"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Segunda-feira, 24 de Abril de 2017
Quem irá ser o número dois de Rui Moreira?

18156997_10209439428650517_8565083751528431895_n.jAnda nas redes sociais uma grande azáfama dos socialistas portuenses a defenderem que Manuel Pizarro deverá ser o número dois da lista de Rui Moreira às próximas Autárquicas e não sabendo eu o que o actual Presidente da Câmara do Porto pensa disto tudo e o que é que irá fazer, como é óbvio, sou no entanto da opinião que esse lugar nas listas de candidatura do movimento “Porto, O Nosso Partido” deverá ser ocupado por Guilhermina Rego, actual Vice-Presidente do executivo municipal com o Pelouro da Educação, Organização e Planeamento. Esta vereadora tem feito um trabalho excepcional, sem protagonismos mediáticos e deverá continuar, no meu entender, com estas funções, pelo que deve ser ela e mais ninguém o número dois da lista de Rui Moreira.
Já agora fica aqui uma notícia com a opinião de Pedro Baptista sobre este assunto e com a qual estou em pleno acordo.

 

Guilhermina Rego nasceu no Porto, em Agosto de 1971, é licenciada em Gestão de Empresas, é Mestre em Finanças e é Doutorada em Ciências Empresariais pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto. É Professora da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e é coordenadora da Unidade de Ética e Gestão na Saúde do Serviço de Bioética e Ética Médica desta Faculdade. É coordenadora da Pós-Graduação em Administração Hospitalar e membro da Comissão Científica do Doutoramento em Bioética. É membro fundador da Associação Portuguesa de Bioética e pertence à sua Direção desde 2002. É membro de diversas associações científicas internacionais, nomeadamente a International Society on Priorities in Health Care. Publicou seis livros sobre temas sociais de que se destacam as obras Prioridades na Saúde (McGraw-Hill, 2002) e Gestão Empresarial dos Serviços Públicos (Vida Económica, 2008). Foi Vereadora do Pelouro do Conhecimento e Coesão Social da Câmara Municipal do Porto entre 2009 e 2013. Estão actualmente sob a sua chefia a Direção Municipal de Finanças e Património, a Direção Municipal de Recursos Humanos, a Direção Municipal de Sistemas de Informação, o Departamento Municipal de Educação e o Gabinete da Juventude.



Publicado por Tovi às 19:14
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Domingo, 1 de Dezembro de 2013
Reabilitação da "ilha" da Belavista

{#emotions_dlg.meeting} [JN] - Câmara do Porto vai reabilitar única ilha municipal ainda habitada - A Câmara do Porto vai começar em 2014 obras de reabilitação da ilha da Belavista, a "única municipal ainda habitada", num projeto que pretende demonstrar que estas recuperações contribuem para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Recordo o que está escrito no Manifesto Eleitoral de Rui Moreira: Coesão Social - (pag. 8 e 9) - A construção de novos bairros será evitada, através da renovação e reabilitação dos antigos bairros e ilhas da nossa Cidade, valorizando os mecanismos de inclusão social e habitacional: Promovendo a reconstrução das casas antigas e a manutenção das relações sociais de vizinhança; Melhorando os bairros e ilhas a partir de programas e projetos de desenvolvimento social e habitacional; Incentivando a participação das associações e comunidades de bairro ou ilhas nos programas, desde as informações prévias até à consolidação da reabilitação, aprofundando a participação dos cidadãos nas questões relativas à habitação.


«Zé De Baião» no Facebook >> O Projecto Aconchego é um excelente exemplo e so necessita de um maior envolvimento por parte de todas as instituições,  dos cidadãos em geral, dos proprietários e ainda dos familiares dos idosos que por vezes os deixam abandonados. Já imaginaram que o Porto é todo tão perto das universidades e politécnicos e que toda essa massa humana poderia estar envolvida, integrada, em circulação,  em entreajuda e em convivência por toda a cidade? Bastava desenvolver uma rede estratégica para a cooperação, dotada de uma equipa inter-institucional  que gerasse e gerisse toda esta dinâmica. As ilhas dariam excelentes alojamentos para estudantes e até para quem vem em programas de intercâmbio Erasmus, sendo que estes jovens em intercâmbio querem sentir e viver a cidade. Seria tão fácil.  Bastava que as Instituições cooperassem com a autaquia, com as associacoes de moradores e proprietários e que se fizessem projectos conjuntos.  Seriam casas ideais para integrar comunidades de jovens estudantes com residentes locais.

«José Camilo» no Facebook >> Caro Zé penso que pouca gente reparou que o homem já começou a trabalhar.

«Zé De Baião» no Facebook >> O trabalho social é sempre um dos mais importantes, mas ao mesmo tempo dos mais invisíveis. Há um trabalho enorme que se faz e deve continuar a fazer pelo interior das casas. A obra feita por fora dos bairros é  sempre mais visível,  mas o verdadeiro trabalho social que urge fazer está por dentro das casas, ou seja, junto das pessoas.

«José Camilo» no Facebook >> De uma casa fazer um lar.

«Pedro Figueiredo» no Facebook >> 400 mil euros só dão para reabilitar aquela ilha. È como a SRU. mais nenhuma será reabilitada... atè porque as outras 699 ilhas (são 700) são privadas. Eu não gostaria de viver com a minha familia em 16 m2, mesmo que no centro, mesmo com boa vizinhança... a alternativa não é pôr essas familias nos ghettos do plano de melhoramentos (56-73)... a alternativa para essa gente é habitar o centro histórico a preços baixos (SAAL / CRUARB de que rui moreira não gosta)... 16 m2 sem casa de banho não são alternativa .mesmo reabilitados. Tenho dito

«Zé De Baião» no Facebook >> O Pedro Figueiredo aborda algumas questões pertinentes sobre os alojamentos familiares, no entanto, não devemos esquecer uma tradição/cultura habitacional que pode e deve ter utilidade e ser recuoerada e reabilitad. É claro que os grandes detentores de imóveis preferiam que todos lhes fossem pagar rendas elevadas e fazer as recuperações e reabilitação,  mas não podemos esquecer que a cidade tem mais vida e outras carências/prioridades que devem ser salvaguardadas. As ilhas podem dar excelentes alojamentos para jovens estudantes ou em intercâmbio,  tal como podem dar alojamentos sociais se devidamente reorganizados, recuoerados e reabilitados.  Um grande parte da alma e do sentimento do Porto está onde a maioria das pessoas passam e nunca a conseguiram ou não quiseram ver. Olhem para o interior de cada porta sempre que passarem na rua.


«José Carlos Ferraz Alves» no Facebook >> Isto parece acção social e habitação... Já agora, sabe concerteza informar porque a ex-vereadora de Rui Rio e actual vice-presidente e o habitual coordenador das suas acções cancelou evento mobilizador da cidade sobre a hora? O tempo vai mostrar que a melhor decisão que o Presidente tomou foi pós eleições.

«David Ribeiro» no Facebook >> Não tenho conhecimento de qualquer cancelamento de eventos por parte de Guilhermina Rego. Qual era esse evento mobilizador da cidade, Ferraz Alves?

«José Carlos Ferraz Alves» no Facebook >> Eu recebi e sabia. Tenho no email do BPI. O convite e o cancelamento. Há bons vereadores e há excelentes. Quando a Prof. Guilhermina estava na coesão social, participei e fiz parte de ações no domínio do empreendedorismo social. Como foi para a educação presumo que levaram a mesma lista de contactos. Também estranhei.



Publicado por Tovi às 08:43
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Sexta-feira, 29 de Novembro de 2013
Projecto "Cresce e Aparece"

O futuro são as crianças e a equipa camarária de Rui Moreira sabe disso.

{#emotions_dlg.chat} O "Cresce e Aparece" é um projeto promovido pela "Cidade das Profissões (CdP)", que este ano foi convertido para formato kit de jogos, com vista a permitir a sua apropriação pela escola e a sua integração na prática letiva e projeto educativo. Reconhecida a importância dos jogos pedagógicos no processo de aprendizagem e de socialização das crianças, o Kit de jogos "Cresce e Aparece" proporciona uma experiência educativa que visa contribuir lúdica, ativa e precocemente para a construção do conhecimento informado das profissões e para a valorização do trabalho enquanto instrumento de realização pessoal e exercício de cidadania, desconstruindo estereótipos, despertando a vontade de aprender e favorecendo a autonomia e o desenvolvimento do pensamento lógico-matemático da criança. Trata-se, pois, de um projeto que promove a descoberta e a exploração do mundo das profissões e do trabalho, estimulando o sentido crítico no que respeita aos estereótipos vocacionais, em particular o de género, desconstruindo ideias pré-concebidas e sensibilizando para a importância da pluralidade e diferenciação de papéis socioprofissionais. De acordo com Guilhermina Rego, a iniciativa que ontem [21Nov2013] teve lugar na EB/JI do Sol será extensiva a todos os Jardins de Infância da cidade.



Publicado por Tovi às 19:20
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