"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 23 de Março de 2017
Atentado terrorista em Westminster

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Na tarde de ontem mais um atentado terrorista na Europa, desta vez em pleno centro da cidade de Londres, mais precisamente na ponte Westminster e junto ao Parlamento Britânico, com um trágico resultado até ao momento de quatro mortos (um polícia, dois civis e o atacante) e mais de vinte feridos, alguns com gravidade. Houve um português entre os feridos mas já teve alta e está bem de saúde.
Todos os relatos dos acontecimentos confirmam que um homem esfaqueou um polícia e foi abatido em seguida. Momentos antes, diversas pessoas foram atropeladas na ponte Westminster, a alguns metros de distância.
Segundo algumas versões, ainda não confirmadas oficialmente, o suspeito do ataque, que foi abatido pela polícia, será Abu Izzadeen (Trevor Brooks), um pregador radical da zona leste de Londres, já condenado e bastante referenciado por terrorismo.
Nesta última madrugada as autoridades britânicas detiveram sete pessoas em buscas a seis casas em Birmingham e Londres.

 

  The Guardian – 16h25 de 23Mar2017

The attacker behind the terrorist rampage at the gates of the Houses of Parliament has been named by police as Khalid Masood, 52, who was born in Kent and had previously been convicted of violent offences. The assailant, who was shot dead on Wednesday as he attacked police officers in the shadow of Big Ben, had been known to MI5 but was considered to be a peripheral figure and had fallen from the intelligence picture.



Publicado por Tovi às 08:10
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Segunda-feira, 5 de Setembro de 2016
Era para ir… mas não foi

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No passado dia 31 de Agosto, poucos minutos após o fim do prazo para as transferências futebolísticas de verão, a direcção do Boavista anunciou a ida do guarda-redes Mika para o Sunderland Association Foootbal, da Premier League Inglesa, com a concordância do Benfica que detém direitos sobre este jogador. O acordo seria por duas épocas, mais uma de opção, mas o negócio falhou, pois não foi possível inscrever o guarda-redes a tempo. Estranho, não é?... Então esta malta não sabe quais os prazos a cumprir e que papelada é necessária para um acordo destes ser válido?... É capaz da história estar mal contada.

 

  Comentários no Facebook

«Jose Riobom» >> ...alguem estaria a preparar uma "micada" ?

«David Ribeiro» >> Um adepto Boavisteiro (Diogo Santos da Cunha) fez na página do Boavista no Facebook um comentário interessante sobre este assunto. Não sei se tem qualquer fundamento, mas… - “50% pó Benfica, 50% pó Loureiro.. Há q dizer as coisas crlh!! mas tamos com medo de quê?? mas querem tapar o sol c a peneira a quem crlh?!?!? não revelam valores.. claro q nao!! o unico valor oficial são os 50% pós mouros, o resto é pa 2 ou 3 bolsos..”

 

  18h00 de 7Set2016

Afinal o Mika sempre vai para a Liga Inglesa. Que vá pela sombra… e que a direcção boavisteira arranje urgentemente um guarda-redes à altura das camisolas axadrezadas.

Transferência de Mika para o Sunderland autorizada pela FIFA

A Boavista, SAD foi informada pela FPF (Federação Portuguesa de Futebol) de que, atendendo às razões e provas documentais apresentadas por ambos os clubes, a FIFA autorizou a transferência imediata do jogador Mika, da Boavista, SAD para o Sunderland.
Mais informações serão prestadas na próxima semana, após tudo ser oficializado entre todas as partes envolvidas.

Administração da Boavista SAD.



Publicado por Tovi às 13:37
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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2014
Catástrofe do Boeing da Malaysia Airlines na Ucrânia


{#emotions_dlg.blushed} Inexplicavelmente deixou-se de ouvir falar sobre a catástrofe do Boeing da Malaysia Airlines ocorrida na Ucrânia em Julho deste ano. É sabido que as caixas-pretas foram enviadas para Inglaterra e passaram a ser assunto secreto, bem como as gravações de conversações entre controladores aéreos da região. O que se estará a esconder?... Querem ver que aquilo que se disse não é a verdade?...


«Fatima Sousa» no Facebook >> Isto é tudo uma incognita

«Luis Lopes» no Facebook >> Pareces bruxo!

«Loja Do Pecado Guimaraes» no Facebook >> Nem parece teu amigo David pelos vistos nao foram terroristas, comunistas ou árabes como tal vamos esquecer que aconteceu. Cheira nitudamente a mossad que na mesma altura ibtensificou os ataquem a palestina mas isso nao intressa a ninguém.

«António Alves» no Facebook >> Porque é mais do que evidente, desde o início, que foi Kiev quem derrubou o avião. Falta saber se foi por "sugestão" interna ou externa.

«José Luis Moreira» no Facebook >> Estou cada vez mais baralhado!... Então os americanos não disseram que o Putin é que estava por trás do acontecimento?... ;)

«António Alves» no Facebook >> Uma opinião que coincide largamente com a minha - Ukraine: Putting Politics back in the Driving Seat

 

 

  Expresso de 28Set2016

Voo MH17 foi abatido por míssil russo disparado desde a Ucrânia - Conclusão da investigação oficial à queda do avião da Malaysia Airlines, em julho de 2014, é clara: foi um míssil russo, disparado desde uma vila na Ucrânia sob domínio dos rebeldes, que fez cair o voo MH17 -  O míssil que derrubou o voo MH17 da Malaysia Airlines há dois anos foi transportado da Rússia para o leste da Ucrânia, de onde foi disparado, na localidade de Pervomaysk, anunciou esta quarta-feira o responsável por uma investigação liderada pela polícia holandesa. "Com base na investigação criminal, concluímos que o voo MH17 foi abatido por um míssil BUK, da série 9M83, proveniente do território da Federação Russa", disse o chefe da equipa de investigação internacional Wilbert Paulissen. O mesmo responsável adiantou que o sistema de lançamento do míssil "foi levado de volta para a Rússia". Segundo Paulissen, cerca de 100 pessoas estão a ser investigadas por suspeita de envolvimento no derrube do avião. O avião de passageiros, um Boeing 777, foi abatido a 17 de julho de 2014 sobre o leste da Ucrânia, numa zona sob controlo dos separatistas pró-russos, matando todas as 198 pessoas que seguiam a bordo, entre as quais 196 cidadãos holandeses.



Publicado por Tovi às 08:13
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Sábado, 17 de Maio de 2014
A Primeira Guerra Mundial

A Primeira Guerra Mundial de Martin Gilbert

Colecção "Grande Guerra, Grandes Livros"

Tradução de Francisco Paiva Boléo

A Esfera dos Livros (2014 "Expresso").

{#emotions_dlg.chat} Associando-se à evocação do centenário da Grande Guerra, o ‘Expresso’ oferece, entre 10 de Maio e 21 de Junho, uma colecção de sete livros, distribuídos gratuitamente com a edição em papel. Os seis primeiros volumes correspondem à obra do historiador britânico Martin Gilbert, enquanto o sétimo e último é uma obra inédita dedicada à participação portuguesa na I Guerra Mundial, escrito pelos jornalistas do ‘Expresso’ Rui Cardoso e Ricardo Marques e pela historiadora Margarida Ramalho. Hoje sai o volume II.




Terça-feira, 7 de Janeiro de 2014
O Vinho do Porto nas Invasões Francesas - #10

D. Maria I foi coroada Rainha de Portugal em 24 de Fevereiro de 1777, por morte de seu pai D. José I. Em Fevereiro de 1792 foi obrigada a aceitar que o seu filho, futuro rei D. João VI, tomasse conta dos assuntos de Estado, pois o agravamento da sua instabilidade mental não permitia que continuasse a reinar. Com a entrada em Portugal das tropas napoleónicas em Novembro de 1807 a família real foge apressadamente para o Brasil onde se irá manter até meados do ano 1821. Após o conturbado período das Invasões Francesas (1807-1814) e mesmo nos anos seguintes, perante a ausência do rei que teimava em manter-se no Brasil, Portugal continental foi praticamente um protectorado britânico governado com mão de ferro pelo marechal William Beresford. A situação do País era catastrófica, com grande miséria, enorme devastação, abandono dos campos, muitos mutilados, cerca de 10.000 mortos, famílias desfeitas. O tecido produtivo estava completamente destruído e só o Vinho do Porto, monopólio inglês, conhecia progressos. Durante todo o século XIX o “Port Wine” representou 30% das exportações nacionais, cujo valor servia para pagar 19% das importações. Nos primeiros anos do século verificou-se um grande volume do negócio de exportação de Vinho do Porto (mais de 25 milhões de litros/ano), um decréscimo após 1814 (15 milhões de litros/ano), uma recuperação de 1825 até 1829, nova queda em 1830 (10 milhões de litros/ano), e após 1832 uma considerável retoma nos volumes dos vinhos exportados.


«Pedro Aroso» no Facebook >> Curiosamente, o rei João, como é conhecido no Brasil, é muito admirado e respeitado nesta antiga colônia portuguesa.




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