"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sábado, 20 de Março de 2021
António Oliveira candidato a Gaia

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Já lá vão uns anitos… Num evento de morfologia canina – Exposição Canina Internacional do Norte – que se realizou na Exponor, tive uma longa e interessantíssima conversa com António Oliveira sobre algumas raças caninas e eu, que só o conhecia do mundo do futebol, fiquei completamente convencido que estava perante uma pessoa culta, de fino trato e com interesse em saber mais do que o muito que já sabia sobre cães. Por isso vou estar com atenção a esta sua entrada numa candidatura autárquica. Independentemente do partido pelo qual vai concorrer, pode ser uma pedrada no charco, ganhe ou não ganhe a autarquia de Gaia.

 

    Comentários no Facebook
João Pedro Maia - Não seria justo para o Eduardo V. Rodrigues.
David Ribeiro - João Pedro Maia... admitamos que não ganha a Eduardo Vítor Rodrigues, mas poderia ser um elemento muito interessante no executivo, tenha ele votos para ser eleito vereador.
Jorge Veiga - David Ribeiro se for vereador na oposição, bem pode ficar em casa, que ninguém do executivo vai ligar às suas propostas, por muito boas que sejam.
David Ribeiro - Jorge Veiga... mas tem direito a voto. É verdade que neste mandato o PS tem uma larga maioria (9-2) mas a oposição, desde que válida e construtiva, é importante.



Publicado por Tovi às 09:57
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Quarta-feira, 17 de Março de 2021
Novas pontes sobre o Douro entre Porto e Gaia

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E ainda vamos necessitar de outra ponte para a linha de alta velocidade, pelo que seria interessante serem ambas pensadas de uma forma articulada… isto tudo sem eu ter a mínima ideia (será que alguém já a tem?...) como será a inclusão destas duas pontes na malha urbana da nossa cidade.

 

    Comentários no Facebook
Adao Fernando Batista Bastos - Trés novas pontes - incluíndo a do Bispo, em Campanhã - cujas ligações à malha urbana serão um bico de obra!
David Ribeiro - Adao Fernando Batista Bastos... o grave da futura Ponte D. António Francisco dos Santos é não se saber se a nova ponte ferroviária para a alta velocidade vai passar naquela zona.
Jorge De Freitas Monteiro - Creio que não seria possível uma articulação para além da óbvia inserção das duas no espaço urbano Porto/Gaia. O TGV entrará em direção a Campanhã e o metro é suposto servir o eixo Boavista/Arrábida
David Ribeiro - Não é certo que a linha de alta velocidade tenha como terminal a estação de Campanhã, aliás nada é certo no que se refere a esta linha, Jorge De Freitas Monteiro. Fala-se até que o seu terminal seja no aeroporto.
Jorge De Freitas Monteiro - David Ribeiro, saberás certamente mais do que eu. Mas independentemente da localização do terminal (de qualquer modo uma paragem urbana parece-me indispensável visto que uma das vantagens do TGV é as pessoas serem despejadas nos centros urbanos ou deles perto) creio que a linha terá de passar pelo lado oriental de Gaia e do Porto.
David Ribeiro - Jorge De Freitas Monteiro... o Governo nada apresentou ou sequer discutiu com o executivo camarário do Porto, tendo isto já sido objeto de informação à Assembleia Municipal. Como é obvio esta "não informação" cria ao Porto graves problemas, numa altura em que está praticamente pronto o novo PDM.
Jorge De Freitas Monteiro - David Ribeiro, em Bruxelas o TGV utilizou os canais ferroviários urbanos já existentes, parcialmente adaptados. A uma das estações existentes foi acrescentado um terminal TGV. Penso que no Porto não venha a ser muito diferente. Se assim fôr o impacto urbano não será enorme.
David Ribeiro - Jorge De Freitas Monteiro... o Governo já tornou público que será uma nova linha em canal ainda por definir. Notícia do Público de out2020: Numa construção faseada, diz o jornal, será dada prioridade ao troço Gaia - Soure (representando metade do trajeto entre a capital e a Invicta), devendo mais tarde chegar a Leiria e prosseguir para Lisboa, recorrendo a um canal estudado pela RAVE (Rede de Alta Velocidade) a oeste da Serra dos Candeeiros.
Jorge De Freitas Monteiro - David Ribeiro, a oeste da Serra dos Candeeiros, como a EN1. E tal como a EN1 e a A1 entrará em Lisboa provavelmente junto ao Tejo depois de fazer o canal Vila Franca de Xira/Lisboa. Em relação ao Porto continuo a pensar que a entrada se fará por Campanhã, o impacto urbano em qualquer outra zona seria imenso. A não ser que o terminal do Porto seja mesmo para ficar... em Gaia!
David Ribeiro - Jorge De Freitas Monteiro... está ainda tudo muito cru e para já nem o Governo sabe o que irá fazer, digo eu que por mais perguntas que faça a resposta é sempre NADA.
João Pedro Maia - Diria q mais uma à cota baixa Afurada vs Massarelos deveria ser pensada...ja para n falar numa pedonal junto à Luiz I...
David Ribeiro - João Pedro Maia... O organismo responsável pela gestão e coordenação das cheias em Portugal (não sei como se chama) não permite a construção de pontes no rio Douro entre Porto e Gaia a cota baixa. A Ponte D. António Francisco dos Santos, que já era a uma cota superior ao tabuleiro inferior da Luiz I, terá que ser a uma cota ainda superior, por imposição deste organismo. Esta obrigatoriedade não tem grande impacto do lado do Porto, mas o mesmo já não acontece em Gaia, estando isto tudo a atrasar a construção da ponte.



Publicado por Tovi às 07:54
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Segunda-feira, 10 de Agosto de 2020
"Pastel de Bacalhau" ?... n u n c a !

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Nunca entrei neste estabelecimento… e recuso-me a entrar enquanto não mudarem o nome para “Bolinho de Bacalhau”.

 


A primeira receita oficial do BOLINHO DE BACALHAU data de 1904, em um livro chamado Tratado de Cozinha e Copa, de Carlos Bandeira de Melo, um oficial do exército português que usava o pseudônimo Carlos Bento da Maia. A obra de Carlos Melo entraria para a história como a primeira a apresentar uma receita do prato: “(…) Toma-se o bacalhau cozido, limpa-se de peles e espinhas, mistura-se com batatas cozidas e bastante salsa cortada em pedaços, e passa-se tudo pela máquina de picar. O polme resultante liga-se com leite e gemas de ovos e tempera-se com um pouco de sal fino e pimenta em pó. Bate-se a massa, à qual juntam-se as claras de ovos, previamente batidas em castelo, liga-se tudo rapidamente, tira-se a massa às colheradas, que tendem, fazendo-se passar de uma para outra, (as colheres molham-se no azeite fervente em que os BOLOS hão de ser fritos) e, em seguida e sucessivamente, põe a frigir. O azeite deve ser abundante, para que os BOLOS mergulhem nele sem tocar o fundo. Tiram-se do azeite com uma colher crivada e põem-se a escorrer. (...)”

 

   Comentários no Facebook

Guilherme Lickfold - Caro amigo para além do nome acrescento a receita. Na minha terra nunca um bolinho de bacalhau teve recheio de queijo.

Rodrigues Pereira - Eu, se fosse a ti, entrava. Se for tudo como o brasão cravado na chaminé, tens matéria de escrita para meses.

Marco Monteiro - Eu também não entro. Esses gajos são mouros e quiseram impor o nome deles cá em cima. É a habitual prepotência moura. Isso é para turista, tenho dúvidas que os nativos comam essa porcaria.

José Silva - O nome correcto é bolinho de bacalhau, vem em todos os compêndios de gastronomia. Com queijo da serra é uma completa aberração. Chamem-lhe outra coisa, por exemplo pastel de queijo da serra com bacalhau!



Publicado por Tovi às 07:45
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Domingo, 11 de Agosto de 2019
81ª Volta a Portugal em Bicicleta

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(Vitória de João Benta da Rádio Popular/ Boavista, no Alto de Santa Quitéria)

Com um mar de gente a assistir teve hoje lugar a derradeira etapa da 81ª Volta a Portugal em Bicicleta, um contrarrelógio individual com partida do Canidelo em Gaia e chegada à Avenida dos Aliados no Porto. Os dois primeiros lugares da geral (João Rodrigues da W52/FCPorto e Joni Brandão da Efapel) partiram para esta etapa exatamente com o mesmo tempo, tornando este contrarrelógio decisivo para se encontrar o vencedor desta competição ciclística, sendo João Rodrigues quem subiu ao lugar cimeiro do pódio.

O Rei da Montanha foi Luís Gomes da Rádio Popular/ Boavista. Por equipas ficou em primeiro W52/FCPorto e em segundo Rádio Popular/ Boavista. E assim ficou de parabéns a Cidade Invicta.



Publicado por Tovi às 20:52
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Quinta-feira, 26 de Abril de 2018
Começou a polémica sobre a ponte

E assim vai no Facebook a discussão sobre a anunciada ponte sobre o Douro.

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   Página do Facebook - "Um novo norte para o Norte"

«Jorge De Freitas Monteiro» - Em Dezembro RM anunciou que se iam lançar os estudos para a construção de uma nova ponte entre a do Infante e a D. Maria. Os estudiosos, além de serem discretos porque ninguém ouviu falar no que andaram a fazer, deviam ter um gps avariado: quatro meses depois é anunciada a decisão de construir a ponte a quilómetros do local anunciado. Mais seriamente: creio que não deve haver em toda a Europa um caso semelhante. Um autarca eleito com umas dezenas de milhar de votos decidir sem debate público prévio, sem estudos dignos desse nome, sem discussão prévia na própria vereação, sem ouvir entidades implicadas (como são no caso concreto a APDL e a CCRN) a construção de uma ponte sobre um rio internacional numa aglomeração urbana de milhão e meio de habitantes. Esta reunião deveria ter tido lugar antes da decisão e deveria ter servido para o lançamento do debate público que a deveria ter precedido. Assim parece uma sessão de venda à populaça da bondade de um facto consumado decidido por um autocrata.

«David Ribeiro» - Seguindo o teu raciocínio posso concluir que o autarca de Gaia também é um autocrata?.... Ou pelo facto de ser socialista podia proceder como Rui Moreira fez?

«Vasquez da Gama» - David Ribeiro na opinião dos críticos o autarca de Gaia deve ter sido coagido a agir. Será que foi com a espingarda amarela que dizem ter o RM no carro? Primeiro critica-se, depois... depois olha

«Jorge De Freitas Monteiro» - David Ribeiro, não me leves a mal mas a tua reacção parece a do menino apanhado a fazer asneira que tenta defender-se dizendo que o outro menino também fez. Evidentemente que a minha crítica quanto ao processo que conduziu à decisão aplica-se dos dois lados do Douro, por igual. Mas a sessão que originou o meu comentário é anunciada como sendo relativa ao Porto e o autarca que a vai protagonizar é vereador da CMP. Além disso como sabes, e apesar de gostar muito de Gaia onde nasceu a minha mãe e de Matosinhos onde resido quando estou em Portugal, o Porto é a minha cidade e é sempre em relação ao Porto que intervenho. Dito isto gostaria de saber o que pensas quanto à substância do meu post; independentemente da oportunidade e da localização da ponte não te causa estranheza nenhuma a forma como as coisas se passaram?

«David Ribeiro» - Não, em nada acho estranho e considero que a localização, quer do lado do Porto quer de Gaia, está de acordo com o desenvolvimento que se deseja para essas zonas. O que eram as margens do Douro em Gaia e no Porto no local onde foi construída a Ponte da Arrábida?

«Jorge De Freitas Monteiro» - Portanto é normal que numa sociedade aberta, numa democracia liberal e participativa uma coisa destas apareça decidida sem o mínimo vestígio sequer de debate público. Ficarei surpreendido no dia em que te vir fazer a mais ligeira crítica a RM. Depois vem dizer que os dos partidos é que são acríticos, seguidistas e coisa e tal...

«David Ribeiro» - Desde Dezembro se sabia que os executivos de Porto e Gaia trabalhavam numa nova travessia para o Douro e bastava estar-se atento para ver onde ia ser esta nova ponte. Para mim a única novidade foi os dois municípios decidirem arrancar para a obra com fundos próprios.

«Jorge De Freitas Monteiro» - Não é bem assim. Em Dezembro anunciaram que iam lançar os estudos para uma ponte entre a do Infante e a D Maria. Ficamos a aguardar os tais estudos e o ulterior debate, que preparariam a decisão. Quatro meses depois sai uma decisão das cartolas dos dois autarcas. Dos estudos ninguém sabe. O debate não existiu. A ponte sabe-se que fica a quilómetros do local que foi anunciado. Podes dar as voltas que quiseres mas sei que sabes tão bem como eu que foi tudo mal conduzido.

«David Ribeiro» - O que ouvi de Rui Moreira na Assembleia Municipal foi que a ponte seria a montante da D Maria e que a sua construção libertaria o tabuleiro inferior da Luiz I para peões.

«Jorge De Freitas Monteiro» - Baseio-me no que foi publicado por todos os jornais em Dezembro; a localização referida era a que mencionei. E de qualquer modo, mesmo que assim não fosse, isso não invalidaria a crítica quanto ao método seguido.

«Nuno Santos» - Acontece que é mentira. Aliás, isso está registado em vídeo. Agora diga-me, onde ancorava a Ponte do lado de Gaia? - Nova travessia do Douro já tinha sido anunciada por Rui Moreira… - É ver o vídeo e depois pedir desculpa pelo que atrás escreveu Sff. Outra coisa, o autarca anunciou, mas não lançou concursos. Ou seja, para haver debate tem que haver proposta. Ela foi feita já duas vezes. No debate na AM a que pode assistir no vídeo acima e publicamente. O debate está a ocorrer, até aqui. Há-de depois haver debate na Câmara e AM quando se levar os concursos a aprovação e a adjudicação. Por um lado diz que não há estudos e não devia ter sido anunciada, por outro diz que já devia ter sido discutida. Quer-me dizer como isso se faz. Quando ao “mundo todo” anda a viajar pouco e ler menos. Jorge De Freitas Monteiro mas a ponte já lá está?

«Jorge De Freitas Monteiro» - Nuno Santos permitir-me-á que ignore o seu pueril pedido de desculpas, inapropriado numa conversa deste tipo. Vou ignorar igualmente as suas considerações sobre quanto leio ou deixo de ler, viajo ou deixo de viajar; além de irrelevante não lhe diz respeito. Ressalvo no entanto que não falei em “mundo todo” mas sim em Europa. E quanto a isso o nosso amigo comum David Ribeiro poder-lhe-á confirmar que não serei completamente ignorante. Mas vamos ao que interessa. A localização anunciada foi, segundo o Expresso (poderá consultar o link que vou partilhar mais abaixo), a que mencionei. Aliás no contexto de uma substituição, para efeitos de travessia de cota baixa, do tabuleiro inferior da ponte D Luís é a única localização pertinente. Refugiar-se na expressão “a montante”, esquecendo convenientemente o contexto, equivaleria a dizer que RM anunciou uma ponte algures entre a D Luís e o limite oriental do Porto. Não faria qualquer sentido. Pergunta-me onde ancoraria a ponte, presumo que menos a montante, do lado de Gaia. Creio ter lido que essa dificuldade foi a razão da migração da ponte entre Dezembro e Abril. Bom, a resposta é simples: se não há ancoradouro possível no local onde a ponte é útil e necessária não se faz a ponte e não se limita a utilização do tabuleiro inferior da D Luís. O que não faz sentido é precisar da ponte perto da Ribeira e, por dificuldades de ancoração, ir construí-la onde nem resolve o problema nem é necessária. Passemos ao debate público. Não misturemos alhos com bugalhos: o debate posterior ao lançamento do concurso público estará, por definição, limitado ao que for previamente establecido como sendo o objecto desse concurso. Ou seja, não poderá ter como objecto a própria necessidade da ponte e a sua localização. Alias nem poderá ser um verdadeiro debate: a partir do momento que o concurso público esteja lançado aplicam-se as regras legais relativas a esses concursos. O tempo do debate público com todas as opções em aberto estará encerrado. Foi esse o debate que faltou e daí a decisão ser, a meu ver, autocrática. A não ser que, e as suas palavras recobrem uma certa ambiguidade, a “decisão” anunciada não seja ainda uma; mas então porque a designaram assim? Talvez nesse sentido pergunta-me se a ponte já lá está. Da última vez que verifiquei não estava. Se houver bom senso nunca virá a estar. A terminar permita-me que aproveite este diálogo para lhe perguntar algo: porquê anunciar, como se fosse algo de positivo, que a obra, a vir a existir, será custeada exclusivamente pelos orçamentos das duas autarquias? Porque não tentar obter outras fontes de financiamento? É que parece insólito protestar nos dias pares contra a insuficiência de recursos e considerar positivo nos dias ímpares construir pontes de utilidade discutível sem necessidade de pedir nada a ninguém. - Rui Moreira defende nova travessia Porto/Gaia entre as pontes Luiz I e D. Maria / expresso.sapo.pt.



Publicado por Tovi às 08:14
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Terça-feira, 17 de Abril de 2018
A clubite partidária de Pizarro

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   Porto, o Nosso Movimento

PIzarro é a clubite partidária levada ao cúmulo.
Uma ponte que liga bem Gaia ao Porto mas liga mal o Porto a Gaia?
Ou seja, Pizarro entende que a ponte tem utilidade para ir buscar trânsito ao concelho socialista, mas acha que esse trânsito se esvai a meio da ponte mal vislumbra uma margem Independente?
Pizarro tem uma visão sectária, pequena e redutoramente demagógica, que contrasta com a visão aberta e construtora de um autarca socialista (Eduardo Vítor), presidente da Área Metropolitana do Porto, e que Pizarro nem sequer tem coragem de afrontar por ser do seu partido.
Pizarro nunca entendeu Campanhã; nunca entendeu que a zona oriental do Porto não é um feudo e nunca entendeu por que razão perdeu tão evidentemente as eleições... duas vezes.
Mas, preso na teia do seu fantasiado Bloco Central, saudoso das velhas querelas entre as margens que agora constroem juntas, acaba a maltratar Eduardo Vitor que projectou com o Porto e pagará metade uma ponte que, segundo Pizarro, liga Gaia a sítio nenhum.
Sendo que, para Pizarro, esse “sítio nenhum” é o Porto e é Campanhã.



Publicado por Tovi às 22:13
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Quinta-feira, 12 de Abril de 2018
Nova ponte sobre o Douro

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Os presidentes das câmaras do Porto e de Gaia anunciaram, na manhã desta quinta-feira, a construção de uma nova ponte rodoviária sobre o Douro – Ponte D. António Francisco dos Santos - que vai unir os dois concelhos. Um projecto da região, para a região e a construir sem recurso a fundos externos às duas autarquias.



Publicado por Tovi às 17:01
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Domingo, 8 de Outubro de 2017
Vamos institucionalizar o Grande Porto

Este post, publicado no Facebook na página do «Um novo norte para o Norte», é interessantíssimo… e se o seu autor – João Pedro Maia - o permitir, vou-lhe chamar: VAMOS INSTITUCIONALIZAR O GRANDE PORTO.

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   Comentários no Facebook

«Jose Riobom» - Estou nessa... só que adivinho desde logo um grande problema. Como se chamaria ??

«João Pedro Maia» - Porto. É o nome mais competitivo a nível mundial.

«Hernâni Cardoso» - PORTO. E atenção que sou gaiense

«Anselmo Nascimento» - PORTO, eu acho que o povo de uma maneira geral todos concordavam. O problema maior eram os políticos que teriam que ser reduzidos, e aí havia logo contestação.

«Alfredo Oliveira» - PORTO óbviamente. Berlim é a fusão de quatro cidades, tem quatro baixas. è a maior cidade da europa juntamente com Moscovo.

«Alfredo Oliveira» - Já me contentava com Porto Matosinhos e Gaia

«Hernâni Cardoso» - Ou seja unir o que antea do 25 de Abril estava unido (quase)

«Alfredo Oliveira» - A CCFP fez a rede de transportes de Leça (farol Até Sto Ovídio e Ponte da Pedra até Coimbrões. Era assim o Porto, como devia ser aliás. E Gondomar S.Pedro da Cova por outros motivos

«Guilherme Almeida» - Concordo! E quem se chega à frente?

«Serafim Guimarães» - Não faz qq sentido. As realidades sociológicas são completamente diferentes. O que deve haver é uma junta metropolitana a começar numa Autoridade de Transportes.

«Luís Manuel Pombo» - E Espinho!

«Alfredo Oliveira» - Porque Não? Com todo o gosto. Fazia todo o sentido

«Vanda Salvador» - Depende do chefe.

«Nuno Marques» - isso não interessa, envolve muitos interesses partidários

«David Ribeiro» - Antes de conseguirmos unir estes concelhos, coisa praticamente tão difícil como a Espanha dar a independência à Catalunha, podíamos fazer uma coisa muito fácil e interessante para as populações, chamasse-se lá o que se chamasse, mas que seria unicamente a Associação dos Concelhos do GRANDE PORTO.

«Alfredo Oliveira» - Para começar.

«David Ribeiro» - Sim, era uma boa forma de se começar a fazer coisas interessantes para as populações do Grande Porto. Rui Moreira já fez qualquer coisa nesse sentido no mandato anterior e se bem me recordo foi com Matosinhos e Gaia e chamava-se Carta de Compromisso dos Municípios da Frente Atlântica do Porto.

«Filipe Cunha» - Não faz sentido, um concelho com 1 milhão de habitantes! Essa ideaia pode-se aplicar p.ex. no interior onde há excesso de concelhos pequenos.

«João Pedro Maia» - Até deve ter mais.. 1.2 ... Depois, seriamos competitivos em todas as frentes...Servicos e industria. Alem q deixaríamos de ter políticas diferentes entre vizinhos, sabendo que a mobilidade diária entre os concelhos é uma constante. E depois se pensarmos, onde está o aeroporto do Porto? É o Porto do Porto? E a Praia? E o metro? E os STCP? E por quantos concelhos percorre a circunvalação? E a via norte? E a avenida AEP? E a VCI começa onde? E quantas pontes? Tantas? Porquê? União, união, uniao!

«Filipe Cunha» - Isso é centralismo, não união. Já parece um microestado. 6 concelhos funciona bem, não é preciso agregar. Gondomar tem 100 mil, Valongo 100 mil, Maia 250 mil, Matosinhos 200 mil, Porto 200 mil e Gaia 200 mil. Não se consegue controlar um concelho de 1milhão.

«João Pedro Maia» - Filipe Cunha , Gaia 200 mil, onde? Porto 200 mil? Gondomar 100 mil? Onde? é tudo mais e a Maia é menos... 1 milhão não se controla? Sabe quantas cidades no mundo têm mais de um milhão de habitantes? Estamos aqui a falat de visão...

«Filipe Cunha» - Essas cidades têm subdevisões. Hamburgo tem mais ou menos 1 milhão de habitantes e é um estado federado alemão. Nós precisamos de estados federados em Portugal?

«João Pedro Maia» - Filipe Cunha , não precisamos. Esta visão tem a ver com uma visão estratégica para o Porto em relação ao país, Europa e mundo. O Porto está muito mais próximo de médias cidades do que Lisboa (Aveiro, Braga, Guimarães, Viseu, Coimbra e acima de tudo da Galiza e norte de Espanha). Precisamos de uma só estratégia, de vender uma só marca e explorar todas a suas valências. Como vamos captar o investimento de uma fábrica para a Maia? O que vamos dizer..."X população, universidade do Porto perto, cidade do Porto perto, metro do Porto, aeroporto do Porto, etc..." Percebes? Deveríamos falar a uma só voz.

«Filipe Cunha» - Isso é complicado... Qd estava no psd do porto defendi agregar gaia e porto numa só câmara. Ouve logo festa. O pessoal cria muitas resistências...

«Jose Riobom» - Vós que quereis um concelho dou-vos um conselho...organizem uma excursão à Catalunha... eu também vou.. [Emoji wink;-)]

«Vasquez da Gama» - Faz todo o sentido, o Porto é hoje em dia demasiado pequeno!

«António Lopes» - A partidocracia se encarrega de frustar tais designios, agora se for para criar mais uns concelhositos 😉

«Tono Canelas» - A Rechousa fica de fora!

«Paulo Santos» - Só tínhamos a ganhar!

«Jose Bandeira» - A Rechousa será o Mónaco do Grande Porto!

«Flipe Cunha» - Boa sorte... Mas aviso já que nenhum presidente de câmara desses restantes 5 concelhos vai abdicar do poder e da mama de 5000 euros por mês. Sonhem muito... [Emoji wink;-)]

«Alfredo Oliveira» - Esse o problema. Todos gostam de ser párocos da sua capela e obediência cega ao bispado lisbonês.

«Jose Bandeira» - Obediência... bem, qual é o adjectivo equivalente a 'lambe-cús'? 😜



Publicado por Tovi às 07:08
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Domingo, 3 de Setembro de 2017
Red Bull Air Race World Championship

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Esta sexta etapa da Red Bull Air Race World Championship, dada a natureza estreita do rio Douro entre as cidades do Porto e de Gaia, é uma das pistas mais rápidas deste campeonato mundial, com poucas curvas, logo com poucos locais para os pilotos diminuírem a velocidade e só nas manobras de inversão vertical (VTM, sigla em inglês) os pilotos desaceleram. E num voo perfeito com um tempo fabuloso de 01:07.229, o piloto checo Martin Sonka venceu a categoria Master (a principal) à frente de Pete McLeod (01:07.342), Matt Hall (01:08.508) e Kirby Chambliss (01:09.141), conquistando assim a sua segunda vitória em 2017 e subindo à liderança do campeonato.

A organização estima que só no dia de hoje terão estado nas duas margens do rio mais de 600 mil espectadores.



Publicado por Tovi às 19:04
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Sábado, 2 de Setembro de 2017
Red Bull Air Race - Provas de Qualificação

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Desenhado entre as pontes da Arrábida e Luís I, o percurso desta sexta etapa da Red Bull Air Race World Championship está delimitado por quatro pórticos duplos e três pilares individuais que formam a chicane central e que é percorrido em ambos os sentidos, por duas vezes.

 


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Estima-se que neste dia de provas de qualificação do Red Bull Air Race tenham estado nas margens do Rio Douro (Porto e Gaia) mais de 250 mil pessoas.



Publicado por Tovi às 10:02
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Sexta-feira, 1 de Setembro de 2017
Red Bull Air Race - Programa Oficial

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Sexta (01Set)

17h30: Visita ao Aeroporto Red Bull Air Race (Queimódromo) – Sessão de Autógrafos

Sábado (02Set)

10h00: Aeroporto Red Bull Air Race (Queimódromo) aberto ao público
11h00: Voo de aferição
11h25: Side Acts - YAK 52 e C45 Twinbeech
11h45: Challenger Class - Treinos Livres
13h50: Master Class - Treinos Livres
15h05: Side Act - Parapente Manuel Tejero
15h15: Challenger Class - Qualificação
16h00: Master Class - Qualificação
17h30: Side Act - Flying Bulls DC-6
17h35: Side Act - Paraquedismo Red Bull Skydive Team
17h45: Sessão de Autógrafos Aeroporto Red Bull Air Race (Queimódromo)
19h00: Final do Dia de Qualificações

Domingo (03Set)

11h00: Visita ao Aeroporto Red Bull Air Race (Queimódromo) – Sessão de Autógrafos
11h15: Voo de aferição
12h00: Challenger Cup
12h55: Cerimónia de abertura e Side Act – Voo com a bandeira – Red Bull Skydive Team
13h00: Master Class - Ronda de 14
14h10: Side Act – Parapente Manuel Tejero
14h20: Side Act – Flying Bulls DC-6 e YAK 52
14h35: Challenger Class - Cerimónia de Entrega de Prémios
14h45: Side Act – C45 Twinbeech
15h00: Master Class - Ronda de 8
15h30: Master Class - Final 4
15h55: Master Class - Receção de Pilotos no Aeroporto Red Bull Air Race (Queimódromo)
16h35: Master Class - Cerimónia de entrega de prémios no Cais de Gaia
17h00: Encerramento

Na SIC, SIC Radical e em http://sic.pt poderão ver no sábado as qualificações a partir das 14h45, e domingo a prova final às 13h00.



Publicado por Tovi às 09:21
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Quinta-feira, 17 de Agosto de 2017
Parque Biológico de Gaia

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Uma bela manhã esta que passei hoje com a minha neta no Parque Biológico de Gaia, uma estrutura situada na periferia da cidade de Vila Nova de Gaia, nas freguesias de Avintes e Vilar de Andorinho, estendendo-se pelo vale do rio Febros, um afluente da margem esquerda do Douro, em cuja proximidade se disseminam velhas casas rurais, moinhos e engenhos de buchas. Este Parque desempenha uma das mais importantes funções das zonas verdes, o contacto com a natureza fonte de equilíbrio psicológico. Esta função é potenciada pela aparente desorganização espacial do Parque, resultante da recusa do modelo de jardim ou parque formal. De facto neste Parque Biológico procura-se preservar a paisagem típica da região, ao tempo em que ela era essencialmente um grande espaço agrícola. Os elementos dessa paisagem – as bouças, os campos de cultivo, os caminhos vicinais, as casas rurais, os moinhos, o ribeiro, os muros, as noras, os açudes, a fauna selvagem e a flora espontânea, o homem e a sua cultura – estão representados no Parque Biológico e são preservados e explicados ao visitante que ali revê o moinho da sua infância ou a poça de água do ribeiro onde aprendeu a nadar.

   Ver mais aqui.



Publicado por Tovi às 14:36
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Sábado, 29 de Julho de 2017
O Red Bull Air Race a chegar

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Os aviões da mais importante competição internacional - Red Bull Air Race World Championship – já começaram a chegar ao aeroporto Sá Carneiro. Voltamos a ter uma etapa portuguesa nas competições deste ano e será novamente no Rio Douro, entre as cidades do Porto e Gaia, a 2 e 3 de Setembro.



Publicado por Tovi às 08:19
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Quinta-feira, 1 de Junho de 2017
Estamos em época pré-eleitoral de Autárquicas

Eleiçoes 01.jpgE fica já aqui dito que eu sou capaz do melhor como do pior, mas no pior, sou eu o melhor... ou seja, estão abertas as hostilidades 😇

E só para que vejam que o que me interessa são as PESSOAS e não a “partidarite” digo-vos que os meus apoios autárquicos vão para:

- No Porto o meu apoio vai para o ÚNICO independente que conheço: RUI MOREIRA.

- Em Matosinhos há demasiados falsos independentes… e eu não gosto de “FALSOS”.

- Em Gondomar e Vila Nova de Gaia parece-me que a coisa está bem entregue… e em equipa vencedora não se mexe.

- Em Valongo está TUDO mal… terá concerto?

- Em Vinhais conheço CARLOS ALMENDRA, o Homem que quer dar a volta aos tempos vergonhosos de gestão socialista… estou com ele nesta luta.

Nos outros “quintais” cá do Norte… ainda estou a estudar a matéria.

 

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«Jose Bandeira» - Valongo continua a ser um feudo de política caseira, cacique, sem objectivo para além de manter o status da mediocridade. Qualquer que seja o vencedor parece haver um perdedor garantido: o munícipe.

«Carlos Almendra» - Meu caro David Ribeiro! Obrigado pela tua solidariedade! A luta para darmos esperança e futuro à nossa Terra é sempre um valor maior que deve ser sublimado! Forte Abraço

«Jorge Miguel Pacheco» - Em Gaia estamos bem, muito bem, aliás




Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2017
Novas linhas do Metro do Porto a construir até 2021

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Sabe a pouco… mas parece que o dinheiro não dá para mais.

 

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«Jose A Medeiros Macedo» - Inclui a linha do Campo Alegre?

«Gonçalo Lavadinho» - Esta linha vai da casa da musica à praça da Galiza, depois hosp. de santo António e estação de São Bento. No campo alegre vai haver um corredor para o BUS com os semáforos sempre verdes para estes.

«Jose A Medeiros Macedo» - Mesmo assim, a meu ver, existe uma má opção política por parte do governo PS para com o Porto. [Emoji frown:(] É como cá no Faial, o PS sempre com obras incompletas, mas para outros locais há dinheiro: aeroporto de Lisboa entre outras obras ... [Emoji frown:(]. Nos locais onde parecem ter os votos assegurados, entenda-se Câmara do Porto, é o que se vê ... [Emoji frown] Bem, mas pelo menos passa na Praça da Galiza o que já não é mau ....

«Marco Monteiro» - Se a ideia é futuramente prolongar a linha rosa, S.Bento-Casa da Música pelo Carvalhido, Prelada, St Luzia até ao Padrão acho muito bem. Se não for acho desajustada a concepção desta linha.

«Eduardo Vítor Rodrigues» - Dia Feliz: a expansão da rede do Metro chega a Gaia, nesta primeira fase com a ligação de Santo Ovídio a Laborim, Conceição Fernandes, Hospital de Gaia e Vila d’Este. Um desígnio fundamental para a mobilidade no concelho. Este é um investimento marcante, inteligente e sustentável, a par da reconstrução do Hospital de Gaia, do alargamento da A1, da reconstrução de 3 escolas EB 2/3 ou da construção de raiz de 2 novos centros de saúde, entre muitos outros. Parabéns também ao Ministro Matos Fernandes e à sua equipa.

«Michael Seufert» - Das reuniões que tive, enquanto deputado, com a Administração da Metro do Porto algumas coisas eram constantes: a operação da empresa dentro da coroa urbana do Porto era lucrativa e bem lucrativa. E o eixo Casa da Música-Trindade operava sob alta pressão de passageiros (quem ande de Metro no Porto não precisa de grande capacidade de observação para perceber isso). Além disso foi sempre fácil de concluir que o enorme custo financeiro que a empresa suporta vem de más escolhas que levaram à destruição de capital da CP/Refer na operação sub-urbana, que beneficiou inaugurações e prejudicou os clientes (ou tentem perguntar a um reformado se sai mais bem servido em ir da Póvoa ao Porto sem casa-de-banho). O anúncio do novo traçado é por isso uma boa notícia e soma-se às razões aqui apresentadas no site da CMP a de que a nova linha servirá o novo Centro de Congressos do Palácio de Cristal que assim fica (francamente achava o projecto coxo nesse sentido) servido de Metro. Continuando a não haver Metro da VCI para poente, esta expansão é bem-vinda. Mas devo deixar uma palavra para a Trofa que continua injustiçada. É lamentável que depois de duas vezes inaugurada a linha da Trofa (curiosamente sempre em período pré-eleitoral e sempre por dirigentes socialistas), a Trofa não veja reposta a sua ligação ao Porto. Como candidato a deputado estive sempre em campanha na Trofa, nomeadamente no Muro, no largo da Estação, e pude ver ao vivo o que se tirou às populações. Vi outros prometer mundos e fundos e no CDS sempre explicámos - a custo eleitoral, proventura - que más escolhas no passado não poderiam ter resposta com más escolhas no presente. Expandir o Metro com base em estudos de tráfego e custo-benefício financeiro é de aplaudir e eu apoio. Mas mesmo que nunca mais se levem carris até à Trofa cabe, a meu ver, ao governo central que arrancou esses carris oferecer um serviço equivalente àquelas populações. Isso também é bom para o Porto e para o Metro do Porto.

«António Alves» - Não conheço o tal estudo que advoga uma linha entre Porto S. Bento e a Boavista. Nem tenho a certeza se é mesmo isso o que o estudo propõe. De qualquer maneira, é uma ideia, no actual estágio de desenvolvimento da rede, absurda. E espanta-me que na Câmara do Porto optem por esta ideia em vez de lançarem já o eixo do Campo Alegre à Foz. Mas transporte público nunca foi o forte deles. É mais parquímetros.

 

   P o r t o .

O Porto terá uma nova linha de Metro subterrânea no início da próxima década, ligando a estação da Casa da Música a São Bento, servindo zonas como a Praça da Galiza e o Hospital de Santo António. O custo total da obra é de 181 milhões de euros e receberá a cor Rosa (linha G). A esta obra junta-se a ligação da linha Amarela (D) a Vila d'Este, que custará 106 milhões de euros. A nova ligação do Porto prevê já a possibilidade de expansão para a concretização da linha circular.

Esta nova linha no Porto terá, para já, 2,746 km de extensão em via dupla, totalmente concebidos em túnel mineiro, e quatro novas estações, todas elas subterrâneas: Casa da Música, Galiza, Hospital de Santo António e S. Bento II. As estações Casa da Música e S. Bento são totalmente novas, integrando plenamente (através de túneis pedonais) com as actuais estações com os mesmos nomes.
A nova ligação terá um duplo efeito, permitindo descongestionar o corpo comum do Metro do Porto entre a Rotunda da Boavista e a Trindade, servindo novas zonas de forte pressão de trânsito automóvel, nomeadamente o eixo Praça da Galiza - Hospital de Santo António - Clérigos - São Bento.
Este investimento, que será feito pelo Governo ao abrigo de financiamento do plano Junker, é o possível com os 290 milhões de euros que o Ministério do Ambiente disponibilizou para as obras do Metro no Porto (estão destinados outros 210 milhões para o Metro de Lisboa). Foram estudados vários traçados, dentro e fora do Porto, em vários concelhos, tendo os estudos de procura estimada, face ao orçamento disponível, decidido pelas duas linhas referidas, no Porto e a extensão da linha de Vila Nova de Gaia.
No seu conjunto, estes investimentos vão gerar uma procura adicional na rede superior a 30 mil clientes/dia útil. Os estudos apontam para um acréscimo global de 12 milhões de clientes por ano (a somar aos actuais 58 milhões/ano), claramente cumprindo os critérios de sustentabilidade económica que a Metro do Porto definiu como factor essencial na análise a novos projectos de expansão e de investimento.
Em ambos os casos, atendendo aos estudos de procura efectuados, à consequente receita de bilhética que vão gerar e aos custos de operação previstos, a taxa de cobertura estimada para as novas linhas (rácio entre a receita e os custos operacionais totais da Metro do Porto, incluindo os custos de estrutura e excluindo amortizações, rendas do material circulante e gastos financeiros) ultrapassa os 100 por cento. Ou seja, a rentabilidade dos investimentos está assegurada, vindo contribuir para o equilíbrio operacional da Metro do Porto (actualmente e excluindo custos financeiros, a operação do sistema apresenta um saldo positivo - EBIDTA de 13,8 M€ em 2016).
Os estudos de procura estrutural que contribuíram para o processo de decisão foram encomendados pela Metro do Porto ao CITTA, Centro de Investigação do Território, Transportes e Ambiente, que reúne investigadores inseridos no Departamento de Engenharia Civil (DEC) da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), cuja actividade de investigação se centra nos domínios do Planeamento do Território, dos Transportes e do Ambiente. A equipa de investigação do CITTA é estruturada em cinco subgrupos, dedicados a temas específicos: Planeamento e Avaliação Ambiental; Planeamento Urbano e Arquitectónico; Planeamento de Transportes e Logística; Análise de Tráfego; Gestão e Sistemas de Transporte.
A Metro do Porto desenvolverá agora os projectos de execução de cada uma das linhas, que serão depois sujeitos a estudos de impacto ambiental. Prevê-se que o concurso público para a construção das novas linhas possa ser lançado no final do primeiro semestre de 2018, iniciando-se a obra em 2019. A duração prevista para a construção das duas novas linhas, que decorrerá parcialmente em simultâneo, é de três anos.



Publicado por Tovi às 08:15
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