"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sábado, 29 de Fevereiro de 2020
Conflito entre a Turquia e a Síria

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A Turquia confirmou que perdeu pelo menos 33 militares e dezenas de outros foram feridos em solo sírio - "Existem soldados [que foram] seriamente feridos [durante o ataque], e eles estão sendo tratados em hospitais", declarou o governador da província turca de Hatay, limítrofe com a Síria, Rahmi Dogan – mas o Ministério da Defesa russo afirma que a sua Força Aérea não operava na área da província síria de Idlib. Em relação à situação no vilarejo de Behun, nesta província síria de Idlib, o Ministério da Defesa russo declarou: "No dia 27 de fevereiro, na área do vilarejo de Behun, os soldados turcos que estavam nas formações de combate de grupos terroristas caíram na sequência do bombardeio das tropas sírias".
Neste ano a guerra na Síria tem registrado maiores tensões entre forças turcas no país árabe e as forças governamentais sírias. Tudo leva a crer que estes choques armados poderão indiciar que a Turquia possa iniciar operações de maior envergadura no país vizinho.

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Sabe-se também que a Rússia está a reforçar a sua presença na costa da Síria, tendo enviado dois navios de guerra equipados com mísseis de cruzeiro para as águas da sua aliada, no Mediterrâneo. As duas fragatas ampliarão o esquadrão naval russo nessa área estratégica num momento em que as relações com a Turquia estão cada vez mais complicadas.

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Perante a escalada do conflito entre a Turquia e a Síria o presidente turco Erdogan ameaça a Europa com o “abrir dos portões” aos cerca de 3,6 milhões de refugiados sírios que se encontram no seu território no âmbito do acordo de março de 2016 com a União Europeia, pelo qual a Turquia deve reter os refugiados em troca de milhares de milhões de euros pagos anualmente pela Europa e que não estamos a cumprir.



Publicado por Tovi às 09:08
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Quarta-feira, 8 de Janeiro de 2020
Irão ataca bases militares dos EUA no Iraque

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Esta madrugada vinte e dois mísseis em 30 minutos, causaram dezenas de mortos e feridos, segundo algumas fontes.
O Irão afirma que as bases aéreas de Asad e Erbil, no oeste do Iraque, onde estão instalados militares dos Estados Unidos, foram "seriamente danificadas" e que há outros 100 alvos prontos para serem atacados, caso Washington decida tomar medidas de represália.
Por sua vez, o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que "so far, so good", enquanto os danos causados pelos ataques são avaliados.

 


Não creio que os ataques recíprocos dos EUA e Irão levem a uma guerra total na região, pelo menos na forma como foram a I e II Guerras Mundiais. Hoje as “guerras” fazem-se com boicotes económicos e quando se chega a combates bélicos estes são bombardeamentos cirúrgicos com drones e/ou com mísseis disparados de longa distância. Após a “vitória” de uma das fações pode ocorrer ocupação de terreno e aí as tropas clássicas – infantaria e carros de combate – terão um papel importante. Mas há ainda a possibilidade, para já muito improvável, de ataques nucleares e isto sim, seria uma catástrofe a nível mundial.

 


O que disse Donald Trump, hoje à tarde na Casa Branca, na sua declaração ao país:
- Enquanto eu for presidente dos EUA, o Irão não vai ter armamento nuclear. Bom dia!
- Os nossos mísseis são rápidos, precisos, eficientes e letais. Mas o facto de termos este armamento não significa que o tenhamos de usar. Não queremos usá-lo.
- Os misseis disparados ontem foram pagos pelos fundos que a última Administração disponibilizou aos iranianos.
- Soleimani era uma dos maiores terroristas, estava a planear ataques que tinham os EUA como alvo.



Publicado por Tovi às 12:19
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Sexta-feira, 16 de Agosto de 2019
Continua a "Guerra dos Petroleiros"

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Notícia completa aqui.



Publicado por Tovi às 14:45
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Sexta-feira, 9 de Agosto de 2019
A "guerra dos petroleiros" está a aquecer

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Publicado por Tovi às 09:07
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Domingo, 23 de Junho de 2019
Va lá saber-se quem fala verdade

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O ministro dos negócios estrangeiros iraniano, Mohamad Javad Zarif, publicou ontem na sua conta no Twitter: "Às 00h14 [hora local] o drone descolou dos Emiratos Árabes Unidos em modo furtivo e violou o espaço aéreo iraniano. Foi alvejado às 04h05 nas coordenadas (25°59'43"N 57°02'25"E) perto de Kouh-e Mobarak. Recuperamos destroços do drone militar dos EUA em nossas águas territoriais, onde foi derrubado".



Publicado por Tovi às 07:31
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Sexta-feira, 21 de Junho de 2019
Trump aprovou… e depois voltou atrás

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Altos responsáveis militares e diplomáticos americanos esperavam ordem de ataque ainda na noite de quinta-feira, após debates descritos como acalorados na Casa Branca envolvendo as principais autoridades de segurança nacional de Trump e líderes do Congresso, segundo o The New York Times. Aeronaves e navios estavam em posição de disparar mísseis quando veio a ordem para cancelar a operação.



Publicado por Tovi às 11:54
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Sexta-feira, 14 de Junho de 2019
Misteriosos ataques... ou não?

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Comentários… ao gosto dos interesses de cada um:

Expresso, 14jun2019 - O Exército dos EUA divulgou um vídeo que alegadamente mostra um barco da Marinha do Irão a remover o que aparenta ser uma mina não detonada do casco do Kokura Courageous. Este petroleiro japonês e um outro norueguês, o Front Altair, foram atacados esta quinta-feira no Golfo de Omã. O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, […] afirmou que o Irão pretende impedir a passagem de petróleo através do estreito de Ormuz.

Instituto Estatal de Relações Internacionais de Moscovo, 14jun2019 - Isto é uma coisa muito perigosa. Surge logo a questão: quem pode estar por trás disto? Alguns começaram imediatamente a apontar para o Irão, mas sem provas nenhumas [...] Seria melhor que neste ambiente extremamente nervoso a investigação fosse realizada por entidades internacionais que possam obter resultados objetivos, em que todos poderiam confiar.

Expresso, 14jun2019 - Na sequência dos ataques, o ministro iraniano das Relações Exteriores, Mohammad Javad Zarif, rejeitou as suspeitas americanas e lembrou que um dos petroleiros é japonês, tendo sido atacado durante a visita do primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, ao Irão num esforço para acalmar as tensões entre Washington e Teerão.

TVI24, em 14jun2019 - A ameaça no estreito de Ormuz - entre o Irão e Emirados Árabes Unidos - pode constituir-se, efetivamente, como um sinal de alarme e com efeitos na economia mundial: a administração para a energia dos EUA considera o estreito o pior "ponto de estrangulamento" do mundo, pior do que o estreito de Malaca, entre a ilha indonésia de Sumatra, Malásia e Tailândia, que liga o oceano Índico ao mar do Sul da China. Números citados pelo Guardian referem que em 2016 foram transportados através do estreito de Ormuz 18,5 milhões de barris de crude, comparados com 16 milhões através do estreito de Malaca e 5 milhões através do canal do Suez.



Publicado por Tovi às 11:05
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Sábado, 14 de Abril de 2018
Já caíram mísseis sobre a Síria

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Ataque coordenando entre EUA, França e Reino Unido lançou 110 mísseis sobre alvos referenciados à produção e armazenamento de armas químicas.

 

   11h45 de hoje

“Portugal compreende” os bombardeamentos desta madrugada, diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros... e Marcelo Rebelo de Sousa concordou.

   Comentários no Facebook

«André Eirado» - Espero que não espolete uma guerra mais intensa

«Mié Mendes Moreira» - Primeiro bombardeia-se, supostamente por existirem provas. Depois mandam-se os inspectores averiguar. Onde é que já vi isto?...

 

   12h45 de hoje

Theresa May justifica bombardeamentos com informações secretas.

    Comentários no Facebook

«Jose Bandeira» - Onde é que já ouvi isto também? Estamos num "remake' da guerra no Iraque. Cheira-vos a petróleo?

«Mié Mendes Moreira» - As informações que originaram a guerra do Iraque também eram secretas... ;) Tão secretas, mas tão secretas, que nunca foram comprovadas.

 

   13h00 de hoje

"A actual escalada em torno da Síria afecta de modo destrutivo todo o sistema de relações internacionais. A história vai decidir tudo", disse Putin num comunicado divulgado pela assessoria de imprensa do Kremlin.

 

   13h45 de hoje

Sejamos pragmáticos. A existir fabrico e armazenamento de armas químicas nos territórios controlados por Bashar al-Assad é difícil de aceitar que após as ameaças de Donald Trump o governo e as forças militares da Síria, com eventual aconselhamento da Rússia, não tenham atempadamente deslocalizado estes equipamentos das três áreas agora bombardeadas.

   Comentários no Facebook

«Fernando Duarte»e com isto tudo vão regressar os "ataques terroristas" nestes 3 países. Os islamistas dizem que cada um "bombardeia" com as armas que tem

«Jose Riobom» - Pareces muito satisfeito e muito feliz… Eu não... e não é por motivos políticos, esses a mim são-me indiferentes, mas por motivos humanos... Sei por experiência o que é uma guerra... Estás a mudar... lentamente... alguém anda a fazer a tua cabeça... infelizmente! Estás a virar propagandista ! Lamento....

«David Ribeiro» - Ou percebeste mal o que eu disse, Jose Riobom, ou eu não fui suficientemente claro. Eu participei directamente na “segunda guerra de libertação” em Angola (assim lhe chamou o MPLA) e por isso sei bem o que são os HORRORES da guerra.

«Jose Riobom»A forma como defendes um dos lados diz-me tudo... É PRECISO PARAR TODOS OS LADOS...! Estou com Guterres... O "precisamos de ser pragmáticos" cheira-me a discurso ensaiado num cenário Trumpeiro... igual ao das armas de "destruição maciça" do Iraque... Essa gente dos USA é tão boa quanto a gente do Putin... É PRECISO PARAR tudo e todos para bem da humanidade no seu todo sem "sermos pragmáticos"... sómente humanos que respeitam a sua espécie...

 

   15h45 de hoje

Acabei de falar (via messenger) com um velho e querido amigo russo que ainda faz uns biscates nos serviços de inteligência do Kremlin e afirma-me ele que a resposta da Rússia deve ser não militar mas baseada no direito internacional, até porque ninguém sobreviveria a uma guerra entre Rússia e EUA.

   Comentários no Facebook

«Antero Filgueiras»Diga lá ao seu amigo que vive em Paris (e que eu conheço muito bem, assim como a simpática esposa), que a Rússia é só tretas, pois tem uma Economia de "caca" comparada com a esmagadora maioria dos países fortes da Zona Euro. O resto é ballet e marionetas. Já foi assim que Reagan esmagou a ex-URSS, cujo "elástico económico", tal como se provou e comprovou era demasiado fraco. Ou será que você não lê nada sobre análise económica internacional?!



Publicado por Tovi às 10:51
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2018
Síria: Quem controla o quê?

É assim que as coisas estão na Síria... uma manta de retalhos.

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Segundo as últimas notícias a situação na região mediterrânica está a ser monitorizada 24 horas por dia por radares terrestres ao serviço de Moscovo e pelo avião russo de alerta precoce A-50, todo isto vigiando a frota dos Estados Unidos na região, da qual faz parte o destroyer USS Donald Cook, reconhecido com capacidades para lançar mísseis de cruzeiro Tomahawk. Em caso de ataque à Síria com mísseis por parte dos norte-americanos os russos não deverão usar força letal, pois isso provocaria uma grande escalada no conflito, mas irão certamente dar resposta com equipamentos de guerra electrónica para neutralizar os navios americanos, atrapalhando a sua aquisição de alvos, geolocalização ou até mesmo sistemas anti-aéreos AEGIS.



Publicado por Tovi às 10:29
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Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2017
Cães que muito ladram não mordem

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Apesar da Coreia do Norte ter lançado um novo míssil balístico intercontinental na última semana, com uma altitude do voo no ponto máximo de 4.475 quilómetros e 950 quilómetros de faixa de voo, durando 53 minutos e que caiu na zona económica exclusiva do Japão a 250 km da cidade de Aomori, os riscos de uma guerra de facto ainda são pequenos, mesmo com todas as retóricas de Kim Jong-un e Donald Trump. Eu ainda não acreditar que o regime de Pyongyang já possua tecnologia suficiente para equipar um míssil com uma ogiva nuclear, mesmo de tamanho reduzido, mas seguramente o armamento norte-coreano já representa uma ameaça real para a Coreia do Sul e para o Japão. Mais uma vez o presidente chinês Xi Jinping tem a faca e o queijo na mão, pois como todos bem sabemos a Coreia do Norte continua altamente dependente do petróleo fornecido pela China.



Publicado por Tovi às 14:30
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Domingo, 3 de Dezembro de 2017
Míssil norte-coreano Hwasong-15

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No passado mês de Novembro a Coreia do Norte efectuou o lançamento de um míssil balístico Hwasong-15, projéctil que demonstrou capacidades impressionantes em comparação com seu antecessor, o Hwasong-14, considerando os especialistas que o alcance máximo do míssil recém-elaborado se situa entre 10.500 e 13.000 kms, uma ameaça não só para os países do leste asiático mas também para uma grande parte do território dos EUA. Analisando com cuidado as imagens e os comunicados oficiais do regime de Kim Jong-un vê-se que o camião de 18 rodas que transporta o míssil parece ser de fabrico nacional, o que demonstra que o país conseguiu autonomia na produção dessas máquinas sofisticadas. Os anteriores veículos eram de oito eixos - WS-52100 - adquiridos à China para uso industrial. Porém em 2012, uma vez que os WS-52100 apareceram no desfile militar em Pyongyang como plataformas móveis, o governo de Pequim cessou as exportações desses veículos à Coreia do Norte. É também de tecnologia mais sofisticada o sistema de propulsão deste novo míssil, dotado de asas e motores auxiliares, com dois estágios e medindo de 20 a 22 metros de comprimento e um ou dois metros de diâmetro, sendo seguramente capaz de levar uma ogiva nuclear superpesada. As imagens divulgadas do lançamento do míssil comprovam que o motor possui duas câmaras de combustão e carece de mecanismos auxiliares para mudar de direcção, o que representa um nível muito avançado de tecnologia.

 

Começam amanhã e duram até ao dia 8 de Dezembro os «Vigilant Ace», exercícios conjuntos de Washington e Seul, que contarão com a participação de mais de 1.200 militares dos EUA, 230 aviões, incluindo caças F-22 Raptor e F-35. A diplomacia norte-coreana já qualificou esta demonstração de força como um "prelúdio para a guerra nuclear".
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Publicado por Tovi às 14:56
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Terça-feira, 29 de Agosto de 2017
Coreia do Norte lança míssil que sobrevoa o Japão

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O “reizinho” de Pyongyang anda a esticar-se… e como a cama é curta ainda corre o risco de nem os russos nem os chineses lhe apararem as brincadeiras.

 

Nos últimos meses a Coreia do Norte levou a cabo uma série de lançamentos de mísseis e testes nucleares, violando as resoluções do Conselho de Segurança da ONU, tendo agora lançado um míssil que sobrevoou o Japão antes de cair no oceano Pacífico, a leste da ilha japonesa de Hokkaido. Segundo militares japoneses, trata-se provavelmente de um míssil balístico Hwasong-12.



Publicado por Tovi às 17:59
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Segunda-feira, 14 de Agosto de 2017
Será que há “sealy season” na Coreia do Norte?

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Espero bem que as declarações muito duras de Kim Jong-un e de Donald Trump não sejam senão efeitos da “sealy season” da península coreana. O líder da Coreia do Norte fala em "acções físicas" contra os Estados Unidos e o inquilino da Casa Branca responde com ameaças de "fogo e fúria" sem precedentes. Tudo isto é capaz de dar “trolha”, mas não deverá chegar a um conflito nuclear, até porque quer a Rússia quer a China nunca permitirão que isso aconteça.

 

   Comentários no Facebook

«João Greno Brògueira»Ainda hoje ouvi na CGTN que é a TV oficial da China que nunca poderiam ficar neutrais porque a Coreia do Norte fica muito perto de algumas províncias Chinesas e o efeitos duma guerra nuclear seriam muito nefastos. Mas entretanto já anunciaram a suspensão das importações de carvão e minério de ferro da Coreia do Norte.



Publicado por Tovi às 16:41
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Domingo, 6 de Agosto de 2017
Bombardeamentos atómicos a Hiroshima e Nagasaki

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Estamos no septuagésimo segundo aniversário dos bombardeamentos atómicos a Hiroshima (6Ago1945) e a Nagasaki (9Ago1945), actos bélicos que mataram de 100 mil a 200 mil pessoas em questão de minutos, além de muitas outras dezenas de milhares que morreram como resultado da radiação nuclear nas semanas, meses e anos seguintes. Mas eu, cidadão “ocidental” nado e criado no pós-guerra, educado numa filosofia de Paz e harmonia entre os Povos, não posso no entanto esquecer os crimes de guerra praticados pelo Império do Japão durante a Guerra do Pacífico, um dos teatros de operações da Segunda Guerra Mundial no Sudeste Asiático, na qual o exército japonês matou milhões de não-combatentes, incluindo prisioneiros de guerra, de várias nações. A Sanko Sakusen ("Política dos Três Tudo") na qual os japoneses adoptaram uma táctica de terra queimada na China e que se resumia em "Mate Tudo, Queime Tudo e Saque Tudo", política iniciada em 1940 por Ryūkichi Tanaka (9Jul1893 – 24Nov1972) e implementada na sua totalidade em 1942 no norte do território chinês pelo general Yasuji Okamura (15Mai1884 – 2Set1966), são disso exemplo, que de acordo com o historiador Mitsuyoshi Himeta resultou na morte de "mais de 2,7 milhões" de civis chineses.



Publicado por Tovi às 14:42
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Terça-feira, 11 de Julho de 2017
Mossul libertada

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O domínio do autoproclamado Estado Islâmico sobre a cidade iraquiana de Mossul acabou, após uma luta intensa iniciada em outubro do ano passado pelas tropas regulares iraquianas, apoiadas por milícias e pelo exército curdo, contra os jihadista Daesh que ocupavam várias áreas do norte do Iraque desde o verão de 2014.



Publicado por Tovi às 08:23
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