"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 13 de Novembro de 2020
Danos colaterais da pandemia

expresso 13nov.jpg

 

   Dados do INE
ine pib.jpg
Notícias de hoje dizem que parece que houve uma ligeira recuperação - INE revê em alta recuperação do PIB para 13,3% no terceiro trimestre, mas tem quebra homóloga de 5,7% - mas os danos colaterais da pandemia são enormes na economia, pelo que é por demais importante o cuidado em tudo que possa minimizar o contágio.



Publicado por Tovi às 11:14
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Sexta-feira, 5 de Junho de 2015
O turista do destino Porto-Gaia em 2014

Turista do destino Porto Gaia Jun2015.jpg

Para bem se preparar o futuro há que ter noção correta do presente e por isso este gráfico publicado pelo JN sobre o perfil do turista do destino Porto-Gaia em 2014 é muito interessante.

Fonte: Análise do perfil do turista, da Divisão Municipal de Turismo da Câmara de Gaia e INE / Turismo de Portugal.

Idade: 9% entre 15 e 24 anos; 37% de 25 a 45 anos; 43% de 46 a 65 anos; 11% mais de 65 anos.

Como viaja: 73% casal; 20% em grupo; 7% sozinho.

Chegada ao destino: 32% de automóvel; 29% avião low cost; 20% avião carreira regular; 19% outra (autocaravana, comboio, autocarro).

Destino Porto-Gaia: 52% principal; 22% secundário; 26% em escala.

Imagem da cidade: 28% antiga / histórica; 19% agradável / encantadora; 17% bonita; 16% cultural; 20% outra (segura, limpa, calma, moderna).

Motivação da visita: 46% turismo cultural / património; 25% vinho do Porto; 14% sol / praia; 15% outra.

 

5.400.600 dormidas em hotéis e noutros alojamentos no Norte em 2014 (11,7% do total do país) – 2.607.300 portugueses e 2.793.300 estrangeiros. Estes últimos são de: Espanha 648.800; França 424.700; Brasil 290.400; Alemanha 221.800; Reino Unido 162.600; Itália 131.800; Holanda 97.500; EUA 93.700; Bélgica 86.700; Escandinávia 62.800.

Aspectos positivos: 19% património arquitectónico; 17% hospitalidade; 17% gastronomia e vinhos; 14% paisagem; 13% rio Douro; 11% clima; 9% preços.

Aspectos negativos: 25% trânsito e estacionamento; 24% património degradado; 15% mendicidade; 14% sinalização; 11% higiene e limpeza; 11% ruído.

 

  Comentários no Facebook

«Pica Miolos» >> Ontem no JN vinha uma interessante reportagem. Em termos de transito, acho um bocadinho abusador os autocarros de turistas pararem horas em determinados sitios enquanto esperam pelos turistas que foram visitar a Lello ou outra coisa qualquer. Já agora, de quem é a responsabilidade pelo mau estado do piso na faixa do BUS em frente à igreja do Carmo? Há anos que tal situação se verifica e ouvir as suspensões dos autocarros bater, é uma dor de alma!!!

«Alexandre Abreu» >> A primeira reclamação do turista, carros a mais. Espero que Rui Moreira peça ao JN os perfis de facebook e os coloque todos na linha. Isto é claramente uma cabala anti Norte.

«David Ribeiro» >> Sem desvalorizar o facto de 25% dos turistas que nos visitam apontarem como aspecto negativo o trânsito e o estacionamento, não podemos esquecer que 32% deles nos chegam de automóvel (nesta percentagem não estão incluídos os que vêm de autocaravana).

«Alexandre Abreu» >> Pois David, mas o problema do transito afecta sobretudo a economia real, medido em desperdicio de tempo e retira qualidade de vida a quem cá mora com os problemas de saude inerentes, conhecidos, medidos, incontestáveis... Claro que somos os ultimos a ter em linha de conta, os moradores, os peões, os pequenos comerciantes. No entanto até a este sector que dizem "de vital importancia" retira valor. Mas faz sentido com uma ideia cidade-parque temático low cost que vai ficando evidente. E faz sentido que eu ache populista ainda se medir Saude em numero de Urgencias e Centros de Saude sempre avidamente prescrevendo todo e qualquer medicamento para tratar o que ninguem trata a montante e depois gritar Turismo é fixe. Turismo pode ser fixe, se sustentável. E sobretudo se as pessoas e os turistas puderem visitar um sitio onde há planeamento, visão de futuro. Temos uma terra com inegável historia e virtudes mas também defeitos enormes mas infelizmente o que tem sido feito, tem sido uma sapateirada e começa a feder. Sabiam que a unica queixa contra o Porto na UNESCO foi interposta por um turista francês? Gente de bem certamente, mas foi antes da malta das low cost. Nada contra a titulo pessoal, mas comparticipar e cofinanciar malta que resumidamente, compra alcool no supermercado e bujigangas na gift shop, passeia, dorme e come por tuta e meia "num Pais com o encanto Europeu e preços de Leste"... quem me dera.



Publicado por Tovi às 08:46
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Terça-feira, 11 de Fevereiro de 2014
Península Ibérica 2013

Valores apresentados no trabalho conjunto dos Institutos Nacionais de Estatística de Portugal e Espanha - 10.ª edição de “A Península Ibérica em Números / La Península Ibérica en Cifras – 2013”:

{#emotions_dlg.star} No final de 2012, a Península Ibérica tinha cerca de 57,2 milhões de habitantes, o que representa uma redução superior a 185.000 habitantes relativamente aos resultados dos Censos da População, realizados em Portugal e em Espanha no ano anterior.

{#emotions_dlg.star} A taxa de crescimento da população em Espanha (12,9%) foi claramente superior à registada em Portugal (1,9%), entre 2001 e 2011. Já quanto à taxa de mortalidade infantil, os dois países registaram em 2012 valores muito próximos: 3,4‰ em Portugal e 3,5‰ em Espanha.

{#emotions_dlg.star} No período 2003-2012, o saldo da balança comercial entre os dois países é claramente favorável a Espanha.

{#emotions_dlg.star} No contexto da UE-27, Portugal registou, em 2012, a 4.ª maior percentagem de população empregada no setor “Agricultura, silvicultura e pescas”: 10,5%. A Espanha situou-se na 13.ª posição, com 4,4%.

{#emotions_dlg.star} Em 2012, o Alentejo era a região ibérica (NUTS II) com maior percentagem de população idosa (65 e mais anos): 24,2%. No extremo oposto estava a Ciudad Autónoma de Melilla, com 9,9%. As regiões do sul de Espanha e as não continentais de ambos os países foram as que registaram as menores percentagens de população idosa.


«David Ribeiro no Facebook >> {#emotions_dlg.meeting} (10.ª edição de “A Península Ibérica em Números / La Península Ibérica en Cifras – 2013”)



Publicado por Tovi às 09:25
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Sábado, 9 de Novembro de 2013
O Norte está mal... muito mal

 JN de 9Nov2013
Temos que lutar para inverter esta situação.
{#emotions_dlg.star} 
Neste estudo do INE o Indicador pe
r Capita do Poder de Compra, tendo por referência o valor nacional (Portugal = 100), é para as NUTS-II:
Lisboa e Vale do Tejo - 131,0%
Algarve - 96,7%
Norte - 89,2%
Alentejo - 88,0%
Centro - 87,5%
Madeira - 85,1%
Açores - 82,4%
{#emotions_dlg.star} Dos 10 municípios com menor poder de compra per capita, sete pertenciam em 2011 ao Interior da região Norte, distribuindo-se pelas sub-regiões do Tâmega, Douro e Alto Trás-os-Montes, e três à Região Autónoma da Madeira.


«Gonçalo Graça Moura» no Facebook >> Como o Norte é mais produtivo... já descobriram onde está o gato?

«Manuel Rocha» no Facebook >> Só deixando de  votar na direitalha...

«Joe Medicis» no Facebook >> E aqui se explica por que razão não querem a regionalização



Publicado por Tovi às 10:43
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