"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 9 de Outubro de 2020
O eterno conflito em Nagorno-Karabakh

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(Peões passam por cartaz em que está escrito "Turquia e Azerbaijão: dois Estados, uma nação", em Ancara, Turquia, 8 de outubro de 2020)

Há muitos anos que Azerbaijão e Arménia estão em conflito pela região de Nagorno-Karabkh (a Arménia defende a independência de Nagorno-Karabakh, que mantém laços político-militares estreitos com Erevan; o Azerbaijão, por sua vez, defende que a região deve fazer parte de seu território nacional), mas desta vez o apoio militar da Turquia ao Azerbaijão quebrou a frágil balança do poder nesta região do sul do Cáucaso, apesar de ser a Rússia o principal ator internacional na região. Moscovo já pediu à Turquia que apoie um cessar-fogo em Nagorno-Karabakh e o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, também se pronunciou no mesmo sentido. Os combates recentes tiveram início em 27 de setembro e ambos os beligerantes trocam acusações pela violação do cessar-fogo e início das hostilidades.
Hoje, sexta-feira – 9out, os ministros das Relações Exteriores de Arménia e Azerbaijão devem-se reunir num encontro trilateral convocado pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin. Veremos o que irá sair desta reunião.
 
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A Arménia e o Azerbaijão concordaram, este sábado, em iniciar um cessar-fogo na região separatista de Nagorno-Karabahk, palco de combates, anunciou a diplomacia russa, na sequência de negociações em Moscovo.


Publicado por Tovi às 15:40
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Domingo, 9 de Agosto de 2020
Nova ameaça de guerra civil no Líbano

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No seguimento da trágica explosão que devastou a zona portuária de Beirute, temos agora violentos confrontos entre as forças da polícia libanesa e manifestantes anti-governamentais. E não tarda temos no Líbano a “tradicional” guerra entre Xiitas e Sunitas.

 

   Comentários no Facebook
Rui Loza - Enquanto o imperialismo ocidental apoiar a ditadura saudita e alimentar a sua maquina de guerra, viveremos permanentemente em risco de guerras maiores que a do Iémen, da Siria, da Libia. Enquanto o ocidente alimentar estes monstros milhões de vidas são destruídas.



Publicado por Tovi às 00:11
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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2020
Foi há 75 anos o bombardeamento a Hiroshima

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Comparar o recente incidente de Beirute com o que aconteceu em Hiroshima faz hoje 75 anos, é puro desconhecimento da realidade histórica.

 


A bomba atômica de urânio (Little Boy) foi lançada sobre Hiroshima em 6 de agosto de 1945. Dentro dos primeiros 2 a 4 meses após os ataques atómicos, os efeitos agudos das explosões mataram entre 90 mil e 166 mil pessoas em Hiroshima, cerca de metade das mortes ocorreu no primeiro dia. Durante os meses seguintes, vários morreram por causa do efeito de queimaduras, envenenamento radioativo e outras lesões. A maioria dos mortos eram civis, embora Hiroshima tivesse muitos militares. [in WikiPédia]

 


A proliferação de armamento nuclear poderá ter contribuído para eventuais beligerantes terem a certeza que nunca poderão vencer um hipotético conflito com este tipo de armamento. E se isto foi o “equilíbrio do terror” durante a Guerra Fria, nos dias de hoje e com muitos mais países além da Rússia e USA na posse destas armas, a verdade é que ainda não sabemos se haverá motivação para alguém desenvolver um ataque deste tipo. Mas estamos num novo EQUILÍBRIO… por quanto tempo é que não sabemos.
Segundo o Centro de Investigação da Paz, em Estocolmo, havia em 2019 cerca de 14 mil armas nucleares, mais de 90% das quais na posse de americanos e russos. Cerca de 3750 são ogivas nucleares ativas. Do total das tais quase 14 mil, 6370 são da Rússia, 5800 são dos Estados Unidos, estima-se que 320 da China, 290 de França, 215 do Reino Unido, 160 do Paquistão, calcula-se que 150 da Índia, entre 30 a 40 da Coreia do Norte. Os Estados Unidos têm ogivas nucleares instaladas em quatro países da União Europeia: Bélgica, Holanda, Alemanha e Itália, bem como na Turquia.



Publicado por Tovi às 10:39
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Sábado, 29 de Fevereiro de 2020
Conflito entre a Turquia e a Síria

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A Turquia confirmou que perdeu pelo menos 33 militares e dezenas de outros foram feridos em solo sírio - "Existem soldados [que foram] seriamente feridos [durante o ataque], e eles estão sendo tratados em hospitais", declarou o governador da província turca de Hatay, limítrofe com a Síria, Rahmi Dogan – mas o Ministério da Defesa russo afirma que a sua Força Aérea não operava na área da província síria de Idlib. Em relação à situação no vilarejo de Behun, nesta província síria de Idlib, o Ministério da Defesa russo declarou: "No dia 27 de fevereiro, na área do vilarejo de Behun, os soldados turcos que estavam nas formações de combate de grupos terroristas caíram na sequência do bombardeio das tropas sírias".
Neste ano a guerra na Síria tem registrado maiores tensões entre forças turcas no país árabe e as forças governamentais sírias. Tudo leva a crer que estes choques armados poderão indiciar que a Turquia possa iniciar operações de maior envergadura no país vizinho.

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Sabe-se também que a Rússia está a reforçar a sua presença na costa da Síria, tendo enviado dois navios de guerra equipados com mísseis de cruzeiro para as águas da sua aliada, no Mediterrâneo. As duas fragatas ampliarão o esquadrão naval russo nessa área estratégica num momento em que as relações com a Turquia estão cada vez mais complicadas.

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Perante a escalada do conflito entre a Turquia e a Síria o presidente turco Erdogan ameaça a Europa com o “abrir dos portões” aos cerca de 3,6 milhões de refugiados sírios que se encontram no seu território no âmbito do acordo de março de 2016 com a União Europeia, pelo qual a Turquia deve reter os refugiados em troca de milhares de milhões de euros pagos anualmente pela Europa e que não estamos a cumprir.



Publicado por Tovi às 09:08
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Quarta-feira, 8 de Janeiro de 2020
Irão ataca bases militares dos EUA no Iraque

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Esta madrugada vinte e dois mísseis em 30 minutos, causaram dezenas de mortos e feridos, segundo algumas fontes.
O Irão afirma que as bases aéreas de Asad e Erbil, no oeste do Iraque, onde estão instalados militares dos Estados Unidos, foram "seriamente danificadas" e que há outros 100 alvos prontos para serem atacados, caso Washington decida tomar medidas de represália.
Por sua vez, o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que "so far, so good", enquanto os danos causados pelos ataques são avaliados.

 


Não creio que os ataques recíprocos dos EUA e Irão levem a uma guerra total na região, pelo menos na forma como foram a I e II Guerras Mundiais. Hoje as “guerras” fazem-se com boicotes económicos e quando se chega a combates bélicos estes são bombardeamentos cirúrgicos com drones e/ou com mísseis disparados de longa distância. Após a “vitória” de uma das fações pode ocorrer ocupação de terreno e aí as tropas clássicas – infantaria e carros de combate – terão um papel importante. Mas há ainda a possibilidade, para já muito improvável, de ataques nucleares e isto sim, seria uma catástrofe a nível mundial.

 


O que disse Donald Trump, hoje à tarde na Casa Branca, na sua declaração ao país:
- Enquanto eu for presidente dos EUA, o Irão não vai ter armamento nuclear. Bom dia!
- Os nossos mísseis são rápidos, precisos, eficientes e letais. Mas o facto de termos este armamento não significa que o tenhamos de usar. Não queremos usá-lo.
- Os misseis disparados ontem foram pagos pelos fundos que a última Administração disponibilizou aos iranianos.
- Soleimani era uma dos maiores terroristas, estava a planear ataques que tinham os EUA como alvo.



Publicado por Tovi às 12:19
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Sexta-feira, 16 de Agosto de 2019
Continua a "Guerra dos Petroleiros"

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Notícia completa aqui.



Publicado por Tovi às 14:45
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Sexta-feira, 9 de Agosto de 2019
A "guerra dos petroleiros" está a aquecer

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Publicado por Tovi às 09:07
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Domingo, 23 de Junho de 2019
Va lá saber-se quem fala verdade

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O ministro dos negócios estrangeiros iraniano, Mohamad Javad Zarif, publicou ontem na sua conta no Twitter: "Às 00h14 [hora local] o drone descolou dos Emiratos Árabes Unidos em modo furtivo e violou o espaço aéreo iraniano. Foi alvejado às 04h05 nas coordenadas (25°59'43"N 57°02'25"E) perto de Kouh-e Mobarak. Recuperamos destroços do drone militar dos EUA em nossas águas territoriais, onde foi derrubado".



Publicado por Tovi às 07:31
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Sexta-feira, 21 de Junho de 2019
Trump aprovou… e depois voltou atrás

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Altos responsáveis militares e diplomáticos americanos esperavam ordem de ataque ainda na noite de quinta-feira, após debates descritos como acalorados na Casa Branca envolvendo as principais autoridades de segurança nacional de Trump e líderes do Congresso, segundo o The New York Times. Aeronaves e navios estavam em posição de disparar mísseis quando veio a ordem para cancelar a operação.



Publicado por Tovi às 11:54
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Sexta-feira, 14 de Junho de 2019
Misteriosos ataques... ou não?

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Comentários… ao gosto dos interesses de cada um:

Expresso, 14jun2019 - O Exército dos EUA divulgou um vídeo que alegadamente mostra um barco da Marinha do Irão a remover o que aparenta ser uma mina não detonada do casco do Kokura Courageous. Este petroleiro japonês e um outro norueguês, o Front Altair, foram atacados esta quinta-feira no Golfo de Omã. O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, […] afirmou que o Irão pretende impedir a passagem de petróleo através do estreito de Ormuz.

Instituto Estatal de Relações Internacionais de Moscovo, 14jun2019 - Isto é uma coisa muito perigosa. Surge logo a questão: quem pode estar por trás disto? Alguns começaram imediatamente a apontar para o Irão, mas sem provas nenhumas [...] Seria melhor que neste ambiente extremamente nervoso a investigação fosse realizada por entidades internacionais que possam obter resultados objetivos, em que todos poderiam confiar.

Expresso, 14jun2019 - Na sequência dos ataques, o ministro iraniano das Relações Exteriores, Mohammad Javad Zarif, rejeitou as suspeitas americanas e lembrou que um dos petroleiros é japonês, tendo sido atacado durante a visita do primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, ao Irão num esforço para acalmar as tensões entre Washington e Teerão.

TVI24, em 14jun2019 - A ameaça no estreito de Ormuz - entre o Irão e Emirados Árabes Unidos - pode constituir-se, efetivamente, como um sinal de alarme e com efeitos na economia mundial: a administração para a energia dos EUA considera o estreito o pior "ponto de estrangulamento" do mundo, pior do que o estreito de Malaca, entre a ilha indonésia de Sumatra, Malásia e Tailândia, que liga o oceano Índico ao mar do Sul da China. Números citados pelo Guardian referem que em 2016 foram transportados através do estreito de Ormuz 18,5 milhões de barris de crude, comparados com 16 milhões através do estreito de Malaca e 5 milhões através do canal do Suez.



Publicado por Tovi às 11:05
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Sábado, 14 de Abril de 2018
Já caíram mísseis sobre a Síria

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Ataque coordenando entre EUA, França e Reino Unido lançou 110 mísseis sobre alvos referenciados à produção e armazenamento de armas químicas.

 

   11h45 de hoje

“Portugal compreende” os bombardeamentos desta madrugada, diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros... e Marcelo Rebelo de Sousa concordou.

   Comentários no Facebook

«André Eirado» - Espero que não espolete uma guerra mais intensa

«Mié Mendes Moreira» - Primeiro bombardeia-se, supostamente por existirem provas. Depois mandam-se os inspectores averiguar. Onde é que já vi isto?...

 

   12h45 de hoje

Theresa May justifica bombardeamentos com informações secretas.

    Comentários no Facebook

«Jose Bandeira» - Onde é que já ouvi isto também? Estamos num "remake' da guerra no Iraque. Cheira-vos a petróleo?

«Mié Mendes Moreira» - As informações que originaram a guerra do Iraque também eram secretas... ;) Tão secretas, mas tão secretas, que nunca foram comprovadas.

 

   13h00 de hoje

"A actual escalada em torno da Síria afecta de modo destrutivo todo o sistema de relações internacionais. A história vai decidir tudo", disse Putin num comunicado divulgado pela assessoria de imprensa do Kremlin.

 

   13h45 de hoje

Sejamos pragmáticos. A existir fabrico e armazenamento de armas químicas nos territórios controlados por Bashar al-Assad é difícil de aceitar que após as ameaças de Donald Trump o governo e as forças militares da Síria, com eventual aconselhamento da Rússia, não tenham atempadamente deslocalizado estes equipamentos das três áreas agora bombardeadas.

   Comentários no Facebook

«Fernando Duarte»e com isto tudo vão regressar os "ataques terroristas" nestes 3 países. Os islamistas dizem que cada um "bombardeia" com as armas que tem

«Jose Riobom» - Pareces muito satisfeito e muito feliz… Eu não... e não é por motivos políticos, esses a mim são-me indiferentes, mas por motivos humanos... Sei por experiência o que é uma guerra... Estás a mudar... lentamente... alguém anda a fazer a tua cabeça... infelizmente! Estás a virar propagandista ! Lamento....

«David Ribeiro» - Ou percebeste mal o que eu disse, Jose Riobom, ou eu não fui suficientemente claro. Eu participei directamente na “segunda guerra de libertação” em Angola (assim lhe chamou o MPLA) e por isso sei bem o que são os HORRORES da guerra.

«Jose Riobom»A forma como defendes um dos lados diz-me tudo... É PRECISO PARAR TODOS OS LADOS...! Estou com Guterres... O "precisamos de ser pragmáticos" cheira-me a discurso ensaiado num cenário Trumpeiro... igual ao das armas de "destruição maciça" do Iraque... Essa gente dos USA é tão boa quanto a gente do Putin... É PRECISO PARAR tudo e todos para bem da humanidade no seu todo sem "sermos pragmáticos"... sómente humanos que respeitam a sua espécie...

 

   15h45 de hoje

Acabei de falar (via messenger) com um velho e querido amigo russo que ainda faz uns biscates nos serviços de inteligência do Kremlin e afirma-me ele que a resposta da Rússia deve ser não militar mas baseada no direito internacional, até porque ninguém sobreviveria a uma guerra entre Rússia e EUA.

   Comentários no Facebook

«Antero Filgueiras»Diga lá ao seu amigo que vive em Paris (e que eu conheço muito bem, assim como a simpática esposa), que a Rússia é só tretas, pois tem uma Economia de "caca" comparada com a esmagadora maioria dos países fortes da Zona Euro. O resto é ballet e marionetas. Já foi assim que Reagan esmagou a ex-URSS, cujo "elástico económico", tal como se provou e comprovou era demasiado fraco. Ou será que você não lê nada sobre análise económica internacional?!



Publicado por Tovi às 10:51
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2018
Síria: Quem controla o quê?

É assim que as coisas estão na Síria... uma manta de retalhos.

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Segundo as últimas notícias a situação na região mediterrânica está a ser monitorizada 24 horas por dia por radares terrestres ao serviço de Moscovo e pelo avião russo de alerta precoce A-50, todo isto vigiando a frota dos Estados Unidos na região, da qual faz parte o destroyer USS Donald Cook, reconhecido com capacidades para lançar mísseis de cruzeiro Tomahawk. Em caso de ataque à Síria com mísseis por parte dos norte-americanos os russos não deverão usar força letal, pois isso provocaria uma grande escalada no conflito, mas irão certamente dar resposta com equipamentos de guerra electrónica para neutralizar os navios americanos, atrapalhando a sua aquisição de alvos, geolocalização ou até mesmo sistemas anti-aéreos AEGIS.



Publicado por Tovi às 10:29
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Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2017
Cães que muito ladram não mordem

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Apesar da Coreia do Norte ter lançado um novo míssil balístico intercontinental na última semana, com uma altitude do voo no ponto máximo de 4.475 quilómetros e 950 quilómetros de faixa de voo, durando 53 minutos e que caiu na zona económica exclusiva do Japão a 250 km da cidade de Aomori, os riscos de uma guerra de facto ainda são pequenos, mesmo com todas as retóricas de Kim Jong-un e Donald Trump. Eu ainda não acreditar que o regime de Pyongyang já possua tecnologia suficiente para equipar um míssil com uma ogiva nuclear, mesmo de tamanho reduzido, mas seguramente o armamento norte-coreano já representa uma ameaça real para a Coreia do Sul e para o Japão. Mais uma vez o presidente chinês Xi Jinping tem a faca e o queijo na mão, pois como todos bem sabemos a Coreia do Norte continua altamente dependente do petróleo fornecido pela China.



Publicado por Tovi às 14:30
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Domingo, 3 de Dezembro de 2017
Míssil norte-coreano Hwasong-15

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No passado mês de Novembro a Coreia do Norte efectuou o lançamento de um míssil balístico Hwasong-15, projéctil que demonstrou capacidades impressionantes em comparação com seu antecessor, o Hwasong-14, considerando os especialistas que o alcance máximo do míssil recém-elaborado se situa entre 10.500 e 13.000 kms, uma ameaça não só para os países do leste asiático mas também para uma grande parte do território dos EUA. Analisando com cuidado as imagens e os comunicados oficiais do regime de Kim Jong-un vê-se que o camião de 18 rodas que transporta o míssil parece ser de fabrico nacional, o que demonstra que o país conseguiu autonomia na produção dessas máquinas sofisticadas. Os anteriores veículos eram de oito eixos - WS-52100 - adquiridos à China para uso industrial. Porém em 2012, uma vez que os WS-52100 apareceram no desfile militar em Pyongyang como plataformas móveis, o governo de Pequim cessou as exportações desses veículos à Coreia do Norte. É também de tecnologia mais sofisticada o sistema de propulsão deste novo míssil, dotado de asas e motores auxiliares, com dois estágios e medindo de 20 a 22 metros de comprimento e um ou dois metros de diâmetro, sendo seguramente capaz de levar uma ogiva nuclear superpesada. As imagens divulgadas do lançamento do míssil comprovam que o motor possui duas câmaras de combustão e carece de mecanismos auxiliares para mudar de direcção, o que representa um nível muito avançado de tecnologia.

 

Começam amanhã e duram até ao dia 8 de Dezembro os «Vigilant Ace», exercícios conjuntos de Washington e Seul, que contarão com a participação de mais de 1.200 militares dos EUA, 230 aviões, incluindo caças F-22 Raptor e F-35. A diplomacia norte-coreana já qualificou esta demonstração de força como um "prelúdio para a guerra nuclear".
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Publicado por Tovi às 14:56
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Terça-feira, 29 de Agosto de 2017
Coreia do Norte lança míssil que sobrevoa o Japão

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O “reizinho” de Pyongyang anda a esticar-se… e como a cama é curta ainda corre o risco de nem os russos nem os chineses lhe apararem as brincadeiras.

 

Nos últimos meses a Coreia do Norte levou a cabo uma série de lançamentos de mísseis e testes nucleares, violando as resoluções do Conselho de Segurança da ONU, tendo agora lançado um míssil que sobrevoou o Japão antes de cair no oceano Pacífico, a leste da ilha japonesa de Hokkaido. Segundo militares japoneses, trata-se provavelmente de um míssil balístico Hwasong-12.



Publicado por Tovi às 17:59
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