"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."
Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2025
O que se vai sabendo da corrupção na Ucrânia...
...pelo The New York Times e The Economist

O escândalo de corrupção conhecido como "Míndichgate" abala a Ucrânia, envolvendo altos funcionários em um esquema de subornos na Energoatom estadual, que gera mais de metade da eletricidade do país. O Gabinete Nacional Anticorrupção (NABU) revelou que uma "organização criminosa de alto nível" exigia comissões de 10-15% em contratos, sob ameaças de bloquear pagamentos ou excluir fornecedores, lavando cerca de 100 milhões de dólares durante a guerra. Após 15 meses de investigação e mil horas de gravações, cinco pessoas foram presas e identificaram mais sete com invasões em escritórios chave. O empresário Timur Míndich, cofundador da produtora Zelensky e apelidado de "carteira do presidente", fugiu para Israel antes dos registros e orquestrou o esquema do seu apartamento, segundo o NABU. O deputado da oposição Oleksandr Dubinski afirmou no Telegram que a esposa de Zelensky, Olena Zelenska, aparece nas "gravações de Míndich" discutindo pagamentos, enquanto Yaroslav Zhelezniak sugeriu que Andriy Yermak, ex-chefe de escritório de Zelensky, é "Alí Babá" nas gravações, ordenando ataques a agências anticorrupção. Yermak demitiu-se após invasões de domicílio, pressionado pelo Ocidente e protestos; os ministros da Energia e Justiça envolvidos também se demitiram. Zelensky condenou a corrupção e ordenou auditorias, mas o caso corroe sua credibilidade em plena crise de guerra.
E em Bruxelas...
Um novo escândalo está a ganhar dimensão. A 2 de dezembro foi detida a antiga chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini. É acusada de fraude, corrupção, utilização indevida de fundos da União Europeia e conflito de interesses no âmbito de uma investigação da UE sobre a utilização indevida de fundos, informou a Procuradoria Europeia (EPPO). Agentes da polícia da Flandres Ocidental realizaram buscas no Colégio da Europa em Bruges (Bélgica), que na altura era dirigido por Mogherini, e no Serviço Europeu de Ação Externa (SEAE) em Bruxelas, que ela liderou durante cinco anos como principal diplomata da União Europeia. Juntamente com Mogherini, foram detidos o diretor do Colégio da Europa, Cesare Zegriddi, e o antigo secretário-geral do SEAE, Stefano Sannino.
Mario Pinheiro - O que espera no que à corrupção diz respeito é que haja mecanismos que lhe ponha termo. Parece ser o caso, num lado e noutro. Poder-se-á dizer o mesmo da federação russa. Já para não falar dos que caiem das varandas.
David Ribeiro - Meu caro amigo Mario Pinheiro... e a corrupção na Federação Russa poderá servir de desculpa para o que se vive atualmente na Ucrânia?
Mario Pinheiro - David Ribeiro, claro que não. E não dou preferência a uma em detrimento da outra, mas aparentemente na Ucrânia sabe-se dela e combate-se, na outra a oligarquia esconde-a, ou matam-se os denunciantes, como Alexei Navalny. Mas isso não interessa nada, não é caro David Ribeiro?
David Ribeiro - Claro que toda a VERDADE interessa, Mario Pinheiro... mas não se pode tentar desculpar uns perante as atrocidades de outros, principalmente quando se pretende admitir na União Europeia quem se está borrifando para os constantes avisos da UE sobre corrupção.
Mario Pinheiro - David Ribeiro, até poderia entender essa posição não fosse "O Gabinete Nacional Anticorrupção (NABU) revelou que uma "organização criminosa de alto nível" exigia comissões...". A ser assim, sabendo nós que a corrupção se espalha por onde há dinheiro e falta de escrúpulos, que mais se pode exigir além do combate que lhe é feito? Eu faço escolhas e tendo em conta que uns não serão melhores que outros, condeno o que está para além dessas considerações e a minha repugnância vai para quem ignora o direito internacional e se fizesse campanha seria contra o agressor da Ucrânia.Mas cada um toma o partido que quer, a pretexto do que lhe parece mais importante.
David Ribeiro - Mario Pinheiro, entendo perfeitamento o seu ponte de vista - "Eu faço escolhas e tendo em conta que uns não serão melhores que outros" -, mas há que conhecermos TUDO o que se passou na Ucânia no antes da invasão do terriório ucraniano, a que a Rússia chamou "Operação Militar Especial na Ucrânia".
Mario Pinheiro - David Ribeiro é com pretextos assim que assistimos ao assédio dos USA à Venezuela. É a lei da força a substituir a razão. Não pactuo.
David Ribeiro - Sim, Mario Pinheiro, na esmagadora das vezes a razão é substituida pela força, mas a força, infelizmente, impõe-se e determina o dia-a-dia dos conflitos, pelo que não vale a pena chorar pelo leite derramado.
Adao Fernando Batista Bastos - Na Russia dw Putin nada se passa. Ou antes, nada se sabe nem saberá
David Ribeiro - E isso justifica a corrupção na Ucrânia, é isso Adao Fernando Batista Bastos?
Adao Fernando Batista Bastos - David Ribeiro não, claro que não mas entre os dois em guerra on diabo esfrega as mãos.
Palavras de solidariedade, alguma ajuda e pouco mais
Na tarde desta segunda-feira [8dez2025] Zelensky é recebido em Downing Street, na capital londrina, por Macron, Starmer e Merz, os autoproclamados grandes da Europa. E ao que parece da "Europa dos 27" só dois líderes da UE decidem pelos restantes 25; ou seja, o directório decide, fala pelos outros e impõe. Meloni fica de fora, como de fora ficam os pesos médios espanhol, polaco e holandês e, claro, aqueles que como nós não contam, não são ouvidos e não têm voto. No fundo, se bem que com alegações mais elegantes, essa "Europa" foi sempre uma associação rigidamente estratificada em que os donos da casa estão na sala, outros na copa e a maioria na cozinha (com todo o maior respeito para as copeiras e cozinheiras).
Jose Antonio M Macedo - Concordo em relação à Polónia, Itália e Espanha. Contudo, penso que não é viável e pragmático atendermos a 27 políticas diferentes. Iriam surgir ainda mais divisões e nunca se tomaria uma decisão. Mas isto é uma reunião europeia e não da UE: a presença do Reino Unido e a ausência da bandeira da UE são sinais disso.
David Ribeiro - Jose Antonio M Macedo, por isso eu pergunto por que motivo os autoproclamados grandes da Europa decidem pela Europa.
João Gomes - Veremos o comunicado final. Deve ser para rir...
João Simões - Antes esta Europa que a Rússia ou outros que tais. Ou haverá por lá mais liberdade e democracia?
David Ribeiro - João Simões, isso é o mesmo que escolher trampa em vez de merda (pardon my French) no que aqui está em causa.
João Simões - David Ribeiro sim certamente que a liberdade russa é equivalente à liberdade e solidariedade europeia. E que ninguém duvide de tal coisa.
Ao final da tarde de hoje [2.ª feira 8dez2025]
Volodymyr Zelensky abandonou a residência oficial do primeiro-ministro britânico, onde estava reunido com Keir Starmer, depois do encontro mais alargado. O Presidente ucraniano e o chefe do Executivo britânico despediram-se com um abraço à porta de Downing Street. Zelensky segue agora para Bruxelas, onde se irá reunir com o líder da NATO e os líderes da União Europeia por volta da “hora do jantar”, avançou um porta-voz do bloco europeu. O presidente ucraniano anunciou que, na terça-feira [9dez2025], vai viajar para Itália, onde irá reunir-se com a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni.
Não resisti a partilhar com os meus Amigos este post de quem sabe bem escrever sobre religião romana e animais... além de sobre muitas outras coisas.

Miguel Castelo Branco no Facebook
Na religião romana, o comportamento dos animais era objecto de cerrada interpretação por sacerdotes e adivinhos. O voo dos pássaros, comportamentos inusuais de animais domésticos ou o súbito surgimento de pragas de insectos pediam a intervenção de augures. Ontem, ao entrar na residência oficial do primeiro-ministro britânico, Zelensky foi confrontado com um prodigia que de imediato dominou a imprensa: o gato Larry não olhou para a visita, virou ostensivamente o focinho para a porta e saiu apressadamente de casa, parecendo não querer estar sob o mesmo tecto que o líder ucraniano. Em Roma, tal comportamento bastaria para que se reunisse com carácter de urgência o conselho do imperador.
Domingo, 7 de Dezembro de 2025
Comentadores... comentando nos media portugueses
José Azeredo Lopes - "O processo de paz não pode ser um enxovalho histórico que prejudique o futuro coletivo da Europa".
Ana Miguel dos Santos - "Apesar de ter muita vontade de apoiar a Ucrânia, a Europa está entre um dilema muito difícil".
Major-general Jorge Saramago - "Cada dia que passa é um dia que nos aproximamos da paz".
Tiago André Lopes - "Von der Leyen usou a expressão 'conversações construtivas': normalmente quer dizer que não chegaram a lado nenhum".
Helena Ferro de Gouveia - "Um grande abanão". Nova estratégia de segurança mostra que Estados Unidos já "não são" aliados da Europa.
Major-general Agostinho Costa - "Borrell dizia 'esta guerra vai ser decidida no campo de batalha'. Vai, mas não como ele pensava".
Miguel Baumgartner - "O meu receio é que a Ucrânia não tenha mais capacidade negocial para impor alguma coisa".
Joaquim Figueiredo - No fundo, no fundo... há uma estratégia da extrema direita de destruir a UE...e nós batemos palmas. A UE gasta mais em defesa do que os EUA...
Jose Antonio M Macedo - Joaquim Figueiredo Sim, existe essa estratégia concertada pelas autocracias, sejam elas mais ou menos de direita: China, EUA, Rússia e respetivos satélites.
David Ribeiro - Muito provavelmente iremos ter Donald Trump a acabar com a guerra na Ucrânia a dar-lhe todos os frutos que o presidente dos EUA sempre desejou. A Europa teme uma prespectiva de acordo - mais cedo ou mais tarde - que nunca punirá ou enfraquecerá a Rússia, como os líderes da UE em Bruxelas esperavam.
Jose Antonio M Macedo - David Ribeiro O enfraquecimento da Rússia será feito a longo prazo pela China e é por isso que os EUA apoiam e apoiarão sempre a Rússia. Será inevitável uma aproximação entre a China e a Europa.
David Ribeiro - Jose Antonio M Macedo, viu-se nesta semana como a China tratou o presidente francês. Nem um mais pequeno acordo comercial ou estratégico foi conseguido por Macron.
Jose Antonio M Macedo - David Ribeiro Levará o seu tempo, penso eu. Uma Rússia fraca, fragmentada e dividida interessa não apenas à China, como também à Europa.
David Ribeiro - Jose Antonio M Macedo, pois... até ao último ucraniano.
Jose Antonio M Macedo - David Ribeiro Levará o seu tempo a aproximação entre a Europa e a China.
David Ribeiro - Jose Antonio M Macedo, pois... e poderá não chegar a tempo de salvar a União Europeia.
Jose Antonio M Macedo - Destacaria este comentário: Helena Ferro Gouveia - "Um grande abanão". Nova estratégia de segurança mostra que Estados Unidos já "não são" aliados da Europa.
David Ribeiro - Mas, meu caro Jose Antonio M Macedo, nesta matéria a culpa dos EUA não serem já "nossos amigos" é essencialmente culpa de maus políticos em Bruxelas.
Jose Antonio M Macedo - David Ribeiro Na minha opinião, a culpa passa muito pelas visões autocráticas atuais da China, dos EUA e da Rússia e não propriamente da Europa. Por outro lado temos de ver que a Europa é uma soma de estados soberanos e independentes e que não pode ser comparada com os estados soberanos da Rússia, EUA e China.
David Ribeiro - Então, Jose Antonio M Macedo, se a União Europeia não tem peso político, como tem vindo a reconhecer-se, que deixe de se meter ao barulho em coisas que nada pode dizer.
Jose Antonio M Macedo - David Ribeiro Pode e deve ter uma estratégia comum de segurança e defesa. Mas penso que deve ter algo a dizer, pois este conflito ocorre na Europa.
Jose Antonio M Macedo - Será que os ucranianos estão mesmo dispostos a entregar território seu à Rússia?David Ribeiro - Jose Antonio M Macedo, estejam ou não "dispostos a entregar teritório seu à Rússia" a situação no terreno e a não existência de apoios significativos, é que determinam a realidade. É só ver o que está a acontecer nestes últimos dois dias.
Jose Antonio M Macedo - David Ribeiro De qualquer modo, penso que não será o governo ucraniano (e muito menos o governo russo), mas sim os ucranianos que terão a última palavra.David Ribeiro - Jose Antonio M Macedo, pobre povo ucraniano... que nem sabem bem para que lado cair.
Jose Antonio M Macedo - David Ribeiro Certamente que para o lado russo também não será certamente a melhor opção. Seria um regresso ao imperialismo e ditadura soviéticas que nada fizeram pela humanidade, à excepção de terem combatido a Alemanha nazi.
David Ribeiro - E se ficarem, Jose Antonio M Macedo, com a corja corrupta que tem estado no poder em Kiev, não sei se ficarão melhor. Razão sempre tiveram os ucranianos do Donbass que falavam russo, ensinavam russo nas escolas e cultivavam a cultura russa. Conheço bem os dois - russos e ucranianos - na altura ainda ambos debaixo do chapéu União Soviética (anos 85 e 86 do século passado). Enquanto os russos eram cultos e simpáticos, os ucranianos, na sua esmagadora maioria, eram uns videirinhos a quem só a aldrabice e negócios escuros interessavam.
Jose Antonio M Macedo - David Ribeiro Mas isso não dá o direito à Rússia de invadir um país soberano. E também o contributo que deram em Angola, com a sua influência, foi o de terem promovido um país corrupto como é a Angola dos nossos dias.
David Ribeiro - A invasão, Jose Antonio M Macedo, foi a resposta à carnificina que Kiev fazia no Donbass aos falantes russo. Não podemos esquecer as barbaridades que por lá aconteceram, como por exemplo em 2014, em Odessa, quando mais de 40 pessoas foram queimadas vivas no massacre na Casa dos Sindicatos, resultando ainda mais de 200 feridos.
Mais sobre corrupção na Ucrânia
A multiplicação de casos está não só a fragilizar o Executivo de Zelensky - parte dos suspeitos pertencem ou pertenceram ao círculo de colaboradores próximos do Presidente - mas, sobretudo, a confiança dos ucranianos nas instituições do Estado.
Luis Pereira -

David Ribeiro - Sim, Luis Pereira... Navalny denunciou muita da corrupção na Rússia, mas não é por isso que se pode "desculpar" a corrupção que existe no governo de Zelensky.
Jorge Veiga - Pena não pores o conjunto dos corruptos na Rússia (e até em Portugal). Porque tanta exclusividade? Será que isso não são restos do tempo de governação russa?
David Ribeiro - Jorge Veiga, essa de "restos do tempo de governação russa" é uma excelente desculpa... haja paciência para inexplicáveis desculpas para a corrupção no governo de Zelensky.
Jorge Veiga - David Ribeiro agora espero das desculpas da corrupção na Rússia ou na justificação dos que caiem do 5º andar.
Nuremberga

"No final - do filme Nuremberga (*) - fica apenas a mensagem política nada subtil de que o nazismo está a ser repetido no nosso tempo, com Trump a substituir a liderança de Hitler. Isso é sugerido ao longo do filme em cenas estratégicas. Mas, no fim do filme, é para o futuro que é o nosso presente que fica reservado o regresso do nazismo."
(*)
Actores: Russell Crowe, Rami Malek, Leo Woodall, Michael Shannon
Realizador: James Vanderbilt
País: Hungria, Estados Unidos da América
Estreia: 04dez2025
Joaquim Figueiredo - E por isso, talvez, haja um apoio à política israelita... e a Trump...
Ativos russos congelados
No dia de ontem [sábado 6dez2025] Von der Leyen e Merz falharam mais uma vez na intenção de convencer De Wever, primeiro-ministro belga, a desbloquear o uso dos ativos russos congelados.
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Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2025
Volodymyr Zelensky... em três capas da Time
Capa 1 – O Herói (2022)Zelensky é apresentado como o símbolo da resistência ucraniana. Uma imagem épica, cheia de emoção e patriotismo.
Capa 2 – O Líder em Meio à SombraUm retrato mais sério e introspectivo, destacando o peso das decisões e a pressão constante da guerra.
Capa 3 – O Fim do Jogo (2025)A guerra avançou e o tom muda novamente: Zelensky isolado, cansado, enfrentando o desgaste político e militar.
Para memória de um futuro próximo

Jorge Saraiva - Claro que está. Não faz outra coisa. A questão está mais na capacidade económica.Antonio Bernardo - Cada dia que passa vai refinando o monstro que é...
Hugo Da Nóbrega Dias - Até um eslavo, com a sua típica paciência, se cansa de lidar com tanta ignorância. Um país que está a ganhar flagrantemente uma guerra, que se predispôs a sentar-se à mesa das negociações, que chegou a acordo com o mais poderoso dos intermediários e que, apesar de tudo, vê constante e ridiculamente uma Europa a delirar com uma invasão russa e a minar as negociações de paz, uma país nestas condições, quando confrontado sucessivamente com estes comportamentos amadores, só pode responder desta forma. Até porque quem mina as negociações de paz dá a entender que prefere a guerra. É neste sentido a resposta.
Jose Antonio M Macedo - Também, entre 2014 e 2022, a Europa confiou na Rússia e depois foi o que se viu: a invasão da Ucrânia. É natural que depois da invasão da Ucrânia, a Europa se queira armar face à permanente incerteza russa derivada em muito da nostalgia da URSS e ao distanciamento dos EUA relativamente à sua defesa. Quer a Rússia, quer os EUA, quer mesmo a China não são confiáveis na atual geopolítica internacional.
Maria Vilar de Almeida - A EUROPA está AVISADA. Que depois NÃO se queixe!!! Quem puder, que SAIA daqui enquanto é tempo...
Amadeu Pereira - Maria Vilar de Almeida eu me vou esconder debaixo da minha cama..kkkk
Maria Vilar de Almeida - Ria-se ria-se, que quem por último ri, ri melhor... neste caso, não será você.
Carlos Miguel Sousa - Não compro a narrativa que Putin, quer invadir a Europa. Primeiro porque ele é muito mais inteligente que qualquer governante ocidental. Segundo, porque não precisa. Terceiro, porque fomos até há bem pouco tempo os seus melhores clientes (e continuamos a ser). Quarto porque Putin, não quer estar nas mãos da China, por muito mais tempo. Em suma, são tantas as razões, que nem vou perder mais tempo por aqui a defender o óbvio.
Fernando Duarte - não me digas, não consegue nada na Ucrânia e quer atacar a Europa toda ?
Zé-António Pimenta de França - É falso, a frase que ele disse está truncada. O que ele disse foi o seguinte: “Já disse mais de cem vezes que nunca quisemos nem pensámos em fazer guerra à Europa, mas se a Europa quiser guerra e começar uma, estamos prontos agora mesmo”… É completamente diferente…
Jose Luis Soares Moreira - Só fala em guerra este ser malvado entre a humanidade. Porquê não procura a paz?
Gloria Gonçalves - O monstro quase a ir para cova ainda chia
Antonio Bernardo - Assassino, Assassino, Assassino...
Raul Vaz Osorio - Conversa da treta. Nem para a Ucrania estava prepared, quanto mais a NATO. È um bocas
Jorge Veiga - Nem os calculos para conquistar a Ucrânia, que fará o resto...Tão falador como o Trump.
Cartoon de António Maia... no CM de 4dez2025

É desta... será?
Rustem Umerov, o secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, vai reunir-se com os enviados especiais do presidente dos EUA, Donald Trump, Steve Witkoff e Jared Kushner, esta quinta-feira [4dez2025] em Miami para discutir as negociações de paz, disse Olha Stefanishyna, embaixadora da Ucrânia nos EUA, aos jornalistas.
E por cá... às armas, às armas

Cuidado com "estruturas autónomas" para contratos sem concurso público... é que são 5,8 mil milhões.
Mario Pinheiro - 5,8 mil milhões de € não é muita fruta? Por acaso estou a lembrar-me dos submarinos!
Joaquim Figueiredo - Isto não é um governo, é uma agência de emprego
Fernando Peres - Joaquim Figueiredo caro amigo emprego era para o “camarada“ ex presidente da câmara de Aljustrel. Claro que o actual presidente do PS , então ministro da Administração Interna (José Luís Carneiro) já veio justificar o telefonema (“cunha”) com o excelente currículum do visado!!!
Joaquim Figueiredo - Fernando Peres e é só no PS? Arranjou emprego? Sabe quantos boys este governo já criou? E comissões? E eu a pensar que ia ficar envergonhado com o comportamento do MP...
Paulo Cruz - Caça ao tesouro ..... aliás saque ao PRR
Joseph Cross - 007 Licença para roubar
Luis Manuel Viegas Nogueira - Cuidado com esta malta do extinto partido CDS, um nos submarinos e este nos helicópteros e não só, são um autêntico fartai vilanagem. A Europa que se cuide e verifique, os meandros do negócio.
Maria Magalhães - Depois culpam os opositores
Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2025
Gás russo... proibido na UE em novembro de 2027

Compromisso alcançado na madrugada de 4.ª feira [3dez2025] entre o Parlamento Europeu, que desejava uma proibição mais rápida, e os Estados-Membros, que queriam um pouco mais de tempo. A proibição dos contratos de longo prazo entrará em vigor, o mais tardar, em 1 de novembro de 2027.
Há quem diga que ainda compramos gás da Rússia 3 vezes mais barato do que o importar dos Estados Unidos.
(Notícia do Expresso em 1dez2025)
Carlos Miguel Sousa - Foi sempre esta a razão porque os americanos quiseram incendiar a Ucrânia.
Luis Barata - Pois eu sou pelo bloqueio total á russia!!
Maria Vilar de Almeida - EU SOU PORTUGAL TUDO, MAS TUDO, O QUE FOR MELHOR PARA A NAÇAO... QUE VENHA, INDEPENDENTEMENTE DA BANDEIRA!!! Para os CRISTALIZADOS no PASSADO... A RÚSSIA não é Comunista. A União Soviética é que era. A RÚSSIA é uma Oligarquia, Assim como a ACTUAL UE. Tomara eu ter um PRESIDENTE Como PUTIN ou como TRUMP!!! Porquê?! Porque AMBOS defendem as suas NAÇÕES ACIMA de TUDO e de TODOS!!! E NÃO as ROUBAM, como o BOBO da Ucrânia. DIXIT. ...E o INTERESSE MAIOR na Ucrânia, é pela Melhor Mina de Lítio do Mundo estar em Território Conquistado pela RÚSSIA. 
Terça-feira, 2 de Dezembro de 2025
Armas e mais armas... e por cá Marcelo no hospital

Revista Military Watch: "...a Ucrânia está a perder os seus sistemas de defesa aérea mais rapidamente do que o Ocidente consegue substituí-los". Por outras palavras: a guerra de alta intensidade não pode ser gerida como uma apresentação em PowerPoint em Bruxelas. Desde 2022 que nos venderam a narrativa de um Ocidente que se tornou uma superfábrica, capaz de produzir baterias de Patriots como panfletos eleitorais. Boris Pistorius, ministro da Defesa da Alemanha, que anuncia a guerra em 2029 como se anuncia a previsão meteorológica, admite agora que: "As capacidades de produção precisam de ser significativamente aumentadas".
E porque tudo isto tem a ver com o dia-a-dia da guerra

Com toda a consideração que tenho por Ronaldo Santos (que só conheço dos seus comentários na CNN Portugal) parece-me que já há uma "ligeira" alteração à forma como muitos dos "comentadores" nacionais encaram o futuro próximo do conflito no leste da Ucrânia. Ainda vamos ver um "virar de casacas", a fazer-nos lembrar os dias seguintes ao 25 de Abril de 74 em Portugal.

Tudo me leva a acreditar que estamos num momento decisivo para o futuro da Ucrânia. A atividade militar russa e as "propostas" de paz de Donald Trump não auguram nada de bom para todos aqueles que sustentam Zelensky no poder em Kiev.
Jorge Veiga - isso é de ter cataratas?
David Ribeiro - Não te entendo, Jorge Veiga... ainda tens esperança que a "Coligação dos Dispostos" (que raio de nome foram arranjar) vá resolver a enorme crise na equipa dirigente em Kiev?.. Eu, muito sinceramente, não estou a ver como poderá ser.
Jorge Veiga - David Ribeiro não é ser ou não o pensar oriental, ocidental, de Norte ou de Sul, mas sim o meu pensar. Invadir um país só se justifica se esse país fez mal ao outro. A Ucránia devolveu todas as armas nucleares e o outro pais invade o território por causa de nazis e corrupção? Podiam começar pelo país deles, onde não faltava mão de obra e causas a defender. Parece-me que alguém faz ou quer fazer de nós burros, mas devia começar a limpeza dentro da própria casa.
David Ribeiro - Sim, Jorge Veiga... " Invadir um país só se justifica se esse país fez mal ao outro" ou se fizer mal aos cidadãos que falam russo, em cujas escolas se ensinava russo, que sempre viveram uma cultura russa, e que os neo-nazis instalados em Kiev tentaram dizimar perla força. Não podemos esquecer a história.
Jorge Veiga - David Ribeiro Oh porra. Temos que invadir Angola, Moçambique etc, porque também maltratam os lusófonos... Que raio de desculpa. Falam russo, vão para a Rússia, se quiserem, caso contrário são tratados como os outros.
Jorge Saraiva - Errata: onde está escrito "crer" deverá ler-se "querer".
Maria Vilar de Almeida - Tomara que esta CHARADA acabe de vez. Bem Basta o DINHEIRO que PORTUGAL enviou para ARMAMENTO e foi DESVIADO... EU SOU EUROPEISTA, MAS ABOMINO A ABERRAÇÃO DESTA (des)UNIÃO EUROPEIA!!! DIXIT.
Adriano Marques - Siga para Bingo... 

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Alfredo Leite é o enviado especial do CM à Ucrânia. Esteve em Mykolaiv, perto de Kherson, uma das regiões onde os combates mais intensos da guerra se têm travado. Um relato sério, a contrastar com o que muitos do grupo "Rogeiro, Milhazes & C.ª Lda" nos têm vindo a impingir.
Jorge Veiga - mandar um enviado especial para a Ucránia para ele dizer isto, podiam poupar a guita. Isso digo eu com tão pouco armamento pesado contra o que tem a Rússia. Mesmo assim, temos a acrescentar os 4 anos de guerra, que deveriam ser 15 dias...
Até a Helena Ferro de Gouveia...

Jorge Veiga - David Ribeiro a mim não me admira nada. O que me admira é que haja quem lhes dê, aos Putins, razão.
A ver vamos como diz o cego

A reunião entre a delegação da Ucrânia e os Estados Unidos da América, na Florida, neste sábado [29nov2025], foi descrita como “produtiva e bem sucedida” por parte dos ucranianos e como “muito produtiva” por parte de Marco Rubio. Donald Trump e Volodymyr Zelensky reagiram e mostraram-se esperançosos sobre os próximos tempos.
O Presidente dos EUA considerou que há “boas hipóteses” de se chegar a um acordo para pôr fim ao conflito entre a Rússia e a Ucrânia. “Penso que a Rússia gostaria que isto acabasse, e penso que a Ucrânia, sei que a Ucrânia gostaria que isto acabasse”, declarou Donald Trump a bordo do Air Force One.
Já o Presidente da Ucrânia reagiu, nas redes sociais, agradecendo publicamente aos EUA, à equipa de Trump e ao próprio Presidente pelo “tempo que têm investido tão intensamente na definição dos passos para acabar com a guerra”.
Perante tudo isto a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, reconheceu que houve “discussões produtivas” entre as autoridades ucranianas e norte-americanas, mas criticou a exclusão da União Europeia do processo.
Comentários...
Nos corredores dos hoteis da capital ucraniana, onde estão hospedados a maior parte dos jornalistas que cobrem este conflito, a versão amplamente partilhada afirma que Zelensky está pressionado a renunciar, devido aos casos de corrupção "descobertos" pelo NABU, o que permitiria à Rada instalar um novo presidente deste parlamento que se tornaria presidente interino e assinaria o acordo de paz.
Presidente da República operado de urgência
Marcelo Rebelo de Sousa foi ao fim do dia desta segunda-feira [1dez2025] submetido a uma cirurgia a uma hérnia encarcerada no Hospital de São João, no Porto. A cirurgia demorou cerca de uma hora e meia, tal como previsto anteriormente por fontes hospitalares. Segundo nota da Presidência da República, a cirurgia "correu bem" e Marcelo Rebelo de Sousa "já está acordado e bem disposto". A Presidente do Conselho de Administração do Hospital de São João, Maria João Batista, disse que esta cirurgia a que o Presidente da República foi submetido era "urgente, mas não emergente", e o risco era baixo, pelo que, a operação correu "sem complicações".
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Sábado, 29 de Novembro de 2025
Discutindo com "amigos" sobre o conflito na Ucrânia
Devagar, devagarinho, as tropas de Putin lá vão andando.
Adriano Marques - Só para que conste a informação A fonte é a própria Kaja Kallas.

David Ribeiro - "...nenhum país invadiu a rúzzia" - A Kaja Kallas não sabe o que diz, Adriano Marques... então a Alemanha Hitleriana não invadiu a Rússia?
Adriano Marques - David Ribeiro tem toda a razão, tocou no ponto que me interessava (mordeu o isco) afinal essa coisa das fontes seguras vale o que vale, o caro amigo também já publicou muita trapalhada como esta, mas como é das fontes que lhe interessam é credível, o resto nem por isso... Abraço e bom fim de semana.
David Ribeiro - Que estapafúrdia justificação foi o meu amigo Adriano Marques arranjar.
Adriano Marques - David Ribeiro nisso estamos empatados... 

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Nesta matéria eu também concordo com o major-general Agostinho Costa.
Carlos Miguel Sousa - O Major General Agostinho Costa, é um « simplificador ». 
Nuno Solla Lacerda - Infelizmente este General tem seguidores mas eu refraseava e diria: “ neste momento há duas partes que querem que os ucranianos se rendam “ Essas duas partes ( e uma delas é o próprio beligerante e invasor ) só querem que o invadido se renda e capitule. Se estivéssemos em 1385 este General estaria do lado dos Espanhóis e estaria a trair D.Nuno Álvares Pereira 
Jorge Saraiva - Uns querem que a Ucrânia abdique do seu território pátrio, abandone os seus cidadãos, porque acham que aí é que estão os dólares, o negócio. Outros porque têm uma visão imperialista do seu destino. Depois há os compagnons de route e/ou os idiotas úteis.
Domingos Cunha - obviamente... Os russos pela vantagem no terreno e pelo atrito que a economia russa tem sofrido e os americanos porque lá longe é fácil os europeus principalmente os países da ex URSS, a Polónia e a Alemanha/Áustria já sofreram na pele a boa vontade russa... É uma questão de ver as coisas de perto ou ao longe. Quanto ao major general... Meninos de academia comandam tropas na TV (além disso vejo uma aura muito vermelha a volta dele)... Prefiro ouvir o Major General Isidro Morais que tem muita mais experiência em termos de comando e de relações internacionais dentro da NATO
David Ribeiro - Olá Domingos Cunha... conhece o currículo do Agostinho Costa?... não fica nada a dever ao de Morais Pereira. Foram colegas de curso na Academia e ambos com altos cargos quer na NATO quer na ONU.
Jorge Veiga - David Ribeiro não justifica nada.
Domingos Cunha - David Ribeiro deve ser então da cor... Sempre considerei o Morais Pereira um homem mais prático e focado nos objectivos do que o Agostinho. E em termos de prestígio vejo o Morais mais cotado
David Almeida - Um 'vermelho' dificilmente estará de acordo com o 'azul'... a não ser que lhe vá ao bolso!!!!
Mario Pinheiro -
Carlos Manuel Costa Almeida - Mas não são os europeus que estão a gastar dinheiro com a guerra na Ucrânia, sem lucro nenhum?! E são eles que não querem que ela acabe?!
Raul Vaz Osorio - Só tenho uma coisa a dizer:
Luis Pereira -
Antonio Granjeia - Discordo pois não é um conflito é uma invasão de um país soberano e sem existirem comportamentos ou reações por parte da Ucrânia que o justificasse! A hipocrisia da Europa e dos USA deixou arrastar a invasão imperialista do regime soviético e Estalinista! Quanto ao comentário de facção joga com o acima descrito e a irritação do dito cujo decorre da Europa, mesmo assim e por estar sujeita a novos avanços imperialistas de Putin ainda vai dizendo que a invasão é ilegal, que o invadido está fora das conversações a dois entre Trump e Putin!! A Europa sabe que se acontecer como o dito comentador de facção refere uma Rússia dos Urais a Lisboa fica um pouco mais fácil! VERGONHA REFERIR O QUE O COMENTÁRIO REFERE SEM MENCIONAR SEQUER O PAÍS INVADIDO E HÁ 4 ANOS SUBMETIDO A BOMBARDEAMENTOS A OBJETIVOS CIVIS/ CRIMES DE GUERRA!
David Ribeiro - Caríssimo Antonio Granjeia, está a esquecer o que aconteceu no leste da Ucrânia desde 2014. Putin é quem todos nós sabemos, mas os senhores atualmente no poder em Kiev não se recomendam a ninguém.
Antonio Granjeia - David Ribeiro Será? Sabemos que a escola russo das oligarquias se difundi e entrou fundo nos países ditos independentes da ex URSS! Deve lá haver alguns e muitos deles potencialmente traidores ao povo Ucraniano! Não conheço o Presidente Zelensky mas tenho uma boa impressão dele como Presidente e só assim se justifica manter as tropas ativas na linha de conflito e conseguir que a indústria Ucrânia e em particular a militar tenham sobrevivido, crescido e atingido elevados níveis de performance! É um Presidente em tempo de Guerra ! Churchill depois da guerra até perdeu as eleições! O futuro o dirá mas para já respeito Zelensky , sua entourage e coragem em combater por nós europeus o imperialismo soviético/ russo/ estalinista
Francisco Bismarck - Nunca a Europa foi tão mal governada.
Adriano Marques - Este vermelho aos serviço dos vermelhos é brutal, acerta em tudo, ainda me lembro no primeiro dia de guerra, este senhor dizer que seria uma guerra de três dias, que a Rússia facilmente iria invadir a Ucrânia e que os Ucranianos se iam render pois eram pró Russos. Além disso acerta quase sempre no boa noite e no até á próxima. VERGONHA
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Nesta última semana um enorme escândalo estourou em torno de Andriy Yermak, o chefe de gabinete do presidente Zelensky e líder da delegação ucraniana às reuniões com os enviados de Trump, fragilizando mais uma vez a cúpula dirigente em Kiev, ficando Volodymyr Zelensky politicamente encurralado. Em vez de Yermak, vai ser Rustem Umerov, chefe do Conselho de Segurança da Ucrânia, a liderar a delegação ucraniana que se vai reunir com os enviados de Trump, neste fim de semana em Miami. O Kremlin deverá estar a rebolar-se a rir, numa altura em que os ataques russos continuam a flagelar não só a capital, mas também outras regiões da Ucrânia.
Notícias deste sábado 29nov2025
Nesta madrugada a Rússia lançou 4 mísseis hipersónicos Kinzhal da região de Koursk para a base aérea de Starokostyantyniv. Demoraram 120 segundos para os mísseis chegarem ao seu alvo. A Rússia deveria ter detectado F-16 ucranianos nesta base.
Do outro lado da barricada o Ukrainska Pravda noticia: "Unidades das Forças de Defesa da Ucrânia realizaram ataques bem-sucedidos contra vários alvos importantes do agressor russo. Especificamente, na cidade de Taganrog, na região de Rostov, na Rússia, a Fábrica de Reparos de Aeronaves Beriev, onde são modernizados bombardeiros estratégicos Tu-95 e aeronaves de resposta rápida A-50, foi danificada. Segundo informações preliminares, um incêndio começou na oficina de reparos do Tu-95. As consequências ainda estão sendo apuradas".

Drones subaquáticos ucranianos atingiram dois petroleiros pertencentes à chamada frota sombra da Rússia, no Mar Negro, segundo um responsável dos serviços de segurança da Ucrânia (SBU). Ambos os petroleiros sofreram danos críticos, afirmou a mesma fonte, e ficaram efetivamente fora de serviço. Não houve comentários imediatos por parte da Rússia. “Não há qualquer pedido da tripulação para abandonar o navio”, afirmou o Ministério dos Transportes turco, mas um rebocador de combate a incêndios foi enviado para o local.
Quinta-feira, 27 de Novembro de 2025
Thanksgiving Day é a data limite para Zelensky...
...assinar a proposta de paz de Donald Trump
Plano de paz de Donald Trump para a Ucrânia
1. A soberania da Ucrânia será confirmada;
2. Será concluído um pacto global de não-agressão entre a Rússia, a Ucrânia e a Europa. Todas as ambiguidades por resolver nos últimos 30 anos serão consideradas resolvidas;
3. Espera-se que a Rússia não invada os países vizinhos e que a NATO não proceda a mais alargamentos;
4. Será realizado um diálogo entre a Rússia e a NATO, mediado pelos Estados Unidos, para resolver todas as questões relacionadas com a segurança e criar as condições para o desanuviamento, a fim de garantir a segurança global e aumentar as oportunidades de cooperação e desenvolvimento económico futuro;
5. A Ucrânia receberá garantias de segurança fiáveis;
6. As Forças Armadas ucranianas serão reduzidas a 600.000 soldados;
7. A Ucrânia aceita inscrever na sua Constituição que não vai aderir à NATO, e a NATO aceita incluir nos seus estatutos uma disposição especificando que a Ucrânia não será futuramente integrada na organização;
8. A NATO aceita não estacionar tropas na Ucrânia;
9. Caças europeus serão estacionados na Polónia;
10. As garantias norte-americanas:
Os Estados Unidos receberão uma compensação pela garantia de segurança;
Se a Ucrânia invadir a Rússia, perderá essa garantia;
Se a Rússia invadir a Ucrânia, além de uma resposta militar coordenada e decisiva, todas as sanções globais serão restabelecidas, o reconhecimento do novo território e todos os outros benefícios do acordo serão revogados;
Se a Ucrânia lançar um míssil contra Moscovo ou São Petersburgo sem motivo válido, a garantia de segurança será considerada nula e sem efeito.
11. A Ucrânia é elegível para adesão à União Europeia (UE) e beneficiará a curto prazo de acesso preferencial ao mercado europeu, enquanto a questão estiver em análise;
12. Um pacote global robusto de medidas para a reconstrução da Ucrânia, incluindo, entre outras:
a) A criação de um Fundo de Desenvolvimento da Ucrânia para investir em setores em elevado crescimento, incluindo a tecnologia, os centros de dados e a Inteligência Artificial;
b) Os Estados Unidos cooperarão com a Ucrânia para reconstruir, desenvolver, modernizar e explorar conjuntamente as infraestruturas de gás da Ucrânia, incluindo gasodutos e instalações de armazenamento;
c) Esforços conjuntos para reabilitar as áreas afetadas pela guerra, com vista ao restauro, reconstrução e modernização de cidades e bairros residenciais;
d) Desenvolvimento de infraestruturas;
e) Extração de minerais e recursos naturais;
f) O Banco Mundial elaborará um plano de financiamento especial para acelerar estes esforços.
13. A Rússia será reintegrada na economia mundial:
a) O levantamento das sanções será discutido e acordado por fases e caso a caso;
b) Os Estados Unidos celebrarão um acordo de cooperação económica a longo prazo para o desenvolvimento mútuo nas áreas da energia, recursos naturais, infraestruturas, Inteligência Artificial, centros de dados, projetos de mineração de terras raras no Ártico e outras oportunidades de negócio mutuamente benéficas;
c) A Rússia será convidada a regressar ao G8 (bloco das principais economias mundiais).
14. Os fundos congelados serão utilizados da seguinte forma:
Cem mil milhões de dólares em ativos russos congelados serão investidos em projetos liderados pelos EUA para reconstruir e investir na Ucrânia. Os Estados Unidos receberão 50% dos lucros desta iniciativa.
A Europa contribuirá com 100 mil milhões de dólares para aumentar o montante dos investimentos disponíveis para a reconstrução da Ucrânia. Os fundos europeus congelados serão desbloqueados.
Os restantes fundos russos congelados serão investidos num veículo de investimento EUA-Rússia separado, que executará projetos conjuntos em áreas específicas. Este fundo terá como objetivo fortalecer as relações e aumentar os interesses comuns, de forma a criar um forte incentivo para não regressar ao conflito.
15. Será criado um grupo de trabalho conjunto de segurança norte-americano-russo para promover e garantir o cumprimento de todas as disposições do presente acordo;
16. A Rússia consagrará na lei a sua política de não-agressão em relação à Europa e à Ucrânia;
17. Os Estados Unidos e a Rússia acordarão o prolongamento da validade dos tratados sobre a não-proliferação e o controlo de armas nucleares, incluindo o Tratado START I;
18. A Ucrânia aceita não ser um Estado detentor de armas nucleares, nos termos do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares;
19. A central nuclear de Zaporijia será posta em funcionamento sob a supervisão da Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA), e a eletricidade produzida será dividida em partes iguais entre a Rússia e a Ucrânia (50-50);
20. Ambos os países se comprometem a adotar programas educativos nas escolas e na sociedade com o objetivo de promover a compreensão e a tolerância das diferentes culturas e eliminar o racismo e o preconceito:
a) A Ucrânia adotará as normas da UE sobre tolerância religiosa e proteção das minorias linguísticas;
b) Os dois países aceitarão abolir todas as medidas discriminatórias e garantir os direitos dos órgãos de comunicação social ucranianos e russos e a educação;
c) Todas as ideologias e atividades nazis devem ser rejeitadas e proibidas.
21. Territórios:
a) A Crimeia, Donetsk e Lugansk serão reconhecidas como territórios russos 'de facto', incluindo pelos Estados Unidos;
b) Os limites de Kherson e Zaporijia serão os atualmente existentes ao longo da linha de contacto, o que significará reconhecimento 'de facto' ao longo dessa linha;
c) A Rússia renunciará aos outros territórios que controla fora destas cinco regiões;
d) As forças ucranianas retirarão da parte da região de Donetsk que atualmente controlam, e essa parte será em seguida utilizada para criar uma zona tampão neutra desmilitarizada, internacionalmente reconhecida como território pertencente à Federação da Rússia. As forças russas não entrarão nesta zona desmilitarizada.
22. Depois de concordarem com as divisões territoriais futuras, a Federação da Rússia e a Ucrânia comprometem-se a não alterar tais disposições pela força. Nenhuma garantia de segurança se aplicará em caso de violação deste compromisso;
23. A Rússia não impedirá a Ucrânia de utilizar o rio Dniepr para fins comerciais, e serão concluídos acordos sobre o livre transporte de cereais através do mar Negro;
24. Será criada uma comissão humanitária para solucionar as questões pendentes:
a) Todos os prisioneiros e restos mortais de ambos os lados devem ser trocados na proporção de "todos por todos";
b) Todos os civis detidos e reféns serão restituídos, incluindo as crianças;
c) Será criado um programa de reunificação familiar;
d) Serão tomadas medidas para aliviar o sofrimento das vítimas do conflito.
25. A Ucrânia realizará eleições no prazo de 100 dias;
26. Todas as partes envolvidas neste conflito beneficiarão de uma amnistia total pelas suas ações durante a guerra e comprometem-se a não apresentar qualquer reclamação ou a considerar apresentar futuramente qualquer queixa;
27. Este acordo será juridicamente vinculativo. A sua aplicação será monitorizada e garantida pelo Conselho de Paz, presidido pelo Presidente Donald J. Trump. Serão impostas sanções em caso de violação;
28. Assim que todas as partes aceitarem este memorando, um cessar-fogo entrará imediatamente em vigor após a retirada de ambas as partes para os pontos acordados para se iniciar a aplicação do acordo.
Contraproposta da Europa
(redigido pelo Reino Unido, França e Alemanha)
1. A soberania da Ucrânia deve ser reconfirmada.
2. Será alcançado um acordo de não-agressão total e completo entre a Rússia e a Ucrânia e a NATO. Todas as ambiguidades dos últimos 30 anos serão resolvidas.
3. (O ponto 3 do plano dos EUA foi suprimido. Um rascunho do plano dizia: “Haverá a expetativa de que a Rússia não invadirá os seus vizinhos e a NATO não se expandirá mais”).
4. Após a assinatura de um acordo de paz, será convocado um diálogo entre a Rússia e a NATO para abordar todas as questões de segurança e criar um ambiente de desescalada para garantir a segurança global e aumentar a oportunidade de realção e de futuras oportunidades económicas.
5. A Ucrânia beneficiará de sólidas garantias de segurança.
6. Limitação do efetivo militar ucraniano a 800 000 elementos em tempo de paz.
7. A adesão da Ucrânia à NATO depende do consenso dos membros da NATO, que não existe.
8. A NATO concorda em não estacionar permanentemente tropas sob o seu comando na Ucrânia em tempo de paz.
9. Os aviões de combate da NATO ficarão estacionados na Polónia.
10. Garantia dos EUA que reflete o artigo 5º
a) Os EUA receberão uma indemnização pela garantia
b) Se a Ucrânia invadir a Rússia, perde a garantia
c) Se a Rússia invadir a Ucrânia, para além de uma resposta militar robusta e coordenada, serão restabelecidas todas as sanções globais e será retirado qualquer tipo de reconhecimento do novo território e todos os outros benefícios decorrentes deste acordo.
11, A Ucrânia é elegível para a adesão à União Europeia e beneficiará, a curto prazo, de um acesso preferencial ao mercado europeu, enquanto este está a ser avaliado.
12. Pacote robusto de reconversão global para a Ucrânia, incluindo, mas não se limitando a:
a) Criação de um fundo de desenvolvimento da Ucrânia para investir em sectores de elevado crescimento, incluindo a tecnologia, os centros de dados e os esforços da Al
b) Os Estados Unidos estabelecerão uma parceria com a Ucrânia para, em conjunto, restaurar, desenvolver, modernizar e explorar as infra-estruturas de gás da Ucrânia, que incluem os gasodutos e as instalações de armazenamento
c) Um esforço conjunto para reabilitar as zonas afectadas pela guerra, a fim de recuperar, reabilitar e modernizar as cidades e as zonas residenciais
d) Desenvolvimento de infra-estruturas
e) Extração de recursos minerais e naturais
f) O Banco Mundial desenvolverá um pacote especial de financiamento para acelerar estes esforços.
13. A Rússia deverá ser progressivamente reintegrada na economia mundial
a) A redução das sanções será discutida e acordada por fases e numa base caso a caso
b) Os Estados Unidos celebrarão um Acordo de Cooperação Económica a longo prazo para prosseguir o desenvolvimento mútuo nos domínios da energia, dos recursos naturais, das infra-estruturas, da IA, dos centros de dados, das terras raras, dos projetos conjuntos no Ártico, bem como de várias outras oportunidades empresariais mutuamente benéficas
c) A Rússia será convidada a regressar ao G8.
14. A Ucrânia será totalmente reconstruída e compensada financeiramente, inclusive através de ativos soberanos russos que permanecerão congelados até que a Rússia compense os danos causados à Ucrânia.
15. Será criado um grupo de trabalho conjunto em matéria de segurança, com a participação dos EUA, da Ucrânia, da Rússia e dos europeus, para promover e fazer cumprir todas as disposições do presente acordo.
16. A Rússia consagrará por via legislativa uma política de não agressão em relação à Europa e à Ucrânia.
17. Os Estados Unidos e a Rússia acordam em prorrogar os tratados de não-proliferação e de controlo nuclear, incluindo o Fair Start.
18. A Ucrânia concorda em permanecer um Estado não nuclear ao abrigo do TNP [Tratado de Não Proliferação Nuclear].
19. A central nuclear de Zaporizhzhia será reiniciada sob a supervisão da [Agência Internacional da Energia Atómica] AIEA, e a energia produzida será partilhada equitativamente numa proporção de 50-50 entre a Rússia e a Ucrânia.
20. A Ucrânia adotará as regras da UE em matéria de tolerância religiosa e de proteção das minorias linguísticas.
21. Territórios: A Ucrânia compromete-se a não recuperar o seu território soberano ocupado através de meios militares. As negociações sobre trocas territoriais terão início a partir da Linha de Contacto.
22. Uma vez acordadas as futuras disposições territoriais, tanto a Federação da Rússia como a Ucrânia comprometem-se a não alterar essas disposições pela força. As eventuais garantias de segurança não serão aplicáveis em caso de incumprimento desta obrigação.
23. A Rússia não impedirá a utilização do rio Dnieper pela Ucrânia para efeitos de atividades comerciais, e serão celebrados acordos para que os carregamentos de cereais possam circular livremente através do Mar Negro.
24. Será criado um comité humanitário para resolver as questões em aberto:
a) Todos os restantes prisioneiros e cadáveres serão trocados segundo o princípio "Todos por Todos"
b) Todos os civis detidos e reféns serão devolvidos, incluindo as crianças
c) Haverá um programa de reagrupamento familiar
d) Serão adoptadas disposições para fazer face ao sofrimento das vítimas do conflito.
25. A Ucrânia realizará eleições o mais rapidamente possível após a assinatura do acordo de paz.
26. Serão tomadas medidas para fazer face ao sofrimento das vítimas do conflito.
27. O presente acordo será juridicamente vinculativo. A sua aplicação será monitorizada e garantida por um Conselho de Paz, presidido pelo Presidente Donald J. Trump. Haverá sanções em caso de violação.
28. Se todas as partes derem o seu acordo ao presente memorando, o cessar-fogo entrará imediatamente em vigor quando ambas as partes se retirarem para os pontos acordados para dar início à aplicação do acordo. As modalidades do cessar-fogo, incluindo o controlo, serão acordadas por ambas as partes sob a supervisão dos EUA.
2.ª feira 24nov2025
Rússia, Ucrânia e EUA retomaram as negociações em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para tentar desbloquear um plano de paz para a Ucrânia, escrevem o Financial Times e a CNN, que apenas referem a presença de elementos de Moscovo e Washington. Entretanto, e de acordo com a informação avançada por uma autoridade norte-americana à rede televisiva CBS News, a Ucrânia terá concordado com a nova proposta de Trump [com apenas 19 itens], havendo apenas “pequenos detalhes a ser resolvidos”. (Na imagem: Secretário Dan Driscoll está em Abu Dhabi para se reunir com representantes russos © ANSA/AFP)
SIC Notícias às 07h04 de 4.ª feira 26nov2025

O Presidente norte-americano tinha dito, na semana passada, que Kiev tinha que dar uma resposta, no máximo, até esta quinta-feira. Trump deixou agora cair este prazo, depois de, na terça-feira, Zelensky ter afirmado que está pronto para avançar. “Não tenho um prazo. (...) O prazo, para mim, é quando tudo acabar e eu achar que estão todos cansados de lutar”, disse Donald Trump.
Últimas...
Raul Vaz Osorio - Mas isto é para levar a sério? Parece uma brincadeira de putos
Jorge Veiga - Raul Vaz Osorio putos irresponsáveis!
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Segunda-feira, 24 de Novembro de 2025
Até à implementação de um qualquer plano de Paz...
...para a Ucrânia, muita água correrá debaixo das pontes
e a realidade é o que se vê no terreno
Volodymyr Zelensky 21nov2025 - "Este é um dos momentos mais difíceis da nossa história. A Ucrânia enfrenta uma decisão crucial: perder a sua dignidade ou arriscar perder um parceiro chave". Zelensky informou o seu povo de que em breve tomará uma decisão: Ou eles pactuam com a Rússia o fim da guerra e entregam território ou continuam lutando e perdem os EUA como aliado. Segundo Zelensky, este acordo é o mais importante desde o início da guerra e sua decisão será forte: Paz com "perda de dignidade" ou guerra total até o fim. Zelensky terminou: "Eu sei que o povo está comigo".
Lido por aí... em 21nov2025 - A UE rompe com os EUA : “O plano americano é um mau acordo para Kiev”. A Europa já não está disposta a seguir o guião de Washington. Segundo um alto funcionário europeu, o plano lançado pelos EUA para pôr fim ao conflito implica concessões que a UE considera inaceitáveis. (...) Em Bruxelas acreditam que Washington está pressionando Zelensky para aceitar um cessar-fogo antes das eleições americanas de 2026, onde a guerra é um tema eleitoral fundamental. (...) A Ucrânia ainda não quer aderir ao plano europeu. Porquê? Porquê? Porque Kiev tem medo de depender demasiado de Bruxelas quando a sua única alavanca real continua a ser Washington. (...) A Ucrânia está politicamente ferida. A Rússia avança sem pressa, mas sem pausa. A questão já não é qual o plano do Ocidente? A questão é: Qual plano Moscovo aceitará? A Europa pode redigir todos os documentos que quiser. Mas o campo de batalha — e o mapa — move-se segundo a guerra, não segundo as reuniões em Bruxelas.
CNN Portugal 22nov2025 - O vice-presidente dos EUA, JD Vance, diz que não passa de uma “fantasia” pensar-se que a Ucrânia pode vencer a guerra contra a Rússia se os EUA simplesmente enviarem mais dinheiro ou armas para Kiev, acrescentando que impor mais sanções contra Moscovo também não terá um impacto significativo.
Lido por aí... em 22nov2025 - Só ontem [21nov2025], a Ucrânia perdeu seis aldeias em frente às tropas russas. A situação em Pokrovsk e arredores é crítica. Kupiansk acabou de cair nas mãos russas. A Rússia também avança em Zaporiyia, e em Sumy as tropas ucranianas não conseguiram expulsar os russos após o desastre de Kursk. A falta de pessoal é outro grave problema enfrentado pelas forças militares da Ucrânia, só no mês passado foram contabilizadas cerca de 40.000 deserções e a legião estrangeira passou de 20.000 combatentes em 2022 para apenas 1.000 em novembro de 2025.
Se fosse asim tão simples...
E se deixassem os ucranianos decidir?...
(por Rafael Barbosa Diretor do JN em 23nov2025)
A guerra entre a Rússia e a Ucrânia começou, para quem já não se recorde, com uma invasão russa cujo objetivo era tomar a capital ucraniana, Kiev, derrubar o Governo e substituí-lo por um regime fantoche ao serviço do Kremlin. Nesses primeiros dias sucederam-se os massacres de civis, com o nome da cidade de Bucha a garantir um lugar simbólico nos livros de história que dediquem algumas linhas às atrocidades que os seres humanos são capazes de cometer. A crueldade de Putin, a incompetência dos seus generais e a resistência dos ucranianos impediram esse desfecho. Mas não puderam evitar a destruição e a perda de vidas humanas destes quase quatro anos de guerra. Não há números rigorosos, mas há estimativas fiáveis: entre 200 e 250 mil militares russos mortos, entre 60 e cem mil militares ucranianos mortos, e ainda 14 mil civis ucranianos mortos (incluindo quase mil crianças). É um preço inaceitável. A guerra não se tornou menos destrutiva nem menos mortal, com o passar do tempo, mas a linha da frente manteve-se estável quase desde o princípio. Nem a Rússia nem a Ucrânia têm capacidade para declarar vitória. E por essa razão se foi impondo a ideia de negociar uma qualquer espécie de paz. É aí que entra Donald Trump, que acaba de propor um plano. Inclui pontos absurdos, como usar os milhares de milhões de euros de fundos russos congelados na reconstrução, desde que os EUA assegurem 50% dos lucros da operação, ou a cedência de territórios ainda na posse dos ucranianos sem contrapartidas, ou ainda a ideia de reduzir as forças armadas da Ucrânia ao ponto de ser incapaz de se defender de um futuro ataque.Mas já não soa assim tão absurda a hipótese de se delimitar novas fronteiras. Está muito certo que os líderes europeus, na segurança dos seus gabinetes, rejeitem alterações pela força das armas. Mas quem vai combater e morrer para repor as fronteiras de 2022? Talvez fosse altura de tentar garantir não uma paz podre, mas um cessar-fogo que dure o tempo necessário para perguntar, num referendo ao povo ucraniano, o que quer: se a guerra, se a paz, ainda que à custa de um país mais pequeno. São eles que têm de escolher e não o Mundo por eles.
Opiniões!...
Joaquim Figueiredo - Concordo...
Mário Paiva - Joaquim Figueiredo, com quê?
Joaquim Figueiredo - Mário Paiva com o que diz o general...
Mário Paiva - Independentemente da escolha de Kiev, a Rússia definiu faz já muito tempo os seus parâmetros para o fim do conflito e já foi afirmado que este "plano" pode ser um ponto de partida para negociações... estando reconhecidamente a ganhar no terreno, com 90% do Donbass conquistado, duvido que o Kremlin aceite qualquer compromisso que leve a recuar significativamente do seu plano original... de todo o modo, em minha opinião, este rascunho de "plano" engendrado de urgência em cima de vários joelhos, é apenas uma cortina de fumo para minimizar o estrago provocado pela proximidade da corrupção descoberta "recentemente", com as cúpulas de mando na Ucrânia...
Jose Antonio M Macedo - Cada vez mais a Rússia é e será um perigo para a Europa. A Europa precisa mesmo de se armar e de estabelecer parcerias com a China de modo a evitar os problemas causados pela Rússia e pelos EUA.
Jorge Veiga - Nem respondo.
Não morro de amores por Viktor Orbán... mas à vezes não só tem razão no que diz como até tem piada
Jorge Veiga - Muita piada. Parece o Herman José...
Mario Pinheiro - Sabemos de quem Orban é amigo.
Raul Vaz Osorio - Um ditador nojento nunca pode ter piada
RTP Notícias na tarde de ontem 23nov2025

A Europa já tem contraproposta para plano de paz de Trump para acabar com a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Este plano europeu inclui um limite para a dimensão do exército ucraniano de 800 mil soldados em "tempo de paz", sendo que Washington propõe 600 mil. O plano estabelece também que a entrada da Ucrânia na NATO depende de se chegar a consenso no bloco de países, que não existe neste momento. Dentro desta contraproposta prevê-se que a NATO concorde em não colocar tropas na Ucrânia de forma permanente em tempos de paz. Quanto à Ucrânia, seria "compensada financeiramente", incluindo com bens russos congelados, até que Moscovo pague pelos danos causados no país. A Ucrânia teria de prometer não recuperar território ocupado através de ações militares, fazer eleições assim que possível depois da assinatura de um acordo de paz e receberia garantias de proteção dos Estados Unidos.
Castro Ferreira Padrão - Foram falsos no cumprimento de todos os acordos anteriormente firmados, e a ser verdade o que esta notícia dá, não deixa de também ser verdade o que nela está subjacente, o conflito será para continuar, mas com outra dimensão. NÃO GOSTO.
Expresso/Lusa - manhã de 2.ª feira 24nov2025
Washington e Kiev declararam que, na sequência das conversações mantidas em Genebra, "desenvolveram um quadro de paz atualizado e aperfeiçoado", depois de reafirmarem que "qualquer acordo futuro deve respeitar plenamente a soberania da Ucrânia". Num comunicado conjunto, divulgado no domingo pela Casa Branca, refere-se que as conversações sobre o plano de paz proposto por Washington para selar a paz entre a Ucrânia e a Rússia foram "construtivas, focadas e respeitosas", além de produtivas, uma vez que "mostraram progressos significativos na harmonização de posições e na identificação de próximos passos claros". O diálogo de Genebra reafirmou "que qualquer acordo futuro deve respeitar plenamente a soberania da Ucrânia e alcançar uma paz justa e sustentável", afirmam as duas partes. "Como resultado das conversações, as partes desenvolveram um quadro de paz atualizado e aperfeiçoado", acrescenta-se no comunicado, onde ainda se lê que "a delegação ucraniana reafirmou a sua gratidão pelo forte compromisso dos Estados Unidos e pessoalmente do Presidente Donald J. Trump pelos esforços incansáveis para acabar com a guerra e a perda de vidas".
Observador - por volta das 16h00 de 24nov2025
Os Estados Unidos e a Ucrânia alcançaram um consenso significativo nas negociações de paz em Genebra, resultando num “quadro de paz atualizado e aperfeiçoado”. As discussões foram descritas como construtivas e focadas, destacando-se a importância de respeitar a soberania da Ucrânia para alcançar uma paz justa e sustentável.
O plano que os EUA e Ucrânia negociaram tem 19 pontos, sendo que “ficaram poucas coisas da versão original”, disse o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano Sergiy Kyslytsya.
A delegação ucraniana vincou a necessidade de dar resposta a questões como a libertação de prisioneiros de guerra e o retorno das crianças sequestradas. O Presidente ucraniano enfatizou a importância de trabalhar em estreita colaboração com os EUA e diferentes parceiros europeus para garantir compromissos que fortaleçam a posição da Ucrânia sem a enfraquecer.
A Europa também reagiu às negociações, com várias nações reafirmando o seu apoio à integridade territorial da Ucrânia e defendendo um papel ativo nas decisões que afetam a segurança europeia. Líderes como o chanceler alemão Friedrich Merz e a Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, destacaram a necessidade de incluir a Europa nas negociações, especialmente em questões que dizem respeito diretamente ao continente, e rejeitaram a imposição de limites à Ucrânia.
Enquanto a Rússia expressou preferência pelo plano original dos EUA, líderes europeus consideraram as contrapropostas como insuficientemente construtivas.
CNN Portugal - tarde de 2.ª feira 24nov2025
A Rússia rejeitou esta segunda-feira as modificações introduzidas pelos países europeus ao plano de paz para a Ucrânia apresentado pelos Estados Unidos. “Tomámos conhecimento do plano europeu que, à primeira vista, é absolutamente não construtivo, não nos convém”, disse o conselheiro presidencial para os assuntos internacionais, Yuri Ushakov, citado pela agência de notícias espanhola EFE. O plano [que os Estados Unidos propuseram na semana passada] foi bem acolhido pelo Kremlin por contemplar grande parte das exigências que têm sido feitas pelo Presidente Vladimir Putin para acabar com a guerra.
Adriano Marques - Acabo de ler esta notícia, espero que seja verdadeira! Deus abençoe a Ucrânia! "A Rússia acaba de sofrer um dos momentos mais humilhantes da guerra — e não veio do campo de batalha. Veio da própria máquina de propaganda de Moscou. Em um deslize chocante em uma transmissão, um dos principais propagandistas de Putin revelou acidentalmente a verdade por trás do ataque a Pokrovsk… e o Kremlin está se esforçando para abafar o caso.. De acordo com a admissão vazada, o ataque não foi a “vitória” que a Rússia alegou. Em vez disso, expôs um fracasso catastrófico: a Ucrânia usou o caos para obliterar a principal linha de suprimentos da Rússia, cortando combustível, munição e apoio às tropas em um único ataque coordenado. Em poucas horas, posições russas inteiras teriam entrado em colapso enquanto a Ucrânia se movia rapidamente para explorar a brecha. O que Moscou tentou apresentar como um sucesso agora se voltou contra eles — e o pânico que se espalha pelos canais militares russos diz tudo. A Ucrânia não atingiu apenas um alvo… atingiu toda a estratégia de guerra da Rússia onde mais dói.
Você acha que este pode ser um ponto de virada na guerra?
Deixe seu comentário — essa história está viralizando no mundo todo."
David Ribeiro - Adriano Marques ainda não encontrei na comunicação social, incluindo a afeta ao governo ucraniano, qualquer referência ao que aqui transcreveu. Será verdade?
Adriano Marques - David Ribeiro, as suas publicações às vezes também são uma grande treta... 

Não venho a certeza que seja verdade até porque coloquei isso em causa, mas tal como o meu amigo publiquei com a maior convicção que assim seja.
David Ribeiro - Pois eu, Adriano Marques, NUNCA publico nada que não tenha tido confirmação na comunicação social nacional, europeia, dos EUA e até ucraniana, que todos os dias consulto. Sabe... sou um viciado em informação, mas depois penso pela minha cabecinha.
Adriano Marques - David Ribeiro a comunicação social é uma grande treta, uns tendenciosos com uma agenda muito própria, não lhe vou dar exemplos porque são tantos que dá dó. Quanto á sua consulta da comunicação social da Ucrânia, creio que as suas consultas nunca foram publicadas, acaba sempre por ir pelo caminho oposto... 


Mário Paiva - Adriano Marques, quem sabe, segundo Orban, "milagres acontecem"... ...mas disse há alguns dias Mark Rutte, Secretário Geral da NATO... "a Ucrânia está a ganhar a guerra, o problema é que a linha da frente se está a deslocar no sentido errado"...
Adriano Marques - Mário Paiva estou nas comemorações do 25 de novembro, não tenho tempo para lhe responder.
Mário Paiva - Adriano Marques, não carece, fique à vontade...
Adriano Marques - David Ribeiro aproveito para o ajudar com mais uma notícia das boas, afinal não dá só Rússia, também dá Ucrânia, espero que goste. Abraço

Adriano Marques - David Ribeiro de vez em quando, pode também publicar as notícias que são ( muito) desfavoráveis à sua Rússia, uma por outra não lhe ficava nada mal... 








David Ribeiro - E pronto... lá está o Adriano Marques a insistir numa hipotética ligação minha aos senhores no poder no Kremlin.
Adriano Marques - David Ribeiro por amor de Deus, longe de mim essa ideia, eu nunca poderia tirar essa ilação ao ler os seus posts... 


Mário Paiva - David Ribeiro, segundo algumas "opiniões" quem tenta acompanhar a realidade no terreno e publicar em conformidade, é culpado de a Ucrânia estar a perder a guerra...
Mário Paiva - Adriano Marques, lápis azul?
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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2025
A grande corrupção na Ucrânia + Plano de Paz

Ora bolas!... Lá vai a Europa estragar a vidinha a muitos dos senhores instalados no poder em Kiev.
Maria Gabriela Rafael - Que provas é que tu tens do que estás a dizer? Ou é só mais um devaneio? Não entendo a tua noção de democracia tu que te dizes tão democrata. Haja paciência.
David Ribeiro - Maria Gabriela Rafael, muitos dos senhores no poder em Kiev são corruptos e não sou só eu a dizer. Não será por acaso que a União Europeia vai implementar o que é referido na notícia.
Maria Gabriela Rafael - David Ribeiro mas quem é que diz? O general /comentador pró soviético?
David Ribeiro - Maria Gabriela Rafael, o major general Jorge Saramago pode ser tudo menos pró soviético.
Na Ucrânia até os mortos alimentam a corrupção

O setor funerário ucraniano não está imune à corrupção. Esse fenómeno, que antecede a guerra, mas foi amplamente silenciado, intensificou-se nos últimos três anos. As famílias dos falecidos são as primeiras vítimas.
EuroNews em 16nov2025
Tudo sobre a "Operação Midas"
A investigação anticorrupção em curso na Ucrânia pode transformar-se no maior escândalo político desde o início da invasão russa, numa altura em que Kiev se apressa a garantir à população e aos parceiros ocidentais que a luta contra a corrupção continua a ser o seu maior compromisso. (...) Segundo o NABU [National Anti-Corruption Bureau of Ukraine] e o SAPO [Ministério Público Anticorrupção da Ucrânia], a investigação, que durou 15 meses e envolveu 1000 horas de gravações áudio, revelou a participação de vários membros do governo ucraniano. O gabinete anticorrupção informou que o grupo estava a cobrar subornos aos empreiteiros da Energoatom, que ascendiam a 10-15% do valor de cada contrato. De acordo com o NABU, foram branqueados cerca de 100 milhões de dólares em fundos: "De facto, a gestão de uma empresa estratégica com um volume de negócios anual superior a 4 mil milhões de euros não foi efectuada por funcionários, mas por pessoas estranhas sem autoridade formal", diz o gabinete num comunicado. (...) Na terça-feira, o Gabinete Anticorrupção acusou oito pessoas de suborno, desvio de fundos e enriquecimento ilícito. Entre elas encontra-se Ihor Myroniuk, antigo conselheiro do ex-ministro da Energia Herman Halushchenko, que anteriormente desempenhava as funções de diretor-adjunto do Fundo de Propriedade do Estado. Dmytro Basov, antigo procurador e ex-diretor do departamento de segurança física da Energoatom, também está implicado. O NABU afirma que Myroniuk e Basov "assumiram efetivamente o controlo de todas as compras da empresa". (...) Halushchenko, ministro da Energia da Ucrânia entre 2021 e julho de 2025, que depois se tornou ministro da Justiça do país até à sua demissão há dois dias, também está alegadamente envolvido. A investigação do gabinete anti-corrupção alega que o líder e cérebro por detrás do esquema de corrupção é o empresário Timur Mindich, um antigo parceiro de negócios do Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.
(ver artigo completo aqui)
Plano de Paz
O tenente-general Rafael Martins, ao analisar o novo plano de paz apresentado pelos EUA para resolver o conflito na Ucrânia, disse: "Nós não sabemos que conversa é que Putin e Trump tiveram naquela viagem de três minutos de carro". E não há dúvida que muitas vezes é nesses curtos momentos que se resolvem (ou tenta-se resolver) grandes questões.
Adriano Marques - Já vi que continua a acreditar no Pai Natal... 







David Ribeiro - Eu há muito deixei de acreditar no Pai Natal, Adriano Marques, mas cada vez mais me parece evidente a desgraça que vai cair sobre o povo ucraniano, que até nem tem culpa das asneiras dos senhores no poder em Kiev.
Jorge Veiga - David Ribeiro ...nem dos senhores no poder de Moscba!
David Ribeiro - Esses, Jorge Veiga, cada vez mais se posicionam como os vencedores, quer queiramos quer não. Não há que viver de estados de alma... a realidade é a que se está a ver no dia-a-dia.
Jorge Veiga - David Ribeiro Vencedores com cerca de 1 milhão de mortos e incapacitados? Chama-se a isso ser vencedor?
David Ribeiro - Um dia, Jorge Veiga, se fará essa conta de ambos lados... mas não é essa contabilidade que dará a vitória para a história.
Adriano Marques - David Ribeiro é verdade os maus são os Ucranianos, o Putin e os seus Terroristas são uns tipos extraordinários, o problema mesmo é os tais Senhores do Poder de Kiev não se ajoelharam aos pés de Putin, os resto são adereços.
Jorge Veiga - David Ribeiro a história é igual à que foi praticada pelos russos em todos os campos de batalha. Criminosos.
David Ribeiro - Vou repetir o que já várias vezes aqui disse, Adriano Marques: deixemo-nos de estados de alma e foquemos as nossas intervenções na realidade.
Adriano Marques - David Ribeiro eu não compreendo o seu estado de espirito cada vez que as coisas correm mal á Ucrânia, fica até excitado para não dizer contente, acho até que por estranho que pareça, se esquece ou troca os papéis de agressor e agredido. O Putin e a sua escumalha não têm o mínimo direito ou razão para estarem a destruir um País, uma Cultura, são uns miseráveis terroristas que estão irresponsavelmente a provocar meio mundo, prova disso é o que fizeram ontem na Polónia e com os aviões Ingleses, um dia destes as coisas vão correr muito mal para TODOS. Os Russos têm uma pesadíssima "herança" de milhões e milhões de mortos às suas mãos, o próprio Hitler é um menino ao pé dos criminosos Russos, não vale a pena branquear o que é completamente Preto.
David Ribeiro - A história é muito mais do que aquilo que acaba de dizer, meu caro Adriano Marques.
Adriano Marques - David Ribeiro talvez a sua, a que lhe dá jeito, a de esquerda. São estados de alma... 


Luis Barata - David Ribeiro claro, a culpa é deles, são muito asneirentos... Desgraçados já eles estão e há muito tempo e vão ficar ainda mais. Putin é putin, esse é o problema.
Jorge Veiga - Pois a culpa é dos Ucranianos. Têm lá Nazis e gatunagem no governo e amigos que é um fartote. Os Russo não têm um único. Nem Putin, nem os que caem do 5º andar.!
Jose Antonio M Macedo - Na minha opinião, isto poderá levar a uma aproximação da Europa à China e à Índia, a médio e longo prazos, com prejuízos significativos para os EUA e a Rússia. À Europa e à China interessam uma Rússia fraca e fragmentada dos pontos de vista económico, geográfico e étnico. Vai ser interessante ver qual a reação dos EUA na sua aproximação à China e qual o aproveitamento sábio da China face a uma Rússia muito dividida e débil no futuro. O aproveitamento futuro das vastas reservas de recursos naturais que a Rússia dispõe quer pela China, quer pela Europa vai ser inevitável. Aí quero ver quem se vai rir. Mas aí será bem feito para a Rússia, pois terá o que merece.
Jorge Veiga - Jose Antonio M Macedo a China só se junta a quem der dinheiro.
Observador 21nov2025Trump estará a pressionar Zelensky a assinar proposta de paz até à próxima quinta-feira, Dia de Ação de Graças. Washington terá ameaçado retirar apoios a Kiev. Volodymyr Zelensky, Emmanuel Macron, Keir Starmer e Friedrich Merz reuniram-se à distância esta sexta-feira. O tema em cima da mesa foi a proposta norte-americana para terminar o conflito na Ucrânia, como revela o Presidente ucraniano numa nota publicada nas redes sociais.

Michael Seufert - Será Zelensky um Miguel de Vasconcellos, pronto a prostituir-se ao estrangeiro para aplauso da Rússia e dos EUA?
Jorge Veiga - vergonhoso!
Adao Fernando Batista Bastos - Trump é uma besta sem credibilidade, mentiroso e traiçóeiro.
Comntários para todos os gostos - 21nov2025

Potencial candidato a sucessor de Zelensky
General Valerii Zaluzhnyi, Comandante-em-Chefe das Forças Armadas da Ucrânia de 27jul2021 até 8fev2024, e atualmente Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da Ucrânia no Reino Unido, continua a ser visto por muitos compatriotas como o único nome capaz de desafiar o presidente Zelensky em eleições futuras — ainda que estas permaneçam suspensas devido à guerra em curso. Zaluzhnyi nunca assumiu publicamente ambições políticas e evita entrevistas. Em Londres, a sua agenda é cuidadosamente controlada para reduzir ao mínimo ocasiões em que possa ser confrontado com perguntas incómodas. Ainda assim, a embaixada ucraniana no bairro de Holland Park tem recebido um fluxo constante de visitantes: deputados de Kiev, ativistas, representantes de empresários e até figuras como Paul Manafort, antigo conselheiro de Trump, que se ofereceu para o apoiar numa eventual campanha. Mas, ao que consta, a proposta foi recusada.
Jorge Saraiva - Receio ter uma ideia sobre a resposta, mas pergunto: porque se presta a este papel?
David Ribeiro - Não me diga, Jorge Saraiva, que também me considera um "assalariado" de Putin
Jorge Saraiva - David Ribeiro, não tenho, nem procuro ter, qualquer informação sobre as suas fontes de rendimentos. Apenas lamento e me pergunto porque se presta a esta propaganda e a ser canal de contra informação.
David Ribeiro - Jorge Saraiva, sim, é verdade que a maior parte do que se lê e ouve na comunicação social é "propaganda" de ambos os lados dos conflitos. Eu, acredite ou não, leio tudo ao que consigo ter acesso, e depois, penso pela minha cabecinha, evitando emprenhar pelos ouvidos (desculpe a brejeirice).
Michael Seufert - Isto deve ser notícia falsa porque eu li no Facebook que Zelensky tem tudo controlado num regime corruptone que até já está tudo perdido pelo que será arrastado pelas ruas de Kiev em sangue pelos libertadores estrangeiros que nem Varsóvia em 1939.
Segunda-feira, 17 de Novembro de 2025
Cada vez mais quente o leste da Europa

O comando ucraniano lançou um ataque com veículos blindados na área de Predtechino e no norte de Stupochki, tentando distrair as unidades russas de assalto a Konstantinovka. Apareceram imagens de tanques das Forças Armadas da Ucrânia sendo destruídos em Predtechino e Stupochki. "Ainda não se sabe a quantidade exata de equipamento usado e perdido, mas as perdas são evidentes", escrevem fontes ucranianas.
Quando se trata de números (prisioneiros, feridos, mortos) há sempre que ter cuidado, que a 'propagnda' nem sempre é a verdade, mas...
Conflictos Militares del Siglo XXI · Francelis Torrez

Ontem, 16 de novembro de 2025, as forças russas fizeram progressos na direção de Guliaipole (Zaporizhzhia), consolidando o controle sobre localidades próximas como a Malásia Tokmachka e pressionando vários setores do eixo sul. Além disso, há progressos nas imediações de Stepnogorsk e no sul de Velikomikhailovka. A frente de Guliaipole permanece ativa, com movimentos ofensivos russos em torno da cidade. Avanços em colonatos próximos como Zatyshia, Vesely e Zeleny Gai, com uma área de cerca de 14,6 km2 sob controle russo nas últimas 24 horas. As forças russas tomaram o controle de Rovnopolye. Informações disponíveis mostram que o eixo de Guliaipole continua sendo um ponto de atrito, com a linha de contato se deslocando para oeste e sul da cidade. Guliaipole é fundamental porque liga o eixo de Zaporizhzhia às rotas para o interior da Ucrânia. Sua queda facilitaria um corredor para Orikhiv e Dniéper, aumentando a pressão sobre as defesas ucranianas no sul.
Domingo, 16 de Novembro de 2025
Escândalos de corrupção na Ucrânia

O surgimento de novos escândalos de corrupção irão seguramente dificultar a manutenção de um consenso europeu sobre a ajuda à Ucrânia face aos ataques russos. Os ministros da Energia e da Justiça ucranianos tiveram de se demitir, depois de uma entidade anti corrupção ter anunciado o desmantelamento de um vasto esquema de corrupção no setor energético. O esquema envolvia vários funcionários ucranianos e um empresário próximo de Zelensky, com subornos no valor de 100 milhões de dólares. Este escândalo acontece numa altura particularmente difícil na frente de batalha, com o exército ucraniano a recuar em várias regiões perante o avanço das tropas russas. Não esquecer que a Ucrânia é candidata à União Europeia e as reformas anti corrupção fazem parte dos critérios para a adesão.
Jose Bandeira - Nem sei como conseguimos entrar na então CEE! Se calhar corrompemos alguém! 


Jose Luis Soares Moreira - Jose Bandeira, perfeito. Pelo menos esses ministros se demitiram e por cá, o que vem acontecendo, alguns até ganham lugares superiores.
David Ribeiro - Meu amigo Jose Bandeira, nem queira comparar a corrupção que eventualmente existia em Portugal (e existia mesmo) aquando da nossa entrada na CEE com a que se vive na Ucrânia. Por mais que se admire o povo ucraniano há que assumir que os senhores instalados em Kiev são corruptos e sem exemplo para ninguém.
Diz The Spectator...
...que, ao que consta, nunca foi propagandista de Putin, antes pelo contrário.

Assim como um relógio parado...
...está certo duas vezes por dia, também Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, diz coisas acertadas.
Luis Pereira - As ameaças nucleares são insuportáveis, acredito que tenham uns bunkers engraçados, bem equipados , não chega é para todos , são uns criminosos , como eram os nazis , não tem perdão.
Adriano Marques - São uns assassinos muito piores que os Nazis, mataram e continuam a matar milhões.

David Ribeiro - Ainda bem, Adriano Marques, que já não há comunismo na Rússia.
Adriano Marques - David Ribeiro é verdade, são todos do CHEGA, o Kremlin até vai contratar o André Ventura... 

Os comunistas estão nos países onde há ditaduras, o que têm é miséria, fome, pancada e muitas vezes morte.
Jorge Veiga - o fotografia falante? Sei lá se é ele a falar????
Maria Vilar de Almeida - Concordo. Aliás, desde o início que a UCRÂNIA estava destinada à DERROTA.
Diz o portal Sohu...
...um dos principais e mais conhecidos portais de internet da China. A sua credibilidade é relativa, principalmente em relação a este tipo de assuntos.
Jorge Veiga - Os chineses a meterem-se nisto? Poixxxxxx
Jorge Saraiva - Se não é credível, qual o interesse em partilhar e (ainda que marginalmente) amplificar?...
A visão irónica de Serhiy Kolyada (cartunista ucraniano)...
...sobre o mais recente escândalo de corrupção de alto nível na Ucrânia.
Euronews de 16nov2025 - ver aqui
A investigação anticorrupção em curso na Ucrânia pode transformar-se no maior escândalo político desde o início da invasão russa, numa altura em que Kiev se apressa a garantir à população e aos parceiros ocidentais que a luta contra a corrupção continua a ser o seu maior compromisso.
Quinta-feira, 13 de Novembro de 2025
Ao que dizem, que eu não estou por lá...
Para quem combatia sem botas, alimentando-se de rações de combate fora de prazo e chipes de frigoríficos no seu armamento pesado, os russos até não se têm saído mal em Pokrovsk
Jorge Saraiva - Só o estarem lá já é mau, isto é, péssimo.
Adriano Marques - Eu vejo por outro prisma... A maior potência mundial ( segundo propaganda comunista) que anunciou tomar Kiev em 3 dias, está encalhada há mais de um ano às portas de Pokrovsk, os anúncios da tomada são constantes, mas no terreno ainda não está concretizado, sendo o rácio de soldados mortos em combate de 8 Russos para 1 Ucraniano. Ao fim de mais de 3 anos de Guerra, milhões e milhões perdidos, centenas de milhares de mortes Russas, as coisas parecem estar muito longe em tempo e objectivos do que inicialmente estava previsto. Ao que dizem, porque eu não estou por lá.
Mário Paiva - Adriano Marques, e o seu prisma parece muito bem informado... Como disse há dias Mark Ruth, CEO da OTAN... "a Ucrânia está a ganhar a guerra, a frente de combate é que se desloca em sentido errado"... Por outro lado, se essa é a realidade, se o exército russo não é "lá essas coisas" e está em tão mau estado, não se entende qual é a preocupação com uma possível invasão russa do resto da Europa...
Dourar a pílula... ou tentativa de negar o óbvio
UATV Español 11nov2025
O comandante-chefe das Forças Armadas Ucrânia, Oleksandr Syrskyi, relatou a difícil situação nas zonas de Pokrovsk e Zaporiyia, onde a Rússia intensifica os ataques. Apesar das condições climáticas difíceis, as tropas ucranianas continuam a destruir os ocupantes e mantêm as suas posições. Na frente de Kupiansk, a situação melhora e mantém-se uma tendência positiva para a Ucrânia. O general também sublinhou a eficácia dos sistemas de ataque de longo alcance, que atingem alvos precisamente em território russo, e o rápido crescimento do potencial de drones ucranianos: em outubro, os drones atingiram cerca de 77 mil metas e os sistemas terrestres entregaram suprimentos e evacuaram feridos. Syrskyi afirmou que a constante inovação tecnológica garante a superioridade da Ucrânia no campo de batalha.
É o presidente da câmara de Kiev que o diz
O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, alertou que a Ucrânia está enfrentando "enormes problemas" com a mão de obra, já que os homens continuam a fugir para o exterior. Ele pediu ao governo que considere reduzir a idade de alistamento militar obrigatório, enfatizando que os ataques implacáveis da Rússia estão sobrecarregando os recursos humanos da Ucrânia. "Resistimos por quase quatro anos, mas está ficando cada vez mais difícil", disse Klitschko, apontando para a crescente pressão sobre as unidades da linha de frente e as defesas locais.
Até o Coronel José Carmo já se rendeu à evidência

Segunda-feira, 10 de Novembro de 2025
Guerra na Ucrânia... por volta do dia 1355
World News 8nov2025
A Rússia atingiu um depósito ferroviário chave em Hrebinka, região de Poltava, um centro vital entre Kiev e Poltava. Os danos poderiam interromper a rede ferroviária central da Ucrânia, afetando até 40 rotas e possivelmente cortando o serviço entre Kiev, Poltava e Lubny.
CNN Portugal 8nov2025

José Azeredo Lopes, comentador da CNN Portugal, analisa o momento crítico da região ucraniana de Pokrovsk, numa semana em que as forças russas alcançaram grandes avanços.
Francisco Bismarck - Este tipo ainda tem a lata de aparecer?
CNN Portugal 9nov2025
Durante a madrugada deste domingo, moradores de Voronej [fronteira com Kharkiv, na Ucrânia], no sudoeste da Rússia, ouviram várias explosões e sofreram quebras temporárias de eletricidade, numa sequência que fontes locais ligam a um ataque à principal central de calor e eletricidade da cidade. Horas antes, o governador regional avisara para uma possível ameaça de mísseis e atividade de drones oriundas da Ucrânia. As autoridades russas não confirmam, porém, o incidente. No entanto, vários canais russos no Telegram descrevem danos na central que abastece edifícios residenciais e grandes unidades industriais, enquanto imagens divulgadas pelo Exilenova+ parecem mostrar uma detonação no complexo. Kiev mantém-se em silêncio.
RTP 9nov2025

A região de Pokrovsk está a ser uma das mais castigadas pelas forças de Moscovo. A cidade já se encontra sitiada pelos russos, tendo assistido a êxodo dos seus habitantes.
Representantes do Ministério da Defesa russo anunciaram oficialmente que em Pokrovsk, soldados e oficiais ucranianos começaram a se render em massa. Além disso, é relatado que entre estes soldados e oficiais ucranianos, há também representantes dos países da NATO que lutaram ao lado do Exército Ucraniano como os chamados mercenários estrangeiros.

WikiPédia nov2025
Pokrovsk (em ucraniano: Покровськ) é uma cidade localizada no óblast de Donetsk, na Ucrânia. É o centro administrativo de Pokrovsky Raion e, até 2022, registou cerca de 60 127 habitantes, até 2025, registou cerca de 1350 habitantes. A cidade teve grande importância para a economia ucraniana durante a guerra, servindo como um ponto estratégico de logística e tendo a última indústria de carvão em operação na Ucrânia durante a guerra, que foi fechada em janeiro de 2025. Os russos tentam conquistar Pokrovsk desde 2024, a cidade corre o risco de ser completamente cercada depois de avanços nas cidades vizinhas.
Domingo, 9 de Novembro de 2025
Depois o dinheiro não dá para tudo

Maria Gabriela Rafael - E.....
Isabel Sousa Braga - Maria Gabriela Rafael e... depois quando precisar do sns liga ao Zelekenky
Fernando Peres - Isabel Sousa Braga nem merece resposta!
Albertino Amaral - É complicado, não é ? E o que mais virá a acontecer .......... Sem aplaudir a ideia, resta-me só perguntar : " Será que os três Salazares que o outro preconizou, chegariam ? "
Helena Vasconcelos - Portugal é um colosso.
David Ribeiro - Se 50 milhões para armas à Ucrânia é, no mínimo, altamente discutível, cortar 18 milhões nas despesas das unidades de saúde hospitalares é criminoso, numa altura em que este setor público se encontra altamente carenciado.

Isabel Sousa Braga - https://www.portugal.gov.pt/pt/gc25/comunicacao/noticia...
PORTUGAL.GOV.PT - Portugal vai investir 60 milhões na compra de armamento para a Ucrânia
Hélder Pais - Demagogia.
Celio Alves - Nem mais
Bernardo Mergulhao - Uma coisa não tem nada a ver com outra.
Pedro Pereira - Partilha de alhos e bugalhos!! Para além de um tema de empatia e solidariedade, se calhar se tiver uma guerra à sua porta, vai lembrar-se da ajuda que não deu quando ainda não era consigo.
Fernando Peres - Não podemos contribuir para a Ucrânia, mas os europeus podem contribuir há muito tempo , todos os anos com fundos europeus para desenvolver o nosso País!!!
Nuno Solla Lacerda - O problema é misturar a verba do alho com a verba do bugalho mas,se é para se fazer comparações, então que se fale da verba com o RSI de pessoas que não querem trabalhar onde muitas até tem outras fontes de rendimento. Mas nesses “grupos” não se pode falar para não se ser logo acusado com uma resma de adjectivos.
David Ribeiro - Meu caro Nuno Solla Lacerda, este "alho", este "bugalho" e até a "verba com o RSI", estão todos no orçamento de Estado e por isso é importante o assunto. Caramba Nuno!... cada vez mais me parece estar a aproximar-se das "teorias" do Chega, coisa que nem quero acreditar
Nuno Solla Lacerda - David Ribeiro não sou do Chega, mas também não perdi o sentido crítico nem a capacidade de análise. A liberdade tem um custo, e, nos tempos que correm, esse custo passa por apoiar a Ucrânia (não vale a pena repetir argumentos já amplamente discutidos). Comparar o investimento necessário para proteger a liberdade das gerações futuras com as poupanças resultantes de eventuais cortes nas ineficiências da Segurança Social é enviesar um tema que nos deve ser particularmente sensível. Se quisermos fazer comparações, então que o façamos também com base em critérios de moralidade.
David Ribeiro - Ainda bem que o Nuno Solla Lacerda não perdeu o sentido crítico nem a capacidade de análise, pois é para isso que todos aqui estamos. E não, não fiz comparações "em critérios de moralidade" mas sim em factos reais da política nacional que me custam a aceitar.
Joaquim Pinto da Silva - Foi pena esse corte não ser na parte do aparelho de Estado inútil (mordomias, TAP, etc.), porque dar à Ucrânia é dar à nossa defesa nacional.
Sexta-feira, 7 de Novembro de 2025
A luta por Pokrovsk... guerra entre a Rússia e a Ucrânia
Rolando Santos, jornalista da CNN Portugal, é capaz de ter razão

Grande verdade!...
Combates em Pokrovsk
Há quem diga, mas ainda sem qualquer confirmação credível, que a operação ucraniana com o recurso a 3 helicópteros há uns dias, terá sido para tentar evacuar da zona alguém importante da NATO que estaria cercado. Estas coisas ficam sempre no segredo dos deuses... até ao dia em que alguém dá com a língua nos dentes.
Ucrânia em perigo de colapso financeiro
Antero Filgueiras - E graças a quem que ora anda na UE a corromper tudo e todos para matar a Ucrânia à fome, tal como aconteceu com a besta Estaline?
Tiago André Lopes na CNN Portugal

Quem vai à guerra dá e leva - 6nov2025

Ucrânia diz que atingiu refinaria em Volgogrado; Rússia atingiu central elétrica em Chernihiv; Drones ucranianos atingem central termoelétrica de Volgorechensk, a 3.ª maior da Rússia; Forças russas tomaram parte oeste de Pokrovsk e apertam cerco à cidade.
Verdades que custam ouvir...
Victor Orbán: "Hoje, o Presidente @zelenskyyua atacou mais uma vez a Hungria e o governo húngaro numa conferência em Bruxelas, com uma série de acusações. Vejamos, então, os factos. Quanto ao apoio: a Hungria acolheu refugiados da Ucrânia, houve mais de 14 milhões de passagens de fronteira da Ucrânia desde o início da guerra, gerimos três escolas ucranianas no nosso país, cuidámos de soldados e crianças feridos, acolhemos mais de dez mil crianças ucranianas em campos na Hungria, formámos pessoal médico, reconstruímos escolas e jardins de infância na Ucrânia e, no ano passado, fomos o maior fornecedor de electricidade da Ucrânia. Até à data, gastámos um total de 200 milhões de euros em assistência humanitária aos ucranianos. É lamentável se isto não significa nada para o Presidente Zelensky. Gostaria também de chamar a atenção do Presidente para o facto de o apoio que a Ucrânia recebe da União Europeia incluir também dinheiro húngaro. Não estamos satisfeitos com isso, mas é um facto. Devo rejeitar a sugestão de que a Hungria deve alguma coisa à Ucrânia. A Ucrânia não defende a Hungria de ninguém nem de nada. Não pedimos tal coisa, e nunca pediremos. A segurança da Hungria está garantida pelas nossas capacidades de defesa nacional e pela NATO, da qual a Ucrânia (felizmente) não é membro. Por último, gostaria de recordar ao Presidente que a decisão sobre a adesão de um país à União Europeia é tomada pelos Estados-Membros, por unanimidade. Isto significa que cada Estado-Membro tem o direito soberano de apoiar ou de se opor à admissão de um novo membro. A Hungria não apoia, nem apoiará, a adesão da Ucrânia à União Europeia, porque isso traria a guerra à Europa e desviaria o dinheiro dos húngaros para a Ucrânia. Acreditamos que a União deve estabelecer uma parceria estratégica com a Ucrânia sem a adesão à UE. Esta é a nossa proposta. Manteremos esta posição no futuro, pois temos todo o direito de o fazer."
Luis Pereira - Quem és tu orban ? Tirem está gente da UE, já temos malucos que cheguem
Mário Paiva - ...dos nabos não reza a História...

João Geirinhas Rocha - Tretas! A Hungria é hoje um cavalo de Tróia dentro da UE.
Jorge Saraiva - 200 milhões de euros, em ajuda humanitária, em quase quatro anos. Que enormidade, senhor Orban! E se Portugal se tivesse oposto à adesão da Hungria à UE porque isso representaria desvio de fundos europeus de Portugal para esse país do leste europeu?
Joaquim Figueiredo - A ser assim o presidente húngaro tem razão e a gratidão fica pelas ruas da amargura
Hugo Da Nóbrega Dias - Clarividência, acima de tudo.
Jose Antonio M Macedo - A Hungria está a mais na UE. Não tem contribuído em nada para o desenvolvimento da integração europeia.
Antero Filgueiras - Porém, a besta ORBAN não diz o fundamental: esta guerra só existe por vontade um irresponsável louco, o ditador autocrata de quem ele é vassalo e servo. Quero a Hungria fora da UE. David Ribeiro, você é um caso irrevogavelmente perdido. Nunca imaginei, todavia também nunca o achei medianamente inteligente.
David Ribeiro - Olha-m'este!... Já foste.
Carlos Miguel Sousa - Eu também já fui a favor da adesão da Ucrânia à UE, mas o que conheço hoje do povo Ucraniano, através dos que cá vivem, mudei de opinião. Há de facto uma diferença enorme entre os Ucranianos que vivem em Portugal, desde a onda de imigração 99/2000, e os que vieram agora fugidos da guerra. Se os primeiros me acalentavam a esperança de a Ucrânia, poder vir um dia a aderir à UE, os segundo fizeram-me perceber, que a UE, não está preparada para receber uma sociedade com a mentalidade atual dos Ucranianos. Temo que a prazo, e à medida que cada vez mais povos europeus vão lidando com os refugiados Ucranianos recentes, as opiniões contrárias à adesão da Ucrânia à UE, não parem de crescer. No fundo o que Orban, afirma, não é apenas real, é o principio do fim da possibilidade da Ucrânia vir a aderir à UE, pelo menos enquanto a adesão de novos países tiver de ter o acordo unânime de todos os seus membros.
David Ribeiro - É exatamente isso, Carlos Miguel Sousa... mas há muitos nesta nossa Europa que ainda não se aperceberam (ou não querem aperceber-se) do estado em que se encontra a atual liderança ucraniana.
Expresso de 6.ª feira 7nov2025

Ironias à parte, a situação é mesmo muito difícil... a linha da frente já não é clara e a Rússia afirmou, esta quarta-feira [5nov2025], que as suas forças estão a avançar para norte, já dentro da cidade, e a expulsar as tropas ucranianas. Kiev nega que os seus militares estejam cercados e afirma que reforços estão a caminho.
The Times
