"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 14 de Junho de 2018
Uma visão lúcida da crise no Sporting

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   João Baptista Vasconcelos Magalhaes no Facebook

Há uma falácia nos argumentos da Sra. Dra. Elsa Judas e do Dr. Bernardo Trindade Barros, quando dizem “quem manda são os sócios”. Os sócios estão organizados por um vinculo institucional. Fora desse vínculo são apenas um somatório de pessoas. Só mandam através dos seus órgãos, nos quais delegaram poderes. O órgão em quem delegaram poderes para os representarem é a assembleia geral. É pela convocação do presidente da assembleia-geral que os sócios são chamados a pronunciarem-se sobre os pontos da ordem de trabalhos que é fixada. A Sra. Dr.ª Elsa Judas e o Sr. Dr. Bernardo Trindade Barros falam dos Sócios como Robespierre falou do povo. E todos sabemos no que isso deu!



Publicado por Tovi às 14:04
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Quarta-feira, 13 de Junho de 2018
Continua a crise no Sporting

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Ainda há jogadores no Sporting?

Bruno foi suspenso pela Comissão de Fiscalização do Sporting. Agora é que vai ser.

P u t a t i v a m e n t e ! . . . LOL

Se eu fosse sportinguista tinha hoje ficado PUTATIVAMENTE esclarecido.

Assim de repente está a parecer-me mais difícil tirar o Bruno do poleiro que provar as culpas do Sócrates.



Publicado por Tovi às 22:25
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Sexta-feira, 8 de Junho de 2018
Concertar o que os romenos estragaram

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Fui tomar a minha chávena de café matinal à varanda e vi dois diligentes serralheiros a concertar o que os romenos estragaram. E dei comigo a pensar que bonito era mandar-se a conta destas despesas para a embaixada romena... é que isto, além dos incómodos, custa dinheiro.

 

   20h00 de 8Jun2018

Colocaram nova rede mas os romenos estão a montar a tenda do lado de fora, junto dos passeios para peões... e polícia nem vê-la.

   21h00 de 8Jun2018

A polícia chegou e está a correr com eles.

   22h00 de 8Jun2018

Incrível... uma hora depois de terem sido corridos pela polícia já cá estão todos novamente.



Publicado por Tovi às 09:18
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Quinta-feira, 7 de Junho de 2018
Quem é que pode chamar a polícia?

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Se durante a minha ausência de casa alguém entrar no meu espaço privado e um vizinho contactar com a polícia a relatar o facto, só tenho que agradecer, não é verdade?... Pois nestes dias a PSP disse-me que a participação que estava a fazer sobre vários romenos a entrar em zona vedada e propriedade da Metro do Porto, não tinha razão de ser e que teria de ser o proprietário a relatar os factos. É estranho, não é?

 

   Comentários no Facebook

«Cristina Vasconcelos Porto» - É descabido!

«Manuel Matos» - Não só é estranho como é vergonhoso. Nesse caso, porque não pedir o livro de reclamações? A polícia só tem que recebera denúncia e actuar, não tem que fazer juízos de valor sobre a mesma.

«Raul Vaz Osorio» - Chama-se cobardia

«David Ribeiro» - Claro que perante a minha insistência e desagrado pela resposta recebida acabaram por se desculpar com falta de meios. E um hilariante e repetido comentário: "Esse assunto não é um caso de polícia, é um caso político".

«Mario Azevedo» - Valha-nos que a Polícia não tenha dito que era um caso de xenofobia.

«David Ribeiro» - Também já me disseram... "aí na sua zona devem ser todos xenófobos, já é o terceiro que nos liga na última hora". Ouviu das que não quis... depois pediu desculpa.

«Rui Lima» - Será que o comando da PSP sabe destas situações? E O SEF ? É que existe um regulamento para um estrangeiro residir em Portugal e na União Europeia. 1º Documentos, 2º Meios de subsistência, depois há uma série de itens entre os quais um que se chama em linguagem Portuense " xatear" este último dá muito resultado, aplica-se ás prostitutas que andam pela Av. da Boavista , arrumadores etc . Ouvi dizer que roubaram uns patos do Jardim do Carregal ......

«Jose Riobom» - Para mim já estás na lista negra...estás a perturbar a ida aos frangos no churrasco da PSP...😂😂😂😂

«David Almeida» - Depois vêm dizer que a criminalidade está a aumentar, nomeadamente os assaltos a residências e que não percebem o fenómeno...

«Carlos Vale Pereira» - São muitas razões para esse procedimento: Foram as sucessivas mudanças de leis e código penal, as desautorizações constantes à PSP (A Municipal é só para multas e fechar ruas!!), muitas delas partindo dos próprios polícias, o aparecimento dos sindicatos, e é verdade, a escassez cada vez maior de meios. Por isso quanto menos fizerem, melhor!!!! É evidente que discordo desde estado de coisas mas fomos nós ao longo de décadas que o fomos alimentando. É triste!



Publicado por Tovi às 20:13
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Segunda-feira, 21 de Maio de 2018
Prisão preventiva para os agressores em Alcochete

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Na tarde de ontem foi conhecida a decisão do Ministério Público de pedir prisão preventiva para os 23 arguidos das agressões verificadas na Academia de Alcochete. Hoje o Juiz de Instrução Criminal do Tribunal do Barreiro considerou "que se verificam os pressupostos objetivos e subjetivos dos tipos de crimes que lhes são imputados" e confirmou os perigos invocados pelo Ministério Público, para justificar a medida de coação mais gravosa.



Publicado por Tovi às 20:16
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Quarta-feira, 16 de Maio de 2018
Corrupção no Sporting

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(Inspectores da PJ fizeram buscas em Alvalade e André Geraldes foi detido)

Após buscas à SAD do Sporting em Alvalade logo pela manhã desta quarta-feira, a Polícia Judiciária, através da Directoria do Norte e no âmbito de inquérito dirigido pelo Ministério Público – DIAP do Porto, emitiu um comunicado em que confirmou a detenção de quatro pessoas no âmbito da Operação 'Cash-Ball', indiciadas por "corrupção no desporto", no âmbito da investigação às suspeitas de corrupção relativamente ao título de campeão de andebol do Sporting em 2016/17. A investigação atinge também o futebol, existindo seis jogos do Sporting que estão sob investigação: com o V. Guimarães, Feirense, Chaves, Tondela, Aves e Estoril. Os quatro detidos são André Geraldes, director de futebol do Sporting, os empresários Paulo Silva e João Gonçalves, e Gonçalo Rodrigues, funcionário dos leões e ex-braço direito de Geraldes no gabinete de apoio ao atleta. No caso do andebol, em causa estará um alegado esquema de corrupção de árbitros, com crimes praticados pelos empresários Paulo Silva (dedicava-se à prospecção de jogadores de futebol) e João Gonçalves, com ligações a funcionários do Sporting, como Gonçalo Rodrigues e André Geraldes, ambos do gabinete de apoio ao atleta. A investigação , documentada com a gravação de trocas de mensagens de voz através da aplicação Whatsapp, denuncia um esquema viciando o campeonato 2016/17. O principal implicado é Paulo Silva, que, em declarações àquele diário, assume-se autor de corrupção activa. Por exemplo, revelou ter comprado, por 2.000 euros, os árbitros do decisivo Benfica-FC Porto, de 20 de maio de 2017, que os encarnados venceram 28-27, resultado que deixou o Sporting na frente da tabela.



Publicado por Tovi às 17:33
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Terça-feira, 15 de Maio de 2018
Violência na Academia de Alcochete

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Inadmissível que cerca de 50 adeptos sportinguistas tenham invadido a Academia de Alcochete e agredido com violência jogadores e equipa técnica. E Bruno de Carvalho ficou-se por um lacónico “foi chato... o crime faz parte do dia-a-dia”.



Publicado por Tovi às 23:20
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Sexta-feira, 11 de Maio de 2018
Deve ter-lhe saído no euromilhões

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Publicado por Tovi às 10:48
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Segunda-feira, 7 de Maio de 2018
A tragédia de Sócrates

Já não se pode confiar nas namoradas  

 

  Fernanda Câncio no DN de hoje

fernanda câncio.jpg"Isto ultrapassa os limites do que é aceitável no convívio pessoal e político", diz Sócrates. "É uma injustiça." E tem toda a razão. Ultrapassou mesmo todos os limites.
Vamos tentar uma coisa muito difícil: vamos esquecer que José Sócrates está acusado de uma série de crimes particularmente graves. Vamos esquecer o processo judicial e seus procedimentos, o aproveitamento político-partidário da questão, o comportamento de alguns media. Assentemos apenas em que, depois de ter sido primeiro-ministro sete anos e estabelecido residência em Paris durante algum tempo, de serem levantadas dúvidas sobre como conseguia sustentar-se e de o próprio assegurar denodada e indignadamente que o fazia graças a um empréstimo bancário e à ajuda da mãe, se soube que afinal as suas despesas eram suportadas por um amigo empresário - e em molhos de notas, à sorrelfa.

Vamos ignorar tudo menos isto: um ex PM que tratava como insulto qualquer pergunta ou dúvida sobre a proveniência dos fundos que lhe permitiam viver desafogadamente; que recusou receber pela sua prestação como comentador na RTP de 2013 a 2014; que ostentou, na saída do governo, a rejeição da subvenção vitalícia a que tinha direito por ser deputado eleito desde 1987 (e que agora está a receber), não teve afinal, desde que abandonou o governo até janeiro de 2013, quando se anunciou consultor da Octapharma, outros meios de subsistência senão o dinheiro do amigo (à generosidade do qual terá continuado a apelar mesmo quando auferia um ordenado de mais de 12 mil euros brutos por mês). Ou seja, fingiu ante toda a gente que tinha fortuna de família, rejeitando até rendimentos a que tinha direito como alguém que deles não necessitava. Urdiu uma teia de enganos. Mentiu, mentiu e tornou a mentir.
Mentiu ao país, ao seu partido, aos correligionários, aos camaradas, aos amigos. E mentiu tanto e tão bem que conseguiu que muita gente séria não só acreditasse nele como o defendesse, em privado e em público, como alguém que consideravam perseguido e alvo de campanhas de notícias falsas, boatos e assassinato de caráter (que, de resto, para ajudar a mentira a ser segura e atingir profundidade, existiram mesmo). Ao fazê-lo, não podia ignorar que estava não só a abusar da boa-fé dessas pessoas como a expô-las ao perigo de, se um dia se descobrisse a verdade, serem consideradas suas cúmplices e alvo do odioso expectável. Não podia ignorar que o partido que liderara, os governos a que presidira, até as políticas e ideias pelas quais pugnara, seriam conspurcados, como por lama tóxica, pela desonra face a tal revelação.
Este comportamento, que o próprio admitiu na primeira entrevista que deu a partir da prisão, sem, frise-se, pelo engano e mentira fazer qualquer ato de contrição, dar qualquer satisfação - e qual seria possível ou passível de satisfazer, diga-se - chegaria para clarificar a absoluta ausência de respeito pela verdade, pelas pessoas e por isso a que se dá o nome de bem comum de que padece José Sócrates.
E chegaria, devia chegar, para que qualquer pessoa, seja ou não do seu partido, reconheça que esta total deslealdade e falta de seriedade é suficiente para fazer um juízo ético e político sobre a sua conduta. Não é preciso falar de responsabilidades criminais, mesmo se a conduta descrita implica questionar por que carga de água um empresário pagaria, durante tanto tempo e sem aparente limite, as despesas de um amigo que tivera tais responsabilidades políticas, e por que motivo, se se trata de algo que o próprio vê tão sem problemas, isso foi cuidadosamente escondido não só do país como dos próximos.
Fazer publicamente esse juízo ético, no clima de caça às bruxas que se instalou após a revelação das mentiras de José Sócrates e das acusações de que é alvo, não é fácil. Quem sinta esse impulso, se for pessoa de bem, não pode deixar de ter pudor em bater em quem está por terra e temer ser confundido com a turba que clama por linchamento.
E para o seu partido -- um partido no qual Sócrates foi tão importante, até por ter sido o primeiro líder a conquistar uma maioria absoluta, e no qual tem ainda apoiantes que pelos vistos não se sentiram traídos com as suas mentiras nem acham nada de errado em um dirigente partidário e ex governante viver secretamente às custas de um empresário -- não era fácil declarar o óbvio. A saber, que independentemente de qualquer responsabilidade criminal alguém que age assim tem de ser persona non grata.
O PS esperou muito para o fazer e na verdade nem o fez bem. A sequência de declarações de dirigentes foi confusa e falou de suspeitas criminais - que estão por provar -- em vez de se centrar no iniludível: a assunção do próprio de que andou deliberadamente a enganar toda a gente. Confusas ou não, porém, as declarações levaram o ex-líder a finalmente libertar o partido do terrível peso da sua presença simbólica.
Mas, claro, José Sócrates sai vitimizando-se, falando de "embaraço mútuo" e ameaçando, segundo o Expresso, "vingar-se" - aventa mesmo "um amigo" que poderá "usar escutas a que teve acesso como arguido". Chocante, porém não surpreendente. De alguém com uma tal ausência de noção do bem e do mal, que instrumentalizou os melhores sentimentos dos seus próximos e dos seus camaradas e fez da mentira forma de vida não se pode esperar vergonha. Novidade e surpresa seria pedir desculpa; reconhecer o mal que fez. Mas a tragédia dele, que fez nossa, é que é de todo incapaz de se ver.



Publicado por Tovi às 16:31
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Segunda-feira, 16 de Abril de 2018
A Máfia do Pinhal

600_5ad10d7b0cf2c09c9a155f57.jpgA jornalista Ana Leal (com imagens de Romeu Carvalho e montagem de João Ferreira) tornou público na TVI o acto criminoso que está por trás do grande incêndio do Pinhal de Leiria entre 15 e 16 de Outubro do ano passado. Segundo esta reportagem o incêndio que consumiu 86% desta mata florestal do Estado terá sido planeado em reuniões secretas numa cave de um restaurante no mês anterior por madeireiros, empresários e fábricas de compra e venda de madeira, tendo sido também combinados na altura os preços da madeira consumida. A reportagem assinada pela Ana Leal revela que “o pinhal estava armadilhado” com vasos de resina com caruma no interior para iniciar as chamas. Embora não se tenham registado vítimas mortais na região do Pinhal de Leiria, os incêndios de Outubro provocaram 49 mortos e cerca de 70 feridos no país, além de terem destruído 1.500 casas e 500 empresas.

Vamos lá ver no que isto vai dar



Publicado por Tovi às 08:39
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Sábado, 7 de Abril de 2018
Lula da Silva foi preso

Diz o New York Times... interessante ler.

Ex-President ‘Lula’ of Brazil Surrenders to Serve 12-Year Jail Term

(By Shasta Darlington reported from São Paulo, Ernesto Londoño from Rio de Janeiro, and Manuela Andreoni from Curitiba, Brazil)

merlin_136519266_7a03e520-a1eb-48d6-9d31-b16182a9fCURITIBA, Brazil — After vowing for months that a conviction on corruption charges would not stand in the way of his bid for a third term as Brazil’s leader, former President Luiz Inácio Lula da Silva surrendered to the police on Saturday evening to begin serving a 12-year sentence.
His imprisonment was an ignominious turn in the remarkable political career of Mr. da Silva, the son of illiterate farmworkers who faced down Brazil’s military dictators as a union leader and helped build a transformational leftist party that governed Brazil for more than 13 years.
His detention was also a momentous development in the coming election in Brazil, upending the race to replace President Michel Temer in October.
Having carved out a sustained and ample lead in the polls, Mr. da Silva promised his followers that the Workers’ Party could once again wrest control of Brazil’s destiny, and prioritize policies to narrow the country’s steep inequality.
Succeeding would have been a stunning comeback after the 2016 impeachment of Mr. da Silva’s handpicked successor, Dilma Rousseff. She was replaced by Mr. Temer, a deeply unpopular center-right politician who also stands accused of corruption.
Mr. da Silva is the first former Brazilian president to be remanded into custody since democracy was restored in the mid-1980s and the first former president to have been convicted of corruption.
His imprisonment represents perhaps the biggest triumph in the yearslong effort by a team of crusading judges and prosecutors to upend the endemic graft that has long been a staple of politics and deal making in Brazil.
Before surrendering to federal police authorities, Mr. da Silva, 72, accused prosecutors and judges of knowingly pursuing a baseless case against him.
“I do not forgive them for creating the impression that I am a thief,” an indignant Mr. da Silva, sounding hoarse, told a throng of gathered outside a metalworkers union headquarters outside of São Paulo. For hours on Saturday, in a tense standoff, his ardent supporters had physically blocked his surrender, before finally allowing him to leave.
The prosecution, Mr. da Silva charged, was an effort to thwart his vision of a country in which ever more poor people could enroll in universities, go on vacation and buy cars and homes.
“If that was the crime I committed, I want to say that I will continue being a criminal because we’re going to accomplish much more,” Mr. da Silva shouted to a crowd that had spent much of the morning chanting that he should not surrender.
During his last hours of freedom, Mr. da Silva appeared to acknowledge that his political career is over — at least for now.
“You will have to transform yourselves,” he told supporters. “They must know that the death of a combatant doesn’t end a revolution.”
Months away from Election Day, Brazil’s political left now finds itself without an obvious standard-bearer.
Mr. da Silva did not anoint a successor to take his place on the ballot, suggesting that Workers’ Party leaders have yet to decide who stands the best chance of filling the void.
But, notably, he did single out for compliments two leftist presidential hopefuls from other parties who were with him on stage, Manuela d’Ávila and Guilherme Boulos.
Other candidates who remain in the race include Jair Bolsonaro, a far-right lawmaker who has campaigned on a promise of resorting to harsh tactics to restore security in areas plagued by violence; and a former environmental minister, Marina Silva, who supports the judiciary’s crackdown on corruption and an overhaul of the political system.
But by ending the presidential candidacy of a leader who remains beloved across much of the country, the move by judicial authorities may have called into question the fairness of the October election.
Daniel Aarão Reis, a professor of contemporary history at Federal Fluminense University, said that while Mr. da Silva’s prosecution was procedurally sound, it is likely to further shake Brazilians’ faith in democracy, particularly if political rivals who also stand accused of wrongdoing, manage to escape accountability.
“It worries me because, whether or not the people who provoked this situation meant it, it’s a blow to democracy,” he said. “Democracy is living a moment of very little prestige.”
“No citizen is above the law, and no one, regardless of how important a leader he may have been, or what position he once held, is entitled to make a mockery of justice,” Brazil’s National Association of Prosecutors said in a statement issued Saturday night. “Institutions are the pillars of democracy.”
Mr. Bolsonaro’s reaction to the arrest was minimalist: He tweeted an image of the Brazilian flag.
Mr. da Silva left power in 2011 with extraordinarily high approval ratings at home and a reputation as an effective diplomatic mediator abroad.
Washington initially viewed his rise with apprehension, but his rock star status appeared at its peak when President Obama, during a meeting of heads of state in London in 2009, called Mr. da Silva “the most popular politician on Earth.”
Brazil appeared to be on a breathtaking rise when Mr. da Silva left office in 2011, poised to cash in on new, enormous oil reserves, and revel in the spotlight that the 2014 World Cup and the 2016 Olympic Games in Rio de Janeiro would cast on the country of almost 210 million people.
But his party’s legacy was marred in 2014, when prosecutors began unraveling a giant, convoluted kickback scheme as part of an investigation that became known as Lava Jato, or Car Wash, that has so far resulted in the conviction of 120 people and billions of dollars in restitution payments.
The investigation crippled the state-run oil company, Petrobras, and the giant construction firm, Odebrecht, and contributed to a devastating recession that paved the way for Ms. Rousseff’s impeachment, which deeply polarized Brazilians.
The charges Mr. da Silva were convicted of were a small chapter in the annals of Lava Jato. He was found guilty last July of accepting a seaside apartment in return for contracts awarded to the construction company O.A.S.
After a three-judge panel upheld the conviction in January, Mr. da Silva asked the country’s two top courts to allow him to remain free while other appeals were considered, but his petitions were rejected.
Mr. da Silva is slated to start serving the sentence in a specially configured cell at the federal police headquarters in the southern city of Curitiba, a building he was on hand to inaugurate as president in 2007.
Mr. da Silva’s legal team said Saturday night that he would continue to appeal his conviction before Brazil’s top courts. He is a defendant in at least seven other cases.
Mr. da Silva will be detained in a small bedroom with a simple, wooden bed, a small table and two windows on the fourth floor of the building.
As news of his arrest broke shortly before 7 p.m., some Brazilians who opposed his re-election celebrated across the country by setting off fireworks and honking horns.
“Decent Brazilians are celebrating this historic moment. Justice has been served,” João Doria, a former mayor of São Paulo, who is believed to have presidential aspirations, said in a statement.
Supporters saw his imprisonment as a tragic end of an era that had brought enormous hope and pride to Brazil.
“Brazil went from having the pop star of international politics to having a supporting actor for a vampire film,” the former foreign minister Celso Amorim said, referring to a parody of Mr. Temer by a samba school during the recent Carnival parade in Rio de Janeiro. “We get really sad.”
Opposing groups of protesters awaited Mr. da Silva’s arrival outside the building where he will be held in Curitiba.
A few hundred supporters wearing the Workers’ Party trademark red chanted to the beat of drums “Free Lula,” and sang a jingle from his first presidential campaign in 1989.
A smaller group of critics of the former president, meanwhile, beat pots and pans as they chanted: “Lula, you thief, your place is in prison.”



Publicado por Tovi às 23:08
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Segunda-feira, 19 de Março de 2018
Ainda não parei de rir

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Publicado por Tovi às 10:15
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Sexta-feira, 23 de Fevereiro de 2018
Rúben Semedo em prisão preventiva

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Rúben Semedo, o futebolista português que jogava actualmente em Espanha pelo Villareal CF, como defesa-central e médio-defensivo, nasceu na Amadora em 4 de abril de 1994. Em fevereiro de 2017 era titular na defesa do Sporting e visto como o futuro da Selecção Nacional. Mas em fevereiro de 2018 está em prisão preventiva acusado de vários crimes, entre os quais tentativa de homicídio e posse ilegal de arma. Será só más companhias?

 

   Comentários no Facebook

«Zé Carlos»Pois, desde que chegou a Espanha tem sido uma espiral de problemas que acabou da pior forma possível. Esta história das más companhias sempre foi uma desculpa de certas mãezinhas. As pessoas dão se com quem encontram pontos em comum e os resultados aparecem.



Publicado por Tovi às 15:18
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Quinta-feira, 15 de Fevereiro de 2018
Pedro Dias falou hoje em Tribunal

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A argumentação final de Pedro Dias é realmente infame. Até custa a acreditar que tenha a representá-lo advogada do gabarito de Mónica Quintela.

 

  Comentários no Facebook

«David Ribeiro» - Após um crime de assassinato do tipo destes, além da pena devida é importante as indemnizações, que não trazem os mortos de volta mas que podem colmatar situações complicadas que o desaparecimento abrupto provoca.

«Jorge Veiga» - Se não tiver para pagar, quem paga é o Estado?

«David Ribeiro» - Sim, é verdade. Mas ele tem... ao que dizem.

«Jorge Veiga» - Dizem? Não chega.....

«David Ribeiro» - Mas o tribunal se encarregará de saber, se é que já não inventariou os seus bens. Os advogados de acusação têm por hábito nestes casos pedirem logo no início o arresto dos bens do arguido.



Publicado por Tovi às 23:01
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Sexta-feira, 2 de Fevereiro de 2018
Processos mediáticos na Justiça

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Andávamos todos cá pelo Jardim-à-Beira-Mar-Plantado a clamar por uma Justiça que chegasse aos poderosos e quando estão a decorrer três processos de grande importância – Processo Marquês com José Sócrates, ex-primeiro-ministro; Processo Fizz com o ex-procurador Orlando Figueira; Operação Lex com o juiz desembargador Rui Rangel - aqui d’el rei que a Procuradoria-Geral da República está a exagerar. É certo que a culpa da constante violação do segredo de justiça só pode ser imputada aos agentes do Ministério Público, mas por outro lado também é verdade que de outra forma nunca ninguém sabia o que se passava nomeadamente com os mediáticos casos de corrupção. Era tempo dos senhores procuradores encontrarem uma forma real e séria de dialogarem com a sociedade civil e não se fecharem nos seus gabinetes durante o tempo em que estes processos não chegam a tribunal.

 

  Comentários no Facebook

«António Conceição» - Tomemos outro caso importante que envolve igualmente um ex-ministro: o dos vístos gold. A relativa discrição com que tem sido tratado devia ser a regra.

«Augusto Duarte Silva» - Mas nesse caso, quando foram detidos os investigadores já tinham as provas todas (9 meses sem fugas) nos outros, são presentes a Juiz e depois vão procurar mais provas

«Jota Caeiro» - os media constroem verdades em função específica dos seus objectivos e necessidades. o que verificamos, no seio desses media, é que existem 'servidores' para cada um dos interesses que resultam de cada caso: nós não tomamos contacto com a realidade, que nos ultrapassa desta maneira. lidamos com mentira e rodeio, do agendamento á análise pouco aturada dos factos. é com estes factos, nada rigorosos, que os procuradores tem de lidar e, face a este imbróglio, preferem 'sujeitar-se ao silencio'. pois as mensagens que pretenderiam fazer passar iriam ser 'trabalhadas', manipuladas, segundo os critérios pouco claros dos jornalistas...



Publicado por Tovi às 23:25
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