"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2016
Luís Cunha Ribeiro detido na operação "O Negativo"

Luís Cunha Ribeiro 13Dez2016.jpgA Máfia do Sangue está em investigação e no dia de ontem foi detido Luís Cunha Ribeiro, ex-presidente do INEM, no seguimento de buscas a mais de 30 locais em Lisboa, Porto e na Suíça. Um alegado esquema de corrupção terá lesado o Estado em cerca de 100 milhões de euros. A Procuradoria-geral da República (PGR) revelou em comunicado que a operação "O Negativo" levou a cabo "mais de três dezenas de buscas domiciliárias e não domiciliárias", sendo que "quatro destas buscas decorrem em instituições e estabelecimentos oficiais relacionados com a área da saúde, incluindo no Ministério da Saúde e no INEM". Neste inquérito investigam-se suspeitas de obtenção por parte de uma empresa de produtos farmacêuticos – OCTOPHARMA - de uma posição de monopólio no fornecimento de plasma humano inactivado e de uma posição de domínio no fornecimento de hemoderivados a diversas instituições e serviços que integram o Serviço Nacional de Saúde (SNS). Participaram nesta operação três juízes de instrução criminal, oito magistrados do Ministério Público, oito dezenas de elementos da Polícia Judiciária (PJ), seis peritos da Unidade de Perícia Financeira e Contabilística da PJ e nove peritos da Unidade de Tecnologia e Informação da PJ. Nesta investigação, o Ministério Público é coadjuvado pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção da PJ. O inquérito encontra-se em segredo de justiça.

Recordando a quem anda distraído: A farmacêutica metida neste caso da «Máfia do Sangue» foi a que deu emprego a José Sócrates pela módica quantia de 12 mil euros por mês e que depois o “despediu” quando o processo do ex-Primeiro-Ministro rebentou. E vocês lembram-se quem era Secretário de Estado da Saúde nesse tempo?... É capaz de saber umas coisas interessantes.

 

  CM de 15Dez2016
Máfia do Sangue CM15Dez2016.jpg
Doa a quem doer esta operação da PGR - "O Negativo" – tem mais do que nunca de punir exemplarmente todos, mas mesmo TODOS, os mafiosos do sangue. Para já são só bitaites dos “jornaleiros” portugueses, mas como diz o Povo na sua incomensurável sabedoria, “onde há fumo há fogo”… Faça-se Justiça, que é o que todos desejamos, mas rapidinho que nós já começamos a estar fartos de processos judiciais que nunca mais têm fim.

 

  Comentários no Facebook

«Catarina Quintino» - Tudo gente do mais sério, que tem que ganhar balúrdio por mês, porque tem 1 trabalho de grande responsabilidade... Vai na volta, afinal, o ordenado é pequeno e tem que fazer estas pequenas coisas para poderem governar a vida...

«Luis Carvalho de Azevedo» - Isto parece que agora vai!...há dois dias, a media era de um Corrupto de 3 em 3 dias...agora parece que vamos 1 de 2 em 2 dias!...

«Catarina Quintino» - Que eles os "descobrem, descobrem".. resta é saber quantos vão ser mesmo culpados...

«Maria Vilar de Almeida» - AFINAL OS VAMPIROS EXISTEM!! Dos impostos esmagadores não me livro, mas no meu sangue ainda posso mandar!!

«Zé De Baião» - Eu continuo a ser dador. Acredito que alguém beneficiará com a minha dádiva voluntária.

«Jorge Veiga» - Os glóbulos rubros (ou vermelhos). O resto vai para o lixo. Há muitos anos que nós falávamos do desperdício e falta de respeito para com os dadores. Plasma, factores de coagulação eram desperdiçados e comprados a esta empresa, porque em Portugal não havia uma máquina própria para tratas o plasma. Um absurdo. Espero que alguém (mais do que um) vá parar à cadeia. Penso que aproveitam as plaquetas, mas não tenho a certeza...

«Zé De Baião» - Manuel Pizarroo não está a ser investigado, referiu ao jornal i fonte próxima da investigação. Por isso, creio não ser correto nem legitimo causar-se indiscriminadamente a dor antes de apurados os factos, de apuradas as responsabilidades e da justiça ter feito o seu percurso até ao transitado em julgado. É que hoje em dia assistimos a um atirar de casos e de pessoas para a praça pública que nada ajudam a credibilizar as instituições e muito menos ajudam a credibilizar a justiça. Este tipo de notícia parece pretender o regresso às condenações nas fogueiras e às chicotadas nos pelourinhos. Quem pretender ser correto e estar minimamente atento, poderá ler primeiro as declarações que foram feitas ao Jornal Público (01/03/2013), pelo Ex-Secretário de Estado (Manuel Pizarro) , tendo este sido bem claro ao referir que, à data e durante alguns anos, "ninguém a contestou" o teor do seu Despacho. Segundo os esclarecimento que prestou, "o despacho que assinou teve uma análise técnica do Instituto Português do Sangue e uma análise económica e financeira da ACSS [Administração Central do Sistema de Saúde] e ninguém achou que fosse desfavorável ao objectivo que visava aumentar a concorrência, favorecendo o interesse público." Segundo os argumentos apresentados, "o objectivo da medida, ao contrário do que é insinuado, foi tirar o monopólio da venda de derivados de plasma à Octapharma" e Manuel Pizarro assume que o conseguiu, porque, sublinha, "em apenas dois anos, a empresa facturou menos 23,5 milhões de euros ao Estado português", numa alusão aos anos de 2009 (51 milhões) a 2011 (27,5 milhões), segundo dados do Infarmed. "O que se verificava com a compra centralizada era o completo domínio do mercado por uma empresa, a Octapharma, tendo o então Secretário de Estado (Manuel Pizarro) remetido o processo de decisão para os hospitais na expectativa de que daí resultasse maior concorrência e que fossem possíveis preços mais favoráveis para o Estado". Se os dirigentes hospitalares não se esforçaram por tratar devidamente do interesse público, haverá muita gente a ser responsabilizada. O despacho assinado pelo Secretário de Estado da Saúde socialista Manuel Pizarro veio permitir que os hospitais passassem a fazer compras individuais, passando assim a responsabilidade para os diretores hospitalares. Estes diretores hospitalares argumentam agora que, "tendo havido um surto de ajustes diretos nesta área com domínio do mercado da Octapharma, esta situação se deveu à postura agressiva com preços mais baixos que os concorrentes e o perfil “lobbista” de Lalanda e Castro. A partir de 2012, torna a haver concursos e acordos de aprovisionamento, decorrendo assim o mesmo cenário até 2015, abrangendo o período do anterior governo, sem que alguém colocasse qualquer objeção. Mais, apesar da conselheira do PSD e atual Bastonária da Ordem dos Enfermeiros (Ana Rita Cavaco) ter feito observações críticas nas reuniões do PSD, o certo é que o próprio Ministro da Saúde do Governo PSD/CDS (Paulo Macedo), manteve a confiança nos gestores. Ora, se os dirigentes hospitalares têm os meios para democratizar os serviços e alcançar os melhores benefícios para benefício público, de que lado estará a responsabilidade? Mas já que o David Ribeiro remata a recordar as ligações do salário de Sócrates à Octapharma, também será bom recordar 3 factos: 1 - Manuel Pizarro negou qualquer envolvimento do ex-primeiro-ministro na medida que dizem ter favorecido o monopólio da Octapharma. E passo a citar: "Esta decisão foi integralmente tomada por mim, uma vez que era eu quem tinha a tutela do sangue, e nesta matéria não quero dividir responsabilidades com ninguém. O ex-primeiro-ministro não sabia que a medida estava a ser preparada", declarou Manuel Pizarro ao PÚBLICO (01/03/2013); 2 - Quando um ex-governante vai para uma empresa ou até para a banca pública ganhar cerca de 500.000€ por ano, tudo isto parece normal e nada ter a ver com corrupção, mas sim com capacidade e competência. Contudo, se um ex-primeiro ministro for ganhar 12.000€ por mês, para projetar uma empresa e o seu negócio no exterior, já tudo tem que ver apenas com corrupção. Não aceito essa conclusão só por si. E refiro e reafirmo, reconheço que o Estado e as grandes empresas estão carregadas de lobbies que encaminham para a corrupção.

«Jorge Veiga»Amigo Zé de Baião a alinea 1) que evocas, é de 2013 e o contexto pode estar diferente. O que eu te digo é que há muito tempo que há graves suspeitas de vigarices nesta área, na ordem das centenas de milhões de euros. Não sei quem andou a abotoar-se a essa guita e espero pelo resultados das investigações e do tribunal para dizer quem é culpado, Mas que os há, há e não deixa de ser suspeitas as pessoas que nomeaste e mais algumas.

«David Ribeiro» - Ninguém me ouviu dizer que Manuel Pizarro está metido nesta grande marosca, mas seguramente que um ex-Secretário de Estado da Saúde saberá muito mais do que eu que UNICAMENTE fui fornecedor de equipamentos de congelação de plasma para o Serviço de Sangue do Hospital de São João, o que me deu direito a saber como as coisas funcionavam… e olhem que funcionavam mesmo de forma vergonhosa.

«Jose Riobom» - ...deixa lá ...não passes cartão... certamente deitavam fora o plasma congelado... ou levavam para casa para tomar à hora do chá... é que estes vampiros é tudo gente fina... [Emoji wink]

«David Ribeiro» - Claro que não passo cartão, Jose Riobom, até porque um certo responsável pelo SANGUE no São João ao verificar que não tinha tesouraria para me pagar na data combinada conseguiu que uma certa farmaceutica me pagasse a quantia em questão. Agora só falta por os nomes aos bois, mas hoje não estou para isso.

«Jose Riobom» - Eh pá põe lá o nome aos bois em respeito pela comunidade... então se o fizeres no DIAP ...dou-te os parabéns.

«David Ribeiro» - Não posso ir ao DIAP pois "tecnicamente" não houve nenhuma ilegalidade, mas unicamente um "desenrascanço" de uma farmacêutica a uma tesouraria sem dinheiro.



Publicado por Tovi às 08:23
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Quarta-feira, 1 de Janeiro de 2014
Os Senhores do Norte

 JN de 1Jan2014

{#emotions_dlg.star} Pinto da Costa - É só um pouco mais de azul - Não é preciso ir buscar o Manoel de Oliveira para desdramatizar a questão do aumento da idade da reforma para 66 anos. Basta pôr os olhos na energia em palco de Mick Jagger, 70 anos, ou nos resultados que Pinto da Costa, com 76 anos acabados de fazer, alcança com a sua liderança e visão estratégica. Como dirigente desportivo com mais títulos conquistados a nível mundial, já há muito se libertara da lei da morte. Mas nem por isso abranda o trabalho de fazer do seu clube uma fonte de permanentes alegrias para os adeptos, o orgulho dos nortenhos e uma das mais poderosas marcas portuguesas com projeção e reconhecimento internacionais. O 20º título de campeão nacional de futebol ganho em 31 anos de presidência só não é mais uma linha no curriculum de uma carreira maior que a vida devido às circunstâncias dramáticas em que foi decidido. Com ele ao leme, o FC Porto tornou-se mais do que um clube de futebol e a sua importância e influência extravasaram de forma clara para além das estritas fronteiras do desporto com a inauguração do Estádio do Dragão, pensado como a âncora de uma mega- operação de requalificação urbana da zona mais degradada e pobre da Porto, que apenas ficou a meio porque no entretanto o poder politico na cidade caiu em mãos que meteram a renovação no congelador. O controlo do Porto Canal foi mais um passo na estratégia de fazer do FC Porto um foco de poder global capaz de atuar como enzima catalisadora do progresso do Norte e do país, que conheceu este ano um novo desenvolvimento com a abertura do Museu do FC Porto (um projeto era a menina dos olhos do presidente e teve em Antero Henrique o seu eficiente executor), que não só enriquece a oferta turística da cidade mas também preserva, recolhe e expõe as memórias “de um livro de honra de vitórias sem igual”. Jorge Nuno fechou com chave de ouro o ano azul da inauguração do museu (e do golo de Kelvin que fez ajoelhar Jesus no Dragão) ao partilhar alguns dos seus segredos de gestão no livro “31 anos, 31 decisões”. Caso para os portistas dizerem, dizer, venham mais 31 para termos um pouco mais de azul, um pouco mais de euforia.

{#emotions_dlg.star} Rui Moreira - O cavaleiro da esperança - A  surpresa atravessou o Atlântico e a curiosidade foi tão grande que o mais  prestigiado jornal do mundo não resistiu e despachou para o Porto uma equipa de  reportagem com a missão de apresentar aos leitores o primeiro independente a ganhar uma grande cidade na Europa Ocidental. Chegar  à capa da edição internacional do New York Times, meia dúzia dias depois de ter  tomado posse, é um boa notícia para Rui Moreira (não consta que em 12 anos o  seu antecessor tenha merecido sequer uma referência no fundo de um página par  do interior) e também para a cidade, que bem anda precisada de publicidade,  ainda para mais gratuita e positiva. Órfão  de liderança política, descontente com os partidos e políticos tradicionais, o  Porto apaixonou-se por este independente, de verbo desenferrujado, aspeto  confiável e físico que lembra a Torre dos Clérigos (ambos parecem um ponto de  exclamação!), e por isso enganou as sondagens e entregou-lhe a Câmara. A  lua de mel entre a cidade e o seu novo presidente está para durar, até porque ele  tem feito por isso, reconciliando-se com as instituições a que a Câmara tinha  voltado as costas, apesar delas serem a carne, o sangue e o nervo do Porto.  Dragão de ouro, visitou o museu do FC Porto na companhia de Pinto da Costa.  Homem de cultura, assistiu na Casa da Música ao concerto que selou o fim do  divórcio de Pedro Burmester com a cidade onde nasceu e cresceu. Pragmático,  aliou-se aos socialistas de Pizarro para garantir um governo estável da Câmara.  Inteligente, começou a construir as fundações da unidade na região de que será  o líder natural, lançando a ideia de uma Liga do Norte. Esperto, aliou-se a  Matosinhos e Gaia numa Frente Atlântica, destinada a captar fundos europeus  para projetos comuns. Em  pouco tempo, Moreira fez o suficiente para não desiludir todos (e são muitos)  que o olham como o cavaleiro da esperança da causa nortenha.  Agora só tem de continuar a dar-lhe. O ano de  2014 se encarregará de confirmar se ele tem as vistas largas, o pulso rijo, a  coragem pronta, a aritmética e o cálculo desembaraçados que são as  características necessários ao líder de que o Norte precisa – e por que suspira  desde finais do século passado.

{#emotions_dlg.star} António Ferreira - Um farol para a gestão pública - Os  privados gerirem melhor que os públicos é uma regra, que como todas as regras  têm exceções e uma das mais luminosas é a de António Ferreira, 54 anos, o  gestor público que fez com que o S. João tenha sido eleito, pelo 3º ano  consecutivo, o maior e mais eficiente hospital do país, de acordo com a  avaliação da Escola Nacional de Saúde Pública. Ter  feito um MBA em Harvard ou no Insead, ajuda muito a ser um bom gestor, mas não  é indispensável como é demonstram os soberbos resultados alcançados pelo  presidente do Conselho de Administração do Hospital de S. João (HSJ),  licenciado e doutorado em Medicina pela UPorto, especialista em Medicina  Interna e professor auxiliar na faculdade. Não  importa de que perspetiva seja olhado, o HSJ é farol, um exemplo acabado de boa  gestão da coisa pública, pois aumenta de ano para ano a produção em toda a  linha, tratando mais doentes, com o custo mais baixo do país, fazendo mais  cirurgias e primeiras consultas, reduzindo a despesa e mantendo as contas  equilibradas. Além  de ser o rosto da excelência e rigor na gestão do dinheiro dos nossos impostos,  António Ferreira é também um homem de pensamento livre, com um forte sentido de  cidadania e opiniões próprias e fundamentadas sobre a política, a saúde e a  vida que não se coíbe de exprimir. É  por isso que, com desassombro, aproveitou a cerimónia da entrega da Comenda de  Ordem de Mérito que lhe foi atribuída pelo PR para denunciar a indiferença de  quem distribui as verbas pelos hospitais sem levar o conta o seu bom ou mau  desempenho, criticar o facto dos fundos europeus poderem continuar a ser  desviados para uma Lisboa que já tem um rendimento superior à média comunitária  e revoltar-se contra um sistema de financiamento que gasta 1200 euros com um  doente da capital e 700 euros com um do Norte. A  comenda é mais que merecida . Mas o importante mesmo para o excelente gestor  António Ferreira era que o HSJ recebesse o dinheiro que devem ao S. João, para  ele o poder renová-lo estruturalmente e lançar a construção do Hospital  Pediátrico Integrado.


«Pedro Figueiredo» no Facebook >> Que desgraça de j.n.! Quando voltarão a fazer jornalismo em vez de lamber as botas de supostos senhores do norte. "Senhores" deve ser uma palavra banida. Já não há senhores desde 1910. E muito bem. "O Chalana de campanhã" é que foi o portuense do ano de 2013!

«David Ribeiro» no Facebook >> José António Pinto (o Chalana de Campanhã) também faz parte da lista "Os Melhores de Entre Nós - 50 nortenhos de nascimento ou de adoção, que se distinguiram em 2013 e são esperança para 2014" que o JN publica hoje.

«Sérgio Ribeiro» no Facebook >> Adágio popular:  'Os "três" da vigairada - cocó, ranheta e facada"!!!


«António Alves» no Facebook >> Se esses são os senhores, quem são os servos. Quem é o gajo da direita? Desses três só um tem obra feita.

«David Ribeiro» no Facebook >> Bolas, António Alves, não saber (ou fingir que não se sabe) quem é António Ferreira, o presidente do Conselho de Administração do Hospital de S. João, nem parece seu.

«António Alves» no Facebook >> E q importância política tem o cidadão para o apelidarem de "senhor do norte"? É um mero gestor público. Esse título é uma aberração e faz mais mal à causa da regionalização que todos os "spill overs" do mundo. Quando é q acaba este feudalismo mental? Quando é q aprendem?

«David Ribeiro» no Facebook >> A importância política de António Ferreira vem da forma frontal e corajosa como se comportou na cerimónia da entrega da Comenda de  Ordem de Mérito que lhe foi atribuída pelo PR para denunciar a indiferença de  quem distribui as verbas pelos hospitais sem levar o conta o seu bom ou mau  desempenho, criticar o facto dos fundos europeus poderem continuar a ser  desviados para uma Lisboa que já tem um rendimento superior à média comunitária  e revoltar-se contra um sistema de financiamento que gasta 1200 euros com um  doente da capital e 700 euros com um do Norte. Não há muitos assim cá pelo Norte.

«António Alves» no Facebook >> Há muitos. As verbas devem ser distribuídas pelos hospitais conforme o número e tipo de doentes que atendem. O desempenho é uma questão de gestão. Os maus gestores devem ser afastados. Mas isso é outra questão. O que faz desse trio de excelsos portuenses, uma cidade com escassos 200 mil habitantes, "senhores do norte"?

«David Ribeiro» no Facebook >> ...são os "Senhores do Norte" porque não há muitos outros cá pela Região (parece uma "lapalissada", mas não é).

«Jorge Veiga» no Facebook >> Quanto ao Sr.  JNP da Costa, acho que não precisa de provar nada a ninguém. Quanto ao Sr. R Moreira ainda tem tudo a provar. Quanto ao Sr. da administração do HS João não consegue provar nada. Já teve 2 atitudes mesquinhas, de falta de carácter ou de simples gestor com muitos débitos para com o ministério ou dito de outro modo, a querer provar que é bom para subir na hierarquia. Para 3 senhoes do norte, fico só com um, goste-se ou não dele. O JN continua a ver as coisas muito pela superfície.



Publicado por Tovi às 08:32
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