"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 24 de Setembro de 2020
Uma jovem de 23 anos morre após disparo da PSP

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O comunicado da PSP diz-nos que por volta da meia-noite a patrulha dirigiu-se para a Avenida do Vale, em São João da Madeira, onde detetou uma viatura suspeita a circular na área de "ocorrência de furtos, com as luzes desligadas, parando junto dos veículos estacionados". Os polícias ouviram um vidro de uma viatura parqueada a ser quebrado e de imediato abordaram os ocupantes. Durante esta abordagem foram efetuados pela polícia disparos com arma de fogo e os suspeitos acabaram por conseguir fugir do local na viatura onde se encontravam. Posteriormente deu entrada no hospital uma jovem de 23 com ferimento de uma arma de fogo "que se supõe estar relacionada com esta ocorrência". A jovem morreu no hospital em paragem cardiorespiratória. (Na foto o local do incidente)

 

   10h30 de hoje

Segundo apurou o JN, a vítima é do Porto e foi deixada na urgência do hospital pelo alegado companheiro de assalto, que abandonou o local. A mulher foi atingida por pelo menos um tiro na zona do torso, durante uma troca de tiros com a PSP. "Ouvi vários tiros, mais do que um", contou ao JN uma testemunha que vive junto ao local da ocorrência.

   14h44 de hoje

O homem suspeito de conduzir o carro baleado pela PSP durante um assalto em São João da Madeira, esta madrugada, é um dos 1874 presos libertados devido à covid-19. Toxicodependente, com cadastro por crimes contra o património, nomeadamente furto no interior de viaturas, o homem conduzia a viatura que terá tentado atropelar os polícias que o interpelaram, ao início da madrugada desta quarta-feira, durante uma tentativa de assalto em São João da Madeira. Segundo apurou o JN, o homem direcionou o carro para um dos polícias, que conseguiu esquivar-se, tentando depois atingir o outro, em marcha atrás. Um dos polícias disparou, mais do que um tiro, segundo uma testemunha, tendo atingido uma jovem, de 23 anos, residente do Porto. A mulher acabaria por morrer no hospital de São João da Madeira, onde foi deixada pelo suspeito, que entrou nas urgências a pedir ajuda e depois abandonou o local. A vítima foi baleada no torso.

   11h45 de 25set

A PSP recuperou, esta madrugada, o carro utilizado no assalto que resultou na morte de uma mulher durante uma perseguição policial, em São João da Madeira, na quinta-feira. O veículo foi recuperado na Rua da Bica Velha, no Porto, às 1h50 horas, segundo PSP. O suspeito continua em fuga.



Publicado por Tovi às 10:11
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Sexta-feira, 21 de Agosto de 2020
E s c a n d a l o s o ! . . .

O "casamento" de Rui Rio e António Costa em todo o seu esplendor... com a bênção do Marcelo.
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    Porto, O Nosso Movimento

Não passarão!
O Presidente da República promulgou hoje a lei que altera as regras para os movimentos independentes que concorrem às eleições autárquicas. Completa-se assim um ciclo iniciado em 2017, quando o PSD tentou, através dos tribunais, impedir a candidatura do movimento RUI MOREIRA PORTO O NOSSO PARTIDO.  Derrotado nas urnas, derrotado que já fora na secretaria, Rui Rio não desistiu. Não por persistência, mas antes por obsessão. São conhecidas estas suas obsessões e birras. E que só é democrata quando lhe convém.
No âmbito do seu recente e subserviente casamento com o PS, negociou o dote e conseguiu ver aprovada uma lei que tem como único alvo óbvio o movimento que venceu as duas últimas eleições no Porto, e libertou a cidade do cinzentismo ‘riista’. Ou seja, uma lei à medida, à medida da sua birra.
Assim, o Movimento fica impedido de se recandidatar com o nome com que venceu as últimas eleições, não podendo utilizar a palavra “partido” e não podendo utilizar o nome do candidato à Câmara nas siglas das listas concorrentes às Freguesias.

Tudo isto engendrado, como é indesmentível, para enganar e confundir o eleitor, e com o topete de afirmar nos considerandos que é isso que se pretende evitar.
Hoje é, por isso, um dia triste para a democracia e de júbilo biliar para o Dr. Rui Rio. Não é por isso, ainda assim, que desistiremos. Para isso, terão de inventar um outro proibicionismo qualquer.

Mas, com todo o “fair play”, deixamos aqui um desafio ao Dr. Rio:
Apresente-se como candidato ao Porto com os poucos do PSD que ainda o apoiam, peça apoio aos seus “compagnons de route” e aliados do PS e, já agora, convide o Chega. Chame-lhe coligação Rio, porque a lei permite isso aos partidos, e venha a jogo. Às claras. O Porto cá os espera!

 

   No Expresso

Rui Moreira inibido de repetir sigla que venceu as autárquicas…

   No Jornal de Notícias

Moreira desafia Rio a candidatar-se ao Porto…



Publicado por Tovi às 18:27
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Quarta-feira, 19 de Agosto de 2020
Tragédia no lar de Reguengos de Monsaraz

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Fazendo fé no que nos relata Marta Gonçalves nesta notícia do Expresso o que se passou no lar da Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva, em Reguengos de Monsaraz, é GRAVÍSSIMO… aguardemos o desenrolar dos acontecimentos, sendo certo que o Terreiro do Paço vai sacudir a água do capote, como habitualmente. Uma das funções do Estado é a FISCALIZAÇÃO e para já, faltando-me mais informação, é nisto que o Terreiro do Paço falhou.

  Notícia completa aqui

  Inquérito da Ordem dos Médicos



Publicado por Tovi às 07:16
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Sábado, 25 de Julho de 2020
Conferência JN

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"Os Caminhos da Recuperação Económica em Portugal: Hipóteses a Norte" foi o tema da conferência organizada pelo "Jornal de Notícias" e pela Câmara Municipal do Porto, que se realizou ontem no Teatro Municipal Rivoli, partindo do presente para projetar a retoma pós-covid.


“Portugal, a Europa e o Mundo estão a atravessar uma crise sem precedentes. Uma emergência de saúde pública, primeiro, e uma depressão económica e social, depois, que exigem soluções também elas fora do comum. A responsabilidade recai sobre todos, mas em particular sobre os decisores políticos. Numa Europa das Regiões, cabe também aos que estão mais próximos do território e das suas gentes fazer o diagnóstico e desenhar soluções” - (Domingos de Andrade, Diretor do "Jornal de Notícias")


Não precisamos de mais diagnósticos. O Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, do professor António Costa Silva, tem que ter um cronograma sobre o que é prioritário e sobre o que é urgente. (Rui Moreira, Presidente da Câmara Municipal do Porto)


Apostemos num Norte mais verde. Há oportunidades na energia, na produção para autoconsumo, mas também para distribuição ao vizinho. A produção de baterias para acumular energias renováveis é outra oportunidade. A mobilidade é crítica para o Norte: temos de avaliar as infraestruturas (portos, aeroportos, rodoviárias, ferroviárias) e apostar no transporte público, partilhado e de baixas emissões. (Filipe Araújo, vereador da Câmara Municipal do Porto)


Estamos muito longe do poder, é a nossa verdade. Por isso era bom que se criassem instrumentos regionais para suprir as carências da falta de capital e de financiamento que sentem as nossas empresas. (Rui Moreira, Presidente da Câmara Municipal do Porto)


País tem até outubro para construir propostas aos apoios europeus. A Comissão pediu aos estados-membros que preparem e comuniquem os seus planos de reformas até ao fim do verão, de modo a que, entre outubro e abril de 2021, sejam discutidos e aprovados. (Elisa Ferreira, Comissária Europeia)


Rui Moreira: "Os recursos financeiros que aí vêm não podem ser investidos nos suspeitos do costume"
Da TAP aos créditos mal parados da Caixa Geral de Depósitos, os "suspeitos do costume" não podem voltar a açambarcar os investimentos estruturais do país, como cronicamente têm feito. Rui Moreira reivindica atenção para a Região Norte, "a nona mais industrializada da Europa", pede agilidade na alocação de recursos, diz que são precisos cronogramas em vez de diagnósticos, e sublinha que a indústria e a agricultura são os setores que permitem ao Norte "jogar nas cadeias de valor da Europa".
No encerramento conferência do JN, subordinada ao tema "Os caminhos da recuperação económica em Portugal: hipóteses a Norte", o presidente da Câmara do Porto declarou que urge "resolver as dificuldades de financiamento do tecido empresarial do Norte" e, para que isso aconteça, será preciso que a Região tenha voz no Terreiro do Paço.
"Nós, Região Norte, temos de ser ouvidos sobre o que é melhor para a Região. E o fundamental para a Região Norte são as indústrias e a agricultura. Têm que ser os setores mais competitivos", sublinhou Rui Moreira, numa intervenção em que constatou ser o centralismo a governar o país.
"Estamos muito longe do poder, essa é a nossa verdade. Por isso era bom que se criassem instrumentos regionais para suprir as carências da falta de capital e de financiamento que sentem as nossas empresas", afirmou.
Rui Moreira apela a que se abandonem "os tabus ideológicos" neste caminho da recuperação económica. "Temos de ser muito mais flexíveis e pensar em soluções como a que foi aplicada na TAP para resolver as dificuldades de financiamento do tecido empresarial do Norte". Dos mais de 1.200 mil milhões de euros para a companhia de bandeira portuguesa, cujo desígnio nacional não acredita que cumpra, somados aos 300 milhões de euros já anunciados para o Turismo no Algarve, medida que até diz compreender atendendo à predominância do setor naquela região, Rui Moreira propõe que, olhando para o que está a ser feito, se faça diferente e se faça bem.
"É preciso olhar mais para o território, dar prioridade a pequenos investimentos, à eficiência energética, reduzir os custos de contexto e criar externalidades positivas", assinalou. "Não podemos correr o risco, com todo o dinheiro que aí vem, de achar que vamos resolver todos os problemas de infraestruturas sem crescimento económico. Corremos o risco de repetir o 'complexo do Convento de Mafra' ", analogia que já tinha utilizado há alguns anos e que disse parecer-lhe agora novamente oportuna, quando lê e ouve falar de investimentos e planos megalómanos.
Não é esse o caminho que o presidente da Câmara do Porto julga ser o acertado para a recuperação económica do país e, neste âmbito, concorda com Elisa Ferreira, que disse no mesmo fórum que não se podem repetir as receitas do passado.
A propósito, ironizou: "ainda estou à espera de saber onde estão os créditos malparados da Caixa Geral de Depósitos. Sei do que falo, são os suspeitos do costume".
Em contrapartida, "é preciso apostar na investigação e no conhecimento", propôs o autarca, entendendo ser assim possível, através da injeção direta de capitais nas empresas, ultrapassar constrangimentos, "dar o salto e encontrar outros clientes". E, para que corra bem, "precisamos de uma voz ao nível do poder económico", sugeriu.
"Não vamos ter a almejada regionalização tão cedo"
No entanto, para Rui Moreira, essa voz não emanará, nos próximos anos, de uma nova organização administrativa do território, subdividido em regiões. "Há neste momento outras preocupações. Mas devemos revisitar os instrumentos que temos. Precisamos de um fortíssimo think-tank [laboratório de ideias] a nível regional", que envolva academia, o setor da indústria e as novas gerações, avança.
Na falta de regionalização, o autarca considerou ainda que o Norte deve olhar para "o único instrumento institucional" que tem disponível: a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N). E foi neste âmbito que deixou uma crítica ao novo modelo de eleição das CCDR, que será ensaiado já no próximo mês de setembro, com as votações a serem determinadas por um colégio eleitoral constituído por autarcas. "Estamos entre dois quadros comunitários, não é o momento para ensaios. Em equipa que ganha não se mexe. Espero que Fernando Freire de Sousa [presidente atual da CCDR-N] se mantenha disponível", partilhou.
Planos têm obrigatoriamente de ter cronogramas
O presidente da Câmara do Porto confirmou já conhecer o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, elaborado pelo professor António Costa Silva. "Li o extenso documento, é útil, é feito por uma pessoa culta e generosa, mas não é um plano", disse. E continuou: "Não precisamos de mais diagnósticos. O plano tem que ter um cronograma sobre o que é prioritário e sobre o que é urgente. Ora este nem prevê cronogramas nem faz análise custo-benefício", analisou.
Reiterando a importância do papel da indústria e da agricultura para dar a volta a crise, Rui Moreira pede ação e dinamismo. "Temos de ser melhores, produzir melhor, reduzir custos. Não podemos é agora perder tempo e encantar-nos com os milhões que aí vêm. No passado houve muito dinheiro, mas não houve análise do custo-benefício", reforçou o autarca, lamentando que o Governo ainda não tenha procurado ouvir o pensamento estratégico do Norte, e que sejam precisas iniciativas como esta, promovida pelo JN e pela Câmara do Porto, para que sejam apontadas soluções e se façam ouvir os autarcas da Região.



Publicado por Tovi às 07:27
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Quinta-feira, 23 de Julho de 2020
As primeiras casa de renda acessível... no Porto

Estas são duas das 250 novas famílias que irão morar para o centro da cidade até ao final do ano. E não estamos a falar de habitação social, mas de uma nova tipologia de habitação com apoio municipal.
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Publicado por Tovi às 07:55
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Quarta-feira, 8 de Julho de 2020
Pois é !...

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Muitas vezes não compreendemos o motivo de certas coisas que acontecem à nossa volta… mas acredito que existe sempre um propósito em tudo e nada acontece por acaso.

 

   Nuno Santos, ontem, no Facebook

Meus amigos. Como prometido no último post, cá estou ano e meio depois. Desta vez para vos dar a notícia de que deixei as minhas funções na Câmara do Porto, onde servi nos últimos sete anos, com um interregno para ser diretor de campanha do Rui Moreira em 2017 e depois de ter sido responsável pela comunicação na campanha de 2013.
A minha saída é para mim lógica, mesmo que não pareça caber nos cânones.
Nunca quis nada da política nem ser nada em política. E sinto que o meu trabalho se esgotou.
Creio que, no primeiro mandato, sobretudo pelo que fiz na comunicação, cumpriu e ficará a marcar um período áureo da cidade.
No segundo mandato, confesso que nunca me senti grande chefe de gabinete, mas acabei a desempenhar uma tarefa que de que me orgulho e que fez de mim uma pessoa melhor e que foi a luta contra a COVID-19.
Graças a confiança que o Rui Moreira em mim sempre depositou, graças a sua determinação e também a quem muito ajudou nessa missão, dentro e fora da Câmara, que podemos hoje apresentar resultados.
No que se montou de operacional, nos lares, no hospital de campanha, na relação com os hospitais e com as instituições, mecenas e amigos, mas também na disponibilidade orçamental que tivemos para poder executar o que executamos e que se deve à gestão irrepreensível do Rui, durante estes anos. O Rui Moreira tem uma grande equipa que lançou outros projetos que ficarão na história da cidade e em que apenas marginalmente participei e que não custarão a ser concluídos.
Mas os seus mandatos ficam marcados sobretudo pelo que de imaterial fica na cidade. E não estou sequer a falar da cultura, tema sempre controverso e impossível de consensualizar, refiro-me ao que fica de cosmopolita e liberal nas ruas, na economia, nas instituições que hoje têm um passado, mas também um presente e um futuro.
Este é pois o meu agradecimento público ao Rui Moreira, pela sua confiança em mim (a amizade não se agradece) e, como cidadão, por tudo o que tem feito pelo Porto e continuará a fazer. Quanto a mim, digo um adeus definitivo à política e a tudo o que se lhe relaciona. Orgulho-me da equipa em que estive integrado, mas creio que já chega, decisão pessoal que tomo não solitariamente, mas quase e em diálogo com quem o devia fazer. Com o Rui e com a luz da minha vida, a Carla.
Acho que sei fazer coisas na comunicação, creio que sei escrever e gosto muito de fotografar. Percebo hoje qualquer coisa de marcas e gestão de marcas, que aprendi a fazer sobretudo com o que vive e trabalhei com Eduardo Aires que deu corpo à marca “Porto.” de forma genial.
Gostava muito de agradecer a tanta gente que ou me aturou, como “polícia mau” e com quem nem sempre fui o melhor companheiro, ou a quem me ajudou. E ajudou-me quando eu estava bem e quando eu estive mal e eu precisei realmente de muita ajuda, quando a doença me atingiu.
Mas não vou aqui por o nome de mais ninguém senão de uma pessoa mais. O Miguel Nogueira, o melhor fotógrafo do mundo e arredores.
O Miguel, o Eduardo e eu fomos o triângulo perfeito da comunicação da cidade. A fotografia, o design e a palavra. E a comunicação é não só a minha vida, é aquilo de que eu percebo. Se calhar, a única coisa de que percebo.
Todos os outros, tão amigos e tão competentes como eles, que nas suas áreas fizeram tanto ou mais, que me perdoem se me centro nestas almas boas que, além do mais, tiveram a arte de me suportar.
Em princípio, voltarei aqui dentro de ano e meio de novo. Espero que a cidade tenha, como nas últimas vezes, tido o mesmo juízo sobre quem quer a governá-la. Não me encontrarão é a fazer campanha.

 

   JN de ontem, às 19h24

Nuno Santos deixou o cargo de chefe de gabinete de apoio ao presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira. De acordo com um despacho assinado, esta terça-feira, pelo autarca do Porto, a exoneração aconteceu por pedido do próprio. O JN contactou a Câmara do Porto a fim de perceber qual o motivo da exoneração e se já há um sucessor, mas ainda não obteve resposta. Na sua página pessoal do Facebook, Nuno Santos explica que o trabalho na política "se esgotou". "Quanto a mim, digo um adeus definitivo à política e a tudo o que se lhe relaciona", sublinhou.

 

   Público de ontem, às 20h26

Chefe de gabinete de Rui Moreira abandona funções num “adeus definitivo à política”Nuno Nogueira Santos pediu a exoneração do cargo de chefe de gabinete de Rui Moreira. Autarca assinou despacho esta quarta-feira. “Sinto que o meu trabalho se esgotou”, escreveu num post no Facebook.



Publicado por Tovi às 07:31
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Domingo, 3 de Maio de 2020
COVID-19 - a doença que nunca mais nos larga

A doença COVID-19 é causada pelo vírus SARS-CoV-2 (em Inglês: Severe acute respiratory syndrome coronavirus 2), altamente contagioso entre seres humanos e cujas primeiras infeções conhecidas foram na cidade chinesa de Wuhan, na província de Hubei, no mês de dezembro de 2019.

   Mortes por milhão de habitantes (em países com grande incidência)
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  Situação na Região Norte de Portugal
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   Sondagem da Pitagórica

Após ser conhecida hoje uma sondagem da Pitagórica (para JN e TSF) a evolução das intenções de voto fica assim:
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Publicado por Tovi às 07:13
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Quinta-feira, 30 de Abril de 2020
Protejam-se...

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   O protótipo já está pronto... agora há que fazer o estudo de mercado para depois avançar com o fabrico da coisa.

 

 

   Se tudo nos correr bem...
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Publicado por Tovi às 09:44
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Quarta-feira, 15 de Abril de 2020
Indústria e densidade explicam mortes no Norte

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No JN de hoje, em artigo assinado por Alexandra Figueira, analisa-se porque é que com pouco mais de um terço dos habitantes do país e uma população menos envelhecida do que o Centro e o Alentejo, a Região Norte sozinha tem mais mortes e infetados com Covid-19 do que a soma do resto do país. As principais razões são a industrialização, a densidade populacional e a estrutura familiar e etária, avançam os diretores das faculdades de Medicina do Porto, Altamiro da Costa Pereira, e do Minho, Nuno Sousa. (…) Uma das principais causas é o peso que o emprego no setor da indústria tem no Norte. Quase metade do emprego industrial está no Norte, mais do que no Centro (24%) e muito acima de Lisboa (17%) ou nas restantes regiões do país. "Uma indústria não pode funcionar em teletrabalho", diz Nuno Sousa. Ao contrário dos serviços, que empregam a larga maioria dos trabalhadores de Lisboa (muitos em organismos públicos, em teletrabalho) ou no Algarve (onde domina o turismo, um dos setores que mais usou o lay-off). (…) Acresce o contacto próximo com Espanha, que fez disparar as infeções em locais como Bragança.

Notícia completa aqui

 

   Situação em Portugal e Região Norte

18091 casos confirmados (10751 na Região Norte)
599 mortos (339 na Região Norte)
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Publicado por Tovi às 10:04
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Sábado, 28 de Março de 2020
Miguel Guedes… no JN de ontem

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É empreendedor mas o "espírito de equipa" da padaria que coze salários mínimos não permite que se aguente um mês de remunerações dos seus precários. É pseudocientista mas esta coisa das vacinas para a Covid-19 afinal dava muito jeito que avançasse rápido. É negacionista climático mas isto de ter a natureza a ensinar-nos tanto sobre o respeito que deixamos de ter pelo Mundo em forma de vírus dá um calor tremendo e um calafrio dos diabos. É racista ou xenófobo mas ver brancos, pretos e amarelos a lutar pela mesma dita sobrevivência enquanto seres humanos é uma lição só comparável a ver europeus e americanos a disseminarem conscientemente a infecção a uma velocidade bem superior à dos asiáticos. Estes tempos não são fáceis para ninguém, muito menos para estes.
Há quem queira, com engodos de enguia, confundir ajuste de contas com as contas que devemos fazer. Um previsível movimento a apoderar-se do espaço mediático que pretende convencer-nos que não é o momento para dividir opiniões ou para ter uma visão crítica sobre políticas. Uma espécie de "igreja do fim dos dias" que exige que as contas se façam no fim, quando tudo isto passar, quando a epidemia se for, quando todos estivermos bem e nos recomendarmos uns aos outros. Uma corrente de opinião que, em nome do humanismo de pacotilha, pretende silenciar o debate entre o sector público e o sector privado, à boleia da pandemia. Porque é conveniente. Um conjunto de opiniões que pretende passar um pano de esquecimento rápido sobre as opções tomadas pela selva financeira em detrimento da preservação dos sectores estratégicos da economia nas mãos do Estado. Um conjunto de pessoas que mais depressa defende que se possam pagar "impostos portugueses" em paraísos fiscais no estrangeiro do que se reforce o SNS. Gente que despreza a causa pública mas não se cansa de reivindicar ao Estado mais apoios para as suas empresas em momentos de crise. Há um cíclico séquito de gente que vocifera por liberalismo económico para desatar a correr para os cueiros do Estado quando as coisas dão para o torto.
As contas fazem-se agora. É nos momentos de crise que percebemos como tantas das nossas prioridades estão invertidas, como tantas das nossas (não) opções se arrastam para a irreversibilidade pela aceleração dos tempos. Este é um momento de emergência, exigência e urgência. É aqui, não depois de sairmos de um pesadelo, que devemos deitar contas à vida por muitas decisões políticas passadas que quase desmantelaram o SNS, sem dó nem piedade. Os responsáveis estão aí, não migraram fígados para seguros de saúde. O clima altera-se quando estamos remetidos ao confinamento. Deixamos de ter estações, faça chuva ou faça sol. Que se ilumine Rousseau. Ninguém irá apagar da nossa memória o que poderia ter sido se tivéssemos deixado os maus selvagens ir mais longe.

 

   Situação em Portugal e na Regiao Norte

5170 casos confirmados (3035 na Região Norte)
100 mortos (44 na Região Norte)
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Publicado por Tovi às 09:40
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Segunda-feira, 16 de Março de 2020
Estamos todos na mesma luta

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Eu e Pedro Braga de Carvalho estamos em bancadas diferentes na Assembleia Municipal do Porto… mas este não é o momento para “diferenças”, que na maior parte das vezes até nem existem. Força portuenses… a hora é de luta e é ficando em casa que iremos vencer o bicho.

  • Pedro Braga de Carvalho – A economia vai sofrer e muito. Já está a sofrer aliás. Perder-se-ão empregos e rendimentos e a pobreza, a exclusão e as desigualdades sociais aumentarão inevitavelmente. Mas disso tudo trataremos depois. A nossa única prioridade de hoje tem que ser a de evitar uma tragédia humana. Decrete-se já Estado de Emergência nacional com todas as suas consequências. Vamos vencer esta pandemia!


Que nunca te doa a voz, minha querida Amiga.

  • Carla Afonso Letão - Caros concidadãos, Como deputada municipal, tenho um dizer que me imponho. pedroVárias vezes, o Senhor Presidente Rui Moreira foi questionado pela oposição por não fazer mais despesa face às boas contas da CMP com dívida zero, nomeadamente, a querer que a CMP se substituísse às obrigações constitucionais centrais. O Senhor Presidente Rui Moreira foi muito claro, "nas horas de bonança temos de ser contidos para estar à altura dos tempos difíceis e ainda não sabemos quais, mas que hão-de vir e não sabemos o que aí virá". Se bem o disse, melhor fez. A saber: Para além de activar a rede social em apoio aos mais vulneráveis com logística e meios, para além de adoptar todas as medidas que estão ao seu alcance na contenção no usufruto de espaços públicos, inteirou-se da limitação de ventiladores e estabeleceu conctatos de cooperação com a cidade chinesa geminada por forma a dotar os hospitais do Porto com esses recursos imprescindíveis de apoio à vida para doentes críticos com Covid-19. Há dois dias, a Directora do DGS ia, pasme-se, "ia" ver quantos ventiladores existiam na rede. Very telling... O Porto com Rui Moreira, pauta-se por ser estratégico, não é reactivo porque, no final das contas, a incerteza é um dado adquirido, mas, o ónus de não a pôr em equação, traz uma factura pesada que só é normal para os meandros do privilégio tacanho de vistas curtas e sem coragem decisória que se impõe nos momentos difíceis na dimensão, grau e tempo útil. Disse.

   Capa do JN de hoje
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   Morreu um infetado com COVID-19 em Portugal  

O homem de 80 anos estava internado há alguns dias no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, e era um paciente que sofria de várias doenças, segundo anunciou a ministra da Saúde, Marta Temido, em conferência de imprensa, apresentando as condolências à família e aos amigos da vítima mortal.



Publicado por Tovi às 07:08
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Quinta-feira, 16 de Janeiro de 2020
Continuar a empobrecer

   Rafael Barbosa , Chefe de Redação do JN
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António Costa, que já se tinha feito de morto na última campanha eleitoral, tomou nota e foi mais longe: fica para 2023, se ainda por cá andar como primeiro-ministro. Rui Rio, caso se mantenha na liderança do PSD, terá mais com que se ocupar: concretamente, quem e quando o tentará derrubar de novo (porventura no rescaldo das próximas eleições autárquicas).

Por uma razão ou por outra, os grandes da nação não querem debates incómodos e têm sempre uma justificação na algibeira. O problema é que, para além das intrigas palacianas entre Belém e S. Bento, com passagens pelo Largo do Rato ou pela S. Caetano à Lapa, há um país real à espera de soluções.

Na semana passada, o JN publicou uma série de indicadores que mostram o fosso entre Lisboa e o resto do país: nos rendimentos (em média, mais 400 euros do que no Norte), nas pensões de velhice (mais 200 euros do que no Centro), no índice de envelhecimento (137 idosos por cada 100 jovens face aos 203 do Alentejo), ou no poder de compra (única região acima da média nacional).

Os defensores da regionalização não querem apenas ajustar contas com o Terreiro do Paço. É preciso encontrar soluções justas, democráticas e de proximidade que ajudem a reduzir o fosso da riqueza, tanto entre Lisboa e o resto do país, como dentro de cada uma das regiões. E voltaram a dizê-lo no fim de semana passado, na conferência sobre a descentralização promovida pelo JN e pela Câmara do Porto no Rivoli.

Como referiu recentemente Rui Moreira, o Porto não aspira a ser uma capital regional. Vejam-se as estatísticas para a sub-região do Tâmega e Sousa (a segunda mais populosa do Norte e que corresponde ao interior do distrito do Porto): menos 300 euros de rendimento mensal do que no Porto, menos 600 que em Lisboa; menos 130 euros nas pensões de velhice do que no Porto, menos 250 do que em Lisboa; menos 31 pontos no poder de compra face ao Porto, menos 51 face a Lisboa. É a Lousada, Felgueiras ou Cinfães que fazem mais falta as políticas regionais. É isso ou continuar a empobrecer.



Publicado por Tovi às 09:29
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Segunda-feira, 13 de Janeiro de 2020
Declaração do Rivoli

Por motivos inadiáveis não estive ontem presente no Rivoli, onde decorreu a "Conferência JN – Os Caminhos da Descentralização", mas destaco do que já li e ouvi:

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“Declaração do Rivoli” - Suspender a aplicação da lei e o regresso à negociação – Aprovado por unanimidade e aclamação. Presidentes de Câmara rejeitaram prazo (janeiro de 2021) para receber competências.

Eduardo Vitor Rodrigues, presidente do Conselho Metropolitano do Porto e da Câmara de Gaia (PS), afirmou que esta lei “é um ataque ao municipalismo a aos autarcas”.

Paulo Cunha, presidente da Câmara de Famalicão (PSD), denunciou a “transferência pura e simples de tarefas”.

Maria das Dores Meira, presidente da Câmara de Setúbal (CDU), lamentou que não haja “respeito pela autonomia de quem foi eleito”.

Carlos Sá, presidente da Câmara de Évora (CDU), concluiu que, a não haver uma suspensão, “as populações ficarão pior servidas”.

Miguel Alves, presidente do Conselho Regional do Norte e da Câmara de Caminha (PS), está otimista, mas não deixou de concordar num ponto essencial: “não acredito na imposição de uma data. Se houver essa teimosia, vamos ter problemas graves”.

Rui Moreira, presidente da Câmara do Porto, antevê uma “degradação dos serviços públicos de primeira necessidade, que será apontada aos municípios”.

Marco Martins, presidente da Câmara de Gondomar (PS), afirmou que “O Governo tem de demonstrar abertura” garantindo que Alexandra Leitão (ministra da Modernização Administrativa) “é dialogante”.



Publicado por Tovi às 11:14
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Domingo, 5 de Janeiro de 2020
Autarcas recusam ser capatazes do poder central

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    Notícia do JN de hoje

 


Estive hoje a rever comentários a textos meus no Facebook sobre a Regionalização e encontrei um, já com um pouco mais de meia dúzia de anos, de uma querida Amiga… e aqui fica ele:

"Caro David, tendo nascido em Lisboa e lá vivido 34 anos (a minha Mãe sempre nos disse que o lugar onde nascemos não interessa e portanto éramos transmontanos) acho que ao longo do tempo tenho mudado um pouco a minha opinião! Perdoe-me a sinceridade, mas sempre considerei que o Porto tinha uma enorm...e dor de cotovelo da capital, e que o que era dito não tinha qualquer fundamento! Depois de me ter mudado para o Norte, tenho aos poucos percebido que na realidade existe um centralismo exacerbado que a ninguém serve a não ser aos Lisboetas, ao Ribatejo e ao Alentejo, provavelmente! Longe de mim dizer mal da cidade linda onde cresci e que não tem culpa nenhuma do que os governantes fazem e fizeram dela, mas há que realmente pensar em como desenvolver cidades fortes que possam ser um pólo de desenvolvimento deste Norte, tão esquecido e maltratado! O Porto seria o ideal pela sua localização! Há que trabalhar para isso! Quando precisar de mim, diga!"



Publicado por Tovi às 11:12
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Quinta-feira, 2 de Janeiro de 2020
Preocupada com o pagamento de salários?...

…não me faças rir, Isabelinha.  

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 Notícia de hoje do JN

 

  Comentários no Facebook

Hélder Pais - Há muitas formas de ameaça... Esperemos que não venham aí tempos complicados (novamente) ali para os lados da Arroteia.

David Ribeiro - A mim, que não passo de um simples observador das estratégias empresariais e financeiras, já em 2015 me parecia que mais tarde ou mais cedo daria raia a compra de dois terços da Efacec pela empresária angolana Isabel dos Santos. É verdade que a empresa estava em agonia financeira e a filha do ex-presidente angolano apresentou-se como a solução para dar a volta, comprando uma grande parte da empresa aos seus acionistas portugueses, a José de Mello e a Têxtil Manuel Gonçalves, mas… Esperemos que num futuro próximo eu não venha a ter razão.

Jose Riobom - Juro que não percebo os teus comentários... Não és tu o "supremo markteer" do "clube de amigos da especulação imobiliária" que há não muito tempo andou com o séquito "Isabelino" por aí com toda a "pompa e circunstância" ??? Estará na altura do..... QUEM ??? EU ??? Não conhecemos de lado nenhum...!!!

David Ribeiro - Ena pá!... Estava convencido que me conhecias melhor do que parece que me conheces. Aposto, singelo contra dobrado, como não consegues encontrar em lado nenhum qualquer afirmação minha de apoio ao "séquito isabelino". E olha que convivi em Luanda (quando lá trabalhei no Ministério dos Petróleos nos anos de 1985-86) com a Isabelinha e sua mãe, era a filha de José Eduardo dos Santos uma linda e inteligentíssima menina com uns onze ou doze anos.

Mario Ferreira Dos Reis - Lembro que parte inicial da fortuna vem da sua mãe!

David Ribeiro - Conheci pessoalmente Tatiana Kukanova quando ambos trabalhamos em empresas ligadas ao Ministério dos Petróleos (1985-86) em Luanda e ninguém lhe conhecia fortuna pessoal.

 

   Joana Amaral dias no Correio da Manhã

Lembra-se quando a elite portuguesa escarnecia da justiça angola? Claro que se lembra. Foi até ao ano passado, 2019, e António Costa chamava-lhe ‘o irritante’. Lembra-se de como Isabel dos Santos e toda uma corte pútrida jactava pelo nosso país, ostentando riqueza e branqueando dinheiro, enquanto o capital português beijava o chão que pisava e lhe lambia os pés? Lembra pois. Foi até 2019.
Súbito tudo mudou. As autoridades angolanas decretaram o arresto de bens da Princesa (para quem herda e rouba o título ‘empresária’ só pode ser fantasia) e, afinal, deram uma chapadona de luva branca nas autoridades portuguesas. Enfim, a menina do ZéDu construiu um império no petróleo e nos diamantes que passou sempre pelo nosso país, pela NOS, pela banca, pela Efacec. O rei vai nu e para já está totalmente exposta a bajulação e a cumplicidade na corrupção e no nepotismo angolanos por parte dos responsáveis portugueses: das autoridades judiciais à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e ao Banco de Portugal.
Em Angola, a Era da Impunidade vai acabando e o país está a tentar devolver às populações o que lhes foi roubado. Em Portugal, ninguém parece sequer querer saber porque é que a Sonangol emprestou dinheiro para Isabel dos Santos entrar na Galp.
O Mundo vai mudando. Portugal nem tanto. Que irritante.



Publicado por Tovi às 10:38
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