"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sábado, 28 de Março de 2020
Miguel Guedes… no JN de ontem

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É empreendedor mas o "espírito de equipa" da padaria que coze salários mínimos não permite que se aguente um mês de remunerações dos seus precários. É pseudocientista mas esta coisa das vacinas para a Covid-19 afinal dava muito jeito que avançasse rápido. É negacionista climático mas isto de ter a natureza a ensinar-nos tanto sobre o respeito que deixamos de ter pelo Mundo em forma de vírus dá um calor tremendo e um calafrio dos diabos. É racista ou xenófobo mas ver brancos, pretos e amarelos a lutar pela mesma dita sobrevivência enquanto seres humanos é uma lição só comparável a ver europeus e americanos a disseminarem conscientemente a infecção a uma velocidade bem superior à dos asiáticos. Estes tempos não são fáceis para ninguém, muito menos para estes.
Há quem queira, com engodos de enguia, confundir ajuste de contas com as contas que devemos fazer. Um previsível movimento a apoderar-se do espaço mediático que pretende convencer-nos que não é o momento para dividir opiniões ou para ter uma visão crítica sobre políticas. Uma espécie de "igreja do fim dos dias" que exige que as contas se façam no fim, quando tudo isto passar, quando a epidemia se for, quando todos estivermos bem e nos recomendarmos uns aos outros. Uma corrente de opinião que, em nome do humanismo de pacotilha, pretende silenciar o debate entre o sector público e o sector privado, à boleia da pandemia. Porque é conveniente. Um conjunto de opiniões que pretende passar um pano de esquecimento rápido sobre as opções tomadas pela selva financeira em detrimento da preservação dos sectores estratégicos da economia nas mãos do Estado. Um conjunto de pessoas que mais depressa defende que se possam pagar "impostos portugueses" em paraísos fiscais no estrangeiro do que se reforce o SNS. Gente que despreza a causa pública mas não se cansa de reivindicar ao Estado mais apoios para as suas empresas em momentos de crise. Há um cíclico séquito de gente que vocifera por liberalismo económico para desatar a correr para os cueiros do Estado quando as coisas dão para o torto.
As contas fazem-se agora. É nos momentos de crise que percebemos como tantas das nossas prioridades estão invertidas, como tantas das nossas (não) opções se arrastam para a irreversibilidade pela aceleração dos tempos. Este é um momento de emergência, exigência e urgência. É aqui, não depois de sairmos de um pesadelo, que devemos deitar contas à vida por muitas decisões políticas passadas que quase desmantelaram o SNS, sem dó nem piedade. Os responsáveis estão aí, não migraram fígados para seguros de saúde. O clima altera-se quando estamos remetidos ao confinamento. Deixamos de ter estações, faça chuva ou faça sol. Que se ilumine Rousseau. Ninguém irá apagar da nossa memória o que poderia ter sido se tivéssemos deixado os maus selvagens ir mais longe.

 

   Situação em Portugal e na Regiao Norte

5170 casos confirmados (3035 na Região Norte)
100 mortos (44 na Região Norte)
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Publicado por Tovi às 09:40
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Segunda-feira, 16 de Março de 2020
Estamos todos na mesma luta

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Eu e Pedro Braga de Carvalho estamos em bancadas diferentes na Assembleia Municipal do Porto… mas este não é o momento para “diferenças”, que na maior parte das vezes até nem existem. Força portuenses… a hora é de luta e é ficando em casa que iremos vencer o bicho.

  • Pedro Braga de Carvalho – A economia vai sofrer e muito. Já está a sofrer aliás. Perder-se-ão empregos e rendimentos e a pobreza, a exclusão e as desigualdades sociais aumentarão inevitavelmente. Mas disso tudo trataremos depois. A nossa única prioridade de hoje tem que ser a de evitar uma tragédia humana. Decrete-se já Estado de Emergência nacional com todas as suas consequências. Vamos vencer esta pandemia!


Que nunca te doa a voz, minha querida Amiga.

  • Carla Afonso Letão - Caros concidadãos, Como deputada municipal, tenho um dizer que me imponho. pedroVárias vezes, o Senhor Presidente Rui Moreira foi questionado pela oposição por não fazer mais despesa face às boas contas da CMP com dívida zero, nomeadamente, a querer que a CMP se substituísse às obrigações constitucionais centrais. O Senhor Presidente Rui Moreira foi muito claro, "nas horas de bonança temos de ser contidos para estar à altura dos tempos difíceis e ainda não sabemos quais, mas que hão-de vir e não sabemos o que aí virá". Se bem o disse, melhor fez. A saber: Para além de activar a rede social em apoio aos mais vulneráveis com logística e meios, para além de adoptar todas as medidas que estão ao seu alcance na contenção no usufruto de espaços públicos, inteirou-se da limitação de ventiladores e estabeleceu conctatos de cooperação com a cidade chinesa geminada por forma a dotar os hospitais do Porto com esses recursos imprescindíveis de apoio à vida para doentes críticos com Covid-19. Há dois dias, a Directora do DGS ia, pasme-se, "ia" ver quantos ventiladores existiam na rede. Very telling... O Porto com Rui Moreira, pauta-se por ser estratégico, não é reactivo porque, no final das contas, a incerteza é um dado adquirido, mas, o ónus de não a pôr em equação, traz uma factura pesada que só é normal para os meandros do privilégio tacanho de vistas curtas e sem coragem decisória que se impõe nos momentos difíceis na dimensão, grau e tempo útil. Disse.

   Capa do JN de hoje
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   Morreu um infetado com COVID-19 em Portugal  

O homem de 80 anos estava internado há alguns dias no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, e era um paciente que sofria de várias doenças, segundo anunciou a ministra da Saúde, Marta Temido, em conferência de imprensa, apresentando as condolências à família e aos amigos da vítima mortal.



Publicado por Tovi às 07:08
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Quinta-feira, 16 de Janeiro de 2020
Continuar a empobrecer

   Rafael Barbosa , Chefe de Redação do JN
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António Costa, que já se tinha feito de morto na última campanha eleitoral, tomou nota e foi mais longe: fica para 2023, se ainda por cá andar como primeiro-ministro. Rui Rio, caso se mantenha na liderança do PSD, terá mais com que se ocupar: concretamente, quem e quando o tentará derrubar de novo (porventura no rescaldo das próximas eleições autárquicas).

Por uma razão ou por outra, os grandes da nação não querem debates incómodos e têm sempre uma justificação na algibeira. O problema é que, para além das intrigas palacianas entre Belém e S. Bento, com passagens pelo Largo do Rato ou pela S. Caetano à Lapa, há um país real à espera de soluções.

Na semana passada, o JN publicou uma série de indicadores que mostram o fosso entre Lisboa e o resto do país: nos rendimentos (em média, mais 400 euros do que no Norte), nas pensões de velhice (mais 200 euros do que no Centro), no índice de envelhecimento (137 idosos por cada 100 jovens face aos 203 do Alentejo), ou no poder de compra (única região acima da média nacional).

Os defensores da regionalização não querem apenas ajustar contas com o Terreiro do Paço. É preciso encontrar soluções justas, democráticas e de proximidade que ajudem a reduzir o fosso da riqueza, tanto entre Lisboa e o resto do país, como dentro de cada uma das regiões. E voltaram a dizê-lo no fim de semana passado, na conferência sobre a descentralização promovida pelo JN e pela Câmara do Porto no Rivoli.

Como referiu recentemente Rui Moreira, o Porto não aspira a ser uma capital regional. Vejam-se as estatísticas para a sub-região do Tâmega e Sousa (a segunda mais populosa do Norte e que corresponde ao interior do distrito do Porto): menos 300 euros de rendimento mensal do que no Porto, menos 600 que em Lisboa; menos 130 euros nas pensões de velhice do que no Porto, menos 250 do que em Lisboa; menos 31 pontos no poder de compra face ao Porto, menos 51 face a Lisboa. É a Lousada, Felgueiras ou Cinfães que fazem mais falta as políticas regionais. É isso ou continuar a empobrecer.



Publicado por Tovi às 09:29
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Segunda-feira, 13 de Janeiro de 2020
Declaração do Rivoli

Por motivos inadiáveis não estive ontem presente no Rivoli, onde decorreu a "Conferência JN – Os Caminhos da Descentralização", mas destaco do que já li e ouvi:

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“Declaração do Rivoli” - Suspender a aplicação da lei e o regresso à negociação – Aprovado por unanimidade e aclamação. Presidentes de Câmara rejeitaram prazo (janeiro de 2021) para receber competências.

Eduardo Vitor Rodrigues, presidente do Conselho Metropolitano do Porto e da Câmara de Gaia (PS), afirmou que esta lei “é um ataque ao municipalismo a aos autarcas”.

Paulo Cunha, presidente da Câmara de Famalicão (PSD), denunciou a “transferência pura e simples de tarefas”.

Maria das Dores Meira, presidente da Câmara de Setúbal (CDU), lamentou que não haja “respeito pela autonomia de quem foi eleito”.

Carlos Sá, presidente da Câmara de Évora (CDU), concluiu que, a não haver uma suspensão, “as populações ficarão pior servidas”.

Miguel Alves, presidente do Conselho Regional do Norte e da Câmara de Caminha (PS), está otimista, mas não deixou de concordar num ponto essencial: “não acredito na imposição de uma data. Se houver essa teimosia, vamos ter problemas graves”.

Rui Moreira, presidente da Câmara do Porto, antevê uma “degradação dos serviços públicos de primeira necessidade, que será apontada aos municípios”.

Marco Martins, presidente da Câmara de Gondomar (PS), afirmou que “O Governo tem de demonstrar abertura” garantindo que Alexandra Leitão (ministra da Modernização Administrativa) “é dialogante”.



Publicado por Tovi às 11:14
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Domingo, 5 de Janeiro de 2020
Autarcas recusam ser capatazes do poder central

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    Notícia do JN de hoje

 


Estive hoje a rever comentários a textos meus no Facebook sobre a Regionalização e encontrei um, já com um pouco mais de meia dúzia de anos, de uma querida Amiga… e aqui fica ele:

"Caro David, tendo nascido em Lisboa e lá vivido 34 anos (a minha Mãe sempre nos disse que o lugar onde nascemos não interessa e portanto éramos transmontanos) acho que ao longo do tempo tenho mudado um pouco a minha opinião! Perdoe-me a sinceridade, mas sempre considerei que o Porto tinha uma enorm...e dor de cotovelo da capital, e que o que era dito não tinha qualquer fundamento! Depois de me ter mudado para o Norte, tenho aos poucos percebido que na realidade existe um centralismo exacerbado que a ninguém serve a não ser aos Lisboetas, ao Ribatejo e ao Alentejo, provavelmente! Longe de mim dizer mal da cidade linda onde cresci e que não tem culpa nenhuma do que os governantes fazem e fizeram dela, mas há que realmente pensar em como desenvolver cidades fortes que possam ser um pólo de desenvolvimento deste Norte, tão esquecido e maltratado! O Porto seria o ideal pela sua localização! Há que trabalhar para isso! Quando precisar de mim, diga!"



Publicado por Tovi às 11:12
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Quinta-feira, 2 de Janeiro de 2020
Preocupada com o pagamento de salários?...

…não me faças rir, Isabelinha.  

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 Notícia de hoje do JN

 

  Comentários no Facebook

Hélder Pais - Há muitas formas de ameaça... Esperemos que não venham aí tempos complicados (novamente) ali para os lados da Arroteia.

David Ribeiro - A mim, que não passo de um simples observador das estratégias empresariais e financeiras, já em 2015 me parecia que mais tarde ou mais cedo daria raia a compra de dois terços da Efacec pela empresária angolana Isabel dos Santos. É verdade que a empresa estava em agonia financeira e a filha do ex-presidente angolano apresentou-se como a solução para dar a volta, comprando uma grande parte da empresa aos seus acionistas portugueses, a José de Mello e a Têxtil Manuel Gonçalves, mas… Esperemos que num futuro próximo eu não venha a ter razão.

Jose Riobom - Juro que não percebo os teus comentários... Não és tu o "supremo markteer" do "clube de amigos da especulação imobiliária" que há não muito tempo andou com o séquito "Isabelino" por aí com toda a "pompa e circunstância" ??? Estará na altura do..... QUEM ??? EU ??? Não conhecemos de lado nenhum...!!!

David Ribeiro - Ena pá!... Estava convencido que me conhecias melhor do que parece que me conheces. Aposto, singelo contra dobrado, como não consegues encontrar em lado nenhum qualquer afirmação minha de apoio ao "séquito isabelino". E olha que convivi em Luanda (quando lá trabalhei no Ministério dos Petróleos nos anos de 1985-86) com a Isabelinha e sua mãe, era a filha de José Eduardo dos Santos uma linda e inteligentíssima menina com uns onze ou doze anos.

Mario Ferreira Dos Reis - Lembro que parte inicial da fortuna vem da sua mãe!

David Ribeiro - Conheci pessoalmente Tatiana Kukanova quando ambos trabalhamos em empresas ligadas ao Ministério dos Petróleos (1985-86) em Luanda e ninguém lhe conhecia fortuna pessoal.

 

   Joana Amaral dias no Correio da Manhã

Lembra-se quando a elite portuguesa escarnecia da justiça angola? Claro que se lembra. Foi até ao ano passado, 2019, e António Costa chamava-lhe ‘o irritante’. Lembra-se de como Isabel dos Santos e toda uma corte pútrida jactava pelo nosso país, ostentando riqueza e branqueando dinheiro, enquanto o capital português beijava o chão que pisava e lhe lambia os pés? Lembra pois. Foi até 2019.
Súbito tudo mudou. As autoridades angolanas decretaram o arresto de bens da Princesa (para quem herda e rouba o título ‘empresária’ só pode ser fantasia) e, afinal, deram uma chapadona de luva branca nas autoridades portuguesas. Enfim, a menina do ZéDu construiu um império no petróleo e nos diamantes que passou sempre pelo nosso país, pela NOS, pela banca, pela Efacec. O rei vai nu e para já está totalmente exposta a bajulação e a cumplicidade na corrupção e no nepotismo angolanos por parte dos responsáveis portugueses: das autoridades judiciais à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e ao Banco de Portugal.
Em Angola, a Era da Impunidade vai acabando e o país está a tentar devolver às populações o que lhes foi roubado. Em Portugal, ninguém parece sequer querer saber porque é que a Sonangol emprestou dinheiro para Isabel dos Santos entrar na Galp.
O Mundo vai mudando. Portugal nem tanto. Que irritante.



Publicado por Tovi às 10:38
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Sábado, 16 de Novembro de 2019
Sem-abrigo no Porto

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   JN de hoje

Quando o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, visitar o Porto, na primeira semana de dezembro para, como ele costuma dizer, "medir o pulso" à forma como a cidade tem tratado a questão das pessoas em situação de sem-abrigo, vai encontrar uma estratégia no terreno bem diferente da que conheceu há um ano, mas também muitas críticas da parte dos responsáveis autárquicos.

   Na capa do JN de hoje

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   Comentários no Facebook

Rui Moreira - O trabalho pelos cidadãos que não têm abrigo não pode ser uma tarefa isolada do Porto. Os municípios da Área Metropolitana que não o estão a fazer e o Estado, que nada investe, têm que ser chamados a responder ao desafio. Senão, será uma tarefa sem fim, que atrai cidadãos de todos os municípios e países e que o Porto não pode resolver sozinho.

Mario Ferreira Dos Reis - Quando era +/- jovem, tive uma situação caricata na minha vida, no meu retorno de ferias em França, fui abusivamente multado por uma brigada da malfadada, guarda Civil que disse que eu tinha cometido uma infracção que não cometi, em Navarra, Estella. Que vim de um acesso da estrada e virei à esquerda calcando uma linha continua e desobedecendo a um sinal de proibição de virar à esquerda. Eu estava sozinho e de nada me valeu o meu protesto. Teria que pagar 52000 pesetas ou o carro ficaria apreendido. Telefonei ao consulado que nada resolve e ao banco pois nem sabia se tinha dinheiro que chegasse para o efeito. Até que resolvesse não iria sair de lá portanto procurei onde podia dormir da forma mais barata, indicaram-me um albergue mas estava cheio, até que fui parar a um serviço camarário social que sem perguntas nem explicações me deram umas senhas... o que faziam de forma automática com todos os que se apresentavam. Uma das senhas era para dormir num mosteiro. Só depois de inquirir outro que estava de mochila é que me apercebi que aquilo era como os municípios em Espanha lidavam com os sem abrigo na altura. Davam umas senhas de refeição e uma dormida numa IPSS, em que no meu caso foi num Mosteiro, numa camarata, onde me deram uma refeição quente e a obrigatoriedade de tomar um duche. A parte com piada é que davam um bilhete de comboio para outro local de Espanha, no meu caso para Fuentes de Honoro... A solução para os sem abrigo era darem uma dormida e upa, vai para outro lado. Eu que estava a achar piada a situação la fui dormir e comer de borla, de mal o menos. No dia a seguir, la fui outra vez à assistência social municipal para ver como poderia resolver a situação e se haveria algum modo de telefonarem para o banco, pois os bancos na altura, e agora, deixam de autorizar levantamentos Bancários com multibanco sem aviso. No meu caso como tinha andado todas as ferias a fazer levantamentos, eles acharam que eu estava a fazer movimentos a mais! Depois das explicações por telefone lá consegui levantar dinheiro e solucionei o problema. Mas resumindo a solução na altura ali em Espanha era empurrar os sem abrigo para outro lado!

David Ribeiro - Recentemente ouvi dizer que a Polícia Municipal de Matosinhos diz aos sem-abrigo: Vão para o Porto que lá têm tudo.

Mario Ferreira Dos Reis - Tal como esta explicado, os sem abrigo são um problema complicado, pois de repente quem resolve o problema vai apanhar com os que não resolveram o problema.


Publicado por Tovi às 16:47
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Sábado, 31 de Agosto de 2019
Sondagem da Pitagórica conhecida hoje

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Evolução das intenções de voto nos últimos três meses, após conhecida esta sondagem da Pitagórica publicada hoje pelo JN e TSF.
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Publicado por Tovi às 08:38
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Sexta-feira, 30 de Agosto de 2019
Urgente!... Oposição precisa-se

Estudo de opinião de Pitagórica p/ JN e TSF

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Publicado por Tovi às 14:32
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Sexta-feira, 22 de Junho de 2018
O lixo na cidade do Porto

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 (JN de 21Jun2018)

Tenho que reconhecer que algo está a funcionar mal na recolha do lixo na cidade do Porto, mas também é verdade que por cá há muitos BADALHOCOS.



Publicado por Tovi às 15:24
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Quarta-feira, 6 de Junho de 2018
Rendas altas no Porto

O Terreiro do Paço nada faz… como sempre.

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(Notícia do JN aqui)



Publicado por Tovi às 10:10
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Sábado, 28 de Abril de 2018
Regionalização... a promessa por cumprir

   Pedro Carlos Bacelar de Vasconcelos no JN de 26Abr2018

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A promessa por cumprir

Os deputados eleitos a 25 de abril de 1975 para a Assembleia Constituinte entenderam que a organização democrática da nova República não devia ficar reduzida ao criação dos novos órgãos de soberania e da administração pública. Pareceu-lhes indispensável inscrever também na Lei Fundamental órgãos de poder local encarregados de zelar pelos interesses próprios das respetivas populações, por elas eleitos e politicamente responsáveis perante os seus eleitores. O poder local democrático - inédito em toda a nossa história constitucional e filho da Revolução de Abril de 1974 - ficou repartido por três áreas territoriais distintas: as freguesias, os municípios e as regiões administrativas. Em consequência da decisão constituinte, a organização e as competências das freguesias e dos municípios foram consagradas na lei e os seus órgãos seriam eleitos pelas respetivas populações ainda em 1976, conforme a Constituição aprovada nesse mesmo ano.
A delimitação atual das freguesias, dos municípios e dos distritos não sofreu alterações substanciais desde a reforma administrativa de Mouzinho da Silveira, decretada em 1834, no fim da guerra civil que definitivamente acabou com o absolutismo monárquico neste país. Os dirigentes locais, porém, nunca foram eleitos nem prestaram contas perante as suas populações. E após o golpe de Estado fascista que derrubou a I República, em 1926, ficaram os governadores civis dos distritos, nomeados pelos governos de Salazar e de Marcelo Caetano, capacitados para escolher os presidentes de câmara, cabendo a estes a nomeação dos "regedores" das freguesias, todos normalmente recrutados entre o pessoal da confiança do regime e filiados no único partido político permitido pela ditadura - a União Nacional, mais tarde designada Ação Nacional Popular. O poder local democrático é portanto uma criação da Revolução de Abril de 1974 e hoje já ninguém duvida da contribuição decisiva das freguesias e dos municípios para a consolidação das instituições políticas da democracia constitucional e para o desenvolvimento e bem-estar das suas populações.
Em sentido diverso, entenderam os deputados constituintes que os distritos deviam subsistir e manter-se provisoriamente sob a tutela de governadores civis nomeados pelo Governo da República, até que as regiões administrativas fossem criadas e os seus órgãos fossem eleitos... uma situação que, desgraçadamente, se acabaria por prolongar até aos nossos dias, fruto de sucessivos contratempos, uns imprevistos, outros intencionais. O contratempo mais perverso ocorreu em 1998, quando, através da revisão constitucional, se impôs a exigência absurda de submeter a um duplo referendo a instituição concreta das regiões e foi submetido a escrutínio popular um mapa que retalhou as cinco regiões plano correspondentes às atuais comissões de coordenação regional, inventando nada menos do que oito regiões. O rotundo fracasso desse infeliz referendo levou a que a regionalização tivesse sido afastada do debate público nos último vinte anos!
Contudo, este défice de democracia local é duplamente perverso. Primeiro, desqualifica o Governo nacional, quando este se substitui, paternalmente, aos dirigentes locais - nas freguesias, nos municípios ou nas regiões por fazer - para responder a exigências que seriam melhor compreendidas e executadas pelos autarcas e melhor julgadas pelos seus eleitores. Desqualifica, em segundo lugar, o poder local, desta forma condenado à condição subalterna de mendigar subsídios ou reclamar agravos, para corresponder às expectativas das populações que representam. E degrada-se fatalmente a representação democrática para benefício dos caciques e dos populistas!
A chaimite de Salgueiro Maia estacionou, definitivamente, nos jardins do palacete de São Bento - residencial oficial do primeiro-ministro. Entre o Campo Pequeno e o Campo Grande - prodigiosas alegorias -, a Câmara de Lisboa inaugurou no dia 25 de abril, o Jardim Mário Soares! Enfim, parece ter chegado o tempo de cumprir na íntegra a promessa constituinte da criação do poder local democrático... e de assumirmos, agora, o firme compromisso de instituir as cinco regiões administrativas, sem mais delongas, no início da próxima legislatura.



Publicado por Tovi às 15:41
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Sexta-feira, 22 de Setembro de 2017
Autárquicas no Porto – Duas sondagens de hoje

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(Na imagem estão os resultados eleitorais das duas últimas Autárquicas no Porto e a evolução das sondagens conhecidas para as eleições do próximo dia 1 de Outubro)

O Jornal de Notícias apresenta hoje uma sondagem da Universidade Católica em que Rui Moreira e Manuel Pizarro aparecem separados unicamente por um ponto percentual (34% para o actual Presidente de Câmara do Porto e 33% para o líder da candidatura do PS). As sondagens são meros indicadores (valem o que valem e o dia do voto é que é a verdadeira sondagem, costuma dizer-se) mas um descida tão acentuada da candidatura de Rui Moreira terá que ser o “tocar a rebate” entre os independentes do Porto. Amanhã teremos no Rivoli a apresentação do Manifesto Eleitoral de Rui Moreira… e temos todos que lá estar.

 

E foi agora conhecida uma outra sondagem, da Aximage para o Jornal de Negócios e Correio da Manhã, que coloca Rui Moreira à beira da maioria absoluta.

(Na imagem estão os resultados eleitorais das duas últimas Autárquicas no Porto e a evolução das sondagens conhecidas para as eleições do próximo dia 1 de Outubro, incluindo as duas de hoje)

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  Comentários no Facebook

«Eduardo Vasques de Carvalho» - Face à disparidade, só se pode concluir que uma delas ou ambas, são sondagem feitas por medida. Ou então a demência está instalada no Porto

«Pedro Baptista» - Sondagem Correio da Manhã para o Porto, da AXIMAGEM, a que se tem mostrado mais séria empresa de sondagens: praticamente 40% para Rui Moreira, cerca de 20% para Pizarro, com o PSD a esfumar-se... Por que foi o JN arranjar hoje uma sondagem da empresa que se tem mostrado mais afeta a satisfazer o gosto de quem encomenda, quando nada disso se sente na cidade?

«Antonio Jose Fonseca» - Duas sondagens publicadas no mesmo dia (JN e CM). Verdade verdadinha só mesmo no dia 1 de Outubro.



Publicado por Tovi às 09:38
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Sábado, 16 de Setembro de 2017
Boavista 2 – 1 Benfica

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Na mesma semana em que Miguel Leal se demite de treinador dos Axadrezados e vai para o Arouca (que vá pela sombra), entra no Bessa Jorge Simão, sem nenhum medo de orientar a equipa do Boavista contra o Benfica, no encontro de hoje da 6ª jornada da Liga NOS 2017/18, numa altura em que provavelmente ainda nem sabe o nome de todos os jogadores. Não só pela vitória de hoje (dois a um) mas também pela sua coragem, o novo treinador já tem o meu apoio na árdua tarefa de nos levar a uma classificação honrosa.

 

  Jornal de Notícias

Boavista derrota Benfica com reviravolta
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Renato Santos e Fábio Espinho anularam o golo de Jonas e deram estreia de sonho a Jorge Simão. O Benfica somou a segunda derrota seguida, ao sair derrotado da visita ao Estádio do Bessa, este sábado. Jonas marcou primeiro, mas o Boavista logrou a reviravolta na segunda parte. A vantagem benfiquista durou até aos 55 minutos, altura em que Renato Santos empatou, na sequência de um lançamento lateral e da passividade da defesa encarnada. O Boavista galvanizou-se e ainda beneficiou de um "frango" de Bruno Varela. O livre de Fábio Espinho não prometia perigo, mas o guarda-redes das águias deixou a bola escapar por entre as mãos para dentro da baliza.

 

Pois é!... só controlam os árbitros

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Publicado por Tovi às 20:53
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Quinta-feira, 22 de Junho de 2017
Os Homens do Presidente

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No comment… sim, mas não vai faltar quem venha já aqui dizer cobras e lagartos.

 

   Comentários no Facebook

«João Cardoso» - Pelo menos sabemos quem são e quanto ganham. Aqui não há amigos do Presidente a trabalharem pro bono e depois serem recompensados com um tacho em qualquer empresa municipal.

«Joaquim Figueiredo» - Conheço o Dr Fernando Paulo. Excelente e dinâmica pessoa

«Manuel Carvalho» - Enquanto houver transparência, competência e amor pelo Porto, então estou tranquilo na minha escolha.

«Ze De Baião» - Cá vai uma cobra, porque os lagartos nunca serão dragões: Ninguém é super homem do Norte. Nenhum homem é superior a todas as forças políticas e à sociedade civil do Porto/Norte, como julga ou pretende fazer crer o presidente de Câmara do Porto. Ignorar todas as forças politicas e toda a sociedade civil em geral fica-lhe muito mal. Foram o conjunto de forças sociais e políticas que reabriram este processo e Rui Moreira julga-se agora o super homem que tudo conseguiu reabrir sozinho. Esse Porto de todos já não existe. Só existe mesmo o Porto de Rui Moreira. E a ser assim, é um Porto pouco ou nada inclusivo. O presidente Rui Moreira está a ter uma visão social e política muito curta ou pretenderá demonstrar a sua prepotência (ou fragilidade) sóciopolítica, ao impor uma decisão e nomeação pessoal que pretende levar à reunião de Câmara "para ratificação política", desconsiderando a proposta de criação de um grupo de trabalho representativo das forças vivas e capazes do Porto, tal como havia sido aprovado por unanimidade na última reunião. Rui Moreira aprovou uma proposta de trabalho e de participação mais alargada e agora impõe a sua prepotência pessoal só porque esta possibilidade foi reaberta pelos vereadores socialistas. Quando assim age um presidente, colocando em risco a qualidade e eficácia da candidatura, não está a defender o melhor possível a Cidade de todos, mas sim e só o seu ego pessoal. Rui Moreira afirma-se contra o centralismo, mas nem sequer consegue ver que o seu egocentrismo e a sua prepotência pode colocar em causa a vitória desta candiatura. A responsabilidade deste processo passa a ser integralmente de Rui Moreira. Se algo falhar a responsabilidade será exclusivamente sua. O PS e os socialistas do Porto devem continuar a fazer tudo para o sucesso desta candidatura, mas os portuenses devem tomar conhecimento do egocentrismo de Rui Moreira, que não consegue compreender que todas as forças políticas e a sociedade civil são de extrema importância.

«Albertino Amaral» - Se o Zé de Baião conhecesse pessoalmente a pessoa de quem tanto fala, e que pelos vistos tanto o incomoda, se consigo tivesse vivido profissionalmente e tivesse tido a possibilidade de observar o seu trabalho, a sua competência, a sua eficácia, a sua transparência, a sua seriedade e honestidade, talvez o Zé de Baião sentisse vergonha dessas atoardas que lança para o ar. Como eu compreendo o seu complexo de inferioridade…

«Mafalda Macedo Pinto» - Pode fazer um resumo José de Baião? A sua verborreia cansa me.

«Maria Helena Costa Ferreira» - Por conhecimento próprio faço minhas as palavras do Albertino Amaral!!! Claro que não ha super homens mas há - e o n/ Presidente é exemplo disso - gente muitíssimo competente, profissional e honesta!

«Ze De Baião» - Claro que há gente muito competente, profissional e honesta. Mas mau seria se não houvesse muitos outros e outras de igual e mesmo superior nível. Mas nenhum homem ou mulher faz tudo sozinho e muito menos faz tudo perfeito. Se assim pensam algo deve estar muito mal. Já agora, há falta de competência feminina a norte? Ou é tudo machista?

«Albertino Amaral» - Não seja ridículo........

«Mafalda Macedo Pinto» - E às vezes da me vontade de fazer lhe perguntas como? E os transexuais tb não contam? Eu nem vou responder a isto q até me faz náuseas

«Ze De Baião» - Cara Mafalda, até um transexual entende a discriminação de género e a história de discriminação da mulher na vida pública e política.

«David Ribeiro» - Pois é, Ze De Baião... a competência não se coaduna com as quotas de paridade.

«Ze De Baião» - Não acredito que não haja mulheres extremamente competentes a norte.

«Maria Manuel Reis» - Zé de Baião: analise os factos com mais imparcialidade... se na verdade, aquilo que escreve está de acordo com o que pensa, a meu ver está na página errada... É pena, que assim seja , pois os seus comentários por vezes são assertivos e a pluralidade de opiniões e bem vinda ...mas quando ultrapassa certos limites torna se extremamente desagradável…

«Ze De Baião» - Desagradável porquê? Não visamos um melhor norte para o norte? O norte nunca se fez com super homens ou super mulheres. Faz-se com todos nós. Com os portuenses e nortenhos em geral. Quem julgar que é superior a todas as forças vivas da sociedade ou até superior a todas as forças políticas, não está consciente de si próprio. Assisto a muita prepotência. A sociedade civil tem sempre mais força que o individualismo.

«Maria Manuel Reis» - Retirando "desagradável porquê? " subscrevo o seu comentário ..

«Manuel Carvalho» - E quando o indivíduo representa, não em gabinete, mas no terreno a vontade do Porto? Deixamos cair porque é um individuo? E ao contrário do que o Zé afirma, a história fez-se com super-homens e super-mulheres, tanto para o bem como para o mal. Recorde a história de Portugal e do mundo. A história não se faz com políticos mas com estadistas. A história faz-se quando a locomotiva sabe o trajecto e o destino, sem desvios, sem assaltos nem mudanças de linhas em obediência a quem quer mudar os destinos. Acabou por não entender mesmo o que se passou no Porto. E que se alastra a outras cidades. O mais doloroso para o regime instalado é que muitos fizeram e fazem da política carreira, mas na distância de um tempo histórico apenas vão perdurar aqueles que souberam ser Porto.



Publicado por Tovi às 09:16
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