o vice-presidente de Rui Moreira viu Ricardo Valente despedir-se da Associação, em carta enviada a 10 de novembro. O responsável pelo pelouro das Finanças, Atividades Económicas e Fiscalização, da Economia, Emprego e Empreendedorismo, não terá sentido o apoio e respaldo do ‘braço-armado’ de Moreira, e escreveu uma carta aos órgãos do movimento independente a anunciar a saída daquela que é a organização política que elegeu o autarca do Porto. Para Filipe Araújo, o atual cenário não representa uma demissão, “porque para uma pessoa se demitir precisa de exercer algum cargo na Associação Cívica, no Movimento”, coisa que não acontece, defende o líder, reforçando que “aquilo que existe é que há um associado que sai, tão somente isso”. Questionado sobre a falta de apoio sentida por Ricardo Valente, que terá estado na origem da decisão do vereador, como admitiu o próprio ao Porto Canal, Filipe Araújo rejeitou comentar, afirmando que “a Associação não teria nunca que se pronunciar sobre este caso. Deve-se a um tema que o Ricardo Valente terá de tratar em sede própria, ele próprio já o fez, nos meios que tem à sua disposição”, realçou. Tirando dos holofotes o tema que abalou a política municipal da Invicta, esta segunda-feira, o líder do movimento independente admite otimismo no mandato que agora arranca, destacando o forte apoio que tem sentido, desde a sua eleição. “Aquilo que posso dizer é que desde sábado quando assumi a presidência da Associação Cívica o que tenho sentido e recebido foi por parte de muitas pessoas o interesse em associar-se ao Movimento, o que comprova bem a vitalidade que o Movimento tem e os vários fatores que nós representamos de discutir o Porto, discutir o futuro”, acrescentou.



Publicado por Tovi às 07:36
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Sexta-feira, 11 de Novembro de 2022
Será o meu candidato

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Se Filipe Araujo se candidatar à Câmara do Porto será o meu candidato.



Publicado por Tovi às 07:11
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Sexta-feira, 4 de Novembro de 2022
Uma das melhores que já ouvi...

...e quase que me mijava de tanto rir  
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E tudo isto tem a ver com Regionalização... e a verdade é que por cá a cidade do Porto quer liderar dando o exemplo. Vejam na revista "Ambiente Magazine" o caminho que a Câmara do Porto fez, pela mão do seu vice-presidente e vereador do Ambiente, Filipe Araújo.
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Publicado por Tovi às 07:38
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Terça-feira, 4 de Outubro de 2022
Filipe Araújo na liderança do movimento independente

Filipe Araujo tem todas as qualidades para ser o futuro Presidente da Câmara do Porto.

  Porto Canal - 28set2022
"Vice" de Moreira assume liderança do movimento independente
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Filipe Araújo, vice-presidente da Câmara Municipal do Porto, vai ser candidato à presidência da Associação Cívica “Porto, o Nosso Movimento”, de olhos postos na corrida à autarquia da Inivicta. Este é assim um passo seguro rumo a um destino que muitos lhe vão apontando, o de ser o sucessor de Rui Moreira. (...) “Esta candidatura é um projeto de continuidade, alicerçado numa gestão da cidade de Rui Moreira e o seu executivo. A associação soube ajudar à construção desse caminho, um caminho independente, com pensamento próprio, centrado no Porto, sem diretórios a condicionar e sempre em defesa do seu Porto”, explicou o número dois de Moreira.

 


Gonçalo G. MouraEntão porquê? Quais são as propostas? O que pretende na mobilidade urbana? É mais do mesmo ou trás alguma ideia nova?
David RibeiroGonçalo G. Moura, porque é sério, nunca esteve sujeito às partidarites doentias e já viu as suas políticas serem referendadas pelos portuenses em três eleições autárquicas.
Gonçalo G. MouraDavid Ribeiro votei uma e saí desiludido... ou há alterações ou continuo a votar noutros
Bernardo Sá Nogueira Mergulhão - Têm o pelouro do ambiente, que por sinal têm uma política ambiental exemplar. Mais não se pode pedir, seriedade a gerir a coisa pública, o dinheiro de todos nós. Não me parece pouco....
Gonçalo G. MouraBernardo Sá Nogueira Mergulhão portanto é o homem que põe os carros do lixo a andarem pela cidade à hora de ponta, as varredoras mecânicas nas ciclovias ao domingo quando estas têm mais utilizadores...
Bernardo Sá Nogueira MergulhãoNão é o homem que renaturaliza ribeiras.. Planta árvores, aumenta áreas verdes, promove composto orgânico, promove eficiência energética(edifícios e transportes), põe sensores em lixo para ser recolhidos quando estão cheios (hora de ponta ou não), fornece plantas gratuitamente à população para plantaremem em jardins privados. Promove biodiversidade etc. Etc... o ambiente é muito mais que lixo ou esgotos.... Informe-se melhor, de politica ambiental da câmara, para melhor criticar positivamente ou negativamente.
G
onçalo G. MouraBernardo Sá Nogueira Mergulhão isso é muito lindo mas e em termos práticos, aquilo que é urgente e inferniza o Porto é a gestão do tráfego, que tem impacto ambiental e económico e onde parece que a CMP anda a engonhar há três mandatos.
Bernardo Sá Nogueira MergulhãoFale por si dou muita importância e tenho muito orgulho nesta política ambiental... De qualquer maneira o tema da mobilidade urbanas não pertence ao Filipe Araújo, tema original da conversa, tentei demonstrar-lhe seriedade na gestão do que lhe compete .... O trânsito têm de ser resolvido... Espero que novas obras de metro ajudem mais gente a deixar carro 😉
David Almeida
Muito bem entregue, com laivos de continuidade, sempre em crescimento!!!👏👏👏
David Ribeiro
Haverá sempre, e com todo o direito, quem não concorde com as políticas autárquicas em execução e que foram referendadas pelos portuenses nos últimos três mandatos. Mas o que eu gostaria de ver eram ALTERNATIVAS e forças políticas que as apresentem ao eleitorado. Parece que já está na hora de começarem a aparecer candidatos à Câmara do Porto... venham eles e o debate será seguramente interessante.



Publicado por Tovi às 08:15
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Terça-feira, 30 de Novembro de 2021
Um elemento de segurança e proteção dos cidadãos

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São oito – cinco fêmeas e três machos –, ainda a caminho dos três meses, os mais recentes operacionais a reforçar o trabalho da Unidade Especial de Polícia - Grupo Operacional Cinotécnico da Polícia de Segurança Pública do Porto e da Unidade Cinotécnica Municipal. Os cães são de uma linhagem de trabalho de pastores alemães e foram doados, na tarde desta terça-feira, no Centro de Recolha Oficial de Animais (CROA) do Município, através de um protocolo com a Câmara do Porto. Para o presidente da Câmara do Porto, este “é um momento particularmente bonito”, ainda que Rui Moreira partilhe o sentimento de que “o ideal é que eles consigam chegar ao fim das suas vidas sem serem precisos. Se forem, são mais um elemento de segurança e proteção dos cidadãos”. Presente na cerimónia, além do comandante da Polícia Municipal, intendente António Leitão da Silva, da comandante do Comando Metropolitano do Porto da PSP, superintendente Paula Peneda, do vice-presidente da Câmara do Porto, Filipe Araújo, e das vereadoras Catarina Araújo e Cristina Pimentel, esteve o comandante da Unidade Especial de Polícia da PSP, superintendente-chefe Paulo Lucas, que agradeceu a doação assegurando que “os cães vão ser de extrema utilidade”.



Publicado por Tovi às 07:29
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Quarta-feira, 15 de Setembro de 2021
Equipa de Rui Moreira na Câmara Municipal do Porto

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Por trás de um grande Presidente há sempre uma grande equipa.



Publicado por Tovi às 07:58
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Terça-feira, 27 de Abril de 2021
Descentralizar, sim... Desconcentrar, não

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    PortoCanal / Lusa

A Assembleia Municipal do Porto recusou a descentralização de competências na área da ação social para 2021, que representaria para o município um défice anual superior a seis milhões de euros.
A proposta foi votada, com o voto contra do PS, durante a sessão ordinária da Assembleia Municipal do Porto, que decorreu na segunda-feira na Biblioteca Municipal Almeida Garrett.
Na sessão, o deputado Nuno Caiano, do grupo municipal 'Rui Moreira: Porto, O Nosso Partido' destacou a diferença entre "descentralizar" e "desconcentrar", considerando que o modelo apresentado "não permite assumir em consciência as competências".
"A nossa prioridade é com os portuenses e se a aceitássemos era sob pena de prejudicarmos o Porto", disse, defendendo que se a autarquia validasse a transferência estaria a dar "um sinal errado".
Também o vice-presidente da Câmara do Porto, Filipe Araújo, que na sessão substituiu o independente Rui Moreira, disse existirem "dois pontos críticos" no processo, a transferência dos processos do Rendimento Social de Inserção e o atendimento e acompanhamento social.
"O que está aqui envolvido, e que estaria em causa, é a transferência de 1,8 milhões de euros. Pode parecer muito dinheiro, mas para nós, que fazemos as contas, fica muito aquém", disse, considerando a transferência de competências na área social "um descartar de responsabilidade dos serviços do Estado que não transfere os meios necessários".
A deputada Susana Constante Pereira, do BE, que partilhou da posição da autarquia ao considerar que o processo "não é favorável ao interesse do município", defendeu ainda não ser esta a descentralização "que agudiza os contrastes que se vivem no país" que o partido defende.
Também Artur Ribeiro, da CDU, disse concordar com a recusa da transferência de competências sociais, defendendo a necessidade de "dar corpo às regiões administrativas".
Já a deputada Bebiana Cunha, do PAN, considerou que o processo devia "ter sido melhor negociado e acordado", defendendo que este é o momento do município "pensar e refletir" sobre a resposta a dar em termos de ação social.
Também o social-democrata Alberto Machado concordou com a recusa da transferência, defendendo, no entanto, que a descentralização devia ser acompanhada de um "processo de regionalização" para o país "chegar mais longe".
Em 19 de abril, o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, afirmou, na reunião do executivo, que aceitar a descentralização de competências na área da ação social "era acabar com um défice [para o município] superior a seis milhões de euros/ano", salientando que a este valor a que somar os custos a suportar com as outras áreas a transferir no âmbito do processo de descentralização.
A Lei-Quadro da transferência de competências para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais entrou em vigor a 17 de agosto de 2018, tendo sido ao longo de dois anos publicados os diplomas setoriais sobre as diferentes competências a transferir.
Esta legislação estabelecia que a transferência se possa fazer de forma gradual, conferindo às autarquias a faculdade de optarem por adiar o exercício das novas competências.
No âmbito desta prerrogativa, a Câmara do Porto tinha já rejeitado a transferência de competências em 2019 e 2020, por entender não ser possível ponderar atempadamente o conjunto de implicações financeiras, humanas e organizacionais decorrentes da descentralização.



Publicado por Tovi às 09:46
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Sábado, 25 de Julho de 2020
Conferência JN

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"Os Caminhos da Recuperação Económica em Portugal: Hipóteses a Norte" foi o tema da conferência organizada pelo "Jornal de Notícias" e pela Câmara Municipal do Porto, que se realizou ontem no Teatro Municipal Rivoli, partindo do presente para projetar a retoma pós-covid.


“Portugal, a Europa e o Mundo estão a atravessar uma crise sem precedentes. Uma emergência de saúde pública, primeiro, e uma depressão económica e social, depois, que exigem soluções também elas fora do comum. A responsabilidade recai sobre todos, mas em particular sobre os decisores políticos. Numa Europa das Regiões, cabe também aos que estão mais próximos do território e das suas gentes fazer o diagnóstico e desenhar soluções” - (Domingos de Andrade, Diretor do "Jornal de Notícias")


Não precisamos de mais diagnósticos. O Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, do professor António Costa Silva, tem que ter um cronograma sobre o que é prioritário e sobre o que é urgente. (Rui Moreira, Presidente da Câmara Municipal do Porto)


Apostemos num Norte mais verde. Há oportunidades na energia, na produção para autoconsumo, mas também para distribuição ao vizinho. A produção de baterias para acumular energias renováveis é outra oportunidade. A mobilidade é crítica para o Norte: temos de avaliar as infraestruturas (portos, aeroportos, rodoviárias, ferroviárias) e apostar no transporte público, partilhado e de baixas emissões. (Filipe Araújo, vereador da Câmara Municipal do Porto)


Estamos muito longe do poder, é a nossa verdade. Por isso era bom que se criassem instrumentos regionais para suprir as carências da falta de capital e de financiamento que sentem as nossas empresas. (Rui Moreira, Presidente da Câmara Municipal do Porto)


País tem até outubro para construir propostas aos apoios europeus. A Comissão pediu aos estados-membros que preparem e comuniquem os seus planos de reformas até ao fim do verão, de modo a que, entre outubro e abril de 2021, sejam discutidos e aprovados. (Elisa Ferreira, Comissária Europeia)


Rui Moreira: "Os recursos financeiros que aí vêm não podem ser investidos nos suspeitos do costume"
Da TAP aos créditos mal parados da Caixa Geral de Depósitos, os "suspeitos do costume" não podem voltar a açambarcar os investimentos estruturais do país, como cronicamente têm feito. Rui Moreira reivindica atenção para a Região Norte, "a nona mais industrializada da Europa", pede agilidade na alocação de recursos, diz que são precisos cronogramas em vez de diagnósticos, e sublinha que a indústria e a agricultura são os setores que permitem ao Norte "jogar nas cadeias de valor da Europa".
No encerramento conferência do JN, subordinada ao tema "Os caminhos da recuperação económica em Portugal: hipóteses a Norte", o presidente da Câmara do Porto declarou que urge "resolver as dificuldades de financiamento do tecido empresarial do Norte" e, para que isso aconteça, será preciso que a Região tenha voz no Terreiro do Paço.
"Nós, Região Norte, temos de ser ouvidos sobre o que é melhor para a Região. E o fundamental para a Região Norte são as indústrias e a agricultura. Têm que ser os setores mais competitivos", sublinhou Rui Moreira, numa intervenção em que constatou ser o centralismo a governar o país.
"Estamos muito longe do poder, essa é a nossa verdade. Por isso era bom que se criassem instrumentos regionais para suprir as carências da falta de capital e de financiamento que sentem as nossas empresas", afirmou.
Rui Moreira apela a que se abandonem "os tabus ideológicos" neste caminho da recuperação económica. "Temos de ser muito mais flexíveis e pensar em soluções como a que foi aplicada na TAP para resolver as dificuldades de financiamento do tecido empresarial do Norte". Dos mais de 1.200 mil milhões de euros para a companhia de bandeira portuguesa, cujo desígnio nacional não acredita que cumpra, somados aos 300 milhões de euros já anunciados para o Turismo no Algarve, medida que até diz compreender atendendo à predominância do setor naquela região, Rui Moreira propõe que, olhando para o que está a ser feito, se faça diferente e se faça bem.
"É preciso olhar mais para o território, dar prioridade a pequenos investimentos, à eficiência energética, reduzir os custos de contexto e criar externalidades positivas", assinalou. "Não podemos correr o risco, com todo o dinheiro que aí vem, de achar que vamos resolver todos os problemas de infraestruturas sem crescimento económico. Corremos o risco de repetir o 'complexo do Convento de Mafra' ", analogia que já tinha utilizado há alguns anos e que disse parecer-lhe agora novamente oportuna, quando lê e ouve falar de investimentos e planos megalómanos.
Não é esse o caminho que o presidente da Câmara do Porto julga ser o acertado para a recuperação económica do país e, neste âmbito, concorda com Elisa Ferreira, que disse no mesmo fórum que não se podem repetir as receitas do passado.
A propósito, ironizou: "ainda estou à espera de saber onde estão os créditos malparados da Caixa Geral de Depósitos. Sei do que falo, são os suspeitos do costume".
Em contrapartida, "é preciso apostar na investigação e no conhecimento", propôs o autarca, entendendo ser assim possível, através da injeção direta de capitais nas empresas, ultrapassar constrangimentos, "dar o salto e encontrar outros clientes". E, para que corra bem, "precisamos de uma voz ao nível do poder económico", sugeriu.
"Não vamos ter a almejada regionalização tão cedo"
No entanto, para Rui Moreira, essa voz não emanará, nos próximos anos, de uma nova organização administrativa do território, subdividido em regiões. "Há neste momento outras preocupações. Mas devemos revisitar os instrumentos que temos. Precisamos de um fortíssimo think-tank [laboratório de ideias] a nível regional", que envolva academia, o setor da indústria e as novas gerações, avança.
Na falta de regionalização, o autarca considerou ainda que o Norte deve olhar para "o único instrumento institucional" que tem disponível: a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N). E foi neste âmbito que deixou uma crítica ao novo modelo de eleição das CCDR, que será ensaiado já no próximo mês de setembro, com as votações a serem determinadas por um colégio eleitoral constituído por autarcas. "Estamos entre dois quadros comunitários, não é o momento para ensaios. Em equipa que ganha não se mexe. Espero que Fernando Freire de Sousa [presidente atual da CCDR-N] se mantenha disponível", partilhou.
Planos têm obrigatoriamente de ter cronogramas
O presidente da Câmara do Porto confirmou já conhecer o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, elaborado pelo professor António Costa Silva. "Li o extenso documento, é útil, é feito por uma pessoa culta e generosa, mas não é um plano", disse. E continuou: "Não precisamos de mais diagnósticos. O plano tem que ter um cronograma sobre o que é prioritário e sobre o que é urgente. Ora este nem prevê cronogramas nem faz análise custo-benefício", analisou.
Reiterando a importância do papel da indústria e da agricultura para dar a volta a crise, Rui Moreira pede ação e dinamismo. "Temos de ser melhores, produzir melhor, reduzir custos. Não podemos é agora perder tempo e encantar-nos com os milhões que aí vêm. No passado houve muito dinheiro, mas não houve análise do custo-benefício", reforçou o autarca, lamentando que o Governo ainda não tenha procurado ouvir o pensamento estratégico do Norte, e que sejam precisas iniciativas como esta, promovida pelo JN e pela Câmara do Porto, para que sejam apontadas soluções e se façam ouvir os autarcas da Região.



Publicado por Tovi às 07:27
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Sexta-feira, 1 de Maio de 2020
Em tempos de COVID-19... assim se higieniza o Porto

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Caro Filipe Araújo, digníssimo Vice-presidente da Câmara Municipal do Porto… queira fazer o favor de transmitir a todo o pessoal da Porto Ambiente o nosso MUITO OBRIGADO.

  Visão, 1mai2020 - Como se desinfeta uma cidade como o Porto em tempos de pandemia em 19 imagens



Publicado por Tovi às 11:55
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Quarta-feira, 21 de Março de 2018
A C.M.Porto salva o Liceu Alexandre Herculano

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Lá teve que ser a Câmara do Porto a salvar o Liceu Alexandre Herculano, quando deveria ter sido o Governo Central… este e os anteriores foram altamente negligentes.

 

A decisão da transmissão da titularidade da obra do liceu Alexandre Herculano para Câmara do Porto foi ontem à noite aprovada por unanimidade em sessão extraordinária da Assembleia Municipal. Para este órgão autárquico, a cidade resolveu um problema há muito adiado pelo Estado central.
Trata-se da melhor solução encontrada para as obras que são prementes na Escola Alexandre Herculano, admitiram os deputados municipais na sessão extraordinária da Assembleia que decorreu nesta segunda-feira.
Satisfeitos com o acordo agora alcançado - porque, acima de tudo, resolveu um impasse que se prolongava desde 2009, altura em que o primeiro projeto de requalificação, no valor de 15 milhões de euros, foi apresentado - os deputados municipais divergiram, contudo, na admissão de responsabilidades do Estado central na condução deste dossiê.
Para o PS, na voz do deputado Tiago Barbosa Ribeiro, há motivos para a cidade "regozijar pela celebração deste acordo entre o Governo e o Município, que vai permitir requalificar e modernizar uma das escolas mais emblemáticas da cidade", até porque, em 2011, referiu, o "projeto foi suspenso pelo anterior Governo". Neste contexto, salientou, vive-se um "clima favorável à descentralização".
Opinião divergente manifestou a deputada da CDU, Joana Rodrigues, que lembrou ser necessário continuar a "pressionar a Administração Central a cumprir com as suas responsabilidades", lamentando a condução deste processo por parte dos governos do PSD e PS, que não assumiram uma obra que seria sua, alijando o ónus da empreitada para a autarquia. A propósito, alertou também para a "necessidade de reabilitação da Escola Profissional Infante D. Henrique", uma "entidade formadora de confiança, com características únicas".
Por seu turno, da bancada parlamentar do PSD, Francisco Carrapatoso quis "recordar os factos", dizendo que o projeto apresentado pelo PS era "megalómano" e que se tratava de uma "manifesta ousadia vir agora reclamar os louros". Além do mais, lembrou que o investimento será dividido em partes iguais entre Estado central e Município.
Do movimento independente Rui Moreira: Porto, o Nosso Partido, André Noronha afirmou que houve um "Governo trapalhão que calçou uma bota que não lhe cabia e que a Câmara do Porto descalçou" e que "agora aparecem todos a perfilhar um filho que não é seu". Isto porque, como explicou, o Município viu-se obrigado a assumir uma obra que não era sua, porque só assim seria desbloqueada a verba para a obtenção de fundos comunitários (sabendo-se que o anterior Governo fez a inscrição da obra em nome da autarquia, sem o seu conhecimento).
Face a esta explicação, declarou: "Regozijemo-nos sim, porque foi a Câmara do Porto que resolveu o problema". 
Bebiana Cunha, em representação do PAN, congratulou-se pela requalificação do liceu Alexandre Herculano, mas avisou que estará atenta para que "que não se permita um arboricídio" decorrente da intervenção.
Pela parte do Bloco de Esquerda, Pedro Lourenço recordou as palavras de Rui Moreira,aquando da assinatura do acordo, referindo que se revê nelas: "Este momento não é o da celebração. Sê-lo-á quando as obras ficarem concluídas".
Embora também tenha confirmado que a sua força política era favorável ao acordo, entendeu que a solução agora encontrada não pode justificar da parte do Governo uma "desresponsabilização nesta matéria". 
Em representação do presidente da Câmara que, pela primeira vez em dois mandatos, esteve ausente numa Assembleia Municipal (para participar na cimeira sobre descentralização), o vice-presidente, Filipe Araújo, lembrou que o primeiro projeto de requalificação para o liceu Alexandre Herculano era, de facto, "demasiado ambicioso", sendo que também entendia que não avançou depois "devido à situação de crise".
No entanto, salientou que não aceitava a crítica de que a autarquia poderia ter tido um papel mais célere, quando "sempre se ocupou em levar o processo a bom porto". Aliás, acrescentou, "para chegar ao ponto que hoje aqui estamos a discutir, comprometendo a Câmara do Porto até meios financeiros".



Publicado por Tovi às 10:16
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Quinta-feira, 28 de Dezembro de 2017
Associação Cívica «Porto, o Nosso Movimento»

Esta FORÇA cívica dos apoiantes de Rui Moreira nas duas últimas eleições autárquicas não se podia perder… e agora aqui está ela, pronta para exercer as mais árduas tarefas em prol dos Portuenses, das gentes do Norte e de Portugal.

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Nasceu a associação cívica “Porto, o Nosso Movimento”

Durante um jantar com mais de 200 apoiantes realizado ontem à noite, Rui Moreira anuncia a criação de uma associação que pretende debater a sociedade e ter intervenção cívica na cidade e fora dela. Luís Valente de Oliveira, Miguel Pereira Leite, Francisco Ramos e Nuno Santos são os outros fundadores desta organização que aproveitará a massa crítica revelada, sobretudo, durante a última campanha eleitoral.

A associação, que tem sede no Porto é constituída, de base, por um Conselho de Fundadores, presidido pelo próprio Rui Moreira, que, contudo, não irá assumir o cargo de presidente da direcção a ser eleita brevemente e que ficará entregue a Francisco Ramos. O nome da associação “Porto, o Nosso Movimento”; é uma alusão à candidatura independente que ganhou por duas vezes, as eleições autárquicas no Porto, a última das quais com maioria absoluta, a 1 de Outubro de 2017.

Além do Conselho de Fundadores, a Associação terá como órgãos Assembleia-Geral, Direcção, Conselho Fiscal e Conselho Consultivo. Luís Valente de Oliveira presidirá à Assembleia-Geral, cuja mesa é ainda constituída por Pedro Almeida e Sousa e Isabel Martins. A Direcção, além do presidente Francisco Ramos, contará com Miguel Pereira Leite, Helena Tavares, Carlos Ferreira e Nuno Santos. O Conselho Fiscal será presidido por José Rebouta e contará também com Isabel Meneres. Finalmente, o Conselho Consultivo será presidido por Miguel Pereira Leite e pretende ser um fórum alargado de personalidades, onde têm lugar, por inerência, os membros da Direcção e do Conselho de Fundadores, sendo ainda convidados a integrar o órgão algumas outras ligadas ao movimento independente, nomeadamente, os eleitos com funções executivas (Filipe Araújo, Catarina Araújo, Ricardo Valente, Pedro Baganha, Cristina Pimentel e Fernando Paulo) e o líder do grupo na Assembleia Municipal (André Noronha).

A escritura da constituição da Associação foi firmada a 6 de Dezembro pelos cinco fundadores, todos eles ligados ao movimento independente de Rui Moreira.



Publicado por Tovi às 07:32
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