...mas era previsível que seria assim que iria acabar a "aventura" dos três portugueses - Mariana Mortágua (BE), Sofia Aparício (atriz) e Miguel Duarte (ativista) - que integravam a Flotilha Humanitária a caminho de Gaza
Filipe Covas - Povo martirizado? Isso é comedia agora??? Martires de quê? Terrorismo do Hamas?
David Ribeiro - Filipe Covas, Hamas é uma coisa, povo martirizado de Gaza é outra. Ou para si é tudo a mesma coisa?
Nuno Solla Lacerda - Flotilha humanitária ?
Chama-lhe flotilha humanitária, mas de humanitária só tem o nome escrito para as câmaras de televisão. Os barcos levam menos comida do que um piquenique de domingo, mas em contrapartida vêm carregados de bandeiras, megafones e “jornalistas” prontos a captar “o momento histórico” para o instagram.
David Ribeiro - Nuno Solla Lacerda, claro que esta "flotilha" é panfletária, mas a crise humanitária em Gasa existe e é condenável.
Nuno Solla Lacerda - David Ribeiro se assume que a flotilha é panfletária, então qual a utilidade de lhe dar publicidade ? Especialmente sabendo que de não tem nada de humanitária.
David Ribeiro - Nunca me ouviu uma palavra sobre este "panfleto", Nuno Solla Lacerda. Falo agora porque aconteceu o previssível e é assunto não só nacional mas também internacional.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), liderado por Paulo Rangel, confirmou esta quinta-feira [2out] que há um quarto cidadão português a integrar a flotilha, que seguia no barco "Selvaggia", Diogo Arriaga e Cunha de Matos Chaves. Todas as 44 embarcações que compõe a flotilha já foram intercetadas pelas forças israelitas, avança MNE de Israel, acrescentando que “todos os passageiros estão seguros e em boa saúde. Estão a caminho de Israel, de onde serão deportados para a Europa”.
Mais uma flotilha panfletária... e já nem se fala da desgraça em que se (sobre)vive na Faixa de Gaza.
António Leite de Castro - Espero que dos meus impostos não saia 1 euro para repatriar quem apenas quer protagonismo. Seria bonito era fazerem causa para que o Hamas aceite o acordo de paz. Acabava logo o tal "genocídio".
...nisto e em muitas outras coisas, estou contigo!

José Manuel Lourenço - Ainda existem pessoas de carácter para quem o vale tudo não existe!
Escreveu Raul Almeida na sua página do Facebook
É público que me desfiliei ontem do CDS.
Em primeiro lugar, quero deixar bem claro que nada há nesta desfiliação que se prenda com razões pessoais ou organizacionais. Tenho muitos e bons amigos no CDS e tenho amizade pessoal por Nuno Melo. A minha decisão prende-se com razões estritamente políticas.
Foi uma decisão extremamente difícil; uma separação de caminhos ao fim de quarenta anos exige muita reflexão. Só razões da maior seriedade e profundidade poderiam determinar este desfecho.
Como já muita gente me perguntou hoje, esclareço que não, não vou mudar de partido. Não porque ache errado, quando é feito por convicção, mas porque continuo intrinsecamente democrata-cristão e não encontro conforto nos programas políticos no quadro actual. Estou muito bem a fazer política focado no Porto, como independente, como faço há 12 anos.
O resto, a carta que transcrevo explica com clareza. É uma carta estritamente política, logo partilhável, para esclarecimentos úteis e total transparência.

Donald Trump "deu todas as oportunidades" para a diplomacia, mas Irão não quis "desistir do programa nuclear", afirmou Pete Hegseth, secretário da Defesa, recordando que o Presidente norte-americano “deu todas as oportunidades” ao regime iraniano para desistir do seu programa nuclear. Nesse sentido, Trump acabou por agir para “minimizar” a ameaça que o programa nuclear iraniano representa. Questionado sobre se o Presidente do EUA tinha como objetivo terminar com o regime iraniano, Pege Hegseth foi claro: “Esta missão não visava a mudança de regime iraniano”. “O Presidente autorizou uma missão precisa para neutralizar as ameaças aos interesses norte-americanos”, afirmou Pete Hegseth, assinalando que o “programa nuclear iraniano” era o alvo.
Joaquim Figueiredo - Um mundo de mentiras...e todos aceitam as mentiras dos EUA. O mundo já era perigoso, com Trump tornou-se ainda muito mais perigoso
Numa primeira reação após os ataques dos EUA ao Irão, a China condenou "veementemente" os bombardeamentos, enquanto a Rússia classificou a ofensiva americana de "irresponsável".
Adao Fernando Batista Bastos - Serão ameacas tais reais como as que levaram à invasão do Iraque?
Castro Ferreira Padrão - David Ribeiro as condenações são, infelizmente, conversa da treta, fazem-se acordos e mais acordos ... solidariedade recíproca e os povos vão sofrendo e o mundo vive em contínua instabilidade. E, nós vamos perdendo o nosso a dar ênfase a estes factos. Não GOSTO.
Fausto Airoldi - Mentiroso
Rui Lima - Quando se junta um louco, um criminoso de guerra e um ditador assassino só pode dar bode. Agora resolvam ...... por tabela também vamos sofrer.
Joaquim Diniz - E os americanos deixam ???
Michael Seufert - Nem conseguem controlar o seu espaço aéreo. Tudo conversa fiada.
Mario Pinheiro - A Trump até convém
Domingos Cunha - Ou seja, o parlamento iraniano acabou de condenar à morte a marinha e aviação iraniana...
David Ribeiro - Um hipotético fecho do Estreito de Ormuz à navegação não me parece ter alguma viabilidade. Estamos perante o facto de ser uma via marítima internacional, mas a verdade é que tanto o Irão quanto Omã têm águas territoriais na região, o que complica a definição de uma jurisdição única. E temos também o problema que criaria aos outros Estados produtores de petróleo do Golfo Pérsico.
Carlos Miguel Sousa - Não sei se fecha. Os americanos neste momento têm lá três esquadras. O Putin adoraria que fechasse.
A CNN está a noticiar que Israel nesta madrugada [segunda-feira 23jun] lançou um ataque aéreo contra um complexo militar a oeste de Teerão.
E já agora...
Ainda me recordo como foi a Invasão do Iraque (em inglês: Operation Iraqi Freedom) em março de 2003. E os meus Amigos, também se lembram qual o "motivo", como começou e no que acabou?
Jorge De Freitas Monteiro - Diferente. Ninguém quer nem invadir nem ocupar o Irão.
David Ribeiro - Estamos para ver, Jorge De Freitas Monteiro.
Luis Barata - Influência geográfica, economias dependentes de petróleo, terrorismo, despotismo, inseguranças várias, armas... De tudo um pouco representava uma grande ameaça.
David Ribeiro - Meus caríssimos Amigos, Jorge De Freitas Monteiro e Luis Barata... Ainda estamos em "suponhamos", mas o vice-presidente JD Vance insistiu ontem [domingo 22jun2025] que os EUA não estavam em guerra com o Irão ou a tentar derrubar os seus líderes. Mas Trump, neste mesmo dia à noite, levantou a possibilidade de uma missão em curso, perguntando no Truth Social: “Porque não haverá uma mudança de regime???”
Jorge De Freitas Monteiro - David Ribeiro, o Trump avançou essa hipótese como alternativa, plano B, a um cenário em que o regime iraniano se recusaria a abdicar do enriquecimento do urânio e, entre linhas, aos mísseis. Não como primeiro objectivo. Evidentemente que sendo o regime o que é está longe de ser provável que aceite os termos do Trump (partilhados assumidamente ou não por europeus, Estados árabes e até pelos russos). Mas mesmo nessa perspectiva não creio numa invasão. O Irão é demasiado grande e populoso para isso. Há outros meios. Mas veremos, como disseste acima.
David Ribeiro - Muito bem, Jorge De Freitas Monteiro. Conheces-me suficientemente bem para saberes que "a minha guerra" é a PAZ.
Luis Barata - David Ribeiro conta com facções anti que existem há muito tempo mas muito contidas, percebe-se porquê. Maybe now is the time!
Reunião do Conselho de Segurança da ONU
O Conselho de Segurança das Nações Unidas reuniu-se ao fim da tarde de ontem [domingo 22jun2025]. O pedido foi feito por Teerão e surge depois do ataque dos Estados Unidos às principais instalações nucleares iranianas. Três membros do Conselho, China, Rússia e Paquistão, apresentaram um projeto de resolução pedindo "um cessar-fogo imediato e incondicional" entre o Irão, Israel e os Estados Unidos. A resolução - que ainda não tem data marcada para ser votada - utiliza uma linguagem diplomática porque apela, além de um cessar-fogo, à "proteção dos civis, ao respeito pela legalidade internacional e ao regresso ao diálogo e à negociação". O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, chamou a atenção dos 15 Estados-membros para o risco de se “cair em um poço de retaliação após retaliação” que pode ser evitado se a diplomacia prevalecer.
Luis Barata - Sobre as negociações, a sua retoma, nada. Já agora podiam ter aproveitado e conversavam um pouco sobre a Ucrânia.
Jose Luis Soares Moreira - Certo, e porque não também quer a Rússia quer a China pedem o mesmo na Guerra invasiva de Putin na Ucrânia, onde atualmente todos os dias são atingidos zonas habitadas incluindo mortes de civis?
David Ribeiro - Jose Luis Soares Moreira, o melhor é perguntar às embaixadas da Rússia e da China, mais o mais provável é o facto de não estarmos perante a mesma coisa.
Joaquim Pinto da Silva - David Ribeiro é mesmo um cartesiano... usa o método da dúvida em(quase) permanência, mas, por vezes foge-lhe a boca para a verdade, e dispara "o mais provável é não estarmos perante a mesma coisa". E não é que tem razão! Há duas agressões (sem discutir da sua "razoabilidade) mas uma é virar bombas e voltar e a outra é virar bombas, invadir e ficar: Tem razão!
Na tarde desta 2.ª feira [23jun2025]...
...ficamos a sabe que o Irão disparou mísseis contra Udeid, no Catar, onde se localiza a maior base dos Estados Unidos no Médio Oriente e onde se encontrarão 10 mil soldados norte-americanos, segundo a CNN Portugal.
O que se diz depois do Irão atacar a maior base dos EUA no Médio Oriente
Irão perto de suspender a cooperação com Agência Internacional de Energia Atómica.
Três membros da Marinha do Irão mortos em ataque de Israel.
Marques Mendes defende ser não questão explicações ao Irão sobre as Lajes.
Ministério da Defesa do Catar diz que só não intercetou um míssil iraniano.
Ministério dos Negócios Estrangeiros russo pede fim da escalada em relação ao Irão.
Catar afirma que resposta ao ataque iraniano é uma questão de "soberania".
Irão pronto para voltar a responder em caso de novas ações dos EUA.
Gouveia e Melo diz haver condições para negociar a paz no Médio Oriente.
Trump dá os parabéns a Israel e Irão "pela coragem e inteligência" para terminarem a "Guerra dos Doze Dias".
Ilidio Graça - Avisaram que iam atacar, lançaram 6 misseis em que 5 foram eliminados, e denominaram o ataque de "Dia da Vitória". Não houve feridos nem danos de importância.
Rui Lima - O Almirante estava certo.
Resolução diplomática
Intervenção militar dos EUA para destruir Fordow
Israel desmantela Fordow
Crise continua indefinidamente

E aconteceu...
Segundo a publicação que Donald Trump fez no Truth Social, o ataque foi "muito bem sucedido". "Concluímos o nosso ataque muito bem sucedido às três instalações nucleares no Irão, incluindo Fordow, Natanz e Isfahan. Todos os aviões estão agora fora do espaço aéreo do Irão. Uma carga completa de BOMBAS foi lançada no sítio principal, Fordow. Todos os aviões estão a caminho de casa em segurança. Parabéns aos nossos grandes guerreiros americanos. Não há outro exército no mundo que pudesse ter feito isto. AGORA É A HORA DA PAZ! Obrigado pela vossa atenção a este assunto", lê-se na publicação.
Luis Barata - Done! O que o Irão não quiz fazer á mesa das negociações, que abandonaram, tendo por isso, por esse desprezo demonstrado, Israel decidiu atacar com tudo controlado, temos agora a segunda vaga para acabar com os planos iranianos. Á volta ninguém mexe e até agradecem! A ver se não há mais parvoices... E seria caso para irmos todos a Fátima... Rogai por nós!
Joaquim Diniz - Mas os EUA atacaram ?
Isabel Sousa Braga - Joaquim Diniz sim
Ricardo Moreira - Loucos...
Reações...
“Agora, ao completar a cadeia de violações e crimes cometidos pelo regime sionista, os Estados Unidos lançaram uma guerra perigosa contra o Irão”, afirmou o ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano em comunicado.
Na sequência dos ataques, a Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA) informou num comunicado publicado na X que “até ao momento não foi registado qualquer aumento dos níveis de radiação fora das três instalações nucleares”.
Teerão lançou um grande ataque contra Israel, tendo destruído uma área residencial em Telavive. Foram lançados mais de 25 mísseis nas últimas horas, com Haifa e Telavive como principais alvos.
Adao Fernando Batista Bastos - David Ribeiro um louco irresponsável que ia acabar em 24 horas com a guerra na Ucrânia e na Palestina e acaba por envolver diretamente os USA na guerra Israel- Irão.
Luis Barata - Adao Fernando Batista Bastos sempre esteve envolvido. Acorde!
Joaquim Figueiredo - David Ribeiro o imbecil que faça as guerras à porta dele, que não traga a guerra para a porta dos outros. Estamos lixados porque a Europa não tem uma política externa de afirmação, é uma política externa de subserviência como já foi no tempo do Bush
A Reuters noticiou ontem à noite que JD Vance capitaneia uma verdadeira revolta dentro da administração e se opunha a qualquer intervenção militar, precisando que Israel quer empurrar os EUA para uma guerra que não é do interesse norte-americano.
“O Irão tem todas as opções em aberto para defender a sua segurança, interesse e pessoas. Não sei quanto espaço sobre para a diplomacia” neste contexto, começou por assumir o responsável pelos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, em conferência de imprensa há momenntos a partir da Turquia. E acabou por ir mais além: “Claro que a porta da diplomacia deve estar sempre aberta, mas não é o caso neste momento. Nem creio que seja importante a dimensão de danos causados. Atacar uma instalação nuclear é, por si só, uma violação imperdoável do direito internacional e deve ser condenada.”
Alvos nucleares iranianos atingidos pelos B-2 dos EUA
Numa altura em que Israel e os EUA falam em "regime change" no Irão, é interessante ler esta publicação.

No final dos anos 50, as revistas de atualidades que, em Vila Real, havia lá por casa - "O Século Ilustrado" e a "Flama" - trouxeram amplas reportagens sobre o divórcio do Xá da Pérsia da sua segunda mulher, Soraya. Eu era miúdo mas recordo a simpatia que, para as senhoras amigas da família, merecia a jovem imperatriz que tinha sido forçada a afastar-se do Xá pelo facto de não conseguir dar-lhe um herdeiro. Soraya era muito bonita, tinha uns belos olhos verdes, mas a imagem que dela guardo é a preto e branco, são fotografias em que ela aparecia com um ar permanentemente triste. A tragédia de Soraya ficou-me para sempre na memória. Mais tarde vim a saber que veio a acabar por ter uma desafogada vida em Paris, embora aparentemente não muito feliz.
"O presidente dos EUA, Donald Trump, apelou fervorosamente ao Irão e Israel para colaborarem numa resolução pacífica para as suas disputas, expressando otimismo de que um acordo marcante está iminente".
Jorge Veiga - Não há hipoteses de paz principalmente por causa do regime dos Ayatolas (deve estar mal escrito, mas tem piada). Na "Constituição" deles, está escrito a destruição de Israel!
Portugal já retirou portugueses do Irão e está em curso uma operação de repatriamento em Israel, para responder aos 130 pedidos de repatriamento registados até ao momento, disse na segunda-feira [16jun2025] o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros. A situação “mais complexa” era a do Irão, sublinhou Paulo Rangel. “Já saíram ontem [domingo], por nossa mão, por terra, quatro portugueses para o Azerbaijão. Entretanto já tinha saído um pela Turquia, ainda três expatriados que estão, mas que têm meios próprios para regressar”, detalhou. “Depois, a segunda mais complexa é obviamente a dos cidadãos que estão em Israel. Tivermos 130 pedidos de repatriamento, uma parte muito importante de cidadãos que estavam em trânsito ou que estão a fazer turismo, ou que estavam em trabalho e que obviamente ficaram sem aviões”, adiantou o ministro. Em conferência de imprensa, Rangel afirmou que “já começou uma operação para os trazer para Portugal”, admitindo “riscos maiores” porque “implica deslocações rodoviárias grandes”.
Joaquim Figueiredo - Mais uma trumpada
E é assim que estamos...
“Todas as razões pelas quais Portugal esteve numa ótima posição para explorar o mundo há 500 anos, ainda está numa posição muito boa agora para ter um papel específico dentro da NATO”, nomeadamente com “navios de guerra” na entrada do Mar Mediterrâneo e ao longo da costa africana, sustentou Devin Nunes, antigo membro republicano na Câmara dos Representantes norte-americana pela Califórnia, intervindo num debate sobre “Os atuais desafios geopolíticos para a Europa e os Estados Unidos”, numa conferência organizada em Lisboa pelo canal de televisão Now.
Zelensky parece que já percebeu...
Matar, matar e mais matar
Miguel Baumgartner na CNN Portugal
O G7 já não manda, finge que manda (...) Trump regressou ao G7 não para cooperar, mas para testar os limites do formato: questionou a ajuda à Ucrânia, relativizou a ameaça iraniana, sugeriu o regresso da Rússia à mesa e partiu antes do segundo dia.
Perante um notório nervosismo entre os comentadores das TV's do "Ocidente alargado", tudo me leva a acreditar que a coisa ainda não está resolvida.


Retaliação do Irão no dia de ontem
O director da Agência Internacional de Energia Atómica (IAEA na sigla em inglês) anunciou no dia de ontem [6.ª feira 13jun2025] no Conselho de Segurança da ONU que foi destruída uma instalação onde o Irão enriquecia urânio até 60%. Rafael Grossi garantiu que a destruição se deu apenas ao nível do solo, não havendo sinais de que as infraestruturas de enriquecimento que estão no subsolo tenham sido afetadas. Ainda assim, e segundo o responsável da agência das Nações Unidas, o ataque israelita a Natanz pode ter danificado as centrifugadoras que trabalhavam para manter a centra operacional. “Existe contaminação radiológica e química dentro das infraestruturas de Natanz”, confirmou Rafael Grossi, lembrando que essa contaminação pode ser gerida, desde que sejam tomadas as medidas apropriadas.
Reação dos mercados aos ataques entre Israel e o Irão
Nos EUA, os três maiores índices encerraram com quedas: o S&P 500 desceu 1,13%, o Nasdaq 1,30% e o Dow Jones 1,79%. Entre os sectores, as ações de energia destacaram-se com a Exxon a subir 2,2% e a Diamondback Energy a valorizar 3,7%. Na defesa, os ganhos foram também expressivos. Em sentido contrário, estiveram as ações das companhias aéreas devido ao receio de subida do preço dos combustíveis, segundo analistas: a Delta perdeu 3,8%, a United 4,4% e a American Airlines 4,9%.
Já não percebo nada!... Então em Gaza não estão todos gordinhos?
Isabel Sousa Braga - Exato
Jorge Veiga - Também ouvi. Por vezes há Diplomatas sem diplomacia nenhuma, que lucravam estando calados.
Helena Ferro Gouveia na CNN
Laura Madail SSantos - Ela esteve lá recentemente e também não teve feijoada para comer. Sabe. Sabe tudo. E também faz erros de português crassos a escrever quando vomita ódio da rede X. Também sabe fazer isso.
Castro Ferreira Padrão - Uma declaração que é um espanto...
Mario Pinheiro - Palerma
Joaquim Figueiredo - As inteligências artificiais...
Jorge Veiga - Esta gente ficou sem massa cinzenta?

42.º Congresso do PSD 
Teve início esta manhã em Braga o 42.º Congresso do PSD, com o slogan 'Portugal no bom caminho'. Com o Orçamento do Estado para 2025 viabilizado há agora que preparar autárquicas e presidenciais.
Vitor Pereira - Viabilizado ou aprovado na generalidade e debatido na especialidade
Isabel Sousa Braga - Muitos congressos fazem.
Palmira Reis Rocha - Isabel Sousa Braga mesmo.
Diz o meu amigo Raul Almeida...
Isto está a circular nas redes de Whatsapp da extrema-direita cá do burgo. Claro que é falso, nenhum passaporte tem a profissão do titular. Mas, para trogloditas sedentos de lixo, serve. É óbvia a ligação entre Israel e estes grupos, numa enorme operação de desinformação, pois a verdade é letal para ambos, e a falta de escrúpulos no recurso permanente à mentira um modo de vida que os une. Para além disto, o ódio profundo à ONU, às instituições internacionais (lembram-se da mega campanha contra a OMS no COVID?) e a tudo o que represente ordem, compromisso e Lei, merece o combate feroz de Israel e da extrema-direita, uns porque querem viver à sua margem, outros porque sempre viveram.
Jorge De Freitas Monteiro - O Raul Almeida não diz muito bem, diz mal. Ver nos comentários à publicação dele a explicação detalhada dada por alguém que sabe do que está a falar.
Jorge De Freitas Monteiro - Ainda vai ficar mais ainda esta noite
Hoje no Médio Oriente... o seguro morreu de velho
Albertino Amaral - Tudo a abrir...........
João Pedro Baltazar Lázaro - Grande surpresa. ![]()
E é assim que estamos no Médio Oriente
O Irão afirma ter lançado uma saraivada de mísseis contra Israel em resposta aos assassinatos de altos funcionários do Hezbollah, do Hamas e do Irão, levando os israelitas a correrem para abrigos antiaéreos e aumentando os temores de uma guerra total na região. Israel diz que o Irão disparou cerca de 180 mísseis contra o país, um grande número dos quais, acrescentou, foram interceptados. Os Estados Unidos disseram que ajudaram Israel a frustrar um ataque de mísseis balísticos iranianos, com um alto funcionário da Casa Branca a dizer aos repórteres que os militares dos EUA "coordenaram estreitamente" com seus colegas israelitas para abater os projéteis.

Segundo algumas agências a base aérea de Nevatim, localizada no deserto de Negev, em Israel, foi destruída por um ataque de mísseis iranianos no dia de hoje [3.ª feira 12out2024]. Três bases militares nas proximidades de Tel Aviv também terão sido atacadas pelo Irão, informou a agência de notícias iraniana Mehr, citando o Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGC).
Como funciona o sistema de defesa israelita Iron Dome
1. Detetar - O radar identifica a aproximação de um foguete num raio de 4 a 70 quilómetros da bateria e envia informações sobre a trajetória do foguete para o centro de comando e controlo.
2. Prever - O centro de controlo calcula o local do impacto e prevê se o foguetão vai atingir áreas habitadas.
3. Avaliar - O sistema visa os foguetes que representam a maior ameaça para as áreas urbanas e infraestruturas quando se lida com múltiplas ameaças simultâneas, ignorando os foguetes que provavelmente atingirão áreas não povoadas ou o mar.
4. Interceção - O sistema de controlo liga-se a um lançador que dispara um míssil para destruir o foguete se for considerada justificada uma interceção.

O 16.º Festival Internacional Militar-Musical 'Torre Spasskaya 2024', dedicado neste ano aos defensores da pátria, teve início nesta sexta-feira [23ago2024] na Praça Vermelha, em Moscovo. Obras musicais com temas militares serão apresentadas por orquestras nacionais e internacionais (grupos da China, Turquia, Venezuela, Tailândia, Índia, Egito e Bielorrússia). Os participantes e espetadores do festival vão recordar a gloriosa vitória de Pedro, o Grande, em 1709, a bravura dos heróis russos da Guerra pela Pátria de 1812, e os feitos do povo soviético na Grande Guerra pela Pátria de 1941-1945.
Dia da Independência da Ucrânia
O Dia da Independência da Ucrânia é o principal feriado na Ucrânia, atualmente celebrado no dia 24 de agosto, em comemoração à Declaração da Independência de 1991. Quando a Ucrânia ainda fazia parte da União Soviética, a Diáspora ucraniana tradicionalmente reconheceu a data de 22 de janeiro (Declaração da Independência da República Popular da Ucrânia em 1918), como a do dia da independência ucraniana. A forma atual da festa foi celebrada pela primeira vez em 16 de julho de 1991, quando do aniversário de um ano da Declaração da Soberania Estatal da Ucrânia, votado pela Verkhovna Rada (Conselho Supremo da Ucrânia) em 1990. Desde que a declaração da independência foi emitida em 24 de agosto de 1991, e confirmada pelo Referendo de 1 de dezembro de 1991, a data do feriado foi mudada.
E no Médio Oriente as coisas estão negras
Israel realiza ataques aéreos no Líbano enquanto o Hezbollah faz ataques com drones e foguetes. E é assim que estamos... com mais mortes e feridos, principalmente para indefesos e pobres cidadãos, que pouco ou nada têm a ver com tudo isto. E de PAZ continuamos à espera.
É verdade... "Acabou-se a factura do Holocausto: os judeus de hoje acabaram com ela, cobrindo de vergonha o nome de Israel".

Estes não são as vítimas da shoah, os sobreviventes dos campos de extermínio nazis que, desprovidos de casas, de pátria e de esperança, se dirigiram no pós-guerra para o território da Palestina em busca de um lar para o povo judaico a que pudessem chamar pátria, numa epopeia relatada, entre outros, no romance “Exodus”, de Leon Uris. Estes não são os judeus que puseram de pé o sonho sionista de Theodor Herzl, depois concretizado por David Ben-Gurion. Estes não são os judeus vindos da Europa, África, Rússia, América, para então construírem de raiz um país novo sobre as areias do deserto, irrigando-o de água e de agricultura, povoando-o de kibutzes que eram um modelo de socialismo original e replicado em toda a organização de um Estado solidário e democrático, desde a Saúde ou o Ensino até às Forças Armadas, que logo garantiram a sobrevivência e independência do novo país. Estes não são os que fundaram o Estado de Israel que, não obstante as divergências políticas cedo ligadas à sua fundação, o mundo se habituou a admirar ou a invejar. Não: estes são os seus filhos, netos ou bisnetos. E o que eles fizeram e fazem com a herança recebida foi traí-la. Estes israelitas de hoje são os traidores da memória do Holocausto e do projecto sionista no que ele tinha de legítimo e de louvável.
Muito antes de Gaza, já Israel tinha perdido toda a legitimidade política para poder ser aceite como um Estado respeitador do direito internacional e caucionar os fundamentos da sua própria criação. Setenta anos de desobediência arrogante a resoluções do Conselho de Segurança da ONU, de ocupação sistemática e planeada, de terras roubadas aos palestinianos na Cisjordânia (onde hoje vivem em colonatos ilegais 800 mil judeus), de abusos de toda a ordem sobre os palestinianos, de paulatina expulsão dos palestinianos de Jerusalém, de transformação de Gaza no maior campo de concentração do mundo, do impulso dado à criação do Hamas, como forma de minar o poder dos moderados da Autoridade Palestiniana, conduziram àquilo que Guterres disse, com toda a razão, serem os antecedentes do 7 de Outubro. E, depois disso, os 36 mil mortos de Gaza, uma Força Aérea que bombardeia tendas de refugiados, um Exército que ataca dentro de enfermarias de hospitais e despeja mísseis sobre carrinhas de ajuda alimentar, valas comuns onde as outrora gloriosas FDI enterram centenas de civis, mulheres e crianças, ou o embargo deliberado de água e alimentos para também matar pela fome, pela sede e pelas doenças, tudo isso faz hoje de Israel um Estado criminoso que nenhum critério de decência pode absolver. Acabou-se a factura do Holocausto: os judeus de hoje acabaram com ela, cobrindo de vergonha o nome de Israel.
Olhamos para as imagens dos prédios de Gaza arrasados pelas bombas de uma tonelada e vemos as imagens do gueto de Varsóvia destruído pelos nazis: são iguais ou piores. E não vale a pena virem com o argumento de que o Hamas é o culpado porque usa a população civil como escudo: claro que sim, como o faziam os resistentes judaicos no gueto de Varsóvia, os russos em Estalinegrado ou qualquer força militar acossada dentro de uma cidade — ou esperavam que o Hamas saísse dos túneis e das casas e enfrentasse os tanques e a aviação israelita em campo aberto? Mas também olhamos para os rostos das crianças esfomeadas em Gaza e vemos os mesmos rostos de Treblinka ou Auschwitz e então perguntamo-nos: como é que os descendentes dos que passaram pelo Holocausto são capazes disto? Como é que falam com os seus antepassados, como é que não estremecem de vergonha? Porque a pior vergonha não é ver Netanyahu e o ministro da Defesa Gallant alvo de um pedido de captura do Tribunal Penal Internacional (TPI) por crimes de guerra e crimes contra a Humanidade ou ver Israel alvo de sentenças, que não cumpre, do Tribunal Internacional de Justiça (TIJ). A pior vergonha é perceber que todo o povo de Israel, ou quase todo, está solidário com eles, solidário com um Governo de criminosos. As manifestações que vemos em Jerusalém ou Telavive não são contra o massacre em Gaza, não são a pedir uma solução de paz definitiva ou, muito menos, a pedir a solução de dois Estados. São a pedir uma trégua provisória que permita a libertação de todos os reféns e depois a continuação da operação em Gaza — se possível, com a expulsão de todos os 2,3 milhões de palestinianos que lá estão para o Sinai egípcio, para a Jordânia ou para Marte, o sonho e a “solução final” a que Israel aspira. Se em Gaza as Forças Armadas conduzem uma estratégia de genocídio controlado, na Cisjordânia ocupada os colonos civis não estão parados: 700 palestinianos foram já mortos às suas mãos desde 7 de Outubro e também eles atacam carrinhas que vão levar comida a Gaza cercada. Não há inocentes ali, não há vozes em Israel hoje, como sempre houve no passado, a demarcar-se desta bebedeira colectiva de ódio, de cegueira e de arrogância.
Se o TIJ — que é um órgão das Nações Unidas cujas sentenças são de cumprimento obrigatório pelos membros da ONU — ordena que cessem imediatamente as operações em Gaza, Israel responde dois dias depois com o massacre de 50 civis a que chama “incidente trágico”. Se o procurador do TPI pede mandados de captura contra membros da direcção do Hamas e do Governo israelita, Israel escandaliza-se por porem um país “democrático”(?) ao nível de uma organização terrorista, como se os mortos pelo terror distinguissem a origem política da bomba que os matou. Se três países europeus decidem, ao fim de 74 anos de uma resolução da ONU, reconhecer o Estado da Palestina, o incendiário ministro dos Estrangeiros de Israel declara-os aliados do Hamas. E se alguém, em algum lado do mundo, seja numa universidade americana ou num jornal português, no uso do mais elementar exercício de decência e de indignação, se manifesta com o que vê em Gaza, logo saltam os muitos defensores de Israel com a estafada chantagem intelectual de confundir indignação moral com anti-semitismo e deterem-se só um passo antes de os acusarem de nazismo. Até já vi com os meus olhos o que não acharia possível: o deputado europeu do CDS, e parece que professor de direito internacional, afirmar na televisão que era discutível que o ataque da Força Aérea israelita ao consulado do Irão em Damasco, em que morreram oito pessoas, fosse ilegal.
Na televisão também vi há dias o ministro Paulo Rangel explicar a posição portuguesa no conflito e por que razão este não é o momento para reconhecer o Estado palestiniano. Não consegui enxergar uma só razão válida, tirando o facto de nunca ser o momento certo, desde que em 29 de Novembro de 1947 as Nações Unidas partilharam o território da Palestina, sob mandato britânico, entre um Estado palestiniano e um Estado de Israel. O Estado de Israel existe desde que Ben-Gurion o proclamou em 14 de Maio de 48 e logo foi reconhecido por inúmeros países. O da Palestina continua à espera do “momento oportuno”. Valha-nos que pelo menos — ao contrário dos americanos e de vários parceiros europeus, campeões dos direitos humanos e da indústria do armamento — não fornecemos armas para a matança de Gaza.
Mario Pinheiro - A Europa tem sido chantageada à conta do antisemitismo. Condenar Israel pelo comportamento dos seus governos é uma questão ética.
David Ribeiro - As notícias de ontem [domingo 2jun2024] dizem estar o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, não só sob imensa pressão das famílias dos reféns ainda nas mãos do Hamas, mas também da Casa Branca, para aceitar a proposta de Biden de um cessar-fogo em Gaza, enquanto os seus aliados de extrema-direita ameaçam colapsar a coligação governamental se ele o fizer. E, ao que parece, Netanyahu lida mal com a paz.
Carlos Miguel Sousa - David Ribeiro Between a Sword and a Hard Rock.
Jorge Veiga - Uma coisa é a reacção ao ataque terrorista do Hamas. Outra coisa e a destruição de pessoas e bens, que nada têm com aquela acção.
Pois... era de esperar
Uma sondagem de opinião pública realizada pelo Centro de Mídia e Comunicação de Jerusalém, em cooperação com a ONG alemã Friedrich Ebert-Stiftung, na Cisjordânia ocupada, incluindo Jerusalém Oriental, mostrou que a guerra de Israel na Faixa de Gaza melhorou o estatuto político do Hamas, ao mesmo tempo que conduziu a um revés na popularidade da Fatah, da Autoridade Palestiniana e dos seus principais líderes. A sondagem, que excluiu a Faixa de Gaza por razões de segurança, mostra uma clara divisão entre os palestinianos sobre a natureza de uma solução final – uma solução de dois Estados ou de um Estado. Houve também uma divisão de opinião sobre o melhor método de resistência palestiniana para alcançar os objetivos nacionais, entre resistência armada, militar ou resistência diplomática pacífica.
Algumas das conclusões do inquérito:
Quase 40% dos entrevistados acreditam que o ataque de 7 de outubro a Israel, e a guerra que se seguiu, servem os interesses nacionais palestinianos.
Mais de 41% dos entrevistados dizem esperar que a atual guerra termine a favor do Hamas.
Cerca de 38,5% dizem que a guerra terminará com o avanço dos projetos de normalização entre Israel e alguns estados árabes.
Pelo menos 44,5% dos inquiridos afirmam que a ação política diplomática e pacífica é o melhor método para alcançar os objetivos nacionais, enquanto 40,8% dizem que apoiam a resistência militar violenta.

Se bem se recordam a luta estudantil nos EUA contra a guerra do Vietname foi assim que começou e levou ao abandono das tropas americanas daquele país do sudoeste asiático.
Luis Barata - Bom dia! O que é que uma tem a ver com outra?...
David Ribeiro - Poderá ter tudo a ver, Luis Barata. A força mobilizadora dos campus universitários nos EUA têm ao longo dos anos conseguido atingir toda a sociedade civil.
Luis Barata - David Ribeiro mas, portanto, contra Israel a favor dos palestinianos!?...
David Ribeiro - Luis Barata, tanto quanto me tenho apercebido pela comunicação social internacional há neste momento vários movimentos nesta luta estudantil nos EUA: uns abertamente pelos palestinianos, outros pela solução dois estados e ainda um outro apoiante do governo de Netanyahu. Tudo isto provoca grande instabilidade social, o que numa época pré-eleitoral não é coisa simples. Nos anos setenta os movimentos estudantis contra a guerra no Vietname foram crescendo e "contaminaram" toda a sociedade americana e todos sabemos o que isso provocou. Claro que há sempre grupos radicais que se infiltram nestas manifs, mas isso também é usual
Luis Barata - David Ribeiro desculpe mas esse paralelo aqui não existe. Estamos a falar de 20% de estudantes de uma universidade de elite, ignorantes que dizem que são supporters da palestina... orientada por adultos que serão outros totos a querer reviver aquela aventura chique e freak de ser contra... Gente confortavelmente instalada que nunca seria mobilizada para coisa alguma. Já agora, queira definir-se. Que lado prefere, é partidário de quem? Sim, a diplomacia, as conversações, as tréguas, a Paz. Eu também mas já se percebeu bem que aquilo, o hammas e quem o suporta, não presta. Israel defende-se! E contrataca! É contra ou a favor?!
David Ribeiro - Luis Barata, eu sou por DOIS ESTADOS... sei que é difícil mas há que tentar. E já agora, não é só "uma universidade de eleite".
Luis Barata - David Ribeiro propaganda makes the world go around! É só pagá-la.
David Ribeiro - Segundo o The Washington Post os mais recentes estudos de opinão mostram que "o público americano ficou desconfortável e dividido em relação à política EUA-Israel nos mais de seis meses desde que o Hamas empreendeu um devastador ataque terrorista transfronteiriço contra Israel e Israel iniciou a sua punitiva campanha de retaliação, destruindo a maior parte da infra-estrutura da Faixa de Gaza e deslocando a maior parte dos seus 2,2 milhões de residentes palestinos."
Em Paris no dia de hoje (3abr2024)
A polícia francesa entrou no Instituto de Estudos Políticos de Paris (Sciences Po) em Paris e removeu mais de 50 estudantes que estavam a organizar uma manifestação, incluindo alguns que tinham iniciado uma greve de fome.para protestar contra a guerra de Israel em Gaza.
Uma única morte que tivesse sido neste mais recente conflito entre Irão e Israel era demasiado... mas o custo de todo o material bélico gasto quer no ataque israelita à representação diplomática iraniana em Damasco, quer na resposta da Guarda Revolucionária Iraniana do Aiatolá Khomeini, a quantos palestinianos mataria a fome?
Jorge Veiga - boa questão, mas fácil de responder: -a 1 que fosse!
Nikdel Farhad - Foi apenas um espectáculo para fazer o público esquecer Gaza e vender mais armas aos árabes ricos do Golfo Pérsico. Um dever que foi colocado sobre os ombros dos aiatolás durante 40 anos.
Mísseis russos provocam "muitas mortes" no norte da Ucrânia
Um ataque de mísseis russos deixou “muitos mortos e muitos feridos” nesta quarta-feira [17abr2024] de manhã em Chernigov (ou Chernihiv), no norte da Ucrânia, disse o governador do território através das redes sociais. Dez para um. É esta a proporção de mísseis entre a Rússia e a Ucrânia. Volodymyr Zelensky diz que Estados Unidos precisam de ajudar a igualar número de projéteis, caso contrário, perde a guerra. Como se isto não fosse previsível há já muito tempo.

Na noite de sábado para domingo [13 para 14abr2024] o Irão lançou um ataque contra Israel com dezenas de drones mas também mísseis, o que irá seguramente provocar um confronto militar direto entre os dois países e que ameaça transformar-se numa guerra regional. Na mesma noite o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse que Israel preparou-se para "a possibilidade de um ataque direto do Irão" e que está "pronto para enfrentar qualquer cenário, tanto em termos de defesa como de ataque".
22h14 de 13abr2024 - Netanyahu chamou o gabinete de guerra israelita para uma reunião de emergência, onde acompanhará a tentativa de deter o ataque iraniano.
22h16 de 13abr2024 - O líder supremo do Irão, Ali Khamenei, prometeu que o "regime sionista malicioso" de Israel será castigado, na sequência do lançamento de ataques com drones contra Israel. Num vídeo publicado no X, Khamenei afirmou: “O próprio regime malicioso, que é todo malícia, maldade e erro, acrescentou mais um erro aos seus próprios erros ao lançar um ataque ao consulado iraniano na Síria. Os consulados e as embaixadas em qualquer país onde existam são considerados como o solo do país a que a embaixada pertence. Atacar o nosso consulado é como atacar o nosso solo. O regime malicioso tomou uma atitude errada neste caso. Deve ser punido e será punido."
23h31 de 13abr2024 - A missão iraniana junto da ONU garante na rede social X que este ataque de Teerão a Israel é uma resposta ao ataque à embaixada em Damasco, a 1 de abril. Citando o artigo 51 das Nações Unidas, o Irão afirma que, concluída esta “legítima defesa”, o “assunto está encerrado”. “Mas se o regime de Israel voltar a cometer erros, a resposta será consideravelmente mais severa. Isto é um conflito entre o Irão e Israel e os EUA devem ficar fora”.
01h25 de 14abr2024 - Os danos, de acordo com as forças de defesa de Israel: Uma rapariga ficou ferida durante o ataque iraniano com drones e mísseis, informaram as Forças de Defesa de Israel; Uma instalação militar foi também ligeiramente danificada; Mais de 200 drones e mísseis foram lançados como parte do ataque de retaliação; No total, os aviões de guerra israelitas interceptaram mais de 10 mísseis de cruzeiro e dezenas de drones fora das fronteiras do país; O Irão lançou dezenas de mísseis terra-terra, a maioria dos quais foi interceptada.
08h53 de 14abr2024 - De acordo com as Forças de Defesa de Israel, foram lançados este manhã sobre os Montes Golã, território ocupado por Israel, 25 projéteis vindos do Líbano, onde operam as milícias do Hezbollah, que defendem o fim do Estado de Israel. Há sirenes a tocar no local.
11h58 de 14abr2024 - O ataque de Teerão a Israel teve como alvo a base aérea de onde, segundo as autoridades iranianas, terá sido lançado o ataque de Israel no início de abril ao consulado iraniano em Damasco . “A operação teve como alvo a base aérea de Nevatim, onde os aviões F-35 foram utilizados para atingir o nosso consulado em Damasco”, disse o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas iranianas, Major-General Mohammad Hossein Bagheri.
14h42 de 14abr2024 - Dois dos ministros mais radicais da coligação de direita que sustenta o Governo israelita apelaram neste domingo a uma resposta firme ao ataque do Irão. O ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, apelou a uma resposta que “ressoe em todo o Médio Oriente” e o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, disse que Israel deveria responder “como se estivesse enlouquecido”. Smotrich, chefe do partido de extrema-direita Sionismo Religioso, afirmou que se Israel hesitar vai colocar toda a gente “em perigo existencial”. Ben Gvir, líder do partido de extrema-direita Poder Judaico, afirmou que os “conceitos de contenção e proporcionalidade são conceitos que morreram a 7 de outubro”, o dia do ataque do Hamas a Israel.
14h51 de 14abr2024 - Mais uma reação israelita aos ataques da noite passada do Irão, com o ministro do Gabinete de Guerra, Benny Gantz, a prometer uma resposta. Gantz é também o maior inimigo político de Netanyhu, ainda que, no que diz respeito à guerra, não estejam em campos muito distantes. Numa declaração pública recolhida por vários jornais israelitas, Gantz disse que Israel “vai cobrar um preço” pelo ataque mas escolheu focar a sua intervenção na valorização dos aliados na região. “Este acontecimento ainda não terminou - a aliança estratégica e o sistema de cooperação regional que construímos e que resistiu ao seu teste significativo têm de ser reforçados precisamente agora”, acrescentou. Gantz é ele próprio um general reformado do exército e um homem que sempre defendeu mão dura com a resistência palestiniana.
15h41 de 14abr2024 - O Presidente dos Estados Unidos disse a Netanyahu que a intercepção de todas as ameças, ou seja, a total incapacidade do Irão em infligir qualquer dano em Israel é uma vitória e deve ser suficiente a Netanyahu. "Conseguiste uma vitória, aproveita essa vitória", disse Biden.
10h19 de 15abr2024 - A China voltou hoje a apelar à contenção de todas as partes, depois de o Irão ter disparado no sábado dezenas de veículos aéreos não tripulados ("drones") e mísseis contra Israel. "A China apela às partes para que mantenham a calma e a contenção para evitar uma nova escalada das tensões", respondeu o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Lin Jian, quando questionado sobre se a China está preocupada em ser arrastada para um conflito.
15h49 de 15abr2024 - O Irão não quer um aumento das tensões, mas responderá imediatamente e com mais força do que antes se Israel retaliar, disse, esta segunda-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Hossein Amirabdollahian, ao seu homólogo britânico, segundo a imprensa estatal iraniana citada pela Reuters.
16h50 de 15abr2024 - O Gabinete de Guerra de Israel disse estar a ponderar uma resposta "dolorosa" ao ataque do Irão. Foram discutidas várias opções, sendo cada uma delas uma resposta de retaliação "dolorosa" contra o Irão, mas que não desencadeia uma guerra regional. O gabinete de guerra pretende também escolher uma reação ao ataque de mísseis e drones iranianos de sábado à noite que não seja bloqueada pelos Estados Unidos.
No sábado [13abr2024] numa nota à imprensa, o Ministro dos Negócios Estrangeiros português, Paulo Rangel, confirmou o apresamento pela Guarda Revolucionária do Irão do porta-contentores MSC Aries, com pavilhão português (registo na Região Autónoma da Madeira), sendo a empresa proprietária a Zodiac Maritime Ltd com sede em Londres, detida em parte pelo empresário israelita Eyal Ofer, não havendo cidadãos portugueses a bordo. O embaixador de Portugal em Teerão reuniu-se este domingo de manhã (10h30, hora de Lisboa) com o chefe da diplomacia do Irão, para obter esclarecimentos sobre a captura do navio com pavilhão português no Estreito de Ormuz. Na sequência desse encontro, fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) disse à Lusa que “o Governo continua a desenvolver todas as diligências previstas e adequadas”. “Atendendo ao novo contexto e à sensibilidade da situação, é aconselhável manter reserva”, acrescentou, não dando mais pormenores sobre o encontro.
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