"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Domingo, 13 de Setembro de 2020
Segundo capítulo da "telenovela" Rosa Grilo e amante

António Joaquim.png

   Jornal i – 12set2020

O que tramou António Joaquim?
O telemóvel de Rosa Grilo foi desligado no dia 15 de julho de 2018 às 19h42. António Joaquim desligou o seu três minutos antes, às 19h39. Os telemóveis só voltariam a ser ligados no dia seguinte, entre as 11h27 e as 13h06. Esse mesmo dia corresponde ao período em que o triatleta, Luís Grilo, foi morto. A troca de mensagens entre António Joaquim e Rosa Grilo era frequente, contrastando com a diminuição de contactos entre os dois durante três dias – antes, durante e depois da morte de Luís Grilo. Estes factos, sustentou o Ministério Público, evidenciam «uma perfeita sintonia» entre Rosa Grilo e António Joaquim.
A sintonia continuou quando os dois, já depois da morte do triatleta, viajaram para Benavila, no concelho de Avis, e mantiveram os telefones desligados durante cerca de 20 horas, «período de tempo necessário para embalarem o cadáver e transportá-lo até Benavila e regressarem às respetivas residências», lê-se no documento. Os dois trocavam mensagens regularmente, mas as conversas mantidas entre os dias 22 de junho e 28 de julho foram eliminadas. Ainda que apagadas, referiu o Ministério Público, foi possível recuperar uma delas: «Não te esqueças de apagar a conversa».
Esta é uma parte da história que o Ministério Público utilizou para recorrer da decisão tomada em março deste ano pelo Tribunal de Loures, que absolveu António Joaquim do crime de coautoria do homicídio. Esta terça-feira, o Tribunal da Relação de Lisboa condenou António Joaquim a 25 anos de prisão efetiva – 24 por homicídio qualificado e um ano e 10 meses pelo crime de profanação de cadáver. Além disso, foi suspenso do exercício de oficial de justiça.
Quase seis meses depois da decisão do Tribunal de Loures, o Tribunal da Relação de Lisboa considerou ser possível «afirmar com a necessária segurança que quem disparou foi o arguido António Joaquim», já que «sendo o arguido o dono da arma e quem sabia manejá-la com destreza, contrariamente à Rosa Grilo que é totalmente inexperiente nessa matéria (...) não faz qualquer sentido que tenha sido esta a efetuar tal disparo». Para o coletivo de juízes, «Rosa Grilo e António Joaquim agiram concertadamente e em conjugação de esforços na concretização do mesmo objetivo comum, que era tirarem a vida ao Luís Grilo e desfazerem-se do respetivo corpo, dando depois a entender às autoridades, falsamente, que desconheciam o seu paradeiro».
O Tribunal da Relação de Lisboa não aceitou a tese inicial de que Rosa Grilo terá transportado o corpo do marido sozinha, tendo «beneficiado da ajuda de outra pessoa para concretizar tal tarefa, a qual, mais uma vez, só pode ter sido o arguido António Joaquim».



Publicado por Tovi às 07:44
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Sexta-feira, 28 de Agosto de 2020
Marcelo Rebelo de Sousa na Feira do Livro do Porto

Feira do Livro 28ago 16h00.jpg
Depois da apresentação deste muito interessante livro o Presidente da República foi visitar todos os stands da Feira do Livro do Porto… e a meio da visita aconteceu o inesperado: Uma cidadã interpelou-o sobre a situação política, económica e social do País, durante mais de 20 minutos, tendo Marcelo Rebelo de Sousa se “aguentado à bronca”. Vejam os noticiários das tv’s e leiam os jornais, que seguramente vão dar grande ênfase a este facto.

 

   No Observador
Interpelado por cidadã descontente, Marcelo responde: "Diga aos portugueses para votarem noutro Governo". Foi esta resposta que Marcelo Rebelo de Sousa deu a uma cidadã que acusou o Governo de não ajudar os micro-empresários. "Porquê?", perguntou. "Porque os portugueses votaram neste Governo", respondeu.
Tudo aqui

   No DN
"Conseguiria viver com 300 euros por mês?". Mulher deixa Marcelo sem resposta. Presidente da República aconselhou os portugueses insatisfeitos a "votar noutro governo".
Tudo aqui

   No Jornal i
Microempresária interpelou chefe de Estado e desafiou Marcelo a pôr “a andar esta gente que nos está a fazer morrer”, referindo-se ao Governo de António Costa.
Tudo aqui



Publicado por Tovi às 20:54
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quinta-feira, 27 de Abril de 2017
Regionalização... não há condições?

Regionalização 26Abr2017.jpg
Pois!... Já estava à espera disto. Quem não os conhecer que os compre

 

  Comentários no Facebook

«José Luis Moreira» - Pois!!! [frown emoticon:(] Farsola!

«Anibal Pereira» - Afinal muda a música mas a letra é sempre a mesma. Continuado os tiques da capital do império.

«Tiago Múrias Santos» - Pois, "podem-se enganar alguns todo o tempo, podem-se enganar muitos algum tempo, mas não se podem enganar TODOS, todo o tempo"!

 

  Jornal i – 27Abr2017 às 7h29

Eleição dos diretores das CCDR está à espera das autárquicas para avançar. Depois disso, a reforma que ainda ontem António Costa considerou essencial será feita sem passar pelo parlamento.
António Costa é um regionalista traumatizado. Os resultados do referendo de há 20 anos ainda não lhe saíram da memória e são suficientes para o primeiro-ministro afastar a proposta do PCP e do PEV para aprovar uma nova consulta popular para a criação de regiões administrativas. Costa considera que o mais certo era voltar a ganhar o não e quer evitar esse cenário.
Para vincar que não mudou de ideias, António Costa lembrou a reforma das CCDR que consta do Programa do Governo. Só que essa é uma reforma que vai ficar na gaveta pelo menos até depois das autárquicas.
A proposta desenhada por António Costa e Eduardo Cabrita passava por democratizar estas estruturas, fazendo com que as direções das CCDR passassem a ser eleitas pelos membros das câmaras e assembleias municipais de cada região, em vez de serem nomeadas pelo governo.
As dúvidas de Marcelo
Mas a ideia levantava sérias dúvidas ao Presidente da República e contava com a oposição de PSD, BE, PCP e PEV.

Marcelo Rebelo de Sousa e os sociais-democratas consideravam que se tratava de uma “regionalização encapotada”. À esquerda, a reforma era curta para o que se considera ser a descentralização de poderes necessária, que só seria cumprida com a regionalização.
A solução política foi deixar o dossiê na gaveta até depois das autárquicas. Mas a intenção é mesmo avançar depois das eleições de 1 de outubro. “A medida está prevista no Programa do Governo e será aplicada após as próximas eleições autárquicas”, assegura ao i fonte governamental.
Para contornar os obstáculos políticos a uma proposta que é vista como essencial por António Costa, esta reforma não deve mesmo passar pelo parlamento. “É uma questão da administração pública. Será aprovada por decreto-lei”, garante a mesma fonte.
Aliás, ontem, António Costa falou da democratização das CCDR como uma medida que será mesmo concretizada, em resposta à deputada do PEV Heloísa Apolónia, que o desafiou a deixar clara a sua posição sobre a regionalização.
O passo antes das regiões
“É um passo muito importante que permitirá dar legitimidade democrática, aproximar os municípios das regiões, dar escala às políticas públicas e consolidar um modelo que, no futuro, quando houver um consenso nacional que o justifique, possa abrir um debate sobre regionalização”, disse o primeiro-ministro sobre as mudanças que quer fazer nas CCDR.

Uma coisa é certa: este não é o momento para avançar com a criação de regiões administrativas que, segundo a Constituição, só pode ser feita por um referendo. Ora, uma nova consulta popular só poderia ser convocada “por decisão do Presidente da República, mediante proposta da Assembleia da República ou do Governo”, como estabelece a Constituição da República Portuguesa.
Marcelo é favorável à regionalização, mas em 1998 fez campanha pelo não. O problema era o mapa que estava em análise, mas também a ideia de que o PS teria condições para “tomar conta do poder em todo o país”, como explica Vítor Matos na biografia de Rebelo de Sousa.
Pedro Passos Coelho, que já foi defensor da regionalização, deixou entretanto cair o tema, que desapareceu do programa eleitoral do PSD.
E estes dados são suficientes para António Costa concluir que o timing político não é favorável a avançar com uma reforma que pode gerar muitos anticorpos e provocar uma nova vitória do não em referendo.
“No momento próprio, lá chegaremos. Eu gostava de ter poderes divinatórios, mas não tenho. Há uma coisa que sei: nesta legislatura, não é com certeza”, avisou Costa, sublinhando que a questão é mesmo de oportunidade, e não de convicção.
“Não mudei de ideias”, afirmou o primeiro-ministro, recordando que no referendo à regionalização esteve do lado do sim e que continua a acreditar que a regionalização é a melhor solução, e acabará por ser inevitável.
“Neste momento não é oportuno e não há condições políticas para que se retome esse tema sem cometer os mesmos erros do passado. Ainda não desaprendi o trauma que tive com esse referendo”, vincou o primeiro--ministro.
Enquanto a reforma das CCDR fica à espera das autárquicas, a descentralização de competências também dificilmente sairá do papel antes dessas eleições.
20 audições
O grupo de trabalho da descentralização de competências para as autarquias tem agendadas cerca de 20 audições de natureza temática, algumas com centenas de participantes – um trabalho hercúleo que os deputados dificilmente conseguirão acabar a tempo de poderem concretizar a descentralização antes do início do novo ciclo autárquico.

“Não recomendo a ninguém que abra o debate [sobre a regionalização] prematuramente e precipitadamente, para não corrermos o risco de repetir os erros cometidos há 20 anos”.



Publicado por Tovi às 11:24
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Terça-feira, 11 de Abril de 2017
Eurodeputado socialista Manuel dos Santos

17883961_1118921161547745_8356095150733954581_n.jp

   Comentando esta notícia, disse hoje Rui Moreira:

O jornal i e o Sol online, baseando-se numa declaração de um quase desconhecido eurodeputado do PS, sem procurar ouvir os visados e violando, por isso, as mais básicas regras do jornalismo, prestou hoje um serviço político aos meus adversários. A mentira, a insídia, o insulto e a lama parecem fazer parte de uma campanha eleitoral que, para mim, nem começou. A seu tempo, apresentarei a minha lista à Câmara Municipal do Porto. Se Deus quiser, cumprirei o meu mandato até ao último dia. E essas serão realidades que chocarão de frente com as verdades alternativas que vão sendo construídas pelos que têm sede de poder e, como se tem visto, norteiam as suas vidas pela mentira. Estão, felizmente, todos identificados. Mesmo os anónimos.

 

  Comentários no Facebook

«Tiago Barbosa Ribeiro» - Tenho o máximo respeito por todos os eleitos socialistas, incluindo - por dever - aqueles que não respeitam o seu mandato e envergonham o partido pelo qual foram eleitos. Por isso e por higiene política, abstenho-me de efectuar comentários sobre alguns disparates que ciclicamente envolvem quase sempre as mesmas personagens, mas abro hoje uma excepção pela reincidência e pela dimensão do disparate. Na ausência de outra actividade relevante conhecida, e nos intervalos de entrevistas em que já dirigiu impropérios a mim e a outros dirigentes, o eurodeputado socialista Manuel dos Santos decidiu fazer prova de vida a propósito do Porto em termos que, ao desqualificá-lo, qualificam-no bem. Fê-lo mentindo. Repito: mentindo. Não é novidade que Manuel dos Santos faça o jogo dos adversários socialistas: é um feroz adversário do Governo socialista de António Costa, é um feroz adversário da reunificação dos socialistas em Matosinhos e é um feroz adversário dos socialistas portuenses, como seria em sentido inverso caso as opções em cada momento fossem outras. A sua ideia de Partido Socialista é ele próprio. Simplesmente confunde legítimas divergências políticas com uma política daninha, baseada na intriga, na mentira e na insídia. Os socialistas conhecem-no bem (incluindo quem o convidou para esta última eleição ao PE?) e por isso é delicioso ver Manuel dos Santos a falar de mercearias eleitorais, mas errou o alvo no caso do Porto. Ele representa bem tudo aquilo que levou à degradação da nossa vida partidária: a anunciação de valores socialistas para fazer o jogo da direita, a mentira, a pequena intriga, a pior partidarite, a plantação de notícias falsas. Percebo que para quem viveu toda a vida assim seja difícil conceber que no Porto estejamos a concretizar uma visão de cidade na qual os socialistas participam e na qual se orgulham, sem que para isso tenhamos de andar na traficância de lugares. Mas é mesmo assim. Aquilo que Manuel dos Santos fala é outra coisa: é a medida da sua participação na vida partidária. Os socialistas do Porto, coisa que Manuel dos Santos não é, sabem bem o percurso que temos percorrido, as dezenas de reuniões e plenários abertos, as comissões políticas regulares e participadas, a serenidade, o diálogo, o envolvimento e a participação. Por outro lado, falo com regularidade com o Presidente da Câmara e existe respeito, amizade e lealdade. Todos os órgãos, incluindo obviamente o Secretário-Geral, acompanham o processo do Porto mas não participam nele nem devem participar. O desvario das acusações que são hoje dirigidas ao Presidente da Câmara e ao PS representam um serviço aos nossos adversários. Ele fica registado mesmo que quem o faça não seja digno de especial registo. Quanto ao resto, continuaremos a trabalhar e não mais falarei sobre este caso. O PS e o Porto não demasiado grandes para que percamos tempo com tão pequenas personagens.

«Carlos Lacerda» - O jornal I é um nojo e o Dr. Moreira aproveita para fazer o papel de vítima, como convém. Nada de novo. O que me intriga é aquela frase: "Estão, felizmente, todos identificados. Mesmo os anónimos". Estará o tempo a andar para trás?

«David Ribeiro» - É que não tenha dúvidas, estão mesmo todos identificados.

«Rui Moreira» - Carlos Lacerda: não me sinto vítima nem me faço de tal. Acho que o senhor faria o mesmo que eu faço em circunstâncias análogas. Ou estarei enganado? Não sei se o jornal I é um nojo. Essa não é a questão. O tempo não volta para trás, acredite.

«David Ribeiro» - Se Manuel dos Santos em vez de andar a mandar bocas foleiras fosse mas é trabalhar a sério no Parlamento Europeu na comissão de que é membro - Comissão de Inquérito aos Panamá Papers (combate à fraude e evasão fiscal) – é que ele fazia bem e era útil à humanidade.

 

   Socialistas Portugueses no Parlamento Europeu – 5Jul2016

Manuel dos Santos é o novo eurodeputado do Partido Socialista, substituindo no lugar Elisa Ferreira que foi nomeada para o Conselho de Administração do Banco de Portugal.
Economista de profissão, Manuel dos Santos foi deputado à Assembleia da República em 6 legislaturas diferentes (a primeira em 1980) e já tinha sido, por duas vezes, deputado ao Parlamento Europeu, de 2001 a 2004 e de 2004 a 2009. Membro das Comissões de Assuntos Constitucionais, Orçamentos e Assuntos Económicos e Monetários, destaca-se o facto de ter sido vice-presidente do Parlamento Europeu de abril de 2005 a julho de 2009.
Manuel dos Santos inicia este mandato como membro das Comissões de Desenvolvimento, do Mercado Interno e Proteção dos Consumidores e da Comissão de Inquérito aos Panamá Papers (combate à fraude e evasão fiscal). Integra também as delegações à Assembleia Parlamentar Euro-Latino-Americana, à Comissão Parlamentar Mista UE-Chile e à Comissão Parlamentar de Cooperação UE-Rússia.



Publicado por Tovi às 18:03
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2016
A TAP abandona o Porto

TAP ac.jpg

Os números não enganam ninguém: Existem actualmente apenas 16 rotas exploradas pela TAP a partir do Porto e com o desaparecimento das quatro já anunciadas - Roma, Milão, Bruxelas e Barcelona - ficarão a existir apenas 12, contra perto de uma centena a partir de Lisboa; Mesmo entre estas 12 rotas, a principal frequência de voos a partir do Porto será para Lisboa, já actualmente o principal destino dos voos da companhia nacional, com uma frequência de 49 ligações semanais a partir da Invicta; O segundo destino com mais voos semanais da TAP a partir do Porto é Paris, com 28 (quatro voos diários) e o terceiro é Madrid, com 18; Os voos intercontinentais a partir do Porto são cada vez menos e em 2015 a TAP descontinuou a ligação a Caracas, estando a reduzir para dois o número de voos semanais para Newark, Rio de Janeiro e São Paulo, os que sobram; Simultaneamente a TAP anunciou uma nova rota, entre Vigo e Lisboa, o seu "hub", o que representa uma vontade objectiva de concentrar os passageiros na Capital, já que a cidade galega se encontra no chamado "hinterland" (zona de captação) do Aeroporto do Porto. Mas o que nós queremos saber é se uma companhia aérea nacional, detida por dinheiros públicos (antes a 100%, depois a 39% e, desde esta semana, a 50%) pode usá-los para aplicar uma estratégia puramente comercial no interesse do seu outro accionista privado? Pode uma empresa pública ser usada contra uma região e a favor de outra?

 

  No jornal i de hoje

TAP jornal i 9Fev2016 aa.jpg

Muito mau será para o Governo PS se for verdade o que o ”jornal i” noticia. A Cidade Invicta e o Norte já estão fartos destes tiques centralistas dos senhores do Terreiro do Paço.

  Comentários no Facebook

«David Ribeiro» >> Começo a acreditar que esta notícia tem algo de verdade… É que os meus amigos socialistas andavam a dizer-me que se estava a criar uma boa empresa pública e não a continuar-se com uma má empresa privada nos transportes aéreos e que a reversão parcial da privatização ia garantir uma base activa da TAP no Porto. E de um momento para o outro calaram-se. Mau sinal, seguramente.

«Diogo Quental» >> A máfia política tem menos força cá para cima...

«David Ribeiro» >> …ou então os socialistas do Norte estão à espera de ver o que é que o “Politburo” diz [Emoji wink]

«João Simões» >> Ehehe o i a mandar para o ar a ver se cola [Emoji smile]

«David Ribeiro» >> Ouça com atenção, João Simões, o que diz o Presidente da Câmara do Porto e verá que é capaz da notícia do “i” não ser barro atirado à parede.

«Francisco Restivo» >> Quanto mais depressa nos libertamos da TAP e reforçarmos as nossas parcerias alternativas, melhor! Eles precisam do novo aeroporto como de pão para a boca.

«Isabel Simões Veloso» >> O Costa não vai conseguir anular o Norte. Confio que Rui Moreira consiga reverter a situação.

«José Camilo» >> Fosse um problema de uma pequeninha companhia aérea o nosso pior pesadelo. Temos de os aturar o ano inteiro com problemas de esquerdas e direitas. Basta. Continuemos a olhar em frente. Aviões e companhias não faltam.

«Tiago Vasquez» >> Depois das palavras vêm as ações, uma fase muito mais gira. Tiramos a TAP do Porto, e depois o PS, PSD e por ai fora...

«Jovita Fonseca» >> Sempre a mesma posição em relação ao Porto! O Norte tem de ser firme e preparar caminho! É daqui que partem as exportações e há movimentação laboral.

«João Fernando Couto» >> Depois são contras os Jiadistas

«Paulo Cruz» >> Foi este garoto que nos tirou o festival da Red Bulli e continua com a mesma politica anti nortenha

«Raul Vaz Osorio» >> A minha pergunta continua a ser a mesma que faço há alguns anos. Vamos fazer o quê? Protestar no Facebook? Ou vamos finalmente arrancar ao poder central o que nos pertence por direito e que, essencialmente por inacção nossa, nos tem sido usurpado? Eu exagero mesmo quando digo que a única solução é a independência? Vou continuar a defendê-la sozinho?

«Paulo Vaz» >> Agora é que os amigos do PS a norte começam a perceber que a economia e sociologia de Lisboa é diferente da nossa.

«Gonçalo Lavadinho» >> Nada de anormal.

«João Thiago» >> Raul, as perguntas são as mesmas mas.. onde estão as respostas, a mobilização e a agenda? "Go lead!" Se a TAP só quer Lisboa, não pode ser companhia de bandeira. O país e o Norte não pode dar dinheiro a isto. Quanto à Galiza, a solução poderá ser a negociação de uma ponte aérea entre a Galiza e o Porto e a atracção de alternativas para as rotas intercontinentais. Se querem concorrência, tê-la-ão e assim abre-se ao Norte uma grande oportunidade: autonomizamo-nos mais, competimos mais e temos a oportunidade de ainda crescer mais. Sem a "eterna dependência" de outros.

«Raul Vaz Osorio» >> Totalmente de acordo, João Thiago. Eu não "go lead" porque, neste momento, o Norte tem um líder bem mais capaz do que eu. É preciso é estimular a malta a colocar-se ao seu lado.



Publicado por Tovi às 08:33
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Terça-feira, 25 de Novembro de 2014
E agora, António Costa?

António Costa a.jpg

António Costa tem agora muito pouco tempo para “sacudir” a brigada socratista do estado-maior Socialista. Se não o fizer rapidamente poderá comprometer substancialmente a possibilidade de vencer as próximas legislativas e chegar a Primeiro-Ministro de Portugal.

 

 Jornal "i" de hoje

António Costa jornal i 25Nov2014.jpg

A direcção que António Costa está a preparar vai excluir as figuras que ficaram coladas a José Sócrates nos últimos anos. (…) O i apurou que este núcleo do novo PS não contará com socráticos. (…) Costa não quer entrar pela teoria da conspiração e da vitimização que já dominou o PS noutros casos e que trouxe consequências negativas à liderança de então. (…) Existe uma versão bondosa dentro da direcção segundo a qual a vida de Costa pode estar agora mais facilitada, uma vez que a detenção de Sócrates eliminará de vez o fantasma político do ex-primeiro-ministro com quem, bem ou mal, António Costa seria sempre obrigado a conviver.

 

  Comentários no Facebook

«José Costa Pinto» >> Boa. Quer isso dizer que ele, sendo o socratista nº 1, vai sacudir-se a si próprio? lembra os famosos paradoxos de Russell, dos quais o meu favorito é o do barbeiro.

«David Ribeiro» >> Lá está!... Se "sacudir" os outros e "renegar" Sócrates, fica no conjunto de todos os conjuntos que não se contêm a si próprios como membros.

«Maria Teresa de Villas-Boas» >> Volta António José Seguro!!!!

«António Vidal» >> Só tem de estar quietinho. Mesmo que todos sejam iguais, o que não é o caso, sempre será melhor mudar. É obvio que o actual governo está esgotado. Apostou tudo na rapidez da austeridade, ela é lenta e sempre será, e agora não abundam as ideias para dar a volta ao resultado. Venham outros.

«Jorge Veiga» >> António Vidal nem sempre concordo com o que dizes, mas desta vez sim. Tenho dúvidas em relação a ser o PS a ir para lá, mas isso depois veremos.

«Arnaldo Andrade» >> Ainda é cedo para especulações, certo é que este caso veio abalar o PS e o seu líder, mas também é sabido que Passos Coelho no PSD ainda não está seguro na liderança... podem existir alterações e depois o povo a meu ver vai dispersar-se pelos novos partidos e continuar a abstercer-se o que será muito mau.... penso eu de que!

«Jorge Veiga» >> Arnaldo Andrade realmente ainda é cedo. É dificil saber qual a reacção dos portugueses a isto tudo e não me admirava que surgissem mais casos. Mas o que deve haver é uma abstenção elevadissima, porque cada vez mais as pessoas pensam que é tudo a mesma coisa. E o problema é que o poder circula sempre entre os mesmos e não vejo ninguém com capacidade para governar isto.



Publicado por Tovi às 08:09
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Sábado, 13 de Abril de 2013
Falta de reacção à crise

Cuidado!... Em qualquer canto pode aparecer um Buíça.
{#emotions_dlg.chat} Wikipédia - Manuel Buíça, de seu nome completo Manuel dos Reis da Silva Buíça (Bouçoães, 30 de dezembro de 1876 — Lisboa, 1 de fevereiro de 1908) foi o regicida que, efectivamente, alvejou de forma mortal D. Carlos I e o Príncipe Real D. Luís Filipe.

 Jornal i de hoje


«Luis Gorjão Henriques» no Facebook>> O gajo que pisou a Bandeira Nacional tem grande moral para falar, e bastante esclerose. Os "pacotes laborais" do FMI näo derivam do tempo dele? »

«Pedro Aroso» no Facebook >> O Sr. Soares está a precisar de ser urgentemente internado num hospital psiquiátrico.

«Luís Paiva» no Facbook >> Pois!... Ex-Combatente tenta agredir Mário Soares em Barcelos - TVI (em Dez2005)

«David Ribeiro» no Facebook >> Obviamente que não tenho procuração do Marocas para vir aqui defender o que ele disse nesta entrevista ao “Jornal i”, mas para mim, muito mais importante que o título bombástico - Por muito menos que isto foi morto o rei D. Carlos – é o que este antigo Presidente da República Portuguesa no diz sobre estes últimos tempos em Portugal. Ver aqui a entrevista completa.

«Jorge De Freitas Monteiro» no Facebook >> Exacto, excelente entrevista. O destaque dado ao aparte sobre o Bragança prejudica a atenção que a entrevista merece.

«Vitor Ferreira» no Facebook >> Ainda alguém ouve esse velho?!! Abre os olhos Portugal!!

«Joaquim Leal» no Facebook >> Alguém leva nos dias de hoje este homem a sério?

«Mario Jeronimo» no Facebook >> Só diz... MERDA ...dado que o cabrão não morre (se fosse um gajo porreiro... já tinha ido) não haverá um Buiça que lhe dê um tiro nos cornos???? aceitam-se candidatos.




Terça-feira, 24 de Julho de 2012
António Barreto

 Jornal "i" Mar2009

António Barreto não é parvo nenhum, embora por vezes seja um pouco exagerado naquilo que afirma. Mas não será esta uma forma de chamar à atenção de muitos de nós para aquilo de que andamos alheados?


«Fernando Roque» in Facebook >> Desaparecimento de Portugal ? Deus meu, tenho um santo horror dos ''mija-vinagre''.



Publicado por Tovi às 08:09
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Mais sobre mim
Descrição
Neste meu blog fica registado “para memória futura” tudo aquilo que escrevo por essa WEB fora.
Links
Pesquisar neste blog
 
Dezembro 2020
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

13
14
15
16
17
18
19

20
21
22
23
24
25
26

27
28
29
30
31


Posts recentes

Segundo capítulo da "tele...

Marcelo Rebelo de Sousa n...

Regionalização... não há ...

Eurodeputado socialista M...

A TAP abandona o Porto

E agora, António Costa?

Falta de reacção à crise

António Barreto

Arquivos
Tags

todas as tags

Os meus troféus