"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Segunda-feira, 16 de Novembro de 2020
Os LOBOS BONS de Montesinho
Gostava de ver um lobo? É difícil, pois eles ainda fogem mais de nós do que nós deles. Mas nada como tentar. O Nordeste transmontano é a nossa aposta.
 
   “Expresso/Revista E” deste último fim-de-semana
Expresso abb.jpg


Publicado por Tovi às 07:51
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Quarta-feira, 27 de Maio de 2015
Domesticação do Cão

Cão com homem das cavernas.jpgNo jornal Público de 23Mai2015 podemos encontrar um artigo científico publicado na revista Current Biology - “Domesticação do cão iniciou-se há pelo menos 27.000 anos” - em que a equipa do geneticista Love Dalén, do Museu Sueco de História Natural, nos afirma ser o cão descendente do lobo e essa separação ter começou há muito mais tempo do que se pensava até agora. Na posse de parte de uma costela de um lobo datada por radiocarbono com 35 mil anos e encontrada em 2010 no solo congelado (permafrost) da Sibéria, na península de Taimir, esta equipa de cientistas sequenciaram o genoma retirado do osso e ao compararem-no com o de cães e lobos actualmente existentes verificaram que, embora fosse um lobo, já estaria numa fase intermédia para o cão, muito próxima do aparecimento da linhagem do cão doméstico propriamente dito. É provável que o lobo antigo agora estudado tenha feito parte de uma população de lobos que vagueava pelas estepes e pela tundra durante a última idade do Gelo, caçando presas grandes, como bisontes, bois-almiscarados e cavalos. “Uma das explicações mais simples é que os caçadores-recolectores podem ter apanhado crias de lobos, o que é extremamente fácil, e tê-las mantido em cativeiro como sentinelas contra os grandes predadores da última Idade do Gelo, como ursos e leões das cavernas, e outros mamíferos perigosos, como mamutes, rinocerontes lanudos e outros humanos”, disse Love Dalén. Ao ser reproduzido em cativeiro durante gerações, o lobo foi-se tornando mais dócil e desenvolveu traços morfológicos diferentes dos seus antepassados selvagens. No caso do Husky siberiano e do cão da Gronelândia, o estudo genético concluiu ainda que partilham um grande número de genes do lobo de Taimir. “A explicação mais provável é que as populações de cães domésticos da Sibéria, que seguiam os grupos de humanos nas latitudes Norte, se tenha reproduzido com os lobos locais”, explicou o geneticista Pontus Skoglund, da Escola de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos.



Publicado por Tovi às 09:55
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