
"A China e a União Soviética fizeram enormes sacrifícios nacionais para resistir ao militarismo japonês e à agressão fascista alemã, contribuindo significativamente para a vitória na guerra", afirmou Xi Jinping, a poucos dias deste desfile [a 3 de setembro], para assinalar o 80.º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial no Pacífico, que conta com a presença do Presidente russo, Vladimir Putin. O dirigente chinês declarou que Pequim e Moscovo devem "continuar a amizade tradicional, aprofundar a confiança estratégica mútua, reforçar os intercâmbios e a cooperação em vários domínios".![]()
Jose Antonio M Macedo - Embora atualmente seja o contrário.
Amadeu Pereira - Dois ditadoras ![]()
Jose Antonio M Macedo - Amadeu Pereira Sem dúdida.
Mário Paiva - "Nós libertamos a Europa, os europeus, do fascismo, mas eles nunca nos perdoarão por isso" — Marechal Zhukov, URSS.
Joaquim Figueiredo - A união soviética perdeu muita gente na segunda guerra mundial... depois perdeu outros tantos com Stalin. Um povo sacrificado mas que gosta de governos autocráticos
O que se ouviu e viu na comunicação social
A China recebeu no último fim de semana vários líderes mundiais para uma cimeira de segurança que desafia a liderança americana. Vladimir Putin chegou no domingo a Tianjin, assim como o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian. O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, já chegaram, entretanto, ao município chinês. No encontro com Antonio Guterres, Xi Jinping defendeu o multilateralismo e Guterres deixou críticas à liderança de Donald Trump.
Nesta cimeira sobre segurança organizada no nordeste da China, o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, defendeu na segunda-feira [1set2025] a ofensiva militar russa na Ucrânia, acusando o Ocidente de ter desencadeado o conflito. "Esta crise não foi desencadeada pelo ataque da Rússia à Ucrânia. É o resultado de um golpe de Estado na Ucrânia, que foi apoiado e provocado pelo Ocidente", afirmou Putin, durante a reunião da Organização de Cooperação de Xangai (SCO, na sigla em inglês).
Numa reunião à margem da cimeira da Organização de Cooperação de Xangai (SCO) na China, o presidente turco Tayyip Erdogan afirmou ao seu homólogo russo Vladimir Putin na segunda-feira [1set2025] que Ancara está a trabalhar para encontrar um fim justo e duradouro para a guerra na Ucrânia e que as conversações entre as partes em Istambul estão a contribuir para os esforços de paz, segundo a presidência da Turquia.![]()
David Almeida - Quando a memória é curta... temos sempre razão! ![]()
Jose Antonio M Macedo - David Ribeiro Penso que a SCO já não tem razão de existir face à cada vez mais frágil ligação entre a Europa e os EUA. A Turquia, pertencendo à NATO e com pretensões de aderir à UE, não está a seguir uma via muito lógica ao participar na SCO.
Entretanto aconteceu isto...
Então?!... Não foi nada disto que a "entourage" de Ursula von der Leyen nos fez saber.
Normalmente deito-me tarde (durmo pouco mais de cinco horas por noite, mas durmo bem, ou seja, de um só sono, para o lado que me deitar é do lado que acordo)... mas hoje tenho algo "interessante" para acompanhar pela tv
Não são estados de alma que me motivam a escrever... factos são factos e isso é que é importante. E nestas comemorações dos 80 anos do fim da II Guerra Mundial na Ásia, retenho: Líderes de metade da população mundial estão presentes em Pequim; Demostração de força militar na capital chinesa; XI Jinping mostrou novas armas; Presidente da China faz apelo á paz.
Jorge Veiga - militarismo a mais.
Jose Riobom - Olha ... não dormes ??? Masturba-te !! Vais acabar cansado e com sono !!![]()
David Ribeiro - Jose Riobom, o pouco que durmo há anos que me é suficiente... sempre durmi pouco mas bem.
Jorge Veiga - Há gente a dormir pouco e há gente que anda a dormir em pé...
Desfile do 'Dia da Vitória' da China
Começou em Pequim às 9 da manhã hora local (02h00 em Portugal) um grande desfile militar para marcar os 80 anos da vitória na Guerra de Resistência do Povo Chinês contra a Agressão Japonesa e da vitória mundial contra o fascismo.
Líderes estrangeiros confirmados:
Vladimir Putin – Presidente da Rússia;
Kim Jong-un – Líder da Coreia do Norte;
Norodom Sihamoni – Rei do Camboja;
Luong Cuong – Presidente do Vietnam;
Thongloun Sisoulith – Presidente do Laos;
Prabowo Subianto – Presidente da Indonésia;
Anwar Ibrahim – Primeiro-ministro da Malásia;
Ukhnaa Khurelsukh – Presidente da Mongólia;
Shahbaz Sharif – Primeiro-ministro do Paquistão;
KP Sharma Oli – Primeiro-ministro do Nepal;
Mohamed Muizzu – Presidente das Maldivas;
Kassym-Jomart Tokayev – Presidente do Cazaquistão;
Shavkat Mirziyoyev – Presidente do Uzbequistão;
Emomali Rahmon – Presidente do Tajiquistão;
Sadyr Japarov – Presidente do Quirguistão;
Serdar Berdimuhamedov – Presidente do Turcomenistão;
Alexander Lukashenko – Presidente de Bielorrúsia;
Ilham Aliyev – Presidente do Azerbaijão;
Nikol Pashinyan – Primeiro-ministro da Arménia;
Masoud Pezeshkian – Presidente do Irão;
Denis Sassou Nguesso – Presidente da República do Congo;
Emmerson Mnangagwa – Presidente do Zimbábue;
Aleksandar Vucic – Presidente da Sérvia;
Robert Fico – Primeiro-ministro da Eslováquia;
Miguel Díaz-Canel – Presidente de Cuba;
Min Aung Hlaing – Presidente interino de Mianmar.
Helena Lopes - Presidentes de ditaduras a maioria
Vladimir Putin e Kim Jong-un em Pequim
Os presidentes Vladimir Putin, da Rússia, e Kim Jong-un, da Coreia do Norte, reuniram-se hoje [3set2025] em Pequim para conversações bilaterais, após participarem na parada militar que assinalou o 80.º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial no Pacífico. O encontro decorreu na casa de hóspedes de Diaoyutai, após uma receção oficial, tendo os dois líderes viajado juntos até ao local das negociações no mesmo automóvel, segundo o Kremlin. Na sua reunião com Vladimir Putin, Kim Jong-un disse que a Coreia do Norte tinha um “dever fraternal” de ajudar a Rússia e que as duas nações discutiriam o estabelecimento de relações. Kim agradeceu a Putin pelos elogios aos soldados norte-coreanos que lutam na Ucrânia e disse que, se Pyongyang pudesse ajudar a Rússia, o faria. O líder norte-coreano disse: “Se houver algo que eu possa fazer por si e pelo povo da Rússia, se houver mais alguma coisa a ser feita, considerarei isso um dever fraternal, uma obrigação que certamente precisamos de cumprir, e estarei preparado para fazer todo o possível para ajudar".
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Estamos no septuagésimo segundo aniversário dos bombardeamentos atómicos a Hiroshima (6Ago1945) e a Nagasaki (9Ago1945), actos bélicos que mataram de 100 mil a 200 mil pessoas em questão de minutos, além de muitas outras dezenas de milhares que morreram como resultado da radiação nuclear nas semanas, meses e anos seguintes. Mas eu, cidadão “ocidental” nado e criado no pós-guerra, educado numa filosofia de Paz e harmonia entre os Povos, não posso no entanto esquecer os crimes de guerra praticados pelo Império do Japão durante a Guerra do Pacífico, um dos teatros de operações da Segunda Guerra Mundial no Sudeste Asiático, na qual o exército japonês matou milhões de não-combatentes, incluindo prisioneiros de guerra, de várias nações. A Sanko Sakusen ("Política dos Três Tudo") na qual os japoneses adoptaram uma táctica de terra queimada na China e que se resumia em "Mate Tudo, Queime Tudo e Saque Tudo", política iniciada em 1940 por Ryūkichi Tanaka (9Jul1893 – 24Nov1972) e implementada na sua totalidade em 1942 no norte do território chinês pelo general Yasuji Okamura (15Mai1884 – 2Set1966), são disso exemplo, que de acordo com o historiador Mitsuyoshi Himeta resultou na morte de "mais de 2,7 milhões" de civis chineses.
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