"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quarta-feira, 8 de Janeiro de 2020
Irão ataca bases militares dos EUA no Iraque

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Esta madrugada vinte e dois mísseis em 30 minutos, causaram dezenas de mortos e feridos, segundo algumas fontes.
O Irão afirma que as bases aéreas de Asad e Erbil, no oeste do Iraque, onde estão instalados militares dos Estados Unidos, foram "seriamente danificadas" e que há outros 100 alvos prontos para serem atacados, caso Washington decida tomar medidas de represália.
Por sua vez, o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que "so far, so good", enquanto os danos causados pelos ataques são avaliados.

 


Não creio que os ataques recíprocos dos EUA e Irão levem a uma guerra total na região, pelo menos na forma como foram a I e II Guerras Mundiais. Hoje as “guerras” fazem-se com boicotes económicos e quando se chega a combates bélicos estes são bombardeamentos cirúrgicos com drones e/ou com mísseis disparados de longa distância. Após a “vitória” de uma das fações pode ocorrer ocupação de terreno e aí as tropas clássicas – infantaria e carros de combate – terão um papel importante. Mas há ainda a possibilidade, para já muito improvável, de ataques nucleares e isto sim, seria uma catástrofe a nível mundial.

 


O que disse Donald Trump, hoje à tarde na Casa Branca, na sua declaração ao país:
- Enquanto eu for presidente dos EUA, o Irão não vai ter armamento nuclear. Bom dia!
- Os nossos mísseis são rápidos, precisos, eficientes e letais. Mas o facto de termos este armamento não significa que o tenhamos de usar. Não queremos usá-lo.
- Os misseis disparados ontem foram pagos pelos fundos que a última Administração disponibilizou aos iranianos.
- Soleimani era uma dos maiores terroristas, estava a planear ataques que tinham os EUA como alvo.



Publicado por Tovi às 12:19
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Segunda-feira, 6 de Janeiro de 2020
Soldados americanos a caminho do Médio Oriente

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Ó Laurindinha
Vem à janela
Ver o teu amor
Ai ai ai que ele vai para a guerra

Se ele vai para a guerra
Deixai-o ir
Ele é rapaz novo
Ai ai ai ele torna a vir

Ele torna a vir
Se Deus quiser
Ainda vem a tempo
Ai ai ai de arranjar mulher


Publicado por Tovi às 08:08
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Sexta-feira, 3 de Janeiro de 2020
Em Bagdad não está quente… está a escaldar

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O líder supremo do Irão, Ali Khamenei, disse aos "criminosos" que assassinaram o major-general Qassem Soleimani (comandante da unidade Força Quds, do Corpo de Guardiões da Revolução islâmica), que uma dura vingança os espera.

 


A Rússia, França e China alertaram, esta sexta-feira, para as consequências do assassínio em Bagdad do general iraniano Qassem Soleimani, num ataque norte-americano considerado pelos russos como "perigoso" e que pode levar ao "aumento das tensões na região".


"Iran never won a war, but never lost a negotiation!" — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) January 3, 2020


O secretário-geral da ONU, António Guterres, avisou esta sexta-feira que "o mundo não pode permitir outra guerra no Golfo", numa referência ao ataque aéreo realizado pelos Estados Unidos em Bagdad, que matou o general iraniano Qassem SolRepresentante do Hezbollah anunciou que a resposta ao assassinato do major-general Qassem Soleiman será coordenada com os demais "grupos de resistência" apoiados pelo Irã, reportou o canal Al Mayadeen.eimani.


O ataque que vitimou o general iraniano Soleiman ocorreu três dias depois de um assalto inédito à embaixada norte-americana que durou dois dias e apenas terminou quando Trump anunciou o envio de mais 750 soldados para o Médio Oriente.


"A vingança do sangue do mártir Soleimani ocorrerá no dia em que virmos que, com a continuidade da luta, será cortada para sempre a mão maligna dos EUA na região”, afirmou Hassan Rohani, segundo um comunicado da Presidência iraniana.


Representante do Hezbollah anunciou que a resposta ao assassinato do major-general Qassem Soleiman será coordenada com os demais "grupos de resistência" apoiados pelo Irão.



Publicado por Tovi às 09:58
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Sexta-feira, 11 de Outubro de 2019
Mais um “incidente” no Mar Vermelho

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De incidente em incidente… até um dia.

 


Dois roquetes atingiram um petroleiro iraniano no Mar Vermelho, ao largo do porto saudita de Jiddah, disseram hoje as autoridades de Teerão. Até ao momento a Arábia Saudita não fez qualquer comentário sobre o suposto ataque contra o navio iraniano que constitui o último incidente na região marcada pelo degradar das tensões entre o Irão e os Estados Unidos, país aliado de Riade. A televisão iraniana noticiou que a explosão danificou dois armazéns a bordo do navio sendo que se verifica uma fuga de crude.



Publicado por Tovi às 10:57
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Sexta-feira, 20 de Setembro de 2019
Ataque a instalações petrolíferas na Arábia Saudita

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(Na imagem, divulgada pelo governo dos EUA, podemos ver os danos às instalações da petrolífera Saudi Aramco, localizada na Arábia Saudita)

É estranha a ineficácia do sistema de defesa saudita cujas refinarias contam com sistemas de defesa antiaérea Patriot PAC-2 instalados em locais estratégicos, mas que não teriam sido capazes de conter o ataque dos drones e possíveis mísseis de cruzeiro do grupo rebelde xiita do Iémen no passado dia 14 de setembro. Quer os sauditas quer os norte-americanos acreditam que o Irão terá apoiado estes alegados ataques Houtis com o fornecimento de tecnologia e mesmo com assistência técnica na operação. Em represália as autoridades norte-americanas colocam a possibilidade de lançarem ataques contra refinarias iranianas.
De acordo com a Agência de Imprensa Saudita (SPA), os ataques direcionados às refinarias sauditas, além de causarem um corte de praticamente 50% na produção de petróleo do país, também resultaram numa redução de 5% no mercado global e desestabilizaram ainda mais a região do Golfo, elevando as tensões entre o Irão e os EUA e expondo a vulnerabilidade das instalações petrolíferas. No entanto é de destacar que após os ataques o preço do petróleo chegou a subir quase 20%, alcançando a maior alta numa sessão desde a Guerra do Golfo em 1991, mas entretanto, depois de atingir seu maior pico, os preços do petróleo caíram nos últimos dias.



Publicado por Tovi às 08:50
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Sexta-feira, 16 de Agosto de 2019
Continua a "Guerra dos Petroleiros"

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Notícia completa aqui.



Publicado por Tovi às 14:45
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Sexta-feira, 9 de Agosto de 2019
A "guerra dos petroleiros" está a aquecer

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Publicado por Tovi às 09:07
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Domingo, 23 de Junho de 2019
Va lá saber-se quem fala verdade

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O ministro dos negócios estrangeiros iraniano, Mohamad Javad Zarif, publicou ontem na sua conta no Twitter: "Às 00h14 [hora local] o drone descolou dos Emiratos Árabes Unidos em modo furtivo e violou o espaço aéreo iraniano. Foi alvejado às 04h05 nas coordenadas (25°59'43"N 57°02'25"E) perto de Kouh-e Mobarak. Recuperamos destroços do drone militar dos EUA em nossas águas territoriais, onde foi derrubado".



Publicado por Tovi às 07:31
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Sexta-feira, 21 de Junho de 2019
Trump aprovou… e depois voltou atrás

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Altos responsáveis militares e diplomáticos americanos esperavam ordem de ataque ainda na noite de quinta-feira, após debates descritos como acalorados na Casa Branca envolvendo as principais autoridades de segurança nacional de Trump e líderes do Congresso, segundo o The New York Times. Aeronaves e navios estavam em posição de disparar mísseis quando veio a ordem para cancelar a operação.



Publicado por Tovi às 11:54
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Domingo, 16 de Junho de 2019
Como Afonso de Albuquerque conquistou Ormuz

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[Foto: Forte de Nossa Senhora da Conceição de Ormuz, ruínas na ilha de Gerun, atual Irão, no estreito de Ormuz, à entrada do Golfo Pérsico]

 

Afonso de Albuquerque é reconhecido como um génio militar pelo sucesso da sua estratégia de expansão ao procurou fechar todas as passagens navais para o Índico – no Atlântico, Mar Vermelho, Golfo Pérsico e oceano Pacífico – construindo uma cadeia de fortalezas em pontos-chave para transformar este oceano num “mare clausum” português, sobrepondo-se ao poder dos otomanos, árabes e seus aliados hindus.

A 6 de Abril de 1506 duas armadas partiram de Lisboa. Chefiando uma delas Afonso de Albuquerque seguia pilotando o seu próprio navio e em Socotorá os caminhos dos dois capitães separaram-se: Tristão da Cunha partiu para a Índia, indo apoiar os portugueses cercados em Cananor; Afonso de Albuquerque navegou com uma frota de seis navios e quinhentos homens rumo à ilha de Ormuz no Golfo Pérsico, um dos centros chave do comércio no oriente. No percurso conquistaram as cidades de Curiate, Mascate e Corfação, aceitando a submissão das cidades de Kalhat e Soar. A 25 de setembro de 1507, Albuquerque chegou a Ormuz precedido de uma temível reputação e rapidamente tomou posse da ilha na sequência de uma das maiores batalhas da história da marinha portuguesa, a 27. O rei local concordou tornar-se tributário do rei de Portugal. Passados poucos dias, chegou um enviado da Pérsia que vinha exigir o pagamento de tributo ao xá Ismail I. O emissário persa foi enviado de volta com a resposta de que o tributo seria apenas balas de canhão e armas, começando assim a ligação entre Albuquerque e o xá Ismail I (muitas vezes referido por Xeque Ismael), fundador do império safávida. Como fruto do acordo com o rei de Ormuz, imediatamente Albuquerque iniciou a construção do Forte de Nossa Senhora da Vitória em Ormuz (mais tarde renomeado Forte de Nossa Senhora da Conceição). A primeira pedra foi colocada com pompa e entusiasmo por Albuquerque em 24 de Outubro, com os seus homens de todas as condições participando nos trabalhos de construção. Contudo, na sequência da crescente contestação dos seus capitães, que reclamavam dos duros trabalhos e difíceis condições, vários navios desertaram para a Índia. Com a frota reduzida a dois navios e sem mantimentos, Afonso de Albuquerque foi forçado a abandonar Ormuz em Abril de 1508. Retornou a Socotorá, onde encontrou a guarnição portuguesa passando fome, e para reabastecer este assentamento assaltou navios muçulmanos e a cidade de Calhate (Barém). Voltou ainda a Ormuz e só depois rumou à Índia.



Publicado por Tovi às 07:59
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Sábado, 15 de Junho de 2019
Estreito de Ormuz e a História de Portugal

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Nestes dias muito se fala e irá falar do estreito de Ormuz , localizado entre o golfo de Omã a sudeste e o golfo Pérsico a sudoeste, e que tem na costa norte o Irão e na costa sul os Emirados Árabes Unidos e o enclave de Omã. Próximo da costa norte situam-se algumas ilhas - Kish, Queixome, Abu Musa e as Tunbs Maior e Menor - posições estratégicas enormes, funcionando como plataformas de controle do tráfego marítimo, por onde transita o escoamento de petróleo oriundo dos países árabes produtores da região, entre um terço e 40% do tráfego marítimo petroleiro mundial.

A história de Portugal está intrinsecamente ligada a estas paragens, pois na sequência da expansão portuguesa na Índia, em Outubro de 1507, Afonso de Albuquerque atacou a cidade de Ormuz, dominando-a, e quase consegui concluir a construção do Forte de Nossa Senhora da Vitória, se não fosse a deserção de três capitães portugueses (Motim dos Capitães). Foi forçado a abandoná-la em Janeiro de 1508. Em 1 de Abril de 1515, Albuquerque, já governador da Índia, regressou a Ormuz, onde reconstruiu a fortificação (Forte de Nossa Senhora da Conceição de Ormuz) e estabeleceu a suserania portuguesa, subordinada ao Estado da Índia. Data desta fase a descrição da cidade, pelo cronista português: "A cidade de Ormuz està situada em hua pequena ilha chamada Gerum que jaz quasi na garganta de estreito do mar Parseo tam perto da costa da terra de Persia que avera de hua a outra tres leguoas e dez da outra Arabia e terà em roda pouco mais de tres leguoas: toda muy esterele e a mayor parte hua mineira de sal e enxolfre sem naturalmente ter hum ramo ou herva verde. A cidade em sy é muy magnifica em edificios, grossa em tracto por ser hua escala onde concorrem todalas mercadorias orientaes e occidentaes a ella, e as que vem da Persea, Armenia e Tartaria que lhe jazem ao norte: de maneira que nam tendo a ilha em sy cousa propria, per carreto tem todalas estimadas do mundo /...../ a cidade é tam viçosa e abastada, que dizem os moradores della que o mundo é hum anel e Ormuz hua pedra preciosa engastada nelle" (João de Barros, Décadas da Ásia II, L. II cap. 2) No contexto da Dinastia Filipina, as possessões portuguesas em todo o mundo tornaram-se alvo de ataques dos inimigos de Espanha. Após a queda do Forte de Queixome, uma flotilha Persa com mais de 3.000 homens e o apoio de seis embarcações Inglesas, colocaram cerco ao Forte de Ormuz (20 de Fevereiro de 1622). Os Persas ofereceram ao comandante português da praça a ilha de Qeshm em troca de 500.000 patacas e o porto de Julfar, na costa da Arábia, recém-conquistado aos portugueses por uma força combinada de Árabes e Persas. A oferta, entretanto, foi recusada e, em poucos meses, a ilha de Ormuz era perdida para os Persas e seus aliados Ingleses (3 de Maio). A guarnição e a população portuguesa na ilha, cerca de 2.000 pessoas, foram enviadas para Mascate.



Publicado por Tovi às 07:37
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Sexta-feira, 14 de Junho de 2019
Misteriosos ataques... ou não?

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Comentários… ao gosto dos interesses de cada um:

Expresso, 14jun2019 - O Exército dos EUA divulgou um vídeo que alegadamente mostra um barco da Marinha do Irão a remover o que aparenta ser uma mina não detonada do casco do Kokura Courageous. Este petroleiro japonês e um outro norueguês, o Front Altair, foram atacados esta quinta-feira no Golfo de Omã. O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, […] afirmou que o Irão pretende impedir a passagem de petróleo através do estreito de Ormuz.

Instituto Estatal de Relações Internacionais de Moscovo, 14jun2019 - Isto é uma coisa muito perigosa. Surge logo a questão: quem pode estar por trás disto? Alguns começaram imediatamente a apontar para o Irão, mas sem provas nenhumas [...] Seria melhor que neste ambiente extremamente nervoso a investigação fosse realizada por entidades internacionais que possam obter resultados objetivos, em que todos poderiam confiar.

Expresso, 14jun2019 - Na sequência dos ataques, o ministro iraniano das Relações Exteriores, Mohammad Javad Zarif, rejeitou as suspeitas americanas e lembrou que um dos petroleiros é japonês, tendo sido atacado durante a visita do primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, ao Irão num esforço para acalmar as tensões entre Washington e Teerão.

TVI24, em 14jun2019 - A ameaça no estreito de Ormuz - entre o Irão e Emirados Árabes Unidos - pode constituir-se, efetivamente, como um sinal de alarme e com efeitos na economia mundial: a administração para a energia dos EUA considera o estreito o pior "ponto de estrangulamento" do mundo, pior do que o estreito de Malaca, entre a ilha indonésia de Sumatra, Malásia e Tailândia, que liga o oceano Índico ao mar do Sul da China. Números citados pelo Guardian referem que em 2016 foram transportados através do estreito de Ormuz 18,5 milhões de barris de crude, comparados com 16 milhões através do estreito de Malaca e 5 milhões através do canal do Suez.



Publicado por Tovi às 11:05
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Segunda-feira, 25 de Junho de 2018
Portugal 1 – 1 Irão

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Muito sofridinho, mas lá ultrapassamos esta fase de grupos. A partir de agora é que vai ser e a selecção do Uruguai não vai ser pera doce, até porque venceu os três jogos desta primeira fase do Rússia2018 sem sofrer qualquer golo.

Força Portugal  



Publicado por Tovi às 21:25
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Sexta-feira, 15 de Junho de 2018
Portugal 3 – 3 Espanha

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Foi assim que eu vi este nosso primeiro jogo do Mundial da Rússia:

Um golo de penalty aos três minutos, marcado por Ronaldo, é um bom presságio. Força Portugal.

Só assim é que eles marcam. Este VAR até parece os nossos. Um a um no marcador.

Gooooolo de Ronaldo. Dois a um nos últimos minutos da primeira parte.

Erros destes na defesa pagam-se caro. Empate a dois é o resultado aos 56 minutos.

Mais um. E já perdemos por três a dois.

E vão três do melhor do mundo. Empate a três ao minuto oitenta e oito.

Empatar com a Espanha, com três golos do Melhor do Mundo, é um bom presságio para este Rússia2018.

 

   Outro resultado do nosso grupo

Marrocos 0 - 1 Irão

 

O que dizem os britânicos do The Telegraph sobre Cristiano Ronaldo: "...his contribution has always been immense to Portugal, a better team now than the Euro 2016 winners, but still trying to keep pace with their star man."



Publicado por Tovi às 21:34
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Sexta-feira, 5 de Janeiro de 2018
Protestos de rua no Irão

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No Irão as coisas estão a mudar… mas ainda não sabemos se estamos perante mais uma 'Primavera Árabe” ou se os violentos protestos de rua nesta República Islâmica são “manipulados” pelo presidente Hassan Rouhani, que afirma terem os cidadãos direito e até razão para protestar, lamentando porém que os manifestantes estejam a ser incitados por agentes externos, nomeadamente dos EUA e da Arábia Saudita. Seja qual for a razão e os motivos do descontentamento popular a verdade é qu...e os problemas estruturais da economia do país estão ligados a uma profunda corrupção, que, ao que tudo leva a crer, Hassan Rouhani pretende erradicar. Na rua os manifestantes gritam palavras de ordem como "morte ao ditador" e "morte a Rouhani", típicas dos levantamentos populares - classe operária e juventude - as camadas populacionais que mais sentem a vulnerabilidade e incerteza financeiras. Veremos o que o futuro próximo nos trará, mas os acontecimentos do dia-a-dia no Irão não auguram nada de bom.



Publicado por Tovi às 11:36
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