"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 1 de Outubro de 2020
Inspetores do SEF acusados de homicídio qualificado

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O Ministério Público (MP) deduziu no dia de ontem a acusação contra três inspetores do SEF (Bruno Sousa, Duarte Laja e Luís Silva), detidos em março passado, pela morte de um imigrante ucraniano no aeroporto de Lisboa. A investigação da PJ conclui que os inspetores do SEF mataram à pancada Ihor Homeniuk, com 40 anos, casado, com dois filhos menores e que queria trabalhar em Portugal. Os três inspetores estão acusados de homicídio qualificado consumado, como coautores, e pelo crime de detenção de arma proibida - o bastão que foi utilizado para espancar o ucraniano. Diz também o MP que os inspetores sujeitaram Ihor "a um tratamento desumano”, durante cerca de 20 minutos violentamente agredido, quando estava no chão amarrado e algemado, “violando gravemente os deveres inerentes às suas funções".



Publicado por Tovi às 07:54
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Domingo, 13 de Setembro de 2020
Segundo capítulo da "telenovela" Rosa Grilo e amante

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   Jornal i – 12set2020

O que tramou António Joaquim?
O telemóvel de Rosa Grilo foi desligado no dia 15 de julho de 2018 às 19h42. António Joaquim desligou o seu três minutos antes, às 19h39. Os telemóveis só voltariam a ser ligados no dia seguinte, entre as 11h27 e as 13h06. Esse mesmo dia corresponde ao período em que o triatleta, Luís Grilo, foi morto. A troca de mensagens entre António Joaquim e Rosa Grilo era frequente, contrastando com a diminuição de contactos entre os dois durante três dias – antes, durante e depois da morte de Luís Grilo. Estes factos, sustentou o Ministério Público, evidenciam «uma perfeita sintonia» entre Rosa Grilo e António Joaquim.
A sintonia continuou quando os dois, já depois da morte do triatleta, viajaram para Benavila, no concelho de Avis, e mantiveram os telefones desligados durante cerca de 20 horas, «período de tempo necessário para embalarem o cadáver e transportá-lo até Benavila e regressarem às respetivas residências», lê-se no documento. Os dois trocavam mensagens regularmente, mas as conversas mantidas entre os dias 22 de junho e 28 de julho foram eliminadas. Ainda que apagadas, referiu o Ministério Público, foi possível recuperar uma delas: «Não te esqueças de apagar a conversa».
Esta é uma parte da história que o Ministério Público utilizou para recorrer da decisão tomada em março deste ano pelo Tribunal de Loures, que absolveu António Joaquim do crime de coautoria do homicídio. Esta terça-feira, o Tribunal da Relação de Lisboa condenou António Joaquim a 25 anos de prisão efetiva – 24 por homicídio qualificado e um ano e 10 meses pelo crime de profanação de cadáver. Além disso, foi suspenso do exercício de oficial de justiça.
Quase seis meses depois da decisão do Tribunal de Loures, o Tribunal da Relação de Lisboa considerou ser possível «afirmar com a necessária segurança que quem disparou foi o arguido António Joaquim», já que «sendo o arguido o dono da arma e quem sabia manejá-la com destreza, contrariamente à Rosa Grilo que é totalmente inexperiente nessa matéria (...) não faz qualquer sentido que tenha sido esta a efetuar tal disparo». Para o coletivo de juízes, «Rosa Grilo e António Joaquim agiram concertadamente e em conjugação de esforços na concretização do mesmo objetivo comum, que era tirarem a vida ao Luís Grilo e desfazerem-se do respetivo corpo, dando depois a entender às autoridades, falsamente, que desconheciam o seu paradeiro».
O Tribunal da Relação de Lisboa não aceitou a tese inicial de que Rosa Grilo terá transportado o corpo do marido sozinha, tendo «beneficiado da ajuda de outra pessoa para concretizar tal tarefa, a qual, mais uma vez, só pode ter sido o arguido António Joaquim».



Publicado por Tovi às 07:44
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Sexta-feira, 4 de Setembro de 2020
Começa hoje o julgamento de Rui Pinto

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Segundo a acusação, entre 2015 e 2019 Rui Pinto invadiu a Procuradoria-Geral da República, a sociedade de advogados PLMJ, o Sporting, a Federação Portuguesa de Futebol e o fundo de investimento Doyen, do qual - diz o Ministério Público - terá tentando extorquir entre 500 mil e um milhão de euros.

 

   Quem é Rui Pinto?

Tem 31 anos, é natural de Vila Nova de Gaia. Foi detido há um ano e meio na Hungria e está há um mês ao abrigo do programa de proteção de testemunhas em Portugal.
Génio da informática, autodidata dos computadores, apaixonado por arqueologia, fanático do futebol e amante do Porto. Rui Pinto nasceu em Mafamude, cresceu na praia dos Lavadores, em Vila Nova de Gaia.
Estudou história na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e fez Erasmus na cidade onde anos depois foi detido. Na Hungria criou um negócio de venda de livros raros pela Internet.
Mas autoridades dizem que o apartamento onde viveu não serviu apenas para o negócio familiar. Terá servido também de base tecnológica a partir da qual acedeu a sistemas informáticos e a caixas de correio eletrónico com identidades falsas.
Denunciante do Football Leaks e fonte do Luanda Leaks, Rui Pinto garante que não é criminoso e que quer apenas denunciar a grande corrupção.

 

   Forte operação de segurança à entrada do tribunal
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   O que disse Rui Pinto em tribunal
1. Procurei na Contestação, apresentada pelos meus advogados, transmitir a este Tribunal tudo o que me parecia relevante para a descoberta da verdade em resposta à acusação de que sou objeto.
2. Estou aqui neste tribunal numa estranha situação: por um lado, como arguido e, por outro, como testemunha protegida integrada num programa do Estado português.
3. Como sempre disse, não me considero um hacker. Sou um denunciante ou whistleblower porque tornei pública, em total boa-fé, muita informação de manifesto interesse público nacional e internacional que, de outra forma, nunca seria conhecida.
4. Fiquei surpreendido e indignado com aquilo que descobri e que entendi que devia revelar. Inicialmente através do site Football Leaks, mas também através da colaboração com órgãos de comunicação social a nível mundial.
5. O meu próprio trabalho de análise documental e auxílio direto aos jornalistas é, na minha opinião, um trabalho que contribuiu para reforçar a liberdade de expressão.
6. Colaborei também com várias autoridades estrangeiras, e encontro-me a colaborar ativamente com as autoridades portuguesas, que me encorajaram nesta colaboração, e espero continuar a fazê-lo no futuro.
7. As revelações de graves irregularidades e crimes são para mim motivo de orgulho e não de vergonha. Vejo hoje que há importantes inquéritos criminais que foram iniciados graças a essas revelações e confio que serão muitos mais.
8. Constato que, nos últimos anos, os direitos nacionais, o direito europeu e o direito internacional reconhecem, cada vez mais, a importância da contribuição dos whistleblowers na descoberta de graves atividades ilícitas profundamente prejudiciais para os cidadãos e para os próprios Estados. E, por essa razão, os whistleblowers são cada vez mais protegidos em todo o mundo.
9. Fui objeto de uma campanha de calúnia, difamação e ameaça com o intuito de afastar a atenção da opinião pública e do sistema judiciário das atividades criminais que revelei e que persistem. Mas não me queixo.
10. Estive quase um ano e meio preso, com 7 meses de isolamento total, o que foi um período difícil, mas, também, um período de grande reflexão. O meu trabalho como whistleblower está terminado.
11. Neste momento, pretendo tão somente reafirmar que nada do que fiz foi por dinheiro e que nunca recebi qualquer verba pelas informações que revelei.
12. A conselho dos meus advogados, limito-me, para já, a fazer esta declaração, reservando-me o direito de prestar declarações posteriormente.

 

   Declarações de Anibal Pinto em tribunal
O advogado acusado de ter intermediado a alegada tentativa de extorsão de Rui Pinto à Doyen afirmou esta sexta-feira, em tribunal, que pensou que estava apenas a tratar de um contrato de prestação de serviços.
"Para mim fazia todo o sentido que alguém que fosse hackeado quisesse contratar o Rui Pinto", afirmou Aníbal Pinto, que admitiu que, ao ler o primeiro e-mail que o gaiense enviara a Nélio Lucas, CEO do fundo, pensou que pudesse ali estar em causa uma tentativa de extorsão.
Confrontado pelo coletivo de juízes com o facto de, ainda assim, ter estado sempre com "um pé dentro e um pé fora" na negociação do alegado contrato de trabalho, o arguido justificou a sua posição com a prática de bom relacionamento entre advogados.
"Com os colegas estou com os dois pés. Por muita reticência [que tenha], tenho de dar o benefício da dúvida", sustentou Aníbal Pinto, que contactou diretamente com o mandatário de Nélio Lucas, Pedro Henriques.
Aníbal Pinto garantiu, ainda, que Rui Pinto era, para si, um cliente com importância "diminuta".



Publicado por Tovi às 09:04
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Sábado, 11 de Julho de 2020
A melhor telenovela deste verão…

…tem tudo para ser líder de audiências  
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Juiz Joaquim Manuel Silva é acusado por Ana Loureiro, dona de uma casa de acompanhantes e uma das principais vozes na luta pela legalização da prostituição em Portugal. Juiz diz que está a ser “atacado” por movimentos feministas.

  Notícia completa aqui



Publicado por Tovi às 11:27
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Sábado, 6 de Junho de 2020
Suspensão de funções do presidente da EDP

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A promoção das medidas de coação no designado processo EDP/CMEC (caso das rendas excessivas) foi apresentada ontem pelo procurador do processo ao juiz Carlos Alexandre. O juiz deverá decidir na próxima semana sobre este pedido do Departamento Central de Investigação e Ação Criminal (DCIAP).

 

   Comunicado do DCIAP com medidas de coação aos três arguidos

António Mexia - Suspensão do exercício de função em empresas concessionária ou de capitais públicos, bem como qualquer cargo de gestão/administração em empresas do GRUPO EDP, ou por este controladas, em Portugal ou no estrangeiro; Proibição de se ausentar para o estrangeiro com a obrigação de entregar o passaporte; Proibição de contactar, por qualquer meio, designadamente com arguidos e testemunhas; Proibição de entrada em todos os edifícios da EDP; Prestação de caução em valor não inferior a dois milhões de euros.

João Manso Neto - Suspensão do exercício de função em empresas concessionária ou de capitais públicos, bem como qualquer cargo de gestão/administração em empresas do GRUPO EDP, ou por este controladas, em Portugal ou no estrangeiro; Proibição de se ausentar para o estrangeiro com a obrigação de entregar o passaporte; Proibição de contactar, por qualquer meio, designadamente com arguidos e testemunhas; Proibição de entrada em todos os edifícios da EDP; Prestação de caução em valor não inferior a um milhão de euros.

João Conceição - Suspensão do exercício de função em empresas concessionária ou de capitais públicos, bem como qualquer cargo de gestão/administração em empresas do GRUPO REN, ou por este controladas, em Portugal ou no estrangeiro; Proibição de contactar, por qualquer meio, com arguidos; Subsidiariamente, e para o caso de não ser aplicada a referida medida de suspensão do exercício de função, o Ministério Público requer que o arguido preste um caução, de valor não inferior a 500 mil euros.

 


O maior acionista da EDP é a China Three Gorges, com 21,47% do capital. O segundo maior acionista é a espanhola Oppidum (7,19%), seguida da norte-americana BlackRock (4,51%) e da Norges Bank (2,2%).


Este processo 184/12 - inquérito aberto em 2012 no DCIAP, centrado em suspeitas de corrupção envolvendo a EDP e o antigo ministro Manuel Pinho - soma mais de uma dezena de arguidos. Além de António Mexia e do administrador da EDP João Manso Neto, também o antigo ministro Manuel Pinho é arguido, bem como o antigo presidente do Banco Espírito Santo (BES) Ricardo Salgado.


António Mexia poderá vir a ser acusado pelo MP de quatro crimes de corrupção ativa e um de participação económica em negócio (ligado ao projeto da barragem de Baixo Sabor). Para os procuradores, Mexia é suspeito de ter corrompido não só João Conceição e Manuel Pinho (com o patrocínio da EDP à Universidade de Colúmbia, onde o ex-ministro foi dar aulas), mas também o antigo diretor-geral de Energia Miguel Barreto (aprovando a compra, pela EDP, da participação que Barreto tinha na Home Energy por €1,4 milhões) e o ex-secretário de Estado da Energia Artur Trindade (com a sua nomeação para a liderança do Omip, o operador português do mercado ibérico de eletricidade, e com a contratação pela EDP do seu pai, já falecido, como consultor).



Publicado por Tovi às 07:53
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Segunda-feira, 11 de Maio de 2020
Tragédia numa freguesia de Peniche

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A comunicação social dava-nos a conhecer na manhã da passada quinta-feira que um menina de nove anos tinha desaparecido de casa de seu pai, em Atouguia da Baleia, em Peniche. A criança – Valentina – vivia permanentemente com sua mãe no Bombarral mas estaria a passar uma temporada com o seu pai, mais a madrasta e outras três crianças, uma de 12 anos, outra de quatro anos e ainda uma outra com meses. Durante três dias foram feitas buscas infrutíferas numa área de quatro mil hectares pela GNR, Bombeiros e muitos populares, mas no último domingo ficamos a saber que o corpo tinha sido encontrado morto, numa eucaliptal a cerca de seis quilómetros de Atouguia da Baleia, e o pai e a madrasta estavam detidos pela Polícia Judiciária. Em conferência de imprensa, o coordenador do Departamento de Investigação Criminal da PJ de Leiria, Fernando Jordão, referiu que o corpo da criança terá sido levado para uma zona de mato na Serra D'El Rei, em Peniche, onde foi tapado com arbustos. "Estamos a verificar o cenário da morte, mas claro que terá de ter acontecido em algum contexto de violência", disse o responsável, salientando que, "à partida" não terá sido uma morte acidental.

 

   17h00 de hoje

O pai e a madrasta suspeitos da morte da criança de nove anos, em Atouguia da Baleia, Peniche, só deverão ser ouvidos por um juiz de instrução criminal, no Tribunal de Leiria, na terça-feira de manhã. A autópsia da criança já se terá realizado e o relatório preliminar (o relatório final da autópsia ainda deverá demorar mais algum tempo) poder-se-á juntar ao inquérito na terça-feira, podendo ser mais um contributo para confrontar os suspeitos sobre a forma como a criança morreu.

 

  22h00 de hoje

 O resultado preliminar da autópsia de Valentina, encontrada morta em Atouguia da Baleia, no concelho de Peniche, aponta para uma morte violenta, com lesões na cabeça e indícios de asfixia.

 


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“Fazer tudo isto sobre a tragédia que é o cadáver de uma criança inocente, é um condenável exercício de necrofilia, só ao alcance do pior dos abutres.” – Tem toda a razão o meu amigo que escreveu isto… apesar da dor que todos sentimos perante a brutalidade deste assassínio.

   Comentários no Facebook

 Eduardo Vasques de Carvalho - Sem ser simpatizante do André Ventura, admiro o modo politicamente incorrecto como diz "aquilo" que muitos pensam mas não dizem. A forma como os pseudo democratas se servem do governo para dizerem o politicamente correcto mas actuarem como uma ditadura de esquerda só tem valorizado o CHEGA e com o medo que o povo abra os olhos e por desgaste se virem para o outro extremo, até tentam ilegalizar o direito à liberdade de expressão.

Carla Molinari - Ditadura será sempre ditadura, seja da direita ou da esquerda, e limita as nossas vidas e impõe regras unilaterais. O que interessa ter liberdade de expressão se a liberdade de viver a nossa vida se torna inviável ?

David Ribeiro - O que está em causa neste meu post é o aproveitamento político desta tragédia, apesar da repugnância que este crime gera. Como dizia o meu amigo autor do texto citado: “É a diferença entre o homem moralmente sofisticado e o primitivismo impulsivo. É a diferença entre a civilização e a barbárie. É a opção consciente de não nos pormos no patamar do criminoso.”

 

   11h50 de 13mai2020

O Tribunal de Leiria decretou prisão preventiva para o pai e madrasta de Valentina, a menina de 9 anos encontrada morta em Peniche. Sandro Bernardo está acusado do homicídio qualificado e violência doméstica. Márcia está igualmente acusada de homicídio qualificado. Ambos os arguidos estão ainda acusados do crime de profanação de cadáver.



Publicado por Tovi às 13:57
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Quinta-feira, 16 de Abril de 2020
Licenciamentos da Arcada na Arrábida

A f i n a l . . . 

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Tribunal dá razão à Câmara do Porto quanto a licenciamentos da Arcada na Arrábida

Desde 2001 que um projeto urbanístico junto à Ponte da Arrábida provocou várias polémicas. Depois de anos de litigância, a Câmara Municipal do Porto decidiu, em 2009 durante um mandato PSD/CDS, que eram legítimas as pretensões de um promotor para construir. Quando tomou posse em 2013, o atual presidente da Câmara herdou, por isso, um processo antigo e aprovado.
O arquiteto Manuel Correia Fernandes, vereador do PS que deteve o pelouro entre 2013 e 2017, promoveu junto do empreendedor alterações ao projeto. Em 2017 e 2018, os arquitetos Rui Loza e Pedro Baganha, vereadores independentes, assumiram os atos finais de licenciamento.
Decorria a obra normalmente, quando sobre ela se lançou um conjunto de dúvidas e processos judiciais, que levaram ao alarme e ao embargo da obra pelo Ministério Público.
(…) o Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto deu razão ao Município do Porto, absolvendo-o (Proc. n.º 62/19.7BEPRT) de tudo em que vinha acusado, dando como boa a aprovação do Pedido de Informação Prévia e dos consequentes licenciamentos (…).

  Notícia completa aqui

 

  COVID-19 - Situação em Portugal e Região Norte

18841 casos confirmados (11237 na Região Norte)
629 mortos (355 na Região Norte)
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Publicado por Tovi às 11:06
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Sexta-feira, 6 de Março de 2020
Acabou o primeiro capítulo da “telenovela” Luís Grilo

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Após 14 sessões de um julgamento que arrancou em setembro do ano passado, o Tribunal de Loures, constituído por juízes e jurados, anunciou no passado dia 3 de março a sentença de Rosa Grilo e António Joaquim. O tribunal deu como provado que Rosa Grilo matou o marido, Luís Grilo, e condenou-a a 25 anos de prisão, a pena máxima prevista na lei. António Joaquim, o homem com quem Rosa Grilo tinha uma relação extraconjugal e que estava acusado de co-autoria do homicídio, foi absolvido desse crime e do crime de profanação de cadáver. Acabou por ser condenado apenas a 2 anos de prisão — com pena suspensa — por posse de arma proibida. Rosa Grilo foi ainda condenada a pagar 42 mil euros de indemnização ao filho e ainda a uma pena acessória de indignidade sucessória. Quer isto dizer que a viúva não poderá usufruir do valor de cerca de meio milhão de euros dos seguros de vida do triatleta Luís Grilo.
A advogada de Rosa Grilo, Tânia Reis, já anunciou entretanto que vai recorrer da decisão. O Ministério Público também vai recorrer da absolvição de António Joaquim. Ou seja, vamos ter segundo capítulo desta triste “telenovela”.



Publicado por Tovi às 07:14
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Quarta-feira, 4 de Março de 2020
Bai tudo dentro, carago!...

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  Revista 'Sábado'

(...) as revelações feitas por Rui Pinto, no caso Football Leaks, estão a ser úteis para esta investigação. (...) a suspeita principal é a de que “clubes, sociedades anónimas desportivas, administradores, jogadores, treinadores, diretores desportivos, agentes e advogados recorreram a alegados documentos contabilísticos fictícios para empolar custos”.

  CMTV ás 10h10

Juiz Carlos Alexandre presente nas buscas ao escritório na cidade do Porto do advogado Osório de Castro.

  Comunicado da Autoridade Tributária - Operação 'Fora de Jogo'

No âmbito da investigação de diversos processos-crime instaurados por suspeitas da prática de atos passíveis de configurar ilícitos criminais de Fraude e Fraude Qualificada a Inspeção Tributária e Aduaneira da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), através da Direção de Serviços de Investigação da Fraude e de Ações Especiais (DSIFAE), na qualidade de Órgão de Polícia Criminal, colocou no dia de hoje, em curso a "Operação Fora De Jogo" que se consubstancia no cumprimento de 76 Mandados de Busca, sendo 40 Mandados de Busca Domiciliária e 5 Mandados de Busca a Escritório de Advogados levados a cabo por cerca de 102 Inspetores Tributários e Aduaneiros, com o apoio operacional de 182 militares da Unidade de Ação Fiscal da GNR.
As investigações nos indicados processos-crime são da responsabilidade e têm a direção do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), cuja intervenção direta na Operação se traduz na presença de 9 Magistrados do Ministério Público e 7 Magistrados Judiciais nos locais de busca.
Os factos sob investigação e que motivaram a instauração dos processos em causa, tiveram origem em diversos procedimentos de inspeção levados a cabo desde o ano 2015 pela Autoridade Tributária e Aduaneira, e por esta impulsionados, com base na informação disponível internamente, no âmbito de negócios relacionados com o universo do futebol profissional.
Os mesmos negócios terão visado ocultar ou obstaculizar a identificação dos reais beneficiários finais dos rendimentos subtraindo-os, por estas vias, ao cumprimento das obrigações declarativas e subsequente tributação devida em Portugal.
A informação voltará a ser atualizada mais tarde, com um balanço da operação.

 


Foram constituídos 47 arguidos no âmbito da operação Fora de Jogo. Entre os arguidos - 24 pessoas coletivas e 23 pessoas singulares - constam jogadores de futebol, agentes ou intermediários, advogados e dirigentes desportivos. Há suspeitas de crimes de fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais. 



Publicado por Tovi às 09:45
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Sábado, 22 de Fevereiro de 2020
Muito bem...

...como não poderia deixar de ser.
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Publicado por Tovi às 07:44
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Quarta-feira, 19 de Fevereiro de 2020
Inadmissível…

…a ser verdade o que hoje veio a público. 

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Notícia do Correio da Manhã



Publicado por Tovi às 21:19
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Sábado, 15 de Fevereiro de 2020
Rui Pinto tentou dar provas à Justiça

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Lendo com atenção as declarações dos advogados de Rui Pinto começa a ser ensurdecedor o silêncio do Ministério Público sobre o manancial de informação na posse do hacker português, que deveria sem qualquer dúvida ser utilizado em investigações de alegados crimes. E o facto de Rui Pinto estar em prisão preventiva não me parece ser nesta altura o mais importante da coisa… até pode ser a forma mais segura de manter vivo e de boa saúde o jovem português.

   Notícia do Público

 

   Hoje... no Porto

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Publicado por Tovi às 09:58
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Terça-feira, 11 de Fevereiro de 2020
Agora?...

...já devem estar todas sequinhas. 

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Publicado por Tovi às 22:22
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Segunda-feira, 10 de Fevereiro de 2020
Lembram-se da Paula do Lagarteiro?

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Gostava era de ouvir agora aqueles socialistas portuenses & C.ª que andaram com ela ao colo quando a Paula do Lagarteiro “exigia” voltar para um apartamento num bairro camarário.

   Notícia do JN de ontem

 

   Comentário de Pedro Baptista no Facebook

A vítima-heroína da "esquerda" da ganza do Porto, do BE, do PS e de toda a nacional-putaria, com a Interpol atrás, ao que nos narra o JN! Não há direito da Câmara do Porto não querer sustentar a parasitagem da "esquerda" do chuto. Deveríamos alojá-los e pagar-lhes o charro e a pica do dia a dia, direito humano e social da boa gente, tal como o erário público paga os abastecimentos nos acampamentos de verão que tantos votos rendem a esta gente... Também deveríamos garantir instalações ao que ascenderam na nomenklatura do tráfico, a distribuidores, armazenistas, contabilistas e investidores... Se alguns ideólogos, como o Pizarrote, do Cabaret PS, já andam pelo parlamento europeu, podemos ter a certeza, ou pelo menos a esperança, de que chegarão a deputados de Lisboa e, então, todos poderemos levantar voo...
Alguém tem de dizer a toda esta corja, que NÂO:
A DROGA NÃO É UM DIREITO HUMANO OU SOCIAL, É UMA DESGRAÇA QUE MATA E ESCRAVIZA MILHÕES APENAS PARA PROVEITO DOS MAIORES CRIMINOSOS DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE. A GANZA NÃO É DE ESQUERDA, ANTES PELO CONTRÁRIO!



Publicado por Tovi às 07:14
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Quarta-feira, 29 de Janeiro de 2020
Novas revelações sobre homicídio do triatleta

Algo me diz que a atuação do Ministério Público em toda esta "telenovela" vai demonstrar a fragilidade de algumas investigações em Portugal.

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Uma testemunha entregou uma carta em tribunal onde diz que viu o triatleta Luís Grilo a ser assassinado. O autor da carta diz ser amigo de António Joaquim e conta que assistiu ao crime. "Eu vi quem matou o Sr. Luís Grilo. Foi o António Joaquim quem matou. Eu vi tudo à minha frente, o que ele fez com a D. Rosa Grilo", escreveu a testemunha acrescentando que Rosa deu com um pau na cabeça do marido e que António Joaquim lhe pôs uma almofada na cabeça e que lhe deu dois tiros. Ainda na mesma carta, o homem conta que foi com o "amigo" António Joaquim até um descampado onde o amante de Rosa abandonou o corpo. Aí, esta testemunha diz ter sido ameaçada. "Disse que se eu contasse me fazia o que fez ao Sr. Luís Grilo", revelou.



Publicado por Tovi às 07:21
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